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Professor Dr. Sóstenes Silva de Oliveira 
sostenes.professor@uniatenas.edu.br 
 @dr.sostenesoliveira 
Curso: MEDICINA 
Disciplina: BASES MORFOFUNCIONAIS I 
 
 
ROTEIRO DE ESTUDO TEÓRICO - 
PRÁTICO 
ANATOMIA HUMANA 
 
DOCENTE: 
DR. SÓSTENES SILVA DE OLIVEIRA 
ANATOMISTA 
 
PORTO SEGURO - BA, 2026 
 
Professor Dr. Sóstenes Silva de Oliveira 
sostenes.professor@uniatenas.edu.br 
 @dr.sostenesoliveira 
PORTARIA NORMATIVA N.º65/2010: PROCEDIMENTOS NORMATIVOS DO 
LABORATÓRIO DE ANATOMIA E PATOLOGIA – FACULDADE ATENAS. 
 
Art. 1° O Laboratório de Ensino da área básica da saúde caracteriza-se pela 
multidisciplinaridade e visa atender as atividades práticas das disciplinas a ele relacionadas: 
Anatomia e Patologia Humana. 
Art. 2° O Laboratório de Ensino de Anatomia e Patologia têm por objetivos: 
I - Proporcionar as condições necessárias para o estudo prático macroscópico dos 
órgãos e sistemas do corpo humano; 
II - Criar competência, habilidade e responsabilidade na utilização das peças 
anatômicas. 
Art. 3º É permitido o uso dos laboratórios a todos os acadêmicos regularmente 
matriculados nesta Faculdade para atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão, 
observando-se os horários estipulados e divulgados e munidos de EPI’s necessários. 
Art. 4º O calendário e os horários devem ser cumpridos rigorosamente tanto por 
parte do corpo docente como por parte dos discentes. 
Parágrafo único: A necessidade de utilização do laboratório pelo corpo docente 
nos finais de semana deverá ser solicitada mediante um Comunicado Interno (CI), emitida por 
parte da coordenação do curso, especificando a data de uso, horário de entrada e saída e peças 
necessárias. Essa CI obrigatoriamente deverá conter assinatura do coordenador do curso e do 
diretor acadêmico. 
Art. 5° A entrada de acadêmicos e sua permanência, no ambiente dos laboratórios, 
somente são permitidas na presença de um professor ou responsável pelo setor ou monitor. 
Art. 6° O monitor ao fazer o uso do laboratório para monitoria fica a ele reportado 
toda responsabilidade no âmbito de trabalho, estando assim, autorizado a suspender o acadêmico 
que não se comportar adequadamente no recinto, devendo comunicar em prazo hábil ao 
professor da disciplina para que as devidas providências sejam tomadas. 
Art. 7° São proibições no ambiente do laboratório durante as aulas práticas ou 
quaisquer outras atividades desenvolvidas: 
I - A permanência do acadêmico que não faz parte da turma a qual a aula prática 
está sendo ministrada; 
II - Usar peças anatômicas e/ou material deste laboratório em qualquer outro 
recinto da Faculdade que não seja o laboratório de anatomia; 
III - Uso de adornos, chinelos, sapatilhas, calçados abertos, shorts, bermudas, 
minissaias, camisetas cavadas e/ou decotadas, no ambiente do laboratório; 
IV - Comer, beber, fumar, assim como usar rádios e/ou celulares no ambiente de 
laboratório; 
V - A utilização de aparelhos sonoros durante as aulas e/ou em estudos individuais; 
VI – Tirar fotografia e/ou filmar; 
Parágrafo Único. Filmagem e/ou fotografia no ambiente do laboratório de 
anatomia poderão ser permitidos somente para desenvolvimento de trabalhos científicos com a 
devida autorização da Instituição. 
VII - Devido às características próprias do laboratório de anatomia, assobiar, 
cantarolar e/ou gritar. Respeito, disciplina e serenidade; 
VIII - A permanência, sobre a bancada, de materiais como pastas, bolsas, mochilas 
e sacolas. Os mesmos deverão ser guardados no armário destinado a esse fim. 
Art. 8° São obrigações no ambiente do laboratório durante as aulas práticas ou 
quaisquer outras atividades desenvolvidas: 
I – Ter conhecimento prévio das informações contidas no MANUAL DE 
BIOSSEGURANÇA antes de iniciar as atividades no laboratório. Dar-se a devida importância 
às instruções contidas no mesmo acerca das precauções a serem tomadas no decorrer da prática 
evitando assim possíveis acidentes; 
 
