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SAEP
SISTEMATIZAÇÃO DA
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
PERIOPERATÓRIA
UNIMETROCAMP - WYDEN
PROF. DR. LAURA B DE A LOURENÇO
PERÍODO
PERIOPERATÓRIO
Intervalo de tempo que compreende as
atividades desenvolvidas em cada
período cirúrgico
Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC). Diretrizes de
práticas em enfermagem cirúrgica e processamento de produtos para a saúde. 7ª ed. São Paulo: SOBECC; Barueri: Manole; 2017
PERÍODO
PERIOPERATÓRIO
PRÉ-OPERATÓRIO MEDIATO
PRÉ-OPERATÓRIO IMEDIATO
Inicia-se no momento da definição da cirurgia e estende-se até 24 horas
antes da realização do procedimento
24 horas antes do procedimento cirúrgico e abrange até o momento em
que o paciente é recebido no CC
TRANSOPERATÓRIO Momento em que o paciente é recebido no CC até sua saída da sala de
operação
INTRAOPERATÓRIO Inserido no transoperatório, - inicia-se com o procedimento anestésico-
cirúrgico e estendendo-se até o seu término
PÓS-OPERATÓRIO Fase que compreende todo o período após o ato anestésico-cirúrgico
Subdivi-se em três momentos 
Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC). Diretrizes de práticas em enfermagem cirúrgica e processamento de produtos para a
saúde. 7ª ed. São Paulo: SOBECC; Barueri: Manole; 2017
PERÍODO PERIOPERATÓRIO
PÓS-OPERATÓRIO
RECUPERAÇÃO
ANESTÉSICA
PÓS-OPERATÓRIO
IMEDIATO
Chegada do paciente à sala de recuperação pós-anestésica
(SRPA) até sua alta para unidade de origem
Do término do procedimento anes-tésico-cirúrgico até 24 horas
depois
PÓS-OPERATÓRIO
MEDIATO
Após as primeiras 24 horas do procedimento anestésico-cirúrgico
até a alta hospitalar ou o retorno do paciente ao seu domicílio
Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC). Diretrizes de práticas em enfermagem cirúrgica e processamento de produtos para a
saúde. 7ª ed. São Paulo: SOBECC; Barueri: Manole; 2017
AVALIAÇÃO
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PERIOPERATÓRIA
EFETUADA
CONSIDERAR
CONSIDERAR
CONSIDERAR
Ao término de cada período do
desenvolvimento cirúrgico
Atividades realizadas pelo enfermeiro
Satisfação do paciente
Desempenho do trabalho da equipe
MODELO DEFINIDO PELA INSTITUIÇÃO
 Carvalho R, Bianchi ERF. Enfermagem em Centro Cirúrgico e Recuperação Anestésica. 2ª ed. São Paulo: Manole; 2016
QUALIDADE
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
QUALIDADE ENTENDER
Assistência no
Perioperatório
o exercício da enfermagem
em uma unidade de
internação cirúrgica
SINALIZAR
Sua relevância para a
qualidade da assistência à
saúde
Interfere no resultado do ato
anestésico
Ribeiro E, Ferraz KMC, Duran ECM. Atitudes dos enfermeiros de centro cirúrgico diante da sistematização da assistência de enfermagem perioperatória. Rev SOBECC. 2017;22(4):201-
PROCESSO DE ENFERMAGEM
PE
INSTRUMENTO METODOLÓGICO
UTILIZADO PARA NORTEAR O CUIDADO DE ENFERMAGEM
OPERACIONALIZAÇÃO DO PE Ocorre no momento em que se implementa a
sistematização da assistência de enfermagem (SAE) 
Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC). Diretrizes de práticas em enfermagem cirúrgica e processamento de produtos para a
saúde. 7ª ed. São Paulo: SOBECC; Barueri: Manole; 2017
PERÍODO
PERIOPERATÓRIO
Envolve toda a
experiência cirúrgica do
paciente
