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Fichário História da Arte e do Design IV Este arquivo contém apenas os textos dos power points apresentados em sala. Textos complementares estão na Apostila. 1ª aula Apresentação da disciplina Conteúdo Programático 1. A Época Vitoriana 2. O trabalho de Charles Rennie Mackintosh e da Secessão Vienense. 3. A Escola Bauhaus: a revolução no ensino e a na compreensão do Design. 4. O Art Deco: arquitetura e design 5. O Streamform: o design americano a fábrica de sonhos e consumo. Raymond Loewy: designer “superstar”. 6. O racionalismo no design: a Escola de Ulm. A Braun Company: Dieter Rams e Hans Gugelot. 7. O Swiss Design 8. A década de 50: o design escandinavo e o modernismo orgânico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BÜRDEK, BERNHARD E. História, Teoria e Prática do Design de Produtos. Trad. de Freddy von Camp. São Paulo: Blücher, 2006. 2. CARDOSO, Rafael. Uma Introdução à História do Design. São Paulo: Blücher, 2008. 3. MEGGS, Philip B. História do Design Gráfico. Trad. de Cid Knipel Moreira. São Paulo: Cosac Naify, 2009. 4. SCHNEIDER, Beat. Design, Uma Introdução: o Design no Contexto Social, Cultural e Econômico. Trad. de George Bernard Sperber e Sonali Bertuol. São Paulo: Blucher, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALDERSEY-WILLIAMS, Hugh. The New Design Source Book. London: Quarto Publishing, 1997. BAILEY, Stephen And CONRAN, Terence. Design: Intelligence Made Visible. London: Conran Octopus, 2007. BYARS, Mel. Enciclopédia do Design. Porto Alegre: Unisinos, 2008. DEMPSEY, Amy. Estilos, Escolas e Movimentos. Trad. de Carlos Eugênio Marcondes de Moura. São Paulo: Cosac Naify, 2003. DORMER, Peter. Design Since 1945. London: Thames & Hudson, 1995. DROSTE, Magdalena. Bauhaus 1919-1933. Berlin: Taschen, 1990.FIELL, Charlotte and Peter. Diseño Escandinavo. Köln: Taschen, 2002. FIELL, Charlotte and Peter. Design do Século XX. Köln: Taschen, 1999. FIELL, Charlotte and Peter. Design de A-Z. Köln: Taschen, 2001. FORTY, Adrian. Objects of Desire. London: Thames & Hudson, 1989. GOPNICK, Adam and VARNEDOE, Kirk. High and Low: Modern Art and Popular Culture. New York: The Museum of Modern Art, 1988. HANKS, David A. and HOY, Anne. American Streamlined Design: the World of Tomorrow. Paris: Flammarion, 2005. HAUFFE, Thomas. Design. New York: Barron’s, 1996. JACKSON, Leslie. The Sixties. London: Phaidon, 1998. JULIER, Guy. The Thames and Hudson Encyclopaedia of 20th Century Design. London: Thames and Hudson, 1993. Les Bons Génies de la Vie Doméstique. Paris: Centre Pompidou, 2001. LIPPARD, Lucy. Pop Art. London: Thames and Hudson, 1988. LOEWY, Raymond. Industrial Design. London: Lawrence King, 2000. NOBLET, Jocelyn de. Industrial Design, Reflection of a Century. Paris: Flammarion/ APCI, 1993. OSTERWOLD, Timan. Pop Art. Köln: Benedict Taschen, s.d. SPARKE, Penny. An Introduction to Design and Culture in the Twentieth Century. London: Unwin Hyman, 1989. SPARKE, Penny. A Century of Design. London: Reed Consumer Books, 1998. TAMBINI, Michael. O Design do Século. São Paulo: Ática, 1997. WEBGRAFIA • http://teoriadodesign.wordpress.com/ • http://designmuseum.org/ • http://www.cooperhewitt.org/ • http://www.designboom.com/eng/ • http://www.vam.ac.uk/ • http://www.hunterian.gla.ac.uk/ 2a aula Os anos Vitorianos 1837-1901 Napoleão III(1808-1873. Reinado: 1852-1870) Reforma urbana de Paris: 1860-70 Objetivos: saúde, segurança, modernização da cidade(que até o início do séc. XIX ainda tinha traçado medieval). Georges Haussmann: prefeito de Paris “Paris Haussmaniana” O Estilo Vitoriano Historicista: revive estilos passados, principalmente: ‣Neoclássico(1750-1820) http://teoriadodesign.wordpress.com http://teoriadodesign.wordpress.com http://designmuseum.org http://designmuseum.org http://www.cooperhewitt.org http://www.cooperhewitt.org http://www.designboom.com/eng/ http://www.designboom.com/eng/ http://www.vam.ac.uk http://www.vam.ac.uk http://www.hunterian.gla.ac.uk http://www.hunterian.gla.ac.uk ‣Gótico(sec. XI ao séc. XIII) ‣Tudor(séc. XVI) ‣Príncipe Albert, por razões políticas, distribui as construções entre os partidários dos diversos estilos. A Exposição Universal de 1851 ‣Idealizador: Príncipe Albert; ‣Montada no Hyde Park, em Londres; ‣Crystal Palace: Joseph Paxton; ‣O prédio tinha 235.000m2! ‣Alguns países participantes: França, Estados Unidos, Bélgica, Egito, Índia, Austrália, Rússia, Alemanha, Canadá, Turquia, Espanha