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Questões resolvidas

A saúde óssea é um dos componentes cruciais na manutenção do bem-estar geral do indivíduo, sendo fortemente influenciada por fatores hormonais. A remodelação óssea, processo pelo qual o tecido ósseo antigo é removido e substituído por tecido novo, é um fenômeno dinâmico que ocorre ao longo da vida, sendo regulado por uma série de hormônios que garantem a homeostase entre a reabsorção e a formação óssea. Dentre os hormônios na regulação óssea, estão o estrogênio, a progesterona, o hormônio paratireoideano (PTH), a vitamina D, o cortisol, entre outros. Fonte: SILVEIRA, Gilberto Gomes da et al. Efeitos das alterações hormonais na saúde óssea durante a gravidez e o puerpério. Revista Corpus Hippocraticum, [s. l.], v. 1, n. 2, 2024. Disponível em: revistas.unilago.edu.br/index.php/revista-medicina/article/view/1193/993. Acesso em: 30 jan. 2026.
Com base no texto, assinale a alternativa correta que descreve a relação entre o estrogênio e a saúde óssea em mulheres:
A A estabilidade dos níveis de estrogênio após os 50 anos mantém o equilíbrio entre formação e degradação do osso.
B A elevação contínua do estrogênio ao longo da vida adulta feminina intensifica a atividade de células responsáveis pela degradação óssea.
C A diminuição da concentração de estrogênio ao longo do envelhecimento feminino contribui para o aumento da perda de tecido ósseo, favorecendo alterações estruturais do esqueleto.
D A produção de estrogênio em fases tardias da vida feminina acelera processos inflamatórios associados ao remodelamento ósseo.
E A ação do estrogênio no organismo feminino estimula diretamente o aumento da reabsorção óssea durante a maturidade.

As diferentes fontes de carboidrato apresentam distintas velocidades de absorção, o que resulta em efeitos variados sobre as concentrações plasmáticas de glicose e insulina. Essas respostas podem ser mensuradas pelo índice glicêmico (IG) e pela carga glicêmica (CG). O IG corresponde à relação entre a área sob a curva da resposta glicêmica nas duas horas após o consumo do alimento teste e a área sob a curva obtida com o alimento de referência. Já a CG expressa o efeito total de uma quantidade específica de carboidrato sobre a glicose plasmática, sendo calculada pelo produto do IG pelo teor de carboidrato disponível do alimento. Por considerar tanto a qualidade quanto a quantidade de carboidrato ingerido, a CG torna-se mais relevante que o IG na avaliação isolada de um alimento. Fonte: adaptado de: SILVA, Flávia Moraes et al. Papel do índice glicêmico e da carga glicêmica na prevenção e no controle metabólico de pacientes com diabetes melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, v. 53, p. 560-571, 2009. Disponível em: www.scielo.br/j/abem/a/WTmpx45wK8qrY7hLJF4PTSx/?format=html&lang=pt. Acesso em: 20 fev. 2026.
Com base nos conceitos de Índice Glicêmico e Carga Glicêmica, analise as afirmativas a seguir: I. O índice glicêmico atua como um indicador da rapidez com que um carboidrato eleva a glicemia plasmática, utilizando a glicose purificada ou o pão branco como padrões de comparação. II. A escolha de alimentos pertencentes à categoria de baixo ou moderado índice glicêmico constitui uma estratégia protetiva recomendada para indivíduos com quadros metabólicos de diabetes. III. A modulação dos níveis de açúcar no sangue depende da análise qualitativa das fontes de carboidratos, priorizando itens como oleaginosas, cereais integrais e vegetais com pouca presença de amido. IV. O cálculo da carga glicêmica permite uma avaliação mais abrangente da resposta insulínica, pois associa a velocidade de absorção do alimento ao volume total de carboidratos disponíveis presentes na porção. É correto o que se afirma em:
I. O índice glicêmico atua como um indicador da rapidez com que um carboidrato eleva a glicemia plasmática, utilizando a glicose purificada ou o pão branco como padrões de comparação.
II. A escolha de alimentos pertencentes à categoria de baixo ou moderado índice glicêmico constitui uma estratégia protetiva recomendada para indivíduos com quadros metabólicos de diabetes.
