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LEGISLAÇÃO ADUANEIRA por Concu rsei ro Fora da Caixa RESUMO Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 01 Sumário Jurisdição Aduaneira .................................................................................................................................................................... 3 Território Aduaneiro ................................................................................................................................................................................... 3 Portos, Aeroportos e Pontos de Fronteira Alfandegados – PAPF .......................................................................................................... 3 Alfandegamento .......................................................................................................................................................................................... 3 Recintos Alfandegados ............................................................................................................................................................................... 3 Administração Aduaneira .......................................................................................................................................................................... 4 Controle Aduaneiro de Veículos................................................................................................................................................... 5 Proibições ...................................................................................................................................................................................................... 5 Documentação ............................................................................................................................................................................................. 5 Fluxo .............................................................................................................................................................................................................. 6 Disposições Finais ........................................................................................................................................................................................ 6 Tributos Incidentes no Comércio Exterior .................................................................................................................................. 7 Conceitos Iniciais ......................................................................................................................................................................................... 7 II – Imposto de Importação ........................................................................................................................................................................ 8 IE – Imposto de Exportação ...................................................................................................................................................................... 13 IPI – Imposto sobre Produto Industrializado (importação) ................................................................................................................ 14 PIS-Importação e Cofins-Importação ..................................................................................................................................................... 14 CIDE-Combustíveis ................................................................................................................................................................................... 16 Taxa de Utilização do Siscomex ............................................................................................................................................................... 16 Controle Aduaneiro de Mercadorias ......................................................................................................................................... 17 Despacho de Importação .......................................................................................................................................................................... 