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JAQUELINE DE OLIVEIRA SILVA MAMOGRAFIA E DENSITOMETRIA ÓSSEA RUBIATABA-GO 2025 ATIVIDADE PRÁTICA MAMOGRAFIA E DENSITOMETRIA ÓSSEA Relatório apresentado à Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera, como requisito para o aproveitamento da Disciplina Mamografia e Densitometria Óssea JAQUELINE DE OLIVEIRA SILVA Superior Tecnologia em Radiologia 3°Semestre RUBIATABA-GO 2025 SUMÁRIO INTRODUÇÃO……………………………………………………………….. 1 ATIVIDADE PROPOSTA 1..…………………………………………………2 ATIVIDADE PROPOSTA 2……………………………………………….…4 CONCLUSÃO………………………………………………………………….5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS…………………………………………6 INTRODUÇÃO A mamografia e a densitometria óssea são exames de diagnóstico por imagem fundamentais na prática clínica, ambos desempenhando papéis essenciais na prevenção, no rastreamen to e no acompanhamento de doenças comuns, especialmente em populações de maior risco. A mamografia é um método radiológico que utiliza baixas doses de raios X para avaliar as mamas, sendo considerada a principal técnica de rastreamento do câncer de mama. Por meio dela, é possível identificar alterações sutis, como nódulos e microcalcificações, muitas vezes em estágios iniciais, quando ainda não são palpáveis, aumentando significativamente as chance s de tratamento eficaz e de sobrevida. Além do rastreamento em mulheres assintomáticas, a mamografia também é utilizada no diagnóstico complementar de alterações clínicas ou de exames físicos suspeitos. Já a densitometria óssea é um exame radiológico não invasivo, de baixa dose de radiação, utilizado para medir a densidade mineral óssea. Sua principal indicação é o diagnóstico da osteopenia e da osteoporose, condições que tornam os ossos mais frágeis e suscetíveis a fraturas. Além de avaliar a massa óssea, a densitometria também permite acompanhar a evolução da doença e a resposta ao tratamento, sendo uma ferramenta essencial para a saúde óssea, principalmente em idosos e em mulheres após a menopausa. Assim, tanto a mamografia quanto a densitometria óssea representam exames de grande relevância para a saúde pública, pois possibilitam o rastreamento precoce, a prevenção de complicações e a melhora da qualidade de vida dos pacientes. ATIVIDADE PROPOSTA 1 Dois métodos são comumente utilizados para subdividir a mama em áreas menores para propósitos de localização, sendo estes: sistema quadrante e o sistema relógio. Entre os dois, o sistema quadrante é o mais simples de usar para localização de lesões generalizadas. Utilizando a imagem a seguir, ilustre como a mama é dividida no sistema quadrante: A localização e descrição da mama, para identificação de patologias benignas ou malignas pode ser feita de duas opções divergentes: Em quatro quadrantes, separando -os em superior e inferior, lateral e medial: • Quadrante superior lateral e medial (QSL E QSM) • Quadrante inferior lateral e medial (QIL e QIM) O sistema relógio, compara a superfície da mama com a de um relógio. Embora esse método forneça uma descrição mais precisa da lesão, o que é determinado ás 3 horas na mama direita tem de ser denominado ás 9 horas na mama esquerda. Os referidos métodos de localização de lesão são muito semelhantes àqueles empregados para o auto enxame e exame clínico da mama pelo método de quadrantes ou relógio circular. Se médico ou o paciente sentirem uma massa em uma área suspeita na mama, um desses métodos será útil para descrever a área de interesse ao profissional de radiologia. Descreva, detalhadamente, como um paciente deve se r posicionado nas incidências básicas de rotina de mamografia? Qual é a incidência do raio central? O posicionamento do paciente é coincidente a do paciente ortostática com a face anterior voltada para o aparelho,os membros superiores ao longo do corpo, os membros inferiores