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RELATÓRIO DE PRÁTICA I 
ROSILÈA DE OLIVEIRA 
47604248 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 01 
DATA: 
 
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Avaliação Nutricional Aplicada 
 
DADOS DO (A) ALUNO(A): 
 
NOME: ROSILÉA DE OLIVEIRA MATRÍCULA: 47604248 
CURSO: NUTRIÇÃO POLO: UNIFAEL 
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): DOUGLAS FERNANDES 
 
TEMA DE AULA: AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE ADULTOS E IDOSOS 
 
 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Estabelecer o procedimento para avaliação antropométrica de adultos e idosos. 
a) Utilização de balança e estadiometro para adultos e idosos; 
 
Balança: deve ser calibrada antes do uso para garantir a precisão das medidas. O 
Individuo deve estar com roupas leves, em sem calçados. Pesos em bolsas ou objetos 
pessoais que possam interferir na medição do peso corporal. 
Estadiômetro: Utilizado para medir a altura com precisão. O indivíduo deve estar 
descalço, em posição ereta, com os calcanhares, nádegas, ombros e cabeça tocando 
o aparelho, olhando para frente com o queixo paralelo ao chão. 
 
b) Procedimentos para pesar e medir adultos e idosos; 
 
Para pesar, orienta-se que a pessoa fique parada no centro da balança com os pés 
completamente apoiados, olhando para frente. 
Para medir a altura com estadiômetro, é importante que o paciente esteja ereto, sem 
sapatos, com os calcanhares juntos e a cabeça compatível corretamente conforme o 
plano de Frankfurt (linha imaginária que passa pela base do nariz e orelha). 
 
c) Peso e altura estimada em adultos e idosos; 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 01 
DATA: 
 
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O peso e altura podem der obtidos diretamente por medição ou estimada quando a 
medição direta não é possível. A estimativa da altura em idosos pode ser feita por 
meio da medida da altura do joelho ou da envergadura dos braços, já que a estatura 
pode diminuir com a idade devido a perda de massa óssea e especificidade da coluna 
vertebral. Esses métodos são usados para substituir a medida direta com o 
estadiômetro quando o paciente não consegue manter-se de pé. 
Para o peso, nos casos em que o uso da balança é invariável, podem ser usadas 
fórmulas que estimam o peso corporal com base em medidas antropométricas, 
embora a medição direta seja sempre preferida. 
Estimativa de Peso em adultos e idosos 
Quando pesar diretamente não é possível, o peso pode ser estimado a partir de 
medidas corporais, como certas do braço: 
Peso estimado (kg) = (circunferência do braço em cm)2 / (4,54x comprimento do 
braço). Essas fórmulas são usadas para obter uma aproximação do peso corporal 
com base em medidas fáceis de obter. 
Estimativa de Altura em idosos 
Devido à redução da estatura com a idade, várias fórmulas utilizam medidas 
alternativas como: 
Altura do joelho: 
Altura estimada (cm) = 64,19-(0,04 x idade)+ (2,02 x comprimento do joelho em cm). 
Envergadura dos braços: 
Em adultos e idosos, a envergadura (distância entre as pontas dos dedos com os 
braços abertos) pode substituir a altura, assumindo que geralmente é igual ou um 
pouco maior que a estatura. 
 
d) Circunferências utilizadas em adultos e idosos; 
 
Circunferência da Cintura (CC): 
Indicador de gordura abdominal tem relação com risco cardiovascular e metabólico. A 
medida é feita no ponto médio entre a borda inferior da última costela e a crista ilíaca. 
Em adultos, os riscos aumentam para CC>80 cm em mulheres e >90 cm em homens, 
valores que também são aplicados para idosos. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 01 
DATA: 
 
