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TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS (ESA 612) Tratamento e Disposição de Lodo – aulas 10 e 11 Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Prof. Cláudio Leite de Souza Material dos slides: Carlos A. L. Chernicharo SUBPRODUTOS GERADOS NO TRATAMENTO DE ESGOTOS • material gradeado • Areia • Escuma • Lodo primário • Lodo secundário • Lodo químico (caso há etapa físico-química) SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS E PONTOS DE GERAÇÃO DE LODO SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS E PONTOS DE GERAÇÃO DE LODO SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS E PONTOS DE GERAÇÃO DE LODO SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS E PONTOS DE GERAÇÃO DE LODO SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS E PONTOS DE GERAÇÃO DE LODO SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS E PONTOS DE GERAÇÃO DE LODO FREQUÊNCIA DE RETIRADA DE LODO Sistema Intervalo de remoção do lodo da fase líquida Lodo primário Lodo secundário Lodo químico Tratamento primário (convencional) Horas Tratamento primário (tanques sépticos) Meses Tratamento primário com coagulação Horas Lagoa facultativa Anos Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa Anos Lagoa aerada facultativa Anos Lagoa aerada mistura completa - lagoa sedimentação Anos Lagoa facultativa + lagoa de maturação Anos Lagoa facultativa + lagoa de alta taxa Anos Lagoa facultativa + remoção físico-química de algas Anos (a) Horas Infiltração lenta (b) Infiltração rápida (b) Escoamento superficial (b) Terras úmidas construídas (b) Tanque séptico + filtro anaeróbio Meses Meses Tanque séptico + infiltração Meses (b) Reator UASB Semanas UASB + lodos ativados Semanas (c) UASB + biofiltro aerado submerso Semanas (c) UASB + filtro anaeróbio Semanas UASB + filtro biológico de alta carga Semanas (c) UASB + flotação Semanas Horas UASB + lagoas de polimento Semanas (d) UASB + escoamento superficial Semanas (b) Lodos ativados convencional Horas ~ Contínuo Aeração prolongada ~ Contínuo Reator por batelada (aeração prolongada) Horas Lodos ativados convencional c/ remoção biológica de N/P Horas ~ Contínuo Lodos ativados c/ remoção biológica e química de N/P ~ Contínuo Horas Filtro biológico de baixa carga Horas Horas Filtro biológico de alta carga Horas Horas Biofiltro aerado submerso Horas Horas Biodisco Horas Horas QUANTIDADE DE LODO GERADO Sistema Características do lodo produzido e descartado da fase líquida (dirigido à etapa de tratamento do lodo) kgSS / kgDQO aplicada Teor de sólidos secos (%) Massa de lodo (gSS/hab.d) (a) Volume de lodo (L/ hab.d) (b) Tratamento primário (convencional) 0,35 – 0,45 2–6 35-45 0,6 – 2,2 Tratamento primário (tanques sépticos) 0,20 – 0,30 3-6 20 - 30 0,3 – 1,0 Lagoa facultativa 0,12 – 0,32 5–15 12 - 32 0,1 – 0,25 Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa (a) Lagoa anaeróbia 0,20 – 0,45 15-20 20 - 45 0,1 – 0,3 (b) Lagoa facultativa 0,06 – 0,10 7-12 6 - 10 0,05 – 0,15 • Total 0,26 – 0,55 - 26 - 55 0,15 – 0,45 Lagoa aerada facultativa 0,08 – 0,13 6-10 8 - 13 0,08 – 0,22 Lagoa aerada mistura completa - lagoa sediment. 