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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: Bacharelado em Enfermagem __ DISCIPLINA: PPCSM______ 
 
 
NOME DO ALUNO: Alexandre 
 
 
R.A: POLO: 
 
 
DATA: 14/06/2023
 
INTRODUÇÃO: 
 
 Apresenta o contexto no qual serão discutidas a propedêutica processo de 
cuidar na saúde da mulher, experiências realizadas em sala de aula. A abordagem 
descrever os aspectos gerais, indicando o contexto da saúde reprodutiva da mulher, 
sendo um aspecto cruciais da medicina moderna, uma vez que a capacidade 
reprodutiva está intrinsecamente relacionada à qualidade de vida. Em contexto, serão 
descritos o aparelho reprodutor feminino, os diversos órgãos, como ovários, trompas 
de uterinas, útero, vagina e vulva. Cada órgão tem sua própria função e é necessário 
que todos trabalhem em conjunto para permitir a concepção, a gestação e o parto. O 
exame clínico dos órgãos genitais externos é fundamental para avaliar possíveis 
infecções, anomalias ou lesões nessa região. Outro ponto que será a coleta de 
material para citologia oncótica cervical é uma das principais formas de prevenção do 
câncer do colo do útero. Essa técnica permite a detecção precoce de células anormais 
que podem levar ao desenvolvimento do câncer. Serão descritos os exames clínicos 
das mamas, a sua importância para detectar precocemente o câncer de mama, que é 
uma das principais causas de morte em mulheres. Durante a gestação, o 
desenvolvimento fetal é monitorado de perto para garantir que tudo esteja progredindo 
conforme o esperado. O exame físico da gestante também é importante para avaliar 
a saúde da mãe e do bebê, identificar possíveis complicações e planejar o parto. O 
trabalho de parto e o parto normal envolvem diversos períodos clínicos, desde o início 
das contrações até o nascimento do bebê e a expulsão da placenta. É essencial 
entender o mecanismo do parto para garantir que tudo ocorra de forma segura e sem 
complicações. Serão demonstrados exemplos de cálculo de data provável do parto e 
idade gestacional. Por fim, os cuidados imediatos ao recém-nascido na sala de parto 
são cruciais para garantir que o bebê comece a vida com o pé direito. Isso envolve 
cuidados como aspiração das vias aéreas, avaliação da respiração, avaliação da 
temperatura e avaliação dos batimentos cardíacos. Neste contexto, este conjunto de 
tópicos é essencial para entender a saúde reprodutiva da mulher e garantir que as 
gestações e os partos ocorram de forma segura e saudável tanto para a mãe quanto 
para o bebê. 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Anatomia e fisiologia do aparelho reprodutor feminino 
Dia 03/06/2023 Aula: 01 Roteiro: 01 
 
1 Mamas 
 
 Em sala de aula o professor Wanderson Barros da Silva nos explicou a 
estrutura das glândulas mamárias que é um órgão par localizado na parede anterior e 
superior do tórax, apoiado sobre o músculo peitoral maior. Conforma demonstrado na 
figura 01, é composta por lobos, ductos e estroma. 
 
Figura 1 – Estrutura das mamas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANATOMIA DAS MAMAS, fisioterapia, 2023 
 
 Os lobos são as glândulas produtoras de leite, os ductos são os tubos que 
transportam o leite dos lobos ao mamilo e o estroma é composto por tecido adiposo e 
conjuntivo, além de vasos sanguíneos e linfáticos. Sem os lobos mamários, tecido 
adiposo e ductos mamários são os principais locais de maior ocorrência de câncer de 
mama. 
 
