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Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br ACESSIBILIDADE Como estudar de uma forma mais simples e didática @arqresumosLicensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Atualizações versão 2020 Aqui estão algumas modificações em comparação com a versão de 2015: 1.50 1,50 1,20 1,20 Este e-book foi atualizado de acordo com a NBR 0,80 0,56 9050/2020. As informações contidas aqui já estão atualizadas com a norma. 2020 2015 Foram muitas modificações na norma que foi atualizada 03/08/2020, cerca de 90 itens foram modificados. Mas As dimensões da rotação de 180° foram atualizadas, a di- não precisa de assustar, este e-book foi elaborado para mensão que antes era 0,56m agora tornou-se 0,80. Mas as te ajudar a estudar a norma de uma forma mais simples dimensões totais (1,2m X 1,5m) continuam as mesmas. e objetiva, com muitos esquemas, diagramas e imagens. Plataformas enclausuradas: Versão 2015: até 9,00m de altura Versão 2020: até 4,00m de altura @arqresumos 01Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões que é acessibilidade? Pessoa com deficiência É a possibilidade e condição de alcance, percepção e en- Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem im- tendimento para utilização do espaço, mobiliário ou ele- pedimento de longo prazo de natureza física, mental, in- mento com segurança e autonomia por uma pessoa com telectual ou sensorial, qual, em interação com uma ou deficiência ou com mobilidade reduzida. mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efeti- va na sociedade em igualdade de condições com as demais Principais leis e normas pessoas. Lei n°10.098/2000 - normas gerais de acessibilidade; Pessoa com mobilidade reduzida Decreto 5296/2004 regulamenta a lei n°10.098/2000; Aquela que tenha, por qualquer motivo, dificuldade de movi- LBI Lei Brasileira de Inclusão lei federal mentação, permanente ou temporária, gerando redução 13.146/2015 Estatuto da Pessoa com deficiência; efetiva da mobilidade, da flexibilidade, da coordenação Decreto N° 9.451/2018 atualiza a LBI e entrou em motora ou da percepção, incluindo idoso, gestante, lac- vigor em 27/01/2020. tante, pessoa com criança de colo e obeso. & Acessibilidade para todos 02Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Desenho Universal Igualitário Desenho pautado na diversidade humana, proporcionando Ser usado por qualquer pessoa uma melhor ergonomia para todos. Flexível 7 princípios do Desenho Universal Atender às habilidades de todas as pessoas, adaptável para qualquer uso Igualitário; Conhecível Flexível; Apresentação de informações de várias formas; Intuitivo; Sinalização visual, Auditiva e Tátil; Conhecível; Maximizar a legibilidade do ambiente Seguro (tolerante ao erro); Seguro - Tolerante ao erro Sem esforço; Minimizar falhas, colocar todos os elementos de risco Dimensões apropriadas juntos e sinalizados Sem esforço Condições de utilização eficiente e confortável, minimizar a Desenho Universal torna as coisas fadiga muscular mais fáceis e seguras para todos Dimensões apropriadas Dimensões apropriadas para manipulação de todos, defi- cientes ou não @arqresumos 03Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE NBR 9050/2015 Adaptável A NBR 9050 é a norma brasileira que normatiza a acessibi- Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou lidade em edificações, é ela que estabelece parâmetros elemento cujas características são passíveis de adap- para a construção civil no Brasil. tação. "Esta Norma visa proporcionar a utilização de maneira Adaptado autônoma, independente e segura do ambiente, edifi- Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou