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@profalinepacheco
APOSTILA - PRÁTICAS DE
LABORATÓRIO
VIDRARIAS 
APOSTILA - PRÁTICAS DE
LABORATÓRIO
VIDRARIAS 
Bem-vindos
Graduação • Ciências Agrárias • Ciências
Biológicas • Ciências da Saúde
Reconhecer as principais vidrarias utilizadas em laboratório.
Classificar vidrarias segundo sua função e grau de precisão.
Selecionar a vidraria adequada para medir, transferir, preparar
ou conter soluções.
Diferenciar vidrarias volumétricas de vidrarias de uso geral.
Executar princípios básicos de lavagem, enxágue, secagem e
armazenamento.
Distinguir limpeza, desinfecção, esterilização e assepsia.
Identificar erros comuns que comprometem a qualidade das
análises.
Objetivo:
Apresentação
As vidrarias são instrumentos fundamentais para o preparo,
transferência, medição, aquecimento, reação e
armazenamento de substâncias em laboratório. Conhecer
suas características e limitações é essencial para trabalhar
com segurança e obter resultados confiáveis.
Esta apostila foi elaborada para estudantes de graduação e o
foco não é apenas reconhecer o nome de cada peça, mas
compreender por que determinada vidraria deve ser
escolhida, qual nível de precisão ela oferece e como deve ser
higienizada, esterilizada e armazenada.
As rotinas de limpeza e esterilização podem variar conforme
o material utilizado, o tipo de contaminante, o fabricante e o
objetivo do procedimento. Em atividades com risco biológico
ou químico, devem prevalecer os POPs (Procedimentos
Operacionais Padrão), normas institucionais e orientações de
segurança.
O QUE É UMA
VIDRARIA?
Vidraria é o conjunto de recipientes e instrumentos de
laboratório fabricados principalmente em vidro, especialmente
vidros borossilicatos, escolhidos por apresentarem boa
resistência química e térmica. 
Nem todo material de laboratório é uma vidraria: micropipetas,
ponteiras, tubos plásticos, espátulas e equipamentos possuem
outras classificações. SCAN
HERE
2.1 Quanto à função
Grupo
funcional Exemplos Finalidade
principal
Recipientes e
contenção
Béquer, erlenmeyer,
frasco de reagente
Conter, misturar ou
armazenar materiais.
Medição de volume Proveta, pipetas,
balão volumétrico
Medir, transferir ou
preparar volumes.
Transferência
Pipeta graduada,
pipeta volumétrica,
Pasteur
Transferir líquidos.
Reação e
aquecimento
Tubo de ensaio, balão
de fundo redondo
Realizar reações e
processos térmicos.
Filtração e separação Funil de vidro, funil
de Büchner
Filtrar ou auxiliar
separações.
Evaporação Cápsula de porcelana,
vidro de relógio
Evaporar, cobrir ou
acompanhar processos;
nem todos são vidraria.
2. COMO PODEMOS
CLASSIFICAR AS VIDRARIAS?
2. COMO PODEMOS
CLASSIFICAR AS VIDRARIAS?
2.2 Quanto à precisão volumétrica
Maior adequação para Vidrarias Observação
Medições aproximadas Béquer,
erlenmeyer
As graduações,
quando presentes,
são indicativas.
Medições
intermediárias
Proveta, pipeta
graduada
Permitem leitura
graduada; a precisão
depende do modelo e
da técnica.
Medições/preparações
precisas
Balão volumétrico,
pipeta
volumétrica
São vidrarias
volumétricas e
devem ser usadas
conforme sua
calibração.
Uma distinça�o fundamental e� entre vidrarias de uso geral e vidrarias
volume� tricas. Be�queres e erlenmeyers podem apresentar marcaço� es de volume,
mas essas marcaço� es geralmente sa�o aproximadas e na�o devem ser usadas
quando e� necessa� ria alta exatida�o. Balo� es volume� tricos e pipetas volume� tricas
sa�o calibrados para finalidades volume� tricas espec��ficas.
3. Principais vidrarias3. Principais vidrarias
Recipiente cilíndrico, geralmente com bico de despejo.
Para que serve: Dissolver e misturar substâncias, preparar soluções de
forma não volumetricamente precisa, aquecer líquidos e realizar
procedimentos gerais.
