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Mandado de Segurança 
INDIVIDUAL E COLETIVO
Contexto Histórico 
O Mandado de Segurança é um instituto
genuinamente brasileiro, nascido da
necessidade de proteger direitos que
não eram contemplados pelo habeas
corpus. Desde sua introdução na
Constituição de 1934 até a atual Carta
de 1988, o ‘MS’ consolidou-se como uma
ação civil de natureza constitucional
fundamental para o controle da
legalidade e o combate ao abuso de
poder estatal, garantindo a proteção do
direito líquido e certo.
Mandado de segurança nas Constituições 
Brasileiras 
Constituição de 
1934 → Havia 
previsão 
constitucional.
Constituição de 
1937 → Não havia 
previsão 
constitucional.
Constituição de 
1946 → Havia 
previsão 
constitucional.
Constituição de 
1967 → Havia 
previsão 
constitucional.
EC nº 1/1969 → 
Havia previsão 
constitucional.
Constituição de 
1988 → Havia 
previsão 
constitucional.
Constituição de 1988
Segundo o Art. 5º, LXIX – “conceder-se-á
mandado de segurança para proteger
direito líquido e certo, não amparado
por habeas corpus ou habeas data,
quando o responsável pela ilegalidade
ou abuso de poder for autoridade
pública ou agente de pessoa jurídica no
exercício de atribuições do Poder
Público;”
Conceitos Gerais
• Natureza Jurídica
O mandado de segurança é uma ação
constitucional, de natureza civil, cujo
objeto é a proteção de direito líquido e
certo, lesado ou ameaçado de lesão, por
ato ou omissão de autoridade pública
ou agente de pessoa jurídica no
exercício de atribuições do Poder
Público. A natureza civil não se altera,
tampouco impede o ajuizamento de
mandado de segurança em matéria
criminal, inclusive contra ato de juiz
criminal, praticado no processo penal.
Direito liquido e certo
Segundo Alexandre de Morais "Direito 
líquido e certo é o que resulta de fato 
certo, ou seja, é aquele capaz de ser 
comprovado de plano, por 
documentação inequívoca"
Acrescenta Morais "A impetração do 
mandado de segurança não pode 
fundamentar-se em simples conjecturas 
ou em alegações que dependam de 
dilação probatória incompatível com o 
procedimento do mandado de 
segurança.“
• Prova Pré-constituída 
• Sem dilação Probatória 
Discussão Doutrinária 
A expressão ‘direito 
líquido e certo’ é 
criticada na doutrina, 
pois se existe um 
direito, ele sempre será 
líquido.
Moraes “Note-se que o 
direito é sempre líquido 
e a caracterização de 
imprecisão e incerteza 
recai sobre os fatos e 
não sobre o direito”.
Súmula 625 do STF
"Controvérsia sobre 
matéria de direito não 
impede concessão de 
mandado de 
segurança".
Caráter Residual 
do Mandado de 
Segurança
O Mandado de Segurança possui
natureza residual, o que significa que
sua utilização é cabível apenas de
forma subsidiária. Ele é o instrumento
de proteção para o direito líquido e
certo sempre que o amparo
necessário não puder ser protegido
por habeas corpus ou habeas data,
conforme estabelece a lei.
• Habeas Corpus (HC): Liberdade de
locomoção (ir, vir e permanecer).
• Habeas Data (HD): Informações
relativas à pessoa do impetrante
em registros governamentais.
Cabimento do Mandado de 
Segurança segundo 
Alexandre de Moraes
Podemos assim apontar os quatro
requisitos identificadores do mandado
de segurança
• Ato comissivo ou omissivo de
autoridade;
• Ilegalidade ou abuso de poder;
• Lesão ou ameaça de lesão;
• Caráter subsidiário: proteção ao
direito líquido e certo não
amparado por habeas corpus e
habeas data.
Ilegalidade ou 
abuso de poder 
segundo Michel 
Temer
• "O mandado de segurança é conferido
aos indivíduos para que eles se
defendam de atos ilegais ou
praticados com abuso de poder.
