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ANHANGUERA
ENGENHARIA MECÂNICA
portfolio mecânica geral aplicada
4° Semestre
JOHNATAN DOS SANTOS PINTO
2025
são paulo
TRABALHO DE AULA PRÁTICA.
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MECÂNICA GERAL APLICADA
4°semestre
são paulo
2025
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO 3
2 MÉTODOS E RESULTADOS 4
2.1 ATIVIDADE 1 – MRU 4
2.2 ATIVIDADE 2 – MRUV 8
2.3 ATIVIDADE 3 – PÊNDULO SIMPLES 15
2.4 ATIVIDADE 4 – ESTÁTICA – BALANÇA DE PRATO 19
2
CONCLUSÃO 22
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 23
1. INTRODUÇÃO O presente portfólio tem como objetivo apresentar e documentar
as atividades práticas realizadas na disciplina de Mecânica Geral Aplicada. Este
conjunto de atividades busca proporcionar uma compreensão prática e aprofundada
dos conceitos fundamentais de mecânica, indispensáveis para a análise de
fenômenos físicos do mundo real.
3
A Mecânica Geral Aplicada é uma disciplina essencial nos cursos de engenharia e
ciências exatas, pois oferece as bases teóricas e práticas necessárias para o estudo
e desenvolvimento de sistemas mecânicos. Durante as atividades práticas, os
conceitos relacionados a diferentes tipos de movimentos e situações estáticas são
explorados, contribuindo assim para o desenvolvimento de habilidades analíticas e
de resolução de problemas.
As atividades deste portfólio abrangem quatro áreas-chave da mecânica: Movimento
Retilíneo Uniforme (MRU), Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (MRUV),
Pêndulo Simples e Estática - Balança de Prato. Cada uma dessas atividades foi
cuidadosamente estruturada para oferecer uma experiência prática significativa,
permitindo a observação e análise de fenômenos mecânicos em diversos contextos.
Ao realizar estas atividades, é possível aplicar os conceitos teóricos aprendidos em
sala de aula, além de desenvolver habilidades experimentais, como a coleta e
análise de dados, a elaboração de relatórios técnicos e o trabalho em equipe.
Adicionalmente, essas atividades práticas oferecem uma oportunidade valiosa de
conectar teoria e prática, preparando os estudantes para desafios futuros nas áreas
de engenharia e ciências exatas.
Portanto, este portfólio serve como um registro das atividades realizadas na
disciplina de Mecânica Geral Aplicada, destacando a importância dessas
experiências para o aprendizado e o desenvolvimento de competências
fundamentais na formação profissional.
2. MÉTODOS E RESULTADOS
2.1 ATIVIDADE 1 – MRU
Nesta primeira atividade, buscou-se determinar a velocidade da esfera em diferentes
pontos do plano inclinado e analisar a relação entre a velocidade e a distância
percorrida.
Materiais:
● Plano inclinado;
● Disparador;
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● Multicronômetro;
● Esfera;
● Tubo com água;
● Ímã encapsulado;
● Régua;
● Transferidor;
● Nível de bolha.
Procedimentos:
1. Montagem e ajuste do experimento:
○ Nivelamento da base: Utilizou-se o nível de bolha para ajustar os pés
da base do plano inclinado até que a bolha estivesse centralizada.
○ Ajuste da inclinação: Girou-se o fuso elevador e ajustou-se o ângulo da
rampa para 20º, utilizando o transferidor como referência.
2. Medição da velocidade da esfera:
○ Conexão do multicronômetro: Conectou-se o cabo do disparador à
porta S0 do multicronômetro.
○ Posicionamento da esfera: Com auxílio do ímã encapsulado,
posicionou-se a esfera no tubo com água na extremidade da rampa.
○ Registro dos tempos: Ao soltar a esfera, anotaram-se os tempos de
passagem nas marcações de 0 mm, 100 mm, 200 mm, 300 mm e 400
mm.
○ Repetição das medições: Repetiu-se a descida da esfera duas vezes,
obtendo-se a média dos tempos para cada marcação.
3. Cálculo da velocidade:
○ Aplicou-se a fórmula da velocidade média em cada intervalo para
calcular a velocidade da esfera.
4. Análise dos resultados:
○ Criou-se uma tabela para organizar os dados coletados (tempo,
distância e velocidade) e analisar a relação entre a velocidade da
esfera e a distância percorrida.
