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Maternidade Substitutiva Docente: Dr. Luiz Ayrton Santos Junior Discente: Tarsila Teixeira Amorim Conceito1 Tipos2 Questionamentos4 Histórico3 Legislação5 Sumário Técnica de reprodução assistida em que uma mulher cede temporariamente o útero para gestar um filho para outra pessoa, geralmente quando há impedimento médico para a gestação. Conceito Terminologias: barriga solidária, doação temporária de útero e barriga de aluguel. Material genético Homóloga Heteróloga unilateral Heteróloga bilateral 1 2 3 Tipos A gestante não recebe nenhum pagamento pelo ato. Motivada por laços afetivos ou de solidariedade É a forma permitida em países como o Brasil, Canadá e Reino Unido. A gestante recebe compensação financeira Comum em países onde a prática é legal e regularizada, como a Ucrânia, Georgia e alguns estados dos Estados Unidos Pode abrir espaço para a exploração de mulheres em situação de vulnerabilidade. Altruísta Comercial Histórico Inserção da mulher no mercado de trabalho. Independência e emancipação feminina. Meios contraceptivos. Diminuição da fecundidade e da natalidade. Questionamentos Quem é a mãe? Há três hipóteses: Gestacional (a que carrega a criança em seu ventre) Biológica (a que doa o óvulo) Socioafetiva (a que procurou pela técnica) Ausência de uma legislação específica Conflitos em registro civil e definição da maternidade quando não há vínculo genético com a gestante. Coisificação da mulher Mercado de bebês: objetivação do produto da gestação Dilemas éticos Desrespeita os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e do melhor interesse do bebê Legislação Não há lei federal específica Resolução CFM n° 2.320/2022 Somente quando há condições que impeçam ou contraindique a gestação Vale para casais heteros, homoafetivos e pessoas solteiras Vedação do lucro: não pode ter caráter comercial Vedação da intermediação: clínica não pode intermediar a escolha da cedente Legislação Quem pode ceder o útero: 1.Ter ao menos um filho vivo 2.Ser parente consanguínea até o 4° grau de um dos pretendentes 3.Se não houver parente disponível, é possível pedir autorização ao CRM O modelo adimitido é o gestacional: A doadora de óvulos/embriões não pode ser a cedente do útero, ou seja, a gestante não pode ter vínculo genético com obebê Referências https://sistemas.cfm.org.br/normas/arquivos/resolucoes/BR/2022/2320_2022. pdf https://www.ufrgs.br/bioetica/matersub.htm https://mmduarte.com.br/glossario/o-que-e-maternidade-substitutiva/ https://www.jusbrasil.com.br/artigos/gestacao-por-substituicao-a- possibilidade-do-uso-dessa-tecnica-cientifica-a-luz-do-ordenamento-juridico- brasileiro/111876296?msockid=0410b42271b968e23478a26570f3697d Maternidade Substitutiva Sumário Técnica de reprodução assistida em que uma mulher cede temporariamente o útero para gestar um filho para outra pessoa, geralmente quando há impedimento médico para a gestação. Conceito Material genético Tipos Altruísta Comercial Histórico Questionamentos Quem é a mãe? Ausência de uma legislação específica Dilemas éticos Coisificação da mulher Legislação Não há lei federal específica Legislação O modelo adimitido é o gestacional: Quem pode ceder o útero: Referências