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SAEP SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PERIOPERATÓRIA UNIMETROCAMP - WYDEN PROF. DR. LAURA B DE A LOURENÇO PERÍODO PERIOPERATÓRIO Intervalo de tempo que compreende as atividades desenvolvidas em cada período cirúrgico Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC). Diretrizes de práticas em enfermagem cirúrgica e processamento de produtos para a saúde. 7ª ed. São Paulo: SOBECC; Barueri: Manole; 2017 PERÍODO PERIOPERATÓRIO PRÉ-OPERATÓRIO MEDIATO PRÉ-OPERATÓRIO IMEDIATO Inicia-se no momento da definição da cirurgia e estende-se até 24 horas antes da realização do procedimento 24 horas antes do procedimento cirúrgico e abrange até o momento em que o paciente é recebido no CC TRANSOPERATÓRIO Momento em que o paciente é recebido no CC até sua saída da sala de operação INTRAOPERATÓRIO Inserido no transoperatório, - inicia-se com o procedimento anestésico- cirúrgico e estendendo-se até o seu término PÓS-OPERATÓRIO Fase que compreende todo o período após o ato anestésico-cirúrgico Subdivi-se em três momentos Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC). Diretrizes de práticas em enfermagem cirúrgica e processamento de produtos para a saúde. 7ª ed. São Paulo: SOBECC; Barueri: Manole; 2017 PERÍODO PERIOPERATÓRIO PÓS-OPERATÓRIO RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO Chegada do paciente à sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) até sua alta para unidade de origem Do término do procedimento anes-tésico-cirúrgico até 24 horas depois PÓS-OPERATÓRIO MEDIATO Após as primeiras 24 horas do procedimento anestésico-cirúrgico até a alta hospitalar ou o retorno do paciente ao seu domicílio Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC). Diretrizes de práticas em enfermagem cirúrgica e processamento de produtos para a saúde. 7ª ed. São Paulo: SOBECC; Barueri: Manole; 2017 AVALIAÇÃO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PERIOPERATÓRIA EFETUADA CONSIDERAR CONSIDERAR CONSIDERAR Ao término de cada período do desenvolvimento cirúrgico Atividades realizadas pelo enfermeiro Satisfação do paciente Desempenho do trabalho da equipe MODELO DEFINIDO PELA INSTITUIÇÃO Carvalho R, Bianchi ERF. Enfermagem em Centro Cirúrgico e Recuperação Anestésica. 2ª ed. São Paulo: Manole; 2016 QUALIDADE ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM QUALIDADE ENTENDER Assistência no Perioperatório o exercício da enfermagem em uma unidade de internação cirúrgica SINALIZAR Sua relevância para a qualidade da assistência à saúde Interfere no resultado do ato anestésico Ribeiro E, Ferraz KMC, Duran ECM. Atitudes dos enfermeiros de centro cirúrgico diante da sistematização da assistência de enfermagem perioperatória. Rev SOBECC. 2017;22(4):201- PROCESSO DE ENFERMAGEM PE INSTRUMENTO METODOLÓGICO UTILIZADO PARA NORTEAR O CUIDADO DE ENFERMAGEM OPERACIONALIZAÇÃO DO PE Ocorre no momento em que se implementa a sistematização da assistência de enfermagem (SAE) Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC). Diretrizes de práticas em enfermagem cirúrgica e processamento de produtos para a saúde. 7ª ed. São Paulo: SOBECC; Barueri: Manole; 2017 PERÍODO PERIOPERATÓRIO Envolve toda a experiência cirúrgica do paciente PERÍODO PERIOPERATÓRIO Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória (SAEP) PROCESSO DE ENFERMAGEM PE Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC). Diretrizes de práticas em enfermagem cirúrgica e processamento de produtos para a saúde. 7ª ed. São Paulo: SOBECC; Barueri: Manole; 2017 SAEP BRASIL COFEN Dispõe sobre a sistematização da assistência de enfermagem Implementação do Processo de Enfermagem nos ambientes públicos, privados e filantrópicos onde ocorrer o cuidado de enfermagem Resolução 358/2009 PROCESSO DE ENFERMAGEM 5 ETAPAS HISTÓRICO DE ENFERMAGEM/COLETA DE DADOS DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM PRESCRIÇÃO/PLANEJAMENTO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM IMPLEMENTAÇÃO DA ASSISTÊNCIA E EVOLUÇÃO AVALIAÇÃO DE ENFERMAGEM Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC). Diretrizes de práticas em enfermagem cirúrgica e processamento de produtos para a saúde. 