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CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS AMÉRICAS 
 
 
 
 
LEONARDO HORACIO PETILLO SANTOS 
 
 
 
 
 
Startups Agênticas: Uma metodologia para Criação e Operação 
de Empresas Baseadas em Agentes de Inteligência Artificial 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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São Paulo 
2026 
LEONARDO HORACIO PETILLO SANTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Startups Agênticas: Uma metodologia para Criação e Operação 
de Empresas Baseadas em Agentes de Inteligência Artificial 
 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado 
ao Curso de CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO, 
para obtenção do grau BACHARELADO EM 
CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO. 
 
 
Orientador(a): Prof(a). Me. / Dr. Iohan Goncalves Vargas. 
 
 
 
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São Paulo 
2026 
LEONARDO HORACIO PETILLO SANTOS 
 
 
 
 
 
 
 
Startups Agênticas: Uma metodologia para Criação e Operação 
de Empresas Baseadas em Agentes de Inteligência Artificial 
 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado 
ao Curso de CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO, 
para obtenção do grau BACHARELADO EM 
CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO. 
 
 
 
Banca examinadora: 
 
 
___________________________________________ 
ORIENTADOR: PROF. Iohan Goncalves Vargas. 
4 
RESUMO 
 
 
O avanço da Inteligência Artificial (IA) e dos sistemas agênticos tem possibilitado o 
surgimento de novos modelos organizacionais voltados à automação de processos 
empresariais. Nesse contexto, este trabalho investiga a viabilidade das startups 
agênticas, organizações estruturadas por agentes de inteligência artificial capazes 
de atuar em diferentes etapas do ciclo de vida de uma startup. A pesquisa justifica-
se pelos desafios enfrentados por startups tradicionais, como limitação de recursos, 
necessidade de escalabilidade e dependência de mão de obra especializada. O 
objetivo geral foi analisar a viabilidade teórica e estratégica desse modelo 
organizacional, enquanto os objetivos específicos envolveram a identificação de 
conceitos, ferramentas, benefícios, limitações e aplicações dos sistemas agênticos 
no ambiente empreendedor. A metodologia adotada foi exploratória e qualitativa, 
baseada em revisão bibliográfica e análise de fontes documentais e multimídia, 
utilizando como principais referências Russell e Norvig (2021), Ries (2019) e Blank e 
Dorf (2014). Como estudo de caso, foi desenvolvida a startup ViolinPath, plataforma 
de ensino de violino apoiada por agentes de inteligência artificial. Os resultados 
demonstraram que os agentes podem contribuir para atividades como pesquisa de 
mercado, benchmarking, planejamento estratégico e desenvolvimento de produtos, 
promovendo ganhos de produtividade e redução de custos. Conclui-se que a 
utilização de agentes de inteligência artificial na criação e operação de startups é 
viável, sendo mais adequada quando associada à supervisão humana em um 
modelo híbrido. 
 
Palavras-chave: Inteligência Artificial; Sistemas Agênticos; Startups Agênticas; 
Automação de Processos; Empreendedorismo. 
 
5 
SUMÁRIO 
 
CAPÍTULO I 
1 CONTEXTUALIZAÇÃO ------------------------------------------------------------------------ xx 
1.1 Introdução -------------------------------------------------------------------------------------- xx 
1.2 Objetivos ---------------------------------------------------------------------------------------- xx 
1.2.1 Gerais ------------------------------------------------------------------------------------------ xx 
1.2.2 Específicos ----------------------------------------------------------------------------------- xx 
1.3 Metodologia ------------------------------------------------------------------------------------ xx 
1.4 Estrutura do Trabalho ---------------------------------------------------------------------- xx 
 
CAPÍTULO II 
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA --------------------------------------------------------------- xx 
2.1 Nome da subseção ---------------------------------------------------------------------------- xx 
2.2 Nome da subseção ---------------------------------------------------------------------------- xx 
 
CAPÍTULO III 
3 ANÁLISE E RESULTADOS ------------------------------------------------------------------- xx 
3.1 Nome da subseção ---------------------------------------------------------------------------- xx 
3.2 Nome da subseção ---------------------------------------------------------------------------- xx 
 
CAPÍTULO IV 
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS ------------------------------------------------------------------- xx 
 
