Logo Passei Direto
Buscar

Tecnologia farmacêutica

User badge image
Paola Bolfi

em

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

c 
 
 
 
 
 
 
 
çkm 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tecnologia farmacêutica 
Pilares: eficácia → qualidade → 
segurança. 
Eficácia: fazer efeito 
Qualidade: bons fornecedores, 
matéria prima de excelência, boas 
embalagens etc. 
Segurança: exclusão máxima de 
efeitos adversos. 
Excipientes: amido é um diluente... 
... serve para levar o princípio ativo 
para o local de ação, faz a união 
dos insumos. 
BPF: RDC 658/2022 
DISCUSSÃO: verificar e controlar 
matérias primas, fornecedores se 
estão dentro das diretrizes, 
treinamento interpessoal, 
embalagens, EPI, limpeza etc. 
Sistema de qualidade 
farmacêutica: reprodutibilidade, 
garantir que tenha padronização 
dos lotes para que sejam todo 
iguais com a mesma qualidade e 
os 3 pilares. 
Rastreabilidade: encontra o erro. 
Documentação: é exigido que 
esteja tudo registrado. 
De acordo com BPF o fluxo de 
pessoas e materiais é 
UNIDIRECIONAL. 
Validação: repetibilidade. 
CÁPSULAS: fórmula farmacêutica 
sólida, VA oral, mais utilizadas, 
mais produzidas, mais estável, 
mais facilidade, aceitabilidade. 
Apresenta invólucro de gelatina... 
... que é considerado excipiente. 
Capsulas tem corpo e cabeça, 
tamanho 5 a 000. 
Escolha tamanho capsula: 
quantidade, densidade e 
característica do pó. Para saber 
qual massa vai dentro da capsula 
preciso saber a densidade. 
𝑑 =
𝑚
𝑣
 𝑔/𝑚𝑙 
Densidade aparente: considera 
tudo pois o pó pode ter retículos 
de ar ou água, sua massa total. 
Duas substâncias de 500mg 
podem não usam as mesmas 
capsulas, tudo depende da 
densidade. 
Fator de equivalência: porque 
usamos os sais e não a substância 
pura. Os fármacos são/usam sais 
(nomes compostos como 
diclofenaco sódico, cloridrato de 
sibutramina) para aumentar sua 
solubilidade. FQ serve para 
transformar uma substância pura 
em sal. 
𝐹𝐸𝑞 =
𝑀𝑀 𝑓𝑜𝑟𝑚𝑎 𝑢𝑡𝑖𝑙𝑖𝑧𝑎𝑑𝑎
𝑀𝑀 𝑓𝑜𝑟𝑚𝑎 𝑟𝑒𝑓𝑒𝑟ê𝑛𝑐𝑖𝑎
 
Parte utilizada é a que está 
disponível para a gente, e a de baixo 
é a que foi prescrita. Faz maior 
dividido pelo menor. 
𝑄𝑝𝑒𝑠𝑎𝑑𝑎 = 𝑄𝑝𝑟𝑒𝑠𝑐𝑟𝑖𝑡𝑎 𝑥 𝐹𝐸𝑞 
𝐹𝐶 =
100
𝑡𝑒𝑜𝑟 (%)
 
