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Luciana Narciso de Mattos
Paula Reis de Miranda
Para Educação Profissional e Tecnológica on-line
Audiobook de episódios de podcast
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS - CAMPUS
RIO POMBA
Luciana Narciso de Mattos
Paula Reis de Miranda
Produto Educacional
Trilhas Formativas para EPT on-line
 
Audiobook de episódios de podcast
Rio Pomba - MG 
2023
REDAÇÃO
Luciana Narciso de Mattos
Paula Reis de Miranda
 
 
PROJETO, DESIGN GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO
Luciana Narciso de Mattos
 
 
REVISÃO DE TEXTO
Maria Isabel Reis Sá de Miranda
Ficha técnica
PRODUTO DESCRIÇÃO
Origem
Trabalho de dissertação de mestrado intitulado "ENSINO
REMOTO EMERGENCIAL E ENSINO HÍBRIDO NO ENSINO
MÉDIO INTEGRADO: tensões e mobilizações trazidas para o
trabalho docente", desenvolvido junto aos professores do
curso técnico integrado de informática do IF Sudeste MG -
Campus Rio Pomba
Área de Conhecimento Ensino
Categoria (CAPES) PTT1 – Material didático /Instrucional
O que é?
É um áudiobook organizado por meio de trilhas formativas, no
formato de podcast para professores. 
Nome Trilhas formativas para EPT on-line (Audiobook)
Finalidade
Subsidiar a ação reflexiva docente sobre as possibilidades do
ensino híbrido na educação atual, voltado à prática educativa,
como recurso de mediação didático-pedagógico.
Objetivo
Contribuir com o trabalho docente quanto ao seu
planejamento de atividades acadêmicas lançando mão a uma
abordagem metodológica diferenciada, o ensino híbrido, para
aprimoramento do fazer pedagógico na EPT.
Público-alvo Professores do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico.
Plataforma de execução sistemas.riopomba.ifsudestemg.edu.br/tfept
Temas
Tema 1 - O papel da educação Profissional e Tecnológica
nos novos contextos da educação contemporânea.
Tema 2 - Como os alunos aprendem: novos desafios. 
Tema 3 - A relação das atividades de aprendizagem com os
estímulos neurais.
Tema 4 - Ensino Híbrido: por onde começar?
Tema 5 - Ensino Híbrido: possibilidades e desafios a partir da
perspectiva do Ensino Remoto Emergencial.
Apresentação e Descrição do Produto
PASSOS PARA TER ACESSO AO APLICATIVO DO AUDIOBOOK
1° -Para assistir o vídeo de instalação do app. 
Link: https://youtu.be/sv6PuARZEuQ
ou Qr code.
2° - Para ter acesso ao app do audiobook.
Link: https://sistemas.riopomba.ifsudestemg.edu.br/tfept/TrilhasFormativasEPT.apk
ou Qr code.
3º - Para assistir o vídeo sobre o uso do app. 
Link: https://youtu.be/_RwzQjwuPC8
ou Qr code
https://youtu.be/sv6PuARZEuQ
https://sistemas.riopomba.ifsudestemg.edu.br/tfept/TrilhasFormativasEPT.apk
https://youtu.be/_RwzQjwuPC8
Tema 1 - O papel da educação Profissional e Tecnológica nos novos contextos da
educação contemporânea .............................................................................................................
6
Tema 2 - Como os alunos aprendem: novos desafios ............................................................... 10
Tema 3 - A relação das atividades de aprendizagem com os estímulos neurais .................... 15
Tema 4 - Ensino Híbrido: por onde começar? ............................................................................. 18
Tema 5 - Ensino Híbrido: possibilidades e desafios a partir da perspectiva do Ensino
Remoto Emergencial .......................................................................................................................
22
Amplie o processo de formação: saiba mais................................................................................ 26
Sobre as autoras .............................................................................................................................. 28
SUMÁRIO
TEMA 1
 A história da educação profissional e tecnológica no Brasil é marcada por embates
sociais, econômicos e políticos. Mas, onde tudo começou? Segundo o Portal do MEC, o
marco foi em 1909, quando dezenove “Escolas de Aprendizes Artífices” foram criadas
com o objetivo de ofertar o ensino profissional primário gratuito como uma política
pública no Brasil. 
Episódio da série de podcast " Trilhas Formativa para EPT on-line"
 Olá! Sejam bem vindos ao episódio da série de
podcast, “Trilhas Formativas para EPT on-line”. Esta
série tem como objetivo trazer conhecimento,
informação e acima de tudo reflexão para a prática
docente. Então, não perca nenhum desses
episódios. 
 Hoje, nosso tema é “O papel da Educação Profissional e Tecnológica nos novos
contextos da educação contemporânea”. Vamos conversar sobre a trajetória, as bases
conceituais, lutas e conquistas da EPT para a educação brasileira. 