PERÍODO
PERIOPERATÓRIO
Sistematização da
Assistência de
Enfermagem
Perioperatória (SAEP)
PROCESSO DE ENFERMAGEM
PE
Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC). Diretrizes de práticas em enfermagem cirúrgica e processamento de produtos para a
saúde. 7ª ed. São Paulo: SOBECC; Barueri: Manole; 2017
SAEP
BRASIL
COFEN
Dispõe sobre a sistematização da assistência de
enfermagem
Implementação do Processo de Enfermagem nos ambientes
públicos, privados e filantrópicos onde ocorrer o cuidado de
enfermagem
Resolução 358/2009
PROCESSO DE ENFERMAGEM
5 ETAPAS
HISTÓRICO DE ENFERMAGEM/COLETA DE DADOS
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
PRESCRIÇÃO/PLANEJAMENTO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
IMPLEMENTAÇÃO DA ASSISTÊNCIA E EVOLUÇÃO
AVALIAÇÃO DE ENFERMAGEM
Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC). Diretrizes de práticas em enfermagem cirúrgica e processamento de produtos para a
saúde. 7ª ed. São Paulo: SOBECC; Barueri: Manole; 2017
SAEP
ENFERMEIRO
PROTAGONISTA DO CUIDADO
AMBIENTE SEGURO
ASSEGURAR TODAS AS ETAPAS
REALIZAR TODA A SUPERVISÃO DO CUIDADO
IDENTIFICA OS POSSÍVEIS RISCOS DE COMPLICAÇÕES
SAEP
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PERIOPERATÓRIA
SUPERVISÃO DO CUIDADO E
AVALIAÇÃO DO PACIENTE
VERIFICA AS CONDIÇÕES DO
AMBIENTE LIMPO, SEGURO E
DEVIDAMENTE ASSÉPTICO
PROMOVE MELHOR INTERAÇÃO
ENTRE EQUIPE
MONITORAR E AVALIAR
INDICADORES 
SAEP
INTERVENÇÃO
ADEQUADA
Planejada e fundamentada - voltada aos
problemas de cada paciente no perioperatório,
bem como à avaliação dos resultados
INTERAÇÃO
Assistência entre os períodos pré, trans
e pós-operatório
Planejamento e o controle em cada fase do
desenvolvimento da assistência operatória
SUSTENTAÇÃO
Ações de enfermagem no centro
cirúrgico
Assistir ao paciente e à família de forma
integral
SAEP
COFEN Resolução 429/2012
Registro das ações profissionais no prontuário do paciente ou
em documentos próprios da enfermagem
Meios tradicionais ou eletrônicos
SAEP
Atividade privativa do enfermeiro
Conhecimentos cognitivos e humanos consolidados
SAEP
CONSIDERAÇÕES
O PORTE DA CIRURGIA
O TIPO DE ANESTESIA
 ESTADO PSÍQUICO
ESTADO NUTRICIONAL E SOCIAL DO PACIENTE
PESQUISA SOBRE POSSÍVEIS ALERGIAS
DOENÇAS ASSOCIADAS
REALIZAR EXAME FÍSICO E SANAR DÚVIDAS DO PACIENTE E FAMILIARES
SAEP
ETAPAS DE IMPLEMENTAÇÃO
VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM
PLANEJAMENTO DA ASSISTÊNCIA PRÉ-OPERATÓRIA
IMPLEMENTAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA (VISITA PÓS-OPERATÓRIA)
REFORMULAÇÃO DA ASSISTÊNCIA PLANEJADA
SAEP
INDISPENSÁVEL
Qualidade no atendimento aos
pacientes
Dificuldades para implementá-la
SAEP
DIFICULDADES
SAEP
DIFICULDADES
TEMPO
TRABALHO
Falta de tempo
Sobrecarga
EQUIPE ADMINISTRATIVA Não compreende a importância da atuação do enfermeiro na
assistência ao paciente no perioperatório
Desvia o profissional da sua função assistencial para a gerencial
Adamy EK, Tosatti M. Sistematização da Assistência de Enfermagem no período perioperatório: visão da equipe de enfermagem. Rev Enferm UFSM [Internet]. 2012 [acessado em 10 maio 2018];2(2):300-10
 Fonseca RMP, Peniche ACG. Enfermagem em centro cirúrgico: trinta anos após criação do Sistema de Assistência de Enfermagem Perioperatório. Acta Paul Enferm. 2009
.