III. A modulação dos níveis de açúcar no sangue depende da análise qualitativa das fontes de carboidratos, priorizando itens como oleaginosas, cereais integrais e vegetais com pouca presença de amido.
IV. O cálculo da carga glicêmica permite uma avaliação mais abrangente da resposta insulínica, pois associa a velocidade de absorção do alimento ao volume total de carboidratos disponíveis presentes na porção.
A I, II, III e IV.
B III e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D I, apenas.
E II e IV, apenas.

Os adoçantes, também denominados edulcorantes, foram desenvolvidos para atender às necessidades de pessoas com diabetes, tendo como principal finalidade substituir total ou parcialmente o açúcar. Tratam-se de substâncias químicas obtidas a partir de matérias-primas naturais ou artificiais, produzidas pela indústria de alimentos. Os edulcorantes classificam-se em nutritivos, que fornecem calorias, e não nutritivos, que não apresentam valor calórico. Dentre os não nutritivos estão sacarina, aspartame, acessulfame-K, sucralose, neotame, alitame, neoesperidina, taumatina, ciclamato e estévia. Já os nutritivos incluem sacarose, frutose, glicose e polióis. Os polióis são subdivididos conforme sua estrutura química em derivados de monossacarídeos (sorbitol, manitol, xilitol e eritritol), derivados de dissacarídeos (isomaltitol, lactitol, maltitol, tagatose e trealose) e derivados de misturas de amidos hidrolisados hidrogenados (xarope de maltitol). Fonte: adaptado de: LOPES, Gabrielly Cunha et al. Consumo de adoçantes por pacientes com diabetes mellitus tipo 2: uma revisão integrativa. Research, Society and Development, [s. l.], v. 9, n. 10, 2020. Disponível em: rsdjournal.org/rsd/article/view/8619/7575. Acesso em: 20 fev. 2026.
Com base no texto, sobre o uso de adoçantes no manejo nutricional do diabetes melito, analise as afirmativas a seguir: I. Os compostos como sucralose e estévia figuram entre as alternativas indicadas para indivíduos com diabetes melito. II. A seleção de edulcorantes sem valor energético tende a favorecer o controle glicêmico, considerando sua ausência de efeito direto sobre a glicose sanguínea. III. A restrição ao uso da frutose isolada justifica-se pela via metabólica hepática desse monossacarídeo, que resulta na sua conversão em glicose pelo organismo. IV. Os polióis, como xilitol e eritritol, apresentam menor repercussão glicêmica em comparação à sacarose e são amplamente empregados em produtos industrializados. É correto o que se afirma em:
I. Os compostos como sucralose e estévia figuram entre as alternativas indicadas para indivíduos com diabetes melito.
II. A seleção de edulcorantes sem valor energético tende a favorecer o controle glicêmico, considerando sua ausência de efeito direto sobre a glicose sanguínea.
III. A restrição ao uso da frutose isolada justifica-se pela via metabólica hepática desse monossacarídeo, que resulta na sua conversão em glicose pelo organismo.
IV. Os polióis, como xilitol e eritritol, apresentam menor repercussão glicêmica em comparação à sacarose e são amplamente empregados em produtos industrializados.
A I, apenas.
B I, II, III e IV.
C I, II e III, apenas.
D II e IV, apenas.
E III e IV, apenas.

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Questões resolvidas

A saúde óssea é um dos componentes cruciais na manutenção do bem-estar geral do indivíduo, sendo fortemente influenciada por fatores hormonais. A remodelação óssea, processo pelo qual o tecido ósseo antigo é removido e substituído por tecido novo, é um fenômeno dinâmico que ocorre ao longo da vida, sendo regulado por uma série de hormônios que garantem a homeostase entre a reabsorção e a formação óssea. Dentre os hormônios na regulação óssea, estão o estrogênio, a progesterona, o hormônio paratireoideano (PTH), a vitamina D, o cortisol, entre outros. Fonte: SILVEIRA, Gilberto Gomes da et al. Efeitos das alterações hormonais na saúde óssea durante a gravidez e o puerpério. Revista Corpus Hippocraticum, [s. l.], v. 1, n. 2, 2024. Disponível em: revistas.unilago.edu.br/index.php/revista-medicina/article/view/1193/993. Acesso em: 30 jan. 2026.