O papel da educação Profissional e Tecnológica nos
novos contextos da educação contemporânea
"[...] uma formação socioeducativa de assistência ao
menor "desvalido" ou "transviado" pela aprendizagem
de um ofício e preparação para o trabalho". (MEDEIROS
NETA, NASCIMENTO, RODRIGUES, 2012, p. 97)
 Anos mais tarde, com a
reestruturação do ensino
profissional, em 1937, essas
escolas foram transformadas
em Liceus Profissionais e este
ensino passou a ser tratado na
Constituição Federal como 
dever do Estado e definindo que as indústrias e os sindicatos deveriam criar escolas de
aprendizes. Com o passar do tempo, em 1942, os liceus deram lugar às Escolas
Industriais e Tecnológicas. Já em 1959, muda a terminologia passando a serem
conhecidas como Escolas Técnicas Federais com autarquias, e mais adiante, essas
escolas iniciam sua transformação para Centros Federais de Educação Tecnológica.
 Todos esses contextos de reformas educacionais foram sendo constituídos a partir de
lutas travadas concretizadas em leis. Destacamos aqui, o Decreto nº 2.208/97, que se
pautava sobre a separação obrigatória entre formação básica e formação profissional.
Porém, a partir de 2003, os setores educacionais vinculados à educação profissional
lutaram para que houvesse a integração entre ensino médio e formação profissional. Ou
seja, se esforçaram para que este decreto fosse revogado. 
6
Formação Inicial e Continuada ou Qualificação Profissional, que são cursos cujo 
 objetivo é oferecer a capacitação profissional, aperfeiçoamento e atualização.
Geralmente são os cursos FIC;
Educação Profissional Técnica de Nível Médio, tem por objetivo associar os
conhecimentos de formação geral e conhecimentos técnicos e tecnológicos. Podem
ser oferecidos de forma integrada, articulada concomitante e subsequente ao ensino
médio;
Educação Profissional Tecnológica de graduação e de pós-graduação. Encontramos
aqui, cursos de bacharelado e licenciatura, como também cursos de especialização,
mestrado e doutorado.
 Consequentemente, aos interesses políticos, no ano de 2008, foram
criados os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Hoje
são mais de 38 Institutos Federais, de acordo com os dados no site do
MEC.
 Os Institutos Federais são caracterizados por ofertar educação
profissional e tecnológica integrada aos diferentes níveis e modalidades
de ensino qual seja:
 Dessa maneira, os Institutos federais têm suas finalidades, objetivos e princípios,
definidos em sua lei de criação, Lei n° 11.892, de 29 de dezembro de 2008, cuja missão é
integrar a formação básica à formação técnica e específica para o trabalho, na intenção
de uma formação emancipatória e omnilateral para muitos dos cidadãos que fazem
parte dessa relação histórica de exploração pelo capital.
 Formação essa, que não tem como foco o projeto educacional do mercado de
trabalho, mas sim, nos sujeitos singulares e de direitos, que vão se constituindo nas
múltiplas relações sociais. 
Lei n° 11.892, de
29 de dezembro
de 2008
7
"[...]garantir o direito de acesso aos conhecimentos socialmente construídos
tomados em sua historicidade, sobre uma base unitária que sintetize
humanismo e tecnologia” (RAMOS, 2008, p. 6)
 Nessa trilha Formativa, teremos nossa atenção voltada para o Ensino Médio Integrado
constituído por sujeitos, que têm uma história, uma vida e uma cultura que representam não
apenasnecessidades únicas, mas também direitos universais, como destacado na obra 
 Educação Profissional e Tecnológica no Brasil contemporâneo de Jaqueline Moll .
 Então, diante de todo esse cenário posto, concluímos que a educação é de suma importância
para nosso país, pois permite a todos a apropriação do saber elaborado socialmente e a busca
por uma formação humana apoiada no trabalho, na ciência, na tecnologia e na cultura.
 Maria Lúcia de Arruda Aranha, salienta em seu livro "História da Educação", que essa
formação deve ser entendida que “como mediadora entre o aluno e a realidade, a escola se
ocupa com aquisição de conteúdos, formação de habilidades, hábitos e convicções” (1989, p.
219).
 Isso porque, conforme afirma Saviani, em seu manuscrito "Pedagogia histórico-crítica:
primeiras aproximações", “se a escola não permite o acesso a esses instrumentos, os
trabalhadores ficam bloqueados e impedidos de ascender ao nível da elaboração do saber,
embora continuem, pela sua atividade prática real, a contribuir para a produção do saber”
(2011, p. 67). E esse é o desafio da EPT, de seus formadores e gestores. 
 Por isso, professor, saber, acreditar e empregar toda essa visão e concepção sobre a EPT na
prática pedagógica, no dia a dia em sala de aula, faz toda diferença para qual aluno se deseja
formar e qual sociedade deseja gerar.