REFERÊNCIAS ------------------------------------------------------------------------------------- xx 
 
6 
CAPÍTULO I 
 
CONTEXTUALIZAÇÃO 
A evolução da Inteligência Artificial (IA), especialmente dos modelos 
generativos e sistemas agênticos, tem transformado a forma como empresas 
desenvolvem produtos, tomam decisões e executam processos organizacionais. 
Nesse contexto, surgem as startups agênticas, organizações que utilizam agentes 
de inteligência artificial para executar atividades tradicionalmente realizadas por 
equipes humanas. 
O crescimento desse modelo está relacionado aos desafios enfrentados por 
startups convencionais, como limitações financeiras, escassez de mão de obra 
especializada e necessidade de crescimento acelerado. Assim, os agentes 
inteligentes apresentam-se como alternativa para aumentar a produtividade, reduzir 
custos e otimizar recursos. 
Apesar do avanço dessas tecnologias, ainda existem poucas pesquisas sobre 
a aplicação integrada de sistemas agênticos ao longo do ciclo de vida de uma 
startup. Dessa forma, este trabalho investiga a viabilidade desse modelo 
organizacional, propondo uma metodologia para criação e operação de startups 
apoiadas por agentes de inteligência artificial. 
 
1.1 Introdução 
 
A Inteligência Artificial tem ampliado sua presença nos ambientes 
organizacionais por meio da automação de processos, análise de dados e apoio à 
tomada de decisões. Entre os avanços mais recentes destacam-se os sistemas 
agênticos, compostos por agentes capazes de executar tarefas de forma autônoma 
e coordenada. 
Paralelamente, startups operam em ambientes de elevada incerteza e enfrentam 
desafios relacionados à limitação de recursos financeiros e humanos. Nesse cenário, 
surge o conceito de startup agêntica, modelo baseado na utilização de agentes de 
7 
inteligência artificial para apoiar ou executar atividades ligadas à criação, validação e 
operação de negócios. 
Assim, este trabalho busca analisar a viabilidade da utilização desses agentes 
em startups, identificando benefícios, limitações e impactos sobre a eficiência 
operacional e a escalabilidade dos empreendimentos. 
 
1.2 Objetivos 
 
O avanço dos sistemas agênticos e sua crescente aplicação em ambientes 
corporativos levantam questionamentos sobre sua capacidade de substituir ou 
complementar atividades tradicionalmente desempenhadas por equipes humanas. 
Dessa forma, este trabalho busca responder ao seguinte problema de pesquisa: 
É viável estruturar e operar uma startup utilizando agentes de inteligência 
artificial ao longo das etapas de criação, validação e operação do negócio? 
A partir desse questionamento, define-se como objetivo principal analisar a 
viabilidade da implementação de startups agênticas e compreender como os 
agentes de inteligência artificial podem atuar em diferentes etapas do ciclo de vida 
dessas organizações. 
 
1.2.1 Gerais 
Analisar a viabilidade teórica e estratégica da implementação de startups 
agênticas, identificando como agentes de inteligência artificial podem ser utilizados 
para apoiar ou executar processos relacionados à criação, validação, operação e 
crescimento de startups. 
 
1.2.2 Específicos 
1. Mapear os conceitos fundamentais relacionados à inteligência artificial, 
agentes inteligentes e sistemas agênticos; 
2. Identificar ferramentas e modelos de IA aplicáveis às diferentes etapas do 
ciclo de vida de uma startup; 
8 
3.Investigar os benefícios e limitações da utilização de agentes de inteligência 
artificial em ambientes empreendedores; 
4. Avaliar os impactos da automação em indicadores como custos operacionais, 
produtividade e escalabilidade; 
5. Estruturar uma metodologia prática para criação e operação de startups 
agênticas; 
6. Aplicar a metodologia proposta em um estudo de caso voltado ao 
desenvolvimento de uma startup de ensino de violino. 
Após a definição dos objetivos, torna-se necessário apresentar os 
procedimentos metodológicos adotados para a realização da pesquisa, os quais são 
descritos na seção seguinte. 
 
