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ANHANGUERA 
ENGENHARIA MECÂNICA 
portfolio mecânica geral aplicada 
4° Semestre 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
JOHNATAN DOS SANTOS PINTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
2025 
são paulo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TRABALHO DE AULA PRÁTICA. 
1 
 
MECÂNICA GERAL APLICADA 
4°semestre 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
são paulo 
2025 
 
SUMÁRIO 
 
 
1 INTRODUÇÃO 3 
2 MÉTODOS E RESULTADOS 4 
2.1 ATIVIDADE 1 – MRU 4 
2.2 ATIVIDADE 2 – MRUV 8 
2.3 ATIVIDADE 3 – PÊNDULO SIMPLES 15 
2.4 ATIVIDADE 4 – ESTÁTICA – BALANÇA DE PRATO 19 
2 
 
CONCLUSÃO 22 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 23 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. INTRODUÇÃO O presente portfólio tem como objetivo apresentar e documentar 
as atividades práticas realizadas na disciplina de Mecânica Geral Aplicada. Este 
conjunto de atividades busca proporcionar uma compreensão prática e aprofundada 
dos conceitos fundamentais de mecânica, indispensáveis para a análise de 
fenômenos físicos do mundo real. 
3 
 
A Mecânica Geral Aplicada é uma disciplina essencial nos cursos de engenharia e 
ciências exatas, pois oferece as bases teóricas e práticas necessárias para o estudo 
e desenvolvimento de sistemas mecânicos. Durante as atividades práticas, os 
conceitos relacionados a diferentes tipos de movimentos e situações estáticas são 
explorados, contribuindo assim para o desenvolvimento de habilidades analíticas e 
de resolução de problemas. 
As atividades deste portfólio abrangem quatro áreas-chave da mecânica: Movimento 
Retilíneo Uniforme (MRU), Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (MRUV), 
Pêndulo Simples e Estática - Balança de Prato. Cada uma dessas atividades foi 
cuidadosamente estruturada para oferecer uma experiência prática significativa, 
permitindo a observação e análise de fenômenos mecânicos em diversos contextos. 
Ao realizar estas atividades, é possível aplicar os conceitos teóricos aprendidos em 
sala de aula, além de desenvolver habilidades experimentais, como a coleta e 
análise de dados, a elaboração de relatórios técnicos e o trabalho em equipe. 
Adicionalmente, essas atividades práticas oferecem uma oportunidade valiosa de 
conectar teoria e prática, preparando os estudantes para desafios futuros nas áreas 
de engenharia e ciências exatas. 
Portanto, este portfólio serve como um registro das atividades realizadas na 
disciplina de Mecânica Geral Aplicada, destacando a importância dessas 
experiências para o aprendizado e o desenvolvimento de competências 
fundamentais na formação profissional. 
2. MÉTODOS E RESULTADOS 
2.1 ATIVIDADE 1 – MRU 
Nesta primeira atividade, buscou-se determinar a velocidade da esfera em diferentes 
pontos do plano inclinado e analisar a relação entre a velocidade e a distância 
percorrida. 
Materiais: 
● Plano inclinado; 
● Disparador; 
4 
 
● Multicronômetro; 
● Esfera; 
● Tubo com água; 
● Ímã encapsulado; 
● Régua; 
● Transferidor; 
● Nível de bolha. 
Procedimentos: 
1. Montagem e ajuste do experimento: 
○ Nivelamento da base: Utilizou-se o nível de bolha para ajustar os pés 
da base do plano inclinado até que a bolha estivesse centralizada. 
○ Ajuste da inclinação: Girou-se o fuso elevador e ajustou-se o ângulo da 
rampa para 20º, utilizando o transferidor como referência. 
2. Medição da velocidade da esfera: 
○ Conexão do multicronômetro: Conectou-se o cabo do disparador à 
porta S0 do multicronômetro. 
○ Posicionamento da esfera: Com auxílio do ímã encapsulado, 
posicionou-se a esfera no tubo com água na extremidade da rampa. 
○ Registro dos tempos: Ao soltar a esfera, anotaram-se os tempos de 
passagem nas marcações de 0 mm, 100 mm, 200 mm, 300 mm e 400 
mm. 
○ Repetição das medições: Repetiu-se a descida da esfera duas vezes, 
obtendo-se a média dos tempos para cada marcação. 
3. Cálculo da velocidade: 
○ Aplicou-se a fórmula da velocidade média em cada intervalo para 
calcular a velocidade da esfera. 
4. Análise dos resultados: 
○ Criou-se uma tabela para organizar os dados coletados (tempo, 
distância e velocidade) e analisar a relação entre a velocidade da 
esfera e a distância percorrida. 
Questões Relacionadas: 
5 
 
