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Prof. Clovis Chiezzi
Atividade Prática 
Supervisionada VII
 Toda obra de Engenharia Civil requer trabalho em equipe, em todas as suas fases.
 Na análise da situação específica;
 Na busca das soluções possíveis;
 Na definição e no detalhamento das soluções adotadas;
 Na execução das soluções definidas e detalhadas.
 As Atividades Práticas Supervisionadas visam a promover o desenvolvimento de 
habilidades e o aprimoramento de relações interpessoais no trabalho em equipe, sobretudo 
em relação à superação de eventuais conflitos de temperamentos.
 Uma obra de Engenharia Civil bem-sucedida é o resultado de 
um bom trabalho em equipe, em cada uma das suas fases, 
sobretudo nas circunstâncias impostas pela colaboração a 
distância, cada vez mais presentes.
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
 APS VII – Investigação do subsolo e fundações diretas rasas
 Disciplina base: Mecânica dos Solos e Fundações
 A estabilidade de uma edificação depende, em primeiro lugar, da forma como ela se apoiará 
sobre o terreno, isto é, da solução adotada para as suas fundações. 
 A pressão exercida em cada 
ponto de apoio não deve ser
superior à capacidade de
suporte do solo.
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
Fonte: autoria própria.
P13
P9
P5
P1
P6
P2
P7
P3
P8
P4
 Para definir as fundações, visando a estabelecer o equilíbrio, é preciso conhecer os valores 
 das tensões atuantes 
 das tensões resistentes 
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
Fonte: autoria própria.
80
85
90
95
RN = 100.00
100.50
97.50
94.50
P1 P2 P3 P4 P5 P6
Argila siltosa, pouco arenosa, média, vermelha
Argila pouco siltosa, rija, vermelha
Argila muito siltosa, dura, vermelho-amarronzada
Silte argiloso, duro, marrom-avermelhado
Aterro com entulho
SPT médio
8
8
10
9
11
12
13
12
13
14
16
15
18
21
25
25
26
29
33
N.A.
Silte argiloso, mole, marrom-escuro
 A determinação da capacidade de suporte dos solos constituintes do subsolo de um terreno 
requer sondagens realizadas com o devido critério.
 Pelo menos 3 furos não alinhados, locados em relação a um ponto de referência (RN).
 Profundidade compatível com
a magnitude das cargas.
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
Fonte: autoria própria.
Pa
ss
e
io
 p
úb
li
co
 A sondagem de simples reconhecimento com SPT (Standard Penetration Test) apresenta 
inúmeras vantagens.
 Simplicidade de transporte, instalação e operação do equipamento;
 Obtenção de amostras, que possibilitam a identificação das camadas de solos;
 Dados numéricos que permitem 
a avaliação da capacidade de 
suporte do subsolo a cada metro
de profundidade.
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
Fonte: autoria própria.
m = massa padronizada
h = altura padronizada
15 cm
15 cm
15 cm
NSPT = quantidade de golpes nos últimos 30 cm,
a cada metro de profundidade.
Energia constante:
 Os boletins de sondagem de simples reconhecimento com SPT (Standard Penetration Test) 
devem apresentar, no mínimo, as informações a seguir. 
 Número NSPT, referente à quantidade de golpes, 
a cada metro de profundidade.
 Cota de nível no início de cada camada de solo.
 Cota de nível no início do furo.
 Cota do nível d’água (N.A.).
 Descrição do solo encontrado.
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
Fonte: autoria própria.
STANDARD PENETRATION TEST – S1
Prof. N (SPT) Classificação do Material
Aterro com entulho
Argila siltosa, mole, marrom-amarelada
NA = 94,35
Silte arenoso, muito compacto,
vermelho-amarelado14/09/14
Areia siltosa, muito compacta,
cinza-amarelada
Alteração de Rocha
8
9
11
21
20
22
19
21
24
23
24
26
23
37
33/14
85
90
95
100
 Alinhando os 3, ou mais, boletins pela Referência de Nível (RN), é possível formar uma ideia 
sobre o provável perfil do subsolo.
 As camadas de solos tendem a formar superfícies razoavelmente contínuas.
 Fundações diretas devem ser apoiadas na mesma camada. 
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
Fonte: autoria própria.
22,00
53
6,00
S1
14,00
6
,5
0
2
,5
0
S2
RN = 100,00
10
,0
0
STANDARD PENETRATION TEST – S1 STANDARD PENETRATION TEST – S2 STANDARD PENETRATION TEST – S3
Classificação do MaterialN (SPT)Prof. Classificação do MaterialN (SPT)Prof. Classificação do MaterialN (SPT)Prof.
