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RECURSO DAS FERRAMENTAS DO OFFICE NO MERCADO DE TRABALHO
FONTE: encurtador.com.br/tvEN8
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Unidade 2
MERCADO DE TRABALHO X INOVAÇÃO
FONTE: encurtador.com.br/tvEN8
A inovação é um elemento fundamental para o mercado de trabalho, pois contribui para a criação de empregos qualificados, a geração de novos produtos e a melhoria da eficiência na produção.
A inovação pode ser definida como qualquer melhoria ou novidade implementada em uma empresa, como a criação de um novo produto ou serviço, um novo método de marketing ou um novo método organizacional.
O mercado de trabalho está em constante transformação, principalmente devido ao avanço tecnológico. Para se manterem competitivas, as empresas precisam de produtividade constante e de colaboradores que se adaptem rapidamente. Por isso, é essencial que os profissionais estejam sempre em busca de novas ideias e soluções criativas.
Algumas dicas para inovar no mercado de trabalho são:
Adotar uma abordagem estruturada e disciplinada
Concentrar-se nas necessidades do cliente
Abrir espaço para novas contribuições
Estimular o engajamento dos funcionários
Criar uma cultura de empreendedorismo
Manter a mente aberta
Um exemplo de inovação no mercado de trabalho é o trabalho remoto, que já conquistava espaço antes da pandemia de Covid-19. Em 2022, o número de vagas para home office cresceu 496%.
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PLANO DE ESTUDOS
Tópico 1
Tópico 2
Tópico 3
MONITORAMENTO E DESEMPENHO
GESTÃO BASEADA NA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
AUTOMAÇÃO DE ROTINAS
A partir do estudo desta unidade, você deverá ser capaz de:
• definir monitoramento da tecnologia;
• descrever processos e sistemas;
• comparar planejamento x informações;
• apontar automação e desempenho.
MONITORAMENTO E DESEMPENHO
Tópico 1
2 APLICABILIDADES
Os gerenciamentos tecnológicos precisam apresentar um tipo de estrutura com uma boa definição, em razão da variedade de aparelhos existentes em uma única rede, como servidores ou aparelhos (por exemplo, computadores, roteadores etc.), o que eventualmente resultará em problemas.
Em algumas ocasiões, as ferramentas escolhidas para fazer os monitoramentos não conseguem atender completamente à demanda sobre os serviços e a infraestrutura de tecnologia da informação (TI), apesar de eventualmente se pensar que determinada estrutura está com uma boa definição, sem nenhum problema.
O constante monitoramento que uma empresa exerce sobre a sua rede proporciona um ganho enorme a ela: a prevenção da ocorrência de erros, aspecto fundamental, considerando que, quanto mais utilizada uma rede, mais problemas gerará.
Basicamente, em momentos de grande fluxo de utilização, uma rede pode ficar lenta, de modo a potencializar os problemas ocasionados e resultar em indisponibilidades sistêmicas, além de lapsos em downloads e referentes ao acesso geral.
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2 APLICABILIDADES
O monitoramento e desempenho da tecnologia é uma prática que envolve a coleta, análise e interpretação de dados relacionados ao funcionamento de sistemas, aplicativos, redes e outros recursos tecnológicos.
O monitoramento tecnológico é importante para garantir que a tecnologia de uma empresa esteja funcionando de forma segura, eficaz e ininterrupta. Ele permite identificar problemas antes que causem impactos significativos, o que ajuda a evitar prejuízos e a otimizar a infraestrutura de TI.
Algumas formas de monitoramento tecnológico incluem:
Monitoramento de TI
Permite identificar problemas de TI, como sobrecarga de máquinas, riscos de segurança e outros, para que os usuários possam tomar decisões informadas.
Monitoramento de desempenho de aplicativos (APM)
Usa ferramentas de software e dados de telemetria para monitorar a performance de aplicações críticas para os negócios.
Monitoramento de rede
Garante que o tráfego de rede esteja funcionando como deveria, permitindo identificar e resolver problemas o mais rápido possível.
O monitoramento tecnológico é essencial para que as empresas possam: Tomar decisões embasadas em dados confiáveis, Detectar problemas precocemente, Melhorar a produtividade e o desempenho.
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A ferramenta NetFlow constitui um método perfeito para exercer essas funções.
As documentações de QoS podem ser desenvolvidas para obter uma compreensão mais clara referente ao comportamento de determinado tráfego.
2.1 FERRAMENTAS DE MONITORAMENTO
Existem vários tipos de ferramentas de monitoramento de redes que se diferenciam quanto às funcionalidades e ao modo de funcionamento, embora todas busquem o mesmo objetivo: exercer o monitoramento para melhorar o desempenho e a QoS da rede.
Fonte: encurtador.com.br/gmBSX
As ferramentas de monitoramento de tecnologia são recursos essenciais para acompanhar, avaliar e gerenciar o desempenho de sistemas, redes, aplicações e infraestrutura de TI. Elas permitem a detecção precoce de falhas, otimização de recursos e a garantia da segurança cibernética. Abaixo estão algumas categorias e exemplos dessas ferramentas:
1. Monitoramento de Infraestrutura:
Zabbix: Monitora redes, servidores e aplicações, oferecendo alertas e relatórios detalhados.
Nagios: Detecta problemas e falhas em servidores e dispositivos de rede.
PRTG Network Monitor: Foca no monitoramento de rede, com dashboards em tempo real.
2. Monitoramento de Aplicações (APM - Application Performance Monitoring):
New Relic: Analisa o desempenho de aplicações, identificando gargalos e falhas.
AppDynamics: Permite visualizar toda a cadeia de processos de uma aplicação.
Datadog: Oferece monitoramento em tempo real e alertas baseados em desempenho.
3. Monitoramento de Redes:
Wireshark: Analisa o tráfego de rede em nível detalhado.
SolarWinds Network Performance Monitor: Identifica problemas e gargalos em redes corporativas.
4. Monitoramento de Segurança:
Splunk: Analisa logs e detecta ameaças de segurança.
Snort: Ferramenta de detecção de intrusão (IDS/IPS) em tempo real.
OSSEC: Focado em segurança de servidores, detecta atividades suspeitas.
5. Monitoramento de Cloud:
AWS CloudWatch: Monitora recursos da AWS, como EC2 e S3.
Microsoft Azure Monitor: Avalia o desempenho e a saúde dos serviços Azure.
Google Cloud Monitoring: Realiza diagnósticos e alerta sobre problemas nos serviços do Google Cloud.
6. Monitoramento de Logs:
ELK Stack (Elasticsearch, Logstash, Kibana): Coleta, processa e visualiza logs de sistemas.
Graylog: Gerencia e analisa grandes volumes de logs.
7. Monitoramento de Experiência do Usuário:
Hotjar: Analisa o comportamento dos usuários em sites e apps.
Google Analytics: Fornece insights sobre o tráfego e o comportamento em páginas web.
Importância do Monitoramento:
Detecção de problemas: Permite corrigir falhas antes que impactem os usuários.
Otimização de desempenho: Garante que sistemas e redes funcionem com eficiência máxima.
Segurança: Identifica ameaças e vulnerabilidades.
Tomada de decisão: Baseia-se em dados precisos para melhorias estratégicas.
Essas ferramentas são cruciais para manter a estabilidade, segurança e desempenho dos ambientes tecnológicos modernos.
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3. PROCESSOS DE SISTEMAS
Morgan (2016) ainda menciona que empresas que não disponham de ferramentas adequadas para gerenciar redes não conseguirão efetuar o diagnóstico de problemas, como o dimensionamento incorreto de certos recursos, capazes de resultar em uma sobrecarga, ou até mesmo na perda dos pacotes transmitidos, causando uma redução da qualidade de acesso a serviços como o de armazenamento que funcionem remotamente ou também de cloud computing (em português, “computação em nuvem”).
Esta Foto de Autor Desconhecido está licenciado em CC BY-SA
As ferramentas de monitoramento de tecnologia são recursos essenciais para acompanhar, avaliar e gerenciar o desempenho de sistemas, redes, aplicações e infraestrutura de TI. Elas permitem a detecção precoce de falhas, otimização de recursos e a garantia da segurança cibernética. Abaixo estão algumas categorias e exemplos dessas ferramentas:
1. Monitoramento de Infraestrutura:
Zabbix: Monitora redes,servidores e aplicações, oferecendo alertas e relatórios detalhados.
Nagios: Detecta problemas e falhas em servidores e dispositivos de rede.
PRTG Network Monitor: Foca no monitoramento de rede, com dashboards em tempo real.
