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Priscila Gois Vieira A TECNOLOGIA ASSISTIVA E A APRENDIZAGEM DOS ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA São Bernardo do Campo/SP 2026 Priscila Gois Vieira A TECNOLOGIA ASSISTIVA E A APRENDIZAGEM DOS ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) Projeto de Pesquisa apresentado como exigência da disciplina Projeto de Pesquisa em Educação DGT:0293. Professor(a) Orientador(a): Marilia Cammarosano. São Bernardo do Campo/SP 2026 SUMÁRIO2 INTRODUÇÃO 4 Tecnologia Assistiva e Aprendizagem dos Alunos com Espectro Autista (TEA) 5 Contextualização do problema 5 Hipóteses 6 Objetivos Gerais e Específicos 7 Justificativa 9 REVISÃO DE LITERATURA 9 METODOLOGIA 10 BIBLIOGRAFIA 10 1. INTRODUÇÃO O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição com características específicas do neurodesenvolvimento, que se manifesta antes dos 36 meses de vida, caracterizada por déficits persistentes nas habilidades de comunicação e interação social, juntamente com padrões de comportamento, interesses ou atividades restritos e/ou repetitivos. Indivíduos com TEA apresentam um perfil funcional e cognitivo altamente variável, sendo considerada pelos profissionais de saúde mental infantil e demais profissionais devidamente habilitados em suas respectivas áreas como também no campo da educação, como uma das questões mais desafiadoras em termos de intervenção (APA, 2023). O TEA, conhecido como Autismo, passou por uma significativa evolução desde sua primeira descrição até a nomenclatura atual. Essa mudança reflete a crescente compreensão da complexa natureza dessa síndrome neurocomportamental, que afeta a comunicação, o desenvolvimento social e cognitivo, e o comportamento de maneira única, desafiando e inspirando cientistas, educadores e famílias ao redor do mundo. Estima-se que há 1:100 (um para cada cem) crianças com autismo no mundo (Zeidan et al., 2022), 1:36 (um para cada trinta e seis) nos EUA (Maenner et al., 2021) e maior incidência em meninos do que em meninas, com proporção de cerca de 4 meninos para cada menina (Maenner et al., 2021). Até o momento não existem estimativas confiáveis quanto à prevalência do autismo no Brasil (Freire; Nogueira, 2023). No entanto, o diagnóstico de autismo ainda é subestimado de maneira geral (Christensen et al., 2019; Maenner et al., 2021). Adicionalmente, muitos casos são somente tardiamente identificados (Lupindo; Maw; Shabalala, 2022). As interações em uma escola de ensino regular permitem que algumas barreiras sejam desobstruídas, pois as crianças imitam os colegas, observam as ações de outras crianças, o que permite que esse diagnóstico ganhe outra perspectiva, porque as pessoas aprendem muitas vezes por observar e imitar o outro, principalmente as crianças. A rotina de uma instituição de ensino regular tem esse propósito, a aprendizagem por meio das interações e brincadeiras. Durante as interações e as brincadeiras as crianças acrescentam informações aos seus conhecimentos prévios, havendo assim uma troca espontânea de aprendizagem. No mesmo decreto têm-se o trecho que dispõe acerca de convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência, com a seguinte recomendação “[...] a importância da acessibilidade aos meios físico, social, econômico e cultural, à saúde, à educação e à informação e comunicação, para possibilitar às pessoas com deficiência o pleno gozo de todos os direitos humanos [...]” (BRASIL, 2009). Analisando a citação percebe-se que não é apenas o Sistema Educacional que precisa estar engajado em garantir os direitos das pessoas com deficiência, mas sim toda a sociedade em busca de uma vida de igualdade como os demais cidadãos, porém as escolas seguindo em uma Educação Inclusiva disponibilizará sempre de ambiente adequado, bem como, profissionais capacitados para cada aluno com deficiência. Atualmente existem muitos 10 casos de autismo, em diferentes níveis, porém todos necessitam de uma atenção, um olhar distinto para cada caso, para cada criança ou aluno que faz parte da instituição educativa. Por esse motivo surgiu a curiosidade sobre a Tecnologia assistiva na prática pedagógica com crianças com transtorno do espectro autista a fim de desenvolver uma educação de qualidade, que realmente faça sentido para a vida dessas crianças. De acordo com Soares e Nunes (2020) “A complexidade do referido transtorno e a crescente matrícula do aluno com TEA na rede regular de ensino em todo país justifica a relevância da temática em discussão. 