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Assunto Apostila Exercícios Revisão Rendimento % 
Coordenadas Geográficas 
Geologia e 
Geomorfologia 
 
 
 
Relevo 
Hidrografia 
Climatologia e Climas do 
Brasil 
 
 
 
Vegetação do Brasil e do 
Mundo 
 
 
 
Atividade Industrial 
 
 
Espaço Industrial 
 
 
 
 
 
 
Geografia 
PLANEJAMENTO 
Livro 1 
#EsseAnoVai! 
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 Índice 
Geologia e 
Geomorfologia 11 
Hidrografia 25 
Climatologia e 
Climas do Brasil 
39 
Vegetação do 
Brasil e do 
Mundo 
52 
Coordenadas 
Geográficas 
3 
Relevo 20 
Espaço Industrial 75 
Atividade 
Industrial 
67 
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Sinônimos: 
 Norte: Setentrional e Boreal 
 Sul: Meridional e Austral 
 Leste: Ocidental 
 Oeste: Oriental 
Sistema de localização criado a partir de 
linhas imaginárias que cortam o planeta Terra. 
Atrás dos encontros entre essas linhas é possível 
localizar qualquer ponto na superfície terrestre. 
 
 
Rosa dos Ventos Coordenadas Geográficas 
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Coordenadas 
Geográficas 
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Linhas imaginárias que cortam a Terra no 
sentido horizontal. 
Paralelos principais: 
Linha do Equador – principal paralelo, 
divide o planeta em hemisfério Norte e Sul. 
Trópico de Câncer – Hemisfério Norte 
Trópico de Capricórnio – Hemisfério Sul 
Círculo Polar Ártico – Hemisfério Norte 
Círculo Polar Antártico – Hemisfério Sul 
Latitude: Medida em graus de um ponto 
qualquer na Terra em relação a linha do Equador. 
Varia de 0 a 90º tanto para o hemisfério Norte 
quanto para o Hemisfério Sul. 
OBS: quanto menor a latitude, maior a 
temperatura. Os paralelos são usados para 
demarcar as Zonas Climáticas. 
 
São linhas imaginárias que cortam a Terra 
de um polo ao outro. 
Paralelos fazem um círculo, Meridianos 
fazem semicírculos. 
Meridiano Principal: Greenwich 
Ele e seu antimeridiano (Linha 
Internacional de Data) juntos dividem o planeta 
em Hemisfério Leste e Hemisfério Oeste. 
Longitude: Medida em graus de um 
ponto qualquer na Terra em relação ao meridiano 
de Greenwich 
Varia de 0 a 180º tanto para Leste, quanto 
para Oeste. 
A longitude é a base do sistema de fusos 
horários que nós usamos. 
Coordenada Geográfica é o encontro de 
um paralelo com um meridiano formando um 
ponto de localização no sistema de coordenadas 
geográficas. 
 
 
 
 
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Paralelos Meridianos 
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ROTAÇÃO: Movimento que a Terra faz 
em torno do seu próprio eixo. 
Duração: 24 horas 
Consequências: alternância entre dias e 
noites, circulação do ar e correntes marítimas. 
Equinócio: Ocorre quando os raios 
solares perpendiculares atingem a Linha do 
Equador, gerando uma igual iluminação entre os 
hemisférios. Acontece nos dias 21/03 e 23/09. 
Dia e Noite com a mesma duração: 12 
horas 
Marca o início da primavera e do outono. 
Solstício: Ocorre quando os raios 
perpendiculares incidem sobre um dos trópicos, 
gerando a maior iluminação em um dos trópicos 
e a menor iluminação no outro. Acontece nos dias 
21/06 no Trópico de Câncer e 21/12 no Trópico 
de Capricórnio. 
Maior período de claro e menor período 
de escuro (noite). 
Marca o início do verão e do inverno. 
 TRANSLAÇÃO: Movimento que a Terra 
faz em torno do Sol. 
Duração: 365 dias e 6 horas 
Consequências: Estações do ano. 
OBS: Inclinação do eixo terrestre. 
 
 
 
 
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Movimentos da Terra Solstício e Equinócio 
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As estações do ano ocorrem de maneira 
inversa nos hemisférios norte e sul 
 
Sistema de Fusos Horários surgiu em 
1884 como forma de padronizar as horas do 
mundo através do uso dos meridianos. O horário 
base é o do Meridiano de Greenwich. Objetivo: 
facilitar a comunicação e o comércio. 
Fuso Horário é uma faixa de 15º de 
longitude que equivale a uma hora. 
 Sentido leste adianta (aumenta as 
horas). 
 Sentido oeste atrasa (diminui as 
horas). 
 
 
 
 
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A dinâmica das estações do 
ano 
Fusos Horários 
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Projeções Cartográficas são técnicas de 
reproduzir a Terra que possui formato esférico no 
plano, possibilitando a confecção de mapas. 
A única forma de representação fiel da 
Terra é o Globo, devido ao seu formato idêntico 
ao do Planeta. 
Porém o Globo possui algumas 
desvantagens: 
 Tamanho reduzido – o que leva a uma 
falta de detalhes 
 Não simultaneidade – não é possível ver o 
todos os países ao mesmo tempo. 
 Devido a mudança do formato TODA 
PROJEÇÃO TEM DISTORÇÃO. 
Escala é a relação matemática (proporção) 
entre a realidade e a representação. Mostra 
quantas vezes o real foi reduzido na 
representação. 
Dois tipos: 
Brasil possui quatro Fusos Horários 
 2h GMT: Ilhas 
 3h GMT: Fuso Principal, abrange toda a 
região Sul, Sudeste, Nordeste, Goiás, 
Tocantins, Pará e Amapá. 
 4h GMT: Mato Grosso, Mato Grosso do 
Sul, Rondônia, Roraima e Amazonas. 
 5h GMT: Acre e parte do Amazonas. 
 
 
 
 
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Escala 
Fusos no Brasil 
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Projeções Cartográficas 
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Projeção Cilíndrica 
Projeção Cônica 
Projeção Plana 
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É uma forma de representação do espaço geográfico em que a forma dos territórios é 
redesenhada, sofrendo uma deformação proporcional ao tema de interesse. 
Anamorfose de população: grande população território aparece maior do que realmente é. 
Menor população, território aparece menor do que realmente é. 
 
 
 
 
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Anamorfose 
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É a técnica de obtenc ̧ão de informac ̧ões acerca de um objeto, área ou feno ̂meno localizado na 
Terra, sem que haja contato físico com o mesmo. As informac ̧ões podem ser obtidas através de radiac ̧ão 
eletromagnética, gerada por fontes naturais (sensor passivo), como o Sol, ou por fontes artificiais (sensor 
ativo), como o radar. São apresentadas na forma de imagens, sendo mais utilizadas, atualmente, aque­las 
captadas por sensores óticos orbitais localizados em satélites. 
 
 
 
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Sensoriamento Remoto 
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Ciência que estuda a formação e as 
transformações ocorridas na crosta terrestre. 
Formação e desenvolvimento do relevo. 
Tempo Humano x Tempo Geológico: O 
tempo geológico refere-se ao processo de 
surgimento, formação e transformação do 
planeta Terra. O tempo histórico, por sua vez, faz 
referência ao surgimento das civilizações 
humanas e sua capacidade de comunicação 
escrita. 
Crosta Terrestre: Camada externa com 
espessura média de 70 km de profundidade. 
Dividida em duas grandes camadas: 
SIAL – Silício e Alumínio 
SIMA – Silício e Magnésio 
Camada descontínua formada por várias 
partes chamadas de placas tectônicas. 
Manto: Camada intermediária formada 
por rocha derretida. 
Material pastoso chamado de Magma. 
Principal rocha é o basalto 
Observações: 
 Astenosfera: camada superior do manto. 
 Solosbasálticos – altamente férteis. 
 
 
Geologia Estrutura da Terra 
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Geologia e 
Geomorfologia 
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Núcleo: Camada interna da Terra 
composta principalmente por metais. 
 NIFE: Ferro e Níquel 
 Núcleo externo: líquido 
 Núcleo interno: sólido 
 
 
 
 
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Publicada em 1915 por Alfred Wegener A Terra era um grande continente que se fragmentou e 
movimentou até a configuração atual. Não sabia explicar como isso ocorreu. 
Indícios usados por ele: 
 Contorno dos continentes 
 Semelhanças entre composição de rochas 
 Similaridade de fósseis 
 Existência de carvão mineral em regiões de clima polar. 
 
