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LEME - SP 
2020 
TAMIRES MENDONÇA DE JESUZ ALVES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONTABILIDADE GERENCIAL: 
SEUS BENEFÍCIOS E A IMPORTÂNCIA NOS PROCESSOS 
DE TOMADAS DE DECISÕES PARA AS EMPRESAS 
 
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 TAMIRES MENDONÇA DE JESUZ ALVES 
 
 
 
CONTABILIDADE GERENCIAL: 
SEUS BENEFÍCIOS E A IMPORTÂNCIA NOS PROCESSOS 
DE TOMADAS DE DECISÕES PARA AS EMPRESAS 
 
 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à 
Centro Universitário Anhanguera Leme, como 
requisito parcial para a obtenção do título de 
graduado em Ciências Contábeis 
Orientador: Marcelo Cerconi 
 
 
 
 
LEME - SP 
2020 
 
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 TAMIRES MENDONÇA DE JESUZ ALVES 
 
CONTABILIDADE GERENCIAL: 
SEUS BENEFÍCIOS E A IMPORTÂNCIA NOS PROCESSOS 
DE TOMADAS DE DECISÕES PARA AS EMPRESAS 
 
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à 
Centro universitário Anhanguera Leme, como 
requisito parcial para a obtenção do título de 
graduado em Ciências Contábeis. 
 
BANCA EXAMINADORA 
 
 
Prof(o). Adilson Aparecido Lanconi 
 
 
Prof(a). Juliana Azarias Forner 
 
 
 
Leme, 10 de Dezembro de 2020 
 
 
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Dedico este trabalho a Deus, o maior 
orientador da minha vida, que nunca me 
abandonou nos momentos de 
necessidade. 
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AGRADECIMENTOS 
 
Quero dedicar está monografia primeiramente a Deus, aos meus pais e meu 
marido, também a todos os professores que dedicaram seu tempo e paciência em 
suas aulas fornecendo conhecimentos para nossa turma e agradecer também ao meu 
orientador, onde a dedicação e paciência de cada um dos citados serviram como 
pilares de sustentação para a conclusão deste trabalho. Gratidão por tudo. 
 
 
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¨Os sonhos não determinam o lugar onde iremos 
chegar, mas produzem a força necessária para tirar-
nos do lugar em que estamos. ¨ (Augusto Cury) 
 
 
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ALVES, Tamires Mendonça de Jesuz. Contabilidade Gerencial: seus benefícios e a 
importância nos processos de tomadas de decisões para as empresas. 2020. 32. 
Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Contábeis) – Centro 
Universitário Anhanguera, Leme, 2020. 
 
RESUMO 
 
Esta pesquisa enfatizou o ofício da contabilidade gerencial e seus benefícios para as 
melhores decisões serem tomadas. Seu objetivo foi demonstrar como ela pode ajudar 
sendo usada como uma grande ferramenta, auxiliando nas resoluções cotidianas e 
estratégicas da entidade, orientando gestores sobre rumos econômicos a serem 
tomados. O desenvolvimento referencial teórico foi realizado por meio de leitura e 
analises em livros e artigos e pesquisas bibliográficas desde duas décadas passada 
até o presente momento, buscando ressaltar o seu valor. O resultado principal foi 
demonstrar como a contabilidade gerencial pode ser utilizada nas decisões, auxiliar a 
organização com soluções diárias e estratégicas e orientar os gestores na formulação 
de rumos econômicos. Como considerações finais, neste trabalho é perceptível que 
ao utiliza-la como uma ferramenta fundamental para o melhor desempenho das 
empresas, se obterá uma longa jornada de sucesso, se tornando um apoio 
indispensável para os administradores. 
 
Palavras-chave: Contabilidade Gerencial, Tomada de Decisão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ALVES, Tamires Mendonça de Jesuz. Management Accounting: Benefits and 
importance in decision-making processes for companies. 2020. 32. Trabalho de 
Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Contábeis) – Universidade 
Anhanguera, Leme, 2020. 
 
ABSTRACT 
This research emphasized the management accounting profession and its benefits 
for the best decisions to be made. Its objective was to demonstrate how it could help 
being used as a great tool, assisting in the entity's daily and strategic resolutions, 
guiding managers on economic directions to be taken. The theoretical referential 
development was carried out through reading and analysis in books and articles and 
bibliographic research from two decades past to the present, seeking to emphasize 
its value. The main result was to demonstrate how management accounting can be 
used in decisions, assist the organization with daily and strategic solutions and guide 
managers in the formulation of economic directions. As final considerations, in this 
work it is noticeable that when using it as a fundamental tool for the best performance 
of companies, a long journey of success will be obtained, becoming an indispensable 
support for administrators. 
Keywords: Management Accounting, decision Making. 
 