Com base no texto, assinale a alternativa correta que descreve a relação entre o estrogênio e a saúde óssea em mulheres:
A A estabilidade dos níveis de estrogênio após os 50 anos mantém o equilíbrio entre formação e degradação do osso.
B A elevação contínua do estrogênio ao longo da vida adulta feminina intensifica a atividade de células responsáveis pela degradação óssea.
C A diminuição da concentração de estrogênio ao longo do envelhecimento feminino contribui para o aumento da perda de tecido ósseo, favorecendo alterações estruturais do esqueleto.
D A produção de estrogênio em fases tardias da vida feminina acelera processos inflamatórios associados ao remodelamento ósseo.
E A ação do estrogênio no organismo feminino estimula diretamente o aumento da reabsorção óssea durante a maturidade.

As diferentes fontes de carboidrato apresentam distintas velocidades de absorção, o que resulta em efeitos variados sobre as concentrações plasmáticas de glicose e insulina. Essas respostas podem ser mensuradas pelo índice glicêmico (IG) e pela carga glicêmica (CG). O IG corresponde à relação entre a área sob a curva da resposta glicêmica nas duas horas após o consumo do alimento teste e a área sob a curva obtida com o alimento de referência. Já a CG expressa o efeito total de uma quantidade específica de carboidrato sobre a glicose plasmática, sendo calculada pelo produto do IG pelo teor de carboidrato disponível do alimento. Por considerar tanto a qualidade quanto a quantidade de carboidrato ingerido, a CG torna-se mais relevante que o IG na avaliação isolada de um alimento. Fonte: adaptado de: SILVA, Flávia Moraes et al. Papel do índice glicêmico e da carga glicêmica na prevenção e no controle metabólico de pacientes com diabetes melito tipo 2. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, v. 53, p. 560-571, 2009. Disponível em: www.scielo.br/j/abem/a/WTmpx45wK8qrY7hLJF4PTSx/?format=html&lang=pt. Acesso em: 20 fev. 2026.
Com base nos conceitos de Índice Glicêmico e Carga Glicêmica, analise as afirmativas a seguir: I. O índice glicêmico atua como um indicador da rapidez com que um carboidrato eleva a glicemia plasmática, utilizando a glicose purificada ou o pão branco como padrões de comparação. II. A escolha de alimentos pertencentes à categoria de baixo ou moderado índice glicêmico constitui uma estratégia protetiva recomendada para indivíduos com quadros metabólicos de diabetes. III. A modulação dos níveis de açúcar no sangue depende da análise qualitativa das fontes de carboidratos, priorizando itens como oleaginosas, cereais integrais e vegetais com pouca presença de amido. IV. O cálculo da carga glicêmica permite uma avaliação mais abrangente da resposta insulínica, pois associa a velocidade de absorção do alimento ao volume total de carboidratos disponíveis presentes na porção. É correto o que se afirma em:
I. O índice glicêmico atua como um indicador da rapidez com que um carboidrato eleva a glicemia plasmática, utilizando a glicose purificada ou o pão branco como padrões de comparação.
II. A escolha de alimentos pertencentes à categoria de baixo ou moderado índice glicêmico constitui uma estratégia protetiva recomendada para indivíduos com quadros metabólicos de diabetes.
III. A modulação dos níveis de açúcar no sangue depende da análise qualitativa das fontes de carboidratos, priorizando itens como oleaginosas, cereais integrais e vegetais com pouca presença de amido.
IV. O cálculo da carga glicêmica permite uma avaliação mais abrangente da resposta insulínica, pois associa a velocidade de absorção do alimento ao volume total de carboidratos disponíveis presentes na porção.
A I, II, III e IV.
B III e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D I, apenas.
E II e IV, apenas.

