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LEME - SP 2020 TAMIRES MENDONÇA DE JESUZ ALVES CONTABILIDADE GERENCIAL: SEUS BENEFÍCIOS E A IMPORTÂNCIA NOS PROCESSOS DE TOMADAS DE DECISÕES PARA AS EMPRESAS 1 TAMIRES MENDONÇA DE JESUZ ALVES CONTABILIDADE GERENCIAL: SEUS BENEFÍCIOS E A IMPORTÂNCIA NOS PROCESSOS DE TOMADAS DE DECISÕES PARA AS EMPRESAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Centro Universitário Anhanguera Leme, como requisito parcial para a obtenção do título de graduado em Ciências Contábeis Orientador: Marcelo Cerconi LEME - SP 2020 2 TAMIRES MENDONÇA DE JESUZ ALVES CONTABILIDADE GERENCIAL: SEUS BENEFÍCIOS E A IMPORTÂNCIA NOS PROCESSOS DE TOMADAS DE DECISÕES PARA AS EMPRESAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Centro universitário Anhanguera Leme, como requisito parcial para a obtenção do título de graduado em Ciências Contábeis. BANCA EXAMINADORA Prof(o). Adilson Aparecido Lanconi Prof(a). Juliana Azarias Forner Leme, 10 de Dezembro de 2020 3 Dedico este trabalho a Deus, o maior orientador da minha vida, que nunca me abandonou nos momentos de necessidade. 4 AGRADECIMENTOS Quero dedicar está monografia primeiramente a Deus, aos meus pais e meu marido, também a todos os professores que dedicaram seu tempo e paciência em suas aulas fornecendo conhecimentos para nossa turma e agradecer também ao meu orientador, onde a dedicação e paciência de cada um dos citados serviram como pilares de sustentação para a conclusão deste trabalho. Gratidão por tudo. 5 ¨Os sonhos não determinam o lugar onde iremos chegar, mas produzem a força necessária para tirar- nos do lugar em que estamos. ¨ (Augusto Cury) 6 ALVES, Tamires Mendonça de Jesuz. Contabilidade Gerencial: seus benefícios e a importância nos processos de tomadas de decisões para as empresas. 2020. 32. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Contábeis) – Centro Universitário Anhanguera, Leme, 2020. RESUMO Esta pesquisa enfatizou o ofício da contabilidade gerencial e seus benefícios para as melhores decisões serem tomadas. Seu objetivo foi demonstrar como ela pode ajudar sendo usada como uma grande ferramenta, auxiliando nas resoluções cotidianas e estratégicas da entidade, orientando gestores sobre rumos econômicos a serem tomados. O desenvolvimento referencial teórico foi realizado por meio de leitura e analises em livros e artigos e pesquisas bibliográficas desde duas décadas passada até o presente momento, buscando ressaltar o seu valor. O resultado principal foi demonstrar como a contabilidade gerencial pode ser utilizada nas decisões, auxiliar a organização com soluções diárias e estratégicas e orientar os gestores na formulação de rumos econômicos. Como considerações finais, neste trabalho é perceptível que ao utiliza-la como uma ferramenta fundamental para o melhor desempenho das empresas, se obterá uma longa jornada de sucesso, se tornando um apoio indispensável para os administradores. Palavras-chave: Contabilidade Gerencial, Tomada de Decisão. 7 ALVES, Tamires Mendonça de Jesuz. Management Accounting: Benefits and importance in decision-making processes for companies. 2020. 32. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Contábeis) – Universidade Anhanguera, Leme, 2020. ABSTRACT This research emphasized the management accounting profession and its benefits for the best decisions to be made. Its objective was to demonstrate how it could help being used as a great tool, assisting in the entity's daily and strategic resolutions, guiding managers on economic directions to be taken. The theoretical referential development was carried out through reading and analysis in books and articles and bibliographic research from two decades past to the present, seeking to emphasize its value. The main result was to demonstrate how management accounting can be used in decisions, assist the organization with daily and strategic solutions and guide managers in the formulation of economic directions. As final considerations, in this work it is noticeable that when using it as a fundamental tool for the best performance of companies, a long journey of success will be obtained, becoming an indispensable support for administrators. Keywords: Management Accounting, decision Making. 8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 – As três fases do sistema de gerenciamento.............................................12 Figura 2 – Funções das informações de controle......................................................14 Figura 3 – Demonstrativo das três bases...................................................................15 Figura 4 – Fluxograma de Contas a Receber.............................................................20 Figura 5 – Processos de Balances Scorecard...........................................................23 Figura 6 – Ilustração de integração entre os setores.................................................27 9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 10 2 DEFINIÇÃO E CONCEITO DA CONTABILIDADE GERENCIAL ......................... 