Questões Relacionadas:
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1. Por que é importante nivelar a base do plano inclinado? R: Sem o
nivelamento adequado, a inclinação real de 20º indicada pelo transferidor não
seria alcançada, afetando a precisão do experimento.
2. Por que os tempos não foram idênticos em todas as medições? R: As
variações ocorreram devido à imprecisão manual no acionamento do
disparador, uma vez que o registro dos tempos dependia da observação e
reação humana.
3. Qual a influência do ângulo da rampa no tempo de descida da esfera? R:
Quanto maior o ângulo de inclinação, menor será a resistência à força
gravitacional, o que resulta em um tempo de descida mais rápido.
4. Com base nos dados obtidos, construa o gráfico de espaço (S) x Tempo (s)
da esfera. (Espaço reservado para a construção do gráfico.)
Figura 1 – Gráfico 1
5. o significado físico do coeficiente angular do gráfico R: O coeficiente angular do
gráfico representa a velocidade média da esfera.
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6. Cálculo da velocidade média da esfera para o trajeto de 0 a 400 mm: R:
Vm=ΔSΔTV_m = \frac{\Delta S}{\Delta T}
Vm=(0,4−0,0)(4,57−0,0)V_m = \frac{(0,4 - 0,0)}{(4,57 - 0,0)}
Vm=0,087653 m/sV_m = 0,087653 \, \text{m/s}
7. Velocidade média para cada intervalo percorrido pela esfera usando a função
horária:
A função horária do MRU é definida como:
S=v⋅t+S0S = v \cdot t + S_0
Onde:
● SS = posição final ocupada pelo móvel;
● S0S_0 = posição inicial ocupada pelo móvel;
● vv = velocidade.
Agora, os intervalos são analisados individualmente. Com os valores de distância
(ΔS\Delta S) e tempo (ΔT\Delta T) correspondentes aos dados experimentais (que
foram coletados ), o cálculo da velocidade média em cada intervalo poderá ser
realizado aplicando:
v=ΔSΔTv = \frac{\Delta S}{\Delta T}
Velocidades Médias.
Intervalo - ∆S (m) Tempo Médio (s) Velocidade (m/s)
0,000 a 0,100 1,032158 0,044592
0,100 a 0,200 1,242571 0,044593
0,200 a 0,300 1,308424 0,029283
0,300 a 0,400 1,338319 0,021913
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8. As velocidades encontradas para cada intervalo foram aproximadamente as
mesmas? Elas coincidem com a velocidade média? R: As velocidades para cada
distância não foram exatamente iguais, mas ficaram relativamente próximas. No
entanto, quanto mais distante a esfera ficava do ponto inicial de queda, mais lenta se
tornava a velocidade em comparação com os intervalos iniciais. Sim, elas se
aproximam da velocidade média calculada.
9. Você acredita que ao realizar o experimento com 10°, o comportamento da
esfera será igual ou diferente em comparação com o experimento realizado
com o ângulo de 20°? Justifique sua resposta. R: Com uma inclinação de 10°, a
esfera percorre o trajeto em um tempo maior. A velocidade será menor em relação
ao teste com a rampa inclinada a 20°, uma vez que a força gravitacional será
parcialmente contraposta pela menor inclinação, resultando em um comportamento
inversamente proporcional ao tempo gasto no deslocamento.
2.2 ATIVIDADE 2 – MRUV
A segunda atividade teve como objetivo determinar a aceleração da gravidade no
plano inclinado e analisar a relação entre o tempo de descida do carrinho e a
distância percorrida.
Materiais:
● Plano inclinado;
● Sensor fotoelétrico;
● Multicronômetro;
● Carrinho;
● Ímã;
● Nível de bolha;
● Transferidor;
● Régua.
Procedimentos:
1. Montagem e ajuste do experimento:
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○ Nivelamento da base: Utilizou-se o nível de bolha para ajustar os pés
da base do plano inclinado até que a bolha estivesse centralizada.
○ Posicionamento do ímã: Fixou-se o ímã no ponto de fixação do plano
inclinado, utilizado para prender o carrinho antes de iniciar o
experimento.
○ Posicionamento do fuso elevador: Paragrandes inclinações,
ajustou-se o fuso elevador para a posição mais próxima do transferidor.