Os adoçantes, também denominados edulcorantes, foram desenvolvidos para atender às necessidades de pessoas com diabetes, tendo como principal finalidade substituir total ou parcialmente o açúcar. Tratam-se de substâncias químicas obtidas a partir de matérias-primas naturais ou artificiais, produzidas pela indústria de alimentos. Os edulcorantes classificam-se em nutritivos, que fornecem calorias, e não nutritivos, que não apresentam valor calórico. Dentre os não nutritivos estão sacarina, aspartame, acessulfame-K, sucralose, neotame, alitame, neoesperidina, taumatina, ciclamato e estévia. Já os nutritivos incluem sacarose, frutose, glicose e polióis. Os polióis são subdivididos conforme sua estrutura química em derivados de monossacarídeos (sorbitol, manitol, xilitol e eritritol), derivados de dissacarídeos (isomaltitol, lactitol, maltitol, tagatose e trealose) e derivados de misturas de amidos hidrolisados hidrogenados (xarope de maltitol). Fonte: adaptado de: LOPES, Gabrielly Cunha et al. Consumo de adoçantes por pacientes com diabetes mellitus tipo 2: uma revisão integrativa. Research, Society and Development, [s. l.], v. 9, n. 10, 2020. Disponível em: rsdjournal.org/rsd/article/view/8619/7575. Acesso em: 20 fev. 2026.
Com base no texto, sobre o uso de adoçantes no manejo nutricional do diabetes melito, analise as afirmativas a seguir: I. Os compostos como sucralose e estévia figuram entre as alternativas indicadas para indivíduos com diabetes melito. II. A seleção de edulcorantes sem valor energético tende a favorecer o controle glicêmico, considerando sua ausência de efeito direto sobre a glicose sanguínea. III. A restrição ao uso da frutose isolada justifica-se pela via metabólica hepática desse monossacarídeo, que resulta na sua conversão em glicose pelo organismo. IV. Os polióis, como xilitol e eritritol, apresentam menor repercussão glicêmica em comparação à sacarose e são amplamente empregados em produtos industrializados. É correto o que se afirma em:
I. Os compostos como sucralose e estévia figuram entre as alternativas indicadas para indivíduos com diabetes melito.
II. A seleção de edulcorantes sem valor energético tende a favorecer o controle glicêmico, considerando sua ausência de efeito direto sobre a glicose sanguínea.
III. A restrição ao uso da frutose isolada justifica-se pela via metabólica hepática desse monossacarídeo, que resulta na sua conversão em glicose pelo organismo.
IV. Os polióis, como xilitol e eritritol, apresentam menor repercussão glicêmica em comparação à sacarose e são amplamente empregados em produtos industrializados.
A I, apenas.
B I, II, III e IV.
C I, II e III, apenas.
D II e IV, apenas.
E III e IV, apenas.

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Prova Impressa
GABARITO | Avaliação II - Individual
(Cod.:1628475)
Peso da Avaliação 1,50
Prova 123764213
Qtd. de Questões 10
Acertos/Erros 10/0
Nota 10,00
“A osteoporose é uma doença que pode ser evitada e tratada se medidas preventivas forem 
adequadamente corrigidas. Dentre essas medidas, a nutrição adequada representa parte 
fundamental nesse processo, visto que a saúde do organismo é muito influenciada por nutrientes 
presentes naturalmente nos alimentos, os quais podem amenizar e/ou reduzir as complicações 
decorrentes do processo de envelhecimento, em especial, os efeitos negativos na saúde óssea”.
Fonte: PREMAOR, Melissa Orlandin; BRONDANI, Juliana Ebling. Nutrição e saúde óssea: a 
importância do cálcio, fósforo, magnésio e proteínas. Revista da AMRIGS, v. 60, n. 3, p. 253-
263, 2016. Disponível em: https://shre.ink/5l0a. Acesso em: 2 fev. 2026.
Com base no texto, acerca do papel dos nutrientes na manutenção da saúde óssea, analise as 
afirmativas a seguir:
I. As vitaminas lipossolúveis participam do conjunto de nutrientes que favorecem a manutenção da 
saúde óssea.
II. O uso de alimentos lácteos fortificados ou de suplementação representa uma estratégia para 
otimizar a ingestão de cálcio.
III. As proteínas exercem papel importante na manutenção da massa óssea quando associadas a um 
consumo adequado de cálcio.