1. Por que é importante nivelar a base do plano inclinado? R: Sem o 
nivelamento adequado, a inclinação real de 20º indicada pelo transferidor não 
seria alcançada, afetando a precisão do experimento. 
2. Por que os tempos não foram idênticos em todas as medições? R: As 
variações ocorreram devido à imprecisão manual no acionamento do 
disparador, uma vez que o registro dos tempos dependia da observação e 
reação humana. 
3. Qual a influência do ângulo da rampa no tempo de descida da esfera? R: 
Quanto maior o ângulo de inclinação, menor será a resistência à força 
gravitacional, o que resulta em um tempo de descida mais rápido. 
4. Com base nos dados obtidos, construa o gráfico de espaço (S) x Tempo (s) 
da esfera. (Espaço reservado para a construção do gráfico.) 
 
 
Figura 1 – Gráfico 1 
 
 
5. o significado físico do coeficiente angular do gráfico R: O coeficiente angular do 
gráfico representa a velocidade média da esfera. 
6 
 
6. Cálculo da velocidade média da esfera para o trajeto de 0 a 400 mm: R: 
Vm=ΔSΔTV_m = \frac{\Delta S}{\Delta T} 
Vm=(0,4−0,0)(4,57−0,0)V_m = \frac{(0,4 - 0,0)}{(4,57 - 0,0)} 
Vm=0,087653 m/sV_m = 0,087653 \, \text{m/s} 
7. Velocidade média para cada intervalo percorrido pela esfera usando a função 
horária: 
A função horária do MRU é definida como: 
S=v⋅t+S0S = v \cdot t + S_0 
Onde: 
● SS = posição final ocupada pelo móvel; 
● S0S_0 = posição inicial ocupada pelo móvel; 
● vv = velocidade. 
Agora, os intervalos são analisados individualmente. Com os valores de distância 
(ΔS\Delta S) e tempo (ΔT\Delta T) correspondentes aos dados experimentais (que 
foram coletados ), o cálculo da velocidade média em cada intervalo poderá ser 
realizado aplicando: 
v=ΔSΔTv = \frac{\Delta S}{\Delta T} 
 
 
Velocidades Médias. 
Intervalo - ∆S (m) Tempo Médio (s) Velocidade (m/s) 
0,000 a 0,100 1,032158 0,044592 
0,100 a 0,200 1,242571 0,044593 
0,200 a 0,300 1,308424 0,029283 
0,300 a 0,400 1,338319 0,021913 
 