11 3 PRICIPAIS FERRAMENTAS USADAS NA CONTABILIDADE GERENCIAL ..... 16 3.1 ORÇAMENTO ................................................................................................................................... 16 3.2 FLUXO DE CAIXA .............................................................................................................................. 16 3.3 ANÁLISES DE INVESTIMENTOS ........................................................................................................ 17 3.4 ANÁLISES DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS .............................................................................. 17 3.5 CONTROLE E PLANEJAMENTO ........................................................................................................ 18 3.6 CUSTOS ............................................................................................................................................ 21 3.7 JUST IN TIME (JIT) ............................................................................................................................ 21 3.8 VALOR ECONÔMICO ADICIONADO (EVA) ...................................................................................... 21 3.9 GECON.............................................................................................................................................. 22 3.10 BALANCED SCORECARD ................................................................................................................ 22 4 SEUS BENEFICIOS PARA A TOMADA DE DECISÃO ........................................ 24 4.1 BENEFÍCIOS PARA A TOMADA DE DECISÃO ................................................................................... 26 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................................................... 28 REFERÊNCIAS .......................................................................................................... 29 10 1 INTRODUÇÃO Esta monografia irá apresentar a contabilidade gerencial, quais os benefícios e sua importância. Demonstrando como ela é fundamental para um melhor desempenho da empresa, apresentando o seu conceito, as ferramentas utilizadas para melhor auxilio nas decisões a serem tomadas e os seus benefícios que trataremos com mais detalhesao longo deste estudo. Sendo uma contabilidade informativa destinada para orientar os gestores das entidades. Portanto desenvolver uma pesquisa sobre contabilidade gerencial e seus benefícios nas decisões a serem tomadas será benevolente, se atentando para que nem todos os gestores tem o conhecimento desta ferramenta. Neste estudo o propósito é constatar que ao se utiliza-la se alcançara a eficácia, sendo relevante para administradores, gestores e para quem toma decisões sobre o futuro da empresa. Como o tema apresentado não acabará com este estudo, servirá como fonte de pesquisa para acadêmicos, com a ampliação do conhecimento. Diante do exposto, indagou-se: Qual a importância da contabilidade gerencial e seus benefícios para a tomada de decisão? O objetivo é demonstrar como a contabilidade gerencial poderá ajudar sendo usada como uma grande ferramenta para a tomada de decisão, auxiliando nas resoluções cotidianas e estratégicas da companhia, orientando gestores sobre rumos econômicos a serem tomados. Tendo como objetivos específicos demonstrar o que é contabilidade gerencial, apresentar as ferramentas utilizadas por ela e identificar os principais benefícios para a tomada de decisão aliada a esta gestão. Foi realizado o desenvolvimento referencial teórico por meios de pesquisas literárias e analises em livros e artigos desde duas décadas passada até o presente momento como Clóvis Luís Padoveze, Sergio de Iudícibus e Robert Newton Anthony, buscando ressaltar o seu valor. Esta pesquisa pretende proporcionar aos ledores uma análise envolvente da relevância da contabilidade gerencial, contribuindo com informações que demonstre sua importância na ação de decisões a serem tomadas para os administradores, gestores e diretores das companhias. Foram utilizadas nas pesquisas e buscas de fontes as palavras-chaves: Contabilidade Gerencial. Tomada de Decisão. Importância. 11 2 DEFINIÇÃO E CONCEITO DA CONTABILIDADE GERENCIAL Na contabilidade gerencial seu conceito é entendido como uma soma de estratégias, tecnologias e ações que possibilitam o compartilhamento de dados e demais informações financeiras da companhia. Junto dessas informações, os gestores podem tomar decisões seguras com base nas informações coletadas nos relatórios contábeis. Entre as características da contabilidade gerencial destacam-se a mensuração, acumulação, preparação, identificação, análise, interpretação e comunicação das informações coletadas. Assim essas informações são utilizadas como base nos procedimentos de decisões a serem tomadas, o que favorece o bom planejamento, avaliação e controle dos recursos financeiros e econômicos do negócio. A contabilidade gerencial atua como uma ferramenta para auxiliar a administração da empresa, fornecendo