e Portugal, entre outros; ‣6.200.000 visitantes; Artes e Ofícios(Arts & Crafts), Inglaterra . movimento em prol do bom design .insistência na produção artesanal . conceitos: “honestidade” dos materiais e limpeza da forma . são contra os excessos decorativos do estilo vitoriano(estilo ocorrido na Inglaterra no séc. XIX, durante o reinado da rainha Vitória) . A ideologia do Artes e Ofícios vai influenciar os movimentos posteriores de cunho funcionalista. . As características da decoração do Artes e Ofícios influenciam o Art Nouveau: a decoração orgânica e simplificada vai caracterizar o novo movimento. . Os tecidos do Arts and Crafts produzidos pela Liberty vão nomear um estilo, o “Liberty style.” . O encantamento francês com os objetos do Arts and Crafts dá origem ao estilo Art Nouveau: os franceses começam a fazer peças inspiradas no Artes & Crafts, e nomeiam estas peças como “Arte Nova”: Art Nouveau. . O Art Nouveau será divulgado na Exposição Universal de 1900 em Paris. . Dois pensamentos ficam muito claros, no fim do século XIX: a linha limpa e geométrica e a linha curva, mais trabalhada. Fontes Consultadas: • SCHNEIDER, Beat. Design no Contexto Social, Cultural e Econômico. São Paulo: Blücher, 2010. • FRIEDERICH, Otto. Olympia: Paris no Tempo dos Impressionistas. São Paulo: Cia das Letras, 1993. • FIELL, Charlotte and Peter. Design do Século XX. Köln: Taschen, 1999. • BÜRDEK, BERNHARD E. História, Teoria e Prática do Design de Produtos. Trad. de Freddy von Camp. São Paulo: Blücher, 2006. • SPARKE, Penny. An Introduction to Design and Culture in the Twentieth Century. London: Unwin Hyman, 1989. • http://www.vam.ac.uk/ • http://www.musee-orsay.fr/ • Musée Carnavalet: http://www.paris.fr/portail/loisirs/Portal.lut?page_id=6468 http://www.vam.ac.uk http://www.vam.ac.uk http://www.musee-orsay.fr http://www.musee-orsay.fr http://www.paris.fr/portail/loisirs/Portal.lut?page_id=6468 http://www.paris.fr/portail/loisirs/Portal.lut?page_id=6468 3a aula: O Art Nouveau Escocês: o Glasgow Style Charles Rennie Mackintosh Glasgow, 1868-1928 Art Nouveau . Principal arquiteto do Art Nouveau escocês. . Influenciado pela arquitetura japonesa, pela arquitetura tradicional escocesa e pelo artesanato celta. . Visão funcionalista e humana da arquitetura, aliado a um gosto pela ornamentação elaborada. . Design gráfico e detalhes decorativos: influenciado pelo trabalho artístico de sua mulher, Margareth MacDonald. Fontes Consultadas: SCHNEIDER, Beat. Design no Contexto Social, Cultural e Econômico. São Paulo: Blücher, 2010. • FIELL, Charlotte and Peter. Design do Século XX. Köln: Taschen, 1999. • SPARKE, Penny. An Introduction to Design and Culture in the Twentieth Century. London: Unwin Hyman, 1989. • http://www.vam.ac.uk/ • http://www.musee-orsay.fr/ • http://www.hunterian.gla.ac.uk/ http://www.vam.ac.uk http://www.vam.ac.uk http://www.musee-orsay.fr http://www.musee-orsay.fr http://www.hunterian.gla.ac.uk http://www.hunterian.gla.ac.uk 4ª aula A Secessão Vienense Secessão Vienense: sociedade em prol das artes aplicadas fundada em Viena em 1897. As oficinas da secessão(Wiener Werksttäte) foram fundadas em 1903. Objetivos do grupo: melhorar a qualidade da vida diária através de uma integração entre arte e design. Fundadores da Secessão: Joseph Hoffmann, Koloman Moser, Otto Wagner(arquitetos) e Gustav Klimt, artista plástico. Secessão: vem do latim secessio plebis: quando as pessoas desistemde um governo, após uma época de de má governança. A Secessão simbolizava uma ruptura com o tradicionalismo acadêmico, que deveria ser substituído por um novo estilo, que correspondesse a uma nova época: “Para cada época, sua arte. Para a arte, a liberdade” Ver Sacrum, Primavera Sagrada: simbolizava o novo início artístico. Mackintosh foi um dos que encorajaram a fundação das oficinas da Secessão. “Criem uma marca que seja conhecida por sua individualidade, beleza e pela produção impecável.” “Cada peça deve ter um objetivo e função específicos.” Otto Wagner 1841-1918 "O único ponto de partida possível para a criação é a vida moderna. Todas as formas devem estar em harmonia com as novas exigências do nosso tempo. Nada que não seja prático poderá ser belo - Otto Wagner, 1894". Fontes Consultadas • BYARS, Mel. Enciclopédia do Design. Porto Alegre: Unisinos, 2008. • FIELL, Charlotte and Peter. Design do Século XX. Köln: Taschen, 1999. • MEGGS, Philip B. História do Design Gráfico. Trad. de Cid Knipel Moreira. São