Professor Dr. Sóstenes Silva de Oliveira 
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 @dr.sostenesoliveira 
II - O uso de calça comprida, jaleco branco de mangas longas e de comprimento até 
os joelhos e cabelos presos, luvas, sapatos ou tênis fechados, bem como a utilização de máscaras, 
óculos de proteção, quando solicitado pelo professor. Portanto, é vedado ao acadêmico entrar 
nos laboratórios sem os EPI’s necessários; 
III - O docente deverá avisar ao acadêmico antecipadamente para trazer materiais 
de proteção individual conforme a necessidade decorrente do tema da aula, salvo os descritos no 
inciso II, pois a Instituição não fornecerá luvas descartáveis e outros; 
IV - Comparecer às aulas PRÁTICAS com todo o material necessário: AVENTAL 
APROPRIADO (jaleco longo), LIVRO-TEXTO, ATLAS, GUIA, (TEORICO/PRÁTICO) e 
CALENDÁRIO DO CURSO; 
V - Deixar sobre as bancadas apenas lápis, lapiseira, borracha, caneta, caderno, 
roteiro e/ou livro texto quando necessário, devendo tomar cuidado para que os mesmos não 
prejudiquem o trabalho desenvolvido; 
VI - Dar-se à devida importância às instruções contidas no ROTEIRO PRÁTICO 
de cada aula, acerca das precauções a serem tomadas no decorrer da prática evitando assim 
possíveis acidentes; 
VII - Não tocar com as luvas em maçanetas, interruptores, telefone, etc. Só se deve 
tocar com as luvas o material estritamente necessário ao trabalho; 
VIII - Higienizar as mãos antes e após o manuseio das peças anatômicas, bem como 
após a remoção das luvas e/ou antes, de sair do laboratório; 
IX - Comunicar imediatamente qualquer acidente ao professor para que sejam 
tomadas as providencias cabíveis; 
X – Cabe ao discente zelar pelo material de estudo, sendo que o mesmo se 
responsabilizará por danos que vier a ocorrer; 
XI - Manter o cadáver devidamente coberto e umedecido e as peças depositadas em 
baldes com água quando não estiverem sendo estudadas. O ressecamento é o maior inimigo das 
peças anatômicas; 
XII - O estudante deve utilizar as peças anatômicas com cuidado, respeito e 
dignidade; 
XIII - Informar ao docente bem como ao coordenador do laboratório sobre 
qualquer tipo de dano aos equipamentos ocorrido durante as aulas práticas, para que se possam 
tomar as devidas providências; 
XIV - Quando a aula prática envolver materiais que o laboratório não possui, o 
docente deve prever a compra antecipadamente deste tipo de material; 
XV - Manter as BANCADAS do LABORATÓRIO organizadas sendo que após a 
AULA PRÁTICA, os MATERIAIS UTILIZADOS, deverão ser recolocados nos locais de 
origem; 
XVI - Os materiais destinados ao descarte deverão ser desprezados nos locais 
adequados e especificados com etiqueta própria: lixo comum (lixeira preta), lixo contaminado 
(lixeira branca) e material perfuro–cortante (descarpak); 
XVII - Exercer Atitudes que sejam condizentes com a natureza do estudo. Durante 
os trabalhos práticos fale em tom de voz moderado para não prejudicar o estudo dos outros 
colegas; 
XVIII – Cabe ao corpo discente seguir rigorosamente as instruções dadas pelo 
professor da disciplina sejam orientações orais ou escritas. 
Art. 9° As visitas ao laboratório por pessoas que não são da área acadêmica deverão ser 
agendadas previamente. Devendo estas seguir as normas de conduta do laboratório. 
Art. 10 Outras normas poderão ser aditadas a estas no transcorrer do curso. 
Art. 11 O descumprimento injustificado de quaisquer das disposições contidas nesta 
Portaria Normativa serão passíveis de sanções disciplinares previstas no Manual do Aluno da 
Faculdade Atenas, Capitulo X, seção VII e VIII. 
 
