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Prof. Dr. Elvis Wanderley
UNIDADE I
Técnicas e Gêneros
Jornalísticos
O Jornalismo e suas funções sociais – definições de Jornalismo:
 Jornalismo é uma atividade de comunicação social – condicionado às condições históricas e 
materiais da sociedade em que é produzido.
 Profissão responsável pela mediação entre os fatos e os cidadãos.
 Informação – função essencial desta atividade.
 Meios de comunicação.
 Segundo Manuel Carlos Chaparro (1994, p. 23), o “o jornalismo é o elo que, nos processos 
sociais, cria e mantém as mediações viabilizadoras do direito à informação”.
 O jornalismo deve apurar o que acontece, transformar o fato 
em narrativa e fazer sua divulgação à sociedade.
 O narrador da contemporaneidade.
Unidade I
Definições de Jornalismo:
 José Marques de Melo (1985, p.7) aponta que a essência do jornalismo “se nutre do 
efêmero, do provisório, do circunstancial”. O jornalismo transforma os fatos em textos (com 
diferentes linguagens) para torná-los públicos.
 Clóvis Rossi (1986, p.7), jornalismo, “independentemente de qualquer definição acadêmica, 
é uma fascinante batalha pela conquista das mentes e corações de seus alvos: leitores, 
telespectadores ou ouvintes”.
 Luiz Beltrão (1980, p.27), o jornalismo é informação de fatos 
correntes, devidamente interpretados e transmitidos 
periodicamente à sociedade, com objetivo de difundir 
conhecimento e orientar a opinião pública no sentido de 
promover o bem comum.
Unidade I
Definições de Jornalismo:
 O ‘bem comum’, de Luiz Beltrão – significa uma sociedade melhor.
Leandro Fortes (2005, p.25) define a função social do jornalismo como:
 Utopias à parte, a função idealizada do jornalismo é exatamente a de democratizar as 
informações a partir de uma decodificação isenta de seus significados, liberta de 
preconceitos e pressões, embora a vida real teime em impor todo tipo de obstáculo ao 
conjunto de procedimentos dessa atividade, cujo caráter intelectual está cada vez mais 
atrelado ao campo comercial, ou aprisionado por ele, tanto faz.
Unidade I
Fonte: 
https://br.pinterest.com/pin/505177283182485116/>. 
Acesso em 05 nov. 2020.
Definições de Jornalismo:
 Para Dennis de Oliveira (2010, p.14), “o papel do jornalismo em uma sociedade democrática 
é justamente o de fomentar o debate público por meio do esclarecimento”.
 Em síntese, dizemos que o jornalismo deve ter compromisso com o interesse público, muito 
embora este seja às vezes confundido com o “interesse do público”, o que subordina o fazer 
jornalístico à lógica da mercadoria.
 A matéria do jornalismo é a linguagem (verbal ou não verbal), 
e qualquer texto é sempre uma construção.
Segundo Juremir Machado (2012, on-line):
 Texto é narrativa. Narrativa é construção. Construção é 
escolha, recorte, enfoque, cruzamento de subjetividade com 
técnica, sedução, estilo.
Unidade I
Definições de Jornalismo:
 Significa que o mesmo fato nunca é narrado da mesma forma por duas pessoas. 
 Em síntese, o jornalismo oferece uma leitura da contemporaneidade. Por meio da linguagem, 
temos construções da realidade.
Unidade I
Quando um fato vira notícia?
a) Todo fato vira notícia.
b) Não há como definir isso.
c) Quando um veículo de imprensa o divulga.
d) Quando há aclamação popular.
e) Fato e notícia são sinônimos.
Interatividade
Quando um fato vira notícia?
a) Todo fato vira notícia.
b) Não há como definir isso.
c) Quando um veículo de imprensa o divulga.
d) Quando há aclamação popular.
e) Fato e notícia são sinônimos.
Resposta
O que torna um fato noticiável?
 No item anterior, vimos que o jornalismo se caracteriza por fazer a mediação entre os fatos e 
os cidadãos. No entanto, a quantidade de acontecimentos no nosso dia a dia é muito grande 
e, obviamente, só uma parcela deles sai nos jornais.
 Então: compreendemos que o jornalismo atua na seleção e na hierarquização do real. 