 
8 
 
LISTA DE ILUSTRAÇÕES 
 
 
Figura 1 – As três fases do sistema de gerenciamento.............................................12 
Figura 2 – Funções das informações de controle......................................................14 
Figura 3 – Demonstrativo das três bases...................................................................15 
Figura 4 – Fluxograma de Contas a Receber.............................................................20 
Figura 5 – Processos de Balances Scorecard...........................................................23 
Figura 6 – Ilustração de integração entre os setores.................................................27 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 
 
SUMÁRIO 
1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 10 
2 DEFINIÇÃO E CONCEITO DA CONTABILIDADE GERENCIAL ......................... 11 
3 PRICIPAIS FERRAMENTAS USADAS NA CONTABILIDADE GERENCIAL ..... 16 
3.1 ORÇAMENTO ................................................................................................................................... 16 
3.2 FLUXO DE CAIXA .............................................................................................................................. 16 
3.3 ANÁLISES DE INVESTIMENTOS ........................................................................................................ 17 
3.4 ANÁLISES DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS .............................................................................. 17 
3.5 CONTROLE E PLANEJAMENTO ........................................................................................................ 18 
3.6 CUSTOS ............................................................................................................................................ 21 
3.7 JUST IN TIME (JIT) ............................................................................................................................ 21 
3.8 VALOR ECONÔMICO ADICIONADO (EVA) ...................................................................................... 21 
3.9 GECON.............................................................................................................................................. 22 
3.10 BALANCED SCORECARD ................................................................................................................ 22 
4 SEUS BENEFICIOS PARA A TOMADA DE DECISÃO ........................................ 24 
4.1 BENEFÍCIOS PARA A TOMADA DE DECISÃO ................................................................................... 26 
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................................................... 28 
REFERÊNCIAS .......................................................................................................... 29 
 
10 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
Esta monografia irá apresentar a contabilidade gerencial, quais os benefícios e 
sua importância. Demonstrando como ela é fundamental para um melhor desempenho 
da empresa, apresentando o seu conceito, as ferramentas utilizadas para melhor 
auxilio nas decisões a serem tomadas e os seus benefícios que trataremos com mais 
detalhesao longo deste estudo. Sendo uma contabilidade informativa destinada para 
orientar os gestores das entidades. 
Portanto desenvolver uma pesquisa sobre contabilidade gerencial e seus 
benefícios nas decisões a serem tomadas será benevolente, se atentando para que 
nem todos os gestores tem o conhecimento desta ferramenta. Neste estudo o 
propósito é constatar que ao se utiliza-la se alcançara a eficácia, sendo relevante para 
administradores, gestores e para quem toma decisões sobre o futuro da empresa. 
Como o tema apresentado não acabará com este estudo, servirá como fonte de 
pesquisa para acadêmicos, com a ampliação do conhecimento. 
Diante do exposto, indagou-se: Qual a importância da contabilidade gerencial 
e seus benefícios para a tomada de decisão? 
O objetivo é demonstrar como a contabilidade gerencial poderá ajudar sendo 
usada como uma grande ferramenta para a tomada de decisão, auxiliando nas 
resoluções cotidianas e estratégicas da companhia, orientando gestores sobre rumos 
econômicos a serem tomados. Tendo como objetivos específicos demonstrar o que é 
contabilidade gerencial, apresentar as ferramentas utilizadas por ela e identificar os 
principais benefícios para a tomada de decisão aliada a esta gestão. 
Foi realizado o desenvolvimento referencial teórico por meios de pesquisas 
literárias e analises em livros e artigos desde duas décadas passada até o presente 
momento como Clóvis Luís Padoveze, Sergio de Iudícibus e Robert Newton Anthony, 
buscando ressaltar o seu valor. Esta pesquisa pretende proporcionar aos ledores uma 
análise envolvente da relevância da contabilidade gerencial, contribuindo com 
informações que demonstre sua importância na ação de decisões a serem tomadas 
para os administradores, gestores e diretores das companhias. 
Foram utilizadas nas pesquisas e buscas de fontes as palavras-chaves: 
Contabilidade Gerencial. Tomada de Decisão. Importância. 
11 
 
2 DEFINIÇÃO E CONCEITO DA CONTABILIDADE GERENCIAL 
 
Na contabilidade gerencial seu conceito é entendido como uma soma de 
estratégias, tecnologias e ações que possibilitam o compartilhamento de dados e 
demais informações financeiras da companhia. 
Junto dessas informações, os gestores podem tomar decisões seguras com 
base nas informações coletadas nos relatórios contábeis. 
Entre as características da contabilidade gerencial destacam-se a mensuração, 
acumulação, preparação, identificação, análise, interpretação e comunicação das 
informações coletadas. 
Assim essas informações são utilizadas como base nos procedimentos de 
decisões a serem tomadas, o que favorece o bom planejamento, avaliação e controle 
dos recursos financeiros e econômicos do negócio. 
A contabilidade gerencial atua como uma ferramenta para auxiliar a 
administração da empresa, fornecendo informações úteis aos gestores. É parte da 
contabilidade que concede informações para estar auxiliando o gestor. 
Ela distingue-se dos outros setores da contabilidade no quesito enfoque. Assim, 
estabelece uma visão mais analítica, propondo aos gestores informações necessárias 
à decisão. Deste modo, ela difere-se, pois cada informação pode ser diferente para 
cada destinatário, por isso nem todo informe contábil importa para todo tipo de usuário. 
Desta forma, ela precisa estar inserida em toda empresa, ajudando o gestor nas 
decisões. 
Com a precisão de referências mais objetivas por parte dos donos e gestores 
a contabilidade acabou se subdividindo em contabilidade gerencial. 
Alves relata que ela foi criada baseada: 
 
[...] da necessidade que se criou dentro dos departamentos contábeis de se 
definir exatamente os custos dentro dos processos produtivos, ato verificado 
primordialmente na indústria, em que os bens vendidos passam por toda uma 
cadeia de produção, não se aplicando aqui a forma sim lista de se deduzir do 
valor da venda o valor pago pela mercadoria (ALVES 2013, p.3). 
 