cações, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos à elemento cujas características possam ser alteradas para maior quantidade possível de pessoas, independente- se tornar acessível. mente de idade, estatura ou limitação de mobilidade ou Adaptação Espaço Acessivel Glossário: Acessível: Espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, Ajuda técnica ou tecnologia assistida transportes, informação e comunicação, inclusive seus Equipamentos, recursos, dispositivos, metodologias, sistemas e tecnologias ou elemento que possa ser práticas e serviços que ajudam a promover a participação alcançado, acionado, utilizado e vivenciado por qualquer ativa da pessoa com mobilidade reduzida e deficiente pessoa, não só deficientes. no convívio social, proporcionando sua autonomia e inde- 1,20 pendência na utilização do espaço. @arqresumos 04Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Fatores de impedância Uso comum Elementos que possam interferir na circulação de pedestres. Espaços para uso de um grupo específico de pessoas. Exemplo: piscina de um condomínio. Piso tátil Uso público Piso com textura e cor contrastante com piso adjacente, des- tinado a servir como guia para os deficientes visuais. Existem Espaços disponíveis para público em geral, pode ocorrer dois tipos de piso tátil, piso direcional e piso de alerta. em edificações de uso público ou privado. Exemplo: edifício da prefeitura (prédio público de uso público), edifício de um 25 30 banco particular (prédio privado de uso público). Diâmetro da base 42 3a5 Uso restrito Altura do relevo Altura do relevo Diâmetro da base do relevo mais 20 25 53 25 50 Espaços disponíveis exclusivamente para pessoas auto- 30 83 a) Piso b) Relevos rizadas. Exemplos: barrilete, casa de máquinas, passagem Piso direcional Piso de alerta de uso técnico e similares. Novos Conceitos Rota acessível Utilização acompanhada Percurso contínuo, sem obstrução que conecte ambientes Uso de equipamentos com presença de pessoal habilitado externos a ambientes internos, que possa ser utilizado de em todas as etapas do percurso. forma autônoma por deficientes e pessoas com mobilidade Utilização autônoma reduzida. Geralmente a rota acessível liga a calçada ao último pavimento. Uso de equipamento com autonomia total em todas as etapas do percurso @arqresumos 05Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Parâmetros antropométricos Largura para deslocamento 1,20 a 1,50 0,90 Módulo de referência É uma projeção horizontal de 0,80X1,20 m utilizada para rep- resentar espaço ocupado por uma cadeira de rodas. 1,20 Uma pessoa em pé e um cadeirante 0,80 Dois cadeirantes 1,50 a 1,80 1 dimensão 90° + 1 dimensão 360° rotação de 180° Área de Manobra 1,20 1,50 Dica: 1,20 1,20 Guarde os valores de 1,20m e 1,50m. Para a rotação de 180°, que está no meio, utilize a) Rotação de 90° b) Rotação de 180° c) Rotação de 360° os dois números (1,20mx1,50m) @arqresumos 06Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Rotação com deslocamento Empunhadura 1 2 0,90 1,20 150 ≤45 VI 270° 3 2,00 1,20 0,90 1,20 15 1,20 Altura das maçanetas e puxadores para portas: entre 0,80 m 1,60 e 1,10 m Área de aproximação É espaço necessário para a uti- Puxador lização de móveis e objetos que Maçaneta vertical 0,10 pode ser frontal ou lateral. avanço máximo sobre objeto deve ser entre 0,25m e 0,50m. 0,80 1,10 0,80 a 1,10 0,80 a 1,10 Rotação de 180° Puxador Área de aproximação lateral horizontal 0,10 0,40 Área de aproximação frontal 0,80 a 1,10 @arqresumos 07Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Altura para comandos e controles Sinalização Varia de 0,40m a 1,20m A sinalização deve ser legível para todos e autoexplicativa. Campainha Dispositivo Classificação da sinalização: Comando Comando e acionador Tomada telefone e Quadro Registro Comando Maçaneta Interruptor de inserção de de manual atendimento de luz de pressão de janela de porta e retirada (alarme) aquecedor precisão automático de produtos Temporária: informações temporárias; m Direcional: direção de percurso; 1.10 m m Permanente: indicar os espaços; m Emergência: saídas de emergência e alertas de perigo. 