informações úteis aos gestores. É parte da contabilidade que concede informações para estar auxiliando o gestor. Ela distingue-se dos outros setores da contabilidade no quesito enfoque. Assim, estabelece uma visão mais analítica, propondo aos gestores informações necessárias à decisão. Deste modo, ela difere-se, pois cada informação pode ser diferente para cada destinatário, por isso nem todo informe contábil importa para todo tipo de usuário. Desta forma, ela precisa estar inserida em toda empresa, ajudando o gestor nas decisões. Com a precisão de referências mais objetivas por parte dos donos e gestores a contabilidade acabou se subdividindo em contabilidade gerencial. Alves relata que ela foi criada baseada: [...] da necessidade que se criou dentro dos departamentos contábeis de se definir exatamente os custos dentro dos processos produtivos, ato verificado primordialmente na indústria, em que os bens vendidos passam por toda uma cadeia de produção, não se aplicando aqui a forma sim lista de se deduzir do valor da venda o valor pago pela mercadoria (ALVES 2013, p.3). Percebe-se então que é indispensável o uso da contabilidade gerencial para gerir os negócios. Ela tem a finalidade de oferecer informação contábil, financeira e econômica para as demonstrações de resultado na empresa, é muito mais do que somente 12 números. Hoje em dia se utiliza sistemas eficientes com capacidades de fornecer estes dados com precisão, facilidade e rapidez, onde através dela, utilizada como ferramenta virá auxiliando para facilitar a melhor decisão a ser tomada. Para Anthony (1972) a contabilidade gerencial é aquela designada para fornecer informações a administração. Anthony e Govindarajan (2001) ressaltam que existem três divisões na contabilidade gerencial: o primeiro a contabilidade de custo total, encarregada por custear os produtos e serviços com a finalidade de analisar os estoques; o segundo da lucratividade e precificação dos produtos, que fica incumbido de calcular os custos reais de possíveis circunstancias adversas; e o terceiro que é o controle gerencial, responsável por assegurar que as soluções sejam obtidas e aplicadas com eficácia na organização. “A contabilidade gerencial deve fazer a conexão entre as ações locais dos gerentes e a lucratividade da empresa, para que estes possam saber que direção tomar” (CORBETT NETO, 1997, p. 22). Portanto, ela é indispensável para todas as organizações, independentemente de seu porte. Assim sendo, um dos instrumentos de extrema importância utilizado no processo decisório, buscando redução dos custos, com o aumento da lucratividade na empresa. Garrison, Noreen e Brewer (2013, p.26) dizem que a contabilidade gerencial ajuda os administradores a realizar três fases importantes que são: o planejamento, controle e tomada de decisão, dessa forma, conseguir resultados nas entidades. Conforme demonstrado na Figura 1. Figura 1- As três fases do sistema de gerenciamento Fonte: Garrison, Noreen e Brewer (2013, p. 03) Garrison, Noreen e Brewer (2013, p. 26 - 27), observaram três bases para o gestor seguir. A primeira é o planejamento, onde se elaboram as metas a serem 13 atingidas, assim auxiliando os gestores sobre o futuro da empresa. A segunda é o controle, verifica se o planejamento apresentado vem sendo cumprido, analisando mudanças indispensáveis para um avanço eficaz do sistema gerencial. E o terceiro é a tomada de decisão que apresenta a ação de resolver inúmeros cenários através de muitas informações, isto é, a finalização do planejamento e a conclusão da aplicação do controle no decorrer de execução. Por isso, é o ramo que tem por objetivo fornecer instrumentos aos administradores de empresas que os auxiliem em suas funções gerenciais. É voltada para melhor utilização dos resumos econômicos da empresa, através de um adequado controle dos insumos efetuados. Assim, ela tem a função de auxiliar a gerência nas decisões, com o intuito único de fornecer os fatos contábeis e sua quantificação para estabelecer as diretrizes a serem adotadas pelos administradores, acompanhando passo a passo o cotidiano empresarial. Atkinson et al. (2000, p.36) descreve como “o processo de identificar, mensurar, reportar e analisar informações sobre os eventos econômicos das empresas”. Neste contexto, ele cita que ela efetua o oficio de fornecer dados ajudando os gestores, aprimorando métodos e alcançando resultados melhores através do processo gerencial de controle. Conforme Anthony (1970) que apresenta contabilidade gerencial como método de garantir que as soluções são obtidas e utilizadas de maneira eficaz e eficiente na atuação dos propósitos da entidade. Conforme Iudícibus (1994, p.26) o objetivo da contabilidade é: “[...] fornecer informação econômica relevante para que cada usuário possa tomar suas decisões e realizar seus julgamentos com segurança”. Com base na contabilidade, o usuário possui informações para estipular suas projeções, tomando as decisões com maior segurança e embasada em fatores confiáveis.Com isso os gestores apoiados a ela terão