IV. A presença de compostos como cafeína, oxalatos e fitatos na alimentação interfere na absorção 
do cálcio proveniente dos alimentos.
É correto o que se afirma em:
A I, II e III, apenas.
B I, apenas.
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1
C III e IV, apenas.
D II e IV, apenas.
E I, II, III e IV.
Atualmente, definimos osteoporose como doença do esqueleto caracterizada pelo 
comprometimento da resistência e da qualidade óssea, predispondo a aumento do risco de fraturas. 
As fraturas do quadril são as mais graves e ocorrem em fases mais tardias da doença. A resistência 
do osso reflete a integração entre a densidade mineral e as propriedades biológicas e físicas que 
determinam a qualidade óssea. A qualidade óssea reflete a arquitetura macro e microscópica do 
osso, o metabolismo, a capacidade de acumulação de danos (por exemplo: microfraturas) e o 
conteúdo mineral, com a mineralização normal do tecido osteoide.
Fonte: GUARNIERO, Roberto; OLIVEIRA, Lindomar Guimarães. Osteoporose: atualização no 
diagnóstico e princípios básicos para o tratamento. Rev. Bras. Ortop., [s. l.], v. 39, n. 9, p. 477-85, 
2004. Disponível em: https://www.academia.edu/download/77703202/24.pdf. Acesso em: 30 jan. 
2026.
Com base no texto, sobre a osteoporose, analise as afirmativas a seguir:
I. Na osteoporose pós-menopausa, a reposição de hormônio é suficiente para a recuperação óssea.
II. O aumento da atividade do paratormônio (PTH) está envolvido na etiologia da osteoporose 
senil.
III. A deficiência de cálcio causada por baixo consumo de fontes desse mineral e absorção 
reduzida é uma das causas da osteoporose tipo II.
IV. As recomendações acerca da ingestão de alimentos fontes de cálcio e suplementação de cálcio 
e vitamina D são abordagens terapêuticas na osteoporose primária.
É correto o que se afirma em:
A I e IV, apenas.
B II, III e IV, apenas.
2
C II e III, apenas
D I, II e III, apenas.
E III e IV, apenas.
“Na busca pelo controle glicêmico, a contagem de carboidratos (CCHO) é uma ferramenta de 
grande importância, pois possibilita maior flexibilidade na escolha dos alimentos, melhora dos 
níveis de glicemia pós-prandial e redução dos níveis de hemoglobina glicada (HbA1c). Esse 
método consiste na soma da quantidade, em gramas, de carboidratos presentes em cada alimento 
ingerido, cujas informações podem ser obtidas em tabelas, rótulos ou por meio de aplicativos, 
associando-se esse valor à dose de insulina rápida ou ultrarrápida a ser administrada. O cálculo da 
insulina prandial deve ser ajustado conforme a razão insulina/carboidrato, que indica a quantidade 
de carboidrato que uma unidade de insulina é capaz de metabolizar”.
Fonte: DANTAS, Natália Souza et al. Uso de aplicativos para contagem de carboidratos como 
ferramenta de auxílio no autogerenciamento do diabetes mellitus tipo 1: uma revisão sistemática. 
Research, Society and Development, [s. l.], v. 12, n. 1, p. e3912139270-e3912139270, 2023. 
Disponível em: rsdjournal.org/rsd/article/view/39270/32359. Acesso em: 18 fev. 2026.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre 
elas:
I. A contagem de carboidratos promove autonomia e flexibilidade alimentar no diabetes, mediante 
ajuste entre ingestão, insulina e glicemia.
PORQUE
II. Os carboidratos exercem impacto direto e predominante sobre a glicemia, sendo convertidos em 
glicose em curto intervalo de tempo, o que exige correspondência entre a quantidade ingerida e o 
tratamento medicamentoso.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
A As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
3
B A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
C As asserções I e II são falsas.