 
 
Professor Dr. Sóstenes Silva de Oliveira 
sostenes.professor@uniatenas.edu.br 
 @dr.sostenesoliveira 
RESPEITO AO CADÁVER 
Prof. Dr. Renato Locchi* 
 
A utilização do cadáver é uma tríplice lição educativa: 
a) Instrutiva ou informativa, como meio de conhecimento da organização do corpo humano, 
precedendo o estudo ao vivo. 
b) Normativa, disciplinadora do estudo, pelo seu caráter metodológico e de precisão de 
linguagem. 
c)Estético-moral pela natureza do material de estudo, o cadáver, e pelo método primeiro de 
aprendizado, a dissecação que é a experiência e fuga reportante na contemplação da beleza e 
harmonia de construção do organismo humano. 
 
Essencialmente, porém, LIÇÃO DE ÉTICA e de HUMILDADE, porque: 
01. É o cadáver do indigente - homem, mulher, criança, velho, marginal da vida, da família e 
da sociedade: cadáver que como o indigente não é fato isolado da comunidade, mas seu 
reflexo, dela provindo: cadáver que é o meio para o vivo como o doente o é para a sociedade. 
02. Cadáver cujos despojos miseráveis no "abandono da morte parecem ainda sofrer e pedir 
piedade"; partes mortas que serão vivificadas pelo calor da juventude estudiosa e de seu 
sentimento de gratidão. 
03. Cadáver de pessoa sem lar, abandonada, esquecida ou ignorada pela família e pela 
sociedade, em parte ao menos, culpada; de pessoa que mal viveu, do nascimento à agonia 
solitária, sem amparo e sem conforto amigo; vida que de humana só recebe apelido. 
04. Cadáver de um "Irmão em Humanidade", que não teve ilusões, descrente e sofrido; de 
pessoa que quanto mais atingida pela desventura, mais se aproximava da mesa de dissecação, 
como prêmio à sua desgraça. 
05. Cadáver de alguém, que se foi inútil, oneroso ou mesmo nocivo à sociedade, paga pelo 
conhecimento que proporciona aos futuros Biólogos, Dentistas, Fisioterapeutas, Médicos, 
Psicólogos e Profissionais do Curso de Educação Física, com alto juro o mal que se lhe 
atribui, do qual é mais vítima que culpado. 
06. Que é de alguém e não de um de nós - eu ou um dos senhores - apenas pelo capricho do 
jogo do acaso do destino genético. 
07. Cadáver de um anônimo que adquire valor de um símbolo - cadáver desconhecido - e 
assim ultrapassa o limite estreito de nome e, despersonalizado, distribui elementos para o 
bem coletivo sem ter conhecimento que antes, durante ou depois de sua imolação, do seu 
destino a um trágico tempo e de redenção. 
08. Despojoso de alguém, que pelo seu sacrifício tudo oferece sem nada haver recebido; que 
dá sem saber que dá, e por isso, sem conhecer a recompensa da gratidão e sem sentimento 
de valor de sua dádiva generosa, na mais nobre expressão de caridade universal: caridade 
humilde e indigente para humildes e poderosos. 
09. O cadáver que dissecado, desmembrado, simboliza outra forma de crucificação para o 
bem e marca o sentido profundamente humano da Medicina e dos Cursos da Área 
Biomédica. 
10. O material de estudo da Anatomia Humana, transcende, pois, ao simples valor do meio 
ou objeto de aprendizado; e nos fale em linguagem universal que nos educa na humildade da 
limitação humana. 
Eis porque na austeridade do ambiente do laboratório de dissecação a atitude física, mental 
e verbal do aluno deve ser de sobriedade, meditação e elevada compostura, manuseando as 
peças anatômicas com o mais profundo respeito e carinho. 
 
 
 
Professor Dr. Sóstenes Silva de Oliveira 
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INSTRUÇÕES DE ESUTDO PRÁTICO 
1. Leia atentamente o nome da estrutura no roteiro de aula teórico pratico, o roteiro é 
a base e o guia para seu aprendizado. 
2. Pense sobre a origem da palavra, o que ele significa na maioria dos casos seu 
significado já é uma definição. 
3. Entender a localização da estrutura suas relações com as estruturas vizinhas. 
4. Fazer a busca da estrutura no atlas identificando a mesma na foto e posteriormente 
ir até a peça anatômica para identificar. 
5. Aprender – DECORAR JAMAIS! Quando você utiliza destas etapas para o estudo 
pratico você se torna capaz de construir o seu próprio aprendizado. 
 