Paulo: Cosac Naify, 2009. • SCHNEIDER, Beat. Design no Contexto Social, Cultural e Econômico. São Paulo: Blücher, 2010. • SPARKE, Penny. An Introduction to Design and Culture in the Twentieth Century. London: Unwin Hyman, 1989. • http://www.secession.at/e.html • http://www.hunterian.gla.ac.uk/ 5ª Aula A Escola Bauhaus, 1919-1933 ...Formemos, portanto, uma nova corporação de artesãos, sem a arrogância exclusivista que criava um muro de orgulho entre artesãos e artistas. Vamos desejar, inventar e criar juntos a nova construção do futuro, que combinará tudo: arquitetura, escultura e pintura em uma única forma, a qual um dia, se erguerá aos céus, das mãos de um milhão de trabalhadores, como símbolo cristalino de uma nova e vindoura fé. ” Walter Gropius - Weimar, abril de 1919. Manifesto da Bauhaus, 1919: neste panfleto(desenhado pelo americano Lyonel Feininger, primeira contratação de Gropius para a escola), a Bauhaus expõe o seu programa. A escolha por uma catedral simboliza o ideal de uma comunidade criativa. Gropius dizia que não deveria haver nenhuma diferenciação entre o artista e o artesão. Em 1919, o arquiteto alemão Walter Gropius (1883-1969) integrou duas escolas existentes na cidade de Weimar, a Escola de Artes e Ofícios, e a de Belas-Artes, e fundou uma nova escola de arquitetura e desenho a que deu o nome de Staatliches Bauhaus (Casa Estatal de Construção), com sede em um edifício construído em 1905 por Henry Van de Velde. A Bauhaus foi a primeira escola de desenho industrial moderno. Funcionou até 1933 com o objetivo de ligar a arquitetura a arte. A Bauhaus propôs uma arte não apenas decorativa, mas também funcional, de modo a atender às necessidades da sociedade industrial e tornar mais harmonioso o cotidiano das pessoas. Dentre as influências que a Bauhaus vai receber, as mais importantes são: http://www.secession.at/e.html http://www.secession.at/e.html http://www.hunterian.gla.ac.uk http://www.hunterian.gla.ac.uk 1. O Werkbund Alemão(Deustche Werkbund/ German Werkbund) 2. O Grupo holandês De Stijl 3. O Construtivismo Russo 1. O Werkbund alemão Fundado em 1907, o Werkbund foi uma associação de artistas, arquitetos, designers e empresários donos de indústrias. Seu propósito inicial era estabelecer uma parceria entre indústria e designers, a fim de aumentar a competitividade da indústria alemã frente às indústrias inglesa e americana. O Werkbund tinha patrocínio do governo alemão e um dos seus objetivos era integrar técnicas artesanais às técnicas industriais de produção em massa. O lema do Werkbund era “do sofá ao planejamento das cidades”, o que mostra sua abrangência de interesses. Fundadores do Werkbund: Hermann Muthesius(1861-1927), Peter Behrens(1868-1940) 2. O Grupo de Stijl Gerrit Thomas Rietveld(1888-1964) arquiteto e designer Um dos membros mais importantes do grupo De Stjil. 3. O Construtivismo Russo Movimento iniciado em 1919, na área de artes e arquitetura. O Construtivismo considerava que a arte devia ser engajada em questões sociais. Diretores da Bauhaus Walter Gropius de 1919 a 1928. Hannes Meyer de 1928 a1930. Ludwig Mies van der Rohe de 1930 a 1933. Walter Gropius(1883-1969) Arquiteto, foi dele a idéia de transformar a antiga escola de artes aplicadas de Weimer em uma escola de artes que forneceria consultoria à indústria e ao comércio: nascia o conceito da Bauhaus. http://en.wikipedia.org/wiki/Walter_Gropius http://en.wikipedia.org/wiki/Walter_Gropius http://en.wikipedia.org/wiki/Hannes_Meyer http://en.wikipedia.org/wiki/Hannes_Meyer http://en.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Mies_van_der_Rohe http://en.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Mies_van_der_Rohe http://en.wikipedia.org/wiki/Walter_Gropius http://en.wikipedia.org/wiki/Walter_Gropius Em 1928, Gropius deixa a Bauhaus, falido depois de uma década de problemas financeiros na escola. No ano de 1925, a Bauhaus mudou-se para Dessau, onde ocupou um conjunto de edifícios projetados por Gropius, totalmente dentro dos padrões da escola. E que eram em si mesmos, um manifesto de arquitetura moderna e uma das mais extraordinárias obras da década de 1920. Os prédios são feitos basicamente de concreto e vidro, apresentando linhas retas e ambientes claros. Marcel Lajos Breuer(1902-1981) Pécks,Hungria Aluno e professor da Bauhaus, chefe da oficina de carpintaria. Responsável pela pesquisa de móveis em aço tubular. Ficou na Bauhaus até 1928, quando montou um escritório de