Portanto, tanto os atos vinculados
quanto os atos discricionários são
atacáveis por mandado de segurança,
porque a Constituição Federal e a lei
ordinária, ao aludirem a ilegalidade,
estão se referindo ao ato vinculado, e
ao se referirem ao abuso de poder
estão se reportando ao ato
discricionário."
• Ato Vinculado - Ilegalidade: Fora
dos limites da lei.
• Ato Discricionário - Abuso de
Poder: Mesmo dentro do limite da
lei, ultrapassa os limites legais ou
desvia-se do interesse público.
Espécie de 
Mandado
• O mandado de segurança poderá
ser repressivo de uma ilegalidade já
cometida, ou preventivo quando o
impetrante demonstrar justo receio
de sofrer uma violação de direito
líquido e certo por parte da
autoridade impetrada. Nesse caso,
porém, sempre haverá a
necessidade de comprovação de
um ato ou uma omissão concreta
que esteja pondo em risco o direito
do impetrante.
Legitimação Ativa e Passiva
Legitimidade Ativa 
(Impetrante): É quem 
sofre a lesão no 
direito e entra com a 
ação.
Legitimidade Passiva 
(Impetrado): É a 
autoridade coatora, 
ou seja, quem 
praticou o ato ilegal.
Mandado de 
segurança 
Individual 
Objeto
Segundo Barroso "O mandado de
segurança individual tem por objeto
ameaça ou ato de autoridade violador
de direito individual líquido e certo.
Direito líquido e certo é aquele
passível de comprovação de plano,
por meio de prova documental. A
prova pré-constituída é condição
especial de procedibilidade da ação.
Legitimação Ativa 
e Passiva Segundo 
Pedro Lenza
O legitimado ativo, sujeito ativo,
impetrante é o detentor de “direito
líquido e certo não amparado por
habeas corpus ou habeas data”.
Assim, dentro do rol “detentor de
direito líquido e certo” incluem-se:
pessoas físicas (brasileiras ou não,
residentes ou não, domiciliadas ou
não), jurídicas, órgãos públicos
despersonalizados, porém com
capacidade processual (Chefias dos
Executivos, Mesas do Legislativo),
universalidades de bens e direitos
(espólio, massa falida, condomínio),
agentes políticos (governadores,
parlamentares), o Ministério Público
etc.
Legitimidade 
Passiva
• Já o legitimado passivo, sujeito
passivo, impetrado é a autoridade
coatora, responsável pela
ilegalidade ou abuso de poder,
autoridade pública ou agente de
pessoa jurídica no exercício de
atribuições do Poder Público.
• Lei nº 12.016, de 7 de agosto de
2009.
• Art 1, § 1º "Consideram-se
autoridades, para os efeitos
desta lei, os representantes ou
administradores das entidades
autárquicas e das pessoas
naturais ou jurídicas com
funções delegadas do Poder
Público, somente no que
entender com essas funções."
Mandado de 
segurança 
coletivo
O mandado de segurança individual e o coletivo distinguem-se 
pelo objeto e pela legitimação ativa, sendo que, no caso do 
coletivo, os impetrantes atuam por meio da substituição 
processual (ocorre quando uma pessoa ou entidade vai a juízo 
defender, em nome próprio, um direito alheio).
Fundamentação Constitucional 
LXX - o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por: 
a) partido político com representação no Congresso Nacional; b) 
organização sindical, entidade de classe ou associação 
legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um 
ano, em defesa dos interesses de seus membros ou associados;
Objeto
• Lei nº 12.016, de 7 de agosto de 2009.
Art. 21. Parágrafo único. Os direitos protegidos pelo mandado de segurança
coletivo podem ser:
I - coletivos, assim entendidos, para efeito desta Lei, os transindividuais, de
natureza indivisível, de que seja titular grupo ou categoria de pessoas ligadas
entre si ou com a parte contrária por uma relação jurídica básica;
II - individuais homogêneos, assim entendidos, para efeito desta Lei, os
decorrentes de origem comum e da atividade ou situação específica da totalidade
ou de parte dos associados ou membros do impetrante.