7 
 
8. As velocidades encontradas para cada intervalo foram aproximadamente as 
mesmas? Elas coincidem com a velocidade média? R: As velocidades para cada 
distância não foram exatamente iguais, mas ficaram relativamente próximas. No 
entanto, quanto mais distante a esfera ficava do ponto inicial de queda, mais lenta se 
tornava a velocidade em comparação com os intervalos iniciais. Sim, elas se 
aproximam da velocidade média calculada. 
9. Você acredita que ao realizar o experimento com 10°, o comportamento da 
esfera será igual ou diferente em comparação com o experimento realizado 
com o ângulo de 20°? Justifique sua resposta. R: Com uma inclinação de 10°, a 
esfera percorre o trajeto em um tempo maior. A velocidade será menor em relação 
ao teste com a rampa inclinada a 20°, uma vez que a força gravitacional será 
parcialmente contraposta pela menor inclinação, resultando em um comportamento 
inversamente proporcional ao tempo gasto no deslocamento. 
2.2 ATIVIDADE 2 – MRUV 
A segunda atividade teve como objetivo determinar a aceleração da gravidade no 
plano inclinado e analisar a relação entre o tempo de descida do carrinho e a 
distância percorrida. 
Materiais: 
● Plano inclinado; 
● Sensor fotoelétrico; 
● Multicronômetro; 
● Carrinho; 
● Ímã; 
● Nível de bolha; 
● Transferidor; 
● Régua. 
Procedimentos: 
1. Montagem e ajuste do experimento: 
8 
 
○ Nivelamento da base: Utilizou-se o nível de bolha para ajustar os pés 
da base do plano inclinado até que a bolha estivesse centralizada. 
○ Posicionamento do ímã: Fixou-se o ímã no ponto de fixação do plano 
inclinado, utilizado para prender o carrinho antes de iniciar o 
experimento. 
○ Posicionamento do fuso elevador: Paragrandes inclinações, 
ajustou-se o fuso elevador para a posição mais próxima do transferidor. 
○ Posicionamento do sensor: O sensor fotoelétrico foi fixado a 300 mm 
na régua para medir o tempo de movimento do carrinho. 
○ Ajuste da inclinação da rampa: Girou-se o fuso para ajustar o ângulo 
da rampa a 10°, utilizando o transferidor como referência. 
2. Medição do tempo de descida: 
○ Ligação do multicronômetro: Conectou-se a fonte de alimentação do 
multicronômetro à tomada. 
○ Conexão do sensor: O cabo do sensor foi conectado à porta S0 do 
multicronômetro. 
○ Posicionamento do carrinho: O carrinho foi preso ao ímã para evitar 
que descesse antes do início planejado. 
○ Liberação do carrinho: O ímã foi retirado, permitindo a descida do 
carrinho pela rampa. 
○ Registro do tempo: O tempo de descida foi anotado para cada 
marcação na régua (0 mm, 18 mm, 36 mm, ..., 180 mm). 
3. Cálculo da velocidade e da aceleração: 
○ Foram aplicadas as equações do Movimento Retilíneo Uniformemente 
Variado (MRUV) para calcular a velocidade e a aceleração em cada 
intervalo. 
4. Análise dos resultados: 
○ Tabelas foram elaboradas para organizar os dados de tempo, 
distância, velocidade e aceleração. 
○ A relação entre o tempo de descida e a distância percorrida foi 
analisada. 
○ A aceleração média obtida foi comparada ao valor da aceleração da 
gravidade (g=9,81 m/s2g = 9,81 \, m/s²). 
9 
 
 
 
2. O tipo de função representada pelo gráfico “Espaço x Tempo” o 
significado do coeficiente angular (declividade da tangente) do gráfico 
construído R: O gráfico “Espaço x Tempo” representa uma função que 
descreve a posição do objeto ao longo do tempo, partindo de uma posição 
inicial. O coeficiente angular da tangente ao gráfico reflete a inclinação da 
curva, indicando a velocidade escalar do objeto no instante tt. Em outras 
palavras, é uma medida da taxa de variação da posição em relação ao tempo. 
 