estendidos e os pés juntos, postos e alinhados evitando que o plano medio sagital fique rotacionado, o que excluiria parte do tecido medial da mama. Desta forma profissional das técnicas radiológicas em mamografia deve posicionar na face medial da mama a ser radiografada com um dos membros superiores rodeando o paciente e a mão no seu ombro para verificar se ela esta com a musculatura descontraída de modo a se garantir um melhor posicionamento. Com a outra mão em forma de bandeja o profissional deve elevar a prega inframaária ao máximo de sua mobilidade e em seguida elevar o bucky ate que ele encoste na face inferior da mama. Então desta forma deve-se espalhar o tecido mamário sobre o bucky delicadamente com cuidado ate incluir toda a mama exceto a cauda axilar, imobiliza-la com a mão e só soltar ao termino da compressão quando estiver imóvel. Recomenda-se o apoio da mão do paciente do lado a ser radiografado embaixo do porta - chassis para evitar a sobreposição do ombro na imagem após a descompressão prevenir ao paciente perca o equilíbrio . O mamilo deve estar alinhado paralelamente ao bucky. Com posicionamento de centralização e alinhamento da mama no centro do bucky, utilizando o mamilo como referência. A paciente deve estar posicionada no lado externo da mama e afastada dela para que não haja sobreposição de imagens, que deve m ser adquiridas com a bucky. Sendo assim raio central deve entrar perpendicularmente e o foco deve estar posicionado a uma distância fixa de 60 cm - podendo sofrer alterações, dependendo do aparelho. O chassi a ser utilizado para esse procedimento pode ser o de 18 x 24 cm ou o de 24 x 30 cm, seguindo-se a padrão mamário. Os posicionamentos crânio caudal (CC) e MLO em mamografia são incidências a fim de avaliar quais estruturas? Em cada uma dessas incidências, a imagem deve incluir qual área? As incidências crânio caudal (CC) e mediolateral oblíqua (MLO) em mamografia são utilizadas para avaliar a estrutura das mamas. Na incidência CC, a imagem deve incluir toda a mama, desde o mamilo até a borda inferior da mama. Já na incidência MLO, a imagem deve incluir toda a mama desde o mamilo até a borda superior da mama. Como se deve angular um aparelho em um posicionamento de mama perfil absoluto lateromedial (PLM)? O profissional das técnicas radiológicas em mamografia deve programar o ângulo do aparelho a 90 e ficar alerta ao posicionar a paciente, de modo a não se permitir rolagem da mama para a diferença de densidade entre os tecidos e responsável pelas divergências de contraste que são aparentes na imagem final. A diferença de densidade entre os tecidos é responsável pelas divergências de contraste que são aparentes na imagem final. Analise a mamografia a seguir e indique quais os tecidos observados em 1 e 2, e qual a incidência utilizada. Na imagem apresentada, é possível observar a diferença de contraste entre os tecidos. O tecido 1 é mais denso, indicando uma possivel lesão. O tecido 2 e menos denso, indicando um tecido mamário normal. A incidência utilizada é provavelmente posicionamento CC. ATIVIDADE PROPOSTA 2 Descreva o posicionamento do paciente no protocolo de coluna lombar de Densitometria Óssea (DXA ). Quais regiões devem ser incluídas? Densitometria óssea (DXA) é um método comumente usado para medir a densidade mineral óssea e avaliar o risco de fratura. Esse procedimento é geralmente realizado com um dispositivo chamado densitômetro de raios-x. No protocolo de coluna lombar, o paciente é posicionado deitado de costas sobre a mesa do densitômetro, com os joelhos dobrados e os pés apoiados. O paciente deve permanecer imóvel durante a aquisição das imagens. A região de interesse é a coluna lombar e é importante que a posição seja consistente para garantir a precisão dos resultados. A região de interesse é a coluna lombar que