 
 
 Teoria da Deriva Continental 
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Década de 1960. Avanço da Teoria da 
Deriva Continental 
Placas tectônicas flutuam sobre o mando 
devido as correntes de convecção. 
Usada para explicar a maioria dos 
fenômenos geológicos. 
Chamados também de formadores do 
Relevo 
Tem sua origem na movimentação de 
placas. 
Orogênese: Movimento brusco que 
deforma a crosta criando montanhas. 
Movimentos horizontais. 
 Ocorreu de forma intensa na Era 
Cenozoica período Terciário 
 Formação das cadeias montanhosas 
 Placas Convergentes 
 
Epirogênese: Movimento lento e 
contínuo que deforma a crosta criando falhas ou 
dobras. 
 Movimentos verticais 
Tipos de Placas 
 Placas convergentes: →  
 Placas divergentes:  → 
 
 
 
 
 
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Teoria das Placas Agentes Internos 
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Tremores de terra causado pelo atrito entre as 
placas no processo de acomodação. 
 Ocorre principalmente onde nas 
bordas das placas. 
 Placas Convergentes 
 Medido pela escala Richter: Magnitude 
 
 
 
 
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Abalos Sísmicos 
 
 
 
 
 
Escala Richter 
 
 
 
 
 
 
 
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Quando material do interior da Terra é expelido para a superfície. Pode ser lava, cinzas ou gás. 
 Aliviar a pressão interna da Terra. 
 Ocorre nos encontros de placas 
 Destaque para o Círculo de Fogo do Pacífico 
 
 
 
 
 
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Vulcanismo 
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Também chamados de modeladores do 
relevo. São eles: Rios, chuva (mais forte), gelo, 
vento, seres vivos 
Erosão: perda de sedimentos 
Sedimentação/Deposição: ganho de 
sedimentos 
Obs: Voçorocas - isto é formação de 
grandes buracos de erosão causados pela chuva 
e intempéries, em solos onde a vegetação é 
escassa e não mais protege o solo, que fica 
cascalhento e suscetível de carregamento por 
enxurrada. 
Processos de degradação ou 
decomposição das rochas. 
O Solo é formado por fragmentos de rocha 
que sofreram intemperismo. Intensidade do 
intemperismo interfere na formação do solo. 
Intemperismo Físico: Quebra – 
Degradação mecânica da rocha 
Agente: Temperatura 
Predomina em locais secos e frios 
Intemperismo Químico: Decomposição 
da rocha. 
Tipo mais forte de intemperismo 
Agente: Água 
Predomina em locais úmidos. 
 
Rochas Magmáticas ou Ígneas: Tem sua 
origem na solidificação do magma. 
 Intrusivas ou Plutônicas: Resfriamento e 
Solidificação no interior da Terra. 
Processo lento -> formação de cristais 
 
 Exemplo: Granito e Gabro. 
 
 Extrusivas: Resfriamento e solidificação 
na superfície. Resfriamento rápido -> 
rochas escuras e opacas 
 
 Exemplo: Basalto e Granito 
respectivamente. 
 
 
 
Rochas Sedimentares: Formadas pela 
deposição e compactação de sedimentos 
No processo de formação das rochas 
sedimentares, os detritos se acumulam e se 
consolidam em camadas de estratos. 
Exemplos: Arenito, Argila e Carvão 
Mineral 
Intemperismo Biológico: causado por 
seres vivos. Pode ser Biológico Físico ou 
Biológico Químico 
 
 
 
 
Agentes Externos 
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Intemperismos 
Tipos de Rocha 
Processos 
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Formadas a partir da transformação de outras rochas (magmáticas e sedimentares), quando 
submetidas a certas condições de umidade, calor e pressão no interior da Terra. A rocha transformada 
adquire novas características e tem sua composição alterada. Exemplos: Quartzito e Mármore. 
 
São grandes formações rochosas que 
servem de base para a origem e evolução dessas 
formas e, por isso, não podem ser vistas em uma 
simples observação da paisagem. Temos três 
estruturas geológicas: 
 
 
 
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Rochas Metamórficas 
Estrutura Geológica 
Dobramentos Modernos: Estrutura 
mais recente. Formada por 
orogêneses ocorridas na Era 
Cenozoica, no Período Terciário. 
Esses dobramentos dão origem a 
forma de relevo conhecida como 
montanha, marcado por sua grande 
altitude. Por ser uma área de encontro 
de placas é comum a ocorrência de 
atividades sísmicas nessa estrutura. 
Exemplos: Cordilheira dos Andes e 
Himalaia. 
1 
Maciços Antigos ou Escudos 
Cristalinos: Estrutura mais antiga, 
data da Era Pré-Cambriana. Formou-
se no início do processo de 
solidificação da crosta. Com isso, 
foram mais de 4 bilhões de anos de 
erosão, dando origem a uma 
estrutura bastante desgastada. 
Importância econômica: essa 
formação é possível encontrar 
minerais metálicos. 
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Bacias Sedimentares: formada 
desde a Era Paleozoica até a 
Cenozoica. Sua formação deu-se pelo 
acúmulo de sedimentos, tanto de 
rochas, quanto sedimentos 
orgânicos. Em geral são áreas com 
menores altitudes. 
Importância Econômica: nessa 
estrutura é possível encontrar 
combustíveis fósseis, como carvão 
mineral e petróleo. 
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NÃO possui dobramentos modernos 
36% Escudos Cristalinos 
 Escudo das Guianas 
 Escudo Central 
 Escudo Atlântico 
 
64% Bacias Sedimentares 
 Destaque para a Bacia Sedimentar do 
Paraná 
 Presença de solos basálticos (terra roxa) 
 
 
Formação Geológica do 
Brasil 
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Relevo do 
Brasil 
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Montanhas: a característica principal das 
montanhas são as altitudes elevadas, justamente 
por isso, todos os pontos mais altos do planeta 
são montanhas. Na geologia, elas são 
consideradas formações relativamente novas. 
Planalto: relevo com predomínio de 
processos erosivos delimitado por declives. 
Regra geral (existem exceções) 
 Planaltos Cristalinos: maiores altitudes e 
formação em serras 
 Planaltos Sedimentares: menores 
altitudes e formação em chapadas 
 
Planície: terrenos PLANOS com 
predomínio de sedimentação com aclives em 
suas bordas. 
Em geral estão entre 0 a 200m de altitude 
Depressão 
 Absoluta: terrenos abaixo do nível do mar 
 Relativa: terreno mais baixo que seus 
terrenos adjacentes 
 
 Antigo – base geológica antiga e sem 
presença de dobramentos modernos 
 Desgastado (ou Erodido) – sofreu forte 
ação dos agentes externos 
 Baixo – 97% tem menos de 1000m de 
altitude. 75% não atinge 500mde altitude 
 Estável – por estar no meio da placa sul-
americana não possui vulcões e nem 
abalos sísmicos de grande magnitude 
 Predomínio de planaltos e depressões 
 
 
 
 
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Formas de relevo Relevo Brasileiro 
Características Gerais 
Abalos Sísmicos no Brasil são 
sempre de baixa magnitude, pois o 
Brasil encontra-se no centro da 
Placa Sul-americana, logo distante 
das áreas de choque entre placas. 
Os abalos que temos são 
decorrentes de falhas geológicas e 
não choque de placas, por isso, 
falamos que o Brasil não tem 
terremoto. 
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Uma das primeiras classificações para o 
relevo brasileiro 
Brasil poderia ser classificado em grandes 
unidades de planaltos e planícies, com seus 
estudos propôs a divisão do Planalto Brasileiro 
em Planalto Atlântico, Planalto Central e Planalto 
Meridional. 
Essa classificação tem por base a 
altimetria do relevo: as planícies são áreas que 
alcançam 200 m de altitude; os planaltos são 
áreas que superam essa altitude. 
Manteve a divisão em planaltos e planícies, 
porém dividiu o Planalto Brasileiro em Planalto 
Central, Planalto do Maranhão-Piauí, Planalto 
Nordestino, Planalto do Leste e Sudeste e 
planalto Meridional. 
Esses cinco planaltos foram definidos 
segundo critérios geomorfológicos estruturais, 
ou seja foram combinadas as formas com base 
em sua geologia. 
Planaltos e Planícies 
Na classificação do Prof. Aziz, os planaltos 
são áreas em que o processo de erosão é mais 
intenso do que o de sedimentação e as planícies 
são as áreas em que vem ocorrendo o contrário. 
 
