Logo Passei Direto
Buscar
Material

Prévia do material em texto

Esqueleto do Tórax Vista anterior 7 1 2 3 4 5 6 Tórax 3-1Esqueleto do Tórax 1. Escápula (Acrômio; Processo coracoide; Cavidade glenoidal) 2. Clavícula 3. Costelas verdadeiras (1-7) 4. Cartilagens costais 5. Costelas falsas (8-12) 6. Costelas flutuantes (11-12) 7. Esterno (Incisura jugular; Manúbrio; Ângulo; Corpo; Processo xifoide) Comentário: A caixa torácica é parte do esqueleto axial, que também inclui crânio e a coluna vertebral. Os do tórax incluem esterno, 12 pares de costelas e suas respectivas articulações. A clavícula e a escápula são parte do cíngulo do membro superior, que está associado aos membros superiores. Estas articulações do tórax incluem a articulação esternoclavicular (uma articulação sinovial do tipo selar, com um disco articular), as articulações costesternais (que são sincondroses) e as articulações costocondrais (principalmente cartilagíneas). A abertura na extremidade da caixa torácica é a abertura torácica superior e a abertura na base da caixa torácica é a abertura torácica inferior, que é fechada pelo diafragma abdominal. Correlação clínica: As lesões da caixa torácica ocorrem por trauma e frequentemente envolvem fraturas nas costelas. As costelas 1, 11 e 12 são as costelas menos fraturadas. As fraturas de costela podem ocorrer em plano transversal ou em plano oblíquo, ou podem ocorrer em múltiplos locais na mesma costela, resultando em um fragmento livre (lesão de tórax em mangual). A dor é intensa devido às contínuas expansão e retração da caixa torácica, que são necessárias durante a respiração. Tórax Prancha 179 do Atlas Ver também Prancha 241Arcabouço Ósseo do Abdome 12 11 1 2 10 3 9 4 8 5 7 6 Abdome 4-1Arcabouço Ósseo do Abdome 1. Cartilagens costais 2. Crista ilíaca 3. Espinha ilíaca anterossuperior 4. Espinha ilíaca anteroinferior 5. Ramo superior do púbis 6. Arco púbico 7. Linha pectínea do púbis 8. Trocânter maior do fêmur 9. Espinha isquiática 10. Crista ilíaca 11. Processo xifoide 12. Corpo do esterno Correlação clínica: Linhas imaginárias desenhadas mentalmente na superfície da parede abdominal ajudam médicos a localizar a dor e suas estruturas anatômicas associadas. plano subcostal é uma linha horizontal imaginária ao longo da margem inferior das cartilagens costais; ela cruza a parte descendente do duodeno. plano transumbilical é uma linha horizontal que passa através do umbigo e do disco intervertebral de LIII-LIV. plano transtubercular passa através dos tubérculos ilíacos, correspondendo ao corpo da vértebra lombar. Outra forma clinicamente útil de se localizar a dor visceral é dividir o abdome em quadrantes. Isso pode ser feito visualizando-se um plano vertical imaginário (mediano), que se estende do processo xifoide até a sínfise púbica, e um plano horizontal (transumbilical). Os 4 quadrantes são: quadrante superior direito, quadrante superior esquerdo, quadrante inferior direito e quadrante inferior esquerdo. Abdome Prancha 241 do AtlasOssos e Ligamentos da Pelve Vista posterior 1 2 3 4 5 6 8 7 9 10 11 12 13 14 Vista anterior 15 16 Pelve e Períneo 5-1Ossos e Ligamentos da Pelve 1. Ligamento iliolombar 2. Ligamento supraespinal 3. Ligamentos sacroilíacos posteriores 4. Forame isquiático maior 5. Ligamento sacrotuberal 6. Ligamento longitudinal anterior 7. Ligamentos sacrococcígeos posteriores 8. Fossa ilíaca 9. Crista ilíaca 10. Ligamento sacroilíaco anterior 11. Espinha ilíaca anterossuperior 12. Ligamento sacroespinal 13. Forame isquiático menor 14. Linha pectínea do púbis 15. Tubérculo púbico 16. Sínfise púbica Comentário: A articulação sacroilíaca é uma articulação sinovial