SAEP
BRASIL
SOBECC
Colaborar com o desenvolvimento técnico-científico
 Divulgar as boas práticas para atuação da enfermagem
perioperatória
Propor recomendações referentes às áreas de Centro
Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e
Esterilização
Associação Brasileira de
Enfermeiros de Centro
Cirúrgico, Recuperação
Anestésica e Centro de
Material e Esterilização
SOBECC
Associação Brasileira de
Enfermeiros de Centro
Cirúrgico, Recuperação
Anestésica e Centro de
Material e Esterilização
SAEP
BRASIL
SOBECC
Associação Brasileira de
Enfermeiros de Centro
Cirúrgico, Recuperação
Anestésica e Centro de
Material e Esterilização
SAEP
BRASIL
SAEP
MUNDO
AORN
Definir, apoiar e defender a segurança do paciente e da
equipe por meio de práticas exemplares em todas as fases
do cuidado de enfermagem perioperatório 
Uso de diretrizes baseadas em evidências, educação
continuada e recursos de prática clínica
Association of periOperative
Registered Nurses 
SAEP
MUNDO
AORN
Association of periOperative
Registered Nurses 
SAEP
BRASIL
SOBECCAORN
MODELO DE ASSISTÊNCIA
Nortear ações dos enfermeiros do Centro Cirúrgico
Maior parte dos hospitais não adotou um modelo formal
Planejamento baseado na programação cirúrgica
Enfermeiros gerenciam recursos materiais e humanos
para previsão do ato anestésico-cirúrgico
SAEP
BRASIL
SOBECC
AORN
MODELO DE ASSISTÊNCIA
Nortear ações dos enfermeiros do Centro Cirúrgico
Maior parte dos hospitais não adotou um modelo formal
Planejamento baseado na programação cirúrgica
Enfermeiros gerenciam recursos materiais e humanos
para previsão do ato anestésico-cirúrgico
MAIOR CRÍTICA
Falta de registros 
Prejudica planejamento da assistência individualizada
Deslegitima o trabalho desenvolvido pela equipe de enfermagem
 Não respalda o enfermeiro em casos de ocorrências jurídicas
Adequação dos recursos humanos e materiais
Realização do procedimento anestésico--cirúrgico
ESTUDOS
SAEP
Legislação ressalta a importância dos registros de
enfermagem para a documentação e o amparo da
profissão
 Profissionais cientes da importância
Profissionais não realizam os registros com qualidade
Profissionais não os consideram instrumento de
trabalho - dificultam sua funcionalidade
Azevedo LMN, Oliveira AG, Malveira FAS, Valença CN, Costa EO, Germano RM. A visão da equipe de enfermagem sobre seus registros. Rev Rene. 2012;13(1):64-73
SAEP
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
JULGAMENTO CLÍNICO
Sobre uma resposta humana a condições de saúde, processos da
vida ou vulnerabilidade a uma resposta
Indivíduo, família ou comunidade
Definir o exato plano de cuidados a ser prestado ao paciente
Conduzir as intervenções e os resultados
SAEP
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
OBJETIVOS
Padronizar as terminologias usadas pelos enfermeiros
Descrição das doenças, intervenções e resultados
Tornar o processo científico, e baseado em evidências
Favorecer o atendimento mais efetivo
SAEP
PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM
OBJETIVOS
Conjunto de intervenções/cuidados de enfermagem
Planejado para um determinado período de tempo
Baseada nos diagnósticos ou problemas de enfermagem
Promover, manter ou restaurar a saúde do paciente
DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E
INTERVENÇÕES
DIAGNÓSTICO RESULTADOS INTERVENÇÕES
DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E
INTERVENÇÕES
DEFINIÇÃO
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
CONCEBER
Reconhecer pistas/evidências sobre a
situação que está investigando
JULGAR
Conseguir diferenciar uma situação de outra
similar ou parecida
RACIOCINAR
Concluir o seu pensamento
DIAGNÓSTICOS
ATUAL/REAL
DE RISCO
Julgamento clínico a respeito de uma resposta humana indesejável a
