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Relatório AULA Prática Instalações Elétricas
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
ENGENHARIA CIVIL
Frank Brunno Nascimento de Oliveira
RELATÓRIO AULA PRÁTICA: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Resende 2026
1
RELATÓRIO AULA PRÁTICA: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Trabalho de Engenharia Civil apresentado à Universidade Anhaguera, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral de aula prática em laboratório virtual na disciplina de Instalações Elétricas.
Resende 2026
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ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 1 
NOME DA DISCIPLINA: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
Unidade: U1_FUNDAMENTOS_DE_INSTALACOES_ELETRICAS 
Aula: A4_PROJETO_LUMINOTECNICO 
	OBJETIVOS 
	Definição dos objetivos da aula prática: 
	Identificar as condições adequadas para a medição de iluminância em ambientes fechados. Compreender o funcionamento e a operação do luxímetro para medições precisas. Analisar os resultados das medições e comparar com os valores normativos para ambientes escolares. Propor sugestões para melhoria dos níveis de iluminação, caso necessário, de acordo com a avaliação dos resultados. 
	SOLUÇÃO DIGITAL: 
Laboratório Virtual Algetec 
	EXATAS > PRÁTICAS ESPECÍFICAS DE ENG. ELÉTRICA> POTÊNCIA: DISJUNTORES - ID 984
O Laboratório Virtual Algetec é uma plataforma de simulação que recria ambientes de laboratório, permitindo ao aluno realizar experimentos de forma remota com alta fidelidade em relação ao ambiente físico. Para esta aula prática, o Algetec será utilizado para simular a medição de iluminância em um ambiente escolar, utilizando um luxímetro virtual. Esse experimento permite ao aluno aplicar os conceitos de luminotécnica e realizar um levantamento de iluminância conforme as normas estabelecidas, como a NBR 5413. 
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SUMÁRIO
INTRODUÇÃO	07
LEVANTAMENTO DE ILUMINÂNCIA	08
MATERIAIS UTILIZADOS	08
REALIZANDO OS ENSAIOS	08
Avaliação dos resultados	09
POTÊNCIA: DISJUNTORES	12
MATERIAIS UTILIZADOS	12
REALIZANDO OS ENSAIOS.	12
Avaliação dos resultados	18
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDÊNCIAIS: CIRCUITO BÁSICO.	20
MATERIAIS UTILIZADOS	20
REALIZANDO OS ENSAIOS.	20
Avaliação dos resultados	22
POTÊNCIA: ATERRAMENTO	38
MATERIAIS UTILIZADOS	38
REALIZANDO OS ENSAIOS.	38
Avaliação dos resultados	46
CONCLUSÃO	48
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1. INTRODUÇÃO
Este relatório apresenta as atividades desenvolvidas durante a aula prática da disciplina de Instalações Elétricas do curso de Engenharia Civil, realizada em ambiente virtual acadêmico (AVA) por meio de uma plataforma de simulação de laboratório. O estudo fundamenta-se no princípio de que as instalações elétricas demandam um planejamento detalhado (Projeto Elétrico), materiais normatizados e execução rigorosa para converter e distribuir a energia de forma segura e eficaz. O foco desta prática laboratorial consistiu na análise experimental e conceitual de quatro pilares fundamentais: o levantamento de iluminância para o conforto lumínico; o dimensionamento de potência e sistemas de proteção por disjuntores; o comportamento de circuitos básicos em instalações elétricas residenciais; e os critérios de potência e segurança associados ao sistema de aterramento. A atividade virtual permitiu simular cenários reais de engenharia, consolidando a importância da aplicação de normas técnicas para mitigar riscos estruturais e garantir a eficiência energética em edificações modernas.
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2. LEVANTAMENTO DE ILUMINÂNCIA
2.1 MATERIAIS UTILIZADOS
- Decibelímetro luxímetro.
2.2 REALIZANDO OS ENSAIOS
Introdução
O levantamento de iluminância constitui um procedimento técnico mandatório na engenharia de segurança do trabalho e na luminotécnica, baseado na medição analítica do fluxo luminoso incidente sobre superfícies de trabalho. A aplicação deste procedimento assegura que as condições de iluminação, sejam naturais ou artificiais, estejam em estrita conformidade com as exigências visuais de cada ambiente. Dessa forma, mitiga-se a fadiga ocular e os riscos de acidentes, promovendo diretamente a saúde ocupacional, o conforto ambiental e a produtividade dos usuários no espaço projetado.