plana entre sacro e ílio. Ela permite pequenos movimentos e transmite 0 peso do corpo para do quadril quando 0 indivíduo está de pé. A articulação sacroilíaca é reforçada pelos ligamentos sacroilíacos anterior, posterior e interósseo. A articulação sacrococcígea é uma articulação cartilaginosa entre sacro e 0 cóccix. Ela permite alguns movimentos e contém um disco intervertebral entre SV e Col. A sínfise púbica é uma articulação cartilaginosa (fibrocartilagem) entre OS 2 OSSOS do púbis. ligamento sacroespinal separa 0 forame isquiático maior do forame isquiático menor. Pelve e Períneo Prancha 335 do Atlas Ver também Prancha 154Úmero e Escápula: Vista Anterior 1 11 2 3 10 8 4 9 5 7 6 Membro Superior 6-1Úmero e Escápula: Vista Anterior 1. Acrômio 2. Tubérculo maior 3. Tubérculo menor 4. Sulco intertubercular 5. Côndilo do úmero (Partes: Medial; Lateral) 6. Capítulo do úmero 7. Fossa coronóidea 8. Cavidade glenoidal da escápula 9. Ângulo inferior 10. Fossa subescapular 11. Processo coracoide Comentário: A clavícula e a escápula formam cíngulo do membro superior ou ombro, que conecta a extremidade superior ao tronco. A clavícula serve como um suporte, mantendo 0 membro superior longe do tronco e livre para movimento. Ela é vulnerável à fratura. A escápula se articula com a clavícula e a cabeça do úmero (articulação do ombro ou glenoumeral). Dezessete músculos diferentes se fixam à escápula. As fraturas da escápula são incomuns. úmero é um OSSO longo. Sua extremidade proximal forma parte da articulação do ombro e sua extremidade distal contribui para a articulação do cotovelo. colo cirúrgico do úmero (a região logo abaixo do tubérculo menor) é um local frequente de fratura. As fraturas neste local podem lesar o nervo axilar do plexo braquial. Correlação clínica: As fraturas da clavícula são frequentes, sobretudo em crianças. A fratura geralmente resulta de queda sobre uma mão estendida ou de trauma direto e frequentemente ocorre no terço médio da clavícula. Membro Superior Prancha 407 do Atlas Ver também Prancha 179Úmero e Escápula: Vista Posterior 2 1 3 4 5 6 11 10 9 7 8 Membro Superior 6-2Úmero e Escápula: Vista Posterior 1. Clavícula (cortada) 2. Incisura da escápula 3. Ângulo superior 4. Fossa supraespinal 5. Espinha da escápula 6. Fossa infraespinal 7. Epicôndilo medial 8. Tróclea do úmero 9. Fossa do olécrano 10. Tuberosidade para 0 músculo deltoide 11. Cabeça do úmero Comentário: Posteriormente, a escápula apresenta uma espinha proeminente que separa as fossas supraespinal e infraespinal. A clavícula é 0 primeiro a sofrer ossificação, mas 0 último a se fundir e é formada por ossificação intramembranosa. É um dos mais frequentemente fraturados. A parte média da diáfise do úmero é a tuberosidade para 0 músculo deltoide, ponto de inserção para 0 músculo deltoide. Distalmente, a depressão acima da tróclea do úmero é chamada de fossa do olécrano, a qual acomoda olécrano da ulna quando 0 cotovelo está totalmente estendido. Correlação clínica: As fraturas da escápula são relativamente incomuns. As fraturas do colo cirúrgico do úmero são frequentes e podem lesar nervo axilar do plexo braquial. Uma fratura no eixo médio do úmero pode lesar o nervo radial. Membro Superior Prancha 408 do Atlas Ver também Prancha 179Articulação do Ombro (Articulação Glenoumeral): Vista Anterior Vista anterior 1 2 8 3 7 4 5 6 Membro Superior 6-3Articulação do Ombro (Articulação Glenoumeral): Vista Anterior 1. Cápsula articular acromioclavicular (incorporando ligamento acromioclavicular) 2. Ligamento coracoacromial 3. Tendão do músculo supraespinal (cortado) 4. Tendão do músculo subescapular (cortado) 5. Tendão do