“O Cadáver, em silêncio, é um eloquente professor. Mesmo não ouvindo as 
diversas interrogações, ainda assim, responde a todos. ” 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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IDENTIFIQUE AS ESTURURAS ABAIXO 
APARELHO LOCOMOTOR - OSTEOLOGIA 
 
ESQUELETO AXIAL 
OSSOS DO CRÂNIO – NEUROCRÂNIO – VISCEROCRÂNIO 
- Calota Craniana – Calvária – Díploe – Scalp 
- Base do Crânio 
FOSSAS DO CRÂNIO 
Fossa anterior Fossa média Fossa posterior 
Fossa Temporal Fossa Infratemporal Fossa Pgtedrigopalatina 
Fossa Mandibular Fossa Hipofisária 
 
CAVIDADE DO CRÂNIO 
Cavidade Nasal Cavidade Orbital Cavidade da Boca 
 
FRONTAL 
Forame (incisura) supraorbital Margem supraorbital 
Arco supraciliar Processo zigomático 
Crista frontal 
 
PARIETAL 
Forame parietal Túber parietal 
Linha temporal superior Linha temporal inferior 
Forame parietal Sulco do seio sagital superior 
Sulco do seio sigmoide Fovéolas granulares 
Sulco da artéria meníngea média 
 
 
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OCCIPITAL 
Protuberância occipital externa Protuberância occipital interna 
Linha nucal superior Forame magno 
Linha nucal inferior Fossa condilar 
Côndilo ociptal Sulco do seio transverso 
Canal do hipoglosso Sulco do seio petroso inferior 
Sulco do seio occipital Sulco do seio sagital superior 
Crista occipital interna Crista Occipital externa 
Parte Basilar Clívio 
 
MAXILA 
Processo alveolar Forame infraorbital 
Espinha nasal anterior Processo palatino da maxila 
Processo Frontal Forame (fossa) incisivo 
Processo Zigomático Lâmina Orbital 
Sutura Palatina Mediana Sutura Palatina Transversa 
 
NASAL 
Margem Superior Margem Inferior 
Margem Medial Margem Lateral 
Abertura piriforme Sutura Internasal 
 
LACRIMAL 
Face orbital Loja do Saco Lacrimal 
 
CONCHA NASAL INFERIOR 
 
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VÔMER 
Asas do vômer 
 
PALATINO 
Lâmina horizontal Lâmina perpendicular 
Forame palatino maior Forame palatino menor 
Processo Orbital 
 
TEMPORAL 
Parte escamosa Parte petrosa Parte Mastoidea 
Processo zigomático Tubérculo articular 
Fossa mandibular Sulco do seio petroso superior 
Processo mastóide Processo estilóide 
Sulco do seio sigmóide Sulco das artérias meníngeas médias 
Poro do meato acústico externo Poro do meato acústico interno 
Meato acústico externo Meato acústico interno 
Forame lacerado Forame jugular 
Forame mastóide Forame estilomastóide 
Canal Carótico 
 
ETMÓIDE 
Crista Etmoidal Lâmina cribiforme 
Forames da lâmina cribiforme Seio etmoidal (células) 
Lâmina perpendicular Concha nasal superior e média 
Lâmina orbital 
 
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ESFENÓIDE 
Asa menor Asa maior 
Lâmina lateral e medial do processo piterigóide Hâmulo piterigóideo 
Fossa pterigóidea Fossa escafóidea 
Sela turca Tubérculo da sela 
Fossa hipofisial Dorso da sela 
Forame espinhoso Forame oval 
Forame redondo Canal óptico (Poro do Canal Óptico) 
Fissura orbitaria superior Face orbital da asa maior 
 
ZIGOMÁTICO 
Processo frontal Processo temporal 
Arco zigomático Forame zigomaticofacial 
Face orbital 
 
MANDÍBULA 
Corpo da mandíbula Ramo da mandíbula 
Processo coronóide da mandíbula Processo condilar da mandíbula 
Incisura da mandíbula Ângulo da mandíbula 
Forame da mandíbula (interno) Forame mentual (externo) 
Língula da mandíbula Sulco milo-hióideo 
Processo alveolar Protuberância mentual 
Espinhas genianas Superiores e Inferiores Cabeça e Colo da Mandíbula

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