1.1 Tecnologia Assistiva e Aprendizagem dos Alunos com Espectro Autista (TEA) Este artigo buscou em suas pesquisas sanar dúvidas referentes às Tecnologias assistivas na prática pedagógicas com crianças com transtornos do Espectro Autista. Com o intuito de investigar sobre o transtorno, investigou-se sobre educação especial, deficiência, transtorno de Espectro Autista (TEA), assim como tecnologias assistivas que auxiliam no aprendizado de crianças autistas. No embasamento teórico têm-se os fundamentos de distintos autores que nos alicerçaram com relevantes informações sobre as tecnologias assistivas e como a mesma pode ser utilizada pelos autistas. Assim pode-se conhecer que tecnologia assistiva é todo e qualquer recurso que possibilita de uma pessoa desempenhar uma atividade que ela não consegue desempenhar sem auxílio. Referente ao Transtorno do Espectro Autista, explicitou-se algumas possibilidades pedagógicas descobriu-se que as crianças autistas podem realizar propostas pedagógicas e desenvolver o mesmo conceito como as demais crianças, basta utilizar tecnologias assistivas que despertem a sua curiosidade. Na conclusão registrou-se o resultado desta pesquisa, bem como a possibilidade de colocar em prática, na rotina diária da instituição. 1.2 Contextualização do problema Faz parte da rotina do professor buscar sempre por métodos/recursos que instigue a curiosidade das crianças (alunos), porém despertar a curiosidade de uma criança autista às vezes é um grande desafio que os docentes enfrentam diariamente. Almeja-se por respostas positivas em relação ao questionamento presente neste artigo. Sendo assim, a problemática dessa pesquisa foi: Como a tecnologia assistiva pode ser utilizada na prática pedagógica com crianças com transtorno de espectro autista? Para responder a problemática foi elaborado o seguinte objetivo geral: Analisar a tecnologia assistiva na prática pedagógica com crianças com transtorno do espectro autista. Para tanto estabeleceu-se os seguintes objetivos específicos: Identificar quais tipos de tecnologias assistivas extingam a curiosidade das crianças autistas; Verificar como as crianças autistas reagem com propostas direcionadas com tecnologias assistivas; Avaliar as tecnologias assistivas e seus recursos para as crianças com espectro autista. A metodologia utilizada para alcançar as respostas aspirada foi a pesquisa bibliográfica, sendo esta realizada em livros e sites que discorrem sobre o assunto. 1.3 Hipóteses Podem ser consideradas tecnologias assistivas todos os recursos e estratégias que possibilitam uma pessoa com deficiência desempenhar alguma função que ela tenha limitação como por exemplo, recursos que auxiliam na maneira de caminhar, tecnologias que ajudem a segurar o lápis possibilitando que a crianças escrevam, óculos com recursos especiais para aqueles que têm baixa visão e principalmente recursos, métodos, técnicas e tecnologias para estimular o aprendizado das crianças autistas que é o eixo central deste documento. Segundo Biazus e Rieder (2019, p. 4,5 apud Sousa, Jurdib & Silva, 2015): Tecnologia Assistiva (TA) é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidade ou mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. Uma tecnologia assistiva pode ser um recurso simplesutilizado como adaptação de uma proposta pedagógica, assim como o uso de um software sofisticado pode ser um recurso muito útil para determinados casos, mas o método aplicado não deve ser considerado o mais relevante no momento de realizar uma atividade educativa. O melhor recurso é sempre aquele que proporciona o aprendizado para todas as crianças, em especial para as crianças autistas é aquele em que o consectário final foi a essência de todo o trabalho e que o resultado mediante o esforço profissional foi positivo, a criança aprendeu o conceito apresentado e isto é o mais importante no processo. Para todas as deficiências existem algumas tecnologias assistivas adequada a cada necessidade, as crianças autistas devem ter a sua disposição os recursos que elas precisam para