0,60 m 0,40 m Tipos Aplicação Instalação Categoria Visual Tátil Sonora m Direcional/ informativa a Permanente Assento para pessoas obesas Edificação/ Emergência espaço/ Direcional/ equipamentos informativa 250kg Temporária Emergência a 0.27 Sinalização visual: conjunto de mensagens, ima- gens, símblos e figuras; Eixo de simetria 0.75 0.41 sonora: conjunto de sons que permitem a comprensão do espaço através da audição; 1/3 1/3 1/3 Sinalização tátil: conjunto de informações em relevo, a) Vista lateral b) Vista superior 0.25 como textos em Braille e símbolos. @arqresumos 08Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Rota acessível X Não precisam ser acessíveis áreas técnicas de serviço Edificações de uso público e coletivo devem ter pelo menos ou acesso restrito tais como: uma rota acessível. As edificações residenciais multifami- liares devem ser acessíveis em suas áreas de uso comum. Entradas e acessos de áreas de serviço e manutenção; A rota acessível deve ser desobstruída e sinalizada, Barrilete; CAIXA D'ÁGUA conectando espaço externo com os ambientes internos. Casa de máquinas; Pode ser utilizada de forma autônoma por todos. Semelhantes ALIMENTAÇÃO EXTRAVASOR A rota acessível pode coincidir com a rota de fuga. Segundo a norma, devem ser acessíveis: ! Atenção! BARRILETES REGISTRO da Edificações de uso público; Segundo decreto 9451/2018 as LIMPEZA unidades habitacionais de edifi- Edificações de uso coletivo; cações multifamiliares devem ser Áreas comuns de edificações acessíveis. multifamiliares; Todas as reformas Lembrando que áreas de acesso restrito são aquelas que apresentam uso muito específico e que só serão utilizadas Toda rota acessível deve ser iluminada natu- por pessoas autorizadas. É diferente de ambientes de uso ralmente ou artificialmente com nível mínimo restrito como uma cozinha de uma repartição pública, que de iluminação de 150 lux. é restrita aos funcionários, nesse caso é necessário que esse ambiente seja acessível. @arqresumos 09Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Acessos Circulação Em edificações e equipamentos urbanos todas as entradas Circulação vertical devem ser acessíveis. A circulação vertical pode ser considerada acessível quando Em adaptações, caso não seja possível que atender no mínimo duas formas de deslocamento vertical. todas as entradas sejam adaptadas, é indis- Interna 2% Inclinação pensável uma comprovação técnica de que não é Transversal possível realizar as modificações necessárias. Externa 3% Dessa forma, deve-se adaptar maior número de acessos da edificação, preferencialmente os acessos de maior Longitudinal número de pessoas. é considerado 5% rampa Desníveis maiores que 5mm e até 20mm devem possuir in- Portas giratórias não são clinação máxima de 50%. 2 acessíveis, por isso deve ser pre- vista junto a esta entrada um outro acesso que garanta a acessibili- Em reformas pode-se considerar desnível máximo de 75mm dade. com inclinação máxima de 12,5%. Desníveis máximos de cada Inclinação admissível em Número máximo segmento de rampa h cada segmento de rampa i de segmentos As vagas de estacionamento devem estar a uma distância m % de rampa máxima de 50m de uma entrada acessível. 