Percebe-se então que é indispensável o uso da contabilidade gerencial para 
gerir os negócios. 
Ela tem a finalidade de oferecer informação contábil, financeira e econômica 
para as demonstrações de resultado na empresa, é muito mais do que somente 
12 
 
números. Hoje em dia se utiliza sistemas eficientes com capacidades de fornecer 
estes dados com precisão, facilidade e rapidez, onde através dela, utilizada como 
ferramenta virá auxiliando para facilitar a melhor decisão a ser tomada. 
Para Anthony (1972) a contabilidade gerencial é aquela designada para 
fornecer informações a administração. Anthony e Govindarajan (2001) ressaltam que 
existem três divisões na contabilidade gerencial: o primeiro a contabilidade de custo 
total, encarregada por custear os produtos e serviços com a finalidade de analisar os 
estoques; o segundo da lucratividade e precificação dos produtos, que fica incumbido 
de calcular os custos reais de possíveis circunstancias adversas; e o terceiro que é o 
controle gerencial, responsável por assegurar que as soluções sejam obtidas e 
aplicadas com eficácia na organização. 
“A contabilidade gerencial deve fazer a conexão entre as ações locais dos 
gerentes e a lucratividade da empresa, para que estes possam saber que direção 
tomar” (CORBETT NETO, 1997, p. 22). Portanto, ela é indispensável para todas as 
organizações, independentemente de seu porte. Assim sendo, um dos instrumentos 
de extrema importância utilizado no processo decisório, buscando redução dos 
custos, com o aumento da lucratividade na empresa. 
Garrison, Noreen e Brewer (2013, p.26) dizem que a contabilidade gerencial 
ajuda os administradores a realizar três fases importantes que são: o planejamento, 
controle e tomada de decisão, dessa forma, conseguir resultados nas entidades. 
Conforme demonstrado na Figura 1. 
 
Figura 1- As três fases do sistema de gerenciamento 
 
 Fonte: Garrison, Noreen e Brewer (2013, p. 03) 
 
Garrison, Noreen e Brewer (2013, p. 26 - 27), observaram três bases para o 
gestor seguir. A primeira é o planejamento, onde se elaboram as metas a serem 
13 
 
atingidas, assim auxiliando os gestores sobre o futuro da empresa. A segunda é o 
controle, verifica se o planejamento apresentado vem sendo cumprido, analisando 
mudanças indispensáveis para um avanço eficaz do sistema gerencial. E o terceiro é 
a tomada de decisão que apresenta a ação de resolver inúmeros cenários através de 
muitas informações, isto é, a finalização do planejamento e a conclusão da aplicação 
do controle no decorrer de execução. Por isso, é o ramo que tem por objetivo fornecer 
instrumentos aos administradores de empresas que os auxiliem em suas funções 
gerenciais. 
É voltada para melhor utilização dos resumos econômicos da empresa, através 
de um adequado controle dos insumos efetuados. Assim, ela tem a função de auxiliar 
a gerência nas decisões, com o intuito único de fornecer os fatos contábeis e sua 
quantificação para estabelecer as diretrizes a serem adotadas pelos administradores, 
acompanhando passo a passo o cotidiano empresarial. 
Atkinson et al. (2000, p.36) descreve como “o processo de identificar, mensurar, 
reportar e analisar informações sobre os eventos econômicos das empresas”. Neste 
contexto, ele cita que ela efetua o oficio de fornecer dados ajudando os gestores, 
aprimorando métodos e alcançando resultados melhores através do processo 
gerencial de controle. Conforme Anthony (1970) que apresenta contabilidade 
gerencial como método de garantir que as soluções são obtidas e utilizadas de 
maneira eficaz e eficiente na atuação dos propósitos da entidade. 
Conforme Iudícibus (1994, p.26) o objetivo da contabilidade é: “[...] fornecer 
informação econômica relevante para que cada usuário possa tomar suas decisões e 
realizar seus julgamentos com segurança”. Com base na contabilidade, o usuário 
possui informações para estipular suas projeções, tomando as decisões com maior 
segurança e embasada em fatores confiáveis.Com isso os gestores apoiados a ela 
terão um embasamento de dados concretos para os ajudar a fazer a melhor escolha 
no momento para a entidade. 
Para Atkinson et al (2008, p.39) os dados gerenciais contábeis usadas pelos 
administradores tem dois motivos, o primeiro é para melhorar e controlar a efetividade 
e o segundo para decisões de preço de mix de produtos. Ele diz que “a informação 
contábil gerencial orienta várias funções organizacionais diferentes – controle 
operacional, custeio de produto e cliente, controle gerencial e controle estratégico”, 
14 
 
conforme pode ser observado na Figura 2. 
 
