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Eletrônica Analógica 
Prof. Eng. Viviana R. Zurro MSc. 
Exame - Roteiro kit polo - Eletrônica Analógica 1 
 
 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL UNINTER 
ESCOLA SUPERIOR POLITÉCNICA 
BACHARELADO EM ENGENHARIA ELÉTRICA 
ELETRÔNICA ANALÓGICA 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA 
 
 
 
 
 
 
 
ALUNO: MICHEL VIEIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RIO DE JANEIRO – RJ 
2026 
 
 
 
Eletrônica Analógica 
Prof. Eng. Viviana R. Zurro MSc. 
Exame - Roteiro kit polo - Eletrônica Analógica 2 
 
 
EXPERIÊNCIA 1: Ceifador de pico inferior 
 
RU = 4257147 
 
RU1 RU2 RU3 RU4 RU5 RU6 RU7 
4 2 5 7 1 4 4 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 1: Ceifador de pico inferior. 
 
A tensão de referência depende do seu RU. 
Se 𝑅𝑈3 = 5 adotar 𝑉 = 5𝑉 
 
 
 
 
 
 
Eletrônica Analógica 
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Exame - Roteiro kit polo - Eletrônica Analógica 3 
 
 
 
 
Figura 2: Transformador com duas bobinas no secundário. 
 
 
 
Figura 3: Transformador com duas bobinas no secundário. 
 
 
 
 
Eletrônica Analógica 
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Exame - Roteiro kit polo - Eletrônica Analógica 4 
 
 
 
 
 
Tabela 1: Sinais de entrada e saída de um ceifador (ver vídeo para saber como completar a tabela). 
 
Parâmetro 𝒗𝒊 [𝑽] 𝒗𝒐 [𝑽] 
Tensão pico a 
pico [V] 
34 22,7 
Frequência [Hz] 60 60 
 
 
Tabela 2: Curva de transferência de um ceifador de pico inferior (ver vídeo para saber como 
completar a tabela). 
 
𝒗𝒊 [𝑽] 𝒗𝒐 [𝑽] 
−20 −5,7 
−15 −5,7 
−10 −5,7 
−6 −5,7 
−5 −5,0 
−2 −2,0 
0 0,0 
+2 +2,0 
+5 +5,0 
+10 +10,0 
+15 +15,0 
+17 +17,0 
 
 
 Referência: 𝑉 = 5 V (do seu 𝑅𝑈 ) . 
 Resistência de carga: 𝑅 = 10 kΩ . 
 Fonte senoidal via transformador 12–0–12 V: assumo 𝑉pico ≈ 12√2 V ≈ 17,0 V e 𝑓 ≈ 60 Hz . 
 Explicação do circuito e da forma de onda: conforme a lei acima, o diodo entra em condução 
apenas quando o sinal tenta ir abaixo de ≈ −5,7 V, “achatando” o pico inferior; no resto do 
tempo o sinal é essencialmente o mesmo da entrada. 
 
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EXPERIÊNCIA 2: Ceifador em dois níveis com zener 
 
 
Figura 4: Ceifador de pico inferior em dois níveis com zener. 
 
 
 
 
 
Figura 5: Protoboard, ceifador de pico inferior em dois níveis com zener. 
 
 
 
 
 
 
Eletrônica Analógica 
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Exame - Roteiro kit polo - Eletrônica Analógica 6 
 
 
 
 
 
 Figura 6: Montagem, ceifador de pico inferior em dois níveis com zener. 
 
 
 
 
 
 Figura 7: Montagem, ceifador de pico inferior em dois níveis com zener. 
Eletrônica Analógica 
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Tabela 3: Sinais de entrada e saída de um ceifador (ver vídeo para saber como completar a tabela). 
 
Parâmetro 𝒗𝒊 [𝑽] 𝒗𝒐 [𝑽] 
Tensão pico a 
pico [V] 
34 6 
Frequência [Hz] 60 60 
 
 
Tabela 4: Curva de transferência de um ceifador em dois níveis com zener (ver vídeo para saber 
como completar a tabela). 
 
𝒗𝒊 [𝑽] 𝒗𝒐 [𝑽] 
−20 −3,0 
−10 −3,0 
−5 −3,0 
−3 −3,0 
−2 −2,0 
0 0,0 
+2 +2,0 
+3 +3,0 
+5 +3,0 
+10 +3,0 
+20 +3,0 
 
 
 Dois zeners de mesma tensão, aproximadamente 𝑉 ≈ 3 V (especificado no roteiro) . 
 Resistência: 𝑅 = 10 kΩ . 
 Assumo configuração limitadora simétrica com zeners em oposição resultando em limitação 
aproximadamente em ±𝑉 (desprezando corrente mínima e resistência dinâmica do zener). 
 