0,20 8,33 (1:12)Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Rampas Inclinação São consideradas rampas, pisos com inclinação > 5% Inclinação máximo 5% 1,5 m i = 5%Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Escadas Altura máxima do lance de escada sem patamar é 3,20 m Quando se tratar de escadas ou rampas com largura igual ou superior a 2,40 m, é necessária a instalação de no mínimo um corrimão intermediário, garantindo faixa de circulação As escadas acessíveis podem conter bocel desde que aten- com largura mínima de 1,20 m. dam ao que é mostrado na figura abaixo: 0,30 Bocel â 1,5 cm Quina â 1,5 cm 0,30 Bocel Quina 0,92 0,70 1,20m a) Bocel b) Espelho inclinado Dimensionamento dos degraus O corrimão deve ter duas alturas 0,70 e 0,92m. O cálculo da dimensão de pisos e espelhos das escadas deve seguir os Guarda corpo Corrimão seguintes parâmetros: Prolongamento do corrimão 0.30 Prolongamento do corrimão Apoio corrimão 0,63 m ≤ + 2e ≤ 0,65 m, 0.92 Guia de balizamento Piso de alerta pisos (p): 0,28 m p ≤ 0,32 m e Piso de alerta espelhos (e): 0,16 m ≤ e ≤ 0,18 m; @arqresumos 12Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Plataforma de elevação vertical Corredores Dimensões mínima As plataformas elevatórias são padronizadas pela NBR ISO 9386-1/2013. 0,90 0,90 1,20 1,50 Altura máxima que uma 410 plataforma alcança 2,00m C= comprimento do corredor Maior que isso deve ser a plantaforma enclausurada Portas todas as dimensões estão em metros que sobe até 4,00m. Alturas maiores que 4.00m só são vencidas com elevador. Devem ter vão livre mínimo de 0,80m e 2,10m de altura. ≥ 0,30 ≥ 0,60 É necessário um espaço de trans- posição entre as portas, que permita um raio de giro de 360°, ou seja, 1,5m de diâmetro. diâmetro ≥ 1,50 Também é necessário 0,60m ao lado da porta para aproximação. > 0,80 plataforma não enclausurada plataforma @arqresumos 13Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Calçadas Rebaixamento das calçadas As calçadas devem ser acessíveis e permitir a circu- Alinhamento do imóvel lação de todos. Para tal, a norma, em conjunto com as legislações municipais e específicas busca apresentar É importante deixar uma faixa Calçada Calçada dimensões confortáveis à locomoção e evitar desníveis. livre de 1,20m além da rampa. Faixa de serviço acomodar mo- biliário urbano A inclinação ideal máxima é 5%, mas Faixa livre circulação de pedes- podem ser aceitas inclinaçãoes até Sarjeta Meio Fio tres 8,33% Pista Faixa de Travessia Faixa de acesso acesso aos lotes. É possível apenas em calça- das com largura superior a 2,00m. Alinhamento do imóvel A largura da faixa de aco- 2,10 modação deve ser a mesma da sobe >=1,20m sobe Calçada faixa de travessia. Calçada iLicensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Vagas de estacionamento A lei 13.146/2015 Lei Brasileira de Inclusão estipula que Em estacionamentos é necessária uma faixa de circulação no mínimo 2% das vagas sejam reservadas para pessoas de pedestres com largura mínima de 1,20m. Essa faixa deve com deficiência, sendo no mínimo 1 vaga. dar acesso à rota acessível. Também devem ser reservadas vagas para idosos. As vagas devem estar localizadas mais próximo possível das entradas, sendo percurso máximo permitido de 50m. 1,20 A área de varredura dos portões não pode invadir essa faixa Imóvel de 10 cm 40 cm 10 cm Imóvel As vagas acessíveis devem Rampa de Acesso Passeio Público ao Passeio Público apresentar uma área de trans- ferência com largura mínima Fio 100cm de 1,20m. D e D 50 cm 120cm Sentido de cm cm circulação 20 250cm 120cm 250cm 20 PLANTA VAGA PARALELA cm cm @arqresumos 15Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Sanitários número de sanitários acessiveis necessários em cada Você sabe por