17 Despacho de Exportação ........................................................................................................................................................................... 19 Casos Especiais ........................................................................................................................................................................................... 20 Abandono de Mercadoria ou de Veículo ................................................................................................................................................. 21 Avaria, Extravio e Acréscimo ................................................................................................................................................................... 22 Regimes Aduaneiros .................................................................................................................................................................. 23 Tipos de Regimes Aduaneiros .................................................................................................................................................................. 23 Trânsito Aduaneiro (TA) .......................................................................................................................................................................... 24 Drawback .................................................................................................................................................................................................... 25 Admissão Temporária (AT) ...................................................................................................................................................................... 27 Entreposto Aduaneiro ............................................................................................................................................................................... 28 Entreposto Aduaneiro Sob Controle Aduaneiro Informatizado – Recof ........................................................................................... 29 Exportação Temporária (ET) ................................................................................................................................................................... 30 Aperfeiçoamento Passivo ......................................................................................................................................................................... 31 Depósito Especial (DESP) .......................................................................................................................................................................... 31 Depósito Afiançado (DAF) ........................................................................................................................................................................ 31 Depósito Alfandegado Certificado (DAC) ............................................................................................................................................... 31 Loja Franca .................................................................................................................................................................................................. 31 Repetro, Repex, Reporto e Recom ............................................................................................................................................................ 31 Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u rou proibida; 6. Exportações conduzidas em moedas não conversíveis (exceto em R$) contra importações cursadas em moeda de livre conversibilidade; 7. Importações de petróleo e seus derivados, exceto coque calcinado e nafta petroquímica – sujeitam ao Drawback; STJ (Súmula 569): Na importação, é indevida a exigência de nova Certidão Negativa de Débitos no desembaraço, se já apresentada a comprovação da quitação de tributos federais quando da concessão do drawback. OPE R A ÇÕ ES ESP E CI AIS DE DRAW B ACK Drawback Genérico: admitida a discriminação genérica da mercadoria e o seu respectivo valor, dispensadas a classificação na NCM e a quantidade → COM cobertura cambial. Drawback SUSPENSÃO Drawback sem Expectativa de Recebimento: se caracteriza pela não expectativa de pagamento, parcial ou total, da importação → SEM cobertura cambial. Drawback para Fornecimento ao Mercado Interno: importação de matéria-prima, produto industrializado e componentes destinados à fabricação no País de máq. & equip. a serem fornecidos, no mercado INTERNO, em decorrência de licitação internacional, contra pagamento em moeda conversível proveniente de financiamento por instituição financeira internacional, da qual o Brasil participe, ou por entidade governamental estrangeira, ou pelo BNDES, com recursos captados no exterior → COM cobertura cambial. Drawback SUSPENSÃO ISENÇÃO Drawback para Embarcação: para fabricar embarcação que será vendida no mercado INTERNO → COM cobertura cambial. Drawback Intermediário: concedida a empresas fabricantes-intermediários, que importam e/ou adquirem no mercado interno mercadorias destinadas à industrialização de produto a ser fornecido a empresas industriais-exportadoras, para industrialização destinada à exportação → COM cobertura cambial. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 27 EXTI N ÇÃ O DO R EGI ME As mercadorias que deixarem de ser empregadas no processo produtivo, ou empregadas em desacordo, FICAM SUJEITAS: No caso de RENÚNCIA ao regime: 1. Adoção, no momento da renúncia de um dos procedimentos previstos para inadimplemento; No caso de INADIMPLEMENTO do compromisso de exportar, em até 30 dias do prazo fixado para exportação: 1. Devolução ao exterior ou reexportadas; 2. Destruição, às expensas do interessado; 3. Destinação para consumo, com o pagamento dos tributos suspensos e dos acréscimos legais devidos; 4. Entrega à Fazenda Nacional, livres de quaisquer despesas e ônus, desde que a autoridade concorde; ADMI SSÃO T EM PO R ÁRI A (AT ) Permite a importação de bens durante prazo fixado, com SUSPENSÃO TOTAL, ou com SUSPENSÃO PARCIAL, no caso de utilização econômica1, SEM cobertura cambial, com o compromisso de serem reexportados. 1 Utilização econômica → (i) prestação de serviço a terceiros; (ii) utilizado na produção de bens destinados à venda. Sujeito à tributação proporcional à permanência no País (1% a.m daquilo que seria devido em caso de recolhimento integral). Exemplos práticos: Suspensão total: banda que venha ao Brasil p/ realizar show; automóveis que entram para exposição em feira. Suspensão parcial: guindaste que entra no Brasil para uma obra (utilização econômica). Descumprimento: multa de 10% do Valor Aduaneiro. RE QUISI TOS P AR A CON CES SÃ O Observados pela AUTORIDADE ADUANEIRA Observados pelo BENEFICIÁRIO DO REGIME Caráter TEMPORÁRIO Importação SEM COBERTURA CAMBIAL ADEQUAÇÃO à finalidade Prazo Fixado e Fins Previstos Termo De Responsabilidade Identificação Dos Bens Leasing OPERACIONAL CABÍVEL Leasing FINANCEIRO NÃO é cabível Doação NÃO é cabível Prazos Suspensão total: 6m + 6m; Suspensão parcial: prazo do contrato + prazo do contrato (máximo 100 meses*); *Antes do término dos 100 meses, o beneficiário deverá providenciar a extinção do regime, sendo facultada a transferência para outro RAE, inclusive a concessão de nova admissão temporária, que poderá ocorrer sem a necessidade de saída física dos bens do território nacional. EXTI N ÇÃO DA A P LI CA ÇÃ O DO R EGI ME × REEXPORTAÇÃO, ainda que fora do prazo; × ENTREGA à Fazenda Nacional, livres de quaisquer despesas, desde que a autoridade concorde em os receber; × DESTRUIÇÃO, às expensas do interessado – resíduo, se economicamente servível, será despachado p/ consumo; × TRANSFERÊNCIA para outro RAE; × Despacho para CONSUMO – faz-se recolhimento tributário. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 28 ADMI SSÃ O T EM PO R ÁRI A P AR A AP ER FE I ÇO AMEN TO ATIV O ADMISSÃO TEMPORÁRIA PARA APERFEIÇOAMENTO ATIVO Permite o ingresso, para permanência temporária, com SUSPENSÃO, de mercadorias estrangeiras ou desnacionalizadas, destinadas a operações de aperfeiçoamento ativo e posterior reexportação. Consideram-se operações de aperfeiçoamento ativo Industrialização aplicadas ao próprio bem. Cuidado! Transformação não entra; Conserto, reparo ou restauração de bens estrangeiros. Condições básicas para a aplicação do regime Mercadorias sejam de propriedade de pessoa sediada no exterior e admitidas SEM cobertura cambial O beneficiário seja PJ sediada no País (BR) A operação esteja prevista em contrato de prestação de serviço Aperfeiçoamento Ativo e Drawback A grande diferença é que no drawback a empresa importa insumos que serão usados na fabricação de algo, e