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fatesa.edu.br
REVISÃO AB1 
Prof Dra Natalia Sartori
Fisioterapeuta Dermatofuncional
Cliente bem avaliado é cliente corretamente tratado.
identificar alterações;
Conhecer as características do cliente;
Interação medicamentosa/alergias/doenças crônicas/doenças autoimunes;
Escolher adequadamente os procedimentos.
 ANAMNESE CORPORAL
Principais métodos de avaliação
Anamnese;
Inspeção;
Palpação;
Fotodocumentação;
Bioimpedância;
Perimetria;
Adipometria;
Testes especiais;
Testes de sensibilidade.
 ANAMNESE CORPORAL
A fotodocumentação é importante para acompanhar a evolução do tratamento.
Normalmente são utilizadas quatro posições:
anterior;
lateral direita;
lateral esquerda;
posterior.
 ANAMNESE CORPORAL
Para permitir comparação adequada, deve-se manter:
mesma vestimenta;
mesma pessoa realizando as fotos;
mesma distância;
mesma angulação;
mesma iluminação;
mesmo período do dia;
fundo padronizado;
ausência de elementos no fundo.
As imagens devem ser armazenadas de maneira organizada, com data e proteção adequada.
 ANAMNESE CORPORAL
ANATOMIA, FISIOLOGIA E BIOQUÍMICA DO SISTEMA TEGUMENTAR 
Sistema tegumentar é formado principalmente pela pele, anexos cutâneos e tecido subcutâneo
Principais funções:
Proteção;
Barreira;
Termorregulação;
Percepção sensorial;
Defesa imunológica;
Excreção;
Síntese de vitamina D;
Manutenção da hidratação. 
ANATOMIA, FISIOLOGIA E BIOQUÍMICA DO SISTEMA TEGUMENTAR 
PELE
Epiderme
É a camada mais superficial;
Atua principalmente como barreira de proteção;
É formada predominantemente por queratinócitos;
Participa da renovação e proteção da pele.
Principais células da epiderme:
- Queratinócitos: produzem queratina;
- Melanócitos: produzem melanina e participam da proteção contra radiação UV;
- Células de Langerhans: defesa imunológica;
- Células de Merkel: percepção sensorial.
ANATOMIA, FISIOLOGIA E BIOQUÍMICA DO SISTEMA TEGUMENTAR 
PELE
Derme
A derme possui vasos sanguíneos, vasos linfáticos, 
fibras de colágeno e elastina e terminações nervosas.
É dividida em:
Camada papilar: tecido conjuntivo mais frouxo, 
com vasos e terminações nervosas.
Camada reticular: tecido conjuntivo mais denso, rico em colágeno tipo I e fibras elásticas.
ANATOMIA, FISIOLOGIA E BIOQUÍMICA DO SISTEMA TEGUMENTAR 
PELE
Hipoderme
Fica abaixo da derme e contém tecido adiposo;
Atua principalmente no armazenamento de energia e isolamento.
COMPOSIÇÃO CORPORAL E TIPOS DE ACÚMULO DE GORDURA 
PADRÃO ANDROIDE
Conhecido como tipo maçã.
Caracteriza-se pelo acúmulo de gordura
principalmente nas regiões:
abdominal;
costas;
braços.
É mais comum em homens e pode estar associado a alterações metabólicas e cardiovasculares.
COMPOSIÇÃO CORPORAL E TIPOS DE ACÚMULO DE GORDURA 
PADRÃO GINOIDE
Conhecido como tipo pera.
Caracteriza-se pelo acúmulo de gordura
 principalmente em:
quadris;
coxas;
região inferior do corpo.
É mais comum em mulheres e pode estar associado a alterações circulatórias, edema e dores nas pernas.
COMPOSIÇÃO CORPORAL E TIPOS DE ACÚMULO DE GORDURA 
PADRÃO MISTO
Apresenta características tanto do padrão androide quanto do ginoide
Gordura central e periférica
FIBROEDEMA GELOIDE (FEG)
O FEG, também conhecido popularmente como celulite, é uma alteração do tecido subcutâneo que pode envolver componentes edematosos, fibroses e alterações da pele.
FIBROEDEMA GELOIDE (FEG)
Grau 1
Não é visível normalmente a olho nu;
Alterações histológicas;
Pode haver alteração do relevo mediante compressão.
TESTE DE PREENSÃO E CASCA DE LARANJA NEGATIVOS
FIBROEDEMA GELOIDE (FEG)
Grau 2
Alteração visível mesmo sem compressão;
Sem alteração de temperatura e sensibilidade.