2 Órgãos genitais externos 
 
 Em sala de aula o professor Wanderson Barros da Silva nos explicou a 
estrutura da vulva, demonstrado na figura 01, é a genitália externa feminina que inclui 
várias partes como o monte do púbis, os lábios maiores e menores, o clitóris, o 
vestíbulo da vagina, o bulbo vestibular e as glândulas vestibulares maior e menor. 
Explicou que durante a estimulação sexual, os tecidos eréteis da vulva se intumescem, 
e a região funciona para orientação da urina e como uma proteção contra corpos 
estranhos nos canais urinário e genital. 
 Foi comentado sobre a localização e características do monte do púbis, dos 
lábios maiores e menores, do clitóris, do vestíbulo da vagina, dos bulbos vestibulares, 
das glândulas vestibulares maiores e menores e da vagina. Além disso, mencionou 
as funções desses órgãos, incluindo a cópula, o recebimento do sêmen, a escoação 
do sangue menstrual e outras secreções uterinas e a passagem do bebê no parto. 
Sendo que inspeção tem como objetivo é procurar por qualquer sinal de irritação, 
vermelhidão, inchaço, lesões ou protuberâncias. 
 
3 Órgãos genitais internos 
 
 Em sala de aula o professor Wanderson Barros da Silva nos explicou a 
estrutura da dos órgãos internos femininos, explicou suas diversas funções e 
importâncias no sistema reprodutor feminino. Complementou que, o ovário é 
responsável pela produção de óvulos e pela secreção dos hormônios femininos, 
estrogênio e progesterona. 
 O útero é o órgão onde o feto se desenvolve durante a gestação e também é 
responsável pela menstruação, ou seja, pela eliminação do revestimento uterino 
quando não ocorre a fecundação. A vagina é um canal muscular que se conecta ao 
útero e é responsável pela eliminação do fluxo menstrual e pela recepção do pênis 
durante a relação sexual. Os órgãos internos femininos também incluem a vulva e o 
clitóris, que são partes do sistema reprodutor externo, mas desempenham funções 
importantes na estimulação sexual e no prazer feminino. 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Exame clínico das mamas 
Dia 03/06/2023 Aula: 02 Roteiro: 01 
 
 Em sala de aula, aonde juntamente com o professor Wanderson Barros da Silva 
iniciamos os exames das mamas. Em sua maioria das mulheres tinham entre 30 a 45 
anos de idade, período fundamente para o surgimento de nódulos. Estou ciente de 
que a conscientização e a detecção precoce são fundamentais para garantir a 
tranquilidade e o tratamento adequado, caso necessário. 
 Com orientação do professor Wanderson Barros da Silva, seguimos os 
seguintes passos: 
 Preparamos o paciente, explicamos o procedimento à paciente e respondemos 
a quaisquer dúvidas que ela possa ter. Pedimos para ela remover a parte de cima até 
o acesso a mama. 
 Posicionamos a paciente para ficar em pé, com os braços relaxados ao lado do 
corpo. Sempre deixando ela confortável e relaxada. 
 Damos continuidade com a inspeção visual das mamas observando a 
aparência geral, procurando por quaisquer assimetrias, alterações na pele, inchaço, 
vermelhidão ou alterações nos mamilos. 
 Pedimos para a paciente elevar os braços acima da cabeça. Observe 
novamente qualquer alteração na forma ou contorno das mamas. 
 Agora, é hora de realizar a palpação das mamas. Usando as pontas dos dedos, 
comecei a explorar toda a superfície das mamas, incluindo a parte superior, inferior, 
laterais e próximo à axila. Usei movimentos circulares suaves e leves, pressionando 
levemente a pele e o tecido mamário. Fiz uma varredura em toda a área, em um 
padrão sistemático, para garantir que nenhuma área seja deixada de fora. Prestei 
atenção a qualquer caroço, nódulo, inchaço, endurecimento ou áreas dolorosas. 
 Após a palpação das mamas, movi para a região da axila e palpe 
cuidadosamente os linfonodos dessa área. Procurei por qualquer aumento de 
tamanho, sensibilidade ou caroços palpáveis. 
Pedi para a paciente deitar-se de costas e repita os passos 5 e 6 para examinar as 
mamas na posição deitada. Em seguida, pedi para a paciente deitar-se de lado, com 
o braço levantado, e repita o exame na posição lateral. 
 