1.3 Metodologia 
 
 Esta pesquisa caracteriza-se como um estudo exploratório de abordagem 
qualitativa, desenvolvido por meio de revisão bibliográfica e análise documental de 
fontes digitais e multimídia relacionadas à inteligência artificial, sistemas agênticos e 
empreendedorismo tecnológico. 
A revisão bibliográfica contemplou livros, artigos científicos e relatórios técnicos, 
enquanto a análise documental envolveu palestras, seminários, entrevistas e 
conteúdos especializados sobre agentes de inteligência artificial e suas aplicações 
organizacionais. 
Como complemento, foi realizado um estudo de caso baseado no desenvolvimento 
da startup ViolinPath, permitindo a aplicação prática da metodologia proposta e a 
observação da atuação dos agentes em diferentes etapas do ciclo de vida de uma 
startup. 
 
1.4 Estrutura do Trabalho 
 
9 
O trabalho está organizado em quatro capítulos. O primeiro apresenta a 
contextualização, os objetivos e a metodologia. O segundo aborda os conceitos 
relacionados à inteligência artificial, sistemas agênticos e startups. O terceiro 
apresenta a metodologia proposta e sua aplicação no estudo de caso ViolinPath. Por 
fim, o quarto capítulo reúne as considerações finais da pesquisa. 
 
CAPÍTULO II 
 
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
 
A presente fundamentação teórica tem como objetivo apresentar os principais 
conceitos e discussões relacionados à utilização da inteligência artificial no contexto 
empreendedor, com foco na aplicação de sistemas agênticos em startups. 
Inicialmente, são abordados os conceitos de inteligência artificial, agentes 
inteligentes e sistemas agênticos, destacando sua evolução e aplicações 
organizacionais. Em seguida, discute-se o conceito de startups, seu ciclo de vida e 
os desafios enfrentados por essas organizações. Por fim, apresenta-se o conceito de 
startups agênticas, seus benefícios, limitações e potencial de transformação dos 
modelos tradicionais de gestão empresarial, fornecendo a base teórica necessária 
para compreender a metodologia proposta neste trabalho. 
 
2.1 Inteligência Artificial e Sistemas Agênticos 
 
 A Inteligência Artificial (IA) consiste em um campo da computação voltado ao 
desenvolvimento de sistemas capazes de realizar tarefas associadas à inteligência 
humana, como aprendizado, raciocínio e tomada de decisões. Segundo Russell e 
Norvig (2021), a IA busca desenvolver agentes capazes de perceber o ambiente e 
agir de forma racional para atingir objetivos específicos. 
Entre os avanços recentes destaca-se a Inteligência Artificial Generativa, que 
ampliou significativamente as aplicações da IA em ambientes organizacionais, 
10 
permitindo a geração de conteúdo, análise de informações e automação de 
processos (KAPLAN; HAENLEIN, 2019). 
A evolução dos modelos de linguagem possibilitou o surgimento dos agentes 
inteligentes, sistemas capazes de interpretar objetivos, analisar informações e 
executar ações de forma autônoma. A integração de múltiplos agentes 
especializados dá origem aos sistemas agênticos, nos quais diferentes agentes 
atuam de forma coordenada para executar tarefas e apoiar processos decisórios. 
O interesse por sistemas agênticos tem crescido devido ao seu potencial de 
automação e otimização organizacional. Conforme Brynjolfsson e McAfee (2015), 
tecnologias inteligentes tendem a transformar a forma como as organizações 
produzem valor e estruturam seus processos, tornando os sistemas agênticos uma 
alternativa promissora para ambientes empresariais. 
 
2.2 Startups e o Modelo de Startups Agênticas 
As startups são organizações criadas para desenvolver produtos ou serviços 
inovadores em ambientes de elevada incerteza. Segundo Ries (2019), tratam-se de 
instituições voltadas à criação de novos produtos e serviços sob condições incertas, 
enquanto Blank e Dorf (2014) destacam a busca por modelos de negócio escaláveis, 
repetíveis e sustentáveis. 
O ciclo de vida de uma startup envolve etapas como definição da ideia de 
negócio, pesquisa de mercado, análise da concorrência, desenvolvimento do 
Produto Mínimo Viável (MVP), validação da proposta de valor, lançamento, captação 
de investimentos e escalabilidade. Durante esse processo, desafios como limitação 
de recursos financeiros, escassez de mão de obra especializada e necessidade de 
rápida adaptação ao mercado podem comprometer o crescimento do 
empreendimento. 
Nesse contexto, a inteligência artificial surge como ferramenta de apoio a 
atividades como pesquisa de mercado, marketing, análise de dados, atendimento ao 
cliente, desenvolvimento de software e tomada de decisões estratégicas. A evolução 
dessa integração deu origem ao conceito de startup agêntica, modelo caracterizado 
pela utilização de agentes de inteligência artificial como elementos centrais na 
execução e coordenação das atividades organizacionais. 
11 
Entre os principais benefícios desse modelo destacam-se a redução de 
custos operacionais, a escalabilidade e a execução simultânea de múltiplas 
atividades. Entretanto, permanecem limitações relacionadas à qualidade das 
informações utilizadas pelos agentes, à necessidade de supervisão humana e aos 
riscos associados a decisões automatizadas. Para Teece (2010), novas tecnologias 
podem gerar vantagens competitivas ao criar formas mais eficientes de geração de 
valor. Dessa forma, as startups agênticas representam uma possível evolução dos 
modelos tradicionais de empreendedorismo, embora ainda existam poucas 
pesquisas sobre metodologias estruturadas para sua implementação. 
 