7ª ed. São Paulo: SOBECC; Barueri: Manole; 2017 SAEP ENFERMEIRO PROTAGONISTA DO CUIDADO AMBIENTE SEGURO ASSEGURAR TODAS AS ETAPAS REALIZAR TODA A SUPERVISÃO DO CUIDADO IDENTIFICA OS POSSÍVEIS RISCOS DE COMPLICAÇÕES SAEP SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PERIOPERATÓRIA SUPERVISÃO DO CUIDADO E AVALIAÇÃO DO PACIENTE VERIFICA AS CONDIÇÕES DO AMBIENTE LIMPO, SEGURO E DEVIDAMENTE ASSÉPTICO PROMOVE MELHOR INTERAÇÃO ENTRE EQUIPE MONITORAR E AVALIAR INDICADORES SAEP INTERVENÇÃO ADEQUADA Planejada e fundamentada - voltada aos problemas de cada paciente no perioperatório, bem como à avaliação dos resultados INTERAÇÃO Assistência entre os períodos pré, trans e pós-operatório Planejamento e o controle em cada fase do desenvolvimento da assistência operatória SUSTENTAÇÃO Ações de enfermagem no centro cirúrgico Assistir ao paciente e à família de forma integral SAEP COFEN Resolução 429/2012 Registro das ações profissionais no prontuário do paciente ou em documentos próprios da enfermagem Meios tradicionais ou eletrônicos SAEP Atividade privativa do enfermeiro Conhecimentos cognitivos e humanos consolidados SAEP CONSIDERAÇÕES O PORTE DA CIRURGIA O TIPO DE ANESTESIA ESTADO PSÍQUICO ESTADO NUTRICIONAL E SOCIAL DO PACIENTE PESQUISA SOBRE POSSÍVEIS ALERGIAS DOENÇAS ASSOCIADAS REALIZAR EXAME FÍSICO E SANAR DÚVIDAS DO PACIENTE E FAMILIARES SAEP ETAPAS DE IMPLEMENTAÇÃO VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM PLANEJAMENTO DA ASSISTÊNCIA PRÉ-OPERATÓRIA IMPLEMENTAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA (VISITA PÓS-OPERATÓRIA) REFORMULAÇÃO DA ASSISTÊNCIA PLANEJADA SAEP INDISPENSÁVEL Qualidade no atendimento aos pacientes Dificuldades para implementá-la SAEP DIFICULDADES SAEP DIFICULDADES TEMPO TRABALHO Falta de tempo Sobrecarga EQUIPE ADMINISTRATIVA Não compreende a importância da atuação do enfermeiro na assistência ao paciente no perioperatório Desvia o profissional da sua função assistencial para a gerencial Adamy EK, Tosatti M. Sistematização da Assistência de Enfermagem no período perioperatório: visão da equipe de enfermagem. Rev Enferm UFSM [Internet]. 2012 [acessado em 10 maio 2018];2(2):300-10 Fonseca RMP, Peniche ACG. Enfermagem em centro cirúrgico: trinta anos após criação do Sistema de Assistência de Enfermagem Perioperatório. Acta Paul Enferm. 2009 . SAEP BRASIL SOBECC Colaborar com o desenvolvimento técnico-científico Divulgar as boas práticas para atuação da enfermagem perioperatória Propor recomendações referentes às áreas de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização SOBECC Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização SAEP BRASIL SOBECC Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização SAEP BRASIL SAEP MUNDO AORN Definir, apoiar e defender a segurança do paciente e da equipe por meio de práticas exemplares em todas as fases do cuidado de enfermagem perioperatório Uso de diretrizes baseadas em evidências, educação continuada e recursos de prática clínica Association of periOperative Registered Nurses SAEP MUNDO AORN Association of periOperative Registered Nurses SAEP BRASIL SOBECCAORN MODELO DE ASSISTÊNCIA Nortear ações dos enfermeiros do Centro Cirúrgico Maior parte dos hospitais não adotou um modelo formal Planejamento baseado na programação cirúrgica Enfermeiros gerenciam recursos materiais e humanos para previsão do ato anestésico-cirúrgico SAEP BRASIL SOBECC AORN MODELO DE ASSISTÊNCIA Nortear ações dos enfermeiros do Centro Cirúrgico Maior parte dos hospitais não adotou um modelo formal Planejamento baseado na programação cirúrgica Enfermeiros gerenciam recursos materiais e humanos para previsão do ato anestésico-cirúrgico MAIOR CRÍTICA Falta de registros Prejudica planejamento da assistência individualizada Deslegitima o trabalho desenvolvido pela equipe de enfermagem Não respalda o enfermeiro em casos de ocorrências jurídicas Adequação dos recursos humanos e materiais Realização do procedimento anestésico--cirúrgico ESTUDOS SAEP Legislação ressalta a importância dos registros de