Procedimentos Realizados
O procedimento experimental no ambiente virtual iniciou-se pelo acesso à câmera posicionada na mesa do professor, onde foi realizada a preparação do luxímetro digital por meio da remoção da tampa de proteção da sua fotocélula e ativação do modo de leitura em Lux. Na sequência, foram executadas as coletas de iluminância em pontos estratégicos do laboratório, mapeando a distribuição de luz nas regiões da frente, do meio e do fundo do recinto. No total, foram registradas as medições individuais sobre 12 mesas amostradas. Com os dados coletados, aplicou-se o cálculo da média ponderada dos níveis de iluminância para obter o valor representativo global da iluminação do ambiente, servindo de base para a validação do conforto visual e da conformidade com as normas técnicas luminotécnicas.
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Imagem 1 – Valores Lux.
Conclusão
O levantamento de iluminância configura-se como um procedimento essencial de higiene ocupacional, voltado à garantia de condições lumínicas adequadas para a execução segura, precisa e eficiente de atividades visuais. Utilizando o luxímetro digital como instrumento de medição, a metodologia consiste em mensurar o fluxo luminoso incidente (em lux) diretamente sobre o plano de trabalho. Os dados coletados são submetidos a uma análise comparativa com os parâmetros mínimos e limites estabelecidos pelas normas técnicas vigentes, especificamente a NR-17 (Ergonomia) e a NHO 11 (Norma de Higiene Ocupacional da Fundacentro), assegurando o controle de riscos ergonômicos e a salubridade do ambiente laboral.
2.2.1 Avaliação dos resultados
1. Qual é a unidade de medida padrão utilizada para expressar a iluminância em um levantamento, e como essa unidade influencia as decisões de design de iluminação em diferentes ambientes?
A unidade de medida padrão utilizada pelo Sistema Internacional (SI) para expressar a iluminância é o lux (lx), que quantifica o fluxo luminoso incidente por unidade de área (lúmens por metro quadrado). A mensuração precisa em lux é mandatória para certificar que cada recinto disponha de densidade luminosa compatível com sua finalidade funcional, conforto visual e segurança operacional. No cenário técnico brasileiro, esse controle é balizado pela norma ABNT NBR ISO/CIE 8995-1, que fixa os níveis mínimos de iluminância recomendados de acordo com a tipologia dos ambientes e a complexidade das tarefas visuais executadas. 9
Com isso a unidade lux permite quantificar e comparar a iluminação de diferentes espaços, orientando o designer ou engenheiro na criação de projetos que sejam eficientes, confortáveis e adequados à função do ambiente
2. Quais características específicas do decibelímetro luxímetro são cruciais para um levantamento de iluminância preciso?
Para realizar um levantamento de iluminância preciso, o decibelímetro luxímetro deve apresentar características técnicas específicas que garantem a confiabilidade dos dados, onde as mais importantes são:
· Calibração Certificada: Realizada periodicamente (geralmente a cada 12 meses) por padrões reconhecidos para garantir leituras dentro dos limites aceitáveis de erro.
· Curva de Resposta Espectral (Filtro \(V_{\lambda }\)): Filtro óptico que simula a sensibilidade do olho humano, restringindo a medição apenas à faixa de luz visível.
· Correção de Cosseno: Difusor integrado que compensa a inclinação dos raios luminosos, impedindo subestimação nas leituras de luz não perpendiculares ao sensor.
· Estabilidade Térmica: Mecanismo de compensação para variações de temperatura que poderiam afetar a calibração e a sensibilidade do sensor.
· Faixa de Medição e Resolução: Amplitude e sensibilidade necessárias para registrar com precisão tanto ambientes de baixa iluminância quanto áreas de alta luminosidade.10
	
	
3. Conforme o item 5.3 da NBR 5413/1992, que determina a iluminância em lux e por tipo de atividade, o lux encontrado está acima ou abaixo dos parâmetros? Quais as escalas de valores em que estes deveriam se enquadrar? Como Engenheiro de Segurança do Trabalho, quais são as suas recomendações?
Conforme experiencia no laboratório virtual, foi encontrado a iluminância de 118,16 esse valor encontrado se encontra abaixo dos parâmetros conforme NBR 5413/1992, para o ambiente do laboratório virtual, teria que ser conforme imagem abaixo:
Imagem 2 – Tabela iluminância NBR 5413/1992.
As recomendações seria trocar a iluminação de todo ambiente por uma iluminação mais forte, realizando sempre a medição.
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3 POTÊNCIA: DISJUNTORES
3.1 MATERIAIS UTILIZADOS
- Simulador de prática profissional.