2. Monitoramento de Aplicações (APM - Application Performance Monitoring):
New Relic: Analisa o desempenho de aplicações, identificando gargalos e falhas.
AppDynamics: Permite visualizar toda a cadeia de processos de uma aplicação.
Datadog: Oferece monitoramento em tempo real e alertas baseados em desempenho.
3. Monitoramento de Redes:
Wireshark: Analisa o tráfego de rede em nível detalhado.
SolarWinds Network Performance Monitor: Identifica problemas e gargalos em redes corporativas.
4. Monitoramento de Segurança:
Splunk: Analisa logs e detecta ameaças de segurança.
Snort: Ferramenta de detecção de intrusão (IDS/IPS) em tempo real.
OSSEC: Focado em segurança de servidores, detecta atividades suspeitas.
5. Monitoramento de Cloud:
AWS CloudWatch: Monitora recursos da AWS, como EC2 e S3.
Microsoft Azure Monitor: Avalia o desempenho e a saúde dos serviços Azure.
Google Cloud Monitoring: Realiza diagnósticos e alerta sobre problemas nos serviços do Google Cloud.
6. Monitoramento de Logs:
ELK Stack (Elasticsearch, Logstash, Kibana): Coleta, processa e visualiza logs de sistemas.
Graylog: Gerencia e analisa grandes volumes de logs.
7. Monitoramento de Experiência do Usuário:
Hotjar: Analisa o comportamento dos usuários em sites e apps.
Google Analytics: Fornece insights sobre o tráfego e o comportamento em páginas web.
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3. PROCESSOS DE SISTEMAS
Importância do Monitoramento:
Detecção de problemas: Permite corrigir falhas antes que impactem os usuários.
Otimização de desempenho: Garante que sistemas e redes funcionem com eficiência máxima.
Segurança: Identifica ameaças e vulnerabilidades.
Tomada de decisão: Baseia-se em dados precisos para melhorias estratégicas.
Essas ferramentas são cruciais para manter a estabilidade, segurança e desempenho dos ambientes tecnológicos modernos.
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O que a tecnologia que está mudando o mercado de trabalho?
As influências tecnológicas no mercado de trabalho vem exigindo novos tipos de quem está procurando se encaixar no mercado de trabalho.
Por isso, se você é comportamentos de uma dessas pessoas que procura obter sucesso no mercado de trabalho, saiba que as principais ferramentas dominando o mercado do futuro são a robotização e automação, que compõem o setor industrial.
Não há mais para onde correr! A robotização e a automação, à medida que melhoram e ampliam a mão de obra, permitem uma produção maior dentro de um tempo menor, ou seja, são capazes de executar funções de forma mais ágil.
Por isso, a partir de agora a tecnologia está longe de ser um diferencial, passando a ser uma obrigação, tanto a se ter no currículo, quanto para sua empresa.
Por que a tecnologia está mudando o mercado de trabalho?
É natural que ao decorrer do tempo ocorram mudanças significativas nos meios de produção e nas áreas industriais e empresariais.
A própria história da evolução humana e das técnicas de trabalho nos mostra que essa transformação de padrões no mercado de trabalho, trouxe grandes oportunidades de aprimoramento nos desenvolvimento das atividades mercantis.
Para citar um exemplo, podemos falar do curso de datilografia, que na época era uma grande ferramenta para aprimorar o currículo e ser diferenciado na sua área.
No entanto, com o surgimento da informática e com computadores acessíveis em todas as residências, o curso de datilografia foi desaparecendo, e há quem nem saiba o que é isso hoje em dia.
E como já sabemos, o surgimento da informática possibilitou muitas outras oportunidades de emprego, como web designer, programador, TI, produtor de conteúdo e sem falar das redes sociais, com os E-Commerces.
Esses novos meios de executar funções trazem uma maior competitividadeao mercado, principalmente em momento de crises, onde cada detalhe pode contar.
Um dos porquês da dominação da tecnologia no mercado atual em substituir atividade manuais por ferramentas avançadas, é a possibilidade dos trabalhadores assumirem funções mais satisfatórias e menos repetitivas.
Ademais, atividades que apresentam riscos à vida humana, podem ser substituídas e feitas em um tempo menor, proporcionando assim, uma produção segura e maior.
Por isso, é necessário compreender os dois lados da moeda, e manter a mente aberta para se atualizar e não ser ultrapassado pelas novas tecnologias que surgirão ao longo da história.
Por que a tecnologia está mudando o mercado de trabalho?
É natural que ao decorrer do tempo ocorram mudanças significativas nos meios de produção e nas áreas industriais e empresariais.
A própria história da evolução humana e das técnicas de trabalho nos mostra que essa transformação de padrões no mercado de trabalho, trouxe grandes oportunidades de aprimoramento nos desenvolvimento das atividades mercantis.
Para citar um exemplo, podemos falar do curso de datilografia, que na época era uma grande ferramenta para aprimorar o currículo e ser diferenciado na sua área.
No entanto, com o surgimento da informática e com computadores acessíveis em todas as residências, o curso de datilografia foi desaparecendo, e há quem nem saiba o que é isso hoje em dia.
E como já sabemos, o surgimento da informática possibilitou muitas outras oportunidades de emprego, como web designer, programador, TI, produtor de conteúdo e sem falar das redes sociais, com os E-Commerces.
Esses novos meios de executar funções trazem uma maior competitividade ao mercado, principalmente em momento de crises, onde cada detalhe pode contar.
Um dos porquês da dominação da tecnologia no mercado atual em substituir atividade manuais por ferramentas avançadas, é a possibilidade dos trabalhadores assumirem funções mais satisfatórias e menos repetitivas.
Ademais, atividades que apresentam riscos à vida humana, podem ser substituídas e feitas em um tempo menor, proporcionando assim, uma produção segura e maior.
Por isso, é necessário compreender os dois lados da moeda, e manter a mente aberta para se atualizar e não ser ultrapassado pelas novas tecnologias que surgirão ao longo da história.
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3 dicas para se atualizar no mercado!
Confira agora dicas ricas para que você não permita que as máquinas “roubem” o seu emprego.
1. Se prepare para o futuro
Independente do ramo em que você atua, acredite que ele sempre pode ser melhorado, ou pelo menos, facilitado. Basta fazer boa pesquisa e encontrar as ferramentas corretas.
Nunca deixe de estudar o mercado de trabalho da atualidade, ele está em constante evolução, então é bom sempre estar um passo à frente. Analise as características e que rumo tendem seguir futuramente.
2. Use o marketing digital
O marketing digital é uma ferramenta estratégica muito importante, que utilizada com sabedoria, pode impulsionar o seu negócio e alavancar a sua carreira.
Se o seu objetivo é esse, as redes sociais podem ser uma grande aliada na conquista dos seus objetivos. Elas te ajudam a interagir com o público de seu interesse, divulgar e promover o seu negócio.
3. Aumento da competitividade
Ao se adaptar aos novos padrões tecnológicos, bem como se profissionalizar em cursos e adotar um perfil ideal para o seu segmento, você adota um comportamento competitivo, diminuindo os riscos de ficar para trás. É importante ter em mente, que quanto mais atualizado você está, melhor você se garante perante aos seus adversários e mais seguro está no seu ambiente de trabalho.
Tecnologia e Mercado de Trabalho
No século XXI, a interseção entre tecnologia e o mercado de trabalho tornou-se um tema central, moldando profundamente a forma como as pessoas trabalham e as organizações operam. As rápidas mudanças tecnológicas têm impacto significante nas dinâmicas tradicionais de emprego, criando novas oportunidades, desafios e tendências no cenário profissional.
“A tecnologia desempenha um papel crucial na personalização da experiência de aprendizagem para alunos com diferentesestilos e ritmos. Plataformas online adaptam o conteúdo com base no desempenho e preferências do aluno, promovendo aprendizado autodirigido. Ferramentas de avaliação personalizada, recursos multimídia, plataformas de colaboração online e feedback imediato são meios pelos quais a tecnologia atende às necessidades individuais. Além disso, realidade virtual, plataformas de tutoria online e acesso remoto proporcionam experiências de aprendizagem mais envolventes e flexíveis. O registro de progresso facilita o acompanhamento do desenvolvimento do aluno, permitindo ajustes personalizados para maximizar o potencial de cada um. Em conjunto, essas tecnologias contribuem para ambientes educacionais mais adaptáveis e eficazes.”