 
 
 
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Aroldo de Azevedo - 1940 Aziz Ab’ Sáber - 1960 
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Atual de classificação do relevo brasileiro é 
feita pelo professor Jurandyr Ross . 
Baseou-se nos trabalhos anteriores – dos 
professores Aroldo de Azevedo e Ab`Saber – e 
nos relatórios, mapas e fotos produzidos pelo 
Projeto Radam Brasil 
O professor Jurandyr Ross da uma nova 
definição para os conceitos de planícies e 
planaltos e introduz uma nova forma de relevo, as 
depressões. 
O resultado de seu trabalho foi a 
identificação de 28 unidades de relevo que 
resultaram da ação de processos erosivos 
distintos em uma base litológica também distinta. 
 
 
 
 
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Jurandir Ross - 1990 
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É uma representação ortográfica nos planos cartesianos de um corte vertical do terreno 
segundo uma direção de um corte previamente escolhido, de tal forma que seja possível representar 
intuitivamente os desníveis e a topografia do terreno. 
 
 
 
 
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Perfil Topográfico Brasileiro 
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 97,5% Oceanos e mares. 
 2,5% Águas Continentais 
 69% Calotas Polares 
 30,3 % Águas Subterrâneas 
 0,7% Rios e Lagos. 
 
A aparente abundância de água não 
reflete como ela está realmente distribuída e é um 
recurso cada vez mais escasso nos dias atuais. 
 
 
Distribuição de água no 
planeta 
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Hidrografia 
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Estresse hídrico é a relação entre disponibilidade, consumo, precipitação e evaporação. Alto 
estresse hídrico pode ser causado tanto pela falta de água quanto pela grande densidade 
demográfica, resultando num enorme consumo. 
Escassez física: característica natural de falta de água no território. 
Escassez econômica: falta de capacidade do país em criar um sistema de água que abasteça 
toda a população. Alguns países com boa quantidade de água passam por problemas de acesso a 
essa água. Infraestrutura é cara para ser implementada. 
 
 
 
 
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Disponibilidade de água por pessoa 
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A agricultura é a atividade que mais consome água. O processo de irrigação tem muita perda 
por evaporação fazendo com que o volume necessário para essa atividade seja sempre muito alto. 
 
 
 
 
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Acesso à água potável e uso de água no mundo por 
setor 
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É preciso descontruir a ideia que o uso de água está relacionado a água que sai da torneira. 
O uso indireto de água é muito relevante e retrata a condição econômica da pessoa ou do país. 
Quanto melhor a condição econômica, maior seu consumo e consequentemente o seu uso de água 
de forma indireta. 
 
 
 
 
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Uso indireto de água 
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Rede Hidrográfica: conjunto de rios de 
uma bacia, formado pelo rio principal e seus 
afluentes. 
Bacia Hidrográfica: área drenada pelo 
rio principal e seus afluentes - rede hidrográfica. 
Divisores de águas: elevações no 
terreno de limitam as bacias hidrográficas, 
separando uma bacia da outra. Pode ser um 
planalto, uma serra, uma montanha ou outro tipo 
de elevação. 
 
 
 
 
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Águas Continentais 
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Elementos das Bacias Hidrográficas 
 (Geomorfologia fluvial) 
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 Nascente: Onde o rio começa, área de 
maior altitude do rio. 
 Afluente: rio menor que deságua no rio 
principal. 
 Alto curso: parte do rio próxima a 
nascente. 
 Baixo curso: parte próxima da foz, de 
onde o rio deságua. 
 Médio curso: parte intermediária do rio. 
 Montante: sentido nascente do rio, 
contra o a correnteza. 
 Jusante: sentido foz do rio, a favor da 
correnteza. 
Drenagem: A drenagem do tipo 
exorreica ocorre quando um rio nasce no interior 
do continente e segue até desaguar no mar. A 
drenagem do tipo endorreica ocorre quando um 
rio não desagua no mar, mas em outro rio ou 
lado, no interior do continente. 
Perenes e Intermitentes: Os rios 
intermitentes são aqueles cujos leitos secam ou 
congelam durante algum período do ano. Já os 
perenes, são os que correm durante o ano todo. 
No Brasil predominam os rios perenes, parte dos 
afluentes do São Francisco são intermitentes. 
Foz: A foz do rio é a região onde acaba o 
seu curso. Ela pode ser dividida em dois tipos: 
Foz estuário: quando as águas dos rios desaguam 
no mar ou oceano, através um único canal. Foz 
delta: quando as águas do rio desembocam no 
mar ou oceano através de redes de canais. 
 
 
 
 
 
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Elementos do rio 
Classificações 
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 Muitos rios e poucos lagos. 
 Bacias de vertente atlântica. 
 Regime pluvial (chuva), cheias 
com as chuvas de verão. 
 Predomínio de Foz em estuário. 
 Predomínio de Rios de planalto. 
 Maior bacia hidrográfica do mundo, corta 
7 países. 
 
 Rio Amazonas e parte dos afluentes são 
navegáveis. 
 
 Maior potencial hidrelétrico do Brasil. 
Porém, pouco aproveitado: 
 Impacto ambiental: alagamento 
em áreas de grande 
biodiversidade. 
 Distância do Centro consumidor, 
região amazônica possui baixa 
densidade demográfica e o custo 
de transmissãode energia é alto. 
 
 
 
 
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Hidrografica brasileira 
Principais Bacias 
Bacia Amazônica 
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Fenômenos: Pororoca, ondas formadas 
do encontro das águas do rio com o mar e 
Igarapés, os “caminhos de canoa”, período onde 
a área de várzea fica navegável para pequanas 
embarcações como canoas. 
 
Nasce na Serra da Canastra (MG) passa 
pelo semiárido do Nordeste e deságua na divisa 
entre SE/AL. 
Rio Perene mesmo cortando o Sertão, 
entretanto parte de seus afluentes são rios 
temporários. 
É conhecido como rio da integração 
nacional por ligar o Sudeste ao Nordeste, as duas 
regiões mais populosas do Brasil. 
Nilo Brasileiro: São Francisco tem algumas 
semelhanças com o rio Nilo. Ambos correm no 
sentido sul- norte, cortam uma área muito seca e 
são perenes. Além disso, os dois são 
extremamente importantes para a vida na área 
abastecida por eles. Como diferença, o rio Nilo 
tem foz tem Delta e o São Franscisco em estuário. 
Bom potencial hidrelétrico devido ao 
relevo planáltico. 
Usina de Tucuruí (PA) – situada no Rio 
Tocantins é a maior usina 100% Nacional. 
 Criada para atender o Complexo Carajás 
(mineração). A grande área de mineração 
e o polo de alumínio que surgiu na região 
consome a maior parte da energia 
gerada nessa usina. 
 
OBS: Ilha do Bananal – maior ilha fluvial do 
Mundo 
 
 
 
 
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Bacia do São Francisco 
Rio Amazônas tem foz mista: parte 
em estuário parte em delta. 
Aumento das usinas hidrelétricas 
ao longo do século XXI. 
! 
Bacia Tocantins-Araguaia 
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Utilização e importância: 
 Navegação – trecho navegável entre 
Pirapora (MG) até a divisa Petrolina (PE)/ 
Juazeiro (BA). 
 Irrigação: fruticultura irrigada no médio 
São Francisco. 
 Geração de Energia: Potencial Saturado. 
Possui seis usinas hidrelétricas nele e não 
existe mais capacidade de aumento de 
produção energética. Das seis usinas, 
destaque para a de Sobradinho que 
gerou o maior lago artificial do mundo, 
quatro cidades desapeceram e mais de 
70 mil pessoas foram deslocadas. 
 Abastecimento Urbano 
 
Transposição do Rio São Franscisco: Levar 
1% das águas para rios e açudes no semiárido, 
dessa forma esses rios e açudes intermitentes 
tornariam-se perenes. Essa obra visa fomentar a 
agropecuária local melhorando a economia e a 
condição de vida da populção local. Em suma, 
possibilitar o desenvolvimento de atividades 
econômicas no Sertão. 
Desvantagens: Alto custo do projeto e aumento 
da concentração de terra. As terras beneficiadas 
pela transposição tendem a se valorizar e grandes 
proprietários locais acabarem dominando estas 
áreas. 
Esta obra começou no Governo Lula, passou por 
Dilma, Temer e Bolsonaro. 
 