Legitimidade Ativa 
e Passiva
Legitimidade Ativa (Quem pode propor)
Art. 21. O mandado de segurança coletivo
pode ser impetrado por partido político com
representação no Congresso Nacional, na
defesa de seus interesses legítimos
relativos a seus integrantes ou à finalidade
partidária, ou por organização sindical,
entidade de classe ou associação
legalmente constituída e em funcionamento
há, pelo menos, 1 (um) ano, em defesa de
direitos líquidos e certos da totalidade, ou
de parte, dos seus membros ou associados,
na forma dos seusestatutos e desde que
pertinentes às suas finalidades, dispensada,
para tanto, autorização especial.
Partido Político 
Deve possuir 
representação no 
Congresso Nacional (ao 
menos 1 deputado 
federal ou senador).
Não precisa demonstrar 
pertinência temática 
(Há divergência 
jurisprudencial entre 
STF e STJ sobre o tema)
Não precisa de 
autorização dos 
membros
Sindicatos, 
Entidades de 
Classe e 
Associações
Requisitos comuns:
• Estar legalmente constituídos
• Atuar na defesa dos interesses 
de seus membros ou associados
Sindicatos
Exige pertinência temática
Não precisa da autorização dos membros
Art. 8º É livre a associação profissional ou sindical, 
observado o seguinte:
III - ao sindicato cabe a defesa dos direitos e 
interesses coletivos ou individuais da categoria, 
inclusive em questões judiciais ou administrativas;
Entidades de 
Classes
Exige pertinência temática
Súmula 630 do STF: “A entidade de classe 
tem legitimação para o mandado de 
segurança ainda quando a pretensão 
veiculada interesse apenas a uma parte da 
respectiva categoria.”
Sumula 629 STF: "A impetração de 
mandado de segurança coletivo por 
entidade de classe em favor dos 
associados independe da autorização 
destes."
Associação 
Exige pertinência 
temática 
• Funcionamento há 
pelo menos 1 ano).
Não precisa de 
autorização
Importância Mandado de Segurança 
Coletivo 
Os dois objetivos buscados com a criação do
mandado de segurança coletivo, no entender de
Michel Temer, são:
• ■ fortalecimento das organizações classistas;
• ■ “pacificar as relações sociais pela solução
que o Judiciário dará a situações controvertidas
que poderiam gerar milhares de litígios com a
consequente desestabilização da ordem
social”.
Legitimidade 
passiva
• Segundo Barroso “Quanto à
legitimidade passiva, aplica-se a
mesma regra do mandado de
segurança individual. Detêm
legitimidade passiva: (i) a autoridade
pública que pratica ou ordena a
execução do ato violador do direito
líquido e certo; assim como (ii) as
pessoas naturais ou jurídicas
privadas, no exercício de atribuições
do Poder Público, no que disser
respeito às atribuições delegadas (art.
1º, § 1º; art. 6º, § 3º).
Não Cabe 
Mandado de 
Segurança 
• Lei nº 12.016, de 7 de agosto de 2009
• Art. 5º Não se concederá 
mandado de segurança quando se 
tratar:
• I – De ato do qual caiba recurso 
administrativo com efeito 
suspensivo, independentemente 
de caução;
• II – De decisão judicial da qual 
caiba recurso com efeito 
suspensivo;
• III – De decisão judicial transitada 
em julgado.
• Artigo 1º, § 2º “Não cabe mandado de 
segurança contra os atos de gestão 
comercial praticados pelos 
administradores de empresas 
públicas, de sociedades de economia 
mista e de concessionárias de serviço 
público.”
Contra ato 
administrativo 
que caiba 
recurso 
suspensivo
• Súmula 429: “A existência de recurso administrativo
com efeito suspensivo não impede o uso de
mandado de segurança contra omissão de
autoridade.”
• Tem efeito suspensivo: Não cabe MS (Salvo se
tratar de omissão da autoridade coatora).
• Não tem efeito suspensivo: Cabe MS.
• Súmula 266: “Não cabe mandado de segurança
contra lei em tese.” (Alguns autores apontam que
uma exceção a essa súmula seria a lei de efeitos
concretos).