0,11 – 0,13 5–8 11 - 13 0,15 – 0,25 Tanque séptico + filtro anaeróbio • Tanque séptico 0,20 – 0,30 3 - 6 20 - 30 0,3 – 1,0 • Filtro anaeróbio 0,07 – 0,09 0,5 – 4,0 7 – 9 0,2 – 1,8 • Total 0,27 – 0,39 1,4 – 5,4 27 - 39 0,5 – 2,8 Lodos ativados convencional • Lodo primário 0,35 – 0,45 2–6 35 - 45 0,6 – 2,2 • Lodo secundário 0,25 – 0,35 0,6–1 25 - 35 2,5 – 6,0 • Total 0,60 - 0,80 1-2 60 - 80 3,1 – 8,2 Lodos ativados – aeração prolongada 0,50 – 0,55 0,8–1,2 40 - 45 3,3 – 5,6 Filtro biológico de alta carga • Lodo primário 0,35 – 0,45 2-6 35-45 0,6 – 2,2 • Lodo secundário 0,20 – 0,30 1–2,5 20-30 0,8 – 3,0 • Total 0,55-0,75 1,5-4,0 55-75 1,4 – 5,2 Biofiltro aerado submerso • Lodo primário 0,35 – 0,45 2–6 35 - 45 0,6 – 2,2 • Lodo secundário 0,25 – 0,35 0,6–1 25 - 35 2,5 – 6,0 • Total 0,60 - 0,80 1-2 60 - 80 3,1 – 8,2 Reator UASB 0,12 – 0,18 3–6 12–18 0,2 – 0,6 UASB + pós-tratamento aeróbio (c) • Lodo anaeróbio (UASB) 0,12 – 0,18 3–4 12–18 0,3 – 0,6 • Lodo aeróbio (lodos ativados) (d) 0,08 – 0,14 3–4 8-14 0,2– 0,5 • Total 0,20 – 0,32 3–4 20-32 0,5 – 1,1 FLUXOGRAMAS DO TRATAMENTO DO LODO • Adensamento: remoção de umidade (redução de volume) • Estabilização: remoção de matéria orgânica (redução de SV) • Condicionamento: preparação para a desidratação (principalmente mecânica) • Desaguamento: remoção de umidade (redução de volume) • Higienização: remoção de patógenos (redução de volume) • Disposição final: destinação final dos subprodutos FLUXOGRAMAS DO TRATAMENTO DO LODO LODO PRIMÁRIO LODO BIOLÓGICO SISTEMAS DE TRATAMENTO Processamento usual do lodo Processamento usual do lodo Adensamento Digestão Desidratação Disposição final Adensamento Digestão Desidratação Disposição final Tratamento primário (convencional) X X X X Tratamento primário (tanques sépticos) X X Lagoa facultativa X (a) X Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa X (a) X Lagoa aerada facultativa X (a) X Lagoa aerada mistura completa. - lagoa decantação X (a) X (a) X Lagoa facultativa + lagoa de maturação X (a) X Lagoa facultativa + lagoa de alta taxa X (a) X Lagoa facultativa + remoção físico-química de algas X (a) X (a) X Infiltração lenta Infiltração rápida X(c) Escoamento superficial Terras úmidas construídas Lodos ativados convencional X X X X X X X X Lodos ativados (aeração prolongada) X X X Reator por batelada (aeração prolongada) X X Lodos ativados convencional c/ remoção biológica de N/P X X X X X X X Lodos ativados c/ remoção biológica e química de N/P X X X X X X X Filtro biológico (baixa carga) X X X X X X X Filtro biológico (alta carga) X X X X X X X