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03/09/2026
1
Chuva média em bacia hidrográfica
PRECIPITAÇÃO
GERAÇÃO DO 
ESCOAMENTO
INFILTRAÇÃO
Escoa 
Superficialmente 
sobre as encostas
Evaporação, Captada 
nas depressões
Armazenamento no 
solo
Escoamento Sub-
Superficial
Escoamento 
Subterâneo
Evaporação, 
Transpiração
ESCOA NOS 
RIOS, ATÉ O 
EXUTÓRIOAtinge a Rede de 
Drenagem natural
1
2
03/09/2026
2
Medição
 Exprime-se quantidade de chuva (h) pela altura de água 
precipitada e acumulada sobre uma superfície plana e 
impermeável. Para sua medida dispõe-se, basicamente, de 
dois instrumentos: o pluviômetro (manual) e o 
pluviógrafo (automática). A leitura diária se dá as 7 horas 
da manhã de cada dia.
• altura (mm)
• duração (min, h, dia)
• intensidade (mm/min ou 
mm/h)
Medição
 
Pluviômetro
3
4
03/09/2026
3
REPRESENTAÇÃO TEMPORAL DAS PRECIPITAÇÕES
REPRESENTAÇÃO ESPACIAL 
DAS PRECIPITAÇÕES
Hietograma: relaciona intensidade 
média de precipitação com o tempo.
Curvas de precipitações 
acumuladas: fornece para cada valor 
de tempo a altura de precipitação 
desde a origem dos tempos até esse 
momento.
Isoietas: representam a distribuição 
pluviométrica de uma região. Análogo a 
representação topográfica (curva de 
nível).
5
6
03/09/2026
4
7
8
03/09/2026
5
Precipitação média numa bacia
50 mm
66 mm
44 mm
40 mm
42 mm
• Média aritmética (método mais simples)
Precipitação média numa bacia
• 66+50+44+40= 200 mm
• 200/4 = 50 mm
• Pmédia = 50 mm
Collischonn (2010)
9
10
03/09/2026
6
50 mm
70 mm
120 mm
• 50+70= 120 mm
• 120/2 = 60 mm
• Pmédia = 60 mm
Obs.: Forte precipitação 
junto ao divisor não 
está sendo considerada
Precipitação média numa bacia
• Problemas da média
Collischonn (2010)
Posto 1
1600 mm
Posto 2
1400 mm
Posto 3 
900 mm
900
1000
1200
1300
1700
1400 1200 1100
1700 1600
1500
SIG
Precipitação média na bacia
Collischonn (2010)
11
12
03/09/2026
7
MÉTODO DA ISOIETAS 
Fórmula:
 Sendo:
hi e h i+1 = precipitação das duas isoietas 
sucessivas que delimitam a região;
Ai = área de cada região limitada entre duas 
isoieta e/ou a linha que delimita à bacia.
 ( ) 

 ++
=
i
iii
A
hhA
h
2/1
Collischonn (2010)
• Polígonos de Thiessen
50 mm
70 mm
120 mm
Áreas de influência de
cada um dos postos