que a porta tem que abrir para fora? edificação está especificado na tabela abaixo. Usos tipos de construção nº de sanitários É para no caso de acidentes e a pessoa cair dentro nova 5% (mínimo 1 por sexo) do banheiro, quando alguém for resgatá-la não corre risco de machucá-la. Dessa forma, também público 1 por pavimento ou onde a existente legislação exigir sanitário é recomendado que as portas de correr tenham trilho na parte externa da parede do banheiro. nova ou reforma 5% (mínimo 1 por pavimento) coletivo existente 1 instalação onde houver sanitários 0,40 0,80 mín. 5% (mínimo 1 onde houver nova privado sanitários) (áreas de uso comum) reforma 5% (mínimo 1 por bloco) existente mínimo 1 Comprimento da bacia com tubo de ligação 0,10 máx. 1,50 Os sanitários acessíveis devem possuir acesso independente. Em edificações de uso coletivo até quando tiverem Largura do lavatório 8 dois pavimentos, a instalação sanitária acessível pode estar 8 0,30 localizada em um único pavimento. @arqresumos 16Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Sanitários 0,40 0,80 mín. 0,40 0,80 mín. Comprimento da bacia com tubo de ligação Em casos de reforma em que 0,10 máx. não é possível adequação Comprimento bacia com tubo de ligação 0,10 máx. total, a norma permite a adap- tação razoável, conforme 1,20 M.R mostrado na imagem. Dessa forma é necessário apenas Largura do lavatório do lavatório 8 1,50 Largura 8 8 giro de 180°. 8 0,30 máx 8 A dimensão mínima do box do chuveiro sanitário acessível deve permitir giro de 360°, ter porta que abre para fora, garantir a transferência lateral, perpendicular e transversal para a bacia sanitária e as barras de apoio. Altura da bacia sanitária sem assento: entre 43cm e 45cm Lembrando que a norma permite que raio de giro pode Altura da bacia ultrapassar 10cm da bacia sanitária e 30cm da pia. Altura máxima da bacia sanitária sem assento com assento: 46cm 0,43 a 0,45 Altura máx. da bacia 0,46 m com assento @arqresumos 17Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Sanitários Disposição das barras Espelho Saboneteira Toalheiro Porta-objetos Cabide 0,70 mín. 0,80 mín. 0,11 0,80 mín. 0,10 Faixa de alcance D Barra de 1,20 0,30 apoio 0,80 A 0,50 A faixa de alcance para os acessórios é entre 0,80m e 1,20m Barras horizontais e a 90° 40 mín 40 mín Barras A norma estabelece a disposição das barras para outras tipolo- gias de bacias sanitárias, mas esta é a mais usual. 0,40 Plataforma fixa Devem resistir a Banheiras para transferência um esforço de 150kg Devem apresentar uma plata- 110 máx 110 máx forma para transferência a) Vista superior a 45 a 45 Área de transferência lateral 0,80 40 mín. @arqresumos 1,20 18Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Chuveiros Vestiários Os boxes para chuveiros devem permitir a rotação de 360°. A NR 24 CONDIÇÕES DE HIGIENE E CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO estabelece quais estabelecimentos pre- 0,90 mín. cisam apresentar vestiários. Os bancos articulados devem ter Quando for necessário, os vestiários devem apresentar a di- Banco as dimensões mínimas: mensão mínima de 1,80mX1,80m. 1,80 0,95 mín. 45 cm de profundidade; 0,45 mín. 46 cm de altura 70 cm de comprimento Os vestiários devem ser 0,70 mín. individuais e apresentar 1,80 superfícies para troca de Superfície para Os pisos dos boxes devem ser: roupa. troca de roupa 0,80 mín Antiderrapante; 0,70 mín Apresentar inclinação máxima de 2% para escoamento da água; Porta que abre pra fora Os ralos e grelhas devem estar fora das áreas de manobra Bancos e de transferência O banco deve estar disposto de forma a permitir áreas de 0,85 0,85 45 0,45 70 aproximação, transferência e manobra. Barras de apoio em 