 As orientações pós-exame, ao final do exame, informei a paciente sobre 
quaisquer achados, explique quaisquer recomendações adicionais, como a 
necessidade de exames complementares, e responda a quaisquer dúvidas que ela 
possa ter. 
 Após a consulta de enfermagem,pode evidencia a preocupação das pacientes 
em relação ao assunto. Todos os casos positivos foram registrados e informados a 
UBS da penitência que segue seus procedimentos de atenção a mulher. 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Exame clínico dos órgãos genitais externos 
Dia 03/06/2023 Aula: 03 Roteiro: 01 
 
2 Órgãos genitais externos 
 
 Durante os exames ginecológicos nas pacientes do presídio, muitas mulheres 
se mostraram preocupadas e informadas sobre as doenças sexualmente 
transmissíveis, fator importante para saúde. 
 Para o exame externo da vulva, as pacientes se posicionaram 
confortavelmente na maca ginecológica. O enfermeiro, usando luvas de 
procedimento, inicia o procedimento. Com cuidado, foram observadas externamente 
a aparência da minha vulva, examinando os lábios, o clitóris e o períneo. O objetivo é 
procurar por qualquer sinal de irritação, vermelhidão, inchaço, lesões ou 
protuberâncias. 
 
3 Órgãos genitais internos 
 
 Em aula, segundo o professor Wanderson Barros da Silva, os órgãos internos 
genitais femininos compreendem uma variedade de estruturas responsáveis pela 
reprodução e pelo funcionamento do sistema reprodutivo. Os principais órgãos 
internos genitais das mulheres incluem: 
Ovários: São dois órgãos localizados na parte inferior do abdômen, responsáveis pela 
produção dos óvulos e pela secreção dos hormônios sexuais femininos, como o 
estrogênio e a progesterona. 
Trompas de uterina: São tubos estreitos que conectam os ovários ao útero. É nas 
trompas de Falópio que ocorre a fertilização, quando um óvulo é fertilizado por um 
espermatozoide. 
Útero: Também conhecido como matriz, o útero é um órgão muscular em forma de 
pera, localizado no baixo ventre. Ele abriga e nutre o feto durante a gravidez. Durante 
o ciclo menstrual, o revestimento do útero se espessa para receber um óvulo 
fertilizado, mas é eliminado na menstruação se a gravidez não ocorrer. 
Vagina: É um canal muscular que conecta o útero à abertura externa do corpo. É 
 
responsável pela passagem do fluxo menstrual, pela recepção do pênis durante a 
relação sexual e pelo parto normal. 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Coleta de material para citologia oncótica cervical 
Dia 07/06/2023 Aula: 04 Roteiro: 01 
 
 Durante a consulta de enfermagem, o professor Wanderson Barros da Silva, 
explicou que o método mais difundido mundialmente para o rastreamento de células 
cancerosas e pré‑cancerosas, e também é utilizado na detecção de outras alterações, 
como vulvovaginites. 
 Para a colocação do espéculo, é necessário separar o material (espéculo de 
Collins e luva de procedimento) e posicionar a mulher em posição ginecológica ou 
litotômica. 
 O exame ginecológico inclui o toque vaginal e o exame especular para 
avaliação do aparelho genital feminino. O toque vaginal permite avaliar o assoalho 
perineal, a vagina e o colo uterino, enquanto o exame especular é utilizado para 
visualizar o colo uterino e a vagina e coletar material para colpocitologia oncótica. O 
exame especular deve ser realizado com cuidado e utilizando o tamanho adequado 
do espéculo para cada paciente. Além disso, é importante avaliar características como 
o comprimento e dispensabilidade da vagina, a forma, superfície e orifício externo do 
colo uterino. O exame especular é um método eficaz para o rastreamento de células 
cancerosas e pré-cancerosas, bem como para detecção de outras alterações, como 
vulvovaginites. 
 Para consulta de enfermagem serão necessários para a coleta de material para 
colpocitologia oncótica é parte da consulta de enfermagem para reduzir a 
morbimortalidade por câncer de colo uterino. Para a coleta, a mulher deve seguir 
algumas orientações, como não estar menstruada, não usar duchas ou cremes 
vaginais e não manter relações sexuais nas 48 horas antes do exame. Os materiais 
necessários incluem: 
a) Mesa ginecológica; 
b) Foco de luz; 
c) Luvas de procedimento; 
d) Espéculo; 
e) Pinça de Cheron; 
f) Espátula de Ayres; 
 