Figura 2- Funções das informações de controle 
 
 Fonte: Atkinson et al. (2008, p.45) 
 
No caso da Figura 2 temos demonstrado as funções das informações 
contábeis gerenciais de custeio de produto e cliente, controle gerencial, estratégico e 
operacional e o que cada uma informa para contabilidade gerencial. 
Ching (2003, p.4) diz que, “para poder trabalhar de maneira efetiva, as pessoas 
em uma organização precisam constantemente de informação a respeito do montante 
de recursos envolvidos e utilizados”. Não existe chance da empresa atuar e realizar 
sua missão não tendo um projeto de base que seja capaz fornecer os dados que a 
cada momento são essenciais, pretendendo evoluir seu negócio obtendo as 
informações em constante modificação. 
Ching (2003, p.6) diz que: “A natureza das informações da contabilidade 
gerencial é mais subjetiva, interpretativa e relevante”. Sendo assim segundo ele ela 
diferencia-se em razão desta consistir em ser mais interpretativa e relevante em 
relação aos status real da empresa. Deste modo, segundo Iudícibus (1994, p.26), “a 
contabilidade assume seu papel principal, ou seja, o de apoiar o gestor em suas 
decisões, e dar maior segurança aos seus julgamentos”. Portanto utilizando as 
informações extraídas da contabilidade financeira para a gerencial formando uma 
base precisa e segura para se planejar objetivos futuros a serem atingidos afim de 
que gestores tomem a melhor decisão possível para o crescimento e desenvolvimento 
da empresa, sendo sempre auxiliado por esta ferramenta que pode ser essencial para 
o êxito da organização. 
Para demonstrar a três bases da contabilidade gerencial segue a Figura 3. 
 
15 
 
 
Figura 3- Demonstrativo das três bases 
 
 Fonte: Diego Teixeira Albino (2017) 
 
Conforme pode-se observar na Figura 3, a contabilidade gerencial tem como 
base os dados que são gerados através de índices que mostrarão um retrato da 
organização, as informações que são obtidas por meio dos relatórios contábeis, onde 
irão apresentar um resumo de da entidade, fornecendo as informações que para as 
decisões, onde serão tomadas as decisões mais apropriadas no atual momento, 
visando a evolução da companhia. 
Portanto a contabilidade gerencial tem por finalidade obter os dados e 
informações para se fundamentar uma tomada de decisão aos gestores mais segura 
possível. 
 
 
16 
 
3 PRICIPAIS FERRAMENTAS USADAS NA CONTABILIDADE GERENCIAL 
 
Na contabilidade gerencial se utilizam várias ferramentas para auxiliar no 
processo de decisão, obtendo-se o máximo de dados e informações atualizadas e 
precisas para que munidos de todo esse suporte os gestores serão auxiliados para 
tomarem decisões com mais segurança. 
Sendo elas: Orçamento, Fluxo de caixa, Analise de Investimento, Analise das 
Demonstrações Contábeis. 
3.1 ORÇAMENTO 
O orçamento é a uma ferramenta de controle de todo processo operacional de 
uma empresa, envolvendo todos os setores da companhia, um plano para agir 
ajudando a coordenação, implementados processamentos de dados constantes no 
sistema, incluindo dados de previsão para exercícios futuros com suas respectivas 
alterações”. 
Padoveze afirma que: 
(...) orçar significa processar todos os dados constantes do sistema de 
informação contábil de hoje, introduzindo os dados previstos e considerando 
as alterações já definidas para o próximo exercício. Portanto, o orçamento 
não deixa de ser uma pura repetição dos relatórios gerenciais atuais, só que 
com os dados previstos. Não há basicamente nada de especial para se fazer 
o orçamentário, os dados que deverão acontecer no futuro, dentro da melhor 
visão de que a empresa tem no momento de sua elaboração. 
Contudo, convém lembrar que o orçamento tem outros objetivos, e estes 
devem ser buscados dentro de seu conjunto, sendo ferramenta ideal para o 
processo de congruência de diversos objetivos corporativos e setoriais 
(PADOVEZE 2010, p. 127). 
 