46 0,45 0,70 mín. boxes de chuveiro 0,30 0,70 mín. Áreas de transferên- cia e aproximação 1,00 Representação de Área de manobra 0,70 0,75 0,75 0,46 um banco sem escala @arqresumos Representação de um banco 19Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Mobiliário Urbano Bebedouros É recomendável que atenda aos princípios do Devem apresentar duas bicas com alturas diferentes. DESENHO UNIVERSAL Uma de 0,90m e a outra entre 1,0m e 1,10m. Para ser considerado acessível é necessário: Vegetação A vegetação urbana não pode interferir na rota Proporcionar segurança e autonomia; acessível e na circulação de pedestres. Assegurar dimensões apropriadas para alcance, manipulação e uso; Não ser um obstáculo suspenso; Não possuir cantos vivos e arestas; Assentos públicos Estar localizado junto à uma rota acessível Estar fora da faixa livre de circulação de pedestres; 1,20 mín. Faixa livre de circulação Módulo de referência Ser sinalizado corretamente Dimensão mínima: entre 0,40m e 0,45m 1,20 Semáforo de pedestre Acionamento manual; 0,80 para Altura entre 0,80m e 1,20m; aperte aguarde sua vez Deve ser proporcional ao tempo de travessia de uma pessoa com mobili- dade reduzida. @arqresumos 20Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Mobiliário Mesas e superfícies de trabalho É recomendável que atenda aos princípios do Largura mínima 0,90m; DESENHO UNIVERSAL Altura entre 0,75 e 0,85m Módulo de 1,20 Balcão de atendimento 0,50 mín. referência Ser devidamente sinalizado; Altura entre 0,75 e 0,85m Estar em rota acessível 0,73 mín. 0,75 a 0,85 0,80 0,90 mín. BALCÃO 1.50 ROTAÇÃO 180° Cinemas, teatros, auditórios e similares 1,20 2% da lotação para PCR segundo decreto 5.296/2004 MR Distribuídos pelo recinto; Localizados em rota acessível; Garantir um assento para companheiro ao lado +6 Postos de atendimento 1 posto adaptado para atendente PCR 0,30 min. Mesas de refeição 1,20 5% das mesas devem ser acessíveis 0,30 min. 0,80 @arqresumos 21Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Cinemas, teatros, auditórios e similares Restaurantes, refeitórios, bares e similares Asentos para pessoas com mobilidade reduzida Mínimo 5% das mesas, sendo no mínimo 1; As mesas devem estar próximas à rota acessível e banheiro acessível Locais de hospedagem Regulamentado pelo decreto 9296/2018 Mínimo 10% dos dormitórios acessíveis; 0,60 mín. Observar princípios do desenho universal; Figura 145 - Assentos para P.M.R. e P.O. Vista lateral Dormitórios acessíveis com banheiro não podem estar isola- dos dos outros Os corredores, parte de rota acessível que dão acesso aos lugares da plateia, podem ter inclinação máxima de 12%. O layout dos dormitórios deve permitir a circulação mínima de 0,90m e ao menos uma área de manobra de 1,50m de diâmetro. Quando houver desnível entre palco e a plateia é necessário 1,50 mín. 0,90 mín. apresentar rampa com largura mínima de 0,90m, podendo ser vencido também por equipamento eletromecânico. altura máxima inclinação máxima 0,80 0,60m 16,66% 0,90 mín. 0,60 >0,60m 10% 0,80 @arqresumos 22Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Locais de esporte O meio de entrada e saída das piscinas deve garantir acessibilidade de acordo com a tabela abaixo: Portas com vão livre mínimo de 1,00m para cadeiras cambadas; Meios de acessibilidade para tanque de piscina Os sanitários devem estar locallizados tanto nas áreas de uso pú- Equipamento Banco de Tipo de piscina Opção Rampa Escada blico como nas áreas para prática de esportes. de acesso Transferência 1. Piscinas com tanque 1.a com perímetro de até obrigatório opcional opcional opcional Os campos gramados, arenosos ou similares 90 m. ! não precisam ser acessíveis. 