enfermagem para a documentação e o amparo da profissão Profissionais cientes da importância Profissionais não realizam os registros com qualidade Profissionais não os consideram instrumento de trabalho - dificultam sua funcionalidade Azevedo LMN, Oliveira AG, Malveira FAS, Valença CN, Costa EO, Germano RM. A visão da equipe de enfermagem sobre seus registros. Rev Rene. 2012;13(1):64-73 SAEP DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM JULGAMENTO CLÍNICO Sobre uma resposta humana a condições de saúde, processos da vida ou vulnerabilidade a uma resposta Indivíduo, família ou comunidade Definir o exato plano de cuidados a ser prestado ao paciente Conduzir as intervenções e os resultados SAEP DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM OBJETIVOS Padronizar as terminologias usadas pelos enfermeiros Descrição das doenças, intervenções e resultados Tornar o processo científico, e baseado em evidências Favorecer o atendimento mais efetivo SAEP PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM OBJETIVOS Conjunto de intervenções/cuidados de enfermagem Planejado para um determinado período de tempo Baseada nos diagnósticos ou problemas de enfermagem Promover, manter ou restaurar a saúde do paciente DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E INTERVENÇÕES DIAGNÓSTICO RESULTADOS INTERVENÇÕES DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E INTERVENÇÕES DEFINIÇÃO DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM CONCEBER Reconhecer pistas/evidências sobre a situação que está investigando JULGAR Conseguir diferenciar uma situação de outra similar ou parecida RACIOCINAR Concluir o seu pensamento DIAGNÓSTICOS ATUAL/REAL DE RISCO Julgamento clínico a respeito de uma resposta humana indesejável a uma condição de saúde/processo de vida que existe em um indivíduo, família, grupo ou comunidade Julgamento clínico a respeito da suscetibilidade de um indivíduo, família, grupo ou comunidade para o desenvolvimento de uma resposta humana indesejável a condições de saúde/processos da vida PROMOÇÃO À SAÚDE SÍNDROME Julgamento clínico a respeito da motivação e do desejo de aumentar o bem-estar e alcançar o potencial humano de saúde Julgamento clínico relativo a um agrupamento de diagnósticos de enfermagem que ocorrem juntos, sendo mais bem-tratados em conjunto e com intervenções similares ESTRUTURA DIAGNÓSTICOS ATUAL/REAL Título do diagnóstico + Fatores relacionados + Características definidoras (categoria ou rotulo ou nome) (ou causa) ( sinais ou sintomas ou evidências) DE RISCO Título do diagnóstico + Fatores de risco PROMOÇÃO À SAÚDE SÍNDROME Título do diagnóstico + Características Definidoras Título do diagnóstico + Características Definidoras DIAGNÓSTICOS - EXEMPLO RISCO RISCO DE HIPOTERMIA PERIOPERATÓRIA RELACIONADO A BAIXA TEMPERATURA AMBIENTAL DE RISCO Título do diagnóstico + Fatores de risco DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E INTERVENÇÕES DEFINIÇÃO RESULTADOS DE ENFERMAGEM RESULTADOS ESPERADOS Descrevem o estado, os comportamentos, as percepções ou sentimentos do paciente que se espera alcançar em resposta ao cuidado que lhe será prestado METAS Para o indivíduo, família ou comunidade COMO DETERMINAR RESULTADO? NOC DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E INTERVENÇÕES DEFINIÇÃO RESULTADOS DE ENFERMAGEM COMO DETERMINAR? NOC COMO? A partir do título do diagnóstico previamente estabelecido RESULTADOS EXEMPLOS DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM NANDA NOC Hipotermia relacionada a exposição a ambiente frio e inatividade manifestado por tremor e relato de desconforto térmico Buscar o título do DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM: HIPOTERMIA RESULTADOS EXEMPLOS DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM NOC Buscar o título do DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM: HIPOTERMIA RESULTADOS SUGERIDOS Sinais vitais, Termorregulaçao,Termurregulação do recém-nascido RESULTADOS ASSOCIADOS ADICIONAIS Estado neurológico: autônomo, Nível de conforto RESULTADOS EXEMPLOS RESULTADOS EXEMPLOS TÍTULO DO RESULTADO DE ENFERMAGEM Termorregulação