A evolução tecnológica tem se mostrado uma aliada valiosa no mundo do trabalho, proporcionando avanços significativos em diversas áreas. Longe de ser uma ameaça à força de trabalho humana, a tecnologia surge como um recurso poderoso para aprimorar, otimizar e tornar mais eficientes as atividades laborais.
A tecnologia tem como propósito principal ser uma facilitadora, permitindo que as capacidades humanas sejam complementadas e ampliadas. Em diversos setores, desde a medicina até a indústria, a automação, a inteligência artificial e outras inovações têm demonstrado seu potencial para tornar processos mais rápidos, precisos e acessíveis.
A automatização de tarefas rotineiras libera tempo para os profissionais se concentrarem em atividades que exigem habilidades humanas únicas, como criatividade, tomada de decisões complexas e empatia. A tecnologia atua como uma aliada na execução de tarefas repetitivas, permitindo que os trabalhadores se concentrem em aspectos mais estratégicos e significativos de suas funções.
Além disso, a tecnologia cria inúmeras novas oportunidades profissionais, gerando diversos novos empregos e demandas por novas habilidades especializadas.
“Habilidades interpessoais, como comunicação eficaz, colaboração e pensamento crítico, continuam sendo valorizadas, especialmente à medida que a tecnologia se torna mais integrada em todas as áreas de negócio. Um exemplo disso é a crescente automação de tarefas anteriormente realizadas por seres humanos. Isso significa que as habilidades exigidas estão mudando à medida que as empresas adotam novas tecnologias para aumentar a eficiência e reduzir custos. Por exemplo, habilidades em ciência de dados, inteligência artificial, aprendizado de máquina e análise de big data estão em alta demanda, pois as empresas buscam extrair insights valiosos de grandes conjuntos de dados. Da mesma forma, habilidades em programação e desenvolvimento de software são cada vez mais valorizadas em uma ampla gama de setores, à medida que as empresas procuram desenvolver e implementar soluções digitais para enfrentar desafios específicos de negócios. Além disso, a rápida evolução da tecnologia requer que os profissionais estejam constantemente atualizados e prontos para aprender novas habilidades, adaptando-se rapidamente às mudanças no ambiente de trabalho. Isso destaca a importância das habilidades de aprendizado contínuo, adaptabilidade e pensamento crítico em um mercado de trabalho em constante transformação devido à tecnologia.”
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As relações entre as novas tecnologias e o mercado de trabalho
https://www.youtube.com/watch?v=dCDgwartftA
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GESTÃO BASEADA NA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Tópico 2
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O que é Gestão da Tecnologia da Informação?
Antes de definir o que é gestão da tecnologia da informação, vamos fazer uma rápida análise das palavras separadamente:
Gestão: ato de administrar ou gerenciar, isto é, fazer o uso de metodologias, ferramentas, técnicas e modelos para solucionar os problemas de uma entidade, instituição ou organização.
Tecnologia da informação: conjunto de recursos tecnológicos que fazem parte do processo de tratamento da informação. Esses recursos podem envolver sistemas, software, hardware, bancos de dados, internet das coisas, inteligência de mercado e até mesmo usuários e profissionais de TI .
Ou seja, gestão da tecnologia da informação é nada mais do que a administração dos recursos tecnológicos utilizados no processo de tratamento da informação de uma organização.
Esse processo envolve coleta, armazenamento, processamento, seleção, comparação, distribuição e avaliação de dados, que serão convertidos em informações úteis para a tomada de decisão!
Funções da Gestão da Tecnologia da Informação
1. Manter o desempenho de serviços
É preciso garantir que os serviços prestados pela área de TI sejam entregues com o nível de atendimento, disponibilidade e qualidade adequados, conforme acordos previamente fechados com as outras áreas de negócio.
Para isso, a gestão da tecnologia da informação pode se valer de modelos, como o ITIL® e o COBIT®. Leia nosso artigo se você deseja conhecer mais sobre esses frameworks de gestão e governança de TI.
2. Promover a transformação digital da empresa
Nem só de prestação de serviços vive a TI. Aliás, é possível arriscar e afirmar que esta não é a função principal dela. O papel mais relevante da área de TI é atuar como uma parceira estratégica, que direcione os esforços para a transformação digital da empresa.
Isso pode interferir na execução dos processos e projetos e afetar até mesmo o modelo de negócio.
3. Manter a satisfação dos usuários e clientes dos serviços
Deixar os usuários e clientes felizes não significa apenas atender aos pedidos que eles demandam. Significa superar as expectativas deles e entregar soluções que realmente façam a diferença para o negócio (ainda que as vezes seja preciso convencê-los de que determinado pedido não é relevante).
4. Fazer a gestão da equipe de TI
A equipe de TI também é um importante stakeholder a ser observado. Nas organizações em que a gestão e a governança de TI são pouco maduras, é comum que o time se sinta desmotivado. Para resolver isso, é preciso preparar, capacitar e engajar os colaboradores, estabelecendo uma relação de diálogo com elas.
5. Gerenciar riscos que a TI pode causar ao negócio
A maior parte das organizações possui uma quantidade significativa de informações em ambientes virtuais. Se por um lado isso aumentou a segurança, por outro lado também a diminuiu. Parece que não faz sentido né? Mas, veja só:
Quando as informações são processadas e armazenadas em sistemas, há diminuição no uso de papéis, que podem ser acessados e perdidos com grande facilidade. Por outro lado, ambientes virtuais possuem suas próprias ameaças, como vírus e hackers.
Porém, com uma boa gestão da Tecnologia da Informação, é possível identificar e mitigar os riscos com antecedência, por meio de normas e políticas.
6. Dar suporte aos processos organizacionais
A tecnologia da informação fornece apoio aos processos da empresa ao oferecer soluções de TI que simplifiquem e automatizem algumas atividades dos processos. Isso traz mais agilidade e eleva a performance da empresa.
Um exemplo de uso da TI nos processos é a integração de sistemas, que possibilita a centralização de informações e a automação de processos.
7. Alinhar o uso da TI aos objetivos estratégicos da empresa
Significa usar as ferramentas de tecnologia da informação para alcançar a visão de futuro desejada pela empresa. A TI deve acompanhar as evoluções de mercado a fim de trazer inovações que transformem o negócio.
A tecnologia da informação é considerada hoje um dos seis principais ativos das organizações, por isso a sua gestão é tão importante.
Se antes os recursos de TI eram utilizados apenas para armazenar dados, atualmente existe toda uma inteligência de negócio que permite que esses dados sejam manipulados, comparados, ordenados e interpretados. Tudo isso, para transformá-los em informações relevantes para as empresas e, assim, facilitar as decisões dos gestores.
O dado é a matéria-prima da informação que, por sua vez, é a matéria-prima do conhecimento. Organizações que possuem conhecimento do negócio e do mercado conseguem realizar ações para manter a empresa sempre competitiva.15
Quando utilizar a gestão de TI?
É muito comum que os empreendedores tenham dúvidas sobre o momento ideal para implementar a gestão de TI na empresa. A resposta é simples: quanto antes, melhor. Se o negócio está no começo, vale a pena dar início com toda essa estrutura preparada para ter uma rotina otimizada desde o primeiro dia, se possível.
A maioria dos softwares disponíveis para gestão é perfeitamente escalável. Assim, eles crescem com sua empresa. Além disso, não acredite no mito de que a gestão de TI é apenas para as grandes empresas. Existem muitas alternativas acessíveis no mercado. Se você não pode arcar com um setor interno, por exemplo, é possível terceirizar essa solução.
Uma empresa que começa com toda organização necessária tem muito mais chance de sucesso. Então, por que esperar para implementar a gestão de TI e acumular problemas e gastos com processos inadequados?
Quais benefícios a gestão de TI traz para uma empresa?
Apesar da grande importância desse setor, ainda é muito comum que empreendedores se perguntem quais são os benefícios para sua empresa, na prática. Para compreender melhor a necessidade das boas práticas de gestão de TI, confira as maiores vantagens que esse trabalho pode oferecer ao seu negócio!
1. Aumento da produtividade
Atualmente, as pessoas contam com a tecnologia em todos os setores de suas vidas. Não é necessário mais decorar telefones ou carregar agendas pesadas na bolsa, por exemplo. Com a sua empresa, não deve ser diferente.
Quanto tempo seus colaboradores passam procurando informações importantes para realizar os processos do dia a dia? E quanto desse tempo poderia ser economizado se todos os dados estivessem a um clique de distância?
A boa gestão de TI aumenta a produtividade em todos os setores da empresa. Isso porque implementa ferramentas que tornam a rotina das equipes mais ágil, eliminando tarefas repetitivas e demoradas. Assim, os colaboradores podem focar naquilo que fazem de melhor.
