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AD 2 2026.1 Legislação Comercial – Curso de Administração CEDERJ Profa. Debora Lacs Sichel Brinquedos cometa Ltda. (consignante) entregou 526 brinquedos à sociedade Zois Gambela Armarinho e Butique Ltda. (consignatária) para que esta os vendesse em Pindamonhangaba/SP e pagasse àquela o preço ajustado, podendo a consignatária, ao final de seis meses, restituir-lhe os bens consignados. Durante a vigência do contrato, a totalidade dos brinquedos pereceu em razão de enchente que atingiu o estabelecimento da consignatária, sendo impossível sua restituição à consignante. Sem embargo, durante o prazo da consignação e antes da notícia de seu perecimento, a consignante alienou a terceiro os mesmos brinquedos. Sobre o caso apresentado, responda aos itens a seguir: A. Diante da causa apontada para o perecimento das panelas, fica a consignatária exonerada da obrigação de pagar o preço dos produtos à consignante? B. Na hipótese do enunciado, a consignação das panelas impediria sua alienação pela consignante? A Transportadora Toriba Moraes Ltda. sacou duplicata de prestação de serviço lastreada em fatura de prestação de serviços de transporte de carga em favor de Dos Laços Panificação Ltda. (sacada). A duplicata, pagável em Penedo/AL, foi aceita, mas, ate a data do vencimento, 22 de agosto de 2016, não houve pagamento. Consideradas essas informações, responda aos itens a seguir: A. A sacadora poderá promover a execução da duplicata desprovida de certidão de protesto por falta de pagamento e de qualquer documento que comprove a efetiva prestação dos serviços e o vínculo contratual que a autorizou? B. A sacadora, no dia 20 de setembro de 2019, informa não ter ainda promovido a cobrança judicial da duplicata. Qual medida judicial você proporia para a realização do crédito? Carlos Antunes sacou, em 02/12/2012, duplicata de prestação de serviço em face de Pavleva Cosméticos Ltda., no valor de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais), com vencimento em 02/02/2013 e pagamento no domicílio do sacado, cidade de Barro. A duplicata não foi aceita, nem o pagamento foi efetuado no vencimento. Em 07/05/2017, o título foi levado a protesto e o sacado, intimado de sua apresentação no dia seguinte. Em 09/05/2017, o sacado apresentou ao tabelião suas razões para impedir o protesto, limitando-se a invocar a prescrição da pretensão à execução da duplicata, tendo em vista as datas de vencimento e de apresentação a protesto. O protesto foi lavrado em 10/05/2017, e Pavleva Cosméticos Ltda., por meio de seu advogado, ajuizou ação de cancelamento do protesto sem prestar caução no valor do título. Com base nas informações acima, responda aos itens a seguir. A) Deveria o tabelião ter acatado o argumento do sacado e não lavrar o protesto? B) Com fundamento na prescrição da pretensão executória, é cabível o cancelamento do protesto? Gabriel Rufino teve seu nome negativado pela emissão de cheque sem suficiente provisão de fundos, apresentado pelo portador ao sacado por duas vezes e em ambas devolvido. O nome do devedor foi inscrito no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos (CCF), sem que tenha havido notificação prévia do devedor, acerca de sua inscrição no aludido cadastro, por parte do Banco do Brasil S/A, gestor do CCF. Sentindo-se prejudicado pelos danos morais e materiais advindos da inscrição no CCF, Olímpio consulta seu advogado para que ele esclareça as questões a seguir. A) Houve conduta ilícita por parte do Banco do Brasil S/A? B) A devolução do cheque por duas vezes impede o credor de realizar a sua cobrança judicial?