desenvolver o seu aprendizado, sabe-se que o nível de autismo pode influenciar na aquisição do conhecimento, porém buscou-se por métodos e recursos que despertam a curiosidade das crianças. Paulo freire (1996, p. 88) nos diz o seguinte sobre a curiosidade: O exercício da curiosidade convoca a imaginação, a intuição, as emoções, a capacidade de conjecturar, de comparar, na busca de perfilização do objeto ou do achado de sua razão de ser. Um ruído, por exemplo, pode provocar minha curiosidade. Observo o espaço onde parece que se está verificando. Aguço o ouvido. Procuro comparar com outro ruído cuja razão de ser já conheço. Investigo melhor o espaço. Admito hipótese várias em torno da possível origem do ruído. Eliminou algumas até que chegou a sua explicação. As crianças autistas são curiosas como todas as demais crianças e este é um ponto positivo, pois podem ser explorados ao utilizar tecnologias assistivas nas instituições de ensino, propostas pedagógicas que estimulem a sua imaginação e intuição em identificar o ruído, ou descobrir como será ao manuseá-lo, a comparação com algum ruídos conhecidos é muito significativo, porém na procura por descobrir se é algo conhecido as criança absorvem conhecimentos na prática, na investigação, no convívio com outras crianças, seguindo uma rotina programada, com objetivos que façam com que as crianças autistas evoluam cognitivamente como todas as crianças da turma. 1.4 Objetivos Gerais e Específicos: Categorias de Tecnologias Assistivas Vida diária e prática: · Objetivo: Facilitar atividades cotidianas, como alimentação, higiene e cuidados pessoais. · Exemplos: Utensílios adaptados, dispositivos para vestir, cadeiras de banho, apoios para levantar. Comunicação alternativa e ampliada (CAA) · Objetivo: Proporcionar meios de comunicação para pessoas com dificuldades de fala ou escrita. · Exemplos: Pranchas de comunicação, softwares de síntese de voz, dispositivos de comunicação aumentativa, tradutores de Libras. Acessibilidade ao computador · Objetivo: Permitir o uso do computador de forma autônoma e eficiente. · Exemplos: Teclados e mouses adaptados, softwares de ampliação de tela, leitores de tela, impressoras braile. Controle de ambientes · Objetivo: Facilitar o controle de equipamentos e dispositivos domésticos. · Exemplos: Sistemas de robótica, assistentes virtuais, controles remotos adaptados. Acessibilidade arquitetônica · Objetivo: Eliminar barreiras físicas em ambientes construídos. · Exemplos: Rampas, elevadores, banheiros adaptados, sinalização tátil. Órteses e próteses · Objetivo: Corrigir ou compensar perdas funcionais de membros. · Exemplos: Próteses de membros superiores e inferiores, órteses para coluna e membros. Adequação postural · Objetivo: Promover uma postura correta e confortável. · Exemplos: Almofadas especiais, estabilizadores ortostáticos, cadeiras de rodas adaptadas. Auxílios de mobilidade · Objetivo: Facilitar a locomoção e deslocamento. · Exemplos: Bengalas, muletas, andadores, cadeiras de rodas, scooters elétricos. Auxílios para pessoas com deficiência visual · Objetivo: Compensar a perda visual e promover a independência. · Exemplos: Lupas, softwares de leitura de tela, bengalas eletrônicas, impressoras braile. Auxílios para pessoas com deficiência auditiva · Objetivo: Facilitar a comunicação e a percepção de sons · Exemplos: Aparelhos auditivos, sistemas de alerta visual, intérpretes de Libras, telefones com texto. Adaptações em veículos · Objetivo: Permitir que pessoas com deficiência conduzam ou sejam transportadas em veículos. · Exemplos: Rampas de acesso, controles adaptados, assentos elevatórios, cintos de segurança especiais. Deste modo, observa-se que a tecnologia assistiva é um poderoso aliado na promoção da autonomia e inclusão de estudantes com deficiência. Ao fornecer ferramentas que ampliam as capacidades e superam as limitações, ela permite que os alunos sejam protagonistas de sua própria aprendizagem. Ao contrário de ser um recurso controlado pelo professor, a tecnologia assistiva deve ser vista como uma extensão das habilidades do estudante, colocando-o no centro do processo educativo (Ratuchne et al., 2024). A tecnologia tem se mostrado uma aliada fundamental no desenvolvimento acadêmico de pessoas com autismo. Softwares de comunicação