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equipamento, que é removido do local por meio de caminhões basculantes. Após a retirada, o
material que não será aproveitado em aterro deverá ser direcionado por meio de seções de
bota-fora, que também recebem o material proveniente da limpeza do terreno. Mas, você
saberia dizer o que é uma sessão bota-fora? Chama-se bota-fora o local para onde seguirão
os materiais descartados que sejam excedentes ao que será utilizado nos aterros, ou, ainda,
que não possuam as características desejadas para a execução dos aterros.
O DNIT (2006) define jazidas como ocorrências, isto é, locais de concentração de materiais
como pedreiras, cascalheiras, entre outros, os quais podem ser aproveitados em aterros,
pavimentos ou outros tipos de obras da construção civil.
O DNIT (2009) define empréstimos como áreas previstas em projetos para a retirada de
material por meio de escavação. Esse mesmo material será usado para suprir locais que
apresentem deficiência de materiais em razão do corte.
REFLITA
Você sabia que o aterro é formado por camadas? Isso
mesmo! A primeira delas é denominada corpo do aterro, ou
seja, a parte situada sobre o terreno natural, e a última
camada é denominada camada final (subleito), que é a parte
com material escolhido de 1ª categoria.
O subleito, por outro lado, é um terreno de fundação feito para
aderir às camadas de pavimentação, sendo a primeira etapa
da pavimentação o reforço do subleito, quando o próprio solo
não tiver capacidade de carga desejada. O subleito é, então,
colocado entre o terreno natural e o greide da terraplenagem.
Apesar de muito se ter falado sobre o subleito em estudos de
pavimentação, ele faz parte da terraplenagem. De modo geral,
podemos dizer que o subleito é uma camada de aterro e deve
ter elevado índice de compactação.
Agora que você já conhece esses dois conceitos, reflita sobre
a característica de cada um deles!

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