3.2 REALIZANDO OS ENSAIOS
Introdução
Os disjuntores constituem elementos mandatórios de proteção e manobra em sistemas elétricos, operando desde redes residenciais de baixa tensão até subestações de alta potência. A finalidade precípua desses dispositivos fundamenta-se na capacidade de estabelecer, conduzir e, prioritariamente, interromper fluxos de corrente elétrica sob condições normais ou de falha. Dessa forma, atuam como a principal linha de defesa contra sobrecargas e curtos-circuitos, mitigando riscos de sinistros e assegurando a integridade patrimonial e a segurança dos usuários.
Procedimentos Realizados
Para iniciar as atividades, abrimos o simulador de práticas profissionais, e seguimos as instruções conforme ele vai mostrando e vamos realizando as atividades propostas.
Abaixo segue as imagens:
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Imagem 3 – Disjuntor monopolar com curva característica tipo C.
Imagem 4 – Disjuntor monopolar com curva característica tipo B.
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Imagem 5 – Atividade proposta (carga indutiva)
Imagem 6 – Atividade proposta (carga resistiva)
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Imagem 7 – Atividade proposta (motor trifásico – disjuntores tripolares)
Imagem 8 – Atividade proposta (resistência bifásica – disjuntores bifásicos)
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Imagem 9 – Atividade proposta (fase do comando – disjuntor monopolar)
Imagem 10 – Atividade proposta (ligar o motor)
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Imagem 11 – Atividade proposta (disjuntor para uma corrente de 6 ka em 127 V)
Conclusão
Muito além de um dispositivo de manobra, o disjuntor atua como o elemento central de segurança de uma instalação elétrica. O seu correto dimensionamento é vital para a integridade do sistema, sendo imperativo que a sua capacidade de interrupção simétrica seja igual ou superior à corrente de curto-circuito presumida calculada para o ponto de instalação. Essa correspondência técnica assegura que o dispositivo extinga o arco elétrico e interrompa a falha com eficiência, garantindo a proteção dos condutores e prevenindo falhas catastróficas ou incêndios na estrutura..
Em suma, a escolha correta de um disjuntor é vital. É imperativo que sua capacidade de interrupção seja sempre igual ou superior à corrente de curto-circuito calculada para o ponto de instalação, garantindo a proteção eficiente do sistema e prevenindo acidentes catastróficos
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3.2.1 Avaliação dos resultados
1. Quais são os tipos mais comuns de disjuntores utilizados em instalações residenciais?
Disjuntores Unipolares: Projetados para circuitos monofásicos, atuando na proteção e manobra de um único condutor fase.
Disjuntores Bipolares: Utilizados em circuitos bifásicos (fase-fase), realizando a proteção simultânea de dois condutores fase.
Disjuntores Tripolares: Indicados para circuitos trifásicos (fase-fase-fase), garantindo a interrupção e proteção coordenada de três condutores fase.
2. Como escolher a corrente nominal adequada para um disjuntor?
O dimensionamento e a escolha de disjuntores de alta capacidade devem considerar uma análise multifatorial para garantir a segurança e a viabilidade do sistema:
· Correntes de Partida e Transitórias: A corrente nominal deve ser selecionada com uma margem acima da corrente de partida de motores ou cargas pesadas (por exemplo, adotando 250A para uma demanda inicial em torno de 200A), evitando desarmes indesejados.
· Continuidade e Flutuação da Carga: Em circuitos com regimes de carga altamente dinâmicos e severas oscilações de corrente, recomenda-se superdimensionar a capacidade nominal (elevando para 300A, por exemplo) para suportar os picos sem comprometer a vida útil do dispositivo.
· Capacidade de Interrupção de Curto-Circuito : É mandatório certificar que a capacidade de ruptura do disjuntor seja superior à corrente de curto-circuito presumida no ponto de instalação.
· Conformidade Normativa: A escolha deve referenciar estritamente as diretrizes das normas nacionais vigentes (como a ABNT NBR IEC 60947-2 para disjuntores de caixa moldada/industriais).
· Fatores Ambientais e Econômicos: Devem ser avaliadas as condições de contorno do ambiente (temperatura, umidade e poeira) para determinar o grau de proteção do invólucro, ponderando o custo-benefício entre as diferentes capacidades de mercado.
Selecionar corretamente a corrente nominal do disjuntor é crucial para a operação segura do circuito. Ao selecionar a corrente nominal do disjuntor, é necessário determinar a corrente de carga, considerar a corrente de partida e a corrente transitória, considerar a continuidade da corrente e consultar os padrões e recomendações nacionais. Além disso, a corrente de curto-circuito, as condições ambientais e os fatores econômicos precisam ser considerados. Ao considerar esses fatores de forma abrangente, a corrente nominal apropriada do disjuntor pode ser selecionada para garantir a segurança e a confiabilidade do circuito.