TESTE DE PREENSÃO E CASCA DE LARANJA POSITIVOS
FIBROEDEMA GELOIDE (FEG)
Grau 3
Visível em qualquer posição;
Pode estar associado à flacidez e fibrose;
Pode apresentar dor e alterações de sensibilidade
TESTE DE PREENSÃO E CASCA DE LARANJA POSITIVOS
FIBROEDEMA GELOIDE (FEG)
Grau 4
Dor mesmo sem palpação;
Compressão dos tecidos;
Retração intensa;
Fibrose disseminada;
Alteração de temperatura - oxigenação baixa 
TESTE DE PREENSÃO E CASCA DE LARANJA POSITIVOS
FLACIDEZ
Flacidez tissular ou dérmica -> PELE
Está relacionada à perda de firmeza da pele.
A avaliação é principalmente visual e subjetiva, 
sendo a fotodocumentação importante para 
acompanhar a evolução.
Hipotonia muscular -> MÚSCULO
Ocorre quando a musculatura perde tonicidade.
A redução da tonicidade muscular pode alterar 
o suporte dos tecidos e provocar ondulações 
ou alterações no contorno corporal.
ESTRIAS
Lesões lineares da pele relacionadas ao rompimento/alteração das fibras que dão sustentação ao tecido, especialmente colágeno e elastina;
Cicatrizes;
Coloração: avermelhada/rosada; esbranquiçada.
ESTRIAS
COSMETOLOGIA CORPORAL
Cosmetologia estuda os produtos cosméticos, suas formulações, formas de ação, aplicações e efeitos.
Uma formulação cosmética apresenta três componentes fundamentais:
1. Veículo
É a base que transporta e permite a aplicação dos componentes.
Pode apresentar-se como:
emulsão;
gel;
líquido;
pó.
COSMETOLOGIA CORPORAL
2. Princípio ativo
É o componente responsável pela ação específica do produto sobre a pele.
3. Aditivos
São componentes utilizados para características específicas da formulação, como conservação, estabilidade, aparência e outras propriedades.
COSMETOLOGIA CORPORAL
ATIVOS SEGUNDO A ALTERAÇÃO
Celulite/FEG
cafeína;
centella asiática;
ginkgo biloba;
nicotinato de metila;
mentol;
silício.
COSMETOLOGIA CORPORAL
ATIVOS SEGUNDO A ALTERAÇÃO
Gordura localizada
cafeína;
L-carnitina;
Flacidez
retinoides;
vitamina C;
peptídeos;
ácido hialurônico.
COSMETOLOGIA CORPORAL
ATIVOS SEGUNDO A ALTERAÇÃO
Estrias
retinoides;
peptídeos;
centella asiática;
silício orgânico.
COSMETOLOGIA CORPORAL
Para memorizar:
Celulite → microcirculação + tecido conjuntivo
Gordura → lipólise/adipócito
Flacidez → colágeno e elastina
Estrias → renovação e remodelação da pele 
COSMETOLOGIA CORPORAL
EXOSSOMOS
Os exossomos são vesículas extracelulares nanométricas que funcionam como mensageiros entre células.
Podem transportar:
RNA;
microRNA;
proteínas;
fatores de crescimento;
lipídios sinalizadores.
COSMETOLOGIA CORPORAL
EXOSSOMOS
Sua função está relacionada à comunicação celular e à modulação de processos como:
inflamação;
cicatrização;
produção de colágeno;
angiogênese;
regeneração tecidual.
COSMETOLOGIA CORPORAL
EXOSSOMOS
No contexto corporal, são estudados para:
flacidez;
estrias;
reparação pós-procedimentos;
qualidade dérmica.
O microagulhamento é um procedimento estético minimamente invasivo que utiliza microagulhas para produzir microperfurações controladas na pele, estimulando processos de reparação e produção de colágeno e elastina. 
 MICROAGULHAMENTO
Fases da resposta ao microagulhamento
1. Fase inflamatória
formação de microcanais;
liberação de mediadores e fatores de crescimento;
migração de células inflamatórias.
 MICROAGULHAMENTO
Fases da resposta ao microagulhamento
2. Fase proliferativa
atuação dos fibroblastos;
aumento da produção de colágeno e elastina;
formação de novos vasos.
 MICROAGULHAMENTO
Fases da resposta ao microagulhamento
3. Fase de remodelação
reorganização das fibras;
substituição progressiva do colágeno tipo III pelo tipo I;
melhora da firmeza e textura.