 
 
 
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 O novo desenho do São Francisco 
 
 
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Formada pela união de 3 bacias: 
 Bacia do Uruguai 
 Bacia do Paraguai – abrange a região do 
Pantanal. Relevo de planície faz com que 
esse rio seja navegável. Por ele minério 
do Maciço do Urucum (MS) são levados 
para a Argentina. 
 Bacia do Paraná: mais importante das três 
bacias. 
Maior produção de energia hidrelétrica 
devido ao relevo favorável e a proximidade do 
centro consumidor. Destaque para a Usina de 
Itaipu 
Usina de Itaipú: Com 20 unidades geradoras 
e 14 gigawatts (GW) de potência instalada, Itaipu 
fornece cerca de 10,8% da energia consumida no 
Brasil e 88,5% do consumo paraguaio. 
Reservatório geológico de água que 
ocorre em regiões de bacia sedimentar. A água 
fica armazenada entre os poros das rochas 
sedimentares. Dois tipos de aquíferos: 
Aquíferos livres ou lençóis freáticos: 
menores e mais limitados. Mais superficiais e por 
isso mais fácil de se usar. 
Aquíferos Confinados: Mais profundos. 
Cercado por rochas impermeáveis. Grande 
volume de água, entretanto sua extração é mais 
complexa e custosa. 
 
 
 
 
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Bacia Platina 
Aquíferos no Brasil 
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 Aquíferos no Brasil 
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Com 1,2 milhões de Km² abrange áreas do Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina. Sendo 
800 km² no Brasil. Grande importância pois possui grande parte na área mais densamente 
povoada. Em contrapartida, já apresenta focos de contaminação por uso de agrotóxicos, adubos 
entre outros. Por ser um aquífero transfronteiriço é preciso acordos para regulamentar o uso das 
águas. 
 
 
 
 
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Aquífero Guarani 
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Elementos Atmosféricos 
TEMPERATURA: Fonte de energia é 
o Sol. Parte da radiação do sol 
(INSOLAÇÃO) é retida pela 
atmosfera. Parte é absorvida pela 
terra e água superficiais e emanam 
calor da superfície para cima. 
Albedo – é quantidade de radiação 
solar incidente no planeta que é 
devolvido para o espaço. 
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Climatologia e 
Climas no Brasil 
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Ventos constantes: 
Alísio – São ventos que sopram 
constantemente dos trópicos para o Equador e 
que por serem muitos úmidos, provocam chuvas 
nesses arredores onde ocorre o encontro desses 
ventos. Por isso, a zona equatorial é a região das 
calmarias equatoriais chuvosas. 
Contra-alísios – São ventos secos, 
responsáveis pelas calmarias tropicais secas. 
Sopram do Equador para os trópicos, em 
altitudes elevadas. 
UMIDADE DO AR: é a quantidade de 
vapor de água na atmosfera. Varia de acordo com 
a região e a época do ano. Umidade relativa dado 
em porcentagem em relação ao ponto de 
saturação do local. 100% significam chuva. 
Neve: ocorre em regiões de baixa 
temperatura, assim não há fusão do vapor de 
água. 
Granizo: gotas de água são levadas a 
camadas mais frias da atmosfera e transformam-
se em gelo. 
Chuva: ocorre devido a 2 fatores, quando 
a umidade do ar atinge seu ponto de saturação e 
a queda da temperatura atmosférica. Existes 3 
tipos de chuva. 
Chuva Orográfica, Chuva Frontal e Chuva 
Convectiva 
 
 
 
 
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PRESSÃO ATMOSFÉRICA: é o peso 
que o ar exerce sobre a superfície. O 
vento surge por causa das diferenças 
entre pressão atmosférica – das áreas 
de alta pressão (frio) para de baixa 
pressão (quente). 
2 
VENTO 
É o deslocamento de ar causado pela 
diferença de pressão atmosférica 
Alta Pressão → Baixa Pressão 
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Classificações dos ventos 
Precipitações 
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Correntes Marítimas: são como “rios” 
dentro do mar. Correm sempre numa mesma 
direção e tem a temperatura como principal 
características. 
Correntes Quentes: podem amenizar o 
clima em algumas regiões. Exemplo: Corrente do 
Golfo atuando no clima da Europa. 
Correntes Frias: podem contribuir para a 
formação de desertos pois elas fornecem menos 
umidade para a atmosfera. Exemplo: Corrente de 
Benguela e Humbolt 
Posição Geográfica: Quanto menor a 
latitude maior a temperatura. 
Altitude: Quanto maior a altitudemenor a 
temperatura. 
Massas de Ar: Porção individualizada de ar 
que apresentam características próprias de 
temperatura e umidade. 
Maritimidade e Continentalidade 
Maritimidade é a proximidade ou influência 
dos oceanos. Ocorre predominantemente em 
áreas litorâneas. 
 Menores Amplitudes Térmicas. 
 
Continentalidade: ausência da influência 
do oceânica ocorre em áreas situadas no interior 
dos continentes. 
 Maiores Amplitudes Térmicas. 
 
 
 
 
Fatores que influenciam 
no clima 
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Tipos de Chuvas 
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Correntes ao redor do mundo 
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Aquecimento das águas do Pacífico Sul, 
próximo ao Peru causando mudanças no clima da 
região. 
Como ocorre: em certos anos os ventos 
alísios que saem do Pacífico Ocidental diminuem 
de velocidade e as águas quentes que iriam para 
a Austrália acumula-se na costa do Peru – corrente 
Humbolt. 
Consequências: redução da quantidade de 
peixes no Peru, alterações climáticas em toda a 
América do Sul, gerando também consequências 
econômicas. 
Brasil: aumenta as chuvas no Sul e 
intensificam as secas no Nordeste. 
Resfriamento das águas do Pacífico. Também 
leva a alterações climáticas em todo o globo 
facilitando a chegada das massas de ar frio vindas 
da Antártida. 
No Brasil: Intensifica o frio e o tempo seco no 
Acre, Rondônia, Centro Oeste e Sudeste. No Sul 
o frio se intensifica causando precipitação em 
forma de neve. 
Na América do Norte intensifica as chuvas. 
 
 
 
 
El Niño La Nina 
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El Ninõ e La Nina 
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Clima Equatorial: quente e chuvoso o ano todo. 
 
 
 
Clima Tropical: médias térmicas altas. Verão 
chuvoso e inverno seco. 
 
 
 
 
 
 
 
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Climas do Mundo 
 
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Clima Subtropical: Verão quente, inverno frio. 
Chuvas bem distribuídas ao longo do ano. 
 
 
Clima temperado oceânico: Verão quente e 
inverno frio com temperaturas negativas. Chuvas 
bem distribuídas ao longo do ano 
Clima temperado continental: Verão mais 
ameno e inverno mais rigoroso. Chuvas bem 
distribuídas. 
 
 
 
Clima Mediterrâneo: Verão quente e seco, 
inverno ameno e chuvoso. Predomina no sul da 
Europa e Norte da África. 
 
Clima Frio ou Subpolar: verão ameno e inverno 
rigoroso, com baixos índices de precipitação 
anual. Neve por vários meses do ano. Ocorre em 
áreas no Canadá, Norte da Europa e Ásia. 
 
 
 
 
 
 
 
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Clima Polar: Frio o ano todo, com baixa índice 
de precipitação. Invernos longos e rigorosos e 
verões com temperaturas na casa dos 10º C. 
Ocorre nas áreas próximas ao Círculos Polares 
Ártico e Antártico. 
 
Clima Desértico: Marcado pela baixa 
pluviosidade, ficando abaixo dos 250mm anuais. 
 