1.b Adequar conforme opcional obrigatório opcional opcional opções 1.a ou 1.b 2.a obrigatório obrigatório opcional opcional 2. Piscinas com tanque 2.b Piscinas obrigatório opcional obrigatório opcional com perímetro maiores que 90 m. 2.c obrigatório opcional opcional obrigatório acesso deve ser através de: Adequar conforme 2.d opcional obrigatório obrigatório opcional Bancos de transferência; opções a 2.e opcional obrigatório opcional obrigatório Escada; 0,40 a 0,48 3. Piscinas com tanque de onda, de correnteza 3.a obrigatório opcional opcional opcional Deck da piscina Rampas ; artificial e outras cujo acesso é limitado a uma Equipamentos de acesso área. 3.b opcional obrigatório opcional opcional Adequar conforme Estas condições não se aplicam a piscinas para competições opções 3.a ou 3.b 4. Piscinas com tanques tipo Spas, ofurôs e 4.a opcional obrigatório opcional opcional Banco de transferência a 0,15 similares. Adequar conforme 4.b opcional opcional obrigatório opcional 0,45m 0,40 a 0,48 opções 4.a ou 4.b Deck da piscina NOTA Piscinas com tanque com altura de até 0,50 m na maior profundidade estão dispensados das exigências mencionadas nos itens acima 1,20m Altura entre 0,40m e 0,48m @arqresumos 23Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Piscinas Escada submersa Quando acesso for através de banco: ter largura entre 0,80m e 1m; piso variando entre 0,35m e 0,46m; ter altura entre 0,40 m e 0,48 m; altura do espelho máximo de 0,20m; ter extensão de no mínimo 1,20 m e profundidade de 0,45 m e reentrância de 0,20 m; garantir área para aproximação e manobra de 360°, sendo que a área para transferência junto ao banco não pode interferir com ter barras para facilitar a transferência para piscina com a área de circulação; distância entre elas de 1,00 m a 1,10 m; garantir nível da água no máximo a 0,10 m abaixo do nível do garantir área para aproximação e manobra de 360°, assento do banco sendo que a área para transferência junto ao banco não pode interferir com a área de circulação; 0,92 garantir nível da água no máximo a 0,10 m abaixo do 0,70 0,45 nível do assento do banco Deck da Piscina Borda da piscina 0,92Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões ACESSIBILIDADE Escolas Bibliotecas Pelo menos 5% das mesas acessíveis; Rota acessível ligando acesso de alunos aos seguintes am- bientes: Pelo menos 10% das mesas adaptáveis Deve-se garantir publicações em Braille área administrativa prática esportiva 0,90 mín. recreação Acesso de alunos alimentação salas de aula A circulação mínima entre laboratórios estantes deve ser de 0,90m bibliotecas demais ambientes pedagógicos Recomenda-se que os mobiliários internos sejam acessíveis; Pelo menos 1% das carteiras sejam acessíveis Locais para atendimento ao público Locais de comércio Pelo menos 5% das mesas acessíveis; Devem garantir pelo menos 1 entrada acessível; Pelo menos 10% das mesas adaptáveis Locais de espera pelo menos: Banheiros e vestiários acessíveis; 5% para pessoas obesas (P.O.), sendo no mínimo 1 assento; Pelo menos 5% dos caixas acessíveis, sendo no mínimo 1 5% para PCR, sendo no mínimom 1 assento @arqresumos 25Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões DECRETO 9451/2018 Este decreto regulamenta art. 58 da Lei Brasileira de Inclusão Unidade com adaptação razoável (lei13.146/2015) e trata sobre acessibilidade em edificações resi- denciais multifamiliares. Unidade autônoma com modificações e ajustes realizados através de tecnologia assistiva que permita uso por pessoa com deficiência auditiva, visual, intelectual ou nanismo. que é uma edificação multifamiliar? Este decreto estabelece que os empreendimentos residenciais É qualquer edificação de uso residencial com mais de uma uni- multifamiliares deverão ser projetados com unidades dade autônoma no lote. adaptáveis em condições de serem adaptadas em unidades acessiveis. cada apartamento é uma unidade autônoma Adaptação Espaço Acessivel 8 12 Unidade acessível Unidade autonôma que permite uso por pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida através de características específicas. 