Cuidados: Não utilizar a graduação do béquer para preparar volumes
exatos. Ao aquecer, observar compatibilidade do vidro com choque
térmico.
Béquer
Erlenmeyer
Frasco de corpo cônico e gargalo estreito.
Para que serve: Misturar soluções, realizar reações, titulações,
incubação/agitação e reduzir respingos durante movimentos circulares.
Cuidados: O formato favorece mistura e reduz derramamentos, mas não
transforma o frasco em instrumento volumétrico de alta precisão.
3. Principais vidrarias3. Principais vidrarias
Cilindro graduado, geralmente com base e bico ou sistema de
despejo.
Para que serve: Medir volumes de líquidos com precisão
maior que a de béqueres e erlenmeyers, quando a aplicação
não exige a precisão de uma pipeta ou balão volumétrico.
Cuidados: Fazer a leitura no nível adequado do menisco e
manter a proveta em superfície estável.
Proveta
Balão volumétrico
Frasco com fundo geralmente plano, corpo arredondado e
gargalo estreito contendo uma marca de aferição.
Para que serve: Preparar soluções em volume definido e
realizar diluições.
Cuidados: Não é indicado para aquecimento. A leitura deve
ser feita com o menisco alinhado à marca de aferição,
respeitando a temperatura de calibração.
3. Principais vidrarias3. Principais vidrarias
Pipeta com bulbo de expansão e uma marca de aferição,
destinada a um volume específico.
Para que serve: Transferir um volume fixo com alta precisão
relativa.
Cuidados: Usar dispositivo apropriado de pipetagem. Nunca
pipetar por sucção oral. Respeitar a indicação de calibração da
pipeta.
Pipeta volumétrica
Pipeta graduada
Pipeta com escala ao longo do corpo.
Para que serve: Transferir diferentes volumes dentro da faixa
da pipeta.
Cuidados: A leitura e a técnica de dispensação devem seguir a
classe e a especificação do fabricante.
3. Principais vidrarias3. Principais vidrarias
Tubo estreito para transferência de pequenas quantidades,
com pera ou bulbo.
Para que serve: Transferências gota a gota e procedimentos
em que o volume exato não é crítico.
Cuidados: Não deve ser tratada como instrumento de medição
volumétrica precisa.
Pipeta Pasteur / conta-gotas
Bureta
É um tubo cilíndrico longo. Possui uma escala graduada
milimétrica ao longo do corpo e uma torneira reguladora na
extremidade inferior.
Para que serve: Sua principal função é medir e transferir
volumes de líquidos com altíssima precisão, gota a gota. É a
vidraria indispensável para a realização de titulações.
Cuidados: A leitura e a técnica de dispensação devem seguir a
classe e a especificação do fabricante.
3. Principais vidrarias3. Principais vidrarias
Pequeno tubo cilíndrico, geralmente de fundo arredondado.
Para que serve: Reações em pequena escala, aquecimento,
testes qualitativos e armazenamento temporário de amostras.
Cuidados: Ao aquecer, manter o tubo inclinado e nunca
apontado para pessoas.
Tubo de ensaio
Tubo de centrifugação 
Tubo compatível com rotores e procedimentos de
centrifugação, quando especificado pelo fabricante.
Para que serve: Separação de componentes por
centrifugação e processamento de amostras.
Cuidados: Nunca usar um tubo em centrífuga sem verificar
se é apropriado para o equipamento e para a rotação
utilizada.
3. Principais vidrarias3. Principais vidrarias
Balão com fundo esférico, utilizado com suportes adequados.
Para que serve: Reações sob aquecimento, refluxo, destilação
e outros processos de química experimental.
Cuidados: Exige suporte adequado. O aquecimento deve ser
controlado e o vidro inspecionado antes do uso.
Balão de fundo redondo
Balão de destilação
Balão adaptado para processos de destilação, com saída
lateral ou conexão apropriada.
Para que serve: Destilação e separação de componentes
voláteis.
Cuidados: Usar montagem compatível, conexões seguras e
controle de aquecimento.
Funil cônico com haste.
Para que serve: Transferir líquidos e realizar filtração por
gravidade com papel de filtro.
Cuidados: A escolha do papel e o posicionamento do filtro
influenciam a eficiência da filtração.
Funil de vidro
3. Principais vidrarias3. Principais vidrarias
Funil de separação
Recipiente de corpo geralmente peraiforme, com torneira e
tampa.