 Assim, encerramos esse podcast. Obrigada por ter ficado até o final e espero por você nos
próximos episódios dessa trilha formativa. Obrigada, professor!
8
 Fonte:
ARANHA, M.L. A. História da Educação. 1aed. São Paulo: Editora Moderna, 1989. 
MOLL, J. Educação profissional e tecnológica no Brasil contemporâneo: desafios,
tensões e possibilidades. Porto Alegre: Artmed, 2010.
MEC. Histórico da educação profissional e tecnológica no Brasil. Brasília, c2018.
Educacional. Disponível em: http:// portal.mec.gov.br/component/content/article?id=68731.
Acesso em: 20/08/2021.
Medeiros Neta, O. M., Nascimento, J. M., & Rodrigues, A. G. F. (2012). UMA ESCOLA PARA
APRENDIZES ARTÍFICES E O ENSINO PROFISSIONAL PRIMÁRIO GRATUITO. HOLOS, 2, 96–
104. Disponível em: https://doi.org/10.15628/holos.2012.919. Acesso em: 20/08/2022.
RAMOS. M. Concepção do ensino médio integrado. 2008. Disponível em:
https://tecnicadmiwj.files.wordpress.com/2008/09/texto-concepcao-do-ensino-medio-
integrado-marise-ramos1.pdf. Acesso em: 03/08/2022.
SAVIANI, D. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 11a-rev.ed. Campinas, SP:
Autores Associados, 2011. (Coleção educação contemporânea). 
9
TEMA 2
 Olá! Sejam bem vindos a mais um episódio da série de
podcast,“Trilhas Formativas para EPT on-line”. Lembrando que
nesta série de episódios, todos os temas que são abordados
deverão aguçar a pretensão de ir além, de buscar o
aprofundamento das temáticas, para que você seja capaz de
adequá-las à sua realidade e a sala de aula. Então, não perca
nenhum dos episódios da trilha, professor!
Episódio da série de podcast " Trilhas Formativa para EPT on-line"
Como os alunos aprendem: novos desafios 
 Professor, você sabia que a neurociência educacional pode
auxiliá-lo a compreender como seus alunos aprendem, e que a
relação entre emoções e pensamentos interfere nesse
processo? Isso ocorre porque essas funções cerebrais são
estimuladas em sala de aula e também fora dela. Preste bem
atenção nessas descobertas que são algumas contribuições da
neurociência sobre o cérebro humano:
 A ordenação do isolamento e o distanciamento social em
2020, e a implantação do ensino remoto emergencial nas
escolas brasileiras, sobretudo nos Institutos Federais,
requereu dos professores uma reconstrução do
planejamento escolar apoiado por meio das tecnologias
digitais. E com isso, a necessidade de se compreender outros
aprendizagem é de extrema relevância, principalmente, neste período pós-pandemia, em que
ainda se vive sob a sombra e angústia, dúvida e medo. Assim sendo, hoje nosso tema é “Como
os alunos aprendem: novos desafios”. Quais as contribuições da neurociência para a educação?
Como ocorre a aprendizagem? 
saberes. Um exemplo, são os conhecimentos da
neurociência aplicados à educação, compreender e refletir
sobre os fatores que interferem na formação da memória e
O cérebro, ao longo da vida do ser humano, se adapta a todas as
experiências que se vive e ao que se aprende, esse processo é conhecido
como plasticidade cerebral. Ou seja, continuamente este órgão se
remodela e adapta ao meio;
Sentimentos, como emoção e humor afetam positivamente e
negativamente as funções do cérebro;
A música e a arte têm a capacidade de transformar o cérebro e com isso
contribuem para uma aprendizagem mais efetiva;
Nosso cérebro é maleável, por isso sua capacidade de armazenar
informações é ilimitada;
10
Fatores internos e externos, como: dieta, a qualidade do sono, a cultura, lesões
cerebrais, aprendizagens já consolidadas, influenciam o cérebro no processo de
receber a informação e de transformá-la em novas aprendizagens;
Após a habituação a determinados estímulos, nosso cérebro tende a ignorá-lo. A
atenção sempre é focada no que é novidade ou que tem movimento, portanto,
saber como funciona o cérebro durante o processo de ensino e aprendizagem e
como ocorre a consolidação da memória é fundamental para diferenciar
estratégias pedagógicas.
 Mas, Como ocorre a aprendizagem? Para compreender melhor esse processo, é
necessário relacionarmos memória e aprendizagem, pois ambas trabalham juntas,
por isso que estamos sempre lembrando e esquecendo de eventos ocorridos.
 Um dado importante é: a repetição e a atenção são elementos auxiliares para a
memória e a aprendizagem, mas uma vez que seja enfadonha a repetição, esta terá
como função descartar a informação que se deseja memorizar. Por isso, vamos
compreender um pouco mais sobre memória e aprendizagem.