X Biofiltro aerado submerso X X X X X X X X Biodisco X X X X X X Tanque séptico – filtro anaeróbio X X X X Tanque séptico – infiltração subsuperficial X X UASB X X UASB – lagoa de polimento X X UASB – escoamento superficial X X UASB – lodos ativados X (b) X (b) UASB – biofiltros aerados submersos X (b) X (b) UASB + filtro anaeróbio X X UASB + filtro biológico de alta carga X (b) X (b) UASB + flotação X X FLUXOGRAMAS DO TRATAMENTO DO LODO CARACTERÍSTICAS DO LODO AO LONGO DE SEU TRATAMENTO Sistema Lodo removido da fase líquida Lodo adensado Lodo digerido Lodo desidratado Massa de lodo (gSS/hab.d ) Teor de sólidos secos (%) Massa de lodo (gSS/hab.d) Processo Teor de sólidos secos (%) Massa de lodo (gSS/hab.d ) Processo Teor de sólidos secos (%) Massa de lodo (gSS/hab. d) Processo Teor de sólidos secos (%) Volume de lodo (L/ hab.d) (b) Tratamento primário (convencional) 35-45 2–6 35-45 Gravidade 4-8 25-28 Anaeróbia 4-8 25-28 25-28 25-28 25-28 Leito secag. Filtro prensa Centrífuga Filt. correia 35-45 30-40 25-35 25-40 0,05-0,08 0,06-0,09 0,07-0,11 0,06-0,11 Tratam. primário (tanques sépticos) 20 - 30 3-6 - - - - - - 20 - 30 Leito secag. 30 - 40 0,05 –0,10 Lagoa facultativa 20-25 10-20 - - - - - - 20-25 Leito secag. 30-40 0,05-0,08 Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa • Lagoa anaeróbia 20-45 15-20 - - - - - - 20-45 Leito secag. 30-40 0,05-0,14 • Lagoa facultativa 6-10 7-12 - - - - - - 6-10 Leito secag. 30-40 0,015-0,03 • Total 26-55 - - - - - - - 26-55 Leito secag. 30-40 0,06-0,17 Lagoa aerada facultativa 8-13 6-10 - - - - - - 8-13 Leito secag. 30-40 0,02-0,04 Lagoa aer. mist. compl. – lagoa sedim. 11-13 5–8 - - - - - - 11-13 Leito secag. 30-40 0,025-0,04 Tanque séptico + filtro anaeróbio • Tanque séptico 20 - 30 3-6 - - - - - - 20 - 30 Leito secag. 30 - 40 0,05 – 0,10 • Filtro anaeróbio 7 - 9 0,5 – 4,0 - - - - - - 7 - 9 Leito secag. 30 - 40 0,02 – 0,03 • Total 27 - 39 1,4-5,4 - - - - - - 27 - 39 Leito secag. 30 - 40 0,07 – 0,13 Lodos ativados convencional • Lodo primário 35-45 2–6 35-45 Gravidade 4-8 25-28 Anaeróbia 4-8 - - - - • Lodo secundário 25-35 0,6–1 25-35 Gravidade Flotação Centrífuga 2-3 2-5 3-7 16-22 Aeróbia 1,5-4 - - - - • Lodo misto 60-80 1-2 60-80 Gravidade Centrífuga 3-7 4-8 38-50 Anaeróbia 3-6 38-50 Leito secag. Filtro prensa CentrífugaFilt. correia 30-40 25-35 20-30 20-25 0,10-0,17 0,11-0,20 0,13-0,25 0,15-0,25 Lodos ativados – aeração prolongada 40-45 0,8–1,2 40-45 Gravidade Flotação Centrífuga 2-3 3-6 3-6 - - - 40-45 Leito secag. Filtro prensa Centrífuga Filt. correia 25-35 20-30 15-20 15-20 0,11-0,17 0,13-0,21 0,19-0,29 0,19-0,29 Filtro biológico de alta carga • Lodo primário 35-45 2-6 35-45 Gravidade 4-8 - - - - - - - • Lodo secundário 20-30 1–2,5 20-30 Gravidade 1-3 - - - - - - - • Lodo misto 55-75 1,5-4 55-75 Gravidade 3-7 38-47 Anaeróbia 3-6 38-47 Leito secag. Filtro prensa Centrífuga Filt. correia 