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TRABALHO
SOBRE
MRNA
Mabelly, Miguel, Manuella e Luis Fillipe
Prof.: Marcelio Marques 
O QUE É MRNA? 
O RNA mensageiro (mRNA) é uma molécula de fita
simples que transporta instruções genéticas do DNA
no núcleo para o citoplasma, orientando os
ribossomos a produzirem proteínas específicas. Ele
é essencial para a expressão gênica e a síntese de
proteínas, sendo também a base de vacinas
modernas, como as da COVID- 19, que ensinam
células a criar proteínas de defesa.
CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS
DOS TIPOS DE VACINAS: 
As vacinas de mRNA (RNA mensageiro) são classificadas de
acordo com a natureza do imunógeno e a tecnologia empregada.
 1.NATUREZA DO IMUNÓGENO
O imunógeno é a substância
capaz de estimular a
resposta imunológica do
organismo.
Nas vacinas de mRNA, o
imunógeno não é o vírus
inteiro, mas sim a
informação genética que
ensina as células a
produzirem uma proteína do
agente infeccioso.
Vacina genética ou vacina de ácido
nucleico.
O mRNA leva às células a instrução para produzir uma proteína do
vírus (como a proteína Spike do vírus da COVID-19).
O sistema imunológico reconhece essa proteína como estranha e
produz:
anticorpos;
células de defesa;
memória imunológica.
Tipo:
Como funciona:
2.TECNOLOGIA EMPREGADA
Tecnologia utilizada:
RNA mensageiro
sintético (mRNA)
encapsulado em
nanopartículas lipídicas.
Etapas da tecnologia:
O mRNA é produzido em laboratório;
Ele é envolvido por partículas de
gordura (lipídios);
Essas partículas protegem o mRNA e
facilitam sua entrada nas células;
As células produzem a proteína viral;
O sistema imunológico é ativado.
3. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS
VACINAS DE MRNA
VANTAGENS DESVANTAGENS
Produção
rápida;
Alta eficácia;
Não utilizam
vírus vivo;
Menor risco de
causar doença;
Facilidade de
adaptação para
novas variantes.
Necessitam de
armazenamento em
baixas
temperaturas;
Tecnologia mais
recente;
Alto custo de
produção.
As vacinas de mRNA atuam estimulando tanto a
resposta imunológica humoral quanto a celular.
Elas utilizam RNA mensageiro para ensinar as
células do corpo a produzirem uma proteína do
vírus, como a proteína Spike do SARS-CoV-2. Essa
proteína funciona como antígeno e ativa o
sistema imunológico.
MECANISMO IMUNOLÓGICO 
RESPOSTA HUMORAL RESPOSTA CELULAR
A resposta celular é mediada pelos
linfócitos T.
Nas vacinas de mRNA:
As células apresentam a proteína viral aos
linfócitos T;
Os linfócitos T auxiliares (CD4+) coordenam a
resposta imunológica;
Os linfócitos T citotóxicos (CD8+) aprendem a
identificar e destruir células infectadas.
Essa resposta é importante para eliminar
células contaminadas e aumentar a proteção
contra formas graves da doença.
Após a vacinação, o organismo cria
células de memória B e T. Assim, quando
houver contato futuro com o vírus, o
sistema imunológico responde de forma
mais rápida e eficiente.
Exemplos de vacinas de mRNA:
Comirnaty
Spikevax
As vacinas de mRNA representam um avanço na
tecnologia genética ao utilizarem RNA mensageiro
sintético, protegido por nanopartículas lipídicas,
para instruir as células a produzirem proteínas
virais que estimulam a resposta imunológica e
criam memória sem o uso de vírus vivos. Embora
apresentem desafios logísticos, como o alto custo
e a exigência de armazenamento em
temperaturas extremamente baixas, essas
vacinas — exemplificadas pela Comirnaty e
Spikevax — destacam-se pela alta eficácia,
segurança e pela agilidade em serem adaptadas
para novas variantes.
 
A ERA DO MRNA: COMO A CIÊNCIA
PROGRAMOU O SISTEMA IMUNE
O nosso DNA fica protegido dentro do núcleo da
célula. As vacinas (como as de mRNA) trabalham
apenas no citoplasma (a parte de fora do núcleo).
Elas não têm acesso ao local onde o DNA humano
está guardado.
A vacina funciona como um "manual de
instruções" passageiro. Ela ensina a célula a
produzir uma proteína do vírus para que o corpo
crie defesas. Depois de dar esse aviso, o
componente da vacina é degradado e eliminado
pelo organismo, sem deixar rastros no código
genético.
É biologicamente impossível que a vacina altere o
seu DNA. Ela apenas treina o seu sistema
imunitário.
Instituições de referência (como o INCA e o NCI) e
estudos científicos confirmam que não há ligação
entre as vacinas e o desenvolvimento, recorrência
ou aceleração de tumores.
O Painel de Oncologia do DataSUS não registrou
aumento atípico de casos de câncer após o início
da imunização.