D As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
E A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
A saúde óssea é um dos componentes cruciais na manutenção do bem-estar geral do indivíduo, 
sendo fortemente influenciada por fatores hormonais. A remodelação óssea, processo pelo qual o 
tecido ósseo antigo é removido e substituído por tecido novo, é um fenômeno dinâmico que ocorre 
ao longo da vida, sendo regulado por uma série de hormônios que garantem a homeostase entre a 
reabsorção e a formação óssea. Dentre os hormônios na regulação óssea, estão o estrogênio, a 
progesterona, o hormônio paratireoideano (PTH), a vitamina D, o cortisol, entre outros.
Fonte: SILVEIRA, Gilberto Gomes da et al. Efeitos das alterações hormonais na saúde óssea 
durante a gravidez e o puerpério. Revista Corpus Hippocraticum, [s. l.], v. 1, n. 2, 2024. 
Disponível em: revistas.unilago.edu.br/index.php/revista-medicina/article/view/1193/993. Acesso 
em: 30 jan. 2026.
Com base no texto, assinale a alternativa correta que descreve a relação entre o estrogênio e a 
saúde óssea em mulheres:
A A estabilidade dos níveis de estrogênio após os 50 anos mantém o equilíbrio entre formação e
degradação do osso.
B A elevação contínua do estrogênio ao longo da vida adulta feminina intensifica a atividade de
células responsáveis pela degradação óssea.
C A diminuição da concentração de estrogênio ao longo do envelhecimento feminino contribui
para o aumento da perda de tecido ósseo, favorecendo alterações estruturais do esqueleto.
4
D A produção de estrogênio em fases tardias da vida feminina acelera processos inflamatórios
associados ao remodelamento ósseo.
E A ação do estrogênio no organismo feminino estimula diretamente o aumento da reabsorção
óssea durante a maturidade.
“O cálcio, mineral importante para o organismo, está armazenado em 99% nos ossos, pois ele é 
fator fundamental na regulação da homeostase do tecido ósseo. Sendo um nutriente cuja única 
forma de se adquirir é exógena, a dieta balanceada e a suplementação são essenciais para que ele 
consiga realizar sua homeostase óssea. [...] Quando o consumo de cálcio não é suficiente pela 
dieta, é preciso utilizar suplementos de cálcio. Alguns suplementos que permitem uma 
biodisponibilidade após sua ingestão são o carbonato e o fosfato tribásico de cálcio”.
Fonte: PIRES, Adrielly Carvalho Lopes et al. Prevenção à osteoporose em mulheres na pós-
menopausa: uma revisão sistemática. Research, Society and Development, v. 11, n. 1, 2022. 
Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/article/view/24667/21751. Acesso em: 30 jan. 2026.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre 
elas
I. A eficácia do tratamento com carbonato de cálcio depende da análise dos componentes presentes 
na dieta habitual do paciente.PORQUE
II. A presença de fitatos em farelos e grãos integrais promove a formação de complexos que 
reduzem o aproveitamento do mineral pelo sistema digestório.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
A As asserções I e II são falsas.
B As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
5
C As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
D A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
E A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As diferentes fontes de carboidrato apresentam distintas velocidades de absorção, o que resulta em 
efeitos variados sobre as concentrações plasmáticas de glicose e insulina. Essas respostas podem 
ser mensuradas pelo índice glicêmico (IG) e pela carga glicêmica (CG). O IG corresponde à 
relação entre a área sob a curva da resposta glicêmica nas duas horas após o consumo do alimento 
teste e a área sob a curva obtida com o alimento de referência. Já a CG expressa o efeito total de 
uma quantidade específica de carboidrato sobre a glicose plasmática, sendo calculada pelo produto 
do IG pelo teor de carboidrato disponível do alimento. Por considerar tanto a qualidade quanto a 
quantidade de carboidrato ingerido, a CG torna-se mais relevante que o IG na avaliação isolada de 
um alimento.
Fonte: adaptado de: SILVA, Flávia Moraes et al. Papel do índice glicêmico e da carga glicêmica na 
prevenção e no controle metabólico de pacientes com diabetes melito tipo 2. Arquivos Brasileiros 
de Endocrinologia & Metabologia, v. 53, p. 560-571, 2009. Disponível em: 
www.scielo.br/j/abem/a/WTmpx45wK8qrY7hLJF4PTSx/?format=html&lang=pt. Acesso em: 20 
fev. 2026.