Unidade I
 Pierre Bourdieu (1997, p.25), sociólogo contemporâneo que tece críticas à televisão e ao 
jornalismo, afirma que: Os jornalistas têm ‘óculos’ especiais a partir dos quais veem certas 
coisas e não outras; e veem de certa maneira as coisas que veem. Eles operam uma seleção 
e uma construção do que é selecionado.
 Os “óculos” a que se refere metaforicamente Bourdieu podem ter lentes influenciadas por 
questões mercadológicas, por linhas editoriais dos veículos em que se trabalha ou por 
interesses pessoais.
Unidade I
Fonte: 
https://br.pinterest.com/pin/5051772831
82485116/>. Acesso em 03 nov. 2020.
Observe os quadrinhos:
A tirinha leva-nos a questionar por que as notícias tendem a ser 
“ruins”. Por que noticiamos que estourou uma guerra e não 
noticiamos que nenhum conflito foi declarado? Por que 
noticiamos que um ator morreu e não que ele continua vivo?
Unidade I
Fonte: Adaptado de: https://br.pinterest.com/pin/505177283182495116/>. Acesso em 03 nov. 2020.
E A SEGUIR
APRESENTAREMOS
NOSSO JORNAL COM
NOTÍCIAS NACIONAIS
E...
...INTERNACIONAIS DAS
AGEN HOJE EU
QUERO VIVER
SEM SABER
DE NADA
 Há uma velha anedota nos cursos de jornalismo que diz: se um cachorro morder um homem, 
isso não é notícia; mas, se um homem morder um cachorro, então temos uma notícia.
Ricardo Noblat (2002, p.26) afirma:
 De forma simplificada, notícia é todo fato relevante que 
desperte interesse público, ensinam os manuais de jornalismo. 
Fora dos manuais, notícia na verdade é tudo o que os 
jornalistas escolhem para oferecer ao público. E, como nós 
valorizamos principalmente as notícias negativas, o mundo 
que os meios de comunicação retratam parece muitas vezes 
pior do que verdadeiramente é.
Unidade I
 Nilson Lage (2001) aponta que, na seleção do que deve ou do que não deve ser notícia, são 
considerados os seguintes itens: a proximidade, a atualidade, a identificação social, a 
intensidade, o ineditismo e a oportunidade.
No Manual da Redação da Folha de S. Paulo (2001, p.43), os critérios de definição da 
importância de um fato considerado como noticiável são:
 ineditismo (a notícia inédita é mais importante do que a já publicada);
 improbabilidade (a notícia menos provável é mais importante do que a esperada);
Unidade I
 [...]
 interesse (quanto mais pessoas possam ter sua vida afetada pela notícia, mais importante 
ela é);
 apelo (quanto maior a curiosidade que a notícia possa despertar, mais importante ela é);
 empatia (quanto mais pessoas puderem se identificar com o personagem e a situação, mais 
importante ela é);
 proximidade (quanto maior a proximidade geográfica entre o fato gerador da notícia e o leitor, 
mais importante ela é).
Unidade I
Características e princípios essenciais do jornalismo:
 O pesquisador alemão Otto Groth, em meados do século XX, definiu quatro características 
que regem o jornalismo: a periodicidade, a universalidade, a atualidade e a difusão. 
Esses elementos formam a dimensão estrutural do fenômeno jornalístico.
 Periodicidade: diária, semanal, quinzenal, mensal, bimestral, semestral ou anual.
 Universalidade: diferentes assuntos.
 Atualidade: os fatos que têm repercussão.
 Difusão: divulgados ao seu público.
Unidade I
Em relação aos critérios de noticiabilidade em Jornalismo, identifique a alternativa correta:
a) A possibilidade de um fato se tornar notícia na cobertura diária de uma mídia independe do 
interesse do público pelo assunto.
b) Os critérios de noticiabilidade não estão relacionados à linha editorial do veículo. Assim, do 
ponto de vista editorial, não existem diferenças na aplicação desses valores em um jornal 
diário ou outro.
c) Novidade é um critério fundamental na escolha do que é notícia. Por outro lado, interesse 
do público e importância são critérios dispensáveis nesta escolha.
d) Interesse humano é um critério de noticiabilidade importante, 
pois o público tende a se identificar com relatos humanizados 
de outras pessoas.
e) Para adquirir o nível de notícia, o fato necessita terqualidades, cujo referente comum deve ser sempre 
a subjetividade.