 
 
 
 
 
São grandes porções de ar características 
de temperatura, umidade e pressão bem 
definidas de acordo com seu local de origem. Ao 
se deslocarem influenciam no clima por onde 
passam. 
Massa de ar Equatorial Continental – 
mEc 
 Quente e úmida 
 Principal massa úmida – “rios voadores” 
 Obs: bacia Amazônica e Floresta 
Amazônica. 
 
Massa de ar Equatorial Atlântica – mEa 
 Quente e úmida 
 Atua principalmente no litoral norte e 
nordeste. 
 
Massa de ar Tropical Continental – mTc 
 Quente e seca 
 Atua no verão principalmente no Centro-
Oeste 
 
 
Brasil é um país com maior parte de seu 
território na Zona Tropical, com isso há 
predomínio de climas quentes. Sofremos a 
interferência de 5 massas de ar. 
 
 
 
 
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Massas de ar no Brasil 
Clima do Brasil 
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Massa de ar Tropical Atlântica – mTa 
 Quente e úmida 
 Atua no litoral de Santa Catarina até o 
Nordeste. 
 Chuva Orográfica 
 
Massa de ar Polar Atlântica - mPa 
 Fria e úmida 
 Litoral: Pode chegar até o Nordeste e 
causar chuva frontal. 
 Interior: Provoca brusca queda de 
temperatura. 
 Pode causar geadas 
 Amazônia: Chega na região Norte e 
causa leve queda de temperatura. 
“Friagem”. 
 
 
 
 
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Localização: Região Amazônica. 
Quente e chuvoso o ano todo. 
Maior índice pluviométrico do Brasil. 
Menor amplitude térmica do país. 
Ocorrência de chuva convectiva. 
Localização: Porção central do Brasil – Centro-
Oeste, parte do NE e SE. 
Altas médias térmicas. 
Verão quente e chuvoso, inverno ameno. 
Estiagem nos meses de inverno. 
 
 
 
 
Clima Equatorial Clima Tropical Típico (ou 
semiúmido) 
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Climas do Brasil 
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Localização: áreas próximas ao litoral do 
Rio Grande do Norte até São Paulo. 
Maior umidade devido a ocorrência 
constante de Chuva orográfica. 
Na região Nordeste chuvas concentradas 
no Inverno – Climograma de Maceió -AL. 
No Sudeste chuvas concentradas no 
verão – Climograma de Cubatão – SP. 
Localização: terra altas do Sudeste. 
Altitude acima dos 800m. 
Clima similar ao tropical com chuvas no 
verão e estiagem no inverno. 
Menores médias térmicas a altitude. 
 
 
 
 
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Clima Tropical Úmido Clima Tropical de Altitude 
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Localização: Sertão do Nordeste. 
Clima quente e seco o ano todo. Chuvas 
escassas e irregulares. 
Menor índice pluviométrico do Brasil. 
Localização: Região Sul. 
Verão quente e inverno frio. Chuvas bem 
distribuídas ao longo do ano. 
Pode ocorrer temperaturas abaixo de 
zero e neve nas áreas de maior altitude, como a 
Serra Gaúcha. 
Maior amplitude térmica entre os climas 
do país. 
 
 
 
 
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Clima Semiárido 
Clima Subtropical 
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Climas do Brasil 
 
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Por possuir grande diversidade climática, 
consequentemente apresentamos grande 
diversidade de biomas. O Brasil é um dos países 
de maior biodiversidade, com destaque para a 
Floresta Amazônica, Mata Atlântica e Cerrado. 
Localização: Área de Clima Equatorial 
Características: 
 Latifoliada: folhas grandes e largas. 
 Perene: folhas verdes o ano todo. 
 Densa : mata fechada. 
 Higrófila: possuem parte ou total 
submersão em água. 
 Grande biodiversidade 
 Estratificada (mata de várzea, mata de 
igapó e mata de terra firme) 
 
 
 
 
Vegetações do Brasil Floresta Amazônica 
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Vegetação no 
Brasil e no Mundo 
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Inicia na década de 70, com apoio de 
projetos governamentais para povoar a região 
norte. 
Causas: 
 Projetos agropecuários. A pecuária causa 
mais impacto do que a agricultura. 
 Extração de madeira. 
 Extrativismo Mineral 
 Construção de HidrelétricasMaiores desmatamentos registrados nos 
estados: PA 
O grande desmatamento da Amazônia 
desde 2019 gerou impactos negativos na 
imagem do Brasil com outros países. Esse 
desmatamento é um dos fatores que fazem o 
Acordo entre União Europeia e Mercusul não saia 
do papel. 
Localização: área próxima ao oceano e 
interior de SP 
Características 
 Latifoliada 
 Perene 
 Densa 
 Grande biodiversidade 
 Desmatamento 
 
Inicia com o início da colonização e hoje 
atinge mais de 90% da área original. O que resta 
está fragmentado dificultando a preservação. 
 
 
 
 
Desmatamento Mata Atlântica 
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3 degraus de vegetação da Floresta Amazônica 
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Desmatamento iniciado no século XVI. A maior parte da população brasileira ocupa área 
original de mata Atlântica. 
Causa do Desmatamento: 
 Extração de pau-brasil 
 Cultivo de cana-de-açúcar (NE) 
 Cultivo de café (SE) 
 Cultivos mais recentes: cacau, tabaco no NE. 
 Cana e laranja no SE. 
 Urbanização e industrialização 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
HOTSPOT: grande biodiversidade e alto índice de desmatamento. 
 É um dos biomas mais ameaçados de extinção do planeta 
 Atualmente seus remanescentes ocorrem onde o relevo íngreme dificulta o acesso e a 
devastação 
 
 
 
 
 
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Desmatamento na Mata Atlântica 
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Ocorre principalmente na região sul – 
Clima Subtropical (Mais ameno) nas áreas de 
maiores altitudes (Planaltos da bacia do paraná) 
Mas também ocorre em serras e planaltos do 
sudeste (regiões elevadas). 
 
 Características: 
 Aciculifoliada 
 Mata Aberta 
 Homogênea 
Desmatamento na ordem de 
aproximadamente 95%. Desmatamento recente, 
começa na década de 50 
Causas 
 Cultivo da Soja. 
 Indústria de papel e celulose 
 Indústria de móveis 
 Urbanização 
Localização: Parte do Piauí e do Maranhão. 
Marcado pela presença de da Carnaúba e do 
Babaçu. 
Área de transição entre clima seco da 
caatinga e úmido da região amazônica 
Predomínio das palmeiras, muito 
utilizadas para atividades extrativistas 
 
 
 
 
 
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Mata das Araucárias Mata dos Cocais 
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Área de transição com a Fl. Amazônica 
 Óleo: Utilizado na indústria alimentícia e 
de cosméticos 
 Folhas: Esteiras, chapéus, cestos 
 
 
 
Área de transição com a Caatinga 
Óleo do coco - Folhas cera e telhado - 
Madeira para construção 
 As atividades extrativistas não prejudicam 
a mata 
 A expansão da pecuária é uma forte 
ameaça 
 
 
 
 
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Babaçu Carnaúba 
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Localização: Brasil Central, muito 
característico no Centro-Oeste, e algumas áreas 
da Nordeste e Sudeste. 
Característica: Formado por dois estratos, um 
rasteiro e um arbustivo. 
 Plantas de pequeno porte – arbustos 
 Tronco retorcido 
 Raízes profundas, para buscar água no 
subterrâneo 
 Casca Grossa 
Mulheres que vivem do 
extrativismo vegetal do babaçu. 
"A gente costuma dizer que uma 
palmeira é uma mãe que dá sustento 
a uma família, a vários filhos", 
emenda a quebradeira Maria da 
Glória Belfort. 
 