11
É essencial para nossa sobrevivência;
Nem todos os conteúdos ficam registrados na memória de longa duração, o
que irá determinar seu local de armazenamento será a importância dada a
esta informação pelo seu receptor;
Nosso cérebro está sempre filtrando informações, esta seleção acontece
mediante a relevância e o valor funcional da informação a ser recebida.
Sobre a memória
12
Sobre a aprendizagem
Há vários tipos de aprendizagem, que resulta em vários tipos de memória,
como de curta, média e longa duração;
O feedback da avaliação aplicada, evita a repetição de erros.
O estresse afeta negativamente a aprendizagem;
As experiências multissensoriais quando estimuladas contribuem para uma
aprendizagem mais eficaz;
Os exercícios que proporcionam a movimentação do corpo também se
relacionam à aprendizagem.
Atingir seus alunos e envolvê-los no processo de aprendizagem;
Refletir para melhor capacitar os alunos, conduzindo-os a pensamentos mais
elevados;
Recodificar novos conceitos, auxiliando os alunos a organizar as informações
com suas próprias palavras;
Reforçar as informações anteriores para proporcionar uma estrutura que mostre
o que é importante aprender e lembrar;
Treinar estratégias que proporcionem múltiplos acessos ao material
armazenado;
Rever e estruturar o modo como os alunos retêm as informações;
Recuperar as informações da memória por meio de instrução, revisão e
avaliação.
 A autora Marilee Sprenger, em seu livro "Memória: como ensinar para o aluno
lembrar", nos traz 07 passos para aumentar a capacidade de receber informações na
memória imediata, atuar sobre elas na memória de trabalho, armazená-las na
memória de longo prazo e recuperá-las, manipulando-as em situações imprevistas.
SETE PASSOS
13
 Portanto, professor, compreender todo o desenvolvimento do cérebro, da memória e seu
processo de aprendizagem a partir da neurociência, possibilitará a construção de um
planejamento de ensino mais adequado a partir de estímulos neurais que contribuem para
aquisição do conhecimento. Quer saber como? Nossa reflexão continua no próximo episódio,
onde falaremos sobre a relação das atividades de aprendizagem com os estímulosneurais. Não
percam.
 Obrigada professor!
Fonte:
INFO GEEKIE. Memória e aprendizagem: estratégias para o aluno lembrar. c2022. Disponível
em:https://www.geekie.com.br/blog/memoria-e-aprendizagem. Acesso em: 04/09/2022.
OLIVEIRA, Flávia Regina Franca de. Memória e aprendizagem. c2021. Disponível
em:http://cienciasecognicao.org/redeneuro/memoria1/. Acesso em: 07/08/2022.
Sprenger, Marilee. Memória: como ensinar para o aluno lembrar.Penso, 2008.
STUANI, Priscila. Neurociência, uma aliada para melhorar o processo de aprendizado. c2021.
Disponivel em: https://pt.linkedin.com/pulse/neuroci%C3%AAncia-uma-aliada-para-melhorar-o-
processo-de-
priscila#:~:text=Em%20que%20a%20neuroci%C3%AAncia%20contribui,o%20ensino%20de%20f
orma%20eficaz%20. Acesso em: 07/08/2022.
14
TEMA 3
Episódio da série de podcast " Trilhas Formativa para EPT on-line"
A relação das atividades de aprendizagem com os
estímulos neurais
 Olá! Sejam bem vindos a mais um episódio da série de podcast, “Trilhas Formativas para EPT
on-line”. Uma série de episódios, com muita informação e conhecimento para prática
profissional docente. Não percam nenhum dos episódios da trilha. 
 O assunto a ser tratado hoje, " a relação das atividades de aprendizagem com os estímulos
neurais",complementa o que foi apresentado no episódio dois, “Como os alunos aprendem:
novos desafios”. A partir das descobertas da neurociência, você professor, poderá planejar
trilhas de aprendizagem que sejam favoráveis aos estímulos neurais, sendo este o tema deste
podcast. Então professor, você deve estar se perguntando:
é possível planejar atividades
de aprendizagem que sejam
adequadas às habilidades
cognitivas?
 Sim! Tanto que Priscila Stuani, descreve 4 dicas em seu artigo “Neurociência, uma aliada para
melhorar o processo de aprendizado”, que reproduzimos aqui:
 Provoque emoções nas pessoas e desperte sua atenção:
A emoção foi cientificamente comprovada como o motor do aprendizado.
O conhecimento não se alcança memorizando e repetindo-o
continuamente, mas fazendo, experimentando e, acima de tudo,
entusiasmando-se. Portanto, se você é professor ou professora, lembre-
se da importância de estimular seus estudantes em suas aulas e
despertar sua atenção e curiosidade, pois sem eles não há aprendizagem.