 
10 
 
4. O tipo de função representada pelo gráfico “Espaço x Tempo²” e o 
significado do coeficiente angular do gráfico construído: R: Trata-se de uma 
função quadrática em relação a tt, que descreve a posição do carrinho nas 
proximidades do instante inicial (t0t₀). O coeficiente angular do gráfico indica o 
ponto de partida do movimento e representa a aceleração do carrinho. Além 
disso, reflete a orientação positiva da parábola, cuja concavidade está voltada 
para cima. 
5. velocidades para os pontos medidos t2, t4, t6, t8 e t10 e anote em uma 
tabela semelhante à demonstrada a seguir. 
R: Vm(trecho) = ∆S/∆t 
Intervalos Vm (m/s) 
S0 a S2 (∆S2) / (∆t2) 
S2 a S4 (∆S4) / (∆t4) 
S4 a S6 (∆S6) / (∆t6) 
S6 a S8 (∆S8) / (∆t8) 
S8 a S10 (∆S10) / (∆t10) 
 
Portanto: 
 
Intervalos Vm (m/s) 
S0 a S2 0.6250 
S2 a S4 0,7105 
S4 a S6 0,7835 
S6 a S8 0,8318 
S8 a S10 0,8902 
 
 
6. Construa o gráfico vm x t (velocidade x tempo). 
R: 
11 
 
 
 
7. Com base no tipo de função representada pelo gráfico “velocidade x 
tempo” o significado do coeficiente angular do gráfico construído R: Esse 
gráfico representa uma função linear que descreve a aceleração do objeto no 
Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (MRUV). A inclinação ascendente 
da reta indica um aumento constante no módulo da velocidade ao longo do 
tempo, caracterizando um movimento progressivamente acelerado. O 
coeficiente angular do gráfico corresponde à aceleração escalar (aa), que é 
constante nesse tipo de movimento. 
8. a aceleração média deste movimento 
R: α=limΔt->0=Δv/Δt 
αm=ΔV/Δt 
αm= 0,76/0,11 
αm= 6,42 m/s² 
9. Ainda utilizando o gráfico, a velocidade inicial do carrinho no t0 : R: 
Para determinar a velocidade inicial (v0), é necessário extrapolar o gráfico “Velocidade x 
Tempo” até o ponto onde ele cruza o eixo y. O valor correspondente nesse ponto de 
interseção indica a velocidade inicial do carrinho no instante t0t_0. Esse valor pode ser 
obtido diretamente da equação da reta v=v0+atv = v0 + at, onde ao fazer t=0t = 0, temos v = 
v0. 
12 
 
 
10. Diante dos dados obtidos e dos gráficos construídos, monte a função horária do 
experimento: R: 
S=S0+V0t+12at2S = S_0 + V_0t + \frac{1}{2}at^2 
Substituindo os valores: 
S=0,018+0,6250⋅0,0288+12⋅0,02882S = 0,018 + 0,6250 \cdot 0,0288 + \frac{1}{2} \cdot 
0,0288^2 
11. é possível afirmar que esse movimento é uniformemente variado R: Esse 
movimento pode ser classificado como uniformemente variado, uma vez que há uma 
variação constante na velocidade (aceleração). 
12. o experimento com a inclinação de 20° e compare os resultados: R: Ao considerar 
um ângulo de inclinação de 20°, nota-se que o carrinho desce com uma alteração de 
velocidade uniforme em intervalos de tempo iguais. No experimento, também foi observado 
que o tempo total do movimento do carrinho é menor em comparação com o ângulo de 
inclinação de 10°. 
2.3 ATIVIDADE 3 – PÊNDULO SIMPLES 
A Aula Prática 3 teve como objetivo principal investigar a relação entre o período de 
oscilação em um pêndulo simples e diferentes variáveis, tais como a massa do pêndulo, o 
comprimento do fio e a variação do ângulo em que o pêndulo é posicionado inicialmente. 
Além disso, durante o experimento, os dados coletados foram utilizados para calcular a 
aceleração da gravidade no local do experimento. 
O experimento utilizou um pêndulo simples como instrumento principal, com variações de 
pesos e comprimentos de fios para modificar os parâmetros que afetam a oscilação do 
pêndulo. A realização das atividades experimentais seguiu um conjunto de procedimentos 
específicos: 
13 
 