3. Qual a diferença entre disjuntores unipolares, bipolares e tripolares?
O emprego de disjuntores específicos está diretamente associado à tensão do circuito e à potência das cargas instaladas:
· Disjuntores Unipolares: Protegem uma única fase em circuitos monofásicos (tipicamente 127V). São amplamente utilizados em circuitos de iluminação, tomadas de uso geral (TUGs) de dormitórios e eletrodomésticos de menor potência, como ventiladores de teto.
· 
· Disjuntores Bipolares: Atuam na proteção simultânea de duas fases em circuitos bifásicos (tipicamente 220V entre fases). São indicados para cargas de alta potência que demandam maior tensão para reduzir a corrente nominal, tais como chuveiros elétricos, aparelhos de ar-condicionado e maquinários específicos.
· 
· Disjuntores Tripolares: Realizam a proteção coordenada de três fases em sistemas trifásicos. Sua aplicação é mandatória em ambientes industriais, comerciais e centrais prediais para alimentar cargas de grande porte, como motores de indução trifásicos, compressores e painéis de distribuição principais.
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4 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDÊNCIAIS: CIRCUITOS BÁSICOS
4.1 MATERIAIS UTILIZADOS
· Bancada didática de instalações elétricas residenciais;
· Lâmpadas LED;
· Lâmpadas incandescentes;
· Multímetro;
4.2 REALIZANDO OS ENSAIOS
Introdução
Na eletricidade residencial, um circuito é um caminho fechado que permite a circulação da corrente elétrica e é definido como um conjunto de pontos de consumo (lâmpadas e/ou tomadas) alimentados pelos mesmos condutores e protegidos por um único dispositivo de proteção (disjuntor).
Procedimentos Realizados
- Leis de Kirchoff
O procedimento prático consistiu na montagem e análise de dois cenários de circuitos de iluminação comandados por interruptor simples, utilizando as Leis de Kirchhoff como diretriz de projeto:
· Circuito de Comando Individual: Com base no primeiro esquemático, realizou-se o cabeamento para alimentar uma lâmpada incandescente conectada ao soquete L1. O circuito foi energizado por meio de um disjuntor bipolar, permitindo o controle de acionamento via interruptor simples. Com a lâmpada em operação, foram coletadas as grandezas elétricas com o auxílio de um multímetro, procedendo-se posteriormente com a desenergização e desmontagem.
· Circuito de Duas Lâmpadas em Série:Seguindo o segundo esquemático estruturado pelas Leis de Kirchhoff, realizou-se a conexão em série de duas lâmpadas incandescentes nos soquetes L1 e L2. Após o acionamento do disjuntor bipolar de proteção, utilizou-se o interruptor simples para comandar o conjunto. As medições de tensão e corrente foram registradas com o multímetro para avaliar o comportamento da queda de potencial no circuito em série, finalizando o experimento com a remoção segura dos componentes.
Para montar o circuito de comando para duas lâmpadas em paralelo utilizamos o terceiro esquemático de Leis de Kirchhoff para orientar a conexão dos cabos do circuito. Conectamos as lâmpadas incandescentes nos soquetes L1 e L2. Acionamos o disjuntor bipolar utilizado no circuito e utilizamos o interruptor simples para ligar e desligar a lâmpada. Com a lâmpada ligada fazemos as medições com o multímetro. Removemos os cabos e a lâmpada e encerramos esse experimento.
· Interruptor Paralelo e Intermediário
Para montar o circuito com o interruptor paralelo utilizamos o primeiro esquemático de interruptor paralelo e intermediário para orientar a conexão dos cabos do circuito. Conectamos uma lâmpada LED no soquete L1. Acionamos o disjuntor bipolar utilizado no circuito, utilizamos os interruptores paralelos S2 e S4 para ligar e desligar a lâmpada. Removemos os cabos e lâmpadas e respondemos as questões conforme observado.
Para montar o circuito com interruptor intermediário utilizamos o segundo esquemático de interruptor paralelo e intermediário para orientar a conexão dos cabos do circuito. Conectamos uma lâmpada LED no soquete L1. Acionamos o disjuntor bipolar utilizado no circuito, utilizamos os interruptores paralelos S2, S3 e S4 para ligar e desligar a lâmpada. Removemos os cabos e lâmpadas e respondemos as questões conforme observado.