○ Posicionamento do sensor: O sensor fotoelétrico foi fixado a 300 mm
na régua para medir o tempo de movimento do carrinho.
○ Ajuste da inclinação da rampa: Girou-se o fuso para ajustar o ângulo
da rampa a 10°, utilizando o transferidor como referência.
2. Medição do tempo de descida:
○ Ligação do multicronômetro: Conectou-se a fonte de alimentação do
multicronômetro à tomada.
○ Conexão do sensor: O cabo do sensor foi conectado à porta S0 do
multicronômetro.
○ Posicionamento do carrinho: O carrinho foi preso ao ímã para evitar
que descesse antes do início planejado.
○ Liberação do carrinho: O ímã foi retirado, permitindo a descida do
carrinho pela rampa.
○ Registro do tempo: O tempo de descida foi anotado para cada
marcação na régua (0 mm, 18 mm, 36 mm, ..., 180 mm).
3. Cálculo da velocidade e da aceleração:
○ Foram aplicadas as equações do Movimento Retilíneo Uniformemente
Variado (MRUV) para calcular a velocidade e a aceleração em cada
intervalo.
4. Análise dos resultados:
○ Tabelas foram elaboradas para organizar os dados de tempo,
distância, velocidade e aceleração.
○ A relação entre o tempo de descida e a distância percorrida foi
analisada.
○ A aceleração média obtida foi comparada ao valor da aceleração da
gravidade (g=9,81 m/s2g = 9,81 \, m/s²).
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2. O tipo de função representada pelo gráfico “Espaço x Tempo” o
significado do coeficiente angular (declividade da tangente) do gráfico
construído R: O gráfico “Espaço x Tempo” representa uma função que
descreve a posição do objeto ao longo do tempo, partindo de uma posição
inicial. O coeficiente angular da tangente ao gráfico reflete a inclinação da
curva, indicando a velocidade escalar do objeto no instante tt. Em outras
palavras, é uma medida da taxa de variação da posição em relação ao tempo.
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4. O tipo de função representada pelo gráfico “Espaço x Tempo²” e o
significado do coeficiente angular do gráfico construído: R: Trata-se de uma
função quadrática em relação a tt, que descreve a posição do carrinho nas
proximidades do instante inicial (t0t₀). O coeficiente angular do gráfico indica o
ponto de partida do movimento e representa a aceleração do carrinho. Além
disso, reflete a orientação positiva da parábola, cuja concavidade está voltada
para cima.
5. velocidades para os pontos medidos t2, t4, t6, t8 e t10 e anote em uma
tabela semelhante à demonstrada a seguir.
R: Vm(trecho) = ∆S/∆t
Intervalos Vm (m/s)
S0 a S2 (∆S2) / (∆t2)
S2 a S4 (∆S4) / (∆t4)
S4 a S6 (∆S6) / (∆t6)
S6 a S8 (∆S8) / (∆t8)
S8 a S10 (∆S10) / (∆t10)
Portanto:
Intervalos Vm (m/s)
S0 a S2 0.6250
S2 a S4 0,7105
S4 a S6 0,7835
S6 a S8 0,8318
S8 a S10 0,8902
6. Construa o gráfico vm x t (velocidade x tempo).
R:
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7. Com base no tipo de função representada pelo gráfico “velocidade x
tempo” o significado do coeficiente angular do gráfico construído R: Esse
gráfico representa uma função linear que descreve a aceleração do objeto no
Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (MRUV). A inclinação ascendente
da reta indica um aumento constante no módulo da velocidade ao longo do
tempo, caracterizando um movimento progressivamente acelerado. O
coeficiente angular do gráfico corresponde à aceleração escalar (aa), que é
constante nesse tipo de movimento.
8. a aceleração média deste movimento
R: α=limΔt->0=Δv/Δt
αm=ΔV/Δt
αm= 0,76/0,11
αm= 6,42 m/s²
9. Ainda utilizando o gráfico, a velocidade inicial do carrinho no t0 : R:
Para determinar a velocidade inicial (v0), é necessário extrapolar o gráfico “Velocidade x
Tempo” até o ponto onde ele cruza o eixo y. O valor correspondente nesse ponto de
interseção indica a velocidade inicial do carrinho no instante t0t_0. Esse valor pode ser
obtido diretamente da equação da reta v=v0+atv = v0 + at, onde ao fazer t=0t = 0, temos v =
v0.