na admissão temporária ela importa a própria mercadoria que será reexportada, como por exemplo a importação de ventiladores desmontados fazendo-se aqui a montagem (op. de industrialização) do mesmo. Daí o fato da necessidade de um contrato de prestação de serviço. ENT RE POST O A DU A NEI RO ENT RE POST O A DU A NEI RO DE I MP ORT AÇÃO Entreposto Aduaneiro na Importação: é o que permite a ARMAZENAGEM de mercadoria estrangeira em recinto alfandegado de uso PÚBLICO1, com SUSPENSÃO dos impostos federais, do PIS/Cofins-Importação. O objetivo é viabilizar as importações por consignação, ou seja, a mercadoria fica no recinto, com suspensão, até sua venda a um importador. 1Recinto de uso PRIVATIVO: feira, congresso, mostra ou evento semelhante, previamente alfandegado (alfandegamento temporário será declarado por 30 dias antes e 30 dias depois dos fixados para início e término do evento. Podem ser acrescidos de até 60 dias). PRAZO Até 1 + 1 ano, do desembaraço. Poderá ser concedida prorrogação, respeitado o limite máximo de 3 anos. EXTINÇÃO A mercadoria deverá ter uma das seguintes destinações, em até 45 dias do término de vigência do regime, sob pena de ser considerada abandonada, dando início ao processo de aplicação da pena de perdimento. o Despacho para consumo → recolhimento tributário o Reexportação → retorno de mercadoria que entrou em caráter temporário (não se nacionalizou) o Exportação → “entreposto vinculado”. Mercadoria entra, mas está vinculada a uma posterior exportação o Transferência para outro RAE ou aplicado em áreas especiais BENEFICIÁRIOS 1. CONTRATADO pela empresa sediada no exterior 2. PROMOTOR do evento – no caso das feitas, congressos, etc. 3. Geralmente o CONSIGNATÁRIO da mercadoria entrepostada Obs: contribuinte do II é o adquirente, que faz a nacionalização, e não o consignatário - pode vir a ser o consignatário, desde que este promova o despacho para consumo (nacionalização);. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação AduaneiraC o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 29 ENT RE POST O A DU A NEI RO DE E XP OR TAÇÃO Entreposto Aduaneiro na Exportação: é o que permite a ARMAZENAGEM, com SUSPENSÃO tributária, de mercadoria destinada à exportação. Compreende as modalidades de regime comum e extraordinário. Regime Comum Regime Extraordinário Recinto de uso PÚBLICO, com suspensão do pagamento dos impostos federais. Recinto de uso PRIVATIVO, com direito a utilização dos benefícios fiscais previstos para incentivo à exportação. Prazo: 1 + 1 ano, podendo excepcionalmente chegar a 3 anos, contada da data da entrada no recinto alfandegado (unidade de armazenagem). Prazo: 180 dias (dentro desse prazo deve-se efetivar a exportação), contado da saída da mercadoria do estabelecimento do vendedor, podendo, dentro desse prazo, ser vertida para o regime comum. Beneficiários: PJ que depositou a mercadoria. Beneficiário: APENAS comercial exportadora – “trading” (uma venda a uma “trading” é considerada uma exportação!) Extinção: observado o prazo de permanência da mercadoria no regime + 45 dias, deverá o beneficiário adotar uma das seguintes providências: Iniciar o despacho de exportação (vale para ambos regimes) – registro da DE; No caso de regime comum, reintegrá-la ao estoque do seu estabelecimento; Em ambos regimes, pagar os tributos suspensos e ressarcir os benefícios fiscais acaso fruídos em razão da admissão da mercadoria no regime. DIS POS I ÇÕ ES CO MU NS Disposições comuns aos dois Entrepostos (IMP e EXP): DISPENSADO “Termo de Responsabilidade” e prestação de garantia para os tributos suspensos Ocorrendo extravio ou avaria: depositário responsável pelo pagamento Operações ADMITIDAS: industrialização, exposição, demonstração, teste, etiquetagem e manutenção ou reparo ENT RE POST O ADU A NEI RO S OB CONT RO LE A DU AN EI RO I NFOR MAT IZADO – RE COF Permite a empresa IMPORTAR, COM ou SEM cobertura cambial, OU comprar no mercado interno, com SUSPENSÃO do pagamento de tributos, sob controle aduaneiro informatizado, mercadorias que, depois de submetidas a industrialização, sejam destinadas à EXPORTAÇÃO. Mercadorias admitidas no RECOF vão direto para o CANAL VERDE. PRAZO Até 1 ano + 1 ano, prorrogado por até 5 anos. Findo o prazo, serão exigidos, em relação ao estoque, os tributos suspensos, e acréscimos legais. EXTINÇÃO A mercadoria, no