aumentativa, que transformam imagens em sons, possibilitam uma comunicação mais eficaz. Com a ajuda de tablets e computadores adaptados, é possível personalizar o ambiente de aprendizagem, reduzindo estímulos sensoriais que possam causar desconforto. Além disso, plataformas educacionais on-line e jogos digitais oferecem um aprendizado mais engajador e divertido, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais e emocionais. A combinação de tecnologia e educação especializada proporciona um caminho mais inclusivo e personalizado para o aprendizado de pessoas com autismo (Da Silva et al., 2020). O tablet é uma das tecnologias mais avançadas atualmente e pode ser extremamente útil no trabalho com indivíduos com TEA. Jogos acessíveis e aplicativos proporcionam novas formas de expressão e comunicação, sendo ao mesmo tempo atrativos e de fácil manipulação. A tela sensível ao toque, combinada com seu uso intuitivo, estimula a concentração e atrai a atenção com suas cores e animações. Outra constatação importante foi que as crianças tiveram uma interação melhor com a tecnologia touch, pois o contato direto da ponta dos dedos na tela pode ativar regiões cerebrais anteriormente menos ativas. Isso evidencia a importância do uso da tecnologia como ferramenta para potencializar os processos cognitivos em crianças com TEA (Da Silva et al., 2020). Todavia, um aspecto relevante a ser considerado é a questão da acessibilidade aos estudantes. Segundo Santarosa; Conforto (2015), crianças em processo de alfabetização apresentaram muita dificuldade e resistência, principalmente quanto ao formato da tela, que tinha uma configuração muito pequena, além de outros componentes, como o teclado e o mouse. No mercado, existem diversos aplicativos e softwares, tanto gratuitos quanto pagos, que oferecem a assimilação de conteúdos de maneira acessível e lúdica. Esses programas utilizam cores vibrantes e abordam temas que são atraentes e relevantes para o universo das crianças com TEA. Consultando as lojas de aplicativos Google Play, disponível em smartphones com sistema operacional Android, bem como o Apple Store com sistema operacional iOS, utilizando a palavra-chave “autismo”, foram identificados diferentes aplicativos voltados para o desenvolvimento de habilidades visuais, transposição de figuras, atividades envolvendo habilidades emocionais, reconhecimento das partes do corpo, identificação de números e quantidades, jogo da memória e atividades de vida diária. 1.5 Justificativa A justificativa para o uso de práticas pedagógicas com Tecnologias Assistivas (TA) no Transtorno do Espectro Autista (TEA) reside na promoção da autonomia, comunicação, socialização e inclusão escolar, superando barreiras cognitivas e sensoriais. As TA adaptam o ambiente e o ensino, garantindo acessibilidade e aprendizado personalizado. O uso de TA nas práticas pedagógicas, segundo a literatura, não só cumpre um requisito de inclusãoeducacional, mas também é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento cognitivo e social dos alunos com TEA. 2. REVISÃO DE LITERATURA O cenário educacional contemporâneo apresenta um aumento expressivo de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados na Educação Básica. O desafio da educação inclusiva reside em garantir metodologias que promovam o desenvolvimento, a autonomia e a participação social desses alunos. No entanto, conforme apontam Camargo et al. (2020) e Melo de Lima, Santos e Monteiro (2021), tanto as crianças quanto os educadores enfrentam dificuldades significativas no manejo cotidiano do diagnóstico em ambiente escolar. Nesse contexto, este estudo buscou compreender a importância das tecnologias assistivas como forma de intervenção. A partir da revisão bibliográfica baseada em preceitos da UNESCO (1994) e em estudos recentes como os de Alencar Bezerra et al. (2022), foi possível analisar as dificuldades educacionais e os recursos disponíveis para superar tais desafios. Os resultados indicam um vasto leque de aplicativos e softwares voltados ao suporte pedagógico, cognitivo e social (ALONSO-FERNÁNDEZ et al., 2019; ARAGÃO; BOTTENTUIT JUNIOR; ZAQUEU, 2019). O uso dessas tecnologias torna-se uma estratégia valiosa para facilitar diálogos e promover a autonomia e o raciocínio, permitindo uma troca de experiências mais rica entre escola e família (ALVES GUERRA; SUASSUNA, 2023). De acordo com Balbino, Oliveira e Silva (2021), o ambiente informatizado beneficia o aprendizado ao evitar distrações e privilegiar o apelo visual, aspecto crucial para o aluno com TEA. Por fim, a literatura reforça que tais recursos devem ser acessíveis e adaptados à realidade socioeconômica. Como alerta Tokarnia (2025), o acesso digital ainda representa um gargalo para muitos estudantes, sendo a Tecnologia Assistiva a base fundamental para transpor as limitações e garantir a inclusão (BERSCH, s.d.). 