arquitetura em Berlim. Em 1935, foi para Londres, fugindo do nazismo. Em 1937 foi convidado a dar aulas em Harvard. Nos EUA, Breuer montou um escritório de arquitetura com Walter Gropius. Marianne Brandt 1893-1983 aluna e depois chefe da oficina de metal da Bauhaus. Em 1929 ela deixou a escola e foi trabalhar no escritório de arquitetura de Gropius em Berlim. Hannes Meyer(1889-1954) Nascido em Basel, Suíça. Arquiteto, assumiu a Bauhaus após a saída de Walter Gropius, que o indicou para assumir o novo departamento de arquitetura. Meyer ficou apenas dois anos na escola: marxista, sua orientação partidária o afastou de grande parte dos professores, além de desagradar a prefeitura de Dessau, que pediu sua saída da escola. Ludwig Mies van der Rohe(1886-1969) Arquiteto. http://en.wikipedia.org/wiki/Hannes_Meyer http://en.wikipedia.org/wiki/Hannes_Meyer http://en.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Mies_van_der_Rohe http://en.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Mies_van_der_Rohe Último diretor da Bauhaus, Mies era a escolha incial de Gropius para substituí-lo. Sob seu comando, a Bauhaus recuperou a ordem e a disciplina. Infelizmente, em 1933, devido à grande pressão do governo nazista, Mies teve que fechar a escola. O destino de alunos e mestres após o fechamento da escola foi variado: muitos saíram da Alemanha, exilando-se em outros países. Entre os que ficaram, alguns foram perseguidos pelo regime Nazista e morreram em campos de concentração, mas houve aqueles que colaboraram com o governo. Fontes consultadas: • SCHNEIDER, Beat. Design no Contexto Social, Cultural e Econômico. São Paulo: Blücher, 2010. • DEMPSEY, Amy. Estilos, Escolas e Movimentos. Trad. de Carlos Eugênio Marcondes de Moura. São Paulo: Cosac Naify, 2003. • DROSTE, Magdalena. Bauhaus 1919-1933. Berlin: Taschen, 1990. • FIELL, Charlotte and Peter. Design do Século XX. Köln: Taschen, 1999. • BÜRDEK, BERNHARD E. História, Teoria e Prática do Design de Produtos. Trad. de Freddy von Camp. São Paulo: Blücher, 2006. • SPARKE, Penny. An Introduction to Design and Culture in the Twentieth Century. London: Unwin Hyman, 1989. • http://www.moma.org/interactives/exhibitions/2009/bauhaus/ • http://www.bauhaus.de/ http://www.moma.org/interactives/exhibitions/2009/bauhaus/ http://www.moma.org/interactives/exhibitions/2009/bauhaus/ http://www.bauhaus.de http://www.bauhaus.de 6ª Aula O Art Deco 1925-1939O nome do estilo deriva da Éxposition des Arts Décoratifs que aconteceu em Paris em 1925. . Principais países de ocorrência: França e EUA. . Dirigido às classes mais altas: materiais caros(madeiras e pedras nobres, ouro, prata, marfim); peças semi-artesanais. . Estilo escapista: é uma tentativa de esquecer o sofrimento com a I Guerra Mundial. . Duas exposições em Paris divulgam o estilo: a de 1925 e a de 1937. Características da arquitetura Deco: . entradas imponentes, marcadas por grandes portais, geralmente em granito; . simetria; . planos geométricos em desnível; . baixos relevos decorativos; . paredes em caixilharia de vidro; . construção escalonada; . nas construções em esquinas, geralmente as paredes fazem uma curva, continuando a volta do quarteirão. Fontes Consultadas • BAILEY, Stephen And CONRAN, Terence. Design: Intelligence Made Visible. London: Conran Octopus, 2007. • BÜRDEK, BERNHARD E. História, Teoria e Prática do Design de Produtos. Trad. de Freddy von Camp. São Paulo: Blücher, 2006. • DEMPSEY, Amy. Estilos, Escolas e Movimentos. Trad. de Carlos Eugênio Marcondes de Moura. São Paulo: Cosac Naify, 2003. • FIELL, Charlotte and Peter. Design do Século XX. Köln: Taschen, 1999. • NOBLET, Jocelyn de. Industrial Design, Reflection of a Century. Paris: Flammarion/APCI, 1993. • SPARKE, Penny. An Introduction to Design and Culture in the Twentieth Century. London: Unwin Hyman, 1989. • http://en.wikipedia.org/wiki/ Exposition_Internationale_des_Arts_Décoratifs_et_Industriels_Modernes 7ª Aula Continuação Art Deco: O estilo preferido dos cinemas e teatros “Beber, fumar, cheirar cocaína, cortar o cabelo curto, dançar o Charleston, bolinar, ficar grávida- era difícil imaginar que as coisas podiam ir mais longe antes da própria civilização desmoronar.” Uma descrição de Manhattan nos anos Vinte. Brendan Gill, no livro The Collected Dorothy Parker Interiores Deco .uso de mármores e granitos, de preferência de cores variadas, na decoração de pisos e paredes. Versão popular: granilite; . cristais