g) Escovinha, gazes; 
h) Cuba redonda; 
i) Ácido acético a 3%; 
j) Fixador; 
k) Lâmina com borda fosca; 
l) Tubete com arestas; 
m) Lápis preto e lixeira. 
 
 Em sala de aula, iniciamos a coleta que envolve a identificação das lâminas, 
escolha do tamanho do espéculo, coleta da secreção da ectocérvice e da endocérvice, 
aplicação do fixador e colocação das lâminas no tubete. Na gravidez, deve-se coletar 
apenas da ectocérvice. O Ministério da Saúde recomenda a coleta apenas da 
ectocérvice e da endocérvice, pois a amostra de fundo de saco vaginal é de baixa 
qualidade para o diagnóstico oncótico. 
 
 Com o acompanhamento do professor, iniciamos a colpocitologia oncótica, 
efetuando o passo a passo na paciente, como se segue: 
 Solicitamos que a paciente esvaziasse a bexiga antes da consulta de 
enfermagem. 
 Preparamos o ambiente, bem iluminado. Lavamos as mãos e use luvas 
descartáveis. 
 Posicionamos a paciente, pedimos para a paciente deitar-se em uma maca 
ginecológica, com os pés apoiados nos suportes ou estribos. Garanta que ela esteja 
confortável e relaxada. 
 Preparamos a paciente, explicamos o procedimento à paciente e responda a 
quaisquer dúvidas que ela possa ter. 
 Usamos um espéculo vaginal estéril para afastar as paredes vaginais e permitir 
uma melhor visualização do colo do útero. Insira suavemente o espéculo na vagina, 
tomando cuidado para não causar desconforto à paciente. Visualizando o colo do 
útero, observamos a aparência do colo e quaisquer anormalidades visíveis, como 
inflamação, lesões ou sangramento. Usamos uma espátula ou uma escova cervical 
para coletar células do colo do útero. Inserimos o instrumento suavemente no canal 
cervical e gire-o delicadamente para coletar as células. Certificamos de obter uma 
amostra das células da zona de transformação, que é a área mais propensa a 
 
alterações pré-cancerosas. 
 Após a coleta, transferimos as células coletadas para uma lâmina de vidro ou 
uma escova de citologia. Espalhamos as células uniformemente na superfície da 
lâmina para uma leitura mais precisa. 
 Para garantir a preservação das células, mergulhamos a lâmina em um frasco 
contendo uma solução fixadora, como o álcool etílico a 95%. Certifique-se de seguir 
as instruções do laboratório em relação ao tempo de fixação. 
 Após a coleta do material, remova cuidadosamente o espéculo vaginal da 
vagina da paciente. 
 Informamos a paciente sobre quaisquer cuidados pós-exame, como a evitar 
relações sexuais, duchas vaginais ou uso de medicamentos tópicos, dependendo das 
orientações do médico da UBS da penitenciária. 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
TÍTULO DO ROTEIRO: Desenvolvimento Fetal 
Dia 07/06/2023 Aula: 05 Roteiro: 01 
 