· Dispositivo Diferencial Residual
O procedimento experimental consistiu na montagem e teste operacional de um circuito de proteção contra choques elétricos e correntes de fuga, utilizando o Dispositivo Diferencial Residual (DR). Orientando-se pelo esquemático elétrico correspondente, realizou-se a conexão dos cabos utilizando os bornes localizados no lado superior direito da bancada didática, os quais possuem a proteção integrada do equipamento. Após a energização do DR, validou-se o funcionamento do circuito acionando uma lâmpada por meio de um interruptor simples. Com a lâmpada em operação, efetuou-se o teste dinâmico do dispositivo ao pressionar o seu botão de teste frontal, simulando uma corrente de fuga para verificar o desarme instantâneo e a eficácia da proteção. O ensaio foi concluído com a desenergização do sistema, remoção segura dos componentes e cabos estruturais.
Para montar o circuito com atuação do disposto DR seguimos o segundo esquemático de dispositivo diferencial residual para orientar a conexão dos cabos do circuito, ligamos o dispositivo DR e utilizamos o interruptor simples para ligar a
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lâmpada L2. Com a lâmpada L2 ligada acionamos o interruptor S2 e verificamos o que aconteceu. Removemos os cabos e lâmpadas e encerramos o experimento.
· Dimmer Rotativo
· 
· O procedimento experimental consistiu na montagem e análise comparativa do comportamento de diferentes tecnologias de lâmpadas sob o controle de um dimmer rotativo. Orientando-se pelo esquemático elétrico correspondente, realizou-se o cabeamento do circuito, conectando inicialmente uma lâmpada LED ao soquete L1. Após a energização por meio do disjuntor bipolar, variou-se gradualmente a posição do potenciômetro do dimmer para observar a resposta física e a estabilidade do fluxo luminoso da lâmpada LED. Na sequência, para fins de análise comparativa de carga, substituiu-se o LED por uma lâmpada incandescente, repetindo-se o processo de variação para verificar a linearidade da dimerização e o comportamento térmico/luminoso do filamento. O ensaio foi finalizado após o registro das observações, seguido pela desenergização do sistema e remoção segura de todos os componentes e condutores.
· 
Conclusão
O circuito básico configura-se como o elemento estrutural e conceitual central no planejamento de qualquer instalação elétrica residencial. Ele define o caminho condutor fechado necessário para que a corrente elétrica flua ordenadamente a partir do Quadro de Distribuição de Circuitos (QDC) até os pontos de utilização finais, sejam eles de iluminação ou tomadas de uso geral e específico (TUGs/TUEs). Esse fluxo é condicionado, manobrado e protegido individualmente por um dispositivo de proteção contra sobrecorrentes (disjuntor exclusivo), garantindo a independência operacional dos setores, a segurança patrimonial e a facilidade de manutenção do sistema.
4.2.1 Avaliação dos resultados
Circuito de Comando Para Uma Lâmpada.
1. Qual é o valor da tensão em L1 exibida pelo multímetro?
220.3
22
Imagem 12 - valor da tensão em L1 exibida pelo multímetro para 1 lâmpada.
2. Qual é o valor da corrente em L1 exibida pelo multímetro?
0.46
Imagem 13 - Valor da corrente em L1 exibida pelo multímetro para 1 lâmpada.
3. Utilizando os seus conhecimentos de circuitos, encontre a resistência equivalente desta lâmpada incandescente com os dados obtidos anteriormente.
Tensão (V) – 220,3 V
23
Corrente (I) – 0,46 A Resistência – R = V / I
R = 220,3 / 0,46 R = 478,91 Ohms
A resistência da lâmpada incandescente é de aproximadamente 478,91 Ohms.
CIRCUITO DE COMANDO PARA DUAS LÂMPADAS EM SÉRIE
1. Comparando este circuito com o circuito de comando para uma lâmpada, existe alguma diferença na luminosidade das lâmpadas em L1? Qual?
Sim houve diferença, nesse circuito a lâmpada ficou mais fraca, enquanto no circuito de comando para uma lâmpada ficou mais forte a luminosidade.
2. Quais são os valores das tensões em L1 e L2 que são exibidas pelo multímetro? Qual é o valor da tensão total do circuito?
L1 - 110
24
Imagem 14 - Valor da tensão em L1 exibida pelo multímetro para duas lâmpadas em série.
L2 – 110.1
Imagem 15 - Valor da tensão em L2 exibida pelo multímetro para duas lâmpadas em série.