3. METODOLOGIA Este estudo é uma revisão bibliográfica, seguindo as etapas de: elaboração da questão de pesquisa; busca de artigos científicos; extração de dados; avaliação dos trabalhos incluídos na amostra; análise e síntese dos resultados; e apresentação da revisão. A questão norteadora foi: A tecnologia Assistiva e a Aprendizagem dos Alunos com Transtorno do Espectro Autista. A busca das publicações foi realizada entre os meses de Março a Abril de 2025, em três bases de dados — PubMed, Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e a Scientific Electronic Library Online (SCIELO). Foram incluídos artigos publicados em revistas nacionais e internacionais, textos completos disponíveis nas bases de dados em português e inglês, e publicados entre 2018 e 2025. Os critérios de exclusão foram: artigos cujos estudos estivessem voltados à esfera da saúde e educação; estudos nos quais a tecnologia assistiva foi utilizada com sujeitos sem o diagnóstico de TEA; artigos repetidos; monografias, dissertações, teses, resumos em anais de eventos, capítulos de livros, editoriais e artigos sem relação com o objeto de estudo. BIBLIOGRAFIA ALENCAR BEZERRA, Marcus Vinicius et al. Inclusão de crianças com autismo na escola: uma revisão narrativa. RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar, v. 3, n. 12, p. e3122196, 2022. Disponível em https://recima21.com.br/index.php/recima21/article/view/2196. Acesso em 10 Março 2026. ALONSO-FERNÁNDEZ, Cristina. et al. Lessons learned applying learning analytics to assess serious games. Computers in Human Behavior, v. 99, p. 301– 309, 2019. Disponível em https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0747563219302171. Acesso em 12 março 2026. ALVES GUERRA, Iane; SUASSUNA, Maria Aparecida Ferreira Menezes. Inclusão da criança com transtorno do espectro autista no ambiente escolar - desafios da comunicação alternativa e ampliada: revisão sistemática. Revista interdisciplinar em Saúde, v. 10, p. 495–507, 2023. Disponível em: https://www.interdisciplinaremsaude.com.br/Volume_31/Trabalho_38_2023.pdf. . Acesso em 13 março 2026. APA. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5-TR. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2023. ARAGÃO, Maíra Carla Moreira; BOTTENTUIT JUNIOR, João Batista; ZAQUEU, Lívia da Conceição Costa. O uso de aplicativos para auxiliar no desenvolvimento de crianças com transtorno do espectro autista. Olhares & Trilhas, v. 21, n. 1, 2019. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/olharesetrilhas/article/view/46088. Acesso em 04 abril 2026. AUTISMO E REALIDADE. DSM-5 e o diagnóstico de TEA. 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Entre a inclusão e a exclusão: reflexões de professores sobre educandos com autismo em escola pública. Revista Tempos e Espaços em Educação, v. 14, n. 33, p. 1–13, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/revtee/article/view/14098. Acesso em 04 abril 2026. RATUCHNE, Paloma Aparecida Oliveira et al. Estudo de revisão sobre a Tecnologia Assistiva no ensino de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ensino & Pesquisa, v. 22, n. 1, p. 116–130, 2024. Disponível em: https://periodicos.unespar.edu.br/ensinoepesquisa/article/view/9107. Acesso em 04 abril 2026. TOKARNIA, Mariana. Brasil tem 4,8 milhões de crianças e adolescentes sem internet em casa. Disponível em: . Acesso em: 04 abril. 2026. UNESCO. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCAÇÃO, A C. E A CULTURA. Declaração de Salamanca sobre princípios, política e prática na área das necessidades especiais educativas especiais. 24, Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf. 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