um embasamento de dados concretos para os ajudar a fazer a melhor escolha no momento para a entidade. Para Atkinson et al (2008, p.39) os dados gerenciais contábeis usadas pelos administradores tem dois motivos, o primeiro é para melhorar e controlar a efetividade e o segundo para decisões de preço de mix de produtos. Ele diz que “a informação contábil gerencial orienta várias funções organizacionais diferentes – controle operacional, custeio de produto e cliente, controle gerencial e controle estratégico”, 14 conforme pode ser observado na Figura 2. Figura 2- Funções das informações de controle Fonte: Atkinson et al. (2008, p.45) No caso da Figura 2 temos demonstrado as funções das informações contábeis gerenciais de custeio de produto e cliente, controle gerencial, estratégico e operacional e o que cada uma informa para contabilidade gerencial. Ching (2003, p.4) diz que, “para poder trabalhar de maneira efetiva, as pessoas em uma organização precisam constantemente de informação a respeito do montante de recursos envolvidos e utilizados”. Não existe chance da empresa atuar e realizar sua missão não tendo um projeto de base que seja capaz fornecer os dados que a cada momento são essenciais, pretendendo evoluir seu negócio obtendo as informações em constante modificação. Ching (2003, p.6) diz que: “A natureza das informações da contabilidade gerencial é mais subjetiva, interpretativa e relevante”. Sendo assim segundo ele ela diferencia-se em razão desta consistir em ser mais interpretativa e relevante em relação aos status real da empresa. Deste modo, segundo Iudícibus (1994, p.26), “a contabilidade assume seu papel principal, ou seja, o de apoiar o gestor em suas decisões, e dar maior segurança aos seus julgamentos”. Portanto utilizando as informações extraídas da contabilidade financeira para a gerencial formando uma base precisa e segura para se planejar objetivos futuros a serem atingidos afim de que gestores tomem a melhor decisão possível para o crescimento e desenvolvimento da empresa, sendo sempre auxiliado por esta ferramenta que pode ser essencial para o êxito da organização. Para demonstrar a três bases da contabilidade gerencial segue a Figura 3. 15 Figura 3- Demonstrativo das três bases Fonte: Diego Teixeira Albino (2017) Conforme pode-se observar na Figura 3, a contabilidade gerencial tem como base os dados que são gerados através de índices que mostrarão um retrato da organização, as informações que são obtidas por meio dos relatórios contábeis, onde irão apresentar um resumo de da entidade, fornecendo as informações que para as decisões, onde serão tomadas as decisões mais apropriadas no atual momento, visando a evolução da companhia. Portanto a contabilidade gerencial tem por finalidade obter os dados e informações para se fundamentar uma tomada de decisão aos gestores mais segura possível. 16 3 PRICIPAIS FERRAMENTAS USADAS NA CONTABILIDADE GERENCIAL Na contabilidade gerencial se utilizam várias ferramentas para auxiliar no processo de decisão, obtendo-se o máximo de dados e informações atualizadas e precisas para que munidos de todo esse suporte os gestores serão auxiliados para tomarem decisões com mais segurança. Sendo elas: Orçamento, Fluxo de caixa, Analise de Investimento, Analise das Demonstrações Contábeis. 3.1 ORÇAMENTO O orçamento é a uma ferramenta de controle de todo processo operacional de uma empresa, envolvendo todos os setores da companhia, um plano para agir ajudando a coordenação, implementados processamentos de dados constantes no sistema, incluindo dados de previsão para exercícios futuros com suas respectivas alterações”. Padoveze afirma que: (...) orçar significa processar todos os dados constantes do sistema de informação contábil de hoje, introduzindo os dados previstos e considerando as alterações já definidas para o próximo exercício. Portanto, o orçamento não deixa de ser uma pura repetição dos relatórios gerenciais atuais, só que com os dados previstos. Não há basicamente nada de especial para se fazer o orçamentário, os dados que deverão acontecer no futuro, dentro da melhor visão de que a empresa tem no momento de sua elaboração. Contudo, convém lembrar que o orçamento tem outros objetivos, e estes devem ser buscados dentro de seu conjunto, sendo ferramenta ideal para o processo de congruência de diversos objetivos corporativos e setoriais (PADOVEZE 2010, p. 127). Conforme esse conceito, o orçamento é o método de controle e planejamento financeiro, conectado as estratégias operacionais, visando potencializar os resultados. 3.2 FLUXO DE CAIXA O fluxo de caixa de uma empresa denomina-se ao grupo de entrada e saída de quantias através de um determinado período. Segundo Hoji (2000, p. 79), “o fluxo de caixa é um esquema que representa as entradas e saídas de caixa ao longo do tempo. Em um fluxo de caixa, deve existir pelo menos uma saída e pelo menos uma entrada (ou vice-versa).” O fluxo de caixa nada 17 mais é do que uma operação financeira onde se mostra cada passo dado como recebimento (entrada) ou pagamento (saída) gerado para a empresa. A vantagem da previsão de fluxo de caixa é que ela pode prever as necessidades de capital de giro gerada pelas operações, facilitando o planejamento financeiro e encontrando fontes alternativas de recursos a um custo menor. 