 
 
 
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Cerrado 
Quebradeiras 
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Localização: Sertão Nordestino. 
Vegetação semiárida com grande biodiversidade 
Características: 
 Plantas Xerófitas (adaptadas a pouca 
água). 
 Presença de Espinhos e armazenam 
água. 
Desmatamento ligado a obtenção de 
lenha pela população local. 
Obs. Caatinga é uma área que corre risco 
de passar por um processo de desertificação. 
Localização: faixa litorânea. 
 Raízes aéreas 
 Plantas Halófitas 
 Solo Lamacento. 
 Grande quantidade de material orgânico. 
OBS: Berçários da vida marinha – Grande 
quantidade de matéria orgânica (Alimento) 
Desmatamento: ligado a ocupação 
urbana e derramamento de óleo em águas 
marinhas. 
Desmatamento crescente 
devido as novas fronteiras agrícolas a 
partir da década de 70. 
Principalmente pelo cultivo de grão. 
Causas: Incorporação de 
novas áreas para a agricultura 
comercial 
 Cultivo de soja, milho, cana 
 Pecuária bovina 
 Urbanização. 
 
Hoje resta apenas 20% do 
Cerrado intacto. 
 
 
 
 
 
Caatinga Mangues 
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Desmatamento no Cerrado 
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Vegetação característica de solos 
arenosos e com alta salinidade 
Localização: faixa litorânea 
Características: Alta diversidade 
biológica. 
Ocorre na planície dos pampas, sul do RS. 
Característica: vegetação rasteira ou 
herbácea, como as gramíneas. 
Área história de pecuária extensiva de 
corte 
Localização: porção oeste do Mato 
Grosso e Mato Grosso do Sul. 
Características: 
 Formação complexa: alterna áreas de 
Floresta, Cerrado e Campos. 
 Grande biodiversidade 
 Grande área alaga (relevo de planície) 
 
Desmatamento: pecuária bovina 
 
 
 
 
 
 
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Restinga 
Campos ou Pradarias 
Pantanal 
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Vegetações do Mundo 
Vocabulário 
Acicular ou Aciculifoliada: folhas finas, em forma de agulhas. 
Latifoliada: plantas com folhas grandes e largas. 
Decídua (ou folhas caducas): plantas que perdem folhas em determinada época do 
ano. 
Perene: árvores possuem folhas verdes o ano todo. 
Higrófila: plantas adaptadas a climas muito úmidos. 
Xerófita: espécies adaptadas a climas muito secos. 
Heterogênea/Grande biodiversidade: grande variedade de espécies. 
Homogênea: pequena variedade de espécies. 
 
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É considerado o bioma mais recente formado na 
Terra. 
Ocorre próximo ao Círculo Polar Ártico: Alasca, 
norte do Canadá, Groelândia, Escandinávia e 
norte da Rússia. Regiões extremamente frias com 
temperatura varia de -60ºC a 10ºC. 
É formado por musgos, liquens e plantas 
rasteiras. 
 
 
 
 
Vegetação que ocorre apenas no Hemisfério 
Norte entre latitudes 50º - 60º N. Está em uma 
área com Invernos muito rigorosos (neve) e verão 
quente. 
Suas principais características são: 
 Plantas Coníferas. 
 Floresta Homogênea. 
 Folhas Aciculares e Perenes 
Pode ser encontrada em grandes extensões da 
Rússia, Alasca, Noruega, Suécia, Finlândia e 
Canadá. 
 
 
Seu desmatamento é associado ao seu uso pela 
indústria de papel e celulose e de madeira 
 
 
 
 
 
 
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Tundra Taiga ou Floresta Boreal 
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Floresta Temperada 
Vegetação Típica de Clima Temperado com estações do ano bem definidas. Sua 
característica mais marcante é a presença de plantas decíduas ou caducas. 
As folhas variam sua coloração durante o outono, indo de avermelhadas até tons de 
marrons e dourados. Logo no início do inverno perdem suas folhas, como forma de 
reduzir o metabolismo, que só voltam a aparecer na primavera. 
Recobria áreas da Europa, China, Japão, leste da América do Norte. Além de Chile, Nova 
Zelândia e Austrália. 
É considerado o bioma mais desmatado do mundo. Hoje essas áreas são emgeral 
densamente povoadas e com grande desenvolvimento urbano industrial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Desertos e Semidesertos 
Regiões de chuvas raras e irregulares, baixa umidade do ar e solo empobrecido. 
Marcados por alta amplitude Térmica e presença de solos pobres (arenosos e 
pedregosos). 
Neste tipo de condição vamos encontrar as Plantas Xerófitas. As quais tem como 
característica serem sempre de pequeno porte. 
Os desertos ocupam1/5 da superfície da Terra. 
OBS: Caatinga é um semideserto 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Formação típicas de regiões tropicais, com 
verões chuvosos e invernos secos. 
Normalmente encontrada entre biomas de 
floresta e de desertos. É composta por dois 
estratos, um arbóreo e um rasteiro, logo, 
gramíneas e árvores esparsas. 
É um bioma de grande biodiversidade e destaca-
se no continente africano. 
Sofre impactos devido a expansão das áreas de 
extrativismo mineral e da agropecuária. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Savanas 
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Florestas Tropicais ou Úmidas 
Ocorre na zona Intertropical, devido a temperatura elevada e grande umidade, é o bioma 
com maior biodiversidade do planeta. 
Apesar de podermos criar subgrupos elas apresentam características comuns: 
 Grande biodiversidade 
 Perenes 
 Higrófila 
 Latifoliada 
 
Exemplo: Floresta Amazônica, Mata Atlântica e Floresta do Congo. 
Por se localizar em países subdesenvolvidos sofre desmatamento com o avanço da 
agropecuária e aumento dos índices de urbanização. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Encontrada basicamente nas regiões próximas ao 
mar mediterrâneo – sul da Europa e norte da 
África e oeste da Ásia. Também ocorre no Chile, 
EUA, sul da África e Austrália. 
Está dividida em dois grupos: 
 Maquis: formação mais densa com 
arbustos e árvores 
 Garrigues: formação aberta composta 
por arbustos. 
 
Bioma de vegetação rasteira em ambiente frio 
e/ou seco. Muito comum na transição entre 
desertos e florestas. 
Ocorrência: EUA, Mongólia, Sibéria (Rússia) e 
China 
 
Vegetação rasteira em climas mais úmidos. São 
formadas por gramíneas e ótimas pastagens 
naturais. 
Ocorrência: Brasil, Argentina, EUA, Canadá 
 
 
 
 
 
 
 
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Vegetação Mediterrânea 
Estepes 
Pradarias 
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Indústria: conjunto de processos de produção 
padronizada em larga escala. Tem como base o 
uso de máquinas. Atividade do Setor Secundário 
Industrialização traz impactos em diversas 
esferas da vida econômica e social. 
 Transportes 
 Geração de emprego 
 Consumo 
 Uso e fontes de energia 
 Extração de matéria prima 
 
 
 
Conceitos 
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Atividade 
Industrial 
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ARTESANATO 
 Primeira etapa de transformação. 
 Ainda existe até os dias atuais. 
 Artesão controla todas as etapas da 
produção. 
 Baixa produtividade. 
 Não há divisão do trabalho. 
 
MANUFATURA 
 Etapa intermediária entre o 
artesanato e a maquinofatura. 
 Uso de máquinas simples. 
 Divisão do Trabalho. 
 
INDÚSTRIA 
 Conjunto de processos de produção 
padronizada em larga escala. Tem como 
base o uso de máquinas. Atividade do 
Setor Secundário 
 Industrialização traz impactos em 
diversas esferas da vida econômica e 
social. 
 
 Transportes 
 Geração de emprego 
 Consumo 
 Uso e fontes de energia 
 Extração de matéria prima 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Estágios da produção pré-
industrial 
Fatores Locacionais 
Benefícios que fazem a indústria se 
instalarem em determinado local. 
Energia: Infraestrutura e preço da 
energia. Existência de uma rede 
energética onde não haja interrupção 
ou risco de falta de energia. 
Matéria-Prima: proximidade de 
matérias primas. Esse fator era mais 
importante quando os transportes 
eram mais caros. Perde força 
atualmente. 
Mão-de-Obra: Existência ou não de 
mão-de-obra qualificada. Custo da 
mão-de-obra e leis trabalhistas. 
Mercado Consumidor: Existência de 
um mercado consumidor de grande 
porte. Perde força com o 
barateamento dos transportes. 
Incentivos Fiscais: Políticas 
governamentais para atrair indústria 
com isenção de impostos e Zonas 
Econômicas Especiais. 
Tecnologia: locais onde se 
encontram muitas universidades e 
centros científicos e tecnológicos, 
pois formam profissionais 
especializados e garantem rápido 
aprimoramento das condições e 
estratégias de produção industrial. 
Transportes (logística): existência de 
uma infraestrutura de transporte que 
garanta a circulação de mercadorias, 
matéria-prima e insumos. 
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Indústria de Base: produzem para matéria prima 
para outras indústrias. 
 Extrativistas: mineradoras 
 Bens Intermediários: Bens 
manufaturados ou matérias-primas 
processadas empregadas na produção 
de outros bens, como o açúcar nas balas, 
os componentes na televisão, etc. Os 
bens intermediários também podem ser 
definidos como os insumos. 
 Bens de Capital: Fabrica equipamentos e 
máquinas para outras indústrias. 
 