=
=
n
1i
ii PaP
ai = fração da área da bacia 
sob influencia do posto I
Pi = precipitação do posto i
Precipitação média 
por Thiessen
13
14
03/09/2026
8
50 mm
120 mm
70 mm
82 mm75 mm
Definição dos 
Polígonos de Thiessen
Collischonn (2010)
50 mm
120 mm
70 mm
82 mm75 mm
1 – Linha que une dois 
postos pluviométricos 
próximos
Definição dos 
Polígonos de Thiessen
Collischonn (2010)
15
16
03/09/2026
9
50 mm
120 mm
70 mm
82 mm75 mm
2 – Linha que divide ao 
meio a linha anterior
Definição dos 
Polígonos de Thiessen
50 mm
120 mm
70 mm
82 mm75 mm
2 – Linha que divide ao 
meio a linha anterior
Região de influência 
dos postos
Definição dos 
Polígonos de Thiessen
Collischonn (2010)
17
18
03/09/2026
10
50 mm
120 mm
70 mm
75 mm 82 mm
5 – Influência de 
cada um dos postos 
pluviométricos
40%
30%
15%
10%
5%
82.1,075.05,050.3,070.4,0120.15,0P ++++=
Definição dos 
Polígonos de Thiessen
Collischonn (2010)
50 mm
120 mm
70 mm
75 mm 82 mm
• Média aritmética = 60 mm
• Média aritmética com 
postos de fora da bacia = 
79,4 mm
• Média por polígonos de 
Thiessen = 73 mm
Precipitação média
Collischonn (2010)
19
20
03/09/2026
11
PRECIPITAÇÃO MÉDIA SOBRE UMA BACIA 
MÉTODO ARITMÉTICO: consiste na média aritmética dos valores de 
precipitação medidos na área da bacia.
Fórmula: 
 Onde :
h i = altura de precipitação de cada posto
n = número de postos
MÉTODO DE THIESSEN: considera a não-uniformidade da distribuição espacial 
dos postos, delimitando a área de influência desses postos e considerando-a como 
peso da média ponderada.
n
h
h
n
i
= 1
Fórmula: 
onde:
Ai = área de influência do posto i
h i = precipitação observada no posto i
AT = área total da bacia
n = número de posto.
( )
T
n
ii
A
hA
h
 
= 1
Vantagens: 
• Rápido e simples.
• Só é necessário traçar uma vez.
Desvantagens:
• Puramente geométrico, variações topográficas não são consideradas
• Mudanças bruscas de precipitações entre as áreas de influência não 
acontecem na natureza
Polígonos de Thiessen:
21
22
03/09/2026
12
Vantagens: 
• Não há saltos nos valores das precipitações
Desvantagens:
• Método trabalhoso: para cada conjunto de valores há uma configuração 
diferente.
• Método subjetivo (traçado)
Linhas Isoietas:
23
24
03/09/2026
13
ANÁLISE DE DADOS PLUVIOMÉTRICOS
 PREENCHIMENTO DE FALHAS — MÉTODO DA PONDERAÇÃO 
REGIONAL
Equação: 
 
Onde:
Px - É a variável com falha
Mx - Média aritmética da estação com falha
Ma, Mb e Mc - Média aritmética das estações vizinhas
Pa, Pb e Pc - É o dado da estação vizinha, ao posto com falha, do mesmo ano 
que utilizamos para preencher a falha.








++= c
c
x
b
b
x
a
a
x
x P
M
M
P
M
M
P
M
M
P
3
1
◼ ANÁLISE DE CONSISTÊNCIA - 
MÉTODO DE DUPLA MASSA
Esse método consiste em selecionar os 
postos da região, acumular para cada um 
deles os valores, plotar em gráfico 
cartesiano os valores acumulados 
correspondentes ao posto a consistir com 
os acumulados dos valores médios das 
precipitações dos demais postos.
SITUAÇÕES DE ANÁLISE
a) mudança na declividade: para corrigir os valores utiliza-se a seguinte 
equação:
Pa - Dados ajustados à condição atual
Po - Dados obs. a serem corrigidos
Ma - Coeficiente angular da reta no período recente
Mo - Coeficiente angular da reta no período antigo
b) Alinhamento dos pontos em retas paralelas: erros de transcrição ou 
presença de valores extremos em uma das séries plotadas.
c) Distribuição errática dos pontos: postos com regimes pluviométricos 
diferentes.
o
o
a
a P
M
M
P =
25
26
03/09/2026
14
Aplicação - BHRC
27
	Slide 1: PRECIPITAÇÃO - Chuva
	Slide 2
	Slide 3: Medição
	Slide 4: Medição
	Slide 5
	Slide 6: REPRESENTAÇÃO TEMPORAL DAS PRECIPITAÇÕES
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11
	Slide 12
	Slide 13: MÉTODO DA ISOIETAS 
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21: PRECIPITAÇÃO MÉDIA SOBRE UMA BACIA 
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25: ANÁLISE DE DADOS PLUVIOMÉTRICOS
	Slide 26: SITUAÇÕES DE ANÁLISE
	Slide 27: Aplicação - BHRC

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