Para que serve: Separar líquidos imiscíveis por diferença de
densidade e realizar extrações líquido-líquido.
Cuidados:Verificar vedação e funcionamento da torneira.
Durante extrações, controlar a pressão conforme o POP do
laboratório.
Disco de vidro côncavo.
Para que serve: Cobrir recipientes, apoiar pequenas
quantidades de sólidos e favorecer evaporação em pequena
escala.
Cuidados: Pode quebrar por choque térmico; evitar mudanças
bruscas de temperatura.
Vidro de relógio
3. Principais vidrarias3. Principais vidrarias
Bastão de vidro
Haste maciça de vidro.
Para que serve: Auxiliar na agitação e no direcionamento
de líquidos durante transferências.
Cuidados: Usar com cuidado para evitar quebraduras e
acidentes por corte.
Frasco com tampa ou sistema de fechamento adequado.
Para que serve: Armazenar reagentes e soluções
compatíveis com o vidro.
Cuidados: Identificar corretamente o conteúdo,
concentração, data e demais informações exigidas pelo
laboratório.
Frasco reagente de vidro
4. COMO ESCOLHER A VIDRARIA
CORRETA?
A escolha deve começar pela pergunta: qual é a função do procedimento?
MEDIR UM VOLUME
APROXIMADO/INTERMEDIÁRIO
REALIZAR REAÇÃO EM
PEQUENA ESCALA
DISSOLVER OU
MISTURAR
SEPARAR LÍQUIDOS
IMISCÍVEIS
Balão volumétrico
PREPARAR UMA SOLUÇÃO
EM VOLUME EXATO
TRANSFERIR UM VOLUME
FIXO COM ALTA PRECISÃO
Evite: Béquer ou erlenmeyer
graduado
Pipeta volumétrica
Evite: Béquer ou erlenmeyer
graduado
Proveta
Evite: Béquer ou erlenmeyer
graduado
Evite: Recipiente inadequado
ao aquecimento
Béquer ou erlenmeyer 
Evite: Balão volumétrico
Tubo de ensaio Funil de separação
Evite: Proveta ou funil simples
REALIZAR FILTRAÇÃO
POR GRAVIDADE
Funil de vidro + papel de filtro
Evite: Pipeta como sistema de
filtração
5. LEITURA DE VOLUME: 
MENISCO E PARALAXE
A leitura do volume deve ser feita com os olhos posicionados aproximadamente no
mesmo nível da marcação, reduzindo o erro de paralaxe. 
Mantenha a vidraria em posição adequada e estável.
Aproxime o olhar ao nível da marca.
Para líquidos que formam menisco côncavo, como a água, a leitura é feita
normalmente na parte inferior do menisco.
Para líquidos como o mercúrio que forma o menisco convexo, a leitura
deve ser feita pela parte superior.
MENISCO: é a curvatura que a superfície de um líquido faz
quando é colocado dentro de uma vidraria de laboratório.
PARALAXE: é a distorção na leitura que acontece quando
você olha para essa marcação de um ângulo errado
Limpeza significa remover sujeira, resíduos e matéria orgânica/inorgânica da superfície.
Ela não é sinônimo de esterilização. Uma vidraria pode estar visualmente limpa e ainda
conter microrganismos viáveis.
6. LIMPEZA DAS VIDRARIAS
6.1 Sequência geral de lavagem
Separar as vidrarias conforme o tipo de resíduo e o risco associado.
Quando aplicável, realizar pré-enxágue ou tratamento do resíduo de acordo com o POP.
Lavar com água e detergente apropriado, utilizando escova compatível com o formato
da vidraria.
Enxaguar abundantemente para remover detergente.
Quando o procedimento exigir, realizar enxágue final com água de qualidade adequada
ao uso.
Inspecionar visualmente contra luz: não devem permanecer manchas, partículas,
espuma ou resíduos.
Secar conforme o tipo de vidraria e o procedimento: drenagem, escorredor, estufa
apropriada ou outro método validado.
6.2 Como saber se a vidraria foi bem lavada?
Além da inspeção visual, um indício clássico de limpeza adequada em vidrarias
destinadas a soluções aquosas é o comportamento uniforme da água na superfície, sem
formação persistente de gotículas isoladas por resíduos hidrofóbicos. Em aplicações
críticas, podem ser necessários métodos de verificação definidos pelo laboratório.