Conforme esse conceito, o orçamento é o método de controle e planejamento 
financeiro, conectado as estratégias operacionais, visando potencializar os 
resultados. 
3.2 FLUXO DE CAIXA 
O fluxo de caixa de uma empresa denomina-se ao grupo de entrada e saída de 
quantias através de um determinado período. 
Segundo Hoji (2000, p. 79), “o fluxo de caixa é um esquema que representa as 
entradas e saídas de caixa ao longo do tempo. Em um fluxo de caixa, deve existir pelo 
menos uma saída e pelo menos uma entrada (ou vice-versa).” O fluxo de caixa nada 
17 
 
mais é do que uma operação financeira onde se mostra cada passo dado como 
recebimento (entrada) ou pagamento (saída) gerado para a empresa. 
A vantagem da previsão de fluxo de caixa é que ela pode prever as 
necessidades de capital de giro gerada pelas operações, facilitando o planejamento 
financeiro e encontrando fontes alternativas de recursos a um custo menor. 
3.3 ANÁLISES DE INVESTIMENTOS 
São conhecidas como métodos de análises horizontais e verticais; informativos 
econômicos e financeiros no qual se apuram o índice de liquidez, rentabilidade e 
endividamento, aplicações de recursos, analises das demonstrações de origens, da 
taxa de retorno sobre o investimento com giro do ativo e margem de lucro. (MIOTTO 
e LOECKYI, 2008). 
A análise de investimento envolve decisões de investimento de longo prazo 
(mais de um ano), com o objetivo de proporcionar retorno suficiente aos proprietários 
do capital. 
3.4 ANÁLISES DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 
Consideram-se fundamentais as demonstrações contábeis usadas nas 
empresas: a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) que é exercida em 
dinheiro, trazendo pouca dificuldade de avaliação dos valores das receitas e 
despesas, conforme o meio inflacionário do país (PADOVEZE, 2008); a 
Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) refere-se a lucros retidos 
acumulados ou remanescentes, que não foram distribuídos aos proprietários, não 
direcionados para aumento de capital ou reservas; Demonstração do Fluxo de Caixa 
(DFC) em que está vinculada a saída e entrada do dinheiro em certo período de tempo 
e a Demonstração do Valor Adicionado (DVA), tendo como função apontar a quantia 
dos recursos gerados pela entidade e sua divisão entre as partes que ajudaram 
indiretamente ou diretamente na sua origem (MIOTTO, 2008). 
As demonstrações contábeis, também chamadas como demonstração 
financeira, fornecem informações valiosas sobre a situação financeira e patrimonial 
da empresa, sendo útil sua interpretação para os mais diversos usuários no momento 
da tomada de decisões. 
18 
 
 
(...) Têm, portanto, por objetivo, revelar, a todas as pessoas interessadas, as 
informações sobre o patrimônio e os resultados da empresa, a fim de 
possibilitar o conhecimento e a análise de sua situação patrimonial, 
econômica e financeira (BRAGA, 2009, P.65). 
 
Para Braga (2009) as demonstrações contábeis devem ser apresentadas e 
preparadas para externos usuários de uma maneira geral, visando as finalidades 
distintas e necessidades diversas. 
3.5 CONTROLE E PLANEJAMENTO 
3.5.1 Planejamento tributário 
São analises propostas, explorando recursos e planos na diminuição da 
despesa tributária, sendo ela pessoa física ou jurídica. Um modelo normal de estudo 
é o que se sugere pesquisar algumas leis deimpostos, procedimentos e medidas 
visando reduzi-los, poupando-os, adiando pagamentos de tributos devidos 
normalmente ou a incidência deles (POHLMANN, 2005). 
O planejamento tributário pode ser elaborado para todos os impostos, sejam 
eles municipais estaduais ou federais, e estão disponíveis para todas as empresas, 
incluindo pessoas físicas. 
O objetivo do planejamento tributário é compreender as alternativas eficazes 
que podem ser adotadas na legislação vigente para evitar a tributação por meio de 
adoção de procedimentos que evitem a ocorrência de eventos tributários. 
3.5.2 Planejamento estratégico 
É um plano como um projeto com fim definido, ou seja, composto por medidas 
e métodos no andamento desta organização, visando certo objetivo (BERTONCELLO, 
2009). É o meio onde determinam os projetos que serão adotados pela empresa e 
quanto aproximadamente a companhia irá reservar para cada projeto que será 
adotado. 
O planejamento estratégico é um meio de gestão a longo prazo, que procura 
atingir objetivos. Analisa a empresa como um todo, e a responsabilidade fica sendo 
das pessoas que integram os níveis mais alto da empresa. 
19 
 
3.5.3 Controle de estoque 
“Esta é a parte com maior relevância dentro da entidade, sendo ela de 
pequeno porte, médio ou grande, porque é por meio dele que a empresa terá 
capacidade de prever a quantidade necessária para se comprar no pedido 
seguinte do fornecedor, além disto, conseguir informações utilizáveis sobre 
as vendas, melhorando o investimento nos estoques, aumentando o 
desempenho eficiente de recursos internos, assim diminuindo o uso de 
investimento do capital nos estoques”. (DIAS, 1995 
 
Ter um estoque controlado é saber que há quantidades certas de produtos para 
que a empresa possa fluir corretamente e atender as necessidades do mercado sem 
sofrer perdas. 
Além de auxiliar na gestão da empresa, o controle de estoque também pode 
melhorar a eficiência e organizar alguns processos internos da empresa, também 
reduz o desperdício de tempo e energia na gestão de recursos financeiros. 
Normalmente, existem duas formas diferentes de estoque. Um deles é matéria-
prima para a produção industrial em grande ou pequena escala, a outra é de produtos 
finais que já estão prontos para a venda no varejo. 
3.5.4 Controle de contas a pagar 
Sendo um dos processos principais na gestão que estima, antecipa e controla 
as obrigações do período. Com o controle de contas a pagar permite-se que o gestor 
se mantenha informado sobre: prioridades para pagamentos, vencimentos dos títulos, 
entre outros. São representadas por origens de recursos de terceiros as contas a 
pagar contra os ativos da empresa. 
 