lapidados(lustres, abajures, esculturas, mostradores de relógios); . gesso em molduras e sancas; . iluminação passa a acentuar o efeito decorativo. Fontes consultadas: • BAILEY, Stephen And CONRAN, Terence. Design: Intelligence Made Visible. London: Conran Octopus, 2007. • BÜRDEK, BERNHARD E. História, Teoria e Prática do Design de Produtos. Trad. de Freddy von Camp. São Paulo: Blücher, 2006. • DEMPSEY, Amy. Estilos, Escolas e Movimentos. Trad. de Carlos Eugênio Marcondes de Moura. São Paulo: Cosac Naify, 2003. http://en.wikipedia.org/wiki/Exposition_Internationale_des_Arts_D http://en.wikipedia.org/wiki/Exposition_Internationale_des_Arts_D http://en.wikipedia.org/wiki/Exposition_Internationale_des_Arts_D http://en.wikipedia.org/wiki/Exposition_Internationale_des_Arts_D • FIELL, Charlotte and Peter. Design do Século XX. Köln: Taschen, 1999. • NOBLET, Jocelyn de. Industrial Design, Reflection of a Century. Paris: Flammarion/APCI, 1993. • SPARKE, Penny. An Introduction to Design and Culture in the Twentieth Century. London: Unwin Hyman, 1989. • http://en.wikipedia.org/wiki/ Exposition_Internationale_des_Arts_Décoratifs_et_Industriels_Modernes 8ª Aula Art Deco: Produto e Gráfico Designers: Emile-Jacques Ruhlmann 1879-1933 Paul Iribe 1883-1935 Eileen Gray 1878-1976 Demetre Chiparus 1886-1947 Georges Fouquet 1862-1957 Casa Cartier fundada em 1847 Louis(Paris), Jacques(Londres) e Pierre Cartier(Nova Iorque) foram os responsáveis pelo crescimento da empresa nos anos 20 e 30. Jean Després 1889-1980 Gérard Sandoz 1902-1995 http://en.wikipedia.org/wiki/Exposition_Internationale_des_Arts_D http://en.wikipedia.org/wiki/Exposition_Internationale_des_Arts_D http://en.wikipedia.org/wiki/Exposition_Internationale_des_Arts_D http://en.wikipedia.org/wiki/Exposition_Internationale_des_Arts_D Adolphe Mouron Cassandre 1901-1968 Maior “affichiste” do Art Deco francês Georges Lepape 1887-1971 Tamara de Lempicka 1898-1980 Léon Bakst Rússia 1866-1924 pintor e figurinista Fontes Consultadas • DEMPSEY, Amy. Estilos, Escolas e Movimentos. Trad. de Carlos Eugênio Marcondes de Moura. São Paulo: Cosac Naify, 2003. • FIELL, Charlotte and Peter. Design do Século XX. Köln: Taschen, 1999. • FIELL, Charlotte and Peter. Design de A-Z. Köln: Taschen, 2001. • NOBLET, Jocelyn de. Industrial Design, Reflection of a Century. Paris: Flammarion/APCI, 1993. • SPARKE, Penny. An Introduction to Design and Culture in the Twentieth Century. London: Unwin Hyman, 1989. • http://en.wikipedia.org/wiki/ Exposition_Internationale_des_Arts_Décoratifs_et_Industriels_Modernes 9ª Aula Prova http://en.wikipedia.org/wiki/Exposition_Internationale_des_Arts_D http://en.wikipedia.org/wiki/Exposition_Internationale_des_Arts_D http://en.wikipedia.org/wiki/Exposition_Internationale_des_Arts_D http://en.wikipedia.org/wiki/Exposition_Internationale_des_Arts_D 10ª Aula O Streamform/ Streamline: o Design da Aerodinâmica . O estilo dura de 1930 até meados dos anos 50, e vai manifestar-se principalmente nos meios de transporte e eletrodomésticos. Durante a década de 30, o Streamform convive com o Art Deco, que se manifesta na arquitetura, interiores, mobiliário. • EUA, outubro de 1929: quebra da bolsa de valores de NY. • Início da Grande Depressão: 25% de desemprego. • Pior crise econômica da história americana: causada por especulação desenfreada. • A crise dura toda a década de 30: sua solução definitiva só vem com a 2a Guerra Mundial(1939-45). • 29 de outubro de 1929: “3a feira negra” • Prejuízo da bolsa de valores de Nova Iorque no fim do dia: 30 bilhões de dólares New Deal . Durante toda a década, planos econômicos se sucederão na tentativa de restaurar a economia. O New Deal pretendia também restaurar confiança dos americanos em si próprios e no país. O governo vai investir na melhoria dos serviços públicos, principalmente transportes: trens e ônibus serão reestilizados, seguindo a forma aerodinâmica. Os 3 “Rs”, lema do New Deal: “relief, recovery, reform”. National Recovery Act: regulava a indústria e controlava os preços dos produtos. Automaticamente, as indústrias precisam diferenciar sua produção a fim de melhorar as vendas. A inspiração na aerodinâmica dota os produtos de uma dimensão simbólica: o objeto estático, mas de formas aerodinâmicas, passa a simbolizar o futuro, a modernidade, uma crença na superação das dificuldades econômicas e na formação de um país melhor. STYLING: modificação feita na aparência de um produto, com o intuito de aumento de vendas. Pode