 Segundo o professor em sala de aula, o desenvolvimento fetal é um processo 
complexo e delicado que começa com a fertilização do óvulo pelo espermatozoide e 
termina com o nascimento do bebê. Durante esse processo, o embrião passa por uma 
série de estágios de desenvolvimento, durante os quais cresce e se desenvolve 
rapidamente. Vou descrever os estágios do desenvolvimento fetal abaixo: 
Fertilização: Quando o espermatozoide fertiliza o óvulo, forma-se uma única célula 
chamada zigoto. 
Clivagem: O zigoto começa a se dividir em várias células menores, chamadas 
blastômeros. Esse processo é conhecido como clivagem. 
Formação do blastocisto: Os blastômeros continuam a se dividir e formam uma 
esfera oca chamada blastocisto. O blastocisto consiste em duas partes principais: o 
embrioblasto, que se tornará o embrião, e o trofoblasto, que formará a placenta. 
Implantação: O blastocisto se move pelo útero até que se fixe na parede uterina em 
um processo chamado de implantação. O trofoblasto se fixa na parede uterina e 
começa a se desenvolver em tecidos que formarão a placenta. 
Formação dos folhetos germinativos:Cerca de duas semanas após a fertilização, 
o embrião começa a formar três camadas de células, chamadas folhetos germinativos. 
Esses folhetos germinativos se tornarão os diferentes tecidos e órgãos do corpo. 
Formação do tubo neural: Cerca de três semanas após a fertilização, o tubo neural 
começa a se formar a partir do ectoderma. O tubo neural se desenvolverá no cérebro, 
medula espinhal e nervos. 
Desenvolvimento dos órgãos: Durante as próximas semanas, os órgãos começam 
a se desenvolver a partir dos folhetos germinativos. O coração começa a bater, os 
pulmões se desenvolvem, e os sistemas nervoso, digestivo e respiratório começam a 
se formar. 
Crescimento: Durante os meses seguintes, o feto continua a crescer e se 
desenvolver. Os ossos ficam mais rígidos, o sistema imunológico se desenvolve e o 
feto começa a responder a estímulos externos, como a voz da mãe. 
Nascimento: Quando o feto atinge cerca de 40 semanas de desenvolvimento, ele 
está pronto para nascer. O trabalho de parto começa quando as contrações uterinas 
 
empurram o feto para o canal de parto. O bebê nasce quando a cabeça passa pelo 
canal de parto e é seguido pelo resto do corpo. 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
TÍTULO DO ROTEIRO: Exame físico da gestante 
Dia 07/06/2023 Aula: 06 Roteiro: 01 
 
 Em sala de aula o professor comentou que o exame físico de uma gestante 
envolve uma avaliação geral da saúde da mulher grávida, com foco no bem-estar da 
mãe e do feto em desenvolvimento. Segundo o professor, aqui estão um resumo do 
processo geral: 
 
Histórico médico e obstétrico: O médico fará perguntas sobre a saúde geral da 
mulher, bem como sobre sua história obstétrica, incluindo gravidezes anteriores, 
abortos espontâneos e complicações durante a gravidez. 
Verificação dos sinais vitais: O médico irá verificar a pressão arterial, frequência 
cardíaca e respiratória, temperatura e peso da mulher. 
Exame abdominal: O médico irá sentir a barriga da mulher para avaliar o tamanho 
do útero e a posição do feto em desenvolvimento. 
Exame pélvico: Em alguns casos, o médico pode fazer um exame pélvico para avaliar 
a posição do colo do útero e verificar a presença de possíveis infecções. 
Exame de mamas: O médico pode fazer um exame das mamas para verificar a 
presença de possíveis nódulos ou secreções. 
Testes de laboratório: O médico pode solicitar exames de sangue e urina para 
verificar a saúde geral da mulher e avaliar possíveis complicações da gravidez, como 
anemia ou diabetes gestacional. 
Monitoramento fetal: O médico pode usar um doppler fetal para ouvir os batimentos 
cardíacos do feto e avaliar o seu bem-estar. 
 É importante ressaltar que o exame físico de gestante pode variar de acordo 
com o estágio da gravidez e as necessidades específicas de cada mulher. O médico 
irá adaptar o exame para atender às necessidades individuais de cada gestante. 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
TÍTULO DO ROTEIRO: Cálculo de datas 
Dia 07/06/2023 Aula: 07 Roteiro: 01 
 
 Exemplos de cálculo do DPP e IG, disponibilizado em sala de aula para 
exercício. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
TÍTULO DO ROTEIRO: Períodos clínicos do trabalho de parto e parto normal 
Dia 07/06/2023 Aula: 08 Roteiro: 01 
 
 Em sala de aula, o professor explicou que o trabalho de parto divide‑se em 
quatro períodos clínicos: 
• Dilatação. 
• Expulsão. 
• Dequitação. 
• De Greenberg. 
 