Com base nos conceitos de Índice Glicêmico e Carga Glicêmica, analise as afirmativas a seguir:
I. O índice glicêmico atua como um indicador da rapidez com que um carboidrato eleva a glicemia 
plasmática, utilizando a glicose purificada ou o pão branco como padrões de comparação.
II. A escolha de alimentos pertencentes à categoria de baixo ou moderado índice glicêmico 
constitui uma estratégia protetiva recomendada para indivíduos com quadros metabólicos de 
diabetes.
III. A modulação dos níveis de açúcar no sangue depende da análise qualitativa das fontes de 
carboidratos, priorizando itens como oleaginosas, cereais integrais e vegetais com pouca presença 
de amido.
IV. O cálculo da carga glicêmica permite uma avaliação mais abrangente da resposta insulínica, 
pois associa a velocidade de absorção do alimento ao volume total de carboidratos disponíveis 
presentes na porção.
É correto o que se afirma em:
6
A I, II, III e IV.
B III e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D I, apenas.
E II e IV, apenas.
“A cetoacidose diabética (CAD) é uma complicação aguda do diabetes mellitus (DM) 
caracterizada por hiperglicemia, acidose metabólica, desidratação e cetose, na vigência de 
deficiência profunda de insulina. Acomete principalmente pacientes com DM tipo 1 (DM1) e 
geralmente é precipitada por condições infecciosas ou omissão da administração de insulina. Por 
vezes, a CAD pode ser a forma de apresentação clínica inicial do DM1 ou mesmo do tipo 2 
(DM2). A CAD é observada ao diagnóstico de DM1 em 3 a 40% dos pacientes diagnosticados com 
DM1”.
Fonte: BARONE, Bianca et al. Cetoacidose diabética em adultos: atualização de uma complicação 
antiga. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, [s. l.], v. 51, n. 9, p. 1434-1447, 
2007. Disponível em: www.scielo.br/j/abem/a/yk7dNDjrkBbBcjvq8C8TFLv/?
format=html&lang=pt. Acesso em: 13 fev. 2026.
Com base no texto, acerca da fisiopatologia, manifestações clínicas, diagnóstico e tratamento da 
cetoacidose diabética no DM1, analise as afirmativas a seguir:
I. A utilização intensificada de ácidos graxos como fonte energética favorece a formação de corpos 
cetônicos.
II. A deficiência de insulina desencadeia elevação da glicose circulante e estimula a produção 
hepática de glicose.
III. Os sintomas como náuseas, vômitos, dor abdominal, desidratação e hálito com odor adocicado 
compõem o quadro clínico descrito.
IV. A confirmação diagnóstica ocorre por meio de exames sanguíneos que evidenciam aumento de 
glicose, cetonas e acidose metabólica.
É correto o que se afirma em:
7
A I, II, III e IV.
B II e IV, apenas.
C I, apenas.
D III e IV, apenas.
E I, II e III, apenas.
Os adoçantes, também denominados edulcorantes, foram desenvolvidos para atender às 
necessidades de pessoas com diabetes, tendo como principal finalidade substituir total ou 
parcialmente o açúcar. Tratam-se de substâncias químicas obtidas a partir de matérias-primas 
naturais ou artificiais, produzidas pela indústria de alimentos. Os edulcorantes classificam-se em 
nutritivos, que fornecem calorias, e não nutritivos, que não apresentam valor calórico. Dentre os 
não nutritivos estão sacarina, aspartame, acessulfame-K, sucralose, neotame, alitame, 
neoesperidina, taumatina, ciclamato e estévia. Já os nutritivos incluem sacarose, frutose, glicose e 
polióis. Os polióis são subdivididos conforme sua estrutura química em derivados de 
monossacarídeos (sorbitol, manitol, xilitol e eritritol), derivados de dissacarídeos (isomaltitol, 
lactitol, maltitol, tagatose e trealose) e derivados de misturas de amidos hidrolisados hidrogenados 
(xarope de maltitol).
Fonte: adaptado de: LOPES, Gabrielly Cunha et al. Consumo de adoçantes por pacientes com 
diabetes mellitus tipo 2: uma revisão integrativa. Research, Society and Development, [s. l.], v. 9, 
n. 10, 2020. Disponível em: rsdjournal.org/rsd/article/view/8619/7575. Acesso em: 20 fev. 2026.