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10. Diante dos dados obtidos e dos gráficos construídos, monte a função horária do
experimento: R:
S=S0+V0t+12at2S = S_0 + V_0t + \frac{1}{2}at^2
Substituindo os valores:
S=0,018+0,6250⋅0,0288+12⋅0,02882S = 0,018 + 0,6250 \cdot 0,0288 + \frac{1}{2} \cdot
0,0288^2
11. é possível afirmar que esse movimento é uniformemente variado R: Esse
movimento pode ser classificado como uniformemente variado, uma vez que há uma
variação constante na velocidade (aceleração).
12. o experimento com a inclinação de 20° e compare os resultados: R: Ao considerar
um ângulo de inclinação de 20°, nota-se que o carrinho desce com uma alteração de
velocidade uniforme em intervalos de tempo iguais. No experimento, também foi observado
que o tempo total do movimento do carrinho é menor em comparação com o ângulo de
inclinação de 10°.
2.3 ATIVIDADE 3 – PÊNDULO SIMPLES
A Aula Prática 3 teve como objetivo principal investigar a relação entre o período de
oscilação em um pêndulo simples e diferentes variáveis, tais como a massa do pêndulo, o
comprimento do fio e a variação do ângulo em que o pêndulo é posicionado inicialmente.
Além disso, durante o experimento, os dados coletados foram utilizados para calcular a
aceleração da gravidade no local do experimento.
O experimento utilizou um pêndulo simples como instrumento principal, com variações de
pesos e comprimentos de fios para modificar os parâmetros que afetam a oscilação do
pêndulo. A realização das atividades experimentais seguiu um conjunto de procedimentos
específicos:
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Ajustando o Experimento: Primeiramente, o comprimento do fio foi ajustado para 250 mm,
permitindo variações para mais ou menos, conforme necessário. Para isso, foi possível
realizar o ajuste simplesmente clicando e arrastando o regulador de comprimento para a
posição desejada. Uma régua na tela indicou o comprimento atual do fio. Um corpo de prova
com massa de 50 g foi associado ao fio, utilizando a câmera "Corpos de prova" e clicando
com o botão direito no peso, selecionando a opção "Colocar no pêndulo".
Soltando o Pêndulo: O pêndulo foi solto a partir de um ângulo inicial igual a 15°. Para
realizar essa ação, foi possível clicar e arrastar o botão azul na janela "Pêndulo simples",
localizada no canto esquerdo da tela. Assim que o botão foi solto, o pêndulo começou a
realizar seu movimento oscilatório. O cronômetro foi usado para medir o tempo referente a
10 oscilações. O cronômetro pôde ser disparado ou parado clicando no botão "Play" na
janela no canto inferior direito da tela, ou pressionando a tecla "P" no teclado. Para zerar o
cronômetro e fazer uma nova medição, foi necessário clicar no botão "X". Esse
procedimento foi repetido 5 vezes. O gráfico do movimento oscilatório do pêndulo foi
visualizado clicando no botão "Gráfico", localizado no canto superior direito da tela. O gráfico
resultante foi exibido em uma janela no canto superior direito da tela, e os pontos do gráfico
puderam ser visualizados ao clicar no botão "Visualizar pontos".
Repetindo com Outros Pesos e Comprimentos: Para continuar o experimento, o peso foi
desassociado do cabo e o pêndulo foi interrompido. Isso foi feito clicando com o botão direito
do mouse sobre o corpo de prova e selecionando a opção "Colocar na mesa". Em seguida,
os passos 1 e 2 foram repetidos para executar o experimento com diferentes corpos de
prova disponíveis, variando também o comprimento do fio para 100 mm e 400 mm.
1) as equações apresentadas no sumário teórico e os dados obtidos no experimento
para calcular a aceleração da gravidade, frequência e frequência angular. Calcule
também o período médio, através da média aritmética dos períodos encontrados: R:
Comprimento do Fio
(m)
Massa Acoplada
(Kg)
Período (s) Aceleração da
Gravidade (m/s²)
0,1 0,050 0,63 9,78
0,25 0,050 1,01 9,76
0,4 0,050 1,26 9,77
0,1 0,1 0,63 9,78
0,25 0,1 1,01 9,76
0,4 0,1 1,26 9,76
T = 2π √(L/g)
QuandoL = 0,1m
T = 2π √(0,1/9,81) ≈ 0,63 s
Quando L = 0,25m
T = 2π √(0,25/9,81) ≈ 1,01 s
Quando L = 0,4m
T = 2π √(0,4/9,81) ≈ 1,26 s
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g = (9,78 + 9,76 + 9,77 + 9,78 + 9,76 + 9,77) / 6 = 9,77 m/s²
F = 1/T
ω = 2πf
Dados Calculados.