1ª fase: dilatação: As contrações da mãe se tornam regulares e persistentes, com 
intervalos de 5 minutos entre elas. Essa fase pode durar de 6 a 8 horas em média 
para alcançar uma dilatação de 4 a 5 centímetros. No período mais ativo, o colo do 
útero dilata cerca de um centímetro por hora até atingir a dilatação total de 10 
centímetros. A bolsa pode se romper no final dessa fase, mas em algumas mulheres 
pode se romper antes do início do trabalho de parto. 
 
2ª fase: expulsão: Na segunda fase do trabalho de parto, as contrações ficam mais 
intensas e o canal do colo do útero já está totalmente dilatado. O bebê começa a 
encaixar para nascer e a mãe sente uma vontade irresistível de fazer força, que deve 
ser feita na mesma hora que as contrações vierem. Quando a cabeça do bebê estiver 
próxima da vagina, a mãe sentirá um ardor e o médico poderá pedir para que ela 
diminua a força, a fim de reduzir o risco de lesões no períneo. 
 
3ª fase: dequitação: O bebê já nasceu, as contrações continuam, mas com bem 
menos intensidade para que a placenta seja expelida. Esse momento dura de cinco a 
dez minutos. 
 
4ª fase: Greenberg: A 4ª fase do parto natural é a primeira hora após a saída da 
placenta, quando a equipe médica faz observações para evitar hemorragias. Nesse 
período, o útero já está bem contraído e algumas mães podem sentir-se nas "nuvens", 
devido à liberação do hormônio ocitocina, responsável pelo vínculo entre mãe e bebê. 
É importante conversar com o obstetra e respeitar o tempo do bebê durante o parto. 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
TÍTULO DO ROTEIRO: Mecanismo do parto 
Dia 07/06/2023 Aula: 09 Roteiro: 01 
 
 Segundo o professor Wanderson Barros da Silva, o parto natural é uma 
preocupação comum entre as mulheres grávidas ou que planejam ter um bebê. Não 
é possível prever com exatidão como será o trabalho de parto, já que cada um é único, 
mas existem informações que podem ajudar na preparação para o momento. 
Questões frequentes envolvem o tempo de duração, os procedimentos realizados, as 
contrações, entre outras. Os períodos clínicos do trabalho de parto são compostos 
por: 
Aclaramento: movimento do útero para baixo e para diante, quando a parte do feto 
que se apresenta passa para dentro da pelve. 
Dores do falso trabalho de parto: contrações irregulares que não afetam a dilatação 
do colo. 
Alteração da cérvix: a cérvix torna-se progressivamente mais delgada e o orifício 
aumenta de tamanho de 1 a 2 cm, indicando o início do trabalho de parto. 
Vestígios de sangue: expulsão do tampão mucoso, que pode ser identificado como 
um corrimento vaginal mucoide e viscoso, de cor rósea ou com raízes de sangue. 
Geralmente, o trabalho de parto inicia-se de 24 a 48 horas após a perda do tampão 
mucoso pela gestante. 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
TÍTULO DO ROTEIRO: Cuidados imediatos ao recém-nascido na sala de parto 
Dia 07/06/2023 Aula: 10 Roteiro: 01 
 