Ajustando o Experimento: Primeiramente, o comprimento do fio foi ajustado para 250 mm, 
permitindo variações para mais ou menos, conforme necessário. Para isso, foi possível 
realizar o ajuste simplesmente clicando e arrastando o regulador de comprimento para a 
posição desejada. Uma régua na tela indicou o comprimento atual do fio. Um corpo de prova 
com massa de 50 g foi associado ao fio, utilizando a câmera "Corpos de prova" e clicando 
com o botão direito no peso, selecionando a opção "Colocar no pêndulo". 
Soltando o Pêndulo: O pêndulo foi solto a partir de um ângulo inicial igual a 15°. Para 
realizar essa ação, foi possível clicar e arrastar o botão azul na janela "Pêndulo simples", 
localizada no canto esquerdo da tela. Assim que o botão foi solto, o pêndulo começou a 
realizar seu movimento oscilatório. O cronômetro foi usado para medir o tempo referente a 
10 oscilações. O cronômetro pôde ser disparado ou parado clicando no botão "Play" na 
janela no canto inferior direito da tela, ou pressionando a tecla "P" no teclado. Para zerar o 
cronômetro e fazer uma nova medição, foi necessário clicar no botão "X". Esse 
procedimento foi repetido 5 vezes. O gráfico do movimento oscilatório do pêndulo foi 
visualizado clicando no botão "Gráfico", localizado no canto superior direito da tela. O gráfico 
resultante foi exibido em uma janela no canto superior direito da tela, e os pontos do gráfico 
puderam ser visualizados ao clicar no botão "Visualizar pontos". 
Repetindo com Outros Pesos e Comprimentos: Para continuar o experimento, o peso foi 
desassociado do cabo e o pêndulo foi interrompido. Isso foi feito clicando com o botão direito 
do mouse sobre o corpo de prova e selecionando a opção "Colocar na mesa". Em seguida, 
os passos 1 e 2 foram repetidos para executar o experimento com diferentes corpos de 
prova disponíveis, variando também o comprimento do fio para 100 mm e 400 mm. 
1) as equações apresentadas no sumário teórico e os dados obtidos no experimento 
para calcular a aceleração da gravidade, frequência e frequência angular. Calcule 
também o período médio, através da média aritmética dos períodos encontrados: R: 
 
 
Comprimento do Fio 
(m) 
Massa Acoplada 
(Kg) 
Período (s) Aceleração da 
Gravidade (m/s²) 
0,1 0,050 0,63 9,78 
0,25 0,050 1,01 9,76 
0,4 0,050 1,26 9,77 
0,1 0,1 0,63 9,78 
0,25 0,1 1,01 9,76 
0,4 0,1 1,26 9,76 
 
 
T = 2π √(L/g) 
QuandoL = 0,1m 
T = 2π √(0,1/9,81) ≈ 0,63 s 
Quando L = 0,25m 
T = 2π √(0,25/9,81) ≈ 1,01 s 
Quando L = 0,4m 
T = 2π √(0,4/9,81) ≈ 1,26 s 
14 
 
 
g = (9,78 + 9,76 + 9,77 + 9,78 + 9,76 + 9,77) / 6 = 9,77 m/s² 
 
F = 1/T 
 
ω = 2πf 
 
Dados Calculados. 
Aceleração da Gravidade 
(m/s²) 
Frequência (Hz) Frequência Angular (rad/s) 
9,78 1,59 10,01 
9,76 0,99 6,23 
9,77 0,79 5,00 
9,78 1,59 10,01 
9,76 0,99 6,23 
9,76 0,79 5,00 
 
 
Período médio = (0,63 + 1,01 + 1,26 + 0,63 + 1,01 + 1,26) / 6 = 0,96 s 
2) O peso inserido no pêndulo exerce alguma influência sobre o período de 
oscilação. R: O período de oscilação de um pêndulo simples é o tempo necessário 
para que ele complete um ciclo de ida e volta (uma oscilação completa). De acordo 
com a lei do pêndulo simples, o período (T) está diretamente relacionado ao 
comprimento do fio (L) e inversamente proporcional à aceleração da gravidade (g) 
local. 
Com base nessa relação, conclui-se que o peso do pêndulo não tem influência direta 
sobre o período de oscilação. Dessa maneira, mudanças no peso do corpo de prova 
não alteram significativamente o tempo de oscilação, desde que parâmetros como o 
comprimento do fio e a aceleração da gravidade permaneçam inalterados. 
 