Indústria de Bens de Consumo: para consumo 
da população como um todo. 
 Bens duráveis e Não Duráveis 
 
Inovações tecnológicas: Máquina a Vapor criada 
em 1712, por Thomas Newcomen e aperfeiçoada 
por James Watt em 1765. 
 
 
Diferente da manufatura a MAQUINOFATURA a 
máquina torna-se a base da produção. 
 Carvão Mineral a fonte de energia da 
Primeira Revolução Industrial. 
 Evolução nos transportes. 
 Concentração Industrial em 
 Áreas carboníferas. 
 
 
Datada em 1750 e tem a Inglaterra com berço. 
 
 
 
 
 
 
 
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Tipos de Indústria 
Primeira Revolução 
Industrial 
Porque a Inglaterra? 
Acúmulo de capital nos 
séculos XVI e XVIII – 
mercantilismo e colonialismo. 
Burguesia no poder – 
Revolução Gloriosa 1688. 
Reservas de minério de ferro 
e Carvão Mineral. 
Matérias-primas fornecidas 
pelas colônias. 
Excesso de mão-de-obra 
devido ao êxodo rural. 
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Novas inovações tecnológicas geram uma nova 
fisionomia para a Indústria na segunda metade 
do século XIX. Esta fase dura até meados do 
século XX. Algumas características perduram até 
hoje 
 
 Processo Bessemer – transformação de 
Ferro em Aço. 
 Dínamo – permitiu o uso de eletricidade. 
 Motor a Combustão Interna 
 Telefone 
 
Características: 
 Novas fontes de energia – Petróleo e 
Eletricidade. 
 Surgimento de novos setores da 
Indústria: metalurgia, siderurgia, 
automobilística. 
 Novas áreas industriais: Alemanha, 
França, Itália, Estados Unidos, Canadá e 
Japão. 
 Segunda metade do século XX ocorre 
industrialização de alguns países 
periféricos como Brasil, Argentina, 
México, Tigres Asiáticos entre outros. 
 
Os países Industrializados acabam por dominar 
economia e a política mundial – Imperialismo. 
 
Taylorismo 
Frederick Taylor (1856 – 1915) – 
1911 – Princípios da administração científica. 
 Executar uma tarefa com o menorgasto 
possível de tempo e energia – 
AUMENTAR produtividade e LUCRO. 
 Linha de produção. 
 Seleção e treinamento de funcionários. 
 
Fordismo 
Henry Ford (1863 – 1947), aperfeiçoa as teorias de 
Taylor. 
 Linhas de montagens com esteiras 
rolantes. 
 Produção em massa. 
 Século XX aumento do consumo devido 
a crescente publicidade. 
 Formação de grandes corporações e de 
oligopólios. 
 
 
 
 
 
 
 
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Segunda Revolução 
Industrial 
Evolução nos métodos de 
trabalho 
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É a prática de mercado em que a oferta de um 
produto ou serviço, que tem vários compradores, 
é controlada por pequeno grupo de vendedores. 
Neste caso, as empresas tornam-se 
interdependentes e guiam suas políticas de 
produção de acordo com a política das demais 
empresas por saberem que, em setores de pouca 
concorrência, a alteração de preço ou qualidade 
de um afeta diretamente os demais. O oligopólio 
força uma batalha diplomática ou uma 
competição em estratégia. 
 
Tipos de Oligopólios: 
Cartel: empresas independentes de um mesmo 
setor ou setores semelhantes fazem acordos para 
eliminar a concorrência. Ex: OPEP. 
Truste: Empresas que abrem mão de sua 
independência e se unem para constituir uma 
única organização. 
 Horizontais – empresas com o mesmo 
ramo de produtos. 
 Verticais – empresas que cuidam de todo 
o processo produto. 
Conglomerados: diversificada para dominar a 
oferta em vários produtos. Ex: Mitshubishi. 
Holding: uma empresa criada para administrar 
outras, possuindo a maior parte das ações. 
Segunda metade do século XX. Indústrias da 
Segunda Revolução Industrial ainda são 
importantes. Porém novas inovações 
tecnológicas trazem novas atividades. 
Inovações: 
 Computador e uso da informática na 
indústria. 
 Novas fontes de energia (eólica, 
biomassa, solar...) 
 Novas organizações do trabalho – pós 
fordismo. 
 Novos Ramos: Informática, robótica, 
telecomunicações entre outros. 
 Reorganização Espacial da Indústria: 
Transnacionais e desconcentração 
industrial. 
 
Pós Fordismo (Toyotismo) 
Nova forma de organizar a produção surgida no 
século XXI. 
Just in Time Estoques mínimos para evitar 
desperdício. 
 Produção flexível 
 Terceirização da produção. 
 Propõem um trabalhador criativo e que 
participe de todo o processo de 
produção. 
 Mão-de-obra terceirizada e temporária. 
 Qualidade total. 
 Automação: Linha de montagem 
comandada por computador. 
 
 
 
 
 
 
 
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Oligopólio 
Terceira Revolução 
Industrial 
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Linhas de Montagem 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Núcleo que concentra atividades de alta 
tecnologia, empresas, universidades e centros de 
pesquisa que facilitam o contato entre esses 
meios, de modo a possibilitar o surgimento de 
inovações técnicas e novas idéias que 
caracterizam a revolução técnico-científico-
informacional. Concentram grande quantidade 
de mão-de-obra altamente qualificada. 
Principais tecnólogos: 
 Vale do Silício (Califórnia.) e Região de 
Boston – EUA. 
 Grande Paris - França 
 Baviera – Alemanha. 
 Cambridge – Inglaterra. 
Momento atual 
Fusão do “mundo real” com o “mundo digital” 
Características 
 Intensa automação 
 Inteligência Artificial (algorítmicos) 
 Dados são o novo petróleo 
 Ex: Eletrodomésticos “inteligentes”, 
impressora 3D, carros autônomos, 
atendimento, etc. 
 Produção de tecnologia não é 
homogênea. 
Problemas 
 Aumento da desigualdade entre países 
 Qual o futuro do emprego? 
 Privacidade digital 
 
 
 
 
 
 
 
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Tecnopólos Quarta Revolução Industrial 
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Revoluções industriais 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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A Europa foi o primeiro continente a se 
industrializar, teve a Inglaterra como pioneira, 
depois se estende por vários países do 
continente. 
Os fatores que explicam seu pioneirismo são: 
 Abundância de mão-de-obra. 
 Forte mercado consumidor: Urbanização 
e trabalho assalariado. 
 Matéria-prima proveniente das colônias 
africanas e asiáticas. 
Desenvolvimento tecnológico ligado a produção. 
 