 MICROAGULHAMENTO
Aplicações corporais:
estrias;
flacidez;
cicatrizes;
potencialização da permeação de ativos (drug delivery).
 MICROAGULHAMENTO
Contraindicações: 
tendência a queloides;
infecções ativas;
feridas abertas;
doenças crônicas descontroladas;
distúrbios de coagulação;
câncer de pele;
gravidez e amamentação.
 MICROAGULHAMENTO
Muito importante: microagulhamento não elimina gordura localizada. Sua atuação está relacionada principalmente à qualidade, textura e flacidez da pele. 
 MICROAGULHAMENTO
O ultrassom terapêutico utiliza ondas sonoras/vibrações mecânicasque não são percebidas pelo ouvido humano
Frequências terapêuticas: 1 MHz e 3 MHz. 
 TECNOLOGIAS DE ULTRASSOM
EFEITOS DO ULTRASSOM
micromassagem;
vasodilatação;
aumento do fluxo sanguíneo;
aumento do metabolismo;
ação tixotrópica;
estímulo da atividade dos fibroblastos;
aumento da síntese de proteínas e colágeno;
angiogênese.
 TECNOLOGIAS DE ULTRASSOM
Efeito tixotrópico
É a capacidade de ajudar a amolecer tecidos mais densos, tornando o meio mais fluido por ação mecânica e térmica.
No FEG, pode contribuir para:
fluidificação do tecido;
melhora da elasticidade;
redução de edema;
estímulo metabólico.
 TECNOLOGIAS DE ULTRASSOM
 TECNOLOGIAS DE ULTRASSOM
PARÂMETROS DO ULTRASSOM
Frequência
Quanto menor a frequência, maior a profundidade de atuação.
1 MHz → maior profundidade
3 MHz → menor profundidade
 TECNOLOGIAS DE ULTRASSOM
PARÂMETROS DO ULTRASSOM
Intensidade
É expressa em W/cm² e interfere na quantidade de energia aplicada ao tecido.
A intensidade trabalha em conjunto com a frequência (1 MHz ou 3 MHz):
3 MHz (Tecidos superficiais, até 2 cm): O tecido absorve a energia muito mais rápido. Por isso, use intensidades menores para evitar queimaduras periósteas (dor no osso).
1 MHz (Tecidos profundos, de 3 a 5 cm): A energia se espalha mais. Pode ser necessário aumentar a intensidade para atingir a temperatura terapêutica.
 TECNOLOGIAS DE ULTRASSOM
PARÂMETROS DO ULTRASSOM
Intensidade
É expressa em W/cm² e interfere na quantidade de energia aplicada ao tecido.
A intensidade trabalha em conjunto com a frequência (1 MHz ou 3 MHz):
3 MHz (Tecidos superficiais, até 2 cm): O tecido absorve a energia muito mais rápido. Por isso, use intensidades menores para evitar queimaduras periósteas (dor no osso).
1 MHz (Tecidos profundos, de 3 a 5 cm): A energia se espalha mais. Pode ser necessário aumentar a intensidade para atingir a temperatura terapêutica.
 TECNOLOGIAS DE ULTRASSOM
PARÂMETROS DO ULTRASSOM
CONTÍNUO: Produz maior efeito térmico. Pode ser utilizado quando o objetivo envolve:
aumento da elasticidade;
fibroses;
aderências;
determinadas aplicações relacionadas à gordura localizada.
PULSADO: Emite energia em períodos de emissão e pausa, reduzindo o acúmulo de calor. É utilizado quando se busca principalmente:
reparação;
cicatrização;
pós-operatório;
estímulos em que o efeito térmico não é desejável.
PARA FEG E GORDURA LOCALIZADA: USE O MODO CONTÍNUO.
 TECNOLOGIAS DE ULTRASSOM
PARÂMETROS DO ULTRASSOM
CONTÍNUO: Produz maior efeito térmico. Pode ser utilizado quando o objetivo envolve:
aumento da elasticidade;
fibroses;
aderências;
determinadas aplicações relacionadas à gordura localizada.
PULSADO: Emite energia em períodos de emissão e pausa, reduzindo o acúmulo de calor. É utilizado quando se busca principalmente:
reparação;
cicatrização;
pós-operatório;
estímulos em que o efeito térmico não é desejável.
PARA FEG E GORDURA LOCALIZADA: USE O MODO CONTÍNUO.
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