T = 2π √(L/g) 
2) O peso inserido no pêndulo exerce alguma influência sobre o período de 
oscilação? Explique. R: O período de oscilação de um pêndulo simples é o tempo 
necessário para completar um ciclo completo de ida e volta (uma oscilação 
15 
 
completa). De acordo com a lei do pêndulo simples, o período (TT) está diretamente 
relacionado ao comprimento do fio (LL) e é inversamente proporcional à aceleração 
da gravidade (gg) local. 
O peso do pêndulo, por si só, não está diretamente envolvido na equação do 
período. No entanto, se a massa do corpo de prova for significativamente maior do 
que a massa do fio, ela pode afetar a distribuição de massa do sistema e, em última 
análise, influenciar o período. Por exemplo, massas muito maiores podem aumentar 
a inércia do sistema e levar a pequenas variações. Ainda assim, essas variações 
são geralmente insignificantes em comparação com as alterações causadas pelo 
comprimento do fio ou pela aceleração da gravidade. 
3) A relação entre o comprimento do fio e o período de oscilação: R: Sim, há uma 
relação direta entre o comprimento do fio de um pêndulo simples e o período de 
oscilação. De acordo com a fórmula do período, T é diretamente proporcional à raiz 
quadrada do comprimento do fio (L), enquanto é inversamente proporcional à 
aceleração da gravidade (g). 
Se o comprimento do fio aumenta, o período também aumenta, o que significa que o 
pêndulo leva mais tempo para completar uma oscilação. Por outro lado, pêndulos 
com fios mais curtos têm períodos menores e completam oscilações mais 
rapidamente. Isso ocorre porque fios mais longos têm menor frequência natural de 
oscilação, resultando em mais tempo para completar cada ciclo. 
Essa relação é fundamental em estudos de física e em experimentos que 
determinam a aceleração da gravidade local (gg). Variando o comprimento do fio e 
medindo os períodos correspondentes, é possível calcular gg de forma prática e 
precisa. 
2.4 ATIVIDADE 4 – ESTÁTICA – BALANÇA DE PRATO 
Na última atividade prática, buscou-se determinar a massa de corpos de prova 
utilizando uma balança de prato e aplicando o princípio do equilíbrio de momentos. 
Materiais: 
● Balança de prato; 
16 
 
● Corpos de prova. 
Procedimentos: 
1. Inserindo pesos na balança: A atividade começou com o maior corpo de 
prova sendo posicionado na balança. 
2. Obtendo os pesos do prato e contrapeso: Foram coletados dados das 
distâncias dos pesos em relação ao pivô central, bem como o valor do 
contrapeso. Com base nesses dados e na equação do equilíbrio de 
momentos, foi possível calcular o peso desconhecido. 
3. Ajustando o equilíbrio da balança: Ao posicionar o peso no prato, foi 
identificado um desequilíbrio no sistema. O contrapeso foi ajustado ao longo 
da haste até que a balança retornasse ao equilíbrio. 
4. Realizando medidas: Foram registradas as distâncias entre o peso e o 
contrapeso em relação ao pivô central da balança. 
5. Retirando o peso da balança: Para concluir essa etapa, o peso foi removido e 
o experimento reiniciado. 
6. Repetindo o experimento: O experimento foi repetido para outros corpos de 
prova, e os resultados foram analisados posteriormente na seção "Avaliação 
de Resultados". 
 