25
TOTAL – 220.1
Imagem 16 - Valor da tensão total exibida pelo multímetro para duas lâmpadas em série.
3. Quais são os valores das correntes em L1 e L2 que são exibidas pelo multímetro? Qual é o valor da corrente total do circuito?
L1 – 0.23
Imagem 17 - Valor da corrente em L1 exibida pelo multímetro para duas lâmpadas em série.
26
L2 – 0.23
Imagem 18 – Valor da corrente em L2 exibida pelo multímetro para duas lâmpadas em série.
TOTAL – 0.23
Imagem 19 - Valor da corrente total exibida pelo multímetro para duas lâmpadas em série
27
4. Quais as relações que podem ser observadas entre as tensões e correntes medidas neste circuito?
A partir das leituras obtidas com o multímetro, confirmou-se analiticamente o comportamento de um circuito de iluminação em série, validando as propriedades fundamentais da eletrodinâmica. A medição das quedas de potencial elétrico nas lâmpadas ratificou a Lei de Kirchhoff das Tensões (LKT), demonstrando que a tensão total fornecida pela fonte equivale à soma algébrica das tensões individuais medidas em cada soquete. Complementarmente, a medição da intensidade da corrente elétrica corroborou o princípio de conservação de cargas para circuitos associados em série, mantendo-se perfeitamente constante ao longo de todos os elementos e condutores da malha.
5. 
CIRCUITO DE COMANDO PARA DUAS LÂMPADAS EM PARALELO
1. Comparando este circuito com o circuito de comando para uma lâmpada, existe alguma diferença na luminosidade das lâmpadas em L1? Qual?
Sim, a luminosidade nesse está mais forte.
2. Quais são os valores das tensões em L1 e L2 que são exibidas pelo multímetro? Qual é o valor da tensão total do circuito?
L1 – 220.3
Imagem 20 - Valor da tensão em L1 exibida pelo multímetro para duas lâmpadas em paralelo.
28
L2 - 220.2
Imagem 21 - Valor da tensão em L2 exibida pelo multímetro para duas lâmpadas em paralelo.
TOTAL – 220.2
Imagem 22 - Valor da tensão total exibida pelo multímetropara duas lâmpadas em paralelo.
29
3. Quais são os valores das correntes em L1 e L2 que são exibidas pelo multímetro? Qual é o valor da corrente total do circuito?
L1 – 0.47
Imagem 23 - Valor da corrente em L1 exibida pelo multímetro para duas lâmpadas em paralelo.
L2 – 0.46
Imagem 24 - Valor da corrente em L2 exibida pelo multímetro para duas lâmpadas em paralelo.
30
TOTAL – 0.92
Imagem 25 - Valor da corrente total exibida pelo multímetro para duas lâmpadas em paralelo.
4. Quais as relações que podem ser observadas entre as tensões e correntes medidas neste circuito?
A medição confirma que a tensão é praticamente constante em todos os ramos do circuito, as pequenas diferenças observadas são típicas de variações de medição ou pequenas perdas no sistema.
A medição confirma a Lei de Kirchhoff das Correntes: a corrente total é a soma das correntes individuais em cada componente. A pequena diferença entre é esperada em medições reais (margem de erro).
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INTERRUPTOR PARALELO E INTERMEDIÁRIO
CIRCUITO COM INTERRUPTOR PARALELO
1. Qual o comportamento da lâmpada neste circuito ao realizar mudanças no estado dos interruptores paralelos S2 e S4?
S2 ligado S4 desligado acende a lâmpada S4 ligado S2 desligado acende a lâmpada
Imagem 26 – Exemplo da lâmpada acessa no circuito com interruptor paralelo.
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2. Cite uma aplicação deste tipo de circuito que é utilizada em instalações elétricas residenciais?
Ao colocar 2 interruptores para a mesma lâmpada, exemplo no quarto coloca um interruptor na entrada e um perto da cama, os dois acende e apara a mesma lâmpada.
CIRCUITO COM INTERRUPTOR INTERMEDIÁRIO
1. Qual o comportamento da lâmpada neste circuito ao realizar mudanças no estado dos interruptores paralelos S2, S3 e S4?
S2 ligado e S3 e s4 desligado acende a lâmpada S3 ligado e S2 e s4 desligado acende a lâmpada S4 ligado e S2 e S3 desligado acende a lâmpada S2 e S3 ligado não acende a lâmpada
S2 e s4 ligado não acende a lâmpada
Imagem 27 – Exemplo da lâmpada acessa no circuito com interruptor intermediário
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2. Caso fosse necessário adicionar um quarto interruptor no circuito, mantendo o princípio de funcionamento do circuito proposto, qual seria o tipo de interruptor? Justifique.