Competência
A competência para o MS é 
estabelecida pela 
hierarquia.
“A competência para 
processar e julgar o 
mandado de segurança 
dependerá da categoria da 
autoridade coatora e sua 
sede funcional.” – (Pedro 
Lenza)
Competência em 
Mandados de 
Segurança contra 
tribunais
No tocante à competência de mandado
de segurança contra atos e omissões de
tribunais, observa Moraes: “O Supremo
Tribunal Federal carece de competência
constitucional originária para processar
e julgar mandado de segurança
impetrado contra qualquer ato ou
omissão de Tribunal Judiciário, tendo
sido o art. 21, VI, da Lei Orgânica da
Magistratura (Loman) inteiramente
recepcionado. Por essa razão, a
Jurisprudência do Supremo é pacífica
em reafirmar a competência dos
próprios Tribunais para processarem e
julgarem os mandados de segurança
contra seus atos e omissões.”
Lei Orgânica de 
Magistratura 
(Loman)
Dispõe sobre a Lei Orgânica da 
Magistratura Nacional
Art. 21 – compete aos Tribunais, 
privativamente:
VI – julgar, originariamente, os mandados 
de segurança contra seus atos, os dos 
respectivos Presidentes e os de suas 
câmaras, turmas ou seções.
Súmulas 
• Súmula 624 STF “Não compete ao
Supremo Tribunal Federal conhecer
originariamente de mandado de
segurança contra atos de outros
tribunais.”
• Súmula 41 STJ “O Superior Tribunal de
Justiça não tem competência para
processar e julgar, originariamente,
mandado de segurança contra ato de
outros tribunais ou dos respectivos
órgãos”
Ritos do 
Procedimento 
Petição Inicial: Tem que ter prova pronta (direito líquido e certo) e 
indicar quem é a autoridade coatora.
Documentos: Se faltar algo que está com o governo, o juiz manda 
exibir em 10 dias.
Despacho Inicial: O juiz manda notificar a autoridade, avisa o 
órgão jurídico da ré e decide se suspende o ato na hora (Liminar).
Informações: A autoridade coatora tem 10 dias para se explicar.
Trava na Liminar: Se o autor “enrolar” o processo por mais de 3 
dias, a liminar pode cair (perempção).
Ministério Público: O MP dá o parecer em 10 dias (prazo fatal).
Julgamento: O juiz recebe os autos e tem, em tese, 5 dias para 
concluir e 30 dias para sentenciar.
Recursos
Recursos Principais: Apelação: Contra a 
sentença.
Agravo de Instrumento: 
Contra decisão sobre a 
liminar.
Agravo Interno: Se o 
relator barrar a inicial 
logo de cara.
Reexame Necessário: 
Se a ordem for 
concedida, o juiz é 
obrigado a mandar para 
o Tribunal (Duplo Grau).
Decadência 
O prazo para impetração do mandado de
segurança é de cento e vinte dias, a contar da data
em que o interessado tiver conhecimento oficial
do ato a ser impugnado. Este prazo é decadencial
do direito à impetração, e, como tal, não se
suspende nem se interrompe desde que iniciado.
Dentro do prazo decadencial, o pedido de
mandado de segurança poderá ser renovado, se a
decisão denegatória não lhe houver apreciado o
mérito. O Supremo Tribunal Federal já decidiu que
não ofende a Constituição a norma que estipula
prazo para impetração do mandado de segurança.
Lei nº 12.016, de 7 de agosto de 2009.
Art. 23. O direito de requerer mandado de
segurança extinguir-se-á decorridos 120 (cento e
vinte) dias, contados da ciência, pelo interessado,
do ato impugnado.
Desistência 
• Tema 530 STF – Desistência em mandado
de segurança, sem aquiescência da
parte contrária, após prolação de
sentença de mérito, ainda que favorável
ao impetrante.
• O Tema 530 de Repercussão Geral do STF
(RE 669.367) consolidou que é lícito ao
impetrante desistir do Mandado de
Segurança (MS) a qualquer tempo,
mesmo após sentença de mérito, sem
necessidade de anuência da autoridade
coatora ou ente público.