7. ESTERILIZAÇÃO, DESINFECÇÃO
E ASSEPSIA
Termo O que significa Exemplo
Limpeza Remoção de sujeira e
resíduos.
Lavagem com
detergente e enxágue.
Desinfecção
Redução/inativação
de microrganismos
em nível definido
pelo método.
Uso de agente químico
apropriado, quando
validado.
Esterilização
Processo destinado
a eliminar todas as
formas de vida
microbiana,
incluindo esporos,
dentro dos
parâmetros do
método.
Autoclavação
validada.
Assepsia
Conjunto de
práticas para evitar
introdução de
contaminantes.
Manipulação de
material esterilizado
com técnica
adequada.
7.1 Autoclave
A autoclave utiliza vapor sob pressão para esterilização. Vidrarias de
vidro borossilicato compatíveis podem ser autoclavadas quando o
fabricante e o procedimento institucional permitirem.
Verificar se a vidraria é apropriada para autoclavagem.
Não fechar recipientes de modo que impeçam a equalização de
pressão.
Evitar sobrecarregar a câmara e permitir circulação adequada do
vapor.
Utilizar ciclo validado para o tipo de carga.
Aguardar condições seguras de temperatura e pressão antes de abrir
o equipamento.
Usar proteção adequada para retirar materiais quentes.
7. ESTERILIZAÇÃO, DESINFECÇÃO
E ASSEPSIA
7.2 Estufa de esterilização / calor seco
O calor seco pode ser utilizado para materiais compatíveis, em ciclos
definidos e validados pelo laboratório. Tempo e temperatura não
devem ser escolhidos de forma arbitrária: dependem do equipamento,
da carga e do método.
Armazenar somente vidrarias limpas, secas e íntegras.
Guardar de forma que não fiquem submetidas a pressão,
torção ou empilhamento inseguro.
Proteger peças com partes delicadas, como pipetas e
vidrarias de paredes finas.
Evitar guardar vidrarias ainda quentes em locais frios ou
úmidos.
Manter tampas, rolhas e acessórios associados quando
necessário.
Vidrarias esterilizadas devem permanecer em
embalagem/condição que preserve a esterilidade até o uso.
Retirar imediatamente de circulação peças trincadas,
lascadas ou com danos estruturais.
8. ARMAZENAMENTO
Use jaleco, calçado fechado e os EPIs exigidos pelo
laboratório.
Nunca pipete com a boca.
Inspecione vidrarias antes do uso, especialmente após
aquecimento, centrifugação ou autoclavagem.
Nunca force tubos, tampas ou conexões de vidro.
Ao inserir tubos de vidro em rolhas, utilize técnica que
reduza o risco de quebra e perfuração.
Não aqueça recipientes fechados.
Use pinças, suportes e luvas térmicas apropriadas quando
houver risco térmico.
Descarte vidro quebrado em recipiente próprio; não o
coloque diretamente no lixo comum.
Resíduos químicos e biológicos devem seguir os
procedimentos institucionais de descarte.
9. CUIDADOS DE SEGURANÇA
Erro Por que é um
problema? Como corrigir
Usar béquer para medir
volume exato
A graduação é geralmente
aproximada.
Escolher vidraria
volumétrica adequada.
Ler o volume de cima Introduz erro de paralaxe. Posicionar os olhos no
nível da marca.
Confundir limpeza com
esterilização
Material visualmente
limpo pode conter
microrganismos.
Aplicar o processo
adequado ao objetivo.
Guardar vidraria molhada
sem necessidade
Favorece contaminação e
interfere em determinados
procedimentos.
Secar conforme o POP.
Aquecer balão volumétrico Pode alterar volume e
danificar a calibração.
Usar recipiente adequado
ao aquecimento.
Usar vidro trincado Pode romper durante uso
ou aquecimento. Retirar de circulação.
Usar pipeta sem dispositivo
de pipetagem Risco químico e biológico. Usar propipeta ou
equipamento apropriado.
Esterilizar sem validar o
ciclo
Pode gerar falsa segurança
microbiológica.
Seguir ciclo e controle
definidos pelo laboratório.
