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Tipos de Dor Receptores Opióides Dor aguda: estímulo Receptor analgesia nocivo intenso e supra-espinhal, euforia e sensação desagradável dependência física Dor crônica: persiste Receptor K: analgesia além da cicatrização da espinhal, sedação, miose e lesão tecidual disforia Hiperalgesia: aumento Receptor δ: modula da dor frente a comportamento afetivo e estímulo nocivo leve analgesia medular Dor neuropática: Receptor σ: associado a causada por danos nos disforia, alucinações e neurônios nociceptivos efeitos vasomotores Neurofisiologia Nocicepção Peptídeos Opióides Endógenos Percepção de Dor Três classes principais: encefalinas, estímulos nocivos endorfinas e dinorfinas pelo sistema nervoso Cada classe deriva de precursor central distinto e tem distribuição anatômica Via rápida: dor Interagem com receptores opióides aguda, localizada e para modular analgesia natural de curta duração Importantes para controle endógeno da Via lenta: dor dor e resposta ao estresse crônica, difusa, com sensação de queimação Dor é experiência subjetiva com Uso Clínico e Efeitos componente afetivo Analgesia para dor intensa, importante câncer e em obstetrícia com cuidados Histórico Opióides Uso reduzido em tosse devido a Propriedades Farmacológicas antitussígenos sintéticos Ópio extraído da papoula, No SNC: analgesia, euforia, sedação, eficazes nome grego significa 'suco' depressão respiratória e miose Aplicação em anestesia como 1806: Sertürner isolou a Efeitos periféricos: constipação, pré-medicação sedativa e morfina, nome em homenagem a retenção urinária e depressão renal ansiolítica Morfeu Tolerância: necessidade de doses Efeitos adversos comuns: Descoberta da codeína (1832) maiores para manter analgesia náuseas, vômitos, sudorese e e - papaverina (1848) hipotensão Dependência física: uso contínuo importantes para evitar sintomas de abstinência Abuso dos opióides motivou busca por analgésicos não viciantes