Honorários 
Lei nº 12.016, de 7 de agosto de 2009.
Art. 25. Não caberá, no processo de mandado de
segurança, a interposição de embargos infringentes e
a condenação ao pagamento de honorários
advocatícios, sem prejuízo da aplicação de sanções
no caso de litigância de má-fé.
Súmula 512 STF: Não cabe condenação em honorários
de advogado na ação de mandado de segurança.
Importância do Mandado de Segurança 
Controle de ilegalidade ou abuso de 
poder de agentes públicos 
Instrumento de Defesa em 
Concursos Públicos
Efetivação de Direitos
Conclusão
Para encerrar, podemos sintetizar os pontos chaves do
Mandado de Segurança:
• Controle: É a principal arma do cidadão contra o
abuso de poder e a ilegalidade administrativa.
• Eficácia: Protege o direito líquido e certo que não
pode esperar por um processo comum.
• Agilidade: Por não permitir fase de produção de
provas (dilação probatória), oferece uma resposta
judicial mais rápida.
• Democracia: Reafirma que ninguém, nem mesmo o
Estado, está acima da Constituição Federal.
Referências
BRASIL.[Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do 
Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidente da República. Disponível em: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm.
BRASIL. Lei nº 12.016, de 7 de agosto de 2009. Disciplina o mandado de 
segurança individual e coletivo e dá outras providências. Brasília, DF: 
Presidente da República. Disponível em: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12016.htm.
BARROSO, Luís Roberto. Curso de Direito Constitucional Contemporâneo:
os conceitos fundamentais e a construção do novo modelo. 13. ed. São Paulo: 
Saraiva, 2024. E-book. Disponível em: Plataforma Minha Biblioteca.
LENZA, Pedro. Direito Constitucional Esquematizado. 29. ed. São Paulo: 
Saraiva, 2025. E-book. Disponível em: Plataforma Minha Biblioteca.
MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. 41. ed. São Paulo: Atlas, 2025. 
E-book. Disponível em: Plataforma Minha Biblioteca.
	Slide 1: Mandado de Segurança 
	Slide 2: Contexto Histórico 
	Slide 3: Mandado de segurança nas Constituições Brasileiras 
	Slide 4: Constituição de 1988
	Slide 5: Conceitos Gerais
	Slide 6: Direito liquido e certo
	Slide 7: Discussão Doutrinária 
	Slide 8: Caráter Residual do Mandado de Segurança
	Slide 9: Cabimento do Mandado de Segurança segundo Alexandre de Moraes
	Slide 10: Ilegalidade ou abuso de poder segundo Michel Temer
	Slide 11: Espécie de Mandado
	Slide 12: Legitimação Ativa e Passiva
	Slide 13: Mandado de segurança Individual 
	Slide 14: Legitimação Ativa e Passiva Segundo Pedro Lenza
	Slide 15: Legitimidade Passiva
	Slide 16: Mandado de segurança coletivo
	Slide 17: Objeto
	Slide 18: Legitimidade Ativa e Passiva
	Slide 19: Partido Político 
	Slide 20: Sindicatos, Entidades de Classe e Associações
	Slide 21: Sindicatos
	Slide 22: Entidades de Classes
	Slide 23: Associação 
	Slide 24: Importância Mandado de Segurança Coletivo 
	Slide 25: Legitimidade passiva
	Slide 26: Não Cabe Mandado de Segurança 
	Slide 27: Contra ato administrativo que caiba recurso suspensivo
	Slide 28: Competência
	Slide 29: Competência em Mandados de Segurança contra tribunais
	Slide 30: Lei Orgânica de Magistratura (Loman)
	Slide 31: Súmulas 
	Slide 32: Ritos do Procedimento 
	Slide 33: Recursos
	Slide 34: Decadência 
	Slide 35: Desistência 
	Slide 36: Honorários 
	Slide 37: Importância do Mandado de Segurança 
	Slide 38: Conclusão 
	Slide 39: Referências

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