Para adicionar um quarto interruptor em um circuito que já possui interruptores intermediários, deve utilizar um interruptor intermediário.
Os interruptores intermediários funcionam em conjunto com os interruptores paralelos, permitindo que a mesma lâmpada seja ligada e desligada de diferentes locais.
DISPOSITIVO DIFERENCIAL RESIDUAL
CIRCUITO UTILIZANDO DISPOSITIVO DR
Imagem 28 – Circuito utilizando dispositivo DR.
34
1. Quando o dispositivo diferencial residual atua, o que ocorre com o circuito? Cite um circuito em instalações elétricas residenciais no qual o dispositivo DR é indicado.
Interrompe imediatamente a alimentação de energia elétrica, desligando todo o circuito.
É indicado para as instalações do banheiro, como tomadas e chuveiro.
CIRCUITO COM ATUAÇÃO DO DISPOSITIVO DR
Imagem 29 – Circuito com atuação do dispositivo DR.
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1. O que ocorreu ao acionar o interruptor S2? Este era o comportamento esperado para este tipo de circuito?
O dispositivo DR atua, interrompendo a alimentação do circuito. Sim pois o equipamento detectou uma fuga de corrente.
DIMMER ROTATIVO CIRCUITO COM DIMMER ROTATIVO
1. Qual o comportamento da lâmpada LED quando o dimmer é utilizado? O fluxo luminoso está variando de acordo com a variação do dimmer?
Como a lâmpada não é a apropriada apresentou falhas onde piscou e ficou no brilho máximo.
Imagem 30 – Circuito com dimmer rotativo com lâmpada LED.
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2. Qual o comportamento da lâmpada incandescente quando o dimmer é utilizado? O fluxo luminoso está variando de acordo com a variação do dimmer?
Funcionou conforme o esperado e o fluxo luminoso ficou variando diretamente e de forma proporcional conforme variação do dimmer
Imagem 31 – Circuito com dimmer rotativo com lâmpada incandescente.
37
5 POTÊNCIA: ATERRAMENTO
5.1 MATERIAIS UTILIZADOS
- Simulador de prática profissional
5.2 REALIZANDO OS ENSAIOS
Introdução
O aterramento elétrico constitui um dos pilares mandatórios de segurança e compatibilidade eletromagnética em qualquer tipologia de instalação predial ou industrial. Sua função precípua não está associada ao suprimento direto de potência ativa consumida pelas cargas, mas sim à viabilização de uma infraestrutura de proteção que salvaguarda o sistema durante a operação sob essa potência. O subsistema atua estabelecendo um caminho de baixa impedância elétrica em direção à massa condutora da Terra (solo), oferecendo um ponto estável de referência para o potencial zero do circuito. Dessa forma, assegura o escoamento seguro de correntes de falha, descargas atmosféricas e sobretensões transientes, mitigando riscos de choques elétricos por contatos diretos ou indiretos.
Procedimentos Realizados
Para iniciar as atividades, abrimos o simulador de práticas profissionais, e seguimos as instruções conforme ele vai mostrando e vamos realizando as atividades propostas.
Abaixo segue as imagens:
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Imagem 32 – Testando o conhecimento dos ricos da atividade com chuva.
Imagem 33 – Equipando com os EPIs necessário.
39
Imagem 34 – Testando conhecimento das atividades com circulação de pessoas.
Imagem 35 – Posicionamento da haste de medição no ponto “D”.
40
Imagem 36 – Posicionamento da haste de medição no ponto “S”.
Imagem 37 – Medição da tensão do solo.
41
Imagem 38 – Resistência no terra no ponto “S”.
Imagem 39 – Posicionamento da haste de medição no ponto “S1”.
42
Imagem 40 – Resistência no terra no ponto “S1”.
Imagem 41 – Posicionamento da haste de medição no ponto “S2”.
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Imagem 42 – Resistência no terra no ponto “S2”.
Imagem 43 – Dúvida sobre a medição do aterramento ser a do ponto “S”.
44
Imagem 44 – Confirmação da medição do aterramento no ponto “S”.