10. ERROS COMUNS
11. QUADRO-RESUMO PARA
CONSULTA RÁPIDA
Vidraria Função principal Precisão
volumétrica Pode aquecer?*
Béquer Conter, dissolver,
misturar Baixa/aproximada Sim, se apropriado
Erlenmeyer Misturar, reagir,
titular Baixa/aproximada Sim, se apropriado
Proveta Medir volume Intermediária Não é a finalidade
principal
Balão volumétrico Preparar volume
definido
Alta para sua
finalidade Não
Pipeta volumétrica Transferir volume
fixo
Alta para sua
finalidade Não
Pipeta graduada Transferir volumes
variados
Graduada; depende
da classe Não
Pasteur Transferir gotas Não volumétrica Não
Tubo de ensaio Reações em pequena
escala Não volumétrica Sim, se próprio
Balão de fundo
redondo
Reação/refluxo/desti
lação Não volumétrica Sim, com montagem
adequada
Funil de vidro Transferência/filtração Não volumétrica Não
Funil de separação Separação líquido-
líquido Não volumétrica Não
Está limpa?
Está seca, quando o procedimento exige?
Está íntegra, sem trincas, lascas ou riscos críticos?
É adequada para o reagente utilizado?
É adequada à temperatura do procedimento?
É a vidraria correta para o nível de precisão necessário?
A graduação/calibração é compatível com o objetivo?
O procedimento exige esterilização ou apenas
limpeza/desinfecção?
O material foi armazenado de forma adequada?
12. CHECKLIST ANTES DE USAR UMA
VIDRARIA
13. GLOSSÁRIO ESSENCIAL
Termo Definição
Aferição
Processo de ajustar/estabelecer uma
referência de volume ou medida
conforme uma marca ou calibração.
Calibração
Determinação da relação entre o valor
indicado por um instrumento e um valor
de referência, conforme procedimento
metrológico.
Menisco
Curvatura observada na superfície de
um líquido em contato com a parede do
recipiente.
Precisão Grau de concordância entre resultados
de medições repetidas.
Exatidão Grau de concordância entre o resultado
medido e o valor de referência.
POP
Procedimento Operacional Padrão que
descreve uma rotina de forma
padronizada.
Choque térmico Ruptura ou dano causado por variação
brusca de temperatura.
CONTATOS
MAIL
WEBSITE
profalinepacheco@gmail.com
www.profalinepacheco.com.br
	APOSTILA - PRÁTICAS DE LABORATÓRIO
	Bem-vindos
	Graduação • Ciências Agrárias • Ciências Biológicas • Ciências da Saúde
	Objetivo:
	O QUE É UMA VIDRARIA?
	2. COMO PODEMOS CLASSIFICAR AS VIDRARIAS?
	2. COMO PODEMOS CLASSIFICAR AS VIDRARIAS?
	3. Principais vidrarias
	Béquer
	Erlenmeyer
	3. Principais vidrarias
	Proveta
	Balão volumétrico
	3. Principais vidrarias
	Pipeta volumétrica
	Pipeta graduada
	3. Principais vidrarias
	Pipeta Pasteur / conta-gotas
	Bureta
	3. Principais vidrarias
	Tubo de ensaio
	Tubo de centrifugação
	3. Principais vidrarias
	Balão de fundo redondo
	Balão de destilação
	Funil de vidro
	3. Principais vidrarias
	Funil de separação
	Vidro de relógio
	3. Principais vidrarias
	Bastão de vidro
	Frasco reagente de vidro
	4. COMO ESCOLHER A VIDRARIA CORRETA?
	5. LEITURA DE VOLUME:
	MENISCO E PARALAXE
	6. LIMPEZA DAS VIDRARIAS
	6.1 Sequência geral de lavagem
	6.2 Como saber se a vidraria foi bem lavada?
	7. ESTERILIZAÇÃO, DESINFECÇÃO E ASSEPSIA
	7. ESTERILIZAÇÃO, DESINFECÇÃO E ASSEPSIA
	8. ARMAZENAMENTO
	9. CUIDADOS DE SEGURANÇA
	10. ERROS COMUNS
	11. QUADRO-RESUMO PARA CONSULTA RÁPIDA
	12. CHECKLIST ANTES DE USAR UMA VIDRARIA
	13. GLOSSÁRIO ESSENCIAL
	CONTATOS
	MAIL
	WEBSITE

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