é segmento entre a ultima vertebra torácica (T12) e a primaira vértebra sacral (L1). Um paciente de 78 anos, em pós-menopausa sem terapia de reposição hormonal e com história familiarpositiva para fratura de quadril. Procura assistência médica com queixa de lombalgia crônica, cujos sintomas pioram ao final do dia ou após exercícios físicos. Entre outros exames complementares, foi solicitada densitometria óssea de coluna. Explique o resultado obtido a partir da densitometria óssea. Como podemos interpretar o T-score? Ao interpretar o T-score, em relevância a idade da paciente e também o seu histórico, é provável que seja negativo, revelando uma baixa densidade óssea podendo desenvolver doenças como osteoporose. Registre através de uma foto, o posicionamento de um paciente em um protocolo de fêmur de Densitometria Óssea (DXA). Este posicionamento pode ser realizado em si mesmo, mas você poderá contar com o auxílio de um familiar ou amigo. Em seguida, descreva o posicionamento e quais regiões devem ser incluídas na imagem, para análise. O paciente deve estar deitado em decúbito dorsal como o feixe de preferência sobre a linha 25 à linha 40, até a região do ísquio e o trocânter maior. Deve -se observar o s critérios de avaliação para o posicionamento do fêmur, d esta maneira é a análise do fêmur porção proximal que envolve três regiões que são: • colo de fêmur, trocanter maior e a região do triângulo de wards área de menor densidade da região proximal do fêmur, com predomínio de osso trabecular CONCLUSÃO Em síntese, a mamografia e a densitometria óssea se consolidam como exames complementares indispensáveis na prática da rad iologia, cada qual com sua finalidade específica, mas ambos voltados para a promoção da saúde e a prevenção de agravos. A mamografia, a o atuar no rastreamento e diagnóstico precoce do câncer de mama, tem papel fundamental na re dução da mortalidade, pois possibilita intervenções em estágios iniciais da doença , quando as chances de cura e a eficácia dos tratamentos são muito maiores. Já a densitometria óssea, a o avaliar a densidade mineral óssea, permite identificar precocemente condições como a osteoporose e monitorar sua progressão, contribuindo para a prevenção de fraturas e para a manutenção da autono mia e qualidade de vida dos pacientes. Esses exames, portanto, não se limitam apenas a detectar alterações já estabelecidas, mas também funcionam como instrumentos de cuidado preventivo, capazes de reduzir os impactos físicos, emocionais e sociais de doenças que afetam grande parte da população, so bretudo mulheres e idosos. Além disso , sua aplicação clínica reforça a importância da atuação responsável do tecnólogo em radiologia, que deve garantir a qual idade das imagens, a segurança do paciente e o cumprimento das normas de proteção radiológica. Assim, ao integrar mamografia e densitometria óssea na rotina assistencial, a radiologia reafirma seu compro misso com a saúde pre ventiva, ofere cendo diagnóstico s precoces, acompanhamentos eficazes e maior chance de tratamentos bem-sucedidos. Dessa forma, ambos os exames se tornam aliados indispensáveis para promover não apenas a longevidade, mas também uma vida mais saudável e com qualidade. REFERÊNCIAS aulas/diagnostico-por imagem/ introducao_fisica 201Rx.pdf https://www.in esul.edu.br/professor/arquivos alunos/doc_ 1615421379.pdf http://enfermagemacienciaearte.blogspot.com/2015/10/posicoes-no-leito-ou- para-exames.html Camargo, Renato, e Alessandra Pacini de Campos Ultrassonografia, Mamografia e Densitometria Ossea Disponivel e m Minha Biblioteca, Editora Saraiva, 2015 https://pt.scribd.com/document/358078656/Mamografia-e- Densitometria-Ossea https://ceday.com.br/wp- content/themes/cadaviaulas/arquivos https://diagrad.com.br/noticias/exame-densitomtria-ossea/ 1 image1.jpeg image2.jpeg image3.jpeg