CAPÍTULO III 
 
ANÁLISE E DISCUSSÃO 
FIGURA 1 
 
Figura 1: Etapas para criação e operação de startups agênticas. 
Fonte: Adaptado de ALUREN 
 
Este capítulo apresenta os resultados obtidos a partir da aplicação da 
metodologia proposta para criação e operação de startups agênticas. A análise foi 
realizada utilizando como estudo de caso o desenvolvimento da startup ViolinPath, 
plataforma voltada ao ensino de violino. Os resultados são discutidos à luz dos 
conceitos apresentados na fundamentação teórica, permitindo avaliar a viabilidade 
da utilização de agentes de inteligência artificial ao longo das diferentes etapas do 
ciclo de vida de uma startup. 
 
12 
3.1 Estruturação da Arquitetura Agêntica 
 
A primeira etapa da aplicação da metodologia consistiu na definição da 
arquitetura de agentes responsável pela execução das atividades da startup. Para 
isso, foi utilizada a plataforma PaperClip em conjunto com o modelo Claude Code, 
possibilitando a criação de agentes especializados e de um agente principal 
responsável pela coordenação das operações. 
Observou-se que a utilização de um agente centralizador permitiu organizar 
de forma estruturada a comunicação entre os diferentes agentes especializados, 
reduzindo a necessidade de intervenção humana em tarefas operacionais. Esse 
agente principal assumiu funções semelhantes às de um gestor operacional, 
distribuindo tarefas, consolidando relatórios e encaminhando informações para 
tomada de decisão. 
FIGURA 2 
 
Figura 2: Exemplo de hierarquia agêntica utilizada no planejamento financeiro 
Fonte: Elaborado pelo autor 
 
Os resultados obtidos demonstram que a utilização de múltiplos agentes 
especializados possibilita a execução paralela de atividadesque normalmente 
demandariam uma equipe multidisciplinar. Tal característica reforça uma das 
principais vantagens das startups agênticas identificadas na literatura: a 
possibilidade de operar estruturas organizacionais mais enxutas sem comprometer a 
capacidade de execução. 
Entretanto, verificou-se que a qualidade dos resultados produzidos pelos 
agentes está diretamente relacionada à definição adequada de seus objetivos, 
funções e fluxos de comunicação. Dessa forma, a arquitetura agêntica mostrou-se 
13 
viável, mas dependente de planejamento e supervisão humana para garantir 
eficiência e alinhamento estratégico. 
 
3.2 Aplicação dos Agentes nas Etapas do Ciclo de Vida da Startup 
 
Após a definição da arquitetura inicial, os agentes foram aplicados em 
diferentes etapas do ciclo de vida da startup, incluindo definição dos objetivos 
estratégicos, pesquisa de mercado, benchmarking, validação da proposta de valor e 
planejamento do produto. 
Os agentes produziram análises relacionadas a metas financeiras, projeções 
de crescimento, indicadores de desempenho, tendências de mercado e análise de 
concorrentes. Essas informações contribuíram para o processo de tomada de 
decisão e para a identificação de oportunidades de melhoria e diferenciação 
competitiva. 
Os resultados demonstraram desempenho satisfatório em atividades de 
coleta, organização e análise de informações, tradicionalmente executadas por 
equipes de marketing, produto e estratégia. Em comparação aos desafios 
enfrentados por startups tradicionais, a utilização dos agentes mostrou potencial 
para reduzir custos operacionais e acelerar processos de validação e planejamento. 
Os resultados obtidos estão alinhados aos princípios apresentados por Ries 
(2019) sobre validação rápida e aprendizado contínuo, bem como à visão de Blank e 
Dorf (2014) acerca da importância da validação de hipóteses e identificação eficiente 
de oportunidades para construção de modelos escaláveis e sustentáveis. 
 