Dados coletados. 
Massa do Prato 200g 
Massa do Contrapeso 500g 
Peso 1 Dpeso = 14,5cm Dcontrapeso = 
10,2cm 
 
 
1. Utilizando as equações dispostas no resumo teórico, calcule a massa do 
corpo rígido posicionado na balança: 
R: 
Momento produzido pelo peso do objeto = Massa do objeto × Gravidade × 
Distância do peso. 
17 
 
Momento produzido pelo contrapeso = Massa do contrapeso × Gravidade × 
Distância do contrapeso. 
 
Portanto: 
Massa do objeto (\(M_1\)) = (Massa do contrapeso × Distância do contrapeso) 
÷ Distância do peso. 
 
Substituindo os valores: 
Massa do objeto (\(M_1\)) = (500 × 10,2) ÷ 14,5 
Massa do objeto (\(M_1\)) ≈ 352,41 g 
 
 
2. Após a repetição do experimento para os outros pesos dispostos na 
bancada, responda: Qual a relação entre o peso do corpo posicionado no prato da 
balança e a distância do contrapeso ao pivô? 
R:A relação entre o peso do corpo posicionado no prato da balança e a 
distância do contrapeso ao pivô é fundamentada nos princípios do equilíbrio de 
rotação. De acordo com esses princípios, o momento produzido por um objeto em 
relação ao pivô é diretamente proporcional ao produto de sua massa, aceleração 
gravitacional e a distância perpendicular até o pivô. 
 
Quando a distância do contrapeso ao pivô é mantida constante, o momento 
será diretamente proporcional ao peso do corpo. Se o peso no prato da balança 
aumentar, o momento ao redor do pivô também aumentará. Da mesma forma, 
aumentar a distância do contrapeso ao pivô, enquanto o peso do corpo permanece 
constante, também aumenta o momento. Assim, o equilíbrio rotacional do sistema 
depende da proporcionalidade entre peso, distância do contrapeso e torque gerado. 
 
—------------------------------------------------------------------------------------------------ 
18 
 
 
CONCLUSÃO 
 
O presente portfólio teve como objetivo apresentar uma seleção de atividades 
realizadas durante as aulas práticas de Mecânica Geral e Aplicada. Os trabalhos 
foram organizados de forma clara e estruturada para facilitar a compreensão dos 
processos experimentais e dos resultados obtidos. 
 
Durante a realização das atividades, destacaram-se as habilidades 
desenvolvidas, como o pensamento crítico, a análise de dados, a criatividade e a 
aplicação prática de conceitos teóricos. Cada experimento reforçou os 
conhecimentos adquiridos em diferentes áreas da mecânica, como o Movimento 
Retilíneo Uniforme, o Movimento Retilíneo Uniformemente Variado, o estudo do 
pêndulo simples e o equilíbrio de momentos com a balança de prato. 
 
Além disso, este portfólio também atuou como um instrumento de reflexão, 
permitindo avaliar o progresso pessoal e identificar áreas que demandam maior 
aprofundamento e prática. A partir das lições aprendidas e das experiências 
adquiridas, foram definidos novos objetivos voltados ao aprimoramento contínuo das 
habilidades e ao desenvolvimento de conhecimentos mais avançados. 
 
Com isso, o portfólio contribuiu significativamente para consolidar uma base 
sólida de aprendizado e para preparar o caminho para desafios futuros, seja no 
âmbito acadêmico ou profissional. 
 
 
 
19 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
HEWITT, Paul. Uma Abordagem Conceitual da Física. E-book. Porto Alegre: Grupo A Editora, 2015. 
ISBN 9788582603413. 
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos da Física - Volume 1: 
Mecânica. 10ª ed. São Paulo: GEN LTDA, 2016.CHAVES, Alaor. Introdução à Física: Mecânica. Edição digital. São Paulo: Grupo GEN, 2007. ISBN 
978-85-216-1932-1. 
 
 
20 
 
	2.2 ATIVIDADE 2 – MRUV 
	2.3 ATIVIDADE 3 – PÊNDULO SIMPLES 
	2.4 ATIVIDADE 4 – ESTÁTICA – BALANÇA DE PRATO 
	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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