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Máquinas Hidráulicas e 
Pneumáticas
Aula 2
Prof. Dr. Fábio Sevegnani
Elementos Pneumáticos de Trabalho 
(atuadores)
Movimentos lineares
- cilindros de simples ação
- cilindros de dupla ação
Movimentos rotativos
- motores de giro continuo
- cilindros de giro limitado
Cilindro de Simples Ação com retorno por mola
Movimento de avanço é executado recebendo ar somente de um 
dos lados. O movimento de retorno é feito através da mola. 
O curso está limitado ao comprimento da mola, devido a isto não 
são fabricados cilindros de simples ação com atuação por mola 
com mais de 100mm.
Utilizados em operações que envolvam fixação, expulsão, extração 
e prensagem.
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Cilindro de Simples Ação com retorno por força 
externa
A vantagem está na redução de atrito, porém a força é limitada. 
Utilizados especialmente em situações de pouco espaço 
disponíveis para operação de fixação de peças.
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Cilindro de Dupla Ação (sem amortecimento)
Realizam trabalho recebendo ar em ambos os lados, realizando 
assim, avanço e retorno.
Limitações ligadas a deformações da haste quanto à flexão e a 
flambagem.
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Cilindro de Dupla Ação com amortecimento 
regulável
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Cilindro com Haste Passante
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Cilindro de múltiplas posições
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Cilindro sem haste
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Cilindro rotativo
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Cilindro rotativo DSR
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Motores pneumáticos
Motores de palhetas
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Válvulas direcionais
Válvulas que interferem na trajetória do fluxo de ar, desviando-o 
para onde for mais conveniente em um determinado momento 
por ação de um acionamento externo.
Para representação das válvulas direcionais utiliza-se a 
simbologia normalizada conforme norma DIN ISO 1219 (NBR 
8896). Esta norma nos dá a função da válvula e não considera a 
construção da mesma.
Desenvolvimento simbológico das válvulas 
direcionais
- Um quadrado representa a posição de comutação
- O número de quadrados mostra quantas posições a válvula 
possui
- Setas indicam a direção da passagem de ar
- Os bloqueios são representados por “Ts” nas vias
- As conexões são indicadas por traços na parte externa, na 
posição à direita da válvula em válvulas de duas posições, ou ao 
centro em válvulas de três posições
- A posição de repouso é aquela em que a válvula se encontra 
quando não está acionada. Para válvulas de 2 posições, a posição 
de repouso é aquela que está situada à direita da válvula e para 
válvulas de 3 posições, a posição de repouso é a posição central.
Exemplos simbológicos das válvulas direcionais
Válvula de duas vias, duas posições, normal 
fechada (NF)
Válvula de três vias, duas posições, normal 
fechada (NF)
Válvula de cinco vias, duas posições
Identificação das conexões
Conforme DIN ISO 5599 temos a representação através de 
números e segundo a norma DIN ISO 1219 temos a 
representação por letras.
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Tipos de acionamento das válvulas direcionais
A comutação das válvulas direcionais depende de acionamentos 
externos, podendo ser: mecânicos, manuais, elétricos, 
pneumáticos ou combinados.
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Tipos de acionamento das válvulas direcionais
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Exemplos simbológicos das válvulas direcionais
Válvula de duas vias, duas posições, normal 
fechada (NF), acionamento por botão, 
retorno por mola.
Válvula de três vias, duas posições, normal 
fechada (NF), acionamento por rolete, 
retorno por mola.
Válvula de cinco vias, duas posições, 
acionamento por duplo piloto pneumático
Características construtivas das válvulas 
direcionais
Válvulas de assento:
- Válvulas de sede esférica
- Válvulas de sede de prato
Válvulas corrediças:
- Corrediça longitudinal (carretel)
- Corrediça plana longitudinal (comutador)
- Corrediça giratória (disco)
Válvulas de sede ou assento
As ligações são abertas por esferas, prato ou cone.
Poucas peças sujeitas a desgaste e por isso longa vida útil 
e bastante tolerante à impurezas, porém possuem forças 
relativamente altas de comutação.
Válvulas de sede esférica
Ao ser acionada, bloqueia-se a passagem de A para R, 
liberando a passagem de P para A. Ao ser desacionada, a 
mola repõe a esfera em seu assento, bloqueando a 
conexão P e liberando a passagem de A para R.
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Válvulas de sede de prato (acionamento 
mecânico)
Ao ser acionado o apalpador veda primeiro a passagem 
de A para R. Logo em seguida desloca o prato de seu 
assento conectando P com A. No desacionamento é 
desligada primeiro a conexão P com A e logo após é 
ligada a conexão R com A. 