Com base no texto, sobre o uso de adoçantes no manejo nutricional do diabetes melito, analise as 
afirmativas a seguir:
I. Os compostos como sucralose e estévia figuram entre as alternativas indicadas para indivíduos 
com diabetes melito.
II. A seleção de edulcorantes sem valor energético tende a favorecer o controle glicêmico, 
considerando sua ausência de efeito direto sobre a glicose sanguínea.
III. A restrição ao uso da frutose isolada justifica-se pela via metabólica hepática desse 
monossacarídeo, que resulta na sua conversão em glicose pelo organismo.
IV. Os polióis, como xilitol e eritritol, apresentam menor repercussão glicêmica em comparação à 
sacarose e são amplamente empregados em produtos industrializados.
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É correto o que se afirma em:
A I, apenas.
B I, II, III e IV.
C I, II e III, apenas.
D II e IV, apenas.
E III e IV, apenas.
O diabetes mellitus tipo 1 pode se manifestar de várias formas, como hiperglicemia, polidipsia 
crônica, poliúria, perda de peso, cetonuria, cetoacidose diabética ou uma descoberta silenciosa e 
assintomática. O início, em geral, é abrupto, podendo ser a cetoacidose diabética um dos primeiros 
sinais da doença.
Fonte: MARTINS, C. D.; VIEIRA, F. D. S. F. Diabetes Mellitus tipo 1: um estudo de caso. 
Revista Universitas da Fanorpi, v. 4, n. 8, p. 90-98, 2022. Disponível em: 
https://sl1nk.com/Toi7J. Acesso: 13 fev. 2026.
Com base nos conceitos clínicos relacionados às manifestações do diabetes mellitus tipo 1, 
assinale a alternativa correta:
A A poliúria corresponde ao aumento do volume urinário, enquanto a nictúria está relacionada
ao aumento da frequência de micções durante o período noturno.
B As infecções urinárias recorrentes estão associadas à redução da fome e à menor ingestão de
líquidos.
C A visão turva e a fadiga extrema são manifestações decorrentes da redução da frequência
urinária e da diminuição da ingestão hídrica.
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D A perda de peso no DM1 ocorre em decorrência direta do aumento da micção noturna,
independentemente de alterações no apetite.
E A polidipsia caracteriza-se pelo aumento do apetite, enquanto a polifagia refere-se ao
aumento da produção urinária.
A ciência tem demonstrado que a terapia nutricional é essencial para a prevenção, o tratamento e o 
manejo do diabetes mellitus (DM). No contexto do diabetes, a terapia nutricional é direcionada a 
promoverum estado nutricional adequado, manter a saúde fisiológica e melhorar a qualidade de 
vida do indivíduo, além de prevenir e tratar complicações a curto e longo prazo, bem como as 
comorbidades associadas.
Fonte: SANTOS, R. N. G. dos et al. A terapia nutricional e sua importância no tratamento do 
diabetes mellitus. Caderno Pedagógico, v. 21, n. 10, 2024. Disponível em: 
ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/view/9480/5515. Acesso em: 18 fev. 
2026.
Com base no texto, sobre a terapia nutricional no diabetes mellitus tipo 1, analise as afirmativas a 
seguir:
I. A intervenção inclui acompanhamento educativo contínuo e estímulo ao desenvolvimento de 
habilidades para o autogerenciamento da doença.
II. A abordagem envolve monitoramento do estado nutricional e metabólico, manutenção do peso 
corporal apropriado e prevenção de complicações crônicas.
III. O planejamento alimentar considera fatores individuais, como contexto sociocultural, 
condições socioeconômicas, preferências pessoais e nível de atividade física.
IV. A conduta nutricional contempla a promoção de padrões alimentares saudáveis com foco na 
qualidade dos alimentos e na adequação quantitativa, visando aos benefícios metabólicos e globais 
à saúde.
É correto o que se afirma em:
A I, II, III e IV.
B II e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
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D III e IV, apenas.
E I, apenas.
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