3.3 Desenvolvimento e Validação do MVP ViolinPath 
Como aplicação prática da metodologia proposta, foi desenvolvido o MVP ViolinPath, 
plataforma digital voltada ao ensino de violino. O sistema incorporou funcionalidades 
como login Google, comunidade, ligas competitivas, afinador digital e geração de 
trilhas de aprendizagem a partir da análise de partituras por inteligência artificial. 
Para sua implementação, foi utilizada a plataforma Vercel para hospedagem da 
14 
aplicação e o Supabase para gerenciamento do banco de dados e serviços de 
autenticação. 
Os resultados demonstraram que os agentes apresentaram elevado desempenho 
em atividades de pesquisa, documentação, planejamento e desenvolvimento de 
software. Entretanto, foram observadas limitações em tarefas que exigem maior 
precisão técnica, como modelagem UML e estruturação de banco de dados, 
demandando supervisão humana. 
Dessa forma, verificou-se que a utilização de agentes é especialmente eficiente nas 
fases iniciais de uma startup, contribuindo para validação de ideias, desenvolvimento 
de protótipos e redução de custos operacionais. Contudo, os resultados indicam que 
o modelo híbrido, combinando agentes e supervisão humana, permanece como a 
abordagem mais adequada. 
 
CAPÍTULO IV 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
O presente trabalho analisou a viabilidade da utilização de agentes de 
inteligência artificial na criação e operação de startups. A partir da revisão da 
literatura e da aplicação prática da metodologia proposta por meio do estudo de 
caso ViolinPath, verificou-se que os sistemas agênticos podem contribuir para 
atividades como pesquisa de mercado, benchmarking, planejamento estratégico e 
desenvolvimento de produtos. 
Os resultados indicaram potencial para redução de custos operacionais, 
aumento da produtividade e maior eficiência na execução de tarefas 
tradicionalmente realizadas por equipes multidisciplinares. Entretanto, também foram 
identificadas limitações relacionadas à necessidade de supervisão humana em 
atividades que exigem maior precisão técnica e julgamento estratégico. 
Conclui-se que as startups agênticas representam uma abordagem 
promissora para o empreendedorismo tecnológico, especialmente quando adotadas 
15 
em conjunto com modelos híbridos que combinam agentes de inteligência artificial e 
participação humana. 
 
REFERÊNCIAS 
 
ALUREN. Criando startups agênticas do zero. São Paulo Innovation Week 2025. 
São Paulo, 15 maio 2025. Disponível em: 
https://saopauloinnovationweek.com.br/programacao. Acesso em: 12 jun. 2026. 
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em: https://saopauloinnovationweek.com.br/programacao. Acesso em: 12 jun. 2026. 
ALUREN. Orquestração de agentes para negócios: como criar operações AI-First. 
São Paulo Innovation Week 2025. São Paulo, 15 maio 2025. Disponível em: 
https://saopauloinnovationweek.com.br/programacao. Acesso em: 12 jun. 2026. 
BLANK, Steve; DORF, Bob. Startup: manual do empreendedor. Rio de Janeiro: Alta 
Books, 2014. 
KAPLAN, Andreas M.; HAENLEIN, Michael. Siri, Siri, in my hand: Who's the fairest in 
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Business Horizons, v. 62, n. 1, p. 15-25, 2019. 
MONTEIRO FILHO, Frederico Andrade; FORBES, Francisco; BAZZI, Alexandre 
Karnakis. IA na prática: cases reais e o futuro dos agentes. São Paulo Innovation 
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https://saopauloinnovationweek.com.br/programacao. Acesso em: 12 jun. 2026. 
NORVIG, Peter; RUSSELL, Stuart. Inteligência artificial. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 
2022. 
RIES, Eric. A startup enxuta: como os empreendedores atuais utilizam a inovação 
contínua para criar empresas extremamente bem-sucedidas. São Paulo: Leya, 2019. 
RUSSELL, Stuart; NORVIG, Peter. Artificial intelligence: a modern approach. 4. ed. 
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16 
TEECE, David J. Business models, business strategy and innovation. Long Range 
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