DEFINIÇÃO Equilíbrio entre a produção, o aumento e a perda do calor RESULTADOS EXEMPLOS TÍTULO DO RESULTADO DE ENFERMAGEM Termorregulação DEFINIÇÃO Equilíbrio entre a produção, o aumento e a perda do calor RESULTADOS EXEMPLOS ARREPIOS QUANDO HÁ FRIO Manutenção da Pontuação Pontuação Atual = 5 Pontuação Esperada=5 TÍTULO DO RESULTADO DE ENFERMAGEM Termorregulação DEFINIÇÃO Equilíbrio entre a produção, o aumento e a perda do calor TREMORES QUANDO ESTÁ FRIO CONFORTO TÉRMICO RELATADO FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA Manutenção da Pontuação Pontuação Atual = 1 Pontuação Esperada=5 Manutenção da Pontuação Pontuação Atual = 3 Pontuação Esperada=5 Manutenção da Pontuação Pontuação Atual = 5 Pontuação Esperada=5 DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E INTERVENÇÕES DEFINIÇÃO RESULTADOS DE ENFERMAGEM DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E INTERVENÇÕES DEFINIÇÃO RESULTADOS DE ENFERMAGEM COMO DETERMINAR? Resultado Esperado COMO? Indicadores Objetivo geral: deve ser escrito considerando-se o Diagnóstico de Enfermagem estabelecido Objetivos específicos: devem ser escritos considerando-se os elementos do Diagnóstico de Enfermagem e os critérios para avaliação do resultado DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E INTERVENÇÕES DEFINIÇÃO RESULTADOS DE ENFERMAGEM COMO DETERMINAR? Resultado Esperado COMO? Indicadores Objetivo geral: deve ser escrito considerando-se o Diagnóstico de Enfermagem estabelecido Objetivos específicos: devem ser escritos considerando-se os elementos do Diagnóstico de Enfermagem e os critérios para avaliação do resultado RISCO DE HIPOTERMIA PERIOPERATÓRIA RELACIONADO A BAIXA TEMPERATURA AMBIENTAL RESULTADO ESPERADO EQUILÍBRIO ENTRE A PRODUÇÃO, O AUMENTO E A PERDA DO CALOR INDICADORES PACIENTE DEVERÁ MANTER FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA ENTRE 12 E 18IRPM PACIENTE DEVERÁ MANTER TEMPERATURA CORPORAL ENTRE 36 E 37.5ºC DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E INTERVENÇÕES DEFINIÇÃO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM AÇÕES Baseadas no julgamento e conhecimento clínico REALIZADAS Enfermeiro Técnico de Enfermagem Auxiliar de Enfermagem VISÃO Alcançar bons resultados para o individuo/família/comunidade DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E INTERVENÇÕES DEFINIÇÃO INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM COMO DETERMINAR? NIC COMO? A partir do título do diagnóstico previamente estabelecido INTERVENÇÃO EXEMPLOS DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM NANDA NIC Hipotermia relacionada a exposição a ambiente frio e inatividade manifestado por tremor e relato de desconforto térmico Buscar o título do DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM: HIPOTERMIA INTERVENÇÃO EXEMPLOS DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM NIC Buscar o título do DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM: HIPOTERMIA INTERVENÇÕES SUGERIDAS Regulação da temperatura; Regulação da temperatura: perioperatória; Regulação hemodinâmica; Prevenção do choque; Controle de ambiente... INTERVENÇÕES OPCIONAIS/ ADICIONAIS Supervisão da pele; Aplicação de calor/frio; Controle do choque: cardiogênico... INTERVENÇÃO EXEMPLOS INTERVENÇÃO EXEMPLOS INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM: REGULAÇÃO DATEMPERATURA Atividades: - Instituir um dispositivo de monitoramento contínuo da temperatura central, conforme apropriado. - Monitorar a pressão arterial, pulso e respiração, conforme apropriado - Monitorar a cor da pele e a temperatura - Utilizar colchões de aquecimento, cobertores quentes e ambiente quente para elevar a temperatura do corpo, conforme apropriado - Ajustar a temperatura do ambiente às necessidades do paciente DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E INTERVENÇÕES DEFINIÇÃO INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E INTERVENÇÕES DEFINIÇÃO INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM COMO DETERMINAR? Estratégia COMO? Atividades - Ações Estabelece a fundamentação para o alcance do resultado esperado, considerando-se o Diagnóstico