2. Redução de custos
É verdade que implementar a gestão de TI tem alguns custos iniciais. No entanto, quando você pensa no longo prazo, verá que esse investimento poderá prevenir muitos custos desnecessários na empresa.
Por exemplo, imagine que um novo software de estoque pode otimizar as compras realizadas por uma empresa. Com isso, evitam-se perdas ou despesas excessivas. Além disso, é possível diminuir a incidência de perda de vendas devido à falta de estoque.
Quando se aplicam ferramentas eficazes de gestão em todo um negócio, é possível identificar problemas logo no começo. Por isso, esse é um investimento importante.
3. Segurança
Atualmente, muito se discute o problema da segurança de dados. Em um empreendimento, certamente, é preciso lidar com muitas informações sensíveis. Isso vale tanto em relação aos processos da empresa quanto de dados pessoais de clientes e colaboradores.
Um vazamento de informações pode prejudicar “ e muito! “ a imagem do seu negócio. Suponha que uma invasão faça com que sejam divulgados os dados de crédito de todos os seus clientes. Além de multas por vazamento desses conteúdos e problemas com a Lei Geral de Proteção de Dados, conhecida como LGPD, muitos consumidores não voltariam a confiar a marca com essa falta de proteção.
Não é à toa que a segurança da informação é, atualmente, extremamente importante para empresas em qualquer setor. Uma gestão de TI eficaz também cuidará muito bem desse setor.
4. Qualidade no relacionamento com os clientes
Provavelmente, sua empresa conta com diferentes canais de atendimento ao cliente. A tendência é de que, cada vez mais, esses espaços se integrem. Então, se um consumidor entrou em contato por e-mail e, mais tarde, decidiu ligar para a empresa, ele espera que não precise repetir todas as informações do primeiro contato.
Por exemplo, imagine que sua empresa recebeu uma reclamação via e-mail. Sem um software que centraliza as informações sobre contatos de clientes, um dos agentes de vendas liga para a mesma pessoa no dia seguinte, visando oferecer um upgrade em seu plano de serviços.
Certamente, esse cliente se sentirá mal atendido. Afinal, acabou de fazer um pedido de suporte e, em sua perspectiva, a resposta da empresa foi uma tentativa de venda.
A boa notícia é que uma gestão de TI eficaz permite que todos os setores da empresa tenham acesso às informações vitais para a excelência de atendimento que seus clientes esperam.
5. Otimização de processos
Consulta de informações, cadastro de dados e identificação de problemas em potenciais são processos vitais para o bom funcionamento de qualquer empresa. Então, quando essas tarefas são dificultadas por softwares inadequados, muita coisa pode atrasar.
Em geral, a gestão de TI bem implementada consegue gerar economia de tempo e dinheiro para as empresas. Além disso, a otimização de processos torna a rotina dos colaboradores mais agradável, o que também contribui muito para o aumento da produtividade.
6. Identificação de novas oportunidades
Os seus clientes não serão os únicos beneficiados por um sistema integrado e eficaz de coleta e consulta de dados. Quando todas as informações estão centralizadas e acessíveis para a equipe, é mais fácil identificar oportunidades de venda.
Por exemplo, é possível saber quando seus clientes se aproximam de um perfil para upgrade de serviços. Ou, então, identificar o momento certo de oferecer produtos complementares aos que já adquiriram com sua empresa.
7. Maior facilidade da gestão como um todo
Se você atua na gestão de um negócio, certamente, conhece a importância do monitoramento dos números da sua empresa. Uma boa administração exige o acompanhamento de perto da performance dos processos, custos mensais e inúmeros outros dados.
Uma gestão de TI eficaz significa que todas essas informações estão mais acessíveis e organizadas. A integração dos dados, por sua vez, facilita a administração de todos os setores. Desse modo, é possível prevenir erros e melhorar a atuação como um todo.
8. Auxílio no pós-venda
As estratégias utilizadas no atendimento pós-venda também podem ser melhoradas com o acesso a dados confiáveis sobre o perfil dos seus consumidores. Dessa forma, a gestão de TI auxilia também na construção de um planejamento efetivo de atendimento após a venda, a fim de viabilizar o retorno e a fidelização de mais clientes.
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Importância da Gestão da Tecnologia da Informação
A Era da Informação representa uma quebra de ruptura, que vem ocorrendo desde o final da década de 60, com a introdução de máquinas de grande porte, conhecidas como mainframes. Os mainframes eram computadores enormes, dedicados exclusivamente ao processamento de muitas informações. Já na década de 80 surgiu o primeiro computador pessoal.
Mas o grande marco dessa era foi o surgimento da rede mundial de computadores: a internet. Essa inovação possibilitou a quebra de barreiras geográficas e a expansão do comércio internacional, além de ocasionar uma avalanche de dados e informações.
Veja na imagem abaixo o uso da tecnologia da informação ao longo dos anos:
Já deu para ter uma noção do quanto a tecnologia da informação impactou e ainda impacta na vida das pessoas, não é mesmo? Como pode ser observado nos dados apresentados anteriormente, empresas que fazem uso adequado da TI são mais lucrativas.
4 benefícios da Gestão da Tecnologia da Informação
1. Aumento da Produtividade
Gerenciar a tecnologia da informação em uma empresa faz com que ela seja mais produtiva ao eliminar desvios nos processos e excluir tarefas repetitivas.
2. Tomada de decisão baseada em dados
No contexto atual, as empresas lidam com uma quantidade imensa de informações provenientes de várias fontes, como:
Interações com clientes;
Transações;
Feedbacks;
Tendências de mercado;
E muito mais.
O desafio reside em transformar esses dados brutos em insights significativos que orientem as decisões estratégicas.
A Gestão da T.I age como um facilitador nesse processo, fornecendo as ferramentas e os sistemas necessários para coletar, processar e analisar essasinformações. Isso permite que as organizações identifiquem padrões, tendências e correlações que seriam impossíveis de detectar por meio de métodos tradicionais.
3. Informações Assertivas
A integração de sistemas possibilita maior controle sobre as informações, que ficarão centralizadas, facilitando o acesso e a tomada de decisão.
4. Vantagem Competitiva
Em muitas empresas a TI assume um papel estratégico. Ela atua como fonte de vantagem competitiva, pois é capaz de transformar o negócio através de soluções tecnológicas.
Desafios na Gestão da Tecnologia da Informação
1. Segurança de dados
A segurança de dados é definitivamente um dos principais desafios na gestão da Tecnologia da Informação.
Isso porque, a proteção adequada dos dados é fundamental para evitar violações de segurança, vazamentos de informações confidenciais e outros incidentes que possam comprometer a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados.
Isso significa que a segurança de dados requer investimento contínuo em tecnologia, treinamento e conscientização para proteger os ativos de informação da organização.
2. Integração de sistemas
A integração de sistemas refere-se à capacidade de diferentes sistemas, aplicativos ou componentes de software trabalharem juntos de maneira eficaz, compartilhando dados e funcionalidades de forma harmoniosa.
Ela pode ser desafiadora por conta de vários motivos, como por exemplo:
Diversidade de tecnologias;
Incompatibilidade de dados;
Necessidade de investimentos significativos em termos de tempo, recursos humanos e financeiros.
Uma abordagem cuidadosa, planejamento adequado e o uso das melhores práticas de integração são essenciais para garantir que os sistemas de uma organização funcionem de maneira eficiente e se integrem de maneira eficaz para atender às necessidades de negócios e de TI.
3. Adaptação a novas tecnologias
A introdução de novas tecnologias pode apresentar uma série de desafios, incluindo:
Resistência à Mudança: As pessoas muitas vezes resistem a mudanças, especialmente quando envolvem a adoção de novas tecnologias. Isso pode ser devido ao medo do desconhecido, à falta de familiaridade com as novas ferramentas ou à percepção de que as mudanças podem afetar negativamente suas tarefas ou posições.
Treinamento e Capacitação: A introdução de novas tecnologias geralmente requer treinamento e capacitação dos funcionários para que eles possam usá-las eficazmente. Isso pode ser dispendioso em termos de tempo e recursos.
Acompanhamento das Tendências: A rápida evolução da tecnologia significa que as organizações precisam acompanhar constantemente as tendências e inovações para garantir que permaneçam competitivas e relevantes.