 
Uma dica: interrompa sua aula a cada 15 minutos com anedotas
emocionais, charadas, materiais audiovisuais, jogos, etc. que atraem a
atenção dos estudantes.
15
Transforme a sala de aula em uma pequena comunidade de
aprendizagem:
O cérebro é um órgão social que aprende com os outros. Por
isso, é importante promover o trabalho cooperativo nas aulas.
Para isso, o arranjo tradicional da sala de aula pode ser alterado
para um que incentive a cooperação entre iguais. Também é
conveniente realizar metodologias educacionais inovadoras que
promovam o trabalho em grupo e a participação dos alunos.
Uma dica: Utilize atividades com formação de grupos de 4 ou 5
alunos, metodologias de aprendizagem baseada em projetos,
aprendizagem em serviço, aprendizagem cooperativa, sala de
aula invertida , etc.
Faça uso das artes para promover processos cognitivos:
De acordo com algumas pesquisas que analisam os benefícios
da educação artística nos alunos, se as atividades artísticas
forem integradas ao ensino de outras disciplinas, sejam elas
química, linguagem, matemática, ciências ou disciplinas de
formação profissional, os alunos melhoram sua memória de
longo prazo. Da mesma forma, as atividades artísticas
aumentam as emoções e promovem o pensamento criativo,
que por sua vez favorece a aprendizagem.
Uma dica: elabore atividades que oportunizem experiências
perceptivas, como ver e tocar e até mesmo experimentar.
Atividades que explorem materiais diversos e que propiciem a
reutilização.
Realizar experiências multissensoriais e em contato com a
natureza:
Usar diferentes recursos para apresentar as informações de forma
atrativa e interativa pode favorecer o aprendizado. Metodologias
educacionais que permitem ao estudante perceber o mundo por todos
os sentidos ajudam a tornar o aprendizado muito mais significativo.
Além disso, o cérebro evolui em contato direto com a natureza e os
elementos naturais , por isso sua utilização em ambientes de
aprendizagem é benéfica.
Uma dica: Trabalhe de forma colaborativa com professores de outras
áreas, proponha atividades em diferentes espaços e use e abuse da 
 gamificação de conteúdos didáticos.
16
 Diante de todo esse conhecimento,
podemos compreender a importância
da neurociência para a educação, pois
possibilita a ampliação das estratégias
pedagógicas. 
 Além disso, nos revela que a
memorização não se resume à prática
da “decoreba”, mas esta ocorre a partir
de uma diversidade de atividades,
sejam concretas, visuais, tato, orais,
leituras, práticas, como também
sofrem interferência emocionais e
contextuais. 
 Assim professor, encerramos esse podcast. Obrigada por ter ficado até o final e espero por
você nos próximos episódios dessa trilha formativa. 
 Obrigada, professor!
Fonte:
INFO GEEKIE. Memória e aprendizagem: estratégias para o aluno lembrar. c2022. Disponível
em:https://www.geekie.com.br/blog/memoria-e-aprendizagem. Acesso em: 04/09/2022.
OLIVEIRA, Flávia Regina Franca de. Memória e aprendizagem. c2021. Disponível
em:http://cienciasecognicao.org/redeneuro/memoria1/. Acesso em: 07/08/2022.
Sprenger, Marilee. Memória: como ensinar para o aluno lembrar.Penso, 2008.
STUANI, Priscila. Neurociência, uma aliada para melhorar o processo de aprendizado. c2021.
Disponivel em: https://pt.linkedin.com/pulse/neuroci%C3%AAncia-uma-aliada-para-melhorar-o-
processo-de-
priscila#:~:text=Em%20que%20a%20neuroci%C3%AAncia%20contribui,o%20ensino%20de%20f
orma%20eficaz%20. Acesso em: 07/08/2022.
17
TEMA 4
Episódio da série de podcast " Trilhas Formativa para EPT on-line"
Ensino Híbrido: por onde começar?
 Olá! Sejam bem-vindos a mais um episódio da
série de podcast, “Trilhas Formativas para EPT on-
line”.
 Hoje, nosso tema é “Ensino Híbrido: por onde
começar?" O que é o ensino híbrido? E como
acontece o processo de ensino e aprendizagem
neste contexto? O que é preciso mudar? Por onde
eu começo? Iniciamos a conversa conceituando o
que é o ensino híbrido.
 Os autores Bacich, Neto e Trevisani em seu livro “Ensino híbrido: personalização e tecnologia na
educação" nos afirma que,
“[...] o ensino híbrido é uma abordagem pedagógica que combina
atividades presenciais e atividades realizadas por meio das
tecnologias digitais de informação e comunicação (TDICs)” (2015,
p.17).