de Enfermagem Relata as ações do(s) profissional(is) que deverão se executadas para o alcance do resultado esperado, com a estratégia norteando-as DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E INTERVENÇÕES DEFINIÇÃO INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM COMO DETERMINAR? Estratégia COMO? Atividades - Ações Estabelece a fundamentação para o alcance do resultado esperado, considerando-se o Diagnóstico de Enfermagem Relata as ações do(s) profissional(is) que deverão se executadas para o alcance do resultado esperado, com a estratégia norteando-as RISCO DE HIPOTERMIA PERIOPERATÓRIA RELACIONADO A BAIXA TEMPERATURA AMBIENTAL INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM MONITORIZAR O PACIENTE IATIVIDADES MONITORIZAR A FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIADE 1/1H MONITORIZAR TEMPERATURA CORPORAL DO PACIENTE DE 1/1H PROCESSOS DO PENSAMENTO Carvalho EC, Oliveira-Kumakura ARS, Morais SCRV. Raciocínio clínico em enfermagem: estratégias de ensino e instrumentos de avaliação. Rev Bras Enferm [Internet]. 2017;70(3):662-8. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167-2016-0509 IMPLEMENTAÇÃO SAEP “Concretização do plano assistencial” “Realização da intervenção (e do conjunto de atividades) determinada na etapa de Planejamento de Enfermagem” Competência de toda a equipe de enfermagem Foco: qualidade, assistência livre de danos e segurança do paciente DESTAQUES PRÉ-IMPLEMENTAÇÃO PÓS-IMPLEMENTAÇÃOIMPLEMENTAÇÃO Ler as anotações relacionadas ao planejamento de enfermagem Pensar e analisar os conhecimentos e habilidades exigidas para cada ação Determinar e prover recursos necessários para a ação a ser desenvolvida Preparar o ambiente e os materiais Preparar o paciente e/ou o acompanhante Promover o conforto do paciente e se despedir Organizar ambiente (ex: retirar biombo) Organizar/descartar materiais Realizar a higiene das mãos. • Checar prescrição de enfermagem Checar prescrição médica, se for o caso Registrar no prontuário o que foi realizado Executar a intervenção DESTAQUES PRÉ-IMPLEMENTAÇÃO PÓS-IMPLEMENTAÇÃOIMPLEMENTAÇÃO Ler as anotações relacionadas ao planejamento de enfermagem Pensar e analisar os conhecimentos e habilidades exigidas para cada ação Determinar e prover recursos necessários para a ação a ser desenvolvida Preparar o ambiente e os materiais Preparar o paciente e/ou o acompanhante Promover o conforto do paciente e se despedir Organizar ambiente (ex: retirar biombo) Organizar/descartar materiais Realizar a higiene das mãos. • Checar prescrição de enfermagem Checar prescrição médica, se for o caso Registrar no prontuário o que foi realizado Executar a intervenção DESTAQUES PRÉ-IMPLEMENTAÇÃO PÓS-IMPLEMENTAÇÃOIMPLEMENTAÇÃO Ler as anotações relacionadas ao planejamento de enfermagem Pensar e analisar os conhecimentos e habilidades exigidas para cada ação Determinar e prover recursos necessários para a ação a ser desenvolvida Preparar o ambiente e os materiais Preparar o paciente e/ou o acompanhante Promover o conforto do paciente e se despedir Organizar ambiente (ex: retirar biombo) Organizar/descartar materiais Realizar a higiene das mãos. • Checar prescrição de enfermagem Checar prescrição médica, se for o caso Registrar no prontuário o que foi realizado Executar a intervenção AVALIAÇÃO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PROCESSO SISTEMÁTICO E CONTÍNUO DE VERIFICAÇÃO DE MUDANÇAS NAS RESPOSTAS DA PESSOA, FAMÍLIA OU COMUNIDADE OS RESULTADOS ESPERADOS FORAM ALCANÇADOS? HOUVE EFEITO DA INTERVENÇÃO IMPLEMENTADA? A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM FOI DE QUALIDADE? AVALIAÇÃO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM O RESULTADO ESPERADO ESTABELECIDO NO “PLANEJAMENTO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM” É VERIFICADO (A PARTIR DE SEUS INDICADORES) HOUVE MANUTENÇÃO DA PONTUAÇÃO DO(S) INDICADOR(ES)? HOUVE MELHORA DA PONTUAÇÃO DO(S) INDICADOR(ES)? -HOUVE PIORA DA PONTUAÇÃO DO(S) INDICADOR(ES)? INDICADORES REVELAM RESULTADO ESPERADO RESULTADO ESPERADO Alcançado? Não foi alcançado? REGISTRO REGISTRO THANK YOU FOR YOUR ATTENTION