estado em que importada, poderá ter ainda uma das seguintes destinações (que extinguem): o Exportação o Reexportação o Destruição REQUISITOS Quem administra o Recof é a RFB. o Parte das mercadorias PODE ser destinada ao mercado interno o Apenas alguns setores (EX: automotivo, aeronáutico, semicondutores, etc.) o Apenas algumas empresas o 50% do Valor Total das mercadorias importadas no Recof Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 30 RE COF X DRA WB A CK RECOF x Drawback COM ou SEM cobertura cambial Em regra, COM cobertura cambial – pode existir SEM cobertura (“Drawback sem expectativa de recebimento”) PARTE da mercadoria, no estado em que foi importada ou depois de submetida a processo de industrialização, pode ser despachada para consumo, com pagamento dos tributos TODAS mercadorias devem ser utilizadas ou consumidas na industrialização do produto a ser exportado Apenas ALGUNS setores ou produtos Vale para QUALQUER setor ou produto TODAS as importações da empresa passam a se submeter a esse regime (é um “drawback de larga escala”) Concedido mediante “ato concessório de drawback” para cada caso determinado Administrado pela RFB Administrado pela SECEX EXP OR TAÇÃO TE MP OR ÁRI A (ET ) É o que permite a SAÍDA temporária do País, com SUSPENSÃO do IE, de mercadoria nacional ou nacionalizada, condicionada à reimportação1, no mesmo estado em que foi exportada. 1Reimportação: retorno ao BRA de exportação temporária. NÃO é FG do II, AINDA QUE fora do prazo. Exportação Temporária - SRFB - Retorno não é FG do II Exportação em consignação (regime administrativo) - SECEX; - Retorno é considerado mercadoria não-estrangeira Reputam-se em exportação temporária, INDEPENDENTEMENTE de qualquer procedimento, dispensada a RE: Bagagem ACOMPANHADA Veículos para uso do proprietário ou possuidor, quando saírem por seus próprios meios – EX: viagem a passeio para ARG; Veículos de transporte comercial BR, conduzindo carga ou passageiros – EX: van que vai ao Paraguai. PRAZO 01 ano prorrogável por período não superior a 2 anos. O prazo é fixado pela autoridade aduaneira que concede o regime. Quando a exportação estiver amparada em um contrato, o prazo será o prazo do contrato (ex: leasing). PEDIDO A autoridade poderá indeferir pedido de concessão, da qual caberá recurso hierárquico, porém o indeferimento NÃO impede a saída da mercadoria do território aduaneiro, EXCETO mercadorias cuja exportação definitiva esteja proibida. Caso saia, mesmo com indeferimento em decisão administrativa final, será exigido o pagamento dos tributos, na hipótese de sua importação. Art. 445. O exame do mérito de aplicação do regime EXAURE-SE com a sua concessão, NÃO cabendo mais discuti-lo quando da reimportação da mercadoria. EXTINÇÃO Deverá ser adotada uma das seguintes providências, para extinção de sua aplicação: o Reimportação, mesmo que realizada fora do prazo o Exportação DEFINITIVA da mercadoria admitida no regime o Produto, parte, peça ou componente enviado ao exterior para substituição por garantia ou reparo Termo de Responsabilidade: na exportação temporária de mercadoria sujeita ao IE há obrigação tributária constituída em “Termo de Responsabilidade”, NÃO se exigindo garantia. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 31 AP ER FE I ÇO AM ENT O PA SSIV O Aperfeiçoamento Passivo: é o que permite a SAÍDA, do País, por tempo determinado, de mercadoria nacional ou nacionalizada, para ser submetida a operação de industrialização, conserto, reparo ou restauração, no exterior, e a posterior reimportação, sob a forma do produto resultante, com pagamento dos tributos apenas sobre o VALOR AGREGADO. DEPÓ SITO ES PE CI A L (DESP ) ESTOCAGEM (em recinto não-alfandegado ou próprio estabelecimento da empresa), com SUSPENSÃO dos impostos federais, do PIS/Cofins-Importação, de partes, peças, materiais de reposição ou manutenção estrangeiros, SEM cobertura cambial, para veículos, máquinas, equipamentos, aparelhos e instrumentos, estrangeiros, nacionalizados ou não E nacionais em que tenham sido empregados partes, peças e componentes estrangeiros. Prazo: até 5 anos. DEPÓ SITO A FI AN ÇA DO (DA F) ESTOCAGEM (em recinto não-alfandegado ou próprio estabelecimento da empresa), com SUSPENSÃO dos impostos federais, do PIS/Cofins-Importação, de materiais importados SEM cobertura cambial, destinados à manutenção e reparo