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Circunferência do Braço (CB): 
Usada como indicador de reservas calóricas e proteicas mede-se o braço esquerdo 
no ponto médio entre acrômio e olecrano, com o braço relaxado. 
Valores baixos indicam risco nutricional. 
Circunferência da Panturrilha (CP): 
Sensível para medir a massa muscular em idosos. Indicado especialmente para 
pacientes acamados, pois reflete a massa magra. 
Circunferência do Quadril (CQ): 
Utilizado em cálculos como a relação cintura–quadril, que avalia a distribuição da 
gordura corporal. 
Circunferência da Coxa (CCX): 
Também utilizada para avaliar massa muscular e composição corporal. 
 
e) Dobras cutâneas utilizadas em adultos e idosos; 
Dobra Cutânea Tricipital (DCT): Medida na porção posterior do braço, entre o acrômio 
e o olecrano, é indicador de gordura subcutânea e reserva energética. 
Dobra Cutânea Subescapular (DCSE): Medida abaixo da escápula indica gordura 
corporal central. 
Dobra Cutânea Bicipital (DCB): Localizada na parte frontal do braço, pouco utilizada 
isoladamente, mas auxilia na estimativa da composição corporal. 
Dobra Cutânea Suprailíaca (DCSI): Aferida logo acima da crista ilíaca fornece 
informações sobre gordura na região abdominal. 
Dobra Cutânea Abdominal (DCABD): Indicativa da gordura central tem relação com 
riscos metabólicos. 
Dobra Cutânea na Coxa (DCCX): Avalia gordura localizada em membros inferiores. 
 
f) Exame Físico. 
Pele: Verifique a presença de alterações como palidez, segurança, descamação, 
manchas e integridade geral, que podem indicar deficiência vitamínica ou problemas 
circulatórios. 
Cabelo: Avaliação da textura, queda, brilho e distribuição, alterações podem sugerir 
desnutrição proteica ou deficiências de vitaminas e minerais. 
 
 
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RELATÓRIO 01 
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Unhas: Observa a cor, forma, presença de fragilidade ou manchas, associadas a 
deficiências nutricionais como anemia. 
Mucosas: são avaliadas para detectar palidez (sinal de anemia) ou outras alterações 
que indiquem déficits nutricionais. 
Sinal de cacifo: verificação de sulcos ou depressões abaixo das costelas que podem 
indicar perda muscular ou de gordura. 
Edema e Ascite: Presença de inchaço pode estar relacionada a desequilíbrios 
nutricionais, problemas renais ou cardíacos. 
 
TEMA DE AULA: AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE GESTANTE E CRIANÇA 
 
 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Estabelecer o procedimento para avaliação antropométrica de gestantes e crianças. 
 
a) Utilização de balança e estadiometro para gestantes; 
 
A balança é utilizada para medir o peso atual da gestante. É importante que a gestante 
se preocupe com roupas leves e descalças para evitar variações no peso medido. Em 
casos de edema, que podem mascarar o peso real, deve-se considerar subtrair o peso 
do edema para obter o peso seco da gestante. O peso é fundamental para calcular o 
ganho ponderal gestacional, que deve ser acompanhado em todas as consultas pré-
natais. 
O estadiômetro é usado para medir a altura da gestante no inicio da gestação, 
preferencialmente sem calçados e com a postura correta, encostada no aparelho, 
olhando para frente. A altura é um dado fundamental para a determinação do índice de 
massa corporal IMC pré-gestacional. 
 
b) Avaliação nutricional em gestantes (DUM, DPP, IMC pre-gestacional, IMC atual). 
 
 Protocolo especifico para avaliação antropométrica em gestantes. 
Utilização de balança e estadiômetro protetores para gestantes; 
Coleta de dados para avaliação nutricional considerado; 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 01 
DATA: 
 
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Dados da ultima mestruação (DUM); 
Dados prováveis do parto (DPP); 
Cálculo do IMC pré-gestacional e atual; 
Uso de referencias especifica para gestantes, como a Curva de Atalah e as 
recomendações do instituto of Medicine (IOM) para ganho de peso durante a 
gestação; 
Os procedimentos para pesar e medir devem ser adaptados ás condições da 
gestante; 
Para crianças, utilização de balança pediátrica, estadiômetro e fita métrica para 
medidas antropométricas; 
Medição do perímetro cefálico em crianças; 
Aplicação de índices antropométricospara avaliação do estado nutricional de 
lactentes e crianças, como IMC para idade (IMC/I), peso para idade (P/I), peso para 
estatura (P/E) e estatura para idade (E/I). 
 