100
95
90
85
100
95
90
85
100
95
90
85
Aterro com entulho
Argila siltosa, mole, marrom-amarelada
Silte arenoso, muito compacto,
vermelho-amarelado14/09/14
NA = 94,35
Areia siltosa, muito compacta,
cinza-amarelada
Alteração de Rocha
8
9
11
21
20
22
19
21
24
23
24
26
23
37
33/14
43/13
Aterro com entulho
Argila siltosa, mole,
marrom-amarelada
NA = 93,76
Silte arenoso,
muito compacto,
vermelho-amarelado
14/09/14
Areia siltosa, muito compacta,
cinza-amarelada
Alteração de Rocha
11
27
9
11
12
22
23
23
22
24
26
28
29
25
36
41/14
Aterro com entulho
Argila siltosa, mole,
marrom-amarelada 
NA = 93,68
14/09/14 Silte arenoso,
muito compacto,
vermelho-amarelado
Areia siltosa, muito compacta,
cinza-amarelada
Alteração de Rocha
9
11
10
12
14
24
23
21
25
27
29
28
27
29
37/12
 O valor da pressão (p), aplicada no solo, deve ser aproximadamente o mesmo para todos os 
pilares e não deve superar o valor da tensão admissível (σAdm) do solo na cota de apoio.
 F = peso da edificação em cada pilar.
 A = área da superfície de contato.
 p = pressão da edificação em cada superfície de apoio.
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
Fonte: autoria própria.
 As fundações diretas devem se apoiar na mesma camada de solo e com, aproximadamente, 
a mesma capacidade de suporte, ou seja, o mesmo valor de tensão admissível (σAdm).
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
Fonte: acervo do autor.
Proposta do Trabalho
 Dimensionar fundações diretas rasas, com sapatas isoladas, associadas ou alavancadas, 
para os pilares indicados na planta de cargas representada na figura.
 Formar uma equipe com, 
no máximo, 5 alunos. 
 “n” = média aritmética dos 
últimos algarismos do RA 
dos integrantes do grupo. 
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
Fonte: autoria própria.
Parâmetros do projeto
 Para locar e dimensionar as sapatas, utilizar o perfil do subsolo esboçado na figura abaixo.
 A escolha da camada de apoio fica a critério de cada grupo.
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
Fonte: autoria própria.
Parâmetros do projeto
 Conforme a camada de apoio escolhida, adotar um dos valores de tensão admissível 
indicados a seguir
 Argila siltosa mole, marrom-avermelhada, σAdm = 180 kN/m2.
 Silte arenoso muito compacto, vermelho-amarelado: σAdm = 400 kN/m2.
 Areia siltosa muito compacta, cinza-amarelada: σAdm = 480 kN/m2.
 A relação entre as dimensões de cada sapata, bem como a associação ou a necessidade de 
vigas alavanca fica a critério de cada grupo.
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
Fonte: autoria própria.
 Representação gráfica, em escala 1:100.
 Todas as sapatas e vigas alavanca, baldrame ou de travamento devem ser representadas 
em planta, tendo como base o desenho abaixo. 
 Indicar, ao lado de cada
sapata, a cota de nível
aproximada da sua base,
em relação à Referência 
de Nível (RN = 100,00).
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
Fonte: autoria própria.
 Maquete, em escala 1:50.
 As camadas de solo devem apresentar textura, cor, relevo e espessuras semelhantes às 
indicadas no perfil do subsolo proposto. 
 Os elementos de fundação podem ser moldados com argamassa, isopor ou qualquer outro 
material com aspecto visual semelhante ao concreto.
 As sapatas devem ter faces verticais com 20 cm de altura 
e faces inclinadas com 30% de inclinação.
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
Fonte: autoria própria.
 Apresentação do trabalho, conforme instruções constantes do manual.
 Deve conter todos os tópicos, ser bem ilustrada e limitar-se a 20 ou 30páginas.
 Revisão Bibliográfica.
 Representação gráfica da planta das fundações, em escala 1:100.
 Descrição das considerações feitas para a concepção, a definição e o dimensionamento.
 Memorial de cálculo das sapatas. 
 Fotos da preparação e da montagem da maquete, com a presença de todos os integrantes 
da equipe. 
 Descrição de considerações para melhoramentos.
 Conclusões ou considerações finais.
 Indicações bibliográficas.
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
 Cada equipe deve eleger um dos seus integrantes como representante, que será designado 
como líder da equipe.
 O líder de cada equipe será o responsável pela inserção prévia de todos os seus integrantes 
no sistema. 
O líder da equipe deve postar a apresentação do trabalho no sistema Trabalhos Acadêmicos, 
disponível na área do aluno.
 As datas para a formação das equipes e as postagens dos 
trabalhos, pelos líderes de cada equipe, serão informadas em 
avisos na disciplina, no Ambiente Virtual de 
Aprendizagem (AVA).
APS VII – Atividade Prática Supervisionada VII
ATÉ A PRÓXIMA!

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