5 Unidade adaptável 4 Unidade autônoma em que seja possível realizar adaptações 12 através da mudança de layout, dimensões internas e quanti- dade de ambientes, sem prejudicar a estrutura e instalações Unidade acessível Unidade adaptável prediais. @arqresumos 26Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões DECRETO 9451/2018 Empreendimentos que devem atender ao decreto Empreendimentos que NÃO precisam atender ao decreto NÃO SE ENQUADRA NO DECRETO Condomínio de casas isoladas DEVE ATENDER NÃO SE ENQUADRA NO DECRETO Casas geminadas Habitação social subsidiadas por recursos públicos; Hotéis e pousadas; Reforma e regularização desde que a construção original seja anterior a data que DEVE ATENDER DECRETO decreto entrou em vigor; Regularização fundiária de interesse social desde que processo tenha se iniciado antes da data que decreto entrou em vigor; Edificações multifamilares com: Casas isoladas em lotes distintos 1 dormitório Área máxima 35m² 2 dormitórios Área máxima 41m² Edificações multifamiliares verticais @arqresumos 27Licensed to Andréa Sá andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões DECRETO 9451/2018 As unidades deve ser adaptadas em unidades acessíveis quando As áreas comuns devem serr acessíveis, conforme é exigido solicitado pelo comprador antes do início da obra sem custo adi- pela NBR9050/2015. cional. Deve-se prever um percentual Quando é considerado início da obra? mínimo de 2% das vagas de gara- gem, sendo no mínimo 1 vaga. A partir da emissão do Cadastro Específico do Instituto Nacional do Seguro Social INSS As vagas acessíveis devem estar CEI ligadas à rota acessível Os empreendimentos que adotarem sistemas construtivos que não permitam alterações futuras poderão atender ao percentual 1,20 de 3% das unidades acessíveis, sendo no mínimo 1 unidade. alvenaria estrutural Faixa de circulação de pedestres sistemas construtivos que não paredes de concreto O decreto se aplica a todos os projetos residenciais multi- permitem alterações familares protocolados em órgãos públicos a partir de 27 de janeiro de 2020. impressão 3D Em edificações com área inferior a é permitido a redução do Perceba que nesse caso as unidades número de ambientes para a adaptação da unidade habitacional. não serão adaptadas, mas já serão to- talmente acessíveis desde projeto. Ex: um apartamento com 3 quartos e 2 banheiros pode passar a ter 2 quartos e 2 banheiros para tornar pelo menos 1 quarto e 1 banheiro acessível. @arqresumos 28Licensed to Andréa Sá - andrea@asarquiteturasustentavel.com.br Número de revisões DECRETO 9451/2018 Quais parâmetros devem ser considerados para uma unidade ser Banheiro adaptada? Permitir área de manobra de 180°; Circulação mínima de 0,90m; Área de transferência à bacia sanitária e ao box; Abertura de portas mínima de 0,80m; Área de aproximação frontal: lavatório Desníveis máximos de acordo com a NBR 9050/2015 Ambientes que devem ser adaptados: Pelos menos 1 dormitório; Dormitório Pelo menos 1 banheiro; Permitir área de manobra de 180°; Cozinha; Área de transferência lateral à cama Sala; Área de serviço Cozinha e área de serviço: Sala Permitir área de manobra de 180°; Permitir área de manobra de 180°; Área de aproximação lateral: fogão, geladeira, micro-ondas Área de aproximação frontal: pia Acessibilidade para todos 29