 Conforme explicação do professor, segue alguns cuidados imediatos ao 
recém-nascido na sala de parto. 
Aspiração das vias aéreas superiores: O objetivo é remover o excesso de líquido 
amniótico e muco da boca e do nariz do bebê. 
Aferição dos sinais vitais: É importante medir a frequência cardíaca, a respiração e 
a temperatura do recém-nascido para verificar se está saudável. 
Teste de Apgar: É um teste rápido que avalia a condição física do bebê logo após 
o nascimento, dando uma pontuação de 0 a 10 em cinco critérios: frequência 
cardíaca, respiração, tônus musculares, reflexos e cor da pele. 
Administração de colírio oftálmico: Esse medicamento é aplicado nos olhos do bebê 
para prevenir a infecção por gonorreia e clamídia. 
Identificação do recém-nascido: É importante identificar o bebê com uma pulseira 
ou etiqueta, que deve conter informações como o nome da mãe, o número do quarto 
e o número do prontuário. 
Início da amamentação: Se a mãe optar por amamentar, é importante iniciar o 
processo na sala de parto, o que pode ajudar a estabelecer a produção de leite e a 
criar um vínculo afetivo entre mãe e bebê. 
 Esses são alguns dos cuidados imediatos mais comuns, mas podem variar 
de acordo com a instituição e as condições de saúde do recém-nascido. 
 
 
 
 
 
CONCLUSÃO 
 
 Posso concluir que, a saúde da mulher envolve a compreensão da anatomia e 
fisiologia do aparelho reprodutor feminino, que inclui órgãos como útero, trompas de 
falópio, ovários, vaginae vulva, desempenhando papéis importantes na reprodução e 
no parto. O exame clínico das mamas é essencial para detectar alterações suspeitas 
que possam indicar câncer de mama, permitindo a detecção precoce da doença. O 
exame clínico dos órgãos genitais externos busca identificar possíveis alterações, 
como lesões ou infecções, auxiliando na prevenção de doenças sexualmente 
transmissíveis e tumores. A coleta de material para citologia oncótica cervical, também 
conhecida como exame de Papanicolau, é uma técnica de rastreamento do câncer do 
colo do útero. O desenvolvimento fetal refere-se às etapas de formação e crescimento 
do feto no útero materno, sendo essencial acompanhar seu progresso durante a 
gestação. O exame físico da gestante, realizado durante o pré-natal, permite monitorar 
sua saúde e a do feto, incluindo medição da pressão arterial, avaliação do crescimento 
fetal e ausculta dos batimentos cardíacos. O cálculo de datas auxilia no planejamento 
do pré-natal, estimando a data provável do parto com base na última menstruação. 
Os períodos clínicos do trabalho de parto, que envolvem dilatação, expulsão e 
dequitação, são fases pelas quais a mulher passa durante o processo de dar à luz. O 
mecanismo do parto refere-se às mudanças e adaptações que ocorrem no corpo da 
mulher para permitir a passagem do bebê pelo canal de parto, envolvendo 
movimentos específicos. Esses temas são fundamentais para compreender a saúde 
reprodutiva e o processo de gestação e parto, garantindo cuidados adequados à 
mulher e ao recém-nascido. 
 
 
REFERÊNCIA 
 
PINHEIRO, D. P. Exame Papanicolau [ASCUS, LSIL e NIC1, 2 e 3] | MD.Saúde. 
Disponível em: <https://www.mdsaude.com/ginecologia/exame-papanicolau/>. 
Acesso em: 08 jun. 2023. 
Endometriose - Diagnostico pelo toque. Disponível em: 
<http://www.endometrioses.com.br/toque_vaginal.htm>. Acesso em: 8 jun. 2023. 
Anatomia das mamas. Disponível em: <https://anatomiaefisioterapia.com/15-
anatomia-das-mamas/>. Acesso em: 14 jun. 2023. 
DOS SANTOS, V. S. Sistema reprodutor feminino. Disponível em: 
<https://www.biologianet.com/anatomia-fisiologia-animal/sistema-reprodutor-
feminino.htm>. Acesso em: 14 jun. 2023. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXO

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