ser ou não acompanhada por inovação tecnológica. O Streamline promete, em suas formas, um mundo futuro de sonhos e bem-estar material. O estilo será divulgado mundialmente na Feira Internacional de Nova Iorque, em 1939. Fontes Consultadas: • BAILEY, Stephen And CONRAN, Terence. Design: Intelligence Made Visible. London: Conran Octopus, 2007. • BYARS, Mel. Enciclopédia do Design. Porto Alegre: Unisinos, 2008. • HANKS, David A. and HOY, Anne. American Streamlined Design: the World of Tomorrow. Paris: Flammarion, 2005. • Les Bons Génies de la Vie Doméstique. Paris: Centre Pompidou, 2001. • LOEWY, Raymond. Industrial Design. London: Lawrence King, 2000. • NOBLET, Jocelyn de. Industrial Design, Reflection of a Century. Paris: Flammarion/APCI, 1993. • SCHNEIDER, Beat. Design no Contexto Social, Cultural e Econômico. São Paulo: Blücher, 2010. • SPARKE, Penny. An Introduction to Design and Culture in the Twentieth Century. London: Unwin Hyman, 1989. • http://www.raymondloewy.com/ • http://www.ndmoa.com/WalterDorwinTeague.html • http://www.hda.net/ http://www.raymondloewy.com http://www.raymondloewy.com http://www.ndmoa.com/WalterDorwinTeague.html http://www.ndmoa.com/WalterDorwinTeague.html http://www.hda.net http://www.hda.net 11ª Aula: A Feira de Nova Iorque de 1939: “O Amanhã é Hoje” . Feita para demonstrar o poderioda indústria norte-americana. . Montada em New Jersey, a feira começou em abril de 1939 e terminou no fim do verão de 1940. . A feira foi internacional, mas as companhias americanas é que foram o destaque. . Ajudou a estabelecer o Streamlining nos EUA. . Durante a guerra, há um incentivo do governo americano para que as mulheres exerçam profissões “masculinas”. . Pós-guerra: as mulheres são incentivadas a voltar para casa e ceder seus postos de trabalho para os homens. . Após 1945: os eletrodomésticos passam a ter formas inspiradas no desenho dos carros: utilizam tinta automotiva e a mesma cartela de cores. Os logotipos também são inspirados nos logotipos dos carros: a casa vira o mundo de amanhã. Os Quatro Maiores Designers do Streamform Raymond Loewy 1893-1986 . Considerado o maior designer do século XX; .sua convicção de que um bom design agregava valor a um produto foi fundamental para que as indústrias entendessem o papel de um designer. . Inventou o limiar “MAYA”-Most Advanced Yet Acceptable1: traça os limites de criação para o designer. . Clientes: Coca-Cola, Studbaker, Exxon, Shell, Greyhound, entre outras. 1 Ao pé da letra: avançado, mas aceitável Norman Bel Geddes 1893-1958 . Desenhista, cenógrafo, arquiteto, designer de produto. . Desenhou as cidades cenográficas da GM na Feira de NY em 1939. “Nós vivemos e trabalhamos sob pressão, com um tremendo gasto de energia. Nós sentimos que a vida, em nossa época, é mais urgente, complexa e discordante do que jamais foi.” Norman Bel Geddes, Horizons, 1932. Walter Dorwin Teague 1883- 1960 . Estudou artes plásticas e trabalhou com publicidade; . Começou a trabalhar com desenho industrial depois de visitar a Exposição de Artes Decorativas de Paris em 1925, seu primeiro contato com o estilo moderno. . Apesar de ter desenhado inúmeros produtos, seu trabalho mais conhecido é a linha de máquinas fotográficas que fez para a Kodak. Henry Dreyfuss 1904-1972 . Cenógrafo . Vitrinista. . Designer de embalagens . Desenhista industrial . Seu livro “The Measure of Men” será a base dos grandes livros de ergonomia do século XX. Fontes consultadas: • BAILEY, Stephen And CONRAN, Terence. Design: Intelligence Made Visible. London: Conran Octopus, 2007. • BYARS, Mel. Enciclopédia do Design. Porto Alegre: Unisinos, 2008. • HANKS, David A. and HOY, Anne. American Streamlined Design: the World of Tomorrow. Paris: Flammarion, 2005. • LOEWY, Raymond. Industrial Design. London: Lawrence King, 2000. • NOBLET, Jocelyn de. Industrial Design, Reflection of a Century. Paris: Flammarion/APCI, 1993. • SCHNEIDER, Beat. Design no Contexto Social, Cultural e Econômico. São Paulo: Blücher, 2010. • SPARKE, Penny. An Introduction to Design and Culture in the Twentieth Century. London: Unwin Hyman, 1989. • http://www.raymondloewy.com/ • http://www.ndmoa.com/WalterDorwinTeague.html • http://www.hda.net/ O Design Gráfico da era Streamform .Os desenhos serão mais realistas; . Fontes: cursivas ou em itálico. Haddon Sundblom, 1899-1976 A Coca-Cola contrata Sundblom para fazer a campanha de Natal de 1931. O ilustrador inspirou- se em um poema de Clement Clark Moore, “Uma Visita de São Nicolau”, em que o papai Noel é descrito como um homem de aparência bonachona e feliz. Sundbloom vai influenciar o trabalho de Gil Elvgreen(1914-1980) Norman Rockwell 1894-1978 http://www.raymondloewy.com http://www.raymondloewy.com http://www.ndmoa.com/WalterDorwinTeague.html http://www.ndmoa.com/WalterDorwinTeague.html http://www.hda.net http://www.hda.net . Faz as capas da revista de sábado do jornal The Evening Post: A Saturday Evening Post. . Vai trabalhar para o jornal durante 47 anos, fazendo 322 capas. 