músculo bíceps braquial (cabeça longa) 6. Ligamentos capsulares 7. Ligamento transverso superior da escápula e incisura da escápula 8. Ligamento coracoclavicular (ligamento trapezoide; ligamento conoide) Comentário: ombro é uma articulação sinovial multiaxial tipo bola-e-soquete (articulação esferóidea). Os movimentos incluem abdução e adução, flexão e extensão, e rotação (medial e lateral) e circundução. A rasa cavidade glenoidal da escápula permite extenso movimento do ombro, mas também torna esta articulação vulnerável a luxação. Os 4 tendões dos músculos do manguito rotador ajudam a estabilizar a articulação. Também é mostrada a articulação acromioclavicular, uma articulação sinovial plana entre acrômio e a clavícula. Esta articulação permite 0 movimento de deslizamento conforme 0 braço é levantado e a escápula gira. Correlação clínica: Devido à ampla variedade de movimentos do ombro e de sua rasa cavidade glenoidal, esta articulação é a articulação mais deslocada no corpo. Esta articulação glenoumeral geralmente se desloca na direção anterior (luxação subcoracoide) e pode colocar os nervos axilar e musculocutâneo do plexo braquial em risco de lesão. Membro Superior Prancha 410 do AtlasOssos do Cotovelo: Em Extensão Cotovelo direito Úmero 1 2 Úmero 3 4 Rádio Ulna 8 Em extensão: vista anterior 9 7 6 5 Ulna Rádio Em extensão: vista posterior Membro Superior 6-5Ossos do Cotovelo: Em Extensão 1. Capítulo do úmero 2. Cabeça do rádio 3. Tuberosidade do rádio 4. Tuberosidade da ulna 5. Colo do rádio 6. Cabeça do rádio 7. Olécrano 8. Epicôndilo lateral 9. Fossa do olécrano Comentário: Os do cotovelo incluem úmero e 2 do antebraço: 0 rádio e a ulna. A ulna encontra-se mais medialmente no antebraço e é maior dos 2 ponto do cotovelo que pode ser facilmente sentido é 0 olécrano, localizado posteriormente e proximalmente na ulna. Correlação clínica: As luxações da articulação do cotovelo são as em frequência após as luxações do ombro e do dedo e geralmente resultam de queda sobre uma mão estendida. As luxações posteriores são tipo mais frequente. Membro Superior Prancha 424 do AtlasOssos do Antebraço Rádio e ulna direitos em Rádio e ulna direitos em supinação: vista anterior pronação: vista anterior 8 7 1 6 2 3 4 9 5 10 Membro Superior 6-8Ossos do Antebraço 1. Cabeça do rádio 2. Colo do rádio 3. Tuberosidade do rádio 4. Membrana interóssea 5. Processo estiloide da ulna 6. Tuberosidade da ulna 7. Incisura troclear 8. Olécrano 9. Tubérculo dorsal 10. Processo estiloide Comentário: Os do antebraço incluem a ulna, localizada medialmente, osso maior e rádio, localizado lateralmente. Ao longo do comprimento do antebraço, rádio e a ulna estão conectados pela membrana interóssea, que contribui para a articulação radioulnar, uma articulação fibrosa (sindesmose). A membrana interóssea divide antebraço nos compartimentos (musculares) anterior e posterior do antebraço. Distalmente, rádio e a ulna apresentam processos estiloides. Correlação clínica: A fratura de Colles é uma fratura da parte distal do rádio, geralmente ocorre de queda sobre uma mão estendida. Em tal fratura, o fragmento distal do rádio é forçado proximalmente e dorsalmente, resultando em deformidade "em garfo". Membro Superior Prancha 427 do AtlasOssos do Punho e da Mão 1 12 Mão direita: vista anterior 2 11 (palmar) 3 10 9 8 4 5 6 7 Mão direita: vista posterior (dorsal) Membro Superior 6-9Ossos do Punho e da Mão 1. Escafoide e Tubérculo 2. Trapézio e Tubérculo 3. Trapezoide 4. Ossos metacarpais 5. Falanges proximais 6. Falanges médias 7. Falanges distais 8. Capitato 9. Semilunar 10. Hamato e Hâmulo 11. Pisiforme 12. Piramidal Comentário: Os