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2 APLICABILIDADES
Com o surgimento dos computadores e com as tecnologias sendo incorporadas ao dia a dia das empresas, dos profissionais e da organização e métodos ao longo dos anos 1970 e 1980, houve avanços significativos na forma de gerenciar as organizações modernas.
De acordo com Morgan (2016), estas são algumas das abordagens que compõem a Teoria Geral da Administração e que abrem caminhos para a Gestão da Tecnologia:
A aplicabilidade da tecnologia refere-se ao uso prático das inovações tecnológicas em diferentes áreas para resolver problemas, otimizar processos e criar novas oportunidades. Com o avanço rápido da tecnologia, suas aplicações são cada vez mais amplas e impactam desde o cotidiano das pessoas até setores complexos da economia.
Principais Áreas de Aplicação da Tecnologia:
1. Educação
E-learning e Plataformas Virtuais: Ensino a distância e ferramentas digitais de aprendizado.
Gamificação: Uso de jogos e simulações para melhorar o engajamento dos alunos.
Realidade Aumentada/Virtual (AR/VR): Experiências imersivas para aprendizado prático.
2. Saúde
Telemedicina: Consultas e diagnósticos médicos realizados remotamente.
Prontuários Eletrônicos: Gestão eficiente das informações dos pacientes.
Dispositivos Vestíveis (Wearables): Monitoramento contínuo da saúde.
3. Indústria e Manufatura
Indústria 4.0: Automatização com robótica, IoT (Internet das Coisas) e sistemas ciberfísicos.
Manufatura Aditiva (Impressão 3D): Produção personalizada e mais eficiente.
Manutenção Preditiva: Previsão de falhas através de análise de dados.
4. Agronegócio
Agricultura de Precisão: Uso de sensores e drones para monitoramento e controle das lavouras.
Automação de Máquinas: Equipamentos agrícolas autônomos.
Gestão de Dados Climáticos: Análise de condições climáticas para melhorar a produção.
5. Setor Financeiro
Fintechs: Soluções digitais para serviços bancários, empréstimos e investimentos.
Blockchain e Criptomoedas: Transações seguras e descentralizadas.
Pagamentos Digitais: Facilitação de transações através de carteiras digitais.
6. Comércio e Varejo
E-commerce: Plataformas online para vendas e compras.
Inteligência Artificial (IA) em Atendimento: Chatbots e assistentes virtuais.
Análise de Dados e Personalização: Recomendações baseadas no comportamento do consumidor.
7. Transporte e Logística
Veículos Autônomos: Carros e drones sem a necessidade de condutor.
Gestão Inteligente de Frotas: Monitoramento e otimização do transporte de mercadorias.
Sistemas de Rastreamento: Localização em tempo real de produtos e veículos.
8. Segurança Pública
Videomonitoramento Inteligente: Identificação facial e análise comportamental.
Análise de Big Data: Previsão de crimes com base em padrões de dados.
Cibersegurança: Proteção contra ataques digitais em sistemas críticos.
9. Energia e Meio Ambiente
Fontes Renováveis: Tecnologias para energia solar, eólica e hidrelétrica.
Smart Grids: Redes elétricas inteligentes para eficiência energética.
Monitoramento Ambiental: Uso de sensores para controle da qualidade do ar e da água.
10. Entretenimento
Streaming de Conteúdo: Plataformas como Netflix e Spotify.
Realidade Virtual: Experiências imersivas em jogos e filmes.
Produção de Conteúdo Digital: Influenciadores e criadores de conteúdo.
Benefícios da Aplicação da Tecnologia:
Eficiência e Produtividade: Automatização e otimização de processos.
Acessibilidade: Democratização do acesso a serviços e informações.
Inovação Contínua: Desenvolvimento de soluções criativas para novos desafios.
Melhoria na Qualidade de Vida: Avanços na saúde, educação e comunicação.
Desafios:
Segurança e Privacidade: Proteção de dados pessoais e sensíveis.
Desigualdade Digital: Necessidade de inclusão para todos os segmentos da população.
Adaptação à Mudança: Treinamento e qualificação para o uso de novas tecnologias.
A tecnologia, quando bem aplicada, pode transformar sociedades, otimizar negócios e melhorar a vida das pessoas. A chave está em saber utilizá-la de forma ética e eficiente.
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Linha de análise neoclássica
Estruturalismo
Administração por objetivo
Reengenharia
2 APLICABILIDADES
No início, as empresas de tecnologia cobravam apenas pelo hardware, que era caro. Na visão de Laudon e Laudon (2012), era comum as empresas alugarem os sistemas eletrônicos, os softwares, e comprarem o hardware. Alguns softwares eram gratuitos, por exemplo:
Sistema operacional – Utilitários - Linguagens
Por meio dessa divisão por fases, é possível verificar o desenvolvimento da tecnologia nas empresas. Na ótica de Davenport (1994), as fases são as seguintes:
O desenvolvimento tecnológico nas empresas pode ser dividido em quatro fases principais, que refletem a forma como as organizações evoluíram ao longo do tempo ao adotar e integrar novas tecnologias. Cada fase representa mudanças na cultura organizacional, nas operações e na estratégia competitiva.
1. Fase da Automação Operacional
Período: Década de 1960 a 1980
Características:
Uso inicial de computadores para automatizar tarefas administrativas e repetitivas.
Sistemas básicos de processamento de dados, como contabilidade e folha de pagamento.
Introdução de máquinas industriais automatizadas para aumentar a eficiência na produção.
Objetivo:
Reduzir custos operacionais e aumentar a produtividade, eliminando o trabalho manual emprocessos rotineiros.
Exemplo:
Uso de sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) básicos para controle de inventário e finanças.
2. Fase da Integração Tecnológica
Período: Década de 1980 a 2000
Características:
Desenvolvimento de sistemas integrados (ERP, CRM).
Conectividade entre diferentes departamentos e unidades de negócios.
Introdução de redes locais (LAN) e sistemas de gerenciamento de informações.
Objetivo:
Melhorar a comunicação interna e criar fluxos de trabalho mais eficientes através da integração de dados e processos.
Exemplo:
Empresas adotando sistemas de controle de produção e logística em tempo real.
3. Fase da Transformação Digital
Período: 2000 a 2015
Características:
Uso da internet e de ferramentas digitais para expandir o mercado e os serviços.
Implementação de plataformas online (e-commerce, cloud computing).
Digitalização de processos tradicionais, como marketing digital e vendas online.
Objetivo:
Criar novas oportunidades de negócios e oferecer melhores experiências ao cliente, usando tecnologias digitais para inovação.
Exemplo:
Empresas migrando para plataformas em nuvem e utilizando dados para personalização de serviços.
4. Fase da Indústria 4.0 e Inteligência Artificial
Período: 2015 até o presente
Características:
Implementação de Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e big data.
Automação avançada, robótica colaborativa e fábricas inteligentes.
Utilização de análise preditiva, machine learning e tecnologias blockchain.
Objetivo:
Aumentar a eficiência, reduzir custos e criar novos produtos e serviços por meio da automação inteligente e da análise de dados.
Exemplo:
Empresas utilizando IA para otimização de processos, manutenção preditiva e personalização de produtos em tempo real.
Resumo das 4 Fases
Automação Operacional: Foco em tarefas repetitivas e administrativas.
Integração Tecnológica: Conexão entre sistemas e departamentos.
Transformação Digital: Digitalização de processos e inovação no modelo de negócios.
Indústria 4.0 e IA: Automação inteligente, IoT e análise avançada de dados.
Cada fase trouxe ganhos de eficiência e inovação, moldando as empresas em resposta às exigências de um mercado cada vez mais tecnológico e competitivo.
19
1ª fase
Processamento de dados: também chamada de Era do Papel, pois, naquele tempo, a única maneira de se comunicar com um computador era por meio do papel.
2ª fase
Sistemas de informação: também chamada de Era do Suporte Eletrônico, pois foi nesse período que surgir m os discos magnéticos, os disquetes de oito polegadas e os terminais, que começaram a substituir o papel na comunicação com o computador.
3ª fase
Informações estratégicas: também chamada de Era do Ambiente Virtual, foi extremamente curta, embora muito importante, pois serviu de transição entre dois modus operandi no tratamento da informação. Foi o período que serviu de ponte entre o reinado dos mainframes e as novas tecnologias da informação.
4ª fase
Tecnologia da informação: também chamada de Era da Globalização, teve como maior símbolo a ideia do mundo sem fronteira, a rede mundial de computadores, a internet.