Interatividade
Em relação aos critérios de noticiabilidade em Jornalismo, identifique a alternativa correta:
a) A possibilidade de um fato se tornar notícia na cobertura diária de uma mídia independe do 
interesse do público pelo assunto.
b) Os critérios de noticiabilidade não estão relacionados à linha editorial do veículo. Assim, do 
ponto de vista editorial, não existem diferenças na aplicação desses valores em um jornal 
diário ou outro.
c) Novidade é um critério fundamental na escolha do que é notícia. Por outro lado, interesse 
do público e importância são critérios dispensáveis nesta escolha.
d) Interesse humano é um critério de noticiabilidade importante, 
pois o público tende a se identificar com relatos humanizados 
de outras pessoas.
e) Para adquirir o nível de notícia, o fato necessita ter 
qualidades, cujo referente comum deve ser sempre 
a subjetividade.
Resposta
 Segundo Dennis de Oliveira (2020, p.21), “fazer jornalismo é construir uma narrativa que 
possibilite esta compreensão racional da cotidianidade”. Esse fazer tem princípios canônicos, 
como a verdade e o rigor de apuração.
 Princípio essencial do jornalismo é a imparcialidade. 
 Um dos procedimentos mais importantes na profissão é sempre ouvir as várias versões de 
um fato.
Unidade I
Fonte: 
https://br.pinterest.com/pin/5051789283182485116/>. 
Acesso em 05/11. 2020.
 Para ser um bom jornalista, não basta falar ou escrever bem. Sem dúvida, a capacidade de 
produzir textos e o domínio linguístico estão entre as habilidades exigidas do profissional, 
mas não são suficientes.
Dennis de Oliveira (2020, p.92) destaca:
 Conhecer a realidade em que se pretende atuar como jornalista é fundamental. E por esta 
razão, o repertório intelectual do jornalista é essencial e definidor da sua qualidade – mais 
que os seus conhecimentos técnicos até porque os suportes técnicos mudam com o tempo.
Unidade I
Fonte: 
https://br.pinterest.com/pin/5051789283182485116/>. 
Acesso em 05/11. 2020.
Conhecimento e jornalismo:
 O conhecimento sobre a cultura e a sociedade em que está inserido é determinante na 
atuação de um jornalista. 
 Ele contribui para ampliar a visão de mundo e quebrar preconceitos. Isso é essencial para a 
atuação do repórter. Eliane Brum (2008, p.10) comenta:
 Muito jornalista experiente escorrega porque presume demais. 
E presume a partir de seus preconceitos, de sua visão de 
mundo, de sua vida cotidiana numa realidade muito diferente... 
A vida sempre fica mais fácil quando reduzida a um ponto de 
vista que nos coloca como civilizados em contraposição ao 
outro – sempre frio, sujo, malvado e ignorante.
Unidade I
Dicas importantes:
 Um bom jornalista deve, antes de tudo, saber ouvir. Deve ter sensibilidade e empatia. Não 
pode assumir uma postura preconceituosa em relação aos seus entrevistados. Também não 
pode já ter respostas pré-determinadas, formuladas antes da apuração.
 A função de um repórter é conferir os fatos in loco, selecionar o que eles têm de relevante e 
reportá-los à redação. 
 Em uma época marcada pela instantaneidade e pela 
disseminação das informações via internet, a necessidade de 
checagem e de apuração é ainda mais importante. É comum, 
em redes sociais, blogs e sites, a reprodução de informações 
sem a verificação de sua veracidade, o que pode levar alguns 
veículos da imprensa a apressadamente construírem notícias 
sem a apuração adequada. Por isso, a necessidade de cautela 
na hora de checar as informações e selecionar as fontes.
Unidade I
Etapas da produção jornalística:
 pauta (agendamento do que irá ser publicado);
 captação (apuração dos fatos);
 redação (codificação dos fatos em linguagem);
 Edição (organização final das matérias e ajustes).
Unidade I
Fonte: 
http://www.mbmideias.com.b
r/capa.asp?noticia=667. Em 
03/04/2021.
Etapas da produção jornalística:
 Segundo o Manual de Redação e Estilo do jornal O Estado de S. Paulo, a pauta é o conjunto 
de assuntos cobertos em uma edição e, também, as indicações transmitidas aos repórteres 
para que eles realizem a apuração. Trata-se de um roteiro que orienta quais os aspectos a 
serem levantados e aponta sugestões de fontes.
Unidade I
Fonte: 
http://www.mbmideias.com.b
r/capa.asp?noticia=667. Em 
03/04/2021.