de embarcação ou aeronave de empresa autorizada a operar no transporte comercial internacional. Prazo: até 5 anos. Autorização: a habilitação de empresa ESTRANGEIRA é condicionada a previsão em ato internacional firmado pelo BR ou existência de reciprocidade. Deve haver também um processo informatizado de controle. Poderá ser concedido a empresa, nacional e estrangeira, de transporte aéreo, marítimo e rodoviário. DEPÓ SITO AL FAN DE GA DO CE RTI FI CA DO (DAC) É o que permite considerar exportada para todos os efeitos fiscais, creditícios e cambiais, a mercadoria nacional DEPOSITADA em recinto alfandegado1,vendida a pessoa sediada no exterior, mediante contrato de entrega no território nacional e à ordem do adquirente. Prazo: não superior a 1 ano. Dica: DAC lembra FAKE = falsa saída... 1 Permite-se o DAC em recinto alfandegado de uso público ou instalações portuárias de uso privativo misto. LOJ A FR AN CA Permite a estabelecimento instalado em ZP de porto ou aeroporto (fronteira1) alfandegado vender mercadoria nacional2 ou estrangeira3 a passageiro4 em viagem internacional, contra pagamento em moeda5 nacional ou estrangeira. 1 PODE ser autorizado para sedes de municípios que sejam cidades gêmeas de cidades de fronteira. 2 Quando se tratar de aquisição de produtos nacionais, estes sairão do estabelecimento industrial ou equiparado com ISENÇÃO. Poderão ser admitidas em consignação, permitido o pagamento somente após a efetiva venda na loja franca, inclusive as submetidas ao DAC. 3 A mercadoria estrangeira importada diretamente pelos concessionários das lojas francas permanecerá com SUSPENSÃO até a sua venda, momento que se converterá automaticamente em ISENÇÃO. 4 Pessoas Jurídicas NÃO podem adquirir em loja franca, apenas Pessoas Físicas. O termo “passageiro” deve ser entendido em sentido amplo, abrangendo também: Tripulantes e passageiros em viagem internacional Missões diplomáticas, repartições consulares, representações de organismos internacionais, etc. Empresas de navegação aérea ou marítima, para uso ou consumo de bordo, de bandeira estrangeira 5 Pegadinha! Não é moeda conversível, e sim nacional ou estrangeira. ISENÇÃO: até U$ 500 (terrestre, fluvial e lacustre) ou até U$ 1.000 (marítima e aérea) em lojas francas de CHEGADA ao País. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 32 RE PET RO , RE PE X, R EPO RT O E R E CO M Atividade Finalidade Observação RE PE TR O Indústria petróleo e gás EXPORTAÇÃO e IMPORTAÇÃO de bens destinados às atividades de pesquisa e lavra de jazidas de petróleo e gás natural. Exportação: sem saída do TA e posterior aplicação da Admissão Temporária, de determinados bens, de fabricação nacional, vendidos a pessoa sediada no exterior; sem saída do TA, de partes e peças de reposição destes bens, já admitidos em AT. Importação: matérias-primas, produtos semielaborados ou acabados e partes ou peças dos bens acima, ao amparo do Drawback-Suspensão, para posterior exportação; e de bens para permanência definitiva no País com SUSPENSÃO dos tributos federais de importação. (1) Importação ao amparo do “Drawback Suspensão” de MP, PI ou acabados (2) em seguida faz-se a exportação ficta (DAC) a pessoa sediada no exterior (pagamento em moeda nacional ou estrangeira de livre conversibilidade) (3) Posteriormente faz-se a Admissão Temporária (AT) dos bens. Desta forma, incentiva-se a produção dos bens no País sem que haja recolhimento de tributos. RE PE X Indústria petrolífera Importação de PETRÓLEO bruto e seus derivados com SUSPENSÃO tributária, para posterior exportação, no mesmo estado em que foram importados. Lógica: manutenção do fluxo de estoques de petróleo. Habilitação pela RFB e autorização da ANP para exportar e importar (comercializar) os produtos a serem admitidos. Prazo: 90d + 90d, da admissão; Extinção: 1. Exportação do produto importado; 2. Exportação de produto nacional, em substituição ao importado, em igual quantidade e idêntica classificação fiscal; RE PO RT O Infraestrutura portuária Melhoramento da infra portuária. SUSPENSÃO do pagamento do II*, do IPI, do PIS/Cofins- Importação, quando importados diretamente pelos beneficiários e destinados ao seu ativo imobilizado para utilização exclusiva em portos e na execução de treinamento e formação de trabalhadores. *Suspensão II: NÃO existência de similar nacional. Beneficiários 1. Operador