uma condição de saúde/processo de vida que existe em um indivíduo,
família, grupo ou comunidade
Julgamento clínico a respeito da suscetibilidade de um indivíduo, família,
grupo ou comunidade para o desenvolvimento de uma resposta humana
indesejável a condições de saúde/processos da vida
PROMOÇÃO À
SAÚDE
SÍNDROME
Julgamento clínico a respeito da motivação e do desejo de aumentar o
bem-estar e alcançar o potencial humano de saúde 
Julgamento clínico relativo a um agrupamento de diagnósticos de
enfermagem que ocorrem juntos, sendo mais bem-tratados em
conjunto e com intervenções similares
ESTRUTURA DIAGNÓSTICOS
ATUAL/REAL
Título do diagnóstico + Fatores relacionados + Características
definidoras (categoria ou rotulo ou nome) (ou causa) ( sinais ou
sintomas ou evidências)
DE RISCO Título do diagnóstico + Fatores de risco
PROMOÇÃO À
SAÚDE
SÍNDROME
Título do diagnóstico + Características Definidoras 
Título do diagnóstico + Características Definidoras 
DIAGNÓSTICOS - EXEMPLO RISCO
RISCO DE HIPOTERMIA PERIOPERATÓRIA RELACIONADO A BAIXA
TEMPERATURA AMBIENTAL
DE RISCO Título do diagnóstico + Fatores de risco
DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E
INTERVENÇÕES
DEFINIÇÃO
RESULTADOS DE ENFERMAGEM
RESULTADOS ESPERADOS
Descrevem o estado, os comportamentos, as
percepções ou sentimentos do paciente que se
espera alcançar em resposta ao cuidado que lhe será
prestado
METAS
Para o indivíduo, família ou comunidade
COMO DETERMINAR RESULTADO?
NOC
DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E
INTERVENÇÕES
DEFINIÇÃO
RESULTADOS DE ENFERMAGEM
COMO DETERMINAR?
NOC
COMO?
A partir do título do diagnóstico previamente
estabelecido
RESULTADOS
EXEMPLOS
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
NANDA
NOC
Hipotermia relacionada a exposição a
ambiente frio e inatividade manifestado por
tremor e relato de desconforto térmico
Buscar o título do DIAGNÓSTICO DE
ENFERMAGEM: HIPOTERMIA 
RESULTADOS
EXEMPLOS
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
NOC
Buscar o título do DIAGNÓSTICO DE
ENFERMAGEM: HIPOTERMIA 
RESULTADOS SUGERIDOS
Sinais vitais,
Termorregulaçao,Termurregulação
do recém-nascido 
RESULTADOS ASSOCIADOS
ADICIONAIS
Estado neurológico: autônomo,
Nível de conforto
RESULTADOS
EXEMPLOS
RESULTADOS
EXEMPLOS
TÍTULO DO RESULTADO DE
ENFERMAGEM
Termorregulação
DEFINIÇÃO
Equilíbrio entre a produção, o
aumento e a perda do calor
RESULTADOS
EXEMPLOS
TÍTULO DO RESULTADO DE
ENFERMAGEM
Termorregulação
DEFINIÇÃO
Equilíbrio entre a produção, o
aumento e a perda do calor
RESULTADOS
EXEMPLOS
ARREPIOS QUANDO HÁ FRIO
Manutenção da Pontuação
Pontuação Atual = 5 Pontuação Esperada=5
TÍTULO DO RESULTADO DE
ENFERMAGEM
Termorregulação
DEFINIÇÃO
Equilíbrio entre a produção, o
aumento e a perda do calor
TREMORES QUANDO ESTÁ FRIO
CONFORTO TÉRMICO RELATADO
FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA
Manutenção da Pontuação
Pontuação Atual = 1 Pontuação Esperada=5
Manutenção da Pontuação
Pontuação Atual = 3 Pontuação Esperada=5
Manutenção da Pontuação
Pontuação Atual = 5 Pontuação Esperada=5
DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E
INTERVENÇÕES
DEFINIÇÃO
RESULTADOS DE ENFERMAGEM
DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E
INTERVENÇÕES
DEFINIÇÃO
RESULTADOS DE ENFERMAGEM
COMO DETERMINAR?
Resultado Esperado
COMO?
Indicadores
Objetivo geral: deve ser escrito considerando-se o
Diagnóstico de Enfermagem estabelecido
Objetivos específicos: devem ser escritos
considerando-se os elementos do Diagnóstico de
Enfermagem e os critérios para avaliação do
resultado
DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E
INTERVENÇÕES
DEFINIÇÃO
RESULTADOS DE ENFERMAGEM
COMO DETERMINAR?