3.3 ANÁLISES DE INVESTIMENTOS São conhecidas como métodos de análises horizontais e verticais; informativos econômicos e financeiros no qual se apuram o índice de liquidez, rentabilidade e endividamento, aplicações de recursos, analises das demonstrações de origens, da taxa de retorno sobre o investimento com giro do ativo e margem de lucro. (MIOTTO e LOECKYI, 2008). A análise de investimento envolve decisões de investimento de longo prazo (mais de um ano), com o objetivo de proporcionar retorno suficiente aos proprietários do capital. 3.4 ANÁLISES DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Consideram-se fundamentais as demonstrações contábeis usadas nas empresas: a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) que é exercida em dinheiro, trazendo pouca dificuldade de avaliação dos valores das receitas e despesas, conforme o meio inflacionário do país (PADOVEZE, 2008); a Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) refere-se a lucros retidos acumulados ou remanescentes, que não foram distribuídos aos proprietários, não direcionados para aumento de capital ou reservas; Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) em que está vinculada a saída e entrada do dinheiro em certo período de tempo e a Demonstração do Valor Adicionado (DVA), tendo como função apontar a quantia dos recursos gerados pela entidade e sua divisão entre as partes que ajudaram indiretamente ou diretamente na sua origem (MIOTTO, 2008). As demonstrações contábeis, também chamadas como demonstração financeira, fornecem informações valiosas sobre a situação financeira e patrimonial da empresa, sendo útil sua interpretação para os mais diversos usuários no momento da tomada de decisões. 18 (...) Têm, portanto, por objetivo, revelar, a todas as pessoas interessadas, as informações sobre o patrimônio e os resultados da empresa, a fim de possibilitar o conhecimento e a análise de sua situação patrimonial, econômica e financeira (BRAGA, 2009, P.65). Para Braga (2009) as demonstrações contábeis devem ser apresentadas e preparadas para externos usuários de uma maneira geral, visando as finalidades distintas e necessidades diversas. 3.5 CONTROLE E PLANEJAMENTO 3.5.1 Planejamento tributário São analises propostas, explorando recursos e planos na diminuição da despesa tributária, sendo ela pessoa física ou jurídica. Um modelo normal de estudo é o que se sugere pesquisar algumas leis deimpostos, procedimentos e medidas visando reduzi-los, poupando-os, adiando pagamentos de tributos devidos normalmente ou a incidência deles (POHLMANN, 2005). O planejamento tributário pode ser elaborado para todos os impostos, sejam eles municipais estaduais ou federais, e estão disponíveis para todas as empresas, incluindo pessoas físicas. O objetivo do planejamento tributário é compreender as alternativas eficazes que podem ser adotadas na legislação vigente para evitar a tributação por meio de adoção de procedimentos que evitem a ocorrência de eventos tributários. 3.5.2 Planejamento estratégico É um plano como um projeto com fim definido, ou seja, composto por medidas e métodos no andamento desta organização, visando certo objetivo (BERTONCELLO, 2009). É o meio onde determinam os projetos que serão adotados pela empresa e quanto aproximadamente a companhia irá reservar para cada projeto que será adotado. O planejamento estratégico é um meio de gestão a longo prazo, que procura atingir objetivos. Analisa a empresa como um todo, e a responsabilidade fica sendo das pessoas que integram os níveis mais alto da empresa. 19 3.5.3 Controle de estoque “Esta é a parte com maior relevância dentro da entidade, sendo ela de pequeno porte, médio ou grande, porque é por meio dele que a empresa terá capacidade de prever a quantidade necessária para se comprar no pedido seguinte do fornecedor, além disto, conseguir informações utilizáveis sobre as vendas, melhorando o investimento nos estoques, aumentando o desempenho eficiente de recursos internos, assim diminuindo o uso de investimento do capital nos estoques”. (DIAS, 1995 Ter um estoque controlado é saber que há quantidades certas de produtos para que a empresa possa fluir corretamente e atender as necessidades do mercado sem sofrer perdas. Além de auxiliar na gestão da empresa, o controle de estoque também pode melhorar a eficiência e organizar alguns processos internos da empresa, também reduz o desperdício de tempo e energia na gestão de recursos financeiros. Normalmente, existem duas formas diferentes de estoque. Um deles é matéria- prima para a produção industrial em grande ou pequena escala, a outra é de produtos finais que já estão prontos para a venda no varejo. 