2.1 AVANÇOS NO GERENCIAMENTO DAS
INFORMAÇÕES
No olhar empresarial, a informação se torna uma ação estratégica, incluindo também um foco na eficiência e no dinamismo do desempenho organizacional, pois desenvolve um novo processo de criação, investimento e valorização do capital humano.
Além disso, faz os objetivos interagirem conjuntamente: organização, estratégia e sistemas de informação.
Os avanços no gerenciamento das informações têm transformado profundamente a maneira como empresas e organizações coletam, processam, armazenam e utilizam dados. Esse processo evoluiu de sistemas manuais e isolados para plataformas sofisticadas que garantem eficiência, segurança e tomadas de decisão baseadas em dados.
Principais Avanços no Gerenciamento das Informações
1. Digitalização e Automação de Processos
Transformação de Documentos:
Documentos físicos são convertidos em formatos digitais, facilitando o acesso e a organização.
Automação de Tarefas Repetitivas:
Sistemas automatizados reduzem a necessidade de trabalho manual, otimizando o processamento de dados.
Benefício:
Reduz erros e aumenta a eficiência operacional.
2. Armazenamento em Nuvem (Cloud Computing)
Acesso Remoto:
Dados podem ser armazenados em servidores externos e acessados de qualquer lugar.
Escalabilidade:
Capacidade de ajustar o armazenamento conforme a necessidade, sem grandes investimentos em infraestrutura.
Benefício:
Reduz custos com hardware, aumenta a segurança e facilita o compartilhamento de informações.
3. Big Data e Análise Avançada
Coleta Massiva de Dados:
Ferramentas permitem armazenar e processar grandes volumes de dados em alta velocidade.
Análises Preditivas e Prescritivas:
Utilização de dados históricos e em tempo real para prever tendências e tomar decisões estratégicas.
Benefício:
Oferece insights valiosos para tomada de decisões baseadas em dados concretos.
4. Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning
Processamento de Dados Inteligente:
Algoritmos aprendem com os dados, identificando padrões e fazendo previsões.
Automação de Decisões:
Aplicações de IA analisam informações e tomam decisões sem intervenção humana.
Benefício:
Aumenta a precisão das análises e otimiza processos complexos.
5. Segurança da Informação
Proteção de Dados (LGPD, GDPR):
Avanços em criptografia e segurança cibernética garantem a confidencialidade e a integridade dos dados.
Autenticação e Controle de Acesso:
Tecnologias biométricas e multifatoriais protegem o acesso aos dados.
Benefício:
Minimiza riscos de vazamento de dados e protege informações sensíveis.
6. Sistemas Integrados (ERP, CRM, BI)
ERP (Planejamento de Recursos Empresariais):
Integra todas as operações de uma empresa em um único sistema.
CRM (Gestão de Relacionamento com Clientes):
Centraliza informações sobre clientes, otimizando o atendimento.
BI (Business Intelligence):
Transforma dados brutos em informações estratégicas.
Benefício:
Facilita a gestão e a análise das informações, melhorando a eficiência e a competitividade.
7. Internet das Coisas (IoT)
Coleta em Tempo Real:
Dispositivos conectados capturam e transmitem dados instantaneamente.
Monitoramento Inteligente:
Aplicações em fábricas, cidades e sistemas de saúde melhoram a eficiência e a tomada de decisões.
Benefício:
Gera dados contínuos para análises mais rápidas e precisas.
Impacto nos Negócios
Decisões Baseadas em Dados: Melhor compreensão do mercado e dos clientes.
Eficiência Operacional: Redução de custos e otimização de processos.
Inovação Contínua: Possibilidade de desenvolver novos produtos e serviços baseados em insights estratégicos.
Os avanços no gerenciamento das informações não apenas simplificaram as operações diárias, mas também impulsionaram a inovação e a competitividade, tornando a informação um ativo estratégico essencial.
20
2.1 AVANÇOS NO GERENCIAMENTO DAS
INFORMAÇÕES
Toda substituição ou alteração do modo de fazer causa novos procedimentos e ações a serem desenvolvidos, e isso aconteceu no caso da organização e métodos, que antes era usada se levando em conta as melhorias, a reorganização e até reengenharia de processos.
Isso também redesenhou novos profissionais e perfis para atender às novas demandas, ocasionadas pelos avanços ocorridos nesse novo mundo que se apresentava.
Toda substituição ou alteração do modo de fazer causa novos procedimentos e ações a serem desenvolvidos, e isso aconteceu no caso da organização e métodos, que antes era usada se levando em conta as melhorias, a reorganização e até reengenharia de processos.
Isso também redesenhou novos profissionais e perfis para atender às novas demandas, ocasionadas pelos avanços ocorridos nesse novo mundo que se apresentava.
Novas profissões, novos métodos, novas dinâmicas, novo olhar, novo foco, maior velocidade, praticidade, tudo isso mostra que o futuro está na construção desses novos saberes do presente, com máquinas que facilitarãoessa caminhada.
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2.2 AS NOVAS TECNOLOGIAS
De acordo com Morgan (2016), um dos pontos que vale a pena destacar foi o olhar de Michael Porter durante os anos 1970 e 1980.
Ele fundamenta sua pesquisa em sua visão sobre a construção da nova cadeia de valores que surge, explicando como clientes e fornecedores interagem e influenciam no preço final do bem ou serviço e nas estratégias a serem utilizadas; quais os níveis de competitividade que as empresas encontrariam; e quais empresas poderiam se destacar no mercado.
O modelo das cinco forças de Porter foi proposto no artigo “Como as forças competitivas moldam a estratégia”, publicado em 1979 na Harvard Business Review, que faz uma análise da competição entre empresas. As cinco forças seriam as seguintes (DAVENPORT; PRUSAK, 2014):
Tecnologia como Diferencial Estratégico
As novas tecnologias não apenas transformaram cada uma das cinco forças de Porter, mas também redefiniram a maneira como as empresas competem, inovam e entregam valor. Organizações que conseguem integrar essas tecnologias de forma estratégica tendem a se destacar no mercado, enquanto aquelas que resistem à mudança enfrentam maior risco de obsolescência.
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2.2 AS NOVAS TECNOLOGIAS
FONTE: encurtador.com.br/jxzE7
As cinco forças de Porter são um modelo estratégico desenvolvido por Michael Porter para analisar a competitividade de um mercado e a rentabilidade de um setor. A aplicação das novas tecnologias tem impactado cada uma dessas forças, transformando as dinâmicas competitivas em praticamente todos os setores da economia.
As Cinco Forças de Porter e o Impacto das Novas Tecnologias
1. Rivalidade entre Concorrentes Existentes
Definição:
A intensidade da concorrência entre empresas que disputam o mesmo mercado.
Impacto das Novas Tecnologias:
Inovação de Produtos: As empresas utilizam novas tecnologias para desenvolver produtos e serviços inovadores, diferenciando-se da concorrência.
Eficiência Operacional: Ferramentas tecnológicas, como automação e inteligência artificial, reduzem custos e aumentam a produtividade.
Transformação Digital: Empresas que adotam a transformação digital ganham vantagem competitiva, criando novas formas de entrega de valor.
Exemplo:
O uso de IA e automação na indústria automotiva tem aumentado a eficiência produtiva, intensificando a concorrência.
2. Ameaça de Novos Entrantes
Definição:
Refere-se à facilidade com que novas empresas podem entrar no mercado e competir com as já existentes.
Impacto das Novas Tecnologias:
Redução das Barreiras de Entrada: Plataformas digitais e tecnologias em nuvem reduzem os custos iniciais para iniciar um negócio.
Modelos de Negócio Disruptivos: Startups de base tecnológica introduzem modelos de negócios inovadores, como as fintechs no setor financeiro.
Escalabilidade Rápida: Empresas tecnológicas podem crescer rapidamente devido à capacidade de atender mercados globais.
Exemplo:
Aplicativos de transporte como Uber desafiaram empresas tradicionais de táxi, facilitando a entrada de novos competidores.
3. Poder de Barganha dos Fornecedores
Definição:
A capacidade dos fornecedores de influenciar os preços e as condições de fornecimento.
Impacto das Novas Tecnologias:
Desintermediação: Tecnologias permitem que empresas adquiram materiais diretamente dos produtores, reduzindo a dependência de intermediários.
Gestão de Cadeia de Suprimentos: Sistemas avançados (como ERPs e blockchain) melhoram a visibilidade e o controle sobre a cadeia de suprimentos.
Diversificação de Fornecedores: Plataformas online facilitam a busca e a negociação com fornecedores globais.
Exemplo:
Blockchain está sendo usado para rastrear e garantir a autenticidade de produtos, dando mais controle às empresas.