30-40 25-35 20-30 20-25 0,09-0,15 0,10-0,18 0,12-0,22 0,14-0,22 Biofiltro aerado submerso • Lodo primário 35-45 2–6 35-45 Gravidade 4-8 25-28 Anaeróbia 4-8 - - - - • Lodo secundário 25-35 0,6–1 25-35 Gravidade Flotação Centrífuga 2-3 2-5 3-7 16-22 Aeróbia 1,5-4 - - - - • Lodo misto 60-80 1-2 60-80 Gravidade Centrífuga 3-7 4-8 38-50 Anaeróbia 3-6 38-50 Leito secag. Filtro prensa Centrífuga Filt. correia 30-40 25-35 20-30 20-25 0,10-0,17 0,11-0,20 0,13-0,25 0,15-0,25 CARACTERÍSTICAS DO LODO AO LONGO DE SEU TRATAMENTO Sistema Lodo removido da fase líquida Lodo adensado Lodo digerido Lodo desidratado Massa de lodo (gSS/hab.d ) Teor de sólidos secos (%) Massa de lodo (gSS/hab.d) Processo Teor de sólidos secos (%) Massa de lodo (gSS/hab.d ) Processo Teor de sólidos secos (%) Massa de lodo (gSS/hab. d) Processo Teor de sólidos secos (%) Volume de lodo (L/ hab.d) (b) Reator UASB 12–18 3–6 - - - - - - 12-18 Leito secag. Filtro prensa Centrífuga Filt. correia 30-45 25-40 20-30 20-30 0,03-0,06 0,03-0,07 0,04-0,09 0,04-0,09 UASB + lodos ativados (a) Lodo anaeróbio (UASB) 12–18 3-4 - - - - - - - - - - (b) Lodo aeróbio (lodos ativados) (*) 8-14 3-4 - - - - - - - - - - (c) Lodo misto(*) 20-32 3–4 - - - - - - 20-32 Leito secag. Filtro prensa Centrífuga Filt. correia 30-45 25-40 20-30 20-30 0,04-0,11 0,05-0,13 0,07-0,16 0,07-0,16 UASB + reator aeróbio com biofilme (d) Lodo anaeróbio (UASB) 12–18 3–4 - - - - - - - - - - (e) Lodo aeróbio (reator aeróbio) (*) 6 - 12 3-4 - - - - - - - - - - (f) Lodo misto (*) 18 - 30 3–4 - - - - - - 18-30 Leito secag. Filtro prensa Centrífuga Filt. correia 30-45 25-40 20-30 20-30 0,04-0,10 0,045-0,12 0,06-0,15 0,06-0,15 PRODUÇÃO VOLUMÉTRICA DE LODO (A SER TRATADO) Volume per capita de lodo produzido (a ser tratado) (L/ hab.d) Sistema Valor (L/hab.d) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Tratamento primário (convencional) 0,6 – 2,2 Tratam. primário (tanques sépticos) 0,3 – 1,0 Lagoa facultativa 0,1 – 0,25 Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa 0,15 – 0,45 Lagoa aerada facultativa 0,08 – 0,22 Lagoa aer. mist. compl. – lagoa sedim. 0,15 – 0,25 Tanque séptico + filtro anaeróbio 0,5 – 2,8 Lodos ativados convencional 3,1 – 8,2 Lodos ativados – aeração prolongada 3,3 – 5,6 Filtro biológico de alta carga 1,4 – 5,2 Biofiltro aerado submerso 3,1 – 8,2 Reator UASB 0,2 – 0,6 UASB + lodos ativados (*) 0,5 – 1,1 UASB + reator aeróbio com biofilme (*) 0,5 – 0,11 PRODUÇÃO VOLUMÉTRICA DE LODO (A SER DISPOSTO) Volume per capita de lodo desidratado (a ser disposto) (L/ hab.d) Sistema Valor (L/hab.d) 0 0,05 0,10 0,15 0,20 0,25 0,30 Tratamento primário (convencional) 0,05-0,11 Tratam. primário (tanques sépticos) 0,05 – 0,10 Lagoa facultativa 0,05-0,08 Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa 0,06-0,17 Lagoa aerada facultativa 0,02-0,04 Lagoa aer. mist. compl. – lagoa sedim. 