 Mesclar as melhores práticas da sala de aula tradicional com ferramentas digitais
personalizadas, ajustadas aos objetivos educacionais. Dessa combinação, surgem as
ressignificações para a educação. 
 Neste contexto, precisamos compreender como acontece o processo de ensino e aprendizagem
para ambos, professores e alunos. Então, o que é ensino? No site “conceito de” , nos traz que “é a
ação e o efeito de ensinar (instruir, doutrinar com regras ou preceitos). É mobilizar pessoas para
uma ação intencional de aprendizagem”. 
 E aprendizagem, o que é? De acordo com o referido site, "se faz pelo processo de aquisição de
conhecimentos, habilidades, valores e atitudes, possibilitado através do estudo, do ensino ou da
experiência". E quando transpomos esses conceitos para o ensino híbrido, o que temos é uma
amplitude que precisa ser abraçada pelos professores. Por exemplo, para que a aprendizagem
aconteça de forma híbrida precisamos intensificar a interação uns com 
os outros; pensar em quais recursos digitais estão disponíveis e
que atendam a realidade do aluno; exercer a análise da realidade
concreta para viabilizar uma aprendizagem significativa para o
estudante. 
18
 E quando pensamos no ensino temos 02 elementos importantíssimos:
O planejamento, que é a base curricular, e que representa os objetivos
da aprendizagem. Este precisa estar alinhado a conectividade (atividade
on e offline) e a acessibilidade dos alunos comode suas famílias para
tornar esse planejamento significativo, que corresponda aos interesses
dos alunos;
E o segundo elemento: é a avaliação da aprendizagem, em um
projeto híbrido, o que se precisa é mudar a velha cultura de
avaliação escolar. Este processo precisa gerar aprendizagem
significativa e não resultados de punição ou de uma
progressão automática. Planejar esse processo de maneira
clara e objetiva, de forma qualitativa a fim de atingir os
objetivos propostos de maneira que envolva o aluno nesse
processo. 
 Além do mais, o ensino e a aprendizagem têm agregadores neste ambiente híbrido, que
são os tempos e espaços e que carregam consigo três pressupostos pedagógicos que
merecem nossa atenção.
1º) o estudante: é preciso respeitar seu ritmo de
aprendizagem e oferecer a ele a coparticipação nesse
processo para a construção de seu próprio
conhecimento. Com isso, é possível a elaboração de
novas estratégias para o aprendizado.
2º) a integração: fazer interconexões entre as
disciplinas para a ampliação do conhecimento, bem
como oportunizar aprendizagens significativas para o
mundo que o cerca.
3º) a auto-avaliação: é necessário perceber a
importância do processo de aprender, quão precioso
é se apropriar do conhecimento, principalmente 
 neste mundo conectado.
19
 O ensino híbrido altera o currículo, os espaços e o processo de ensino e aprendizagem,
propondo a integração destes. Você deve estar se perguntando: por onde começar para que
seja possível a implantação do ensino híbrido na prática docente? Professor, é preciso:
Compreender a importância de ressignificar o
que é ensino e a aprendizagem nessa perspectiva
híbrida;
Conhecer a realidade concreta dos alunos, para
oportunizar uma aprendizagem significativa que
condiz com o seu contexto;
Não ter medo de conhecer, experimentar e
testar as ferramentas digitais;
Ter coragem de sair da zona de conforto e
experimentar algo novo em sua prática
docente.
 Contudo professor, o mais importante é alinhar as expectativas e a esperança de todos, para
que a partir do emprego do ensino híbrido na escola, o que venha a ser oferecido ao estudante
sejam novas oportunidades, para que este se torne capaz de inteligir em sociedade. Cabe-nos
agora avançar no que é preciso mudar. Ou melhor dizendo, integrar espaços, pessoas e
processos.
 Assim professor, encerramos esse podcast. Obrigada por ter ficado até o final e espero por
você nos próximos episódios dessa trilha formativa. Obrigada, professor!
20
Fonte:
BACICH, L.; NETO, A. T.; TREVISANI, F. M. Ensino híbrido: personalização e
tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015.
Equipe editorial de Conceito.de. (5 de Março de 2011). Conceito de ensino. Conceito.de.
Disponível em: https://conceito.de/ensino. Acesso em: 08/09/2022. 
Equipe editorial de Conceito.de. (9 de Janeiro de 2011). Conceito de aprendizagem.
Conceito.de. Disponível em: https://conceito.de/aprendizagem. Acesso em: 08/09/2022.
21
TEMA 5
 Olá! Sejam bem vindos a mais um episódio da série de podcast
“Trilhas Formativas para EPT on-line”.
 Hoje, nosso tema é “Ensino Híbrido: possibilidades e desafios"
Quais são os desafios? As possibilidades? Como deve ser a
postura do professor e da instituição, frente a esse novo modo de
"aprender"? 