4. Poder de Barganha dos Clientes
Definição:
A capacidade dos clientes de influenciar preços e exigir maior qualidade ou melhores serviços.
Impacto das Novas Tecnologias:
Maior Acesso à Informação: Consumidores têm acesso instantâneo a informações sobre produtos e preços, aumentando seu poder de negociação.
Personalização: Ferramentas tecnológicas permitem que empresas ofereçam produtos e serviços personalizados, aumentando o valor percebido.
Canais Digitais: Plataformas de avaliação e redes sociais amplificam a voz dos consumidores, obrigando as empresas a focar na satisfação do cliente.
Exemplo:
Sites como Reclame Aqui pressionam empresas a manterem um alto padrão de atendimento.
5. Ameaça de Produtos ou Serviços Substitutos
Definição:
Refere-se à possibilidade de que produtos ou serviços alternativos satisfaçam a mesma necessidade do consumidor.
Impacto das Novas Tecnologias:
Inovações Disruptivas: Tecnologias criam produtos completamente novos que podem substituir os tradicionais (por exemplo, streaming substituindo a TV por assinatura).
Soluções Digitais: Softwares e aplicativos oferecem alternativas mais baratas ou convenientes a produtos físicos.
Mudança de Hábitos: O avanço tecnológico pode mudar o comportamento do consumidor, criando novos mercados e tornando produtos obsoletos.
Exemplo:
Serviços de streaming como Netflix substituíram locadoras de vídeo e mudaram o mercado de entretenimento.
23
2.3 GESTÃO INOVADORA E CAPACIDADE
TECNOLÓGICA
Ao desenvolver um produto ou oferecer um serviço, as organizações precisam ter consciência de que os clientes estão optando cada vez mais por produtos que entregam qualidade, diversidade e agilidade. Para abarcar essas características, é preciso que as empresas se adéquem às novas tecnologias tanto nos produtos em si como nos processos produtivos (MORGAN, 2022).
2.3 GESTÃO INOVADORA E CAPACIDADE
TECNOLÓGICA
Na visão de Laudon e Laudon (2020), as empresas inovadoras valorizam os talentos internos e os seus ideais. Nesse sentido, algumas práticas devem ser adotadas pela gestão:
• delegar tarefas;
• confiar nos funcionários;
• entender que cada um tem um papel inovador que agrega conhecimento;
• capacitar a equipe;
• dar liberdade aos funcionários para que eles executem suas ideias;
• proporcionar momentos de compartilhamento de saberes.
2.3 GESTÃO INOVADORA E CAPACIDADE
TECNOLÓGICA
O monitoramento dos processos é muito importante, bem como as avaliações periódicas. Já que o trabalho passa a ser mais colaborativo, é imprescindível que todos os profissionais envolvidos estejam focados na mesma cultura de inovação, o que exige deles um perfil profissional antenado e uma mentalidade digital.
São exigidas do profissional características como (Morgan, 2016):
• ter proatividade;
• ser generalista;
• ter conhecimento de negócios, sabendo dialogar com o cliente;
• ter autonomia, iniciativa e criatividade;
• ter capacidade de trabalhar em grupo;
• agir com qualidade e transparência em relação às técnicas de planejamento e organização do trabalho;
• ter conhecimento sobre as melhores práticas e metodologias.
Gestão Inovadora e Capacidade Tecnológica
A gestão inovadora é um modelo de administração que valoriza a criatividade, a flexibilidade e a implementação de novas ideias para melhorar processos, produtos e serviços. Já a capacidade tecnológica refere-se à habilidade de uma organização de desenvolver, adquirir e aplicar tecnologias de forma estratégica. Quando combinadas, essas duas práticas impulsionam o crescimento, a eficiência e a competitividade das empresas.
1. Características da Gestão Inovadora
Cultura de Inovação: Incentiva a criatividade e a experimentação dentro da organização.
Liderança Proativa: Líderes que promovem a mudança e estimulam a busca por soluções inovadoras.
Processos Flexíveis: Estruturas organizacionais adaptáveis, capazes de responder rapidamente às mudanças do mercado.
Colaboração e Co-criação: Valorização de ideias colaborativas, tanto internas quanto externas.
Foco no Cliente: Desenvolvimento de soluções que atendam melhor às necessidades dos clientes, antecipando tendências.
2. Componentes da Capacidade Tecnológica
Infraestrutura Tecnológica: Sistemas, hardware e redes que formam a base operacional.
Conhecimento Técnico: Competências dos colaboradoresno uso e desenvolvimento de tecnologias.
Inovação em Produtos/Processos: Criação ou aprimoramento de soluções tecnológicas para otimizar a produção ou oferecer novos serviços.
Adaptação às Novas Tecnologias: Capacidade de incorporar novas ferramentas, como inteligência artificial (IA), big data, e automação.
Gestão de Dados: Uso estratégico de informações para tomar decisões baseadas em dados reais.
3. Benefícios da Integração entre Gestão Inovadora e Capacidade Tecnológica
Aumento da Competitividade: Empresas inovadoras, que utilizam tecnologia de forma eficiente, destacam-se no mercado.
Melhoria Contínua: Processos otimizados por tecnologias avançadas garantem maior qualidade e eficiência.
Sustentabilidade: Soluções tecnológicas podem reduzir o impacto ambiental e melhorar a gestão de recursos.
Agilidade e Flexibilidade: Capacidade de responder rapidamente às mudanças do mercado e às necessidades do consumidor.
Engajamento dos Colaboradores: Ambientes inovadores e tecnologicamente avançados motivam os funcionários, estimulando a criatividade.
4. Exemplos Práticos de Gestão Inovadora com Capacidade Tecnológica
Indústria 4.0: Automação e integração digital de fábricas para criar sistemas de produção inteligentes.
Empresas de Tecnologia (Ex: Google): Ambiente organizacional voltado à inovação contínua e uso intensivo de novas tecnologias.
Startups: Modelos de negócio baseados em soluções tecnológicas disruptivas, como fintechs e healthtechs.
5. Desafios para a Implementação
Resistência à Mudança: Algumas organizações têm dificuldade em adaptar-se a novos modelos e tecnologias.
Investimento Alto: A implementação de novas tecnologias pode exigir recursos financeiros significativos.
Capacitação de Colaboradores: Necessidade de treinamento constante para acompanhar a evolução tecnológica.
Conclusão: O Futuro da Gestão Inovadora
A gestão inovadora, combinada com uma robusta capacidade tecnológica, é essencial para o sucesso das organizações no cenário atual. Empresas que investem em inovação e tecnologia não só se adaptam melhor às mudanças, mas também lideram em seus mercados, criando ambientes mais eficientes, sustentáveis e centrados no cliente.
26
ESQUEÇA A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: a próxima GRANDE INOVAÇÃO da sociedade | Market Makers #120
https://www.youtube.com/watch?v=52dQuM-QFYc
27
2.4 ESTRATÉGIAS TECNOLÓGICAS
Segundo Morgan (2016), a busca pela inovação deve considerar estratégias que levem em consideração os seguintes aspectos:
• A tecnologia envolvida no processo produtivo.
• A transferência de tecnologia (valores pagos para uso de tecnologias externas e contratos de assistência técnica).
• A forma como a tecnologia impacta o posicionamento estratégico da empresa.
• Como é introduzida a gestão de tecnologia na organização.
Segundo Gareth Morgan (2016), a busca pela inovação envolve a criação de estratégias que considerem aspectos fundamentais, que vão além de simples melhorias incrementais. Ele destaca a necessidade de uma abordagem holística e adaptativa para enfrentar desafios organizacionais. Os principais aspectos a serem considerados incluem:
1. Cultura Organizacional
Criar um ambiente que incentive a experimentação e a criatividade é essencial. Uma cultura de inovação valoriza o aprendizado com os erros e promove a colaboração entre equipes.
2. Visão Estratégica e Flexível
Organizações inovadoras devem possuir uma visão clara de longo prazo, mas ser flexíveis para adaptar suas estratégias conforme surgem novas oportunidades ou desafios no ambiente de negócios.
3. Estruturas Adaptáveis
Empresas devem evitar hierarquias rígidas e favorecer estruturas organizacionais que permitam rápida tomada de decisão. A inovação prospera em ambientes menos burocráticos.
4. Desenvolvimento de Capacidades
Investir em treinamento contínuo e no desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais nos colaboradores é crucial para garantir que a equipe esteja preparada para implementar novas ideias e tecnologias.