Aceleração da Gravidade
(m/s²)
Frequência (Hz) Frequência Angular (rad/s)
9,78 1,59 10,01
9,76 0,99 6,23
9,77 0,79 5,00
9,78 1,59 10,01
9,76 0,99 6,23
9,76 0,79 5,00
Período médio = (0,63 + 1,01 + 1,26 + 0,63 + 1,01 + 1,26) / 6 = 0,96 s
2) O peso inserido no pêndulo exerce alguma influência sobre o período de
oscilação. R: O período de oscilação de um pêndulo simples é o tempo necessário
para que ele complete um ciclo de ida e volta (uma oscilação completa). De acordo
com a lei do pêndulo simples, o período (T) está diretamente relacionado ao
comprimento do fio (L) e inversamente proporcional à aceleração da gravidade (g)
local.
Com base nessa relação, conclui-se que o peso do pêndulo não tem influência direta
sobre o período de oscilação. Dessa maneira, mudanças no peso do corpo de prova
não alteram significativamente o tempo de oscilação, desde que parâmetros como o
comprimento do fio e a aceleração da gravidade permaneçam inalterados.
T = 2π √(L/g)
2) O peso inserido no pêndulo exerce alguma influência sobre o período de
oscilação? Explique. R: O período de oscilação de um pêndulo simples é o tempo
necessário para completar um ciclo completo de ida e volta (uma oscilação
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completa). De acordo com a lei do pêndulo simples, o período (TT) está diretamente
relacionado ao comprimento do fio (LL) e é inversamente proporcional à aceleração
da gravidade (gg) local.
O peso do pêndulo, por si só, não está diretamente envolvido na equação do
período. No entanto, se a massa do corpo de prova for significativamente maior do
que a massa do fio, ela pode afetar a distribuição de massa do sistema e, em última
análise, influenciar o período. Por exemplo, massas muito maiores podem aumentar
a inércia do sistema e levar a pequenas variações. Ainda assim, essas variações
são geralmente insignificantes em comparação com as alterações causadas pelo
comprimento do fio ou pela aceleração da gravidade.
3) A relação entre o comprimento do fio e o período de oscilação: R: Sim, há uma
relação direta entre o comprimento do fio de um pêndulo simples e o período de
oscilação. De acordo com a fórmula do período, T é diretamente proporcional à raiz
quadrada do comprimento do fio (L), enquanto é inversamente proporcional à
aceleração da gravidade (g).
Se o comprimento do fio aumenta, o período também aumenta, o que significa que o
pêndulo leva mais tempo para completar uma oscilação. Por outro lado, pêndulos
com fios mais curtos têm períodos menores e completam oscilações mais
rapidamente. Isso ocorre porque fios mais longos têm menor frequência natural de
oscilação, resultando em mais tempo para completar cada ciclo.
Essa relação é fundamental em estudos de física e em experimentos que
determinam a aceleração da gravidade local (gg). Variando o comprimento do fio e
medindo os períodos correspondentes, é possível calcular gg de forma prática e
precisa.
2.4 ATIVIDADE 4 – ESTÁTICA – BALANÇA DE PRATO
Na última atividade prática, buscou-se determinar a massa de corpos de prova
utilizando uma balança de prato e aplicando o princípio do equilíbrio de momentos.
Materiais:
● Balança de prato;
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● Corpos de prova.
Procedimentos:
1. Inserindo pesos na balança: A atividade começou com o maior corpo de
prova sendo posicionado na balança.
2. Obtendo os pesos do prato e contrapeso: Foram coletados dados das
distâncias dos pesos em relação ao pivô central, bem como o valor do
contrapeso. Com base nesses dados e na equação do equilíbrio de
momentos, foi possível calcular o peso desconhecido.
3. Ajustando o equilíbrio da balança: Ao posicionar o peso no prato, foi
identificado um desequilíbrio no sistema. O contrapeso foi ajustado ao longo
da haste até que a balança retornasse ao equilíbrio.