 
 
Europa 
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Espaço 
Industrial 
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“Regiões Negras” 
Primeiras áreas industriais ligadas a extração de 
carvão. 
Principais áreas: Glasgow, Yorkshire, Midlands e 
Liverpool. 
Setores tradicionais perdem importância (têxtil, 
siderúrgico e naval). 
Novos setores ganham destaque: petroquímico, 
biotecnológico, aeronáutico e eletrônico. 
Hoje as principais áreas são as regiões 
metropolitanas de Londres (principal área) e 
Birmingham (tecnopólo). 
Década de 80 forte privatização 
 
Economia 
 Forte participação do Estado. 
 Adere em 1957 ao MCE 
 Norte mais desenvolvido e 
industrializado Sul mais agrário. 
Industrialização 
Ocorre de forma efetiva no pós-guerra 
beneficiado pelo plano Marshall. 
Principais Polos: Milão, Turim e Gênova. 
 Setores: Automobilístico (Ferrari, Fiat), 
Eletrônicos, Produtos Químicos (Pirelli). 
Grifes: Benetton, Armani, Gucci e Versáti 
 
 
 
Regiões Industriais: 
Principal região fica na confluência dos rios Reno 
e Ruhr – Megalópole: Colônia, Essen, Dortmund. 
Rio Reno ligação com o porto de Roterdã 
(Holanda) 
Setores: siderúrgico, automobilístico, 
petroquímico, mecânica de precisão e 
eletroeletrônicos. 
Outras áreas: 
 Stuttgart – automobilístico (Daimler-
Benz) 
 Munique (tecnopolo)– produtos 
químicos (Bayer) 
 Wolfsburg – Volskwagem. 
 Porção Oriental: Bremen e Leipzig 
Industrialização 
Acelera no século XIX nas regiões de jazidas de 
carvão: região da Alsácia e Lorena. 
Se beneficia das colônias africanas 
(neocolonialismo) 
Pós Segunda Guerra 
Novas fontes de energia leva a dispersão 
industrial. 
Beneficiada pelo Plano Marshall 
Fundadora do MCE (1957) 
Novas áreas Industriais 
 Região de Paris – costura perfumes, 
cosméticos, aeronáutica, farmacêutica e 
automobilística. 
 Lyon – Química e têxtil. 
 Toulouse – Aeronáutica. 
 Nantes – Química. 
 
 
 
 
 
 
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Inglaterra Itália 
França Alemanha 
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Era Meiji ( 1868 – 1912) 
Promove a abertura da economia para o 
Ocidente através de uma série de medidas: 
 Criação de uma infraestrutura de 
transporte 
 Instalação de indústrias de base 
 Investimentos em educação para o povo 
– objetivo de qualificar a mão-de-obra. 
 Surgimento com apoio do Estado de 
grupos industriais familiares os zaibatsus 
 
IMPERIALISMO JAPONÊS 
Tentativa de expansão territorial motivada por: 
 Pequeno território e com relevo 
montanhoso. 
 Poucos recursos naturais (minerais 
metálicos e combustíveis fósseis). 
 
Áreas ocupadas: 
 1895 – Coréia e Taiwan. 
 1931 – Manchuria (China) 
 1937 – Províncias no norte da China 
 1941 – Península indochinesa. 
 Segunda Guerra – Ilhas no Oceano 
Pacífico. 
Segunda Guerra 
Luta ao lado de Alemanha e Itália. 
Japão no final da 2ª Guerra é bombardeado com 
armas nucleares em Hiroshima e Nagasaki. 
OBS: foi o único ataque com armas nucleares em 
toda a história. 
Japão saida guerra, derrotado e destruído 
 
 
 
 
 
 
 
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Japão 
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Pós Segunda Guerra o Japão vai ter um 
crescimento muito acelerado. Alguns fatos 
importantes para este crescimento: 
 Plano Colombo: ajuda econômica dos 
EUA para a reconstrução. Este plano tinha 
também o objetivo de afastar a influência 
socialista de URSS e China. 
 Forte investimento em educação 
novamente. 
 Mão-de-obra abundante, qualificada e 
disciplinada. 
 Fim da indústria bélica canalizou o 
investimento para o setores de 
tecnologia. 
 política trabalhista – contratação de 
jovens recém formados; aumento de 
salário por tempo de serviço. 
 Incentivo a exportação de produtos 
industrializados. 
 Incentivo a poupança – dinheiro poupado 
era usado para investir na indústria. 
 
RESULTADOS: 
 Forte industrialização leva a um superávit 
na balança comercial. 
 Crescimento anual entre 7% a 11% (1955 
– 1990) 
 Crescimento no setor siderúgico (mesmo 
com poucos minérios) até a década de 
70. 
 Décadas de 70 e 80 forte investimento 
em tecnologia. 
 Setores importantes: siderurgia, naval 
(maior do mundo), robótica, 
automobilística, têxtil, eletroeletrônico e 
eletrodoméstico. 
 Na década de 60 e 70 o capital japonês 
importante para industrialização dos 
Tigres Asiáticos. 
 
Concentração agravada pelo fato de ser um 
arquipélago montanhoso. 
Tóquio é a maior concentração industrial. 1/3 da 
produção do país. 
Osaka e Nagoia são os outros importantes 
centros. 
Ocorreu a formação de uma megalópole Tóquio-
Osaka-Nagoia que concentra 60% da população 
japonesa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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O Milagre Econômico 
Da reconstrução à Potência Econômica 
Esgotamento do modelo japonês 
Dois fatores vão frear a economia 
japonesa: 
1º - O resto do mundo adotou o 
modelo japonês de produção – 
TOYOTISMO – assim as diferenças de 
preço e qualidade eram quase zero. 
2º - Surgimento de novos 
competidores, Os Tigres Asiáticos, 
com produtos de alta qualidade e 
baratos. Ex: Sansumg, KIA etc. 
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Concentração Industrial 
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Estados Unidos 
Manufacturing Belt – Grandes Lagos e Nordeste 
Século XIX – presença de jazidas de ferro e carvão. Uso do rio São Lourenço (transporte). 
Setores Tradicionais – ligado a Segunda Revolução Industrial 
Exemplos: setor alimentício, automobilístico, siderúrgico. 
“Rust Belt” – perde importância com fuga de indústrias para México, China e Sudeste 
Asiático. 
 
Sun Belt – Oeste e Sul 
Pós 1950 
Indústria ligada a tecnologia – Terceira Revolução Industrial 
Tecnolopolos – Vale do Silício 
Exemplos: Aeroespacial, informática e química fina. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Índia 
Membro do Brics País de grandes contrastes 
Economia que mais cresce do mundo. 
 Economia passa por grande abertura pós 1990 
 Atrai muitos investimentos externos 
 Riqueza mineral 
 Mão de obra barata 
 
Destaque: 
 Indústria Siderúrgica 
 Desenvolvimento de Software (Bangalore) 
 Indústria Cinematográfica “Bollywood” (Bombain). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1949 – Revolução Chinesa - Ditadura Socialista 
Partido Único 
Revolução Cultural – perseguição política 
Estatização da Economia 
Economia Planificada: Controle e planejamento 
100% estatal. 
 Reforma Agrária 
 Forte investimento na indústria de base. 
 Crescimento econômico mediano 
 
1978 – Deng XiaoPing – Nasce uma nova China 
 
1980 – Abertura Econômica: Medidas 
econômicas ligadas ao capitalismo. 
Possibilidade de lucro. 
Privatizações. 
Parcerias público privado. 
Atração de Capital Externo. 
Plano de transformar a China em potência em 40 
anos. 
Investimento em educação e tecnologia. 
Socialismo de Mercado 
 
 
 
 
 
 
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China 
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Zonas Econômicas Especiais 
Áreas onde houve abertura econômica e forte atração de capital externo. 
Atrativos: 
 Mão-de-obra barata 
 Sindicatos controlados e ausência de greves 
 Incentivos fiscais 
 Leis ambientais frouxas 
 Criação de uma cultura de trabalho chinesa com longas jornadas e alta 
produtividade. 
 
Resultados 
 Chegada de transnacionais. 
 Super crescimento econômico. 
 Desenvolvimento tecnológico. 
 Migração interna. 
 Maior produção industrial do mundo. 
 Segunda maior economia do mundo. 
 
 
 
 
 
 
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Industrialização pós Segunda Guerra. 
Dependente de empréstimos e empresas 
estrangeiras (transnacionais). 
Modelo de substituição de importações. 
Países: Brasil, México e Argentina. 
Indústria – segue o roteiro latino-americano, 
estatais no setor de base e transnacionais nos 
bens de consumo durável. Cresce no Pós Guerra 
com: 
Investimento Estatal: setor de infraestrutura e 
indústria de base 
Chegada de Transnacionais: busca por matéria-
prima e mão de obra barata 
1960 – Surgem as Maquiladoras 
Formação de Zonas Francas no Norte do México 
Indústrias Maquiladoras: recebem componentes 
de fora, fazem a montagem com mão de obra 
barata e Exportam o produto final. 
 
 
 
 
 
 
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América Latina 
México 
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Maquiladoras 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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