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Rinopneumonite Equina

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RINOPNEUMONITE
EQUINA
INTRODUÇÃO 
• Doença causada por um 
herpesvírus que se apresenta 
de três formas: respiratória, 
abortiva e forma nervosa. O 
herpesvírus equino tipo 1 
provoca aborto em éguas, 
nascimento de potros fracos e 
inviáveis ou uma doença 
paralítica neurológica 
(mieloencefalopatia). O EHV do 
tipo 4 é o responsável pela 
forma respiratória.
ETIOLOGIA 
• DNA vírus. 
• Gênero: Varicellovirus.
• Família: Herpesviridae .
• Subfamília: 
Alphaherpesviridae.
• Ordem: herpes vírus.
ETIOLOGIA 
• Genótipos:
• EHV-1 e EHV-4: associados a abortos, mortalidade perinatal, além de 
manifestações respiratórias e neurológicas.
• EHV-2 e EHV-3: menos frequentes, relacionados a quadros respiratórios leves, 
podendo causar fibrose pulmonar e exantema coital equino.
• Resistência viral:
• Inativado por calor (56 °C por 30 minutos);
• Sensível a pH ácido (≈ 3,0);
• Suscetível a desinfetantes comuns e solventes orgânicos (ex.: fenóis e 
clorexidina).
EPIDEMIOLOGIA 
• O HVE-1 é endêmico na 
população mundial de equinos.
• Normalmente negligenciado por 
ser de caráter leve/ inaparente.
• Disseminado em todo o 
território nacional.
• Alta morbidade.
• Baixa Mortalidade. 
PATOGENIA 
PATOGENIA 
SINAIS CLÍNICOS 
• CLÍNICOS
• Febre.
• Anorexia.
• Descarga nasal variável.
• Doença ocular.
• Morte neonatal.
• Pode ocorrer infecção latente e o animal apresentar sinais diante a 
• situação de estresse. .
• Aborto.
DIAGNÓSTICO 
CONTROLE E 
PROFILAXIA 
• Adoção de boas práticas de higiene e 
manejo sanitário;
• Vacinação regular como principal medida 
preventiva;
• Isolamento imediato de animais com sinais 
respiratórios;
• Controle da movimentação de equinos 
(entrada e saída da propriedade);
• Separação de éguas prenhes para 
prevenção de abortos infecciosos.
Conclusão 
• A rinopneumonite equina representa uma 
enfermidade de elevada relevância sanitária e 
econômica na equideocultura mundial.
• A capacidade de latência do EHV-1 e EHV-4 
dificulta sua erradicação, permitindo 
reativações e manutenção do vírus no plantel.
• O controle efetivo baseia-se na integração de 
medidas essenciais:
• Diagnóstico precoce
• Vacinação estratégica
• Rigoroso manejo de biosseguridade
• A imunização contribui para a redução da 
gravidade clínica e da disseminação viral, 
embora não impeça totalmente a infecção.
	Slide 1: RINOPNEUMONITE EQUINA 
	Slide 2: INTRODUÇÃO 
	Slide 3: ETIOLOGIA 
	Slide 4: ETIOLOGIA 
	Slide 5: EPIDEMIOLOGIA 
	Slide 6
	Slide 7: PATOGENIA 
	Slide 8: PATOGENIA 
	Slide 9: SINAIS CLÍNICOS 
	Slide 10: DIAGNÓSTICO 
	Slide 11: CONTROLE E PROFILAXIA 
	Slide 12: Conclusão