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Válvulas de sede de prato (acionamento 
pneumático)
Ao ser acionado, o piloto Z atua sobre a área maior do 
pistão principal efetuando o bloqueio da passagem de A 
para R. Logo após desloca o prato de vedação de seu 
assento, conectando P com A. Esta válvula também pode 
ser NA, bastando para isso apenas inverter as conexões P 
e R.
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Válvulas de sede de prato (acionamento 
eletromagnético)
O funcionamento desta válvula é semelhante as 
anteriores, o que muda é apenas o acionamento e o fato 
de que as comutações P para A e A para R ocorrem 
simultaneamente.
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Válvulas de sede de prato (acionamento 
por rolete / servopilotada)
Com o auxílio de um sistema de acionamento servo-
pilotado (indireto) têm-se a redução da força necessária 
ao acionamento, tornando a válvula bastante sensível.
Com o acionamento do rolete libera-se a passagem de P 
para o piloto do carretel principal que faz a vedação da 
conexão R com A e logo após abre passagem de ar de P 
para A.
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Válvula de sede de membrana
Esta válvula possui pequeno curso, vedação positiva e 
pequenas forças de acionamento.
Quando o piloto Z é acionado, o carretel se desloca para 
a direita comutando P com A e a conexão B com S para 
escape. Quando o piloto Y é comutado, liga-se a conexão 
P com B e a conexão A com R para escape.
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Válvula corrediça longitudinal (carretel)
Nesta válvula a força de acionamento é pequena porém 
o curso de comutação é longo, o que torna a válvula 
lenta na comutação.
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Válvula corrediça longitudinal plana
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Válvula corrediça giratória (disco)
Normalmente acionadas por alavanca. A comutação se 
dá pela sobreposição de discos.
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
Exercício 1
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
A figura representa um dispositivo de alimentação de peças, que se baseia no 
avanço de um atuador de simples ação que desloca as peças para dentro de 
um sistema, retornando em seguida à sua posição inicial para uma nova 
alimentação.
O avanço do atuador ocorre através do acionamento de um botão e o retorno 
pelo desacionamento do mesmo.
Elaborar o circuito pneumático para este dispositivo.
Exercício 1
Exercício 2
Fonte: Apostila 
FESTO Didatic
O funcionamento do dobrador de chapas baseia-se no avanço de um atuador 
de dupla ação que dobra as peças para baixo, retornando em seguida à sua 
posição inicial para realizar uma nova dobra.
O avanço do atuador ocorre através de um botão e o retorno pelo 
acionamento de outro botão.
Elaborar o circuito pneumático para este dispositivo.
Exercício 2
Acionamento direto
Exercício 2
Acionamento indireto
	Slide 1: Máquinas Hidráulicas e Pneumáticas
	Slide 2: Elementos Pneumáticos de Trabalho (atuadores)
	Slide 3: Cilindro de Simples Ação com retorno por mola
	Slide 4: Cilindro de Simples Ação com retorno por força externa
	Slide 5: Cilindro de Dupla Ação (sem amortecimento)
	Slide 6: Cilindro de Dupla Ação com amortecimento regulável
	Slide 7: Cilindro com Haste Passante
	Slide 8: Cilindro de múltiplasposições
	Slide 9: Cilindro sem haste
	Slide 10: Cilindro rotativo
	Slide 11: Cilindro rotativo DSR
	Slide 12: Motores pneumáticos
	Slide 13: Válvulas direcionais
	Slide 14: Desenvolvimento simbológico das válvulas direcionais
	Slide 15: Exemplos simbológicos das válvulas direcionais
	Slide 16: Identificação das conexões
	Slide 17: Tipos de acionamento das válvulas direcionais
	Slide 18: Tipos de acionamento das válvulas direcionais
	Slide 19: Exemplos simbológicos das válvulas direcionais
	Slide 20: Características construtivas das válvulas direcionais
	Slide 21: Válvulas de sede ou assento
	Slide 22: Válvulas de sede esférica
	Slide 23: Válvulas de sede de prato (acionamento mecânico)
	Slide 24: Válvulas de sede de prato (acionamento pneumático)
	Slide 25: Válvulas de sede de prato (acionamento eletromagnético)
	Slide 26: Válvulas de sede de prato (acionamento por rolete / servopilotada)
	Slide 27: Válvula de sede de membrana
	Slide 28: Válvula corrediça longitudinal (carretel)
	Slide 29: Válvula corrediça longitudinal plana
	Slide 30: Válvula corrediça giratória (disco)
	Slide 31: Exercício 1
	Slide 32
	Slide 33: Exercício 2
	Slide 34
	Slide 35

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