 Durante o ano de 2020 vivenciamos uma crise pandêmica
gerada pela doença Covid-19. Esse caos fez com que vários
segmentos econômicos e sociais sofressem adaptações, inclusive
a educação, refiro-me ao Ensino Remoto Emergencial (ERE). As
escolas adotaram esta forma de ensinar on-line para que não 
Ensino Híbrido: possibilidades e desafios a partir da
perspectiva do Ensino Remoto Emergencial
fosse interrompido o processo escolar para os milhões de brasileiros matriculados nas escolas,
sejam públicas ou privadas. 
 A adesão ao ERE pelas instituições de educação possibilitou a continuidade do ensino, como
também revelou os desafios enfrentados por professores, alunos e pais para ensinar, aprender e
apoiar, respectivamente. As análises sobre o ERE são necessárias, pois esta experiência foi um
“projeto-piloto” para a possível implantação do ensino híbrido nas escolas. 
 Portanto, quais foram os desafios enfrentados? Respondo a esta pergunta a partir das
percepções dos docentes que vivenciaram o ERE no IF Sudeste MG - campus Rio Pomba. Fato é,
se não forem superados podem sim, interferir na implantação e execução do ensino híbrido nas
escolas e na prática docente.
A formação docente
para uma educação na
contemporaneidade
continua sendo o maior
deles;
Episódio da série de podcast " Trilhas Formativa para EPT on-line"
As dificuldades de
adaptação dos
professores para o uso
das tecnologias digitais
no fazer pedagógico;
A exaustão de ambos,
docente e discente que
resulta em problemas
psicossociais;
22
Problemas sociais que
geram desigualdade
entre os alunos;
Desinteresse do aluno
pela aprendizagem;
Falta de hábito de
estudo por parte dos
alunos;
Concepção de um
ensino tradicional na
EPT ainda bem
presente;
Fragmentação
curricular;
A ineficiência da
plataforma virtual, no
nosso caso o SIGAA.
 Por outro lado, é inegável que o ERE permitiu a apropriação de novos saberes para a
prática pedagógica usando as TDICs, portanto, trouxe esperança de melhorias e avanços
para a qualidade do ensino, ou seja, possibilidades para a ensino híbrido; enfatizamos oito:
1. A imersão absoluta do professor, que resultou em novos conhecimentos;
2. A ajuda mútua que contribuirá para o trabalho integrador futuro das disciplinas;
3. Agregamento de valor ao conhecimento e ao seu trabalho com o uso dos recursos
tecnológicos;
4. O reconhecimento da diversidade de metodologias ativas de se trabalhar a
aprendizagem a partir das tecnologias;
5. A possibilidade de mesclar o ensino presencial com o virtual;
6. A formação continuada no local de trabalho;
7. Engajamento e manejo com as tecnologias, rompendo com as barreiras para além do
usuário final. Ou seja, aprenderam a elaborar seus próprios materiais adaptados para o
virtual;
8. Inclusão ao letramento digital.
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Conhecer: as ferramentas digitais;
Querer: inovar a prática pedagógica;
sentido a aprendizagem; Mudança de conceito e postura sobre o processo de ensino-
aprendizagem para docente e discentes; colaboração mútua entre os docentes, aluno e
família no processo de ensino; Mudança da cultura da avaliação de punitiva para a
autoavaliação.
 Na verdade, o que temos aqui são as possibilidades de experiências de integração entre o
currículo integrado e o ensino híbrido. Segundo Gonçalves, "a integração é uma
oportunidade de tornar o conhecimento algo organizado e articulado, através de suas
estreitas relações até então separadas e isoladas dentro das disciplinas'' (2019, p. 36). 
 Dando assim, lugar para a interdisciplinaridade mediada pelas tecnologias digitais,
tornando possível a interligação dos conteúdos através da expansão do campo de atuação
entre salas físicas e espaços virtuais, favorecendo para um aprendizado mais significativo e
para uma formação integrada que traga uma visão de mundo que abarque as necessidades
da sociedade tecnológica e incluindo este aluno nesse ambiente de conhecimento. 
Conhecer: ambos, professor e instituição, precisam se
conhecer e conhecerem a realidade de seus alunos. Qual
o público que esta escola atende? Qual sua condição
social? Que condições estruturais a escola tem para a
oferta do híbrido?
Aplicação: aplicar as características do ensino híbrido no
fazer docente, quais sejam: aplicação de atividades sob as
estações de aprendizagem; incentivo ao protagonismo do
aluno; o aprofundamento ao conhecimento dando 
 Após a vivência de desafios e possibilidades com o ERE. Qual deve ser a postura do
professor e da instituição. Para que seja possível a implantação do ensino híbrido pelo
menos na prática docente? Destacamos 5 atitudes fundamentais, quais sejam:
Conceber: uma formação ao aluno em todos os campos,
como um indivíduo que está inserido em umasociedade
tecnológica.