c) Avaliação nutricional em gestantes (Curva de Atalah e IOM) 
 
A avaliação nutricional em gestantes é realizada com o objetivo de monitorar o 
estado nutricional durante a gestação, prevenindo complicações para a mãe e o 
bebê. Os métodos mais utilizados são a Curva de Atalah e as recomendações do 
Institute of medicine (IOM). 
Curva de Atalah: Desenvolvida em 1997, é uma ferramenta prática que correlaciona 
o índice de massa Corporal (IMC) da gestante com a idade gestacional. Ela 
classifica o estado nutricional da gestante nas categorias de baixo peso, peso 
adequado, sobrepeso e obesidade, com base no IMC atual e na semana de 
gestação. A principal vantagem dessa curva é sua facilidade de uso em consultas 
pré-natais, permitindo o acompanhamento continuo do ganho ponderal da gestante 
e a indicação de desvios que podem indicar riscos nutricionais. No entanto, 
apresenta limitações metodológicas, pois utiliza pontos de corte que não refletem 
totalmente as recomendações da Organização mundial da saúde (OMS). 
Recomendações do Instituto de Medicina (IOM): Já as recomendações do IOM, 
atualizadas em 2009, estabelecem orientações especificas para o ganho de peso 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 01 
DATA: 
 
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gestacional ideal, considerando o IMC pré-gestacional da mulher. O IOM classifica o 
ganho ponderal esperado em faixa adequada dependendo se a gestante inicia a 
gravidez abaixo do peso, com peso normal, sobrepeso ou obesidade. Essas 
diretrizes são amplamente adotadas internacionalmente para evitar tanto o baixo 
peso quanto o ganho excessivo que estão associados a efeitos adversos maternos e 
perinatais. 
 
d) Utilização de balança pediátrica, estadiometro e fita; 
 
Balança Pediátrica 
A balança pediátrica é adequada para pesar recém- nascidos e crianças até 
aproximadamente 15 kg. Para gestantes, especialmente no cuidado com bebês ou 
crianças que as acompanham, ela não é utilizada diretamente para pesar o adulto, 
mas é essencial no acompanhamento do crescimento infantil. Para pesar a criança 
deve estar com o mínimo de roupa possível ou apenas fralda, posicionada de forma 
calma e segura para evitar movimentos que possam comprometer a leitura exata do 
peso. 
Estadiômetro Pediátrico 
O estadiômetro pediátrico mede a estatura da criança e gestantes. Para crianças 
pequenas (até 2 anos), utilizam frequentemente o comprimento deitado, pois ainda 
não conseguem ficar de pé. 
Para crianças maiores e gestantes, a medida é feita em pé, descalço, com postura 
ereta, calcanhares juntos e cabeça alinhada. O estadiômetro para gestantes serve 
para obter dados como a altura para cálculo do IMC pré-gestacional. 
Fita Métrica Inextensível 
A fita métrica é usada para medir perímetros corporais importantes, como certas do 
braço, da cintura e da cabeça em crianças. Na avaliação da gestante, serve para medir 
a anemia abdominal em alguns casos ou outros parâmetros para monitoramento do 
crescimento fetal ou mudanças do corpo durante a gravidez. 
 
e) Procedimentos para pesar e medir crianças; 
 
 
 