3.5.4 Controle de contas a pagar Sendo um dos processos principais na gestão que estima, antecipa e controla as obrigações do período. Com o controle de contas a pagar permite-se que o gestor se mantenha informado sobre: prioridades para pagamentos, vencimentos dos títulos, entre outros. São representadas por origens de recursos de terceiros as contas a pagar contra os ativos da empresa. 3.5.5 Controle de contas a receber Contas a receber “representam direitos adquiridos por vendas a prazo de bem ou serviços relacionados com o objetivo social da empresa” (ALMEIDA, 2010, p.168). Torna-se um direito da empresa receber e uma obrigação do cliente em pagar pela mercadoria ou serviços prestados. Com o controle de contas a receber o gestor obtém o conhecimento aspectos seguintes: a) Programação de cobrança, b) Clientes que estão devendo, 20 c) Contas a vencer e vencidas, d) Montante de contas a receber, entre outro. Figura 4 Fluxograma de Contas a Receber Fonte: SENAC RS (2018) Observa-se na Figura 4 como funciona os processos no contas a receber, onde o gestor poderá conferir nos relatórios o montante dos valores a receber, contas vencidas e ou a vencer, clientes que não pagam em dia, programação de cobranças entre outros. 21 3.6 CUSTOS No processo de fabricar os produtos ocorrem os custos gastos pela empresa, onde também acontecem os gastos em desenvolvimentos e aprimoramentos nos surgimentos de produtos novos, ligados diretamente no setor industrial da companhia. (PADOVEZE, 2008). De acordo com Nascimento (2002, p.25) “Custo é o somatório dos bens e serviços consumidos ou utilizados na produção de novo bens, traduzidos em unidades monetárias” 3.7 JUST IN TIME (JIT) O enfoque conceitual do Just In Time está nas compras de materiais que ocorrem de grande demanda e no momento correto, de acordo com a precisão da produção, a companha não pode manter em estoque esses materiais devendo ser expedidos imediatamente aos clientes ou processados em sequência. (PADOVEZE, 2008) 3.8 VALOR ECONÔMICO ADICIONADO (EVA) Segundo Crepaldi (2007), EVA é a forma de aferir o lucro, avaliando ano por ano, analisando se a empresa vem captando bastante recursos para ser pago o custo do capital da entidade. O EVA demonstra após os tributos o lucro. Considerado por várias pessoas o método mais certo para mensurar a performance econômica, tendo a vantagem de fácil compreensão e seu indicar ser simples, se resumindo em conexão entre custo do capital investido e resultado operacional. O valor econômico adicionado é o lucro econômico obtido pela empresa em um determinado período. O EVA também é chamado de valor econômico agregado, após deduzir o custo do capital de investimento dos lucros operacionais, o EVA mede o performance financeira da empresa com base na riqueza efetiva criada. Para calcular o valor econômico agregado, você precisa saber o custo total de capital da empresa, que é determinado pelo custo de cada fonte de financiamento (própria e de terceiros) escolhida pela empresa, multiplicado pelo capital utilizado para gerar receita operacional. 22 3.9 GECON Diz Catelli (2001) que considera o GECON um o sistema de Gestão Econômica (GECON), que foi desenvolvido no NÚCLEO GECON por equipe de pesquisadores, apoiados pela FIPECAFI, apontado como um modelo gerencial dianteiro, foi testado em poucas empresas pelo país. No modo de informar, é utilizado o sistema GECON principalmente nos critérios e conceitos que atenderão necessidades orientadora para vários gestores. O método GECON parte do princípio onde os fatos não ocasionam custos apenas, mas resultados também. 3.10 BALANCED SCORECARD O Balanced Scorecard também é conhecido como painel equilibrado de indicadores, elaborado por David Norton presidente do Renaissance WorldWide Strategy Group e pelo professor de Harvard Business School Robert Kaplan, assim sendo um método de gestão estratégica considerado para alcançar objetivos a longo prazos, médios e curtos, alinhando os pontos mais relevantes, com foco no ajuste da empresa, operando como painel de controle das pessoas e das iniciativas interdepartamentais na organização. (CREPALDI, 2007, p.302). O Balanced Scorecard foi projetado para auxiliar gestores e administradores, ou seja, esta é mais uma ferramenta para ajuda-los no processo de gestão, muitas empresas não alcançam os resultados esperados porque a verdadeiro problema não é má formulação da estratégia, e sim as existentes falhas na sua formulação. O BSC tem o propósito de ajustar as operações com o planejamento estratégico da empresa. Para os objetivos serem atingidos, é fundamental que quatro etapas sejam seguidas tais como: Tradução da visão, planejamento e negócios, comunicação e comprometimento e feedback. Segue abaixo uma figura demonstrando os quatro processos do BSC, para esclarecer. 23 Figura 5 - Processos de Balances Scorecard Fonte: Kaplan e Norton (2000). A figura apresentada representa a junção de todas as áreas da organização em prol dos objetivos traçados. 