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Destacamos também, cinco pontos relevantes que precisam de
Planejamento integrado entre disciplinas. Trazer a
releitura do currículo, permiti-lo ser integrado;
Instigar no aluno a motivação interna e externa,
isso contribui para a memória e em consequência
o aprendizado;
Promover atividades diferenciadas, como sala de
aula invertida, gamificação, aprendizagem
baseadas em problemas, entre outras;
Promover o processo de escuta e observação. Estar disposto a escutar seu aluno em suas
necessidades e sonhos e observá-lo em suas dificuldades para ajudá-lo a se superar;
Ressignificar o processo de avaliação. Avaliar não é punir e sim sondar o que pode ser
melhorado, por isso a importância da autoavaliação no ensino híbrido, pois permite ao aluno
ser o protagonista da sua trajetória em aprender.
Participar de processos de desenvolvimento profissional no local de trabalho.
 Assim, encerramos mais um podcast, compreendendo que a partir do ERE, o ensino híbrido
veio para ficar e que, efetivamente, representa um avanço no modelo educacional, pois viabiliza
outras estratégias de ensino e possibilita a melhoria na qualidade da educação e a comunicação
entre professor e aluno, sem ser necessário excluir as demais práticas pedagógicas, porém o
primeiro passo está em suas mãos professor. Portanto: conheça, experimente e qualifique-se.
 Obrigada por ter ficado até o final e não deixe de ouvir os demais episódios dessa trilha
formativa. 
 Obrigada, professor!
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Amplie o processo de formação: saiba mais!
E-book
Guia Prático-Pedagógico: um subsídio para professores no
planejamento de práticas educativas sobre a égide do ensino
híbrido.
Autores: Míriam Klitzke Seibel e Poliana Daré Zampirolli Pires
http://educapes.capes.gov.br/handle/capes/582863
Livro
Ensino Remoto Intencional
Autora: Maria Adélia da Costa
Editora: Brazil Publishing
Ano: 2020
N° de páginas: 120 
Livro
Blended: Usando a Inovação Disruptiva para Aprimorar a Educação
Autor: Heather Staker e Michael B. Horn
Editora: Penso
Ano: 2015
Nº de páginas: 320
Livro
Perspectivas da Educação Profissional Técnica de Nível Médio
Autor: Elieser Pacheco
Editora: Moderna
Ano: 2012
N° de páginas: 144
https://educapes.capes.gov.br/browse?type=author&value=Seibel%2C+M%C3%ADriam+Klitzke
https://educapes.capes.gov.br/browse?type=author&value=Pires%2C+Poliana+Dar%C3%A9+Zampirolli
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Amplie o processo de formação: saiba mais!
Livro
A fábrica de cretinos digitais: os perigos das telas para
nossas crianças
Autor: Michel Desmurget
Editora: Vestígio
Ano: 2021
N° de páginas: 352
Podcast
Como utilizar a neurociência a favor da Educação
Convidadas: Michele Muller e Adriessa Santos
https://sistemaaprendebrasil.com.br/podaprender/10-
como-utilizar-a-neurociencia-a-favor-da-educacao/
Vídeo 
Os desafios do ensino híbrido
Palestrante: Allana Carvalho
Mediador: Amaury Gomes
https://youtu.be/4YYJ4nvL0CM
LUCIANA NARCISO DE MATTOS
 
Possui graduação em Pedagogia pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora - CES/JF. É
especialista em Alfabetização e Linguagem pela Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF
e Orientação Educacional pela Uninter. Mestre em Educação Profissional e Tecnológica.
Atualmente atua como orientadora educacional no Instituto Federal de Educação, Ciência
e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais - Campus Rio Pomba. 
PAULA REIS DE MIRANDA
Possui graduação em Licenciatura em Matemática pelo Universidade Presidente Antônio
Carlos (2002), especialização em Matemática e Estatística pela Universidade Federal de
Lavras - UFLA (2004) e mestrado em Ensino de Ciências e Matemática na PUC-MG (2010) e
doutorado pela Faculdade de Educação da UFMG(2015). Atualmente é professora do IF
Sudeste de Minas Gerais - Campus Rio Pomba. Atua como professora do ProfEPT. Tem
experiência na área de Educação Matemática, com ênfase em Fundamentos da
Matemática e Educação de Jovens e Adultos.
SOBRE AS AUTORAS
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Se você tem alguma crítica, dúvida, elogio ou sugestão, envie para o e-mail:
luciana.narciso@ifsudestemg.edu.br
Esta publicação é parte integrante da pesquisa de mestrado
“ENSINO REMOTO EMERGENCIAL E ENSINO HÍBRIDO NO
ENSINO MÉDIO INTEGRADO: tensões e mobilizações trazidas
para o trabalho docente" do Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais– Campus Rio
Pomba.

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