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RELATÓRIO 01 
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Procedimentos para Pesar: 
Use uma balança pediátrica calibrada, reforçada em superfície plana e estável. 
Antes de pesar, retire roupas e fraldas para evitar variações no peso. 
Posicione a criança no centro da balança, deitada ou sentada, conforme a idade e 
capacidade da criança. 
Mantenha a criança calma e, se necessário, peça ajuda do responsável para segura-
la. 
Leia o peso quando a agulha estiver estabilizada ou o valor digital estivar fixo. 
Registre o peso imediatamente. 
Após o procedimento, volte os marcadores da balança ao zero para garantir precisão 
na próxima medição. 
Procedimentos para medir Altura / Comprimento: 
Para crianças menores de 2 anos ou que não conseguem ficar de pé, utilize o 
estadiômetro, pescoço reto e as pernas encostadas com os calcanhares contra o 
suporte móvel. 
Para crianças maiores, meça a altura com o estadiômetro em posição vertical, penas 
cruzadas, calcanhares juntos e cabeça alinhada. 
 
f) Perímetro cefálico 
 
O medido cefálico (PC) é uma medida importante para monitorar o crescimento e 
desenvolvimento cerebral em lactentes e crianças pequenas. Medir regularmente o 
PC ajuda a identificar possíveis alterações no crescimento craniano, que podem 
resultar em deformidades ou atrasos do desenvolvimento. O controle do perímetro 
cefálico esta correlacionado com o desenvolvimento mental e psicomotor saudável. 
 
g) Índices antropométricos utilizados na avaliação de lactentes e crianças (IMC/I, P/I, 
P/E e E/I). 
 
São usados diversos índices para avaliar o estado nutricional e crescimento, com base 
em peso, altura e perímetros corporais. 
 
 
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RELATÓRIO 01 
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IMC/I (Índice de Massa Corporal para a Idade): Avalia se a criança está com base 
corporal adequada para sua idade, identificando sobrepeso ou subnutrição. 
P/I (Peso para a Idade): Permite detectar baixo peso ou excesso de peso em 
comparação com a média populacional para idade. 
P/E (Peso para o Comprimento/Estatura): Indicador de desnutrição aguda ou crônica, 
comparando o peso á altura da criança. 
E/I (Estatura para Idade): Avaliação para o crescimento longitudinal, útil para 
diagnosticar problemas de atraso no crescimento (baixa estatura para idade). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE PRÁTICA 02 
ROSILÉA DE OLIVEIRA 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Avaliação Nutricional Aplicada 
 
 
NOME: ROSILÉA DE OLIVEIRA MATRÍCULA: 47604248 
CURSO: NUTRIÇÃO POLO: UNIFAEL 
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): DOUGLAS FERNANDES 
 
TEMA DE AULA: AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DE ADOLESCENTE 
 
 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Estabelecer o procedimento para avaliação antropométrica de adolescentes. 
 
a) Utilização de balança; 
A balança deve estar calibrada e posicionada em superfície plana, firme e estável 
antes do uso. 
 
b) Procedimentos para pesar e medir adolescentes; 
 
Procedimentos para pesar: 
Destravar a balança; 
Verificar se a balança está calibrada; 
Esperar até que a agulha do braço e o fiel estejam nivelados; 
Travar a balança; 
Posicionar o adolescente de costas para a balança, no centro do equipamento, com 
no mínimo de roupa possível, descalço, ereto, com os pés juntos e os braços 
estendidos ao longo do corpo. Mantê-lo parado nessa posição. 
Destravar a balança; 
Mover o cursor maior sobre a escala numérica para marcar os quilos; 
Mover o cursor menor para marcar as gramas; 
Esperar ate que a agulha do braço e o fiel estejam nivelados; 
Travar a balança, evitando assim que sua mola desgaste, assegurando o bom 
funcionamento do equipamento; 
 
 
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RELATÓRIO 02 
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Realizar a leitura de frente para o equipamento, a fim de visualizar melhor os valores 
apontados pelos cursores. 
 