Resultado Esperado
COMO?
Indicadores
Objetivo geral: deve ser escrito considerando-se o
Diagnóstico de Enfermagem estabelecido
Objetivos específicos: devem ser escritos
considerando-se os elementos do Diagnóstico de
Enfermagem e os critérios para avaliação do
resultado
RISCO DE HIPOTERMIA PERIOPERATÓRIA RELACIONADO A BAIXA
TEMPERATURA AMBIENTAL
RESULTADO ESPERADO 
EQUILÍBRIO ENTRE A PRODUÇÃO, O AUMENTO E A PERDA DO
CALOR
INDICADORES
 PACIENTE DEVERÁ MANTER FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA
ENTRE 12 E 18IRPM
PACIENTE DEVERÁ MANTER TEMPERATURA CORPORAL ENTRE
36 E 37.5ºC
DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E
INTERVENÇÕES
DEFINIÇÃO
INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
AÇÕES
Baseadas no julgamento e conhecimento clínico
REALIZADAS
Enfermeiro
Técnico de Enfermagem
Auxiliar de Enfermagem
VISÃO
Alcançar bons resultados para o
individuo/família/comunidade
DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E
INTERVENÇÕES
DEFINIÇÃO
INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
COMO DETERMINAR?
NIC
COMO?
A partir do título do diagnóstico previamente
estabelecido
INTERVENÇÃO
EXEMPLOS
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
NANDA
NIC
Hipotermia relacionada a exposição a
ambiente frio e inatividade manifestado por
tremor e relato de desconforto térmico
Buscar o título do DIAGNÓSTICO DE
ENFERMAGEM: HIPOTERMIA 
INTERVENÇÃO
EXEMPLOS
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
NIC
Buscar o título do DIAGNÓSTICO DE
ENFERMAGEM: HIPOTERMIA 
INTERVENÇÕES SUGERIDAS
Regulação da temperatura; Regulação
da temperatura: perioperatória;
Regulação hemodinâmica; Prevenção
do choque; Controle de ambiente...
INTERVENÇÕES OPCIONAIS/
ADICIONAIS
Supervisão da pele; Aplicação de
calor/frio; Controle do choque:
cardiogênico...
INTERVENÇÃO
EXEMPLOS
INTERVENÇÃO
EXEMPLOS
INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM: REGULAÇÃO DATEMPERATURA 
Atividades: 
- Instituir um dispositivo de monitoramento contínuo da temperatura central, conforme
apropriado.
- Monitorar a pressão arterial, pulso e respiração, conforme apropriado
- Monitorar a cor da pele e a temperatura
- Utilizar colchões de aquecimento, cobertores quentes e ambiente quente para elevar a
temperatura do corpo, conforme apropriado
- Ajustar a temperatura do ambiente às necessidades do paciente
DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E
INTERVENÇÕES
DEFINIÇÃO
INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM
DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E
INTERVENÇÕES
DEFINIÇÃO
INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM
COMO DETERMINAR?
Estratégia
COMO?
Atividades - Ações
Estabelece a fundamentação para o alcance do
resultado esperado, considerando-se o Diagnóstico
de Enfermagem
Relata as ações do(s) profissional(is) que deverão se
executadas para o alcance do resultado esperado,
com a estratégia norteando-as
DIAGNÓSTICOS, RESULTADOS E
INTERVENÇÕES
DEFINIÇÃO
INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM
COMO DETERMINAR?
Estratégia
COMO?