12ª Aula O Design Automobilístico no Streamform . Tatra .Chrysler Airflow . VW: o carro do povo Cadillacs/ Oldsmobiles: simbolizam o poder e o bem-estar econômico dos EUA do pós-guerra. Os anos 50 vão ser uma década de crescimento econômico e prosperidade em todo o mundo. O Streamform vai dos anos 30 até meados da década de 50, quando começa a ser duramente criticado por aqueles que seguiam o modernismo racionalista(Bauhaus, Instituto de Chicago, Ulm). Porém, instaurou práticas que foram aos poucos incorporadas ao desenvolvimento de um projeto de design. 1. Compreensão, por parte da indústria, da importância do design como fator que agrega valor ao produto. 2. O styling passa a ser uma ferramenta necessária à sobrevida de um produto. 3. Designers compreendem a necessidade de trabalhar formas que agradem o consumidor: apelo popular. 4. Indústrias passam a aliar design e marketing na disputa pelo mercado. Design Retro • Inicia-se na 2.a metade dos anos 90. • Tal como o Streamform, manifesta-se principalmente na área automobilística, eletrodomésticos e eletro-eletrônicos. • Volta dos cromados e laqueados. Justificativas: 1. Cansaço com o Minimalismo que dominou o design no princípio da década de 90; 2. nostalgia de fim de milênio; 3. Onda historicista que começou no fim dos anos 80; 4. desencanto e medo em relação ao futuro(crises econômicas, destruição do meio ambiente, mau uso da tecnologia, medo de guerras e ataques terroristas). Alguns filmes de Hollywood retratam esta atmosfera de tensão: A Soma de Todos os Medos, Minority Report, Inteligência Artificial. Fontes Consultadas: • HANKS, David A. and HOY, Anne. American Streamlined Design: the World of Tomorrow. Paris: Flammarion, 2005. • NOBLET, Jocelyn de. Industrial Design, Reflection of a Century. Paris: Flammarion/APCI, 1993. • SCHNEIDER, Beat. Design no Contexto Social, Cultural e Econômico. São Paulo: Blücher, 2010. • SPARKE, Penny. An Introduction to Design and Culture in the Twentieth Century. London: Unwin Hyman, 1989. • http://www.nrm.org/ • http://people.westminstercollege.edu/staff/bknorr/html/history.htm http://www.nrm.org http://www.nrm.org http://people.westminstercollege.edu/staff/bknorr/html/history.htm http://people.westminstercollege.edu/staff/bknorr/html/history.htm 13ª Aula O Modernismo nos Anos 50 O Modernismo apresentará duas vertentes nos anos 50: 1. O Neofuncionalismo(Alemanha, EUA) 2. O Modernismo Orgânico(Países Escandinavos, EUA) O Modernismo nos EUA: a influência da Bauhaus Chicago, 1937: fundada a New Bauhaus School. Renomeada Institute of Design em 1944; Diretor: László Moholy-Nagy. North Carolina: Black Mountain College/ Josef e Anni Albers serão professores nesta escola por 16 anos. Marcel Breuer e Walter Gropius vão dar aulas na Harvard Design School. Mies van der Rohe vai ser diretor do Instituto de Arquitetura do MIT, em Chicago. Vai projetar um dos mais importantes arranha-céus de Nova Iorque: o Seagram Building. Florence Knoll, 1917: Aluna de Mies, obtém as licenças de reprodução e passa a comercializar móveis da Bauhaus nos EUA. Nos anos 50, o Modernismo cresce nos EUA, ao mesmo tempo que o Streamform se torna popular mundialmente. Porém, no ambiente acadêmico americano, cresce uma repulsa ao Streamform, considerado um estilo fútil, preocupado apenas com a aparência dos objetos. Designers que concebem objetos com as características do Streamform vão ser tachados de mercantilistas, preocupados apenas com a venda final do produto. Marcel Breuer, Walter Gropius e Mies van der Rohe. O trabalho deles vai se tornar uma referência para os críticos do Streamform. O Neofuncionalismo Nos EUA, os ex-dirigentes da Bauhaus ajudam a propagar o funcionalismo, agora conhecido como Neofuncionalismo. Através de exposições itinerantes feitas pelo MoMA(Museu de Arte Moderna de NY), divulgam a idéia da Boa Forma: a forma funcional, perene, limpa de ornamentos, prática. O Neofuncionalismo