Procedimentos pra medir: 
Equipamentos Necessários 
Usa-se estadiômetro fixo ou portátil, (preferencialmente fixado em parede reta e sem 
rodapés); 
Trena metálica (caso o estadiômetro não esteja disponível, como alternativa 
temporária); 
Plano de Frankfurt para alinhamento adequado da cabeça. 
Preparação do Adolescente 
O adolescente deve estar descalço, com os pés desobstruídos (sem meias grossas); 
Deve remover objetos da cabeça, como bonés, tiaras ou prendedores volumosos;Estar com a coluna reta, em posição ereta e com o corpo relaxado. 
Posição Correta para Medição 
Pés juntos e paralelos, tocando a base da parede ou do estadiômetro. 
Calcanhares, panturrilhas, nádegas, escápulas e parte de trás da cabeça devem tocar 
a parede, se possível. 
Os braços devem estar estendidos ao longo do corpo. 
A cabeça deve estar posicionada no plano de Frankfurt, ou seja uma linha imaginária 
que passa do ponto inferior da órbita do olho até o meato acústico(o ponto mais alto 
do canal auditivo), ficando paralela ao chão. 
Solicitar que o adolescente inspire profundamente e mantenha-se ereto, sem tirar os 
calcanhares do chão. 
Leitura da Estatura 
A leitura de ser feita no momento em que o adolescente está inspirando 
profundamente. 
Registrar a altura em centímetros, com uma casa decimal. 
Se utilizar um estadiômetro com cursor, deve-se abaixar o cursor até que toque 
levemente o topo as cabeça. 
Certifique-se de que a medição foi feita em superfície plana e com equipamento 
nivelado. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
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Registro 
Anotar o valor imediatamente após a medição. 
Registrar também data, idade do adolescente, nome ou código de identificação. 
Repetir a medição se houver dúvida ou diferença significativa entre medições (acima 
de 0,5cm) 
Considerações finais 
A estatura, em conjunto com o peso, permite calcular o índice de massa corporal (IMC) 
e comparar os dados com os padrões de crescimento da OMS para avaliar o estado 
nutricional do adolescente. A padronização dos procedimentos garante maior 
confiabilidade no monitoramento do crescimento e desenvolvimento nessa faixa 
etária. 
 
c) Estágio de Tanner (Estágio de maturação sexual) 
 
Utilização da escala de Tanner para permanência de caracteres sexuais secundários, 
muitas vezes feitos por auto avaliação guiada, pois influencia a interpretação das 
medidas antropométricas. 
Anotar peso, estatura, condições, dobras especificas, e estágio de maturação sexual. 
Dados do registrador, hora e quaisquer observações relevantes. 
 
d) Índices antropométricos utilizados na avaliação de adolescentes (IMC/I e E/I). 
 
A avaliação antropométrica de adolescentes busca acompanhar o crescimento e as 
mudanças corporais decorrentes da puberdade. São utilizadas balança e 
estadiômetro, seguindo os mesmos cuidados da mensuração em adultos. 
Os principais indicadores são IMC por idade (IMC/I) e estatura por idade (E/I), 
comparados às curvas de referência da OMS (2007). 
Além disso, avalia-se o Estágio de Tanner, que classifica o desenvolvimento sexual 
em cinco fases, auxiliando na interpretação do crescimento corporal e na identificação 
de desvios nutricionais relacionados à maturação sexual. 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
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TEMA DE AULA: AVALIAÇÃO NUTRICIONAL SUBJETIVA GLOBAL E 
SEMIOLOGIA NUTRICIONAL 
 
 
 
RELATÓRIO: 
 
Estabelecer o procedimento para avaliação do estado nutricional por meio de 
avaliação subjetiva e exame físico. 
 
a) Procedimentos para verificar depleção de massa gorda e massa magra; 
 