 Explicação: cada zener conduz em um dos semiciclos quando ∣ 𝑣 ∣ tenta ultrapassar 𝑉 , 
ambos os picos e mantendo a saída limitada aproximadamente a ±𝑉 . Em prática, a limitação 
ocorre próximo a um leve arredondamento .
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EXPERIÊNCIA 3: Amplificador transistorizado 
Polarizar um circuito transistorizado para trabalhar na região ativa considerando os 
seguintes dados: 𝛽 = 250, 𝑉𝐵𝐸 = 0,7𝑉, 𝑉𝐶𝐸 = 
𝑉𝐶𝐶. 
2 
Considerando a alimentação 𝑉𝐶𝐶 = 15𝑉, projetar a etapa para ter um ganho 𝐴𝑉 = −4. 
Adotar 𝑅𝐸 = 𝑅𝑈2 ∗ 1000, e 𝑅2 = 10𝑅𝐸. 
Se 𝑅𝑈2 = 0 adotar 𝑅𝐸 = 2𝑘Ω 
 
Figura 8: Amplificador transistorizado. 
 
 
 
Tabela 5: Ponto de operação do transistor (ver vídeo para saber como completar a tabela). 
 
𝑽𝑪𝑬 𝑽𝑩𝑬 𝑰𝑪 𝑰𝑩 
7,7 V 0,7 V 0,64 mA 2,6 𝜇A 
 
Tabela 6: Ganho de tensão de um amplificador transistorizado na configuração emissor comum 
polarizado em Classe A (ver vídeo para saber como completar a tabela). 
 
 𝑨𝑽 calculado 𝑨𝑽 medido 
−4,06 −4,0 a −4,1 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Dados do roteiro: 
 𝑉 = 15 V, 𝐵 = 250, 𝑉 = 0,7 V, alvo 𝐴 = −4, polarização em Classe A com 𝑉 ≈
 (ponto médio) . 
 
Escolhas e projeto: 
 Adoto 𝑅 = 2,2 kΩ 
 Logo 𝑅 = 10 𝑅 ≈ 22 kΩ 
 Para obter 𝐴 − 4 sem bypass do emissor, usa-se 𝐴 − , com 𝑟
 mV
. 
Para fixar 𝐴 − 4, uma boa aproximação é 𝑅 4 𝑅 ; escolhendo o comercial 𝑅 = 9,1 kΩ chega-se 
muito próximo do alvo e ainda atende o ponto médio de 𝑉 . 
Cálculos de polarização (considerando 𝑉 ≈ ): 
 
 Corrente de coletor aproximada por 
𝐼 ≈
𝑉 − 𝑉
𝑅 + 𝑅
⇒ 𝐼 ≈
15 − 7,5
9,1 kΩ + 2,2 kΩ
≈ 0,664 mA. 
 
 Corrente de emissor 𝐼 ≈ 𝐼 ; então 
𝑟 ≈
26 mV
𝐼
≈
26 mV
0,664 mA
≈ 39,2 Ω. 
 
 Ganho em pequena-sinal: 
𝐴 ≈ −
𝑅
𝑅 + 𝑟
≈ −
9,1 kΩ
2,2 kΩ + 39,2 Ω
≈ −4,06. 
 
 Tensão no emissor: 
𝑉 ≈ 𝐼  𝑅 ≈ 0,664 mA ⋅ 2,2 kΩ ≈ 1,46 V. 
 
 
 
 Tensão na base: 
𝑉 ≈ 𝑉 + 𝑉 ≈ 1,46 V + 0,7 V ≈ 2,16 V. 
 
 Dimensionamento de 𝑅 para o divisor (𝑅 –𝑅 ) visando 𝑉 ≈ 2,16 V: 
𝑅 ≈ 𝑅 ⋅
𝑉 − 𝑉
𝑉
≈ 22 kΩ ⋅
15 − 2,16
2,16
≈ 130 kΩ 
 
 Verificação de ponto de operação considerando carga do divisor: 
 𝐼 ≈ ≈
, mA
≈ 2,66 𝜇A. 
 𝑉 cai levemente devido a 𝐼 , resultando em 𝑉 ≈ 1,42 V, 𝐼 ≈ 0,64 mA, 𝑉 7,7 V 
 
Valores adotados 
 𝑅 = 9,1 kΩ, 𝑅 = 2,2 kΩ, 𝑅 = 130 kΩ, 𝑅 = 22 kΩ; 𝐶 = 10 𝜇F 
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 Figura 9: Montagem, Amplificador transistorizado. 
 
 
 
 
 Figura 10: Montagem protoboard, Amplificador transistorizado. 
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 Figura 11: Montagem protoboard, Amplificador transistorizado.

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