O teor em % não muda, fica em %. 
𝑄𝑐𝑜𝑟𝑟𝑖𝑔𝑖𝑑𝑎 = 𝑄𝑝𝑟𝑒𝑠𝑐𝑟𝑖𝑡𝑎 𝑥 𝐹𝐶. 
Quando junta o FEq e FC, no final 
para saber a quantidade pesada 
faz a mg da substância vezes FEq e 
FC. 
Cápsulas moles: tem diferenças da 
dura para mole 
Determinação peso médio 
Cápsulas duras e moles 
Peso médio /b 300mg +- 7,5% 
Granulação: agregador de pó; 
garante uniformidade de dose; evita 
segregação dos pós. 
Métodos de granulação úmida: 
ligantes líquidos – água, etanol e 
isopropanol. 
Caso clínico: excesso de pó deixa o 
comprimido duro. 
Mecanismo de formação de 
grânulos: 
Nucleação: primeiro estágio. Pó 
seco +líquido → núcleos granulares 
Coalescência: colisão dos 
grânulos → formação de grânulos 
maiores; forma ponte líquida entre 
os pós. 
Crescimento por camadas: 
grânulos + pó → grânulos maiores. 
Quebra e regranulação: grânulos 
quebram → se unem. Forma 
grânulos mais uniformes. 
Secagem é depois que forma as 
pontes. 
Diluentes são utilizados para 
aumentar volume, melhorar 
absorção, facilitar granulação. 
Aglutinantes dão forma e resistência 
...aos grânulos. 
Lubrificantes são importantes para 
reduzir atrito, evita aderência, 
facilita ejeção do comprimido. 
Deslizantes ajudam no fluxo do pó 
quando for comprimir também. 
Melhora escoamento. 
Granulação úmida: maior 
desvantagem é questão dos 
fármacos sensíveis umidade, 
fármacos podem sofrer hidrólise. 
Não utilizar nesses fármacos por 
conta da hidrólise. 
 
 
Granulação seca: utiliza-se 
pressão para agregação dos pós, 
usada quando fármaco é sensível a 
umidade. Não tem solvente nesse 
processo, só a pressão 
Estudo de caso: granulação a seco, 
granulação a fusão precisa tomar 
cuidado por conta da temperatura 
se o fármaco for termolábil. 
Comprimidos e compressão: uma 
das principais formas 
farmacêuticas, sólidas, mais 
comum, seguro, estável, baixo 
custo. Porém, podem causar 
irritação gástrica, apresenta baixa 
biodisponibilidade por não ser 
solúvel em água. Precisa tomar 
com água pois ajuda na dissolução, 
ajuda passar pela mucosa etc. 
porque fármacos tem doses tão 
baixas. Pois não são muito 
seguros, suas doses tóxicas são 
próximas das usuais, além de ser 
potentes. 
Diluente mais usado: amido, usado 
quando a formulação for em 
pequena quantidade. 
Desintegrantes: água entra e 
formam partículas menores até 
sumir completamente. Tipos: 
1. Que facilitam a penetração de 
água: entrada de H2O pelos poros. 
Intumescimento do comprimido. 
Água entra e desintegra. 
2. Formador de gás: bicarbonato de 
sódio. HCO3 + H2O → ↑ CO2 + H2O 
Aglutinante: união dos grânulos, da 
resistência. Tem úmido e seco. 
Lubrificantes: assegura ejeção do 
comprimido com baixa fricção. 
Aromatizantes: melhoram sabor ou 
mascaram gosto ruim. 
Corante: auxiliam na 
identificação, problemas são 
alergias. Comprimidos são 
classificados. 
Liberação imediata: fármaco é 
liberado após a administração, 
libera rápido. Liberação 
prolongada: liberado de forma 
constante após administração. 
Liberação retardada: depende do 
pH geralmente. Ele espera um 
ponto por exemplo no estomago 
não libera mas no pH do intestino é 
liberado e depois disso ele é rápido 
como o de liberação imediata. O 
fármaco é liberado após um 
período. Até alcançar o local 
apropriado. Então ai é rápido. 
Comprimidos desintegráveis 
Liberação do fármaco: 
desintegração → dissolução → 
absorção. 
 
 
 F E q = M M   f o r m a   u t i l i z a d a M M   f o r m a   r e f e r ê n c i a
 Q p e s a d a = Q p r e s c r i t a   x   F E q
 d = m v   g / m l
 F C = 100 t e o r   ( % )
 Q c o r r i g i d a = Q p r e s c r i t a   x   F C

Mais conteúdos dessa disciplina