Prévia do material em texto
Exame Físico Exames Complementares Avaliação geral: estado Gasometria arterial com lactato consciente, febre, para avaliar hipoperfusão e taquicardia e hipotensão gravidade da sepse arterial Hemograma completo e Exame cardiopulmonar com coagulograma para monitorar murmúrio vesicular resposta inflamatória e presente e saturação coagulação adequada Função renal avaliada por ureia Abdome com dor e creatinina para detectar suprapúbica e sinal de disfunção orgânica Giordano positivo indicando pielonefrite Exames específicos de bilirrubinas e urina para Membros inferiores sem identificar foco e extensão da edema, pulsos simétricos infecção e tempo de enchimento capilar prolongado Sepse Quadro Clínico Conduta Inicial Paciente com dor ao Urinária Internação hospitalar para urinar persistente por monitorização e suporte cinco dias consecutivos clínico intensivo imediato Febre alta recente Acesso venoso e associada a dor abdominal administração de oxigênio difusa e piora do estado conforme necessidade do geral paciente Ausência de queixas Coleta de hemoculturas e prévias semelhantes e uroculturas antes do negação de tabagismo ou início da alergias antibioticoterapia Diabetes tipo 1 como Cuidados e Prognóstico Início imediato de fator de risco importante Monitorização contínua da antibioticoterapia para infecções urinárias pressão arterial, frequência endovenosa de amplo graves cardíaca e sinais vitais espectro, como ceftriaxona essenciais Diagnóstico Transfusão sanguínea indicada Tratamento da Sepse somente se hemoglobina estiver Sepse definida pela Expansão volêmica com solução abaixo de 7 g/dL suspeita de infecção salina ou Ringer lactato na urinária associada a Importância da rápida dose de 30 ml/kg disfunção orgânica intervenção para reduzir tempo Uso de vasopressores, de internação e mortalidade Uso do qSOFA para preferencialmente avaliar gravidade com Controle rigoroso do diabetes noradrenalina, para manter critérios clínicos para evitar complicações e PAM acima de 65 mmHg simples e rápidos piora do quadro infeccioso Introdução de vasopressina Critérios SOFA para como segunda droga vasoativa confirmação da em caso de resposta insuficiente disfunção orgânica e gravidade da sepse Hidrocortisona para pacientes Importância da com choque refratário após 4 horas de tratamento vasoativo identificação precoce para iniciar tratamento adequado e reduzir mortalidade