portuário, o concessionário de porto, o arrendatário de instalação portuária de uso público e a empresa autorizada a explorar instalação portuária de uso privativo misto; 2. As empresas de dragagem, os permissionários ou concessionários de recintos de ZS e os Centros de Treinamento Profissional; 3. Concessionários de transporte ferroviário; RE CO M Indústria automotiva Permite a importação, para industrialização por encomenda, SEM cobertura cambial, de chassis, carroçarias, peças, partes, componentes e acessórios, com SUSPENSÃO do IPI, do PIS/Cofins- Importação. Aplicado exclusivamente a importações por conta e ordem de PJ encomendante domiciliada no exterior. Cuidado! Paga-se Imposto de Importação No exterior se localiza a PJENC (Volks– Alemanha) e no Brasil a PJIND (Volks–Brasil). A VW–ALE envia insumos à VW–BRA, que entram sem cobertura cambial e suspensão de alguns tributos. Finalizada a industrialização, a VW–BRA pode exportar ou vender no mercado interno: Caso exporte: resolve-se a suspensão e há restituição do II; Caso venda no mercado interno: só para atacadista controlada pela PJ encomendante (VW – ALE), com diferimento do dos tributos. Quando a atacadista fizer a venda ocorre o recolhimento ora diferido. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 33 REGI ME S ADUANEI R OS AP LI CA DOS EM ÁRE AS ESP E CI AIS ÁR EAS DE LI VR E CO MÉ R CIO – A L C São estabelecidas com a finalidade de promover o desenvolvimento de áreas fronteiriças específicas da Região Norte e de incrementar as relações bilaterais com os países vizinhos, segundo a política de integração LATINO-AMERICANA. As ALCs serão administradas pela SUFRAMA. Importação A entrada de produtos estrangeiros nas ALC será feita com SUSPENSÃO do II e IPI, que será convertida em ISENÇÃO em determinadas destinações. Exportação As exportações efetuadas por uma ALC são ISENTA do Imposto de Exportação Venda para ALC Venda de mercadorias nacionais ou nacionalizadas, para as ALCs, efetuada por empresas: [Regra] Estabelecidas fora das ALCs: NÃO RECEBE tratamento especial [Exceção] ALC de Boa Vista e Bomfim, cuja venda será equiparada a uma exportação (= imunidade) Internação Vendas feitas por empresa estabelecida em ALC: [Regra] ALC ⇾ Restante do território: HÁ recolhimento tributário [Exceção] ALC ⇾ ZFM; ALC ⇾ Amazônia Ocidental; ALC ⇾ ALC: NÃO HÁ recolhimento Cuidado! Não confunda com a ALC relacionada à integração regional, que pressupões livre circulação de bens e serviços. ZONA FR AN CA DE M AN AUS – ZFM É uma ALC de importação e de exportação e de incentivos fiscais especiais, cuja FINALIDADE é criar no interior da AM um centro industrial, comercial e agropecuário. A ZFM é administrada pela SUFRAMA. Importação A entrada de mercadorias estrangeiras na ZFM, destinadas a seu consumo interno, industrialização, inclusive beneficiamento, agropecuária, pesca, instalação e operação de indústrias e serviços de qualquer natureza, bem como a estocagem para reexportação, será ISENTA dos II e IPI. Se produto for exportado pela ZFM e posteriormente importado, não haverá isenção de II e IPI. Exportação A exportação de mercadorias da ZFM, qualquer que seja sua origem, está ISENTA do IE. Venda para ZFM A remessa de mercadorias de origem nacional para consumo ou industrialização na ZFM, ou posterior exportação, será, para efeitos fiscais, equivalente a uma exportação (= imunidade) Internação Ficam sujeitas ao pagamento de todos os impostos sobre importações do exterior. Exceções: Bagagem de viajante (até U$ 2.000,00) Saída, para a Amazônia Ocidental, de produtos compreendidos em pauta Saídade mercadorias para as ALC localizadas na Amazônia Ocidental Produtos industrializados (cumprem o Processo Produtivo Básico) na ZFM, com insumos estrangeiros (ISENÇÃO de IPI e REDUÇÃO do II); Cuidado! Saída de mercadoria da ZFM, não autorizada, será considerada contrabando, com a aplicação da pena de perdimento. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 34 ZONA S DE P RO CESS AM ENT O DE EX PO R TA ÇÃO – ZP E Caracterizam-se como ALCs de importação e de exportação, destinadas à instalação de empresas voltadas para a produção de bens a serem comercializados no exterior. Há um regime de livre comércio com o exterior. O início do funcionamento de ZPE dependerá do prévio alfandegamento, pela RFB, sendo permitido a aplicação de regimes