24 4 SEUS BENEFICIOS PARA A TOMADA DE DECISÃO Dentro da empresa, a tomada de decisões implica em uma responsabilidade enorme, vital para a gestão da empresa. Decisões estruturadas e planejadas são fundamentais para o crescimento e sucesso de uma organização. Por outro lado, se esse processo falhar, pode levar a graves consequências e prejuízos. A tomada de decisão na organização inclui fazer uma escolha importante geralmente dividida entre duas ou mais possibilidades, queterá um impacto no futuro da empresa, dos funcionários e dos clientes. Em todas as circunstâncias a tomada de decisão estará presente, seja ela profissional ou pessoal. Decisões essas, que precisam ser planejadas para se obter no seu processo, os controles e então atingir os objetivos projetados Para Chiavenato (2004), a tomada de decisão é escolher e verificar meios para se resolver os obstáculos específicos, ou vir a adquirir algum proveito de alguma ocasião. Nas empresas, é necessário a tomada de decisão para haver uma gestão mais eficaz, fazendo assim com que a empresa atinja sua meta projetada. Para se tomar uma decisão correta e assertiva, os gestores precisaram estar certos da escolha, no intuito de agregar para sucesso da entidade. Segundo Marion (2009, p.25) “a contabilidade é o grande instrumento que auxilia a administração a tomar decisões”. Conforme Marion diz, a contabilidade gera as informações necessárias para o gestor, com os dados e as informações de relatórios para o auxílio na tomada de decisão. As decisões para serem tomadas precisaram ser analisadas pelos gestores, pois refletiram direto m usuários externos e internos. Por isso, esse recurso poderá deslanchar ou arruinar a empresa. Padoveze (2012, p. 31), afirma que “o modelo de decisão deve ser significativo para o tomador de decisão a atender ao seu processo lógico e específico para cada natureza do evento ou problema a ser resolvido”. Terá que se fazer a escolha mais assertiva possível para o desenvolvimento da entidade. Assim deve-se embasar nos objetivos diretos da organização, ofertando então vantagens e benéficos a ela. Sendo de extrema importância que o tomador da decisão possua informações necessária de todas as etapas do sistema. “Tomar decisões é identificar e selecionar um curso de ação para lidar com um problema específico ou extrair vantagens em uma oportunidade” (CHIAVENATO, 25 2011, p. 155). Conforme dito por Chiavenato, lidar com decisões requer um certo feeling da situação no geral para se obter o melhor resultado possível. Essa é uma característica fundamental para um administrador tomar decisões, saber identificar e selecionar a melhor ação a ser tomada ou usufruir de uma vantagem oportuna. Segundo Padoveze (2012) considera então três grandes etapas nas decisões, a análise do problema, onde será levantado os dados e informações especificas através de relatórios de apoio, buscando o desenvolvimento onde será projetado o processo de melhoria e a implementação que será a execução. Os relatórios precisam atender com clareza as necessidades dos gestores, segundo Padoveze (2012 p. 31), “o modelo de decisão deve ser significativo para o tomador de decisão a atender ao seu processo lógico e específico para cada natureza do evento ou problema a ser resolvido”. Qualquer decisão tomada pelos gestores nas empresas serão refletidas nos setores externos e internos pertencentes a empresa, “o processo decisório não restringe apenas aos limites da empresa, pois também está ligado aos investidores, aos fornecedores de bens e serviços a crédito, aos bancos, ao governo etc. (MARION 2011 p. 16)”. Envolvendo uma parte de extrema importância sendo ela a gestão estratégica nas decisões, sabendo-se que qualquer escolha acarretara em um confronto para se decidir, que por sua vem também se obtém consequências dos atos, se tem como como cuidado principal na tomada de decisão questões externas, com a empresa e o meio onde se encontra. O fator principal para atingir o propósito geral está no saber gerenciar, com suas habilidades para constituir o equilíbrio dos setores, identificando as necessidades principais para cada área. Deste modo, quando se fala em gestão estratégica, dizemos de maneira geral da empresa, isto é, as decisões deveram se embasarem nos objetivos da companhia e também junto a contabilidade gerencial obter o máximo de retorno. Sendo usada como ferramenta que auxilia no processo decisório, fornecendo alternativas para o caminhar dos processos. “À informação torna-se relevante quando passa a ter valor agregado. Esse valor agregado é o que confere importância à informação, fazendo-a constituir-se em subsídio essencial para a tomada de decisão. Assim, a informação passa a ser produto qualificado, quando recebe tratamento e interpretação, para que possa gerar impacto nas pessoas que dela se utilizam.” (MOTTA, 2009, p. 40). 26 Segundo Motta, para se tomar decisões os gestores devem considerarem que as informações são de fundamental importância, pois uma decisão pode impactar a escolha do gestor para o sucesso ou fracasso da instituição. . 4.1 BENEFÍCIOS PARA A TOMADA DE DECISÃO 4.1.1 Mais controle e segurança Com todas as informações e dados vindo de planilhas e relatórios sempre atualizados, isso faz com que a empresa tenha um total controle de tudo que acontece na organização, podendo assim sempre se planejar com segurança o destino da empresa. 