3.5.5 Controle de contas a receber 
 
Contas a receber “representam direitos adquiridos por vendas a prazo de bem 
ou serviços relacionados com o objetivo social da empresa” (ALMEIDA, 2010, p.168). 
Torna-se um direito da empresa receber e uma obrigação do cliente em pagar pela 
mercadoria ou serviços prestados. 
Com o controle de contas a receber o gestor obtém o conhecimento aspectos 
seguintes: 
a) Programação de cobrança, 
b) Clientes que estão devendo, 
20 
 
c) Contas a vencer e vencidas, 
d) Montante de contas a receber, entre outro. 
 
 
Figura 4 Fluxograma de Contas a Receber
 
Fonte: SENAC RS (2018) 
 
Observa-se na Figura 4 como funciona os processos no contas a receber, onde 
o gestor poderá conferir nos relatórios o montante dos valores a receber, contas 
vencidas e ou a vencer, clientes que não pagam em dia, programação de cobranças 
entre outros. 
21 
 
3.6 CUSTOS 
No processo de fabricar os produtos ocorrem os custos gastos pela empresa, 
onde também acontecem os gastos em desenvolvimentos e aprimoramentos nos 
surgimentos de produtos novos, ligados diretamente no setor industrial da companhia. 
(PADOVEZE, 2008). 
De acordo com Nascimento (2002, p.25) “Custo é o somatório dos bens e 
serviços consumidos ou utilizados na produção de novo bens, traduzidos em unidades 
monetárias” 
 
3.7 JUST IN TIME (JIT) 
O enfoque conceitual do Just In Time está nas compras de materiais que 
ocorrem de grande demanda e no momento correto, de acordo com a precisão da 
produção, a companha não pode manter em estoque esses materiais devendo ser 
expedidos imediatamente aos clientes ou processados em sequência. (PADOVEZE, 
2008) 
3.8 VALOR ECONÔMICO ADICIONADO (EVA) 
Segundo Crepaldi (2007), EVA é a forma de aferir o lucro, avaliando ano por 
ano, analisando se a empresa vem captando bastante recursos para ser pago o custo 
do capital da entidade. O EVA demonstra após os tributos o lucro. Considerado por 
várias pessoas o método mais certo para mensurar a performance econômica, tendo 
a vantagem de fácil compreensão e seu indicar ser simples, se resumindo em conexão 
entre custo do capital investido e resultado operacional. 
O valor econômico adicionado é o lucro econômico obtido pela empresa em um 
determinado período. O EVA também é chamado de valor econômico agregado, após 
deduzir o custo do capital de investimento dos lucros operacionais, o EVA mede o 
performance financeira da empresa com base na riqueza efetiva criada. 
Para calcular o valor econômico agregado, você precisa saber o custo total de 
capital da empresa, que é determinado pelo custo de cada fonte de financiamento 
(própria e de terceiros) escolhida pela empresa, multiplicado pelo capital utilizado para 
gerar receita operacional. 
22 
 
 
3.9 GECON 
Diz Catelli (2001) que considera o GECON um o sistema de Gestão Econômica 
(GECON), que foi desenvolvido no NÚCLEO GECON por equipe de pesquisadores, 
apoiados pela FIPECAFI, apontado como um modelo gerencial dianteiro, foi testado 
em poucas empresas pelo país. No modo de informar, é utilizado o sistema GECON 
principalmente nos critérios e conceitos que atenderão necessidades orientadora para 
vários gestores. O método GECON parte do princípio onde os fatos não ocasionam 
custos apenas, mas resultados também. 
 
3.10 BALANCED SCORECARD 
O Balanced Scorecard também é conhecido como painel equilibrado de 
indicadores, elaborado por David Norton presidente do Renaissance WorldWide 
Strategy Group e pelo professor de Harvard Business School Robert Kaplan, assim 
sendo um método de gestão estratégica considerado para alcançar objetivos a longo 
prazos, médios e curtos, alinhando os pontos mais relevantes, com foco no ajuste da 
empresa, operando como painel de controle das pessoas e das iniciativas 
interdepartamentais na organização. (CREPALDI, 2007, p.302). 
O Balanced Scorecard foi projetado para auxiliar gestores e administradores, 
ou seja, esta é mais uma ferramenta para ajuda-los no processo de gestão, muitas 
empresas não alcançam os resultados esperados porque a verdadeiro problema não 
é má formulação da estratégia, e sim as existentes falhas na sua formulação. 
O BSC tem o propósito de ajustar as operações com o planejamento 
estratégico da empresa. 
Para os objetivos serem atingidos, é fundamental que quatro etapas sejam 
seguidas tais como: Tradução da visão, planejamento e negócios, comunicação e 
comprometimento e feedback. 
Segue abaixo uma figura demonstrando os quatro processos do BSC, para 
esclarecer. 
 