Unidade I
Fatores que atuam na definição da pauta.
Fonte: Adaptado de: OLIVEIRA, Dennis. 
2020, p. 89.
Dimensão
ideológica
Perfil de
público
LINHA EDITORIAL
VALORES NOTÍCIA
DE SELEÇÃO
CRITÉRIOS 
SUBSTANTIVOS
CRITÉRIOS 
CONTEXTUAIS
PAUTA
Captação:
 Uma das características do jornalismo é o rigor metodológico na apuração das informações. 
As informações coletadas devem ser exatas e verdadeiras.
Dennis Oliveira (2020, p.112) propõe uma investigação que contemple:
 equilibrar fontes oficiais e oficiosas com fontes não oficiais;
 equilibrar fontes técnicas de matizes distintos;
 levar em consideração que é ao público que o jornalista deve prestar contas.
 Importante sempre checar todas as informações!
Unidade I
Captação – Entrevista:
 A entrevista é o meio pelo qual o jornalista obtém as informações de suas fontes e está 
presente na base de todas as matérias informativas.
Segundo Cremilda Medina:
 A entrevista, nas suas diferentes aplicações, é uma técnica de interação social, de 
interpretação informativa, quebrando assim isolamentos grupais, individuais, sociais; pode 
também servir à pluralização de vozes e à distribuição democrática da informação.
Unidade I
Fonte: 
https://br.pinterest.com/pin/5051789283182485116/>. 
Acesso em 03/10/2020.
Captação – Fontes:
 As fontes são a origem das informações e recebem algumas classificações. Elas podem, em 
uma primeira abordagem, ser pessoais, institucionais ou documentais. Pode-se ter como 
fonte uma pessoa, uma instituição ou um documento.
Unidade I
Fonte: 
https://br.pinterest.com/pin/5051789283182485116/>. 
Acesso em 03/10/2020.
Quais são os critérios para a classificação das fontes?
 Representatividade.
 Categoria.
 Identificação.
 Confiabilidade.
 Qualificação.
 Ação.
Unidade I
Fonte: 
https://br.pinterest.com/pin/5051789283182485116/>. 
Acesso em 03/10/2020.
Sobre a confiabilidade das fontes, Nilson Lage (2002), afirma que não estar mentindo não 
significa que se esteja dizendo a verdade, e sim, apenas que se acredita estar dizendo a 
verdade. O autor cita casos de vendedores, pregadores e militantes políticos treinados para 
estarem convencidos daquilo que dizem. Cita, também, advogados e gestores de organizações 
que desenvolvem complicados raciocínios para demonstrar que estão certos. Ele lembra ainda 
que, ao relatar um fato policial, testemunhas provavelmente destacarão detalhes que estão de 
acordo com a sua crença sobre as razões do acontecimento e omitirão o que contraria essa 
crença, entre outros exemplos. Para evitar ser enganado pelas crenças da fonte, o repórter 
precisa tomar certas precauções, entre elas está:
a) Divulgar informações de fontes sem checagem.
b) Se a fonte concedeu determinada declaração, 
a responsabilidade é toda dela e o repórter pode 
usar tal informação sem problemas.
Interatividade
Continuação:
c) O repórter deve buscar documentos e outras fontes para checar/comprovar o que foi dito 
por determinada fonte.
d) O jornalista não deve desconfiar de suas fontes.
e) Fonte e jornalista mantêm relações de amizade, por isso o repórter confia no que 
a fonte diz.
Interatividade
Sobre a confiabilidade das fontes, Nilson Lage (2002), afirma que não estar mentindo não 
significa que se esteja dizendo a verdade, e sim, apenas que se acredita estar dizendo a 
verdade. O autor cita casos de vendedores, pregadores e militantes políticos treinados para 
estarem convencidos daquilo que dizem. Cita, também, advogados e gestores de organizações 
que desenvolvem complicados raciocínios para demonstrarque estão certos. Ele lembra ainda 
que, ao relatar um fato policial, testemunhas provavelmente destacarão detalhes que estão de 
acordo com a sua crença sobre as razões do acontecimento e omitirão o que contraria essa 
crença, entre outros exemplos. Para evitar ser enganado pelas crenças da fonte, o repórter 
precisa tomar certas precauções, entre elas está:
a) Divulgar informações de fontes sem checagem.
b) Se a fonte concedeu determinada declaração, a 
responsabilidade é toda dela e o repórter pode usar 
tal informação sem problemas.