4.1.2 Acompanhamento de resultado Para Oliveira (2009, p. 26), “o processo de controle estratégico 44 caracteriza- se como o acompanhamento e avaliação dos resultados planejados, podendo ocorrer através de comparações de situações planejadas e alcançadas”. A melhor maneira de avaliar o desempenho de uma empresa, identificar e corrigir os erros e encontrar oportunidades para o aperfeiçoamentos é acompanhando e controlando os resultados com base nos dados confiáveis e precisos informados. Esse acompanhamento detalhado é possível com um sistema de gestão gerando gráficos e relatórios das principais informações com indicadores de desempenho, através das ferramentas da contabilidade gerencial. Assim, consegue-se analisar a verificar como esta seu empreendimento e detectar facilmente as causas de possíveis problemas, auxiliando a tomada de decisão. 4.1.3 Integração de setores “Não são raros os casos em que gestores constatam que seus problemas de informação resultam mais do excesso de informação do que de sua falta” (BOONE e KURTZ, 1998). Adotar um sistema de gestão, centraliza as informações de todos os setores em um só lugar, aumentando a produtividade, facilitando o trabalho do empreendedor que pode então ter uma visão mais completa de sua organização do 27 que ter que administrar diferentes planilhas, como contas a pagar e a receber e controlar o estoque, entre outros dados, podendo então prejudicar e muito a administração de uma empresa e como resultado a tomada de decisão. Figura 6 Ilustração de integração entre os setores Fonte: ADMH (2016) Conforme demonstrado na Figura 6 um exemplo de como funciona a integração dos setores, pois controlando todos os processos e a integração total do sistema possibilita uma leitura completa do patrimônio. Segundo MARION (2011 p.16) “a contabilidade é importante no processo de tomada de decisão porque coleta todos os dados, mensurando-os monetariamente, registrando-os e sumarizando-os em forma de relatórios ou de comunicados”. Para se tomar uma decisão é necessário ter conhecimento sobre os processos, pois se tomar a decisão errada pode acarretar em vários problemas e acabar comprometendo o futuro da organização. 28 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Durante o trabalho, é possível perceber que a contabilidade gerencial é uma importante ferramenta utilizada no processo de tomada de decisão. A particularidade do profissional de contabilidade é a existência compulsiva que ele faz de apoiar o gestor na obtenção de seus objetivos. A contabilidade não transmite apenas informações de cunho financeiro, econômico e patrimonial, mas também visando atender os gestores e suas necessidades no processo de decisão. A contabilidade gerencial é uma importante ferramenta na tomada de decisão porque fornece aos gerentes ferramentas onde presentam informações financeiras e não financeiras importantespara ajudar a gerir a companhia e ajudar os gestores tomarem decisões melhores. O objetivo deste campo de contabilidade é a melhor direção do gestor da organização em sua função de gestão. As ferramentas contábil- gerencial são importantes na base de um planejamento financeiro e gerencial, pois ajudam a evitar que os administradores tenham contratempos financeiros. Dentro da entidade, as decisões implica em uma responsabilidade enorme, vital para os gestores da empresa. Decisões estruturadas e planejadas são fundamentais para o crescimento e sucesso de uma companhia. No entanto, se esse processo falhar, pode levar a graves consequências e prejuízos. As decisões tomadas na organização inclui fazer uma escolha importante geralmente dividida entre duas ou mais possibilidades, que terá um impacto no futuro da empresa, dos funcionários e dos clientes. Conclui-se que as grandes organizações não devem se concentrar apenas no planejamento e no uso das ferramentas de gestão fornecidas pela contabilidade. Sua eficácia depende fundamentalmente de informações precisas, oportunas e relevantes sobre o ambiente operacional da companhia, e seu desempenho dependerá das atitudes das escolhas feitas pelos gerentes, o que é fundamental para o sucesso da organização. 29 REFERÊNCIAS ADMH. Manual Web: Integração de módulos. 2016. Disponível em: http://www.admh.com.br/manualweb/integracao_entre_os_modulos.htm?toc=0&print Window. Acesso em 15 de out. 2020. ALBINO, Diego Teixeira. Contabilidade Gerencial. 2017. Disponível em: https://andersonemneves.wixsite.com/contabeisti/single- post/2017/09/23/Contabilidade-Gerencial. Acesso em 14 de out. 2020 ALMEIDA, Ana Paula Muniz de [et al.]. O Processo de tomada de decisão: Adoção de sistemas de apoio à decisão no jogo de empresas. Artigo do VI ALVES, R.V. Contabilidade gerencial: livro texto com exemplos, estudos de caso e atividades práticas. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2013. ANTHONY, Robert Newton. Management accounting: text and cases. 4. ed. 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