23 
 
Figura 5 - Processos de Balances Scorecard 
 
Fonte: Kaplan e Norton (2000). 
 
A figura apresentada representa a junção de todas as áreas da organização em 
prol dos objetivos traçados. 
 
 
24 
 
4 SEUS BENEFICIOS PARA A TOMADA DE DECISÃO 
 
Dentro da empresa, a tomada de decisões implica em uma responsabilidade 
enorme, vital para a gestão da empresa. Decisões estruturadas e planejadas são 
fundamentais para o crescimento e sucesso de uma organização. Por outro lado, se 
esse processo falhar, pode levar a graves consequências e prejuízos. 
A tomada de decisão na organização inclui fazer uma escolha importante 
geralmente dividida entre duas ou mais possibilidades, queterá um impacto no futuro 
da empresa, dos funcionários e dos clientes. 
Em todas as circunstâncias a tomada de decisão estará presente, seja ela 
profissional ou pessoal. Decisões essas, que precisam ser planejadas para se obter 
no seu processo, os controles e então atingir os objetivos projetados 
Para Chiavenato (2004), a tomada de decisão é escolher e verificar meios para 
se resolver os obstáculos específicos, ou vir a adquirir algum proveito de alguma 
ocasião. 
Nas empresas, é necessário a tomada de decisão para haver uma gestão mais 
eficaz, fazendo assim com que a empresa atinja sua meta projetada. Para se tomar 
uma decisão correta e assertiva, os gestores precisaram estar certos da escolha, no 
intuito de agregar para sucesso da entidade. 
Segundo Marion (2009, p.25) “a contabilidade é o grande instrumento que 
auxilia a administração a tomar decisões”. Conforme Marion diz, a contabilidade gera 
as informações necessárias para o gestor, com os dados e as informações de 
relatórios para o auxílio na tomada de decisão. 
As decisões para serem tomadas precisaram ser analisadas pelos gestores, 
pois refletiram direto m usuários externos e internos. Por isso, esse recurso poderá 
deslanchar ou arruinar a empresa. Padoveze (2012, p. 31), afirma que “o modelo de 
decisão deve ser significativo para o tomador de decisão a atender ao seu processo 
lógico e específico para cada natureza do evento ou problema a ser resolvido”. Terá 
que se fazer a escolha mais assertiva possível para o desenvolvimento da entidade. 
Assim deve-se embasar nos objetivos diretos da organização, ofertando então 
vantagens e benéficos a ela. Sendo de extrema importância que o tomador da decisão 
possua informações necessária de todas as etapas do sistema. 
“Tomar decisões é identificar e selecionar um curso de ação para lidar com um 
problema específico ou extrair vantagens em uma oportunidade” (CHIAVENATO, 
25 
 
2011, p. 155). Conforme dito por Chiavenato, lidar com decisões requer um certo 
feeling da situação no geral para se obter o melhor resultado possível. Essa é uma 
característica fundamental para um administrador tomar decisões, saber identificar e 
selecionar a melhor ação a ser tomada ou usufruir de uma vantagem oportuna. 
Segundo Padoveze (2012) considera então três grandes etapas nas decisões, 
a análise do problema, onde será levantado os dados e informações especificas 
através de relatórios de apoio, buscando o desenvolvimento onde será projetado o 
processo de melhoria e a implementação que será a execução. 
Os relatórios precisam atender com clareza as necessidades dos gestores, 
segundo Padoveze (2012 p. 31), “o modelo de decisão deve ser significativo para o 
tomador de decisão a atender ao seu processo lógico e específico para cada natureza 
do evento ou problema a ser resolvido”. Qualquer decisão tomada pelos gestores nas 
empresas serão refletidas nos setores externos e internos pertencentes a empresa, 
“o processo decisório não restringe apenas aos limites da empresa, pois também está 
ligado aos investidores, aos fornecedores de bens e serviços a crédito, aos bancos, 
ao governo etc. (MARION 2011 p. 16)”. 
Envolvendo uma parte de extrema importância sendo ela a gestão estratégica 
nas decisões, sabendo-se que qualquer escolha acarretara em um confronto para se 
decidir, que por sua vem também se obtém consequências dos atos, se tem como 
como cuidado principal na tomada de decisão questões externas, com a empresa e o 
meio onde se encontra. 
O fator principal para atingir o propósito geral está no saber gerenciar, com suas 
habilidades para constituir o equilíbrio dos setores, identificando as necessidades 
principais para cada área. 
Deste modo, quando se fala em gestão estratégica, dizemos de maneira geral 
da empresa, isto é, as decisões deveram se embasarem nos objetivos da companhia 
e também junto a contabilidade gerencial obter o máximo de retorno. Sendo usada 
como ferramenta que auxilia no processo decisório, fornecendo alternativas para o 
caminhar dos processos. 
 