ossos do punho e da mão incluem 8 carpais; OS 5 metacarpais (1 para cada dedo); e para dedos 2 a 5, as falanges proximais, médias e distais. dedo, ou polegar, possui somente uma falange proximal e uma falange distal. escafoide, semilunar e 0 piramidal articulam com a parte distal do rádio para formar a articulação radiocarpal do punho. Correlação clínica: escafoide é OSSO carpal mais frequentemente fraturado. escafoide fica logo abaixo da "tabaqueira anatômica" (região dorsal na base do polegar), por isso a dor e edema estão geralmente sobre esta área. metacarpal é o osso metacarpal mais frequentemente fraturado, e a falange distal do dedo médio é dedo da mão mais frequentemente fraturado. Membro Superior Prancha 444 do AtlasOsso do Quadril: Vista Lateral 9 1 2 8 3 4 7 5 6 Ísquio Púbis Membro Inferior 7-1Osso do Quadril: Vista Lateral 1. Espinha ilíaca posterossuperior 2. Espinha ilíaca posteroinferior 3. Incisura isquiática maior 4. Corpo do ílio 5. Corpo do ísquio 6. Túber isquiático 7. Tubérculo púbico 8. Acetábulo 9. Crista ilíaca Comentário: do quadril consiste de 3 OSSOS: ílio, ísquio e púbis. Antes da puberdade, esses são unidos pela cartilagem, mas eles começam a se fundir até meados da adolescência e estão completamente fundidos na maioridade. Todos OS 3 fundidos contribuem para 0 acetábulo, a cavidade em forma de taça para a articulação da cabeça do fêmur. Os do quadril fundidos articulam-se com fêmur (osso da coxa) e com a coluna vertebral. Especificamente, ílio articula-se com 0 sacro em um plano da articulação sinovial que permite pouco movimento, ao contrário da articulação do ombro, e promove grande estabilidade. Esta estabilidade é importante para que se possa ficar de pé, andar e correr em 2 pernas (bipedalismo). Correlação clínica: As contusões ao longo da crista ilíaca, frequentemente devido a uma lesão atlética ou trauma direto, são geralmente referidas como ponteiro do quadril. Membro Inferior Prancha 474 do Atlas Ver também Pranchas 241, 335, 336Osso do Quadril: Vista Medial 7 1 6 5 2 4 Ílio Ísquio 3 Púbis Membro Inferior 7-2Osso do Quadril: Vista Medial 1. Asa do ílio (fossa ilíaca) 2. Linha pectínea do púbis 3. Ramo do ísquio 4. Incisura isquiática menor 5. Espinha isquiática 6. Face auricular (para 0 sacro) 7. Tuberosidade ilíaca Comentário: do quadril consiste de 3 ílio, ísquio e púbis. Antes da puberdade, esses são unidos pela cartilagem, mas eles começam a se fundir até meados da adolescência e estão completamente fundidos na maioridade. Na região anterior, 2 púbicos articulam-se um com outro na sínfise púbica. Um disco fibrocartilagíneo separa 2 e essa articulação permite algum movimento. Correlação clínica: Os cientistas forenses podem diferenciar os pélvicos femininos dos ossos pélvicos masculinos, por meio de adaptações estruturais observadas na pelve para 0 parto. A pelve feminina é geralmente menor, mais leve e mais fina do que a masculina. Nas mulheres, a entrada da pelve é oval e a saída é maior, a cavidade pélvica é mais ampla e rasa, e arco púbico é maior. forame obturado é geralmente oval ou triangular nas mulheres e arredondado nos homens. Membro Inferior Prancha 474 do Atlas Ver também Pranchas 241, 335, 336Fêmur Vista anterior 1 Vista posterior 12 11 10 9 8 Linha de fixação da margem da membrana sinovial Linha de reflexão da membrana 2 sinovial Linha de fixação da cápsula fibrosa Linha de reflexão da cápsula fibrosa (não fixada) 7 3 6 5 4 Membro Inferior 7-5Fêmur 1. Trocanter maior 2. Diáfise do fêmur 3. Epicôndilo lateral 4. Côndilo lateral 5. Côndilo medial 6. Epicôndilo medial 7. Tubérculo do adutor 8. Linha áspera (Lábio medial; Lábio lateral) 