Resposta
Continuação:
c) O repórter deve buscar documentos e outras fontes para checar/comprovar o que foi dito 
por determinada fonte.
d) O jornalista não deve desconfiar de suas fontes.
e) Fonte e jornalista mantêm relações de amizade, por isso o repórter confia no que 
a fonte diz.
Resposta
 Para saber mais sobre as fontes e suas classificações, leia o livro Fontes de notícias: 
ações e estratégias das fontes no jornalismo, de Aldo Antonio Schmitz.
Redação:
 Na etapa de redação ocorre a codificação da mensagem jornalística, por meio da linguagem 
verbal e da linguagem não verbal.
 O texto jornalístico apresenta particularidades que o caracterizam. No entanto, não existe um 
único modelo de texto jornalístico, como veremos adiante. Dependendo do gênero e do 
formato, as características variam.
 O texto jornalístico, em seus diferentes formatos, apresenta 
características que o distinguem de outros textos. Essas 
características não são imutáveis: elas dependem do contexto 
em que a atividade jornalística se insere.
Unidade I
Redação:
 O texto jornalístico deve ser escrito de forma a facilitar a compreensão do fato para o leitor. 
Os manuais de redação recomendam a concisão, argumentando que nem sempre a pessoa 
dispõe de tempo para ler textos extensos. Então, a informação deve ser captada de 
forma rápida. 
 Os jornalistas devem desenvolver, na prática diária, a habilidade em produzir textos 
concisos, ou seja, devem aprender a transmitir a informação sem rodeios.
Unidade I
Fonte: 
https://br.pinterest.co
m/pin/505123348318
2485116/>. Acesso 
em 09/12/2020
Redação:
 Característica fundamental do texto jornalístico é a obediência às regras da gramática 
padrão. Mesmo que as características do veículo indiquem o uso do nível coloquial de 
linguagem, “erros de português” não são permitidos.
Unidade I
Fonte: 
https://br.pinterest.co
m/pin/505123348318
2485116/>. Acesso 
em 09/12/2020
Edição:
 A edição é a última etapa da produção de uma matéria jornalística.
 O editor-chefe é o responsável pelo veículo. A ele cabem as decisões, que devem 
contemplar a ética e a técnica. Nos grandes veículos, existem editores para cada uma das 
seções. Por isso, se fala em editoria de esportes, de economia, de política....
 As suas funções envolvem tomar decisões referentes a meios de captação e fontes e 
determinar a hierarquia das matérias e os cortes. Em síntese, podemos dizer que editar 
é escolher.
O editor deve gerenciar:
 pressão das fontes;
 pressão dos anunciantes;
 pressão dos políticos e das celebridades;
 pressão do público.
Unidade I
Gêneros jornalísticos:
 A abordagem, a estrutura textual e a linguagem variam de acordo com o tipo de texto 
jornalístico. Alguns focam mais o fato em si. Outros procuram defender uma opinião sobre 
um tema da atualidade.
 Os gêneros jornalísticos são formas relativamente rígidas, que determinam o modo como 
seu teor é percebido.
O panorama dos gêneros jornalísticos, de acordo com suas respectivas funções, pode ser 
sintetizado assim:
 Informativo: vigilância social.
 Opinativo: fórum de ideias.
 Interpretativo: papel educativo e esclarecedor.
 Diversional: distração e lazer.
 Utilitário: auxílio nas tomadas de decisões cotidianas
Unidade I
 Abordamos os princípios e as técnicas essenciais do jornalismo. Mesmo não havendo uma 
definição única sobre essa atividade, podemos dizer que o jornalismo é responsável por 
informar os indivíduos, de modo a contribuir para a consolidação da cidadania. O jornalista 
atua como mediador social, e essa responsabilidade exige postura ética e compromisso com 
a verdade.
Unidade I
Entre as características do bom texto jornalístico, destacam-se:
I. Linguagem clara e texto conciso.
II. Orações subordinadas e termos desconhecidos do grande público.
III. Frases feitas e provérbios.
É correto afirmar:
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.
d) I e II.
e) I, II e III.
Interatividade
Entre as características do bom texto jornalístico, destacam-se:
I. Linguagem clara e texto conciso.
II. Orações subordinadas e termos desconhecidos do grande público.
III. Frases feitas e provérbios.
É correto afirmar:
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.
d) I e II.
e) I, II e III.
Resposta
ATÉ A PRÓXIMA!

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