0,025-0,04 Tanque séptico + filtro anaeróbio 0,07 – 0,13 Lodos ativados convencional 0,10-0,25 Lodos ativados – aeração prolongada 0,11-0,29 Filtro biológico de alta carga 0,09-0,22 Biofiltro aerado submerso 0,10-0,25 Reator UASB 0,03-0,09 UASB + lodos ativados (*) 0,04-0,16 UASB + reator aeróbio com biofilme (*) 0,04-0,15 RELAÇÕES FUNDAMENTAIS Relação entre teor de sólidos e umidade Umidade (%) = 100 – Sólidos secos (%) TOTAIS EM SUSPENSÃO (SS) DISSOLVIDOS FIXOS FIXOS FIXOS VOLÁTEIS (SSV) VOLÁTEIS VOLÁTEIS DISTRIBUIÇÃO DOS SÓLIDOS NO LODO RELAÇÕES FUNDAMENTAIS Destruição de sólidos voláteis STafluente (kg/d) = SVafluente (kg/d) + SFafluente (kg/d) STefluente = (1 – E) x SVafluente + SFafluente Densidade do lodo Tipo de lodo Densidade Massa específica (kg/m 3 ) Lodo primário 1,02 - 1,03 1020 - 1030 Lodo secundário anaeróbio 1,02 - 1,03 1020 - 1030 Lodo secundário aeróbio 1,005 - 1,025 1005 - 1025 Lodo adensado 1,02 - 1,03 1020 - 1030 Lodo digerido 1,03 1030 Lodo desidratado 1,05 - 1,08 1050 - 1080 RELAÇÕES FUNDAMENTAIS Expressão da concentração de sólidos secos (kg/L) específica Massa x (mg/kg)1x10 100 x (mg/L) ãoConcentraç (%) ãoConcentraç 6 = 10.000 (mg/l) ãoConcentraç (%) ãoConcentraç RELAÇÕES FUNDAMENTAIS Relação entre vazão, concentração e carga lodo) lodo/m (kg lodo específica Massa x 100 (%) Sól.secos (kgSS/d) SS Carga /d)(m lodo Vazão 3 3 = 10 x (%) Sól.secos (kgSS/d) SS Carga /d)(m lodo Vazão 3 = (g/kg) 1000 )(g/m ãoConcentraç x /d)(m Vazão (kgSS/d) Carga 33 = (%) SS Conc. (%) SS Conc. lodo Vazão lodo Vazão 1 2 2 1 = RELAÇÕES FUNDAMENTAIS Captura de sólidos Carga SS efluente (kgSS/d) = Captura de sólidos x Carga SS afluente (kgSS/d) Carga SS no drenado (kgSS/d) = (1 - Captura de sólidos ) x Carga SS afluente (kgSS/d) Adensamento Digestão DesidrataçãoTipo de lodo Processo Captura (%) Processo Captura (%) Processo Captura (%) Gravidade 85 - 92 Digest. secund. 95 Leito secagem 90 – 98 Filtro prensa 90 – 98 Centrífuga 90 – 95 Lodo primário Filtro correias 90 – 95 Gravidade 75 - 85 Digest. secund. 90 - 95 Leito 90 - 98 Flotação 80 – 95 Filtro prensa 90 - 98 Centrífuga 80 – 95 Centrífuga 90 – 95 Lodo secundário Filtro correias 90 – 95 Gravidade 80 – 90 Digest. secund. 90 - 95 Leito 90 - 98 Centrífuga 85 - 95 Filtro prensa 90 - 98 Centrífuga 90 – 95 Lodo misto Filtro correias 90 – 95 redução do custo de transporte para o local de disposição final; melhoria nas condições de manejo do lodo; aumento do poder calorífico do lodo, com vistas à preparação para incineração; redução do volume para disposição em aterro sanitário ou reuso na agricultura; diminuição da produção de lixiviados quando da sua disposição em aterros sanitários. REMOÇÃO DA UMIDADE DO LODO Leitos de secagem; Lagoas de lodos Centrífugas; Filtros a vácuo; Prensas desaguadoras; Filtros prensa. DESAGUAMENTO DO LODO (PRINCIPAIS PROCESSOS) DESAGUAMENTO DO LODO Leito de Secagem Leito de