9. Trocanter menor 10. Crista intertrocantérica 11. Colo do fêmur 12. Cabeça do fêmur Comentário: fêmur, ou OSSO da coxa, é maior OSSO do corpo. Quando uma pessoa está de pé, fêmur transmite peso do corpo do quadril para a tíbia. A cabeça do fêmur articula-se com 0 do quadril no acetábulo. O colo do fêmur é um local comum de fratura. trocanter maior é ponto do quadril e um local de fixação para vários dos músculos glúteos (abdutores da coxa no quadril). trocanter menor é um local de fixação para tendão do músculo iliopsoas, um forte flexor da coxa no quadril. Correlação clínica: As fraturas do colo do fêmur são comuns e frequentemente ocorrem em jovens devido a traumas, e em idosos devido à osteoporose e a uma queda associada. As complicações estão relacionadas à falha de consolidação do e à necrose avascular da cabeça do fêmur. Membro Inferior Prancha 477 do AtlasTíbia e Fíbula Vista anterior Vista posterior 1 8 9 2 7 3 6 4 5 10 Membro Inferior 7-6Tíbia e Fíbula 1. Côndilo lateral 2. Ápice da cabeça, Cabeça e Colo da fíbula 3. Fíbula 4. Maléolo lateral 5. Maléolo medial 6. Tíbia 7. Tuberosidade da tíbia 8. Côndilo medial 9. Face articular superior (facetas medial e lateral) 10. Fossa do maléolo lateral Comentário: A tíbia articula-se com OS côndilos do fêmur e é que suporta peso da perna. A fíbula, um menor, encontra-se posterolateral à tíbia. Ela existe em grande parte para a fixação dos músculos. A tuberosidade da tíbia é local de inserção para ligamento da patela (tendão de fixação para músculo quadríceps femoral, na região anterior da coxa que estende a perna na articulação do joelho). A articulação tibiofibular proximal é uma articulação sinovial plana que permite movimento de deslizamento limitado. A articulação tibiofibular distal é uma articulação fibrosa (sindesmose), que quase não permite movimento. Correlação clínica: As fraturas da diáfise da tíbia são as fraturas mais frequentes de um longo. Como a tíbia encontra-se logo abaixo da pele ao longo da margem medial da perna, essas fraturas frequentemente são lesões abertas (pele perfurada). Membro Inferior Prancha 501 do AtlasLigamentos e Tendões do Pé: Vista Inferior (Plantar) 8 1 7 2 3 4 6 5 Membro Inferior 7-13Ligamentos e Tendões do Pé: Vista Inferior (Plantar) 1. Ligamentos metatarsais transversos profundos 2. Ligamentos plantares (lâminas) 3. Ligamentos metatarsais plantares 4. Tendão do músculo fibular longo 5. Ligamento plantar longo 6. Ligamento calcaneonavicular plantar (mola) 7. Ossos sesamoides 8. Articulação interfalângica Comentário: As articulações tarsometatarsais são articulações sinoviais planas. Elas consistem de cápsulas articulares e são reforçadas pelos ligamentos plantar, dorsal e interósseo. Elas permitem OS movimentos de deslizamento. As articulações metatarsofalângicas são articulações sinoviais elipsóideas multiaxiais revestidas por cápsulas articulares e reforçadas pelos ligamentos plantar e colateral. Elas permitem flexão e extensão, alguma abdução e adução, e circundução. Os ligamentos plantares (lâminas) fazem parte da superfície que suporta peso do pé. As articulações interfalângicas são articulações sinoviais uniaxiais tipo gínglimo que também são delimitadas por cápsulas e reforçadas pelos ligamentos plantar e colateral. Elas permitem flexão e extensão. Correlação clínica: trauma direto do pé pode resultar em fratura dos metatarsais e falanges. Elas são geralmente tratadas por meio de imobilização, porque os ligamentos não são frequentemente deslocados devido às fixações do ligamento extensivo que estabiliza essas articulações. Membro Inferior Prancha 516 do Atlas

Mais conteúdos dessa disciplina