“À informação torna-se relevante quando passa a ter valor agregado. Esse 
valor agregado é o que confere importância à informação, fazendo-a 
constituir-se em subsídio essencial para a tomada de decisão. Assim, a 
informação passa a ser produto qualificado, quando recebe tratamento e 
interpretação, para que possa gerar impacto nas pessoas que dela se 
utilizam.” (MOTTA, 2009, p. 40). 
26 
 
 
Segundo Motta, para se tomar decisões os gestores devem considerarem que 
as informações são de fundamental importância, pois uma decisão pode impactar a 
escolha do gestor para o sucesso ou fracasso da instituição. . 
4.1 BENEFÍCIOS PARA A TOMADA DE DECISÃO 
4.1.1 Mais controle e segurança 
Com todas as informações e dados vindo de planilhas e relatórios sempre 
atualizados, isso faz com que a empresa tenha um total controle de tudo que acontece 
na organização, podendo assim sempre se planejar com segurança o destino da 
empresa. 
 
4.1.2 Acompanhamento de resultado 
Para Oliveira (2009, p. 26), “o processo de controle estratégico 44 caracteriza-
se como o acompanhamento e avaliação dos resultados planejados, podendo ocorrer 
através de comparações de situações planejadas e alcançadas”. A melhor maneira 
de avaliar o desempenho de uma empresa, identificar e corrigir os erros e encontrar 
oportunidades para o aperfeiçoamentos é acompanhando e controlando os resultados 
com base nos dados confiáveis e precisos informados. Esse acompanhamento 
detalhado é possível com um sistema de gestão gerando gráficos e relatórios das 
principais informações com indicadores de desempenho, através das ferramentas da 
contabilidade gerencial. Assim, consegue-se analisar a verificar como esta seu 
empreendimento e detectar facilmente as causas de possíveis problemas, auxiliando 
a tomada de decisão. 
4.1.3 Integração de setores 
“Não são raros os casos em que gestores constatam que seus problemas de 
informação resultam mais do excesso de informação do que de sua falta” (BOONE e 
KURTZ, 1998). Adotar um sistema de gestão, centraliza as informações de todos os 
setores em um só lugar, aumentando a produtividade, facilitando o trabalho do 
empreendedor que pode então ter uma visão mais completa de sua organização do 
27 
 
que ter que administrar diferentes planilhas, como contas a pagar e a receber e 
controlar o estoque, entre outros dados, podendo então prejudicar e muito a 
administração de uma empresa e como resultado a tomada de decisão. 
 
Figura 6 Ilustração de integração entre os setores 
 
 Fonte: ADMH (2016) 
 
Conforme demonstrado na Figura 6 um exemplo de como funciona a integração 
dos setores, pois controlando todos os processos e a integração total do sistema 
possibilita uma leitura completa do patrimônio. 
Segundo MARION (2011 p.16) “a contabilidade é importante no processo de 
tomada de decisão porque coleta todos os dados, mensurando-os monetariamente, 
registrando-os e sumarizando-os em forma de relatórios ou de comunicados”. Para se 
tomar uma decisão é necessário ter conhecimento sobre os processos, pois se tomar 
a decisão errada pode acarretar em vários problemas e acabar comprometendo o 
futuro da organização. 
 
 
28 
 
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
Durante o trabalho, é possível perceber que a contabilidade gerencial é uma 
importante ferramenta utilizada no processo de tomada de decisão. A particularidade 
do profissional de contabilidade é a existência compulsiva que ele faz de apoiar o 
gestor na obtenção de seus objetivos. A contabilidade não transmite apenas 
informações de cunho financeiro, econômico e patrimonial, mas também visando 
atender os gestores e suas necessidades no processo de decisão. 
A contabilidade gerencial é uma importante ferramenta na tomada de decisão 
porque fornece aos gerentes ferramentas onde presentam informações financeiras e 
não financeiras importantespara ajudar a gerir a companhia e ajudar os gestores 
tomarem decisões melhores. O objetivo deste campo de contabilidade é a melhor 
direção do gestor da organização em sua função de gestão. As ferramentas contábil-
gerencial são importantes na base de um planejamento financeiro e gerencial, pois 
ajudam a evitar que os administradores tenham contratempos financeiros. 
Dentro da entidade, as decisões implica em uma responsabilidade enorme, vital 
para os gestores da empresa. Decisões estruturadas e planejadas são fundamentais 
para o crescimento e sucesso de uma companhia. No entanto, se esse processo 
falhar, pode levar a graves consequências e prejuízos. 
As decisões tomadas na organização inclui fazer uma escolha importante 
geralmente dividida entre duas ou mais possibilidades, que terá um impacto no futuro 
da empresa, dos funcionários e dos clientes. 
Conclui-se que as grandes organizações não devem se concentrar apenas no 
planejamento e no uso das ferramentas de gestão fornecidas pela contabilidade. Sua 
eficácia depende fundamentalmente de informações precisas, oportunas e relevantes 
sobre o ambiente operacional da companhia, e seu desempenho dependerá das 
atitudes das escolhas feitas pelos gerentes, o que é fundamental para o sucesso da 
organização. 
 
 
 
 
29 
 
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