é divulgado, na Europa, pela Escola de ULM. A Escola de Design de ULM 1953-1968 A Escoila de Ulm Foi idealizada por Inge Scholl, que queria homenagear o casal de irmãos, Hans e Sophie Scholl, mortos pela polícia nazista em 1943. . Hans e Sophiefundaram a Irmandade Rosa Branca em 1941; . Propagandearam a resistência passiva ao governo hitlerista. . Foram presos em 1943. . Levados a julgamento, foram considerados culpados e executados horas depois. A Escola de Ulm era financiada por: . a fundação montada por Inge scholl e Otl Aicher; . o Alto Comissariado Americano, responsável pela Alemanha; . o programa Norueguês de ajuda à Europa; o diretório de finanças da Alemanha Ocidental. Os alunos eram treinados em cinco áreas: desenho industrial, comunicação visual, edificações, informação e filme. Método Racionalidade Lógica Técnica Devido a vários conflitos internos, a escola foi perdendo o apoio de suas fontes. Houve redução do quadro de professores e disciplinas. Em fins de 1968, sob protestos dos estudantes, a escola fecha: todos os recursos financeiros tinham sido cortados. 14ª Aula A Braun Company Hans Gugelot Dieter Rams “Eletrodomésticos devem ser como mordomos silenciosos” O bom design é inovador O bom design faz um produto útil O bom design é estético O bom design ajuda um produto a ser compreendido O bom design é não obtrusivo O bom design é honesto O bom design é durável O bom design se preocupa com o meio ambiente O bom design é tão pouco design quanto possível Fontes Consultadas: • BYARS, Mel. Enciclopédia do Design. Porto Alegre: Unisinos, 2008. • HANKS, David A. and HOY, Anne. American Streamlined Design: the World of Tomorrow. Paris: Flammarion, 2005. • NOBLET, Jocelyn de. Industrial Design, Reflection of a Century. Paris: Flammarion/APCI, 1993. • SCHNEIDER, Beat. Design no Contexto Social, Cultural e Econômico. São Paulo: Blücher, 2010. • SPARKE, Penny. An Introduction to Design and Culture in the Twentieth Century. London: Unwin Hyman, 1989. • http://www.ifa.de/en/exhibitions/exhibitions-abroad/design/ulmermodelle/school-of- design/ • http://www.braun.com/ 15ª Aula http://www.ifa.de/en/exhibitions/exhibitions-abroad/design/ulmermodelle/school-of-design/ http://www.ifa.de/en/exhibitions/exhibitions-abroad/design/ulmermodelle/school-of-design/ http://www.ifa.de/en/exhibitions/exhibitions-abroad/design/ulmermodelle/school-of-design/ http://www.ifa.de/en/exhibitions/exhibitions-abroad/design/ulmermodelle/school-of-design/ http://www.braun.com http://www.braun.com O Modernismo Orgânico: o design Escandinavo A imagem Escandinava através do design • A imagem cultural nórdica através dos objetos começou a se formar em 1888, na Exposição de Indústria e Arte de Copenhagen. • Nos anos 50, um número de jovens talentos ajudam a moldar esta imagem. • A exposição “Design na Escandinávia” faz um tour de três anos pelos EUA, promovendo a imagem do estilo de vida dos países nórdicos. Mobiliário Tendência à forma orgânica: influência da tradição artesanal. . Uso de madeiras claras . Simplicidade formal Alvar Aalto: arquiteto, designer Finlândia 1898-1976 Hans Wegner, moveleiro Dinamarca 1914-2007 Eero Saarinen: arquiteto, designer Finlândia 1910-61 Arne Jacobsen: arquiteto, designer Dinamarca 1902-71 Poul Kjaerholm: designer Dinamarca 1929-1980 Produto . forma orgânica inspirada no artesanato escandinavo . mix de materiais naturais(madeira, pedra, vidro), com materiais industriais. Timo Sarpaneva(1926-2006): designer, escultor, professor Finlândia Tapio Wirkkala(1915-85): designer e escultor Finlândia O Modernismo orgânico nos EUA: a influência escandinava Charles(1907-1978 ) e Ray Eames (1912-1988) Fontes Consultadas: • BYARS, Mel. Enciclopédia do Design. Porto Alegre: Unisinos, 2008. • FIELL, Charlotte and Peter. Diseño Escandinavo. Köln: Taschen, 2002. • NOBLET, Jocelyn de. Industrial Design, Reflection of a Century. Paris: Flammarion/APCI, 1993. • SCHNEIDER, Beat. Design no Contexto Social, Cultural e Econômico. São Paulo: Blücher, 2010. • SPARKE, Penny. An Introduction to Design and Culture in the Twentieth Century. London: Unwin Hyman, 1989. • _________, Penny. A Century of Design. London: Reed Consumer Books, 1998. • http://www.scandinaviandesign.com/ • http://www.eamesgallery.com/ http://www.scandinaviandesign.com http://www.scandinaviandesign.com http://www.eamesgallery.com http://www.eamesgallery.com 16ª Aula Prova Individual 17ª Aula Apresentação de trabalhos 18ª Aula Atendimento