Durante o exame físico, observam-se sinais de depleção de massa gorda (face, 
braços, região torácica) e massa magra (músculos temporais, escapulares, 
claviculares e quadríceps). 
A depleção de massa gorda é avaliada em áreas com acúmulo visível ou 
subcutânea: 
 Face (região malar) 
Observar se as bochechas estão encovadas ou se há afundamento visível nas 
regiões malares. 
Sinal de perda: aspecto “esculpido” da face, proeminência dos ossos 
zigomáticos. 
Braços (tríceps) 
Palpar a parte posterior do braço (região do tríceps), entre o ombro e o cotovelo. 
Com o braço relaxado, pinçar a pele para verificar a espessura da dobra cutânea. 
Sinal de perda: dobra muito fina ou difícil de pinçar, com pouca gordura 
subcutânea. 
Região Torácica (costela e tórax lateral) 
Observar a visibilidade das costelas e da região intercostal. 
Sinal de perda: proeminência óssea acentuada, ausência de preenchimento 
subcutâneo nas laterais do tórax. 
 
 Avaliação da Massa Magra (Músculo Esquelético) 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
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A depleção muscular é avaliada em áreas onde o músculo é superficial e pode 
ser facilmente inspecionado e palpado: 
 Músculos Temporais (têmporas) 
Localizado nas laterais da cabeça, acima das bochechas. 
Pedir ao paciente que cerre os dentes para evidenciar o músculo. 
Sinal de perda: depressão ou sulco visível na região temporal. 
 Região escapular (músculos subescapulares e deltoides posteriores) 
Observar as costas, especialmente abaixo das escápulas. 
Pedir ao paciente que empurre contra resistência ou estenda os braços para 
frente. 
Sinal de perda: escápulas proeminentes, ausência de massa muscular na região 
superior das costas. 
 Região clavicular (músculos peitorais e esternocleidomastoideos) 
Inspecionar e palpar a região acima e abaixo da clavícula. 
Sinal de perda: clavículas muito visíveis, com depressão evidente acima e a 
baixo dos ossos. 
 Quadríceps (coxas anteriores) 
Pedir ao paciente que estenda a perna contra resistência ou fique de pé. 
Palpar a parte frontal da coxa para verificar volume e firmeza mucular. 
Sinal de perda: músculos planos ou flácidos, proeminência óssea do fêmur. 
 Técnica de Avaliação 
Realizada por inspeção visual e palpação leve a moderada. 
Deve ser feita em ambiente bem iluminado, com o paciente em posição 
confortável. 
Idealmente, o profissional deve estar treinado para reconhecer padrões normais 
e alterações sutis. 
Pode ser feita como parte da avaliação subjetiva global( ASG) ou do exame 
físico nutricional. 
 
a) Exame Físico 
Pele: seca, áspera e presença de descamações e manchas; 
Cabelo: Opacos, quebradiços e queda; 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
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Unha: Formato de colher, quebradiças e pálidas; 
Mucosa: Coloração e umidade; 
Sinal de cacifo: que indicam possível retenção hídrica ou desnutrição proteica; 
Edema: O corre quando fluidos se acumulam nos tecidos do corpo 
Ascite: Acúmulo de líquido na cavidade abdominal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Referências: 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
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RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
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BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN: 
orientações para coleta e análise de dados antropométricos em serviços de saúde. 
Brasília: Ministério da Saúde, 2011. Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/orientacoes-coleta-dados-
antropometricos.pdf. Acesso em: 23 out. 2025. 
 
FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (FIOCRUZ). Avaliação nutricional na atenção básica. 
Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2009. Disponível em: https://www.arca.fiocruz.br. Acesso 
em: 23 out. 2025. 
 
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Training course on child growth 
assessment. Geneva: WHO, 2008. Disponível em: https://www.who.int/tools/growth-
reference-data-for-5to19-years. Acesso em: 23 out. 2025. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN: 
antropometria: como pesar e medir. Denise Cavalcante de Barros et al. Brasília: 
Ministério da Saúde, 2004. Disponível em: 
https://www.nescon.medicina.ufmg.br/imagem. Acesso em: 23 out. 2025. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Coordenação-Geral da 
Política de Alimentação e Nutrição. Manual de atendimento da criança com 
desnutrição grave em nível hospitalar. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. (Série A. 
Normas e Manuais Técnicos).

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