Atividades - Ações
Estabelece a fundamentação para o alcance do
resultado esperado, considerando-se o Diagnóstico
de Enfermagem
Relata as ações do(s) profissional(is) que deverão se
executadas para o alcance do resultado esperado,
com a estratégia norteando-as
RISCO DE HIPOTERMIA PERIOPERATÓRIA RELACIONADO A BAIXA
TEMPERATURA AMBIENTAL
INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
MONITORIZAR O PACIENTE
IATIVIDADES
 MONITORIZAR A FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIADE 1/1H
MONITORIZAR TEMPERATURA CORPORAL DO PACIENTE DE
1/1H
PROCESSOS DO PENSAMENTO
Carvalho EC, Oliveira-Kumakura ARS, Morais SCRV. Raciocínio clínico em enfermagem: estratégias de ensino e instrumentos de avaliação. Rev Bras Enferm [Internet]. 2017;70(3):662-8. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167-2016-0509 
IMPLEMENTAÇÃO
SAEP
“Concretização do plano assistencial”
“Realização da intervenção (e do conjunto de
atividades) determinada na etapa de
Planejamento de Enfermagem” 
Competência de toda a equipe de enfermagem
Foco: qualidade, assistência livre de danos e 
segurança do paciente
DESTAQUES
PRÉ-IMPLEMENTAÇÃO PÓS-IMPLEMENTAÇÃOIMPLEMENTAÇÃO
Ler as anotações
relacionadas ao planejamento
de enfermagem
Pensar e analisar os
conhecimentos e habilidades
exigidas para cada ação
Determinar e prover recursos
necessários para a ação a ser
desenvolvida
Preparar o ambiente e os
materiais
Preparar o paciente e/ou o
acompanhante
Promover o conforto do
paciente e se despedir
Organizar ambiente (ex:
retirar biombo)
Organizar/descartar
materiais
Realizar a higiene das mãos. •
Checar prescrição de
enfermagem
Checar prescrição médica, se
for o caso
Registrar no prontuário o que
foi realizado
Executar a intervenção
DESTAQUES
PRÉ-IMPLEMENTAÇÃO PÓS-IMPLEMENTAÇÃOIMPLEMENTAÇÃO
Ler as anotações
relacionadas ao planejamento
de enfermagem
Pensar e analisar os
conhecimentos e habilidades
exigidas para cada ação
Determinar e prover recursos
necessários para a ação a ser
desenvolvida
Preparar o ambiente e os
materiais
Preparar o paciente e/ou o
acompanhante
Promover o conforto do
paciente e se despedir
Organizar ambiente (ex:
retirar biombo)
Organizar/descartar
materiais
Realizar a higiene das mãos. •
Checar prescrição de
enfermagem
Checar prescrição médica, se
for o caso
Registrar no prontuário o que
foi realizado
Executar a intervenção
DESTAQUES
PRÉ-IMPLEMENTAÇÃO PÓS-IMPLEMENTAÇÃOIMPLEMENTAÇÃO
Ler as anotações
relacionadas ao planejamento
de enfermagem
Pensar e analisar os
conhecimentos e habilidades
exigidas para cada ação
Determinar e prover recursos
necessários para a ação a ser
desenvolvida
Preparar o ambiente e os
materiais
Preparar o paciente e/ou o
acompanhante
Promover o conforto do
paciente e se despedir
Organizar ambiente (ex:
retirar biombo)
Organizar/descartar
materiais
Realizar a higiene das mãos. •
Checar prescrição de
enfermagem
Checar prescrição médica, se
for o caso
Registrar no prontuário o que
foi realizado
Executar a intervenção
AVALIAÇÃO
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
PROCESSO SISTEMÁTICO E CONTÍNUO DE VERIFICAÇÃO DE MUDANÇAS
NAS RESPOSTAS DA PESSOA, FAMÍLIA OU COMUNIDADE
OS RESULTADOS ESPERADOS FORAM ALCANÇADOS? 
HOUVE EFEITO DA INTERVENÇÃO IMPLEMENTADA? 
A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM FOI DE QUALIDADE?
AVALIAÇÃO
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
O RESULTADO ESPERADO ESTABELECIDO NO “PLANEJAMENTO DA
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM” É VERIFICADO (A PARTIR DE SEUS
INDICADORES)
HOUVE MANUTENÇÃO DA PONTUAÇÃO DO(S) INDICADOR(ES)?
HOUVE MELHORA DA PONTUAÇÃO DO(S) INDICADOR(ES)? 
-HOUVE PIORA DA PONTUAÇÃO DO(S) INDICADOR(ES)?
INDICADORES
REVELAM
RESULTADO ESPERADO
RESULTADO ESPERADO
Alcançado?
Não foi alcançado?
REGISTRO
REGISTRO
THANK YOU
FOR YOUR ATTENTION

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