O aumento de diagnósticos em estágios
avançados é atribuído à interrupção de exames de
rotina (como mamografias) durante o isolamento
social, e não a um efeito dos imunizantes.
Não existe nenhum mecanismo biológico que
permita que as vacinas provoquem a doença; os
tumores detectados tardiamente já existiam antes
da vacinação.
Segundo o site do Governo Federal brasileiro, gov.br, as
vacinas são a principal estratégia preventiva contra a
doença. Elas foram capazes de reduzir tanto a
ocorrência de Covid-19, quanto a incidência das
complicações como a morte súbita.
Enquanto a Covid aumenta o risco de morte súbita nos
indivíduos. A vacina, além de aumentar as chances de
não contrair a infecção pela covid, reduz principalmente
o risco de morte súbita após a infecção. A vacina é uma
proteção.
Nenhuma relação entre vacinas com RNA e doenças
autoimunes foi provada cientificamente, onde a vacinação
acarretou na transmissão de doenças. O que a ciência
demonstra é que, quando existe exposição a um vírus
combatido por um imunizante, quem já se vacinou tem
chances muito menores de desenvolver complicações e vir
a óbito por causa da infecção.
Além disso, não existe efeito colateral que seja pior que a
doença. Nenhum dos sintomas, como febre, dor de cabeça
ou dor, se compara à gravidade de desenvolver uma
doença que, de acordo com dados consolidados pelo
Ministério da Saúde, já matou mais de 700 mil pessoas no
Brasil e, como estima a Organização Mundial de Saúde
(OMS), pelo menos 20 milhões de pessoas no mundo.
THANK
YOU
	TRABALHO SOBRE MRNA
	O QUE É MRNA?
	CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS TIPOS DE VACINAS:
	As vacinas de mRNA (RNA mensageiro) são classificadas de acordo com a natureza do imunógeno e a tecnologia empregada.
	1.NATUREZA DO IMUNÓGENO
	Tipo:
	Como funciona:
	3. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS VACINAS DE MRNA
	2.TECNOLOGIA EMPREGADA
	Tecnologia utilizada:
	VANTAGENS
	DESVANTAGENS
	Etapas da tecnologia:
	MECANISMO IMUNOLÓGICO
	RESPOSTA HUMORAL
	RESPOSTA CELULAR
	Nas vacinas de mRNA:
	Exemplos de vacinas de mRNA:
	​A ERA DO MRNA: COMO A CIÊNCIA PROGRAMOU O SISTEMA IMUNE
	O nosso DNA fica protegido dentro do núcleo da célula. As vacinas (como as de mRNA) trabalham apenas no citoplasma (a parte de fora do núcleo). Elas não têm acesso ao local onde o DNA humano está guardado.
	A vacina funciona como um "manual de instruções" passageiro. Ela ensina a célula a produzir uma proteína do vírus para que o corpo crie defesas. Depois de dar esse aviso, o componente da vacina é degradado e eliminado pelo organismo, sem deixar rastros no código genético.
	É biologicamente impossível que a vacina altere o seu DNA. Ela apenas treina o seu sistema imunitário.
	Instituições de referência (como o INCA e o NCI) e estudos científicos confirmam que não há ligação entre as vacinas e o desenvolvimento, recorrência ou aceleração de tumores.
	O Painel de Oncologia do DataSUS não registrou aumento atípico de casos de câncer após o início da imunização.
	O aumento de diagnósticos em estágios avançados é atribuído à interrupção de exames de rotina (como mamografias) durante o isolamento social, e não a um efeito dos imunizantes.
	Não existe nenhum mecanismo biológico que permita que as vacinas provoquem a doença; os tumores detectados tardiamente já existiam antes da vacinação.
	Segundo o site do Governo Federal brasileiro, gov.br, as vacinas são a principal estratégia preventiva contra a doença. Elas foram capazes de reduzir tanto a ocorrência de Covid-19, quanto a incidência das complicações como a morte súbita. Enquanto a Covid aumenta o risco de morte súbita nos indivíduos. A vacina,além de aumentar as chances de não contrair a infecção pela covid, reduz principalmente o risco de morte súbita após a infecção. A vacina é uma proteção.
	Nenhuma relação entre vacinas com RNA e doenças autoimunes foi provada cientificamente, onde a vacinação acarretou na transmissão de doenças. O que a ciência demonstra é que, quando existe exposição a um vírus combatido por um imunizante, quem já se vacinou tem chances muito menores de desenvolver complicações e vir a óbito por causa da infecção.
	Além disso, não existe efeito colateral que seja pior que a doença. Nenhum dos sintomas, como febre, dor de cabeça ou dor, se compara à gravidade de desenvolver uma doença que, de acordo com dados consolidados pelo Ministério da Saúde, já matou mais de 700 mil pessoas no Brasil e, como estima a Organização Mundial de Saúde (OMS), pelo menos 20 milhões de pessoas no mundo.
	THANK YOU

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