Secagem DESAGUAMENTO DO LODO Centrífuga DESAGUAMENTO DO LODO USO AGRÍCOLA DO LODO Caracterização do material quanto aos seus constituintes (metais pesados, patógenos); Necessidade de tratamento (higienização); Compatibilizar tratamento com o uso agrícola específico (produção de flores); Avaliar os riscos que esse uso representa para a sociedade e para o meio ambiente. Estufas sobre leitos de secagem para secagem térmica. Misturador utilizado para homogeneização do lodo de esgoto com cal virgem. HIGIENIZAÇÃO DO LODO Queima do biogás para secagem do lodo (fase inicial). Queima do biogás para secagem do lodo (lodo já seco). SECAGEM E HIGIENIZAÇÃO TÉRMICA DO LODO Espalhamento mecanizado APLICAÇÃO DE LODO EM ÁREA AGRÍCOLA Espalhamento manual PLANTAÇÕES DE MILHO: FERTILIZAÇÃO COM LODO AGRÍCOLA Retirada de Lodo de Lagoas de Estabilização ➢ Definição criteriosa da forma de tratamento e de destinação final do lodo Avanços na concepção das novas ETEs Projeto integrado das fases líquida, sólida e gasosa: • Desidratação mecanizada x desidratação natural • Estabelecimento de protocolo para gerenciamento do lodo • Destinação final do lodo: agricultura, recuperação áreas degradadas, aproveitamento energético, aterro ➢ Previsão de dispositivo para remoção de escuma do interior dos separadores trifásicos Avanços na concepção e no projeto de novas ETEs • Estabelecimento de protocolopara gerenciamento da escuma • Destinação final da escuma: aproveitamento energético, aterro Escuma no interior do separador trifásico Antes do descarte Após o descarte Procedimento para remoção de escuma Testes Preliminares (uma única válvula na linha de escuma) Testes definitivos (uma válvula para cada separador trifásico) Escuma fluida levada ao leito de secagem SISTEMA INTEGRADO PARA TRATAMENTO DE ESGOTOS E HIGIENIZAÇÃO TÉRMICA DE LODO Formas usuais de disposição final: aterros sanitários e aplicação agrícola Sistemas anaeróbios: subproduto lodo excedente Normas ambientais mais rigorosas restringem cada vez mais a destinação final do lodo para estas formas de disposição Embora mais exigentes, as agências ambientais têm incentivado o emprego agrícola do lodo, devendo para isso apresentar caraterísticas adequadas a esta finalidade Uma das exigências é a higienização do lodo Tratamento do lodo: 20 a 60% do custo operacional de uma ETE Unidade térmica de higienização do lodo Aproveitamento do biogás: Higienização térmica do lodo 443 193 73 63 0 0 373 525 0 100 200 300 400 500 600 0 13 27 47 Tempo de aquecimento (min.) N o d e o v o s (o v o s/ g M S ) 0 10 20 30 40 50 60 70 80 te m p er at u ra ( o C ) No total ovos No ovos viáveis temperatura FaseFase 22 443 193 73 63 0 0 373 525 0 100 200 300 400 500 600 0 13 27 47 Tempo de aquecimento (min.) N o d e o v o s (o v o s/ g M S ) 0 10 20 30 40 50 60 70 80 te m p er at u ra ( o C ) No total ovos No ovos viáveis temperatura