5. Foco no Cliente
A inovação deve estar alinhada às necessidades reais dos clientes. Estratégias eficazes envolvem compreender profundamente os desejos e comportamentos dos consumidores, muitas vezes usando ferramentas como design thinking.
6. Alianças Estratégicas e Parcerias
Cooperação com outras empresas, universidades ou centros de pesquisa pode facilitar a troca de conhecimento e a criação de soluções inovadoras. A inovação aberta (open innovation) é um exemplo desse modelo.
7. Sustentabilidade e Ética
A busca por inovação deve considerar práticas sustentáveis, minimizando impactos ambientais e promovendo o bem-estar social. Além disso, a ética no uso de tecnologias é um fator cada vez mais relevante.
8. Tecnologia como Aliada
Incorporar novas tecnologias, como inteligência artificial, big data e automação, é essencial. No entanto, a tecnologia deve ser vista como uma ferramenta, não como um fim em si mesma.
9. Aprendizagem Organizacional
Empresas inovadoras são aquelas que aprendem continuamente com suas experiências. Promover a reflexão sobre sucessos e falhas permite ajustar estratégias e processos de forma mais eficaz.
28
2.4 ESTRATÉGIAS TECNOLÓGICAS
As estratégias podem:
• ser objetivadas para o desenvolvimento de produtos e serviços com
forte orientação de mercado;
• imitar ou seguir organizações referenciais;
• ser usadas de forma focada, com objetivos definidos; e
• ser diversificadas, sem foco definido, mas com várias ações de desenvolvimento de produtos e processos.
Conclusão
Morgan destaca que a inovação não é um evento isolado, mas um processo contínuo que requer a integração de vários aspectos organizacionais. Empresas bem-sucedidas são aquelas que conseguem equilibrar esses fatores, criando um ecossistema interno propício à geração de novas ideias e soluções.
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Cultura da inovação EP1: estratégias e tecnologias disruptivas
https://www.youtube.com/watch?v=sdk5B48hfm8
AUTOMAÇÃO DE ROTINAS
Tópico 3
31
2 PRINCIPAIS SISTEMA DE AUTOMAÇÃO
A automação é o uso de comandos de programação lógicos e equipamentos mecanizados para substituir a tomada de decisão e as atividades de resposta manual dos seres humanos.
O desenvolvimento da automação está diretamente atrelado ao próprio desenvolvimento industrial, que traz para si o elevado emprego da automação, aumentando a qualidade e a produção, deixando processos menos complexos e menos custosos e, por consequência, puxando preços para baixo.
Acredita-se que o termo “automação” foi cunhado pela primeira vez na década de 1940 por um engenheiro da empresa Ford Motor, visando a descrever vários sistemas em que ações e controles automáticos foram substituídos por esforços e inteligência humanos.
Nesse momento, os dispositivos de controle eram de natureza eletromecânica.
A seguir, vamos descrever e explicar os principais sistemas de automação na visão de Laudon e Laudon (2020):
a. Controlador lógico programável (CLP)
b. Sistema digital de controle distribuído (SCD)
c. Controle de supervisão e aquisição de dados (SCADA)
Kenneth C. Laudon e Jane P. Laudon, em suas obras sobre sistemas de informação, destacam a importância dos sistemas de automação como parte essencial da infraestrutura tecnológica de uma organização. Eles classificam esses sistemas em diferentes categorias, dependendo das funções e níveis organizacionais atendidos. As principais categorias de automação mencionadas incluem:
1. Sistemas de Automação de Escritório (Office Automation Systems – OAS)
Estes sistemas auxiliam o trabalho administrativo e de rotina, automatizando tarefas como processamento de texto, e-mails, agendamento de reuniões, videoconferências e gerenciamento de documentos. Exemplos incluem:
Pacotes de produtividade (Microsoft Office, Google Workspace)
Sistemas de gerenciamento de documentos (SharePoint)
Ferramentas de colaboração (Slack, Microsoft Teams)
2. Sistemas de Processamento de Transações (Transaction Processing Systems – TPS)
Essenciais para automatizar operações diárias repetitivas,como vendas, pagamentos e controle de estoque. Eles garantem eficiência e precisão nas operações transacionais. Exemplos:
Sistemas de ponto de venda (POS)
Sistemas de folha de pagamento
Sistemas de reservas em companhias aéreas
3. Sistemas de Controle de Produção ou Automação Industrial (Industrial Control Systems – ICS)
Focados na automação de processos industriais e manufatura. Eles utilizam sensores, controladores e software para monitorar e controlar máquinas e processos. Exemplos incluem:
Sistemas SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition)
PLCs (Controladores Lógicos Programáveis)
Sistemas MES (Manufacturing Execution Systems)
4. Sistemas de Informação Gerencial (Management Information Systems – MIS)
Fornecem relatórios e informações consolidadas para ajudar na tomada de decisões táticas e operacionais. Eles automatizam a coleta e análise de dados operacionais. Exemplos:
Sistemas de relatórios financeiros
Dashboards de desempenho organizacional
5. Sistemas de Automação para Gestão de Relacionamento com o Cliente (Customer Relationship Management – CRM)
Facilitam o gerenciamento automatizado das interações com clientes e a análise de dados de vendas. Exemplos incluem:
Salesforce
Microsoft Dynamics CRM
6. Sistemas de Planejamento de Recursos Empresariais (Enterprise Resource Planning – ERP)
Integram processos internos de uma organização, como finanças, recursos humanos e produção. Automatizam fluxos de trabalho entre departamentos. Exemplos incluem:
SAP ERP
Oracle ERP
7. Sistemas de Automação de Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management – SCM)
Automatizam processos relacionados à aquisição, produção e distribuição de produtos, otimizando a cadeia logística. Exemplos:
Sistemas de rastreamento de pedidos
Sistemas de previsão de demanda
Conclusão
Laudon e Laudon destacam que a automação é crucial para aumentar a eficiência, reduzir erros e melhorar a tomada de decisões em todas as áreas da empresa. Os sistemas automatizados transformam dados em informações úteis, integrando processos e proporcionando vantagens competitivas significativas no ambiente empresarial moderno.
32
2.1 SISTEMAS DE CONTROLES
A instalação e a manutenção de sistemas de controle mais antigos estavam atreladas a altos custos, principalmente quando as empresas desejavam ampliar uma aplicação em que, além dos custos de projeto e equipamento, estavam incluídos custos com cabeamento dos equipamentos de campo à unidade central de controle.
De acordo com Morgan (2002), para minimizar esses custos e aumentar a operacionalidade de uma aplicação, foi introduzido o conceito de rede de comunicação digital para facilitar a interligação dos vários equipamentos de uma aplicação.
Visando ao projeto de implantação de sistemas de controle baseados em redes, é necessário um estudo para definir qual tipo de rede oferece as maiores vantagens de implementação ao usuário final, que deve buscar uma plataforma de aplicação compatível com o maior número de equipamentos possível.
Os sistemas de supervisão evoluem a cada dia e necessitam de outros desenvolvimentos tecnológicos.
Um deles refere-se aos sistemas de comunicação, que foram desenvolvidos dos mais diversos tipos. Por exemplo, pode-se citar a monitoração de um poço de petróleo localizado a quilômetros de distância da ilha de supervisão, no meio do nada, que transmite todas as informações requisitadas pelo supervisório por um sistema via rádio.
Ao chegar na sede da empresa, as informações são dispostas aos funcionários, que acessam os dados via uma rede local, a Ethernet (MORGAN, 2016).
A instalação e manutenção de sistemas de controle são processos que visam garantir o funcionamento e a disponibilidade contínua desses sistemas:
Manutenção de sistemas de controle
É um conjunto de atividades que visa garantir o funcionamento e a disponibilidade dos sistemas de controle. Pode envolver correções de erros, melhorias técnicas ou negociais, e otimização do sistema.
Sistema de controle de manutenção
É um software que permite gerenciar e controlar as atividades de manutenção de uma empresa. O objetivo é otimizar o processo de manutenção, reduzindo custos e aumentando a eficiência.
Manutenção de instalações
É o gerenciamento, reparo e manutenção contínuos de uma instalação e seus ativos físicos. Garante que a instalação opere de forma eficaz, segura e eficiente.
O sistema de controle de manutenção pode ser usado para:
Criar planos de manutenção
Acompanhar cronogramas e agenda de equipes técnicas
Preencher ordens de serviço e checklists digitais
Visualizar não conformidades
Criar planos de ação corretivos
Visualizar indicadores e históricos das máquinas e equipamentos
33
O que é Automação Industrial | RESUMO
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