Conclusão
O aterramento elétrico consolida-se como a medida de proteção coletiva mais vital em uma infraestrutura predial, operando como o alicerce de potencial zero de referência para todo o sistema. Sua finalidade técnica não consiste no suprimento de potência ativa às cargas, mas sim na garantia de condições seguras durante a sua utilização, estruturando-se em três eixos principais: a proteção pessoal contra choques elétricos por contatos indiretos, a preservação da integridade de equipamentos eletroeletrônicos e a estabilidade operativa dos circuitos. Em suma, o subsistema de aterramento configura-se como um requisito regulamentar indispensável e mandatório pela norma ABNT NBR 5410, assegurando que toda a potência disponível seja distribuída e consumida de maneira segura, confiável e contínua.
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5.2.1 Avaliação dos resultados
1. Qual importância do aterramento em uma instalação elétrica?
O aterramento desempenha um papel crucial nas instalações elétricas devido à sua natureza multifuncional, atuando diretamente na proteção contra choques elétricos por contatos indiretos, na atenuação de sobretensões transientes e no escoamento seguro de descargas atmosféricas (raios). Ao estabelecer um referencial de potencial zero estável, o sistema preserva a integridade operativa e a estabilidade de equipamentos eletroeletrônicos sensíveis. Dessa forma, o subsistema de aterramento funciona como uma verdadeira válvula de escape e segurança do sistema elétrico, mitigando riscos de sinistros e assegurando a continuidade e a confiabilidade da distribuição de energia.
2. Como é feita a instalação de um sistema de aterramento?
A execução de um sistema de aterramento elétrico deve ser realizada exclusivamente por profissionais qualificados, sob o cumprimento rigoroso da norma ABNT NBR 5410. Embora a configuração física possa variar de acordo com a tipologia adotada — como o uso de hastes verticais alinhadas, arranjos em anel fechado ou o aproveitamento dasarmaduras metálicas estruturais das fundações (aterramento estrutural) —, o procedimento básico e sequencial estruturar-se-á nas seguintes etapas obrigatórias:
· Projeto e Sondagem Geoelétrica: Mapeamento e medição da resistividade do solo para dimensionar o arranjo dos eletrodos.
· 
· Instalação do Eletrodo de Aterramento: Cravamento das hastes ou posicionamento dos cabos de cobre nu no solo.
· 
· Passagem do Condutor de Proteção (PE): Distribuição e encaminhamento do condutor (fio terra) por meio de eletrodutos até os quadros de distribuição e tomadas.
· 
· Equipotencialização: Interconexão de todas as massas metálicas e sistemas de proteção ao barramento de aterramento principal (BEP), eliminando diferenças de potencial perigosas
· .
3. Quais os sinais de que o sistema de aterramento pode estar com problemas?
Principais sinais são:
· Choques elétricos e vibrações;
· Falhas no sistema de proteção;
· Danos e mau funcionamento de equipamentos;
· Sinais físicos e problemas de instalações.
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O único método definitivo para confirmar um problema no aterramento é a medição da resistência de terra por um profissional qualificado, utilizando o equipamento Terrômetro.
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6 CONCLUSÃO
Os estudos e análises desenvolvidos ao longo desta disciplina proporcionaram uma compreensão aprofundada dos conceitos fundamentais que transformam a distribuição de energia elétrica em um sistema seguro, resiliente e eficiente. Evidenciou-se que a excelência e a qualidade de um projeto de instalações elétricas são determinadas pela integração harmônica de três pilares centrais:
· Segurança Integral (Aterramento e Proteção): Implementação de subsistemas de aterramento robustos e dimensionamento coordenado de disjuntores e dispositivos DR, atuando na preservação da vida e do patrimônio.
· Circuitos elétricos: Corrente Contínua e Corrente Alternada
· 
· 
· Grupo GEN
· 
· Funcionalidade e Conformidade (Circuitos e Potência): Estruturação sistemática de circuitos básicos residenciais e de alta potência elétrica em estrita conformidade com os critérios regulamentares da ABNT NBR 5410.
· Conforto e Eficiência (Iluminância): Planejamento luminotécnico baseado em levantamentos de iluminância analíticos (luximetria) regulados pela NBR ISO/CIE 8995-1 e parâmetros de higiene ocupacional (NR-17 / NHO 11), assegurando conforto visual e otimização energética.
REFERÊNCIAS
Circuitos elétricos: Corrente Contínua e Corrente Alternada
Grupo GEN
Aplicações de Aterramento e Proteção de Sistemas Elétricos
 Viscaro Silverio Filho (Autor)
SPDA – Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas - Teoria, Prática e Legislação
  André Nunes de Souza (Autor), José Eduardo Rodrigues (Autor), Reinaldo Borelli (Autor), 
Proteção de Sistemas Elétricos de Potência
 João Mamede Filho (Autor), Daniel Ribeiro Mamede (Autor)
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