4. Realizando medidas: Foram registradas as distâncias entre o peso e o
contrapeso em relação ao pivô central da balança.
5. Retirando o peso da balança: Para concluir essa etapa, o peso foi removido e
o experimento reiniciado.
6. Repetindo o experimento: O experimento foi repetido para outros corpos de
prova, e os resultados foram analisados posteriormente na seção "Avaliação
de Resultados".
Dados coletados.
Massa do Prato 200g
Massa do Contrapeso 500g
Peso 1 Dpeso = 14,5cm Dcontrapeso =
10,2cm
1. Utilizando as equações dispostas no resumo teórico, calcule a massa do
corpo rígido posicionado na balança:
R:
Momento produzido pelo peso do objeto = Massa do objeto × Gravidade ×
Distância do peso.
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Momento produzido pelo contrapeso = Massa do contrapeso × Gravidade ×
Distância do contrapeso.
Portanto:
Massa do objeto (\(M_1\)) = (Massa do contrapeso × Distância do contrapeso)
÷ Distância do peso.
Substituindo os valores:
Massa do objeto (\(M_1\)) = (500 × 10,2) ÷ 14,5
Massa do objeto (\(M_1\)) ≈ 352,41 g
2. Após a repetição do experimento para os outros pesos dispostos na
bancada, responda: Qual a relação entre o peso do corpo posicionado no prato da
balança e a distância do contrapeso ao pivô?
R:A relação entre o peso do corpo posicionado no prato da balança e a
distância do contrapeso ao pivô é fundamentada nos princípios do equilíbrio de
rotação. De acordo com esses princípios, o momento produzido por um objeto em
relação ao pivô é diretamente proporcional ao produto de sua massa, aceleração
gravitacional e a distância perpendicular até o pivô.
Quando a distância do contrapeso ao pivô é mantida constante, o momento
será diretamente proporcional ao peso do corpo. Se o peso no prato da balança
aumentar, o momento ao redor do pivô também aumentará. Da mesma forma,
aumentar a distância do contrapeso ao pivô, enquanto o peso do corpo permanece
constante, também aumenta o momento. Assim, o equilíbrio rotacional do sistema
depende da proporcionalidade entre peso, distância do contrapeso e torque gerado.
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CONCLUSÃO
O presente portfólio teve como objetivo apresentar uma seleção de atividades
realizadas durante as aulas práticas de Mecânica Geral e Aplicada. Os trabalhos
foram organizados de forma clara e estruturada para facilitar a compreensão dos
processos experimentais e dos resultados obtidos.
Durante a realização das atividades, destacaram-se as habilidades
desenvolvidas, como o pensamento crítico, a análise de dados, a criatividade e a
aplicação prática de conceitos teóricos. Cada experimento reforçou os
conhecimentos adquiridos em diferentes áreas da mecânica, como o Movimento
Retilíneo Uniforme, o Movimento Retilíneo Uniformemente Variado, o estudo do
pêndulo simples e o equilíbrio de momentos com a balança de prato.
Além disso, este portfólio também atuou como um instrumento de reflexão,
permitindo avaliar o progresso pessoal e identificar áreas que demandam maior
aprofundamento e prática. A partir das lições aprendidas e das experiências
adquiridas, foram definidos novos objetivos voltados ao aprimoramento contínuo das
habilidades e ao desenvolvimento de conhecimentos mais avançados.
Com isso, o portfólio contribuiu significativamente para consolidar uma base
sólida de aprendizado e para preparar o caminho para desafios futuros, seja no
âmbito acadêmico ou profissional.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HEWITT, Paul. Uma Abordagem Conceitual da Física. E-book. Porto Alegre: Grupo A Editora, 2015.
ISBN 9788582603413.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos da Física - Volume 1:
Mecânica. 10ª ed. São Paulo: GEN LTDA, 2016.CHAVES, Alaor. Introdução à Física: Mecânica. Edição digital. São Paulo: Grupo GEN, 2007. ISBN
978-85-216-1932-1.
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2.2 ATIVIDADE 2 – MRUV
2.3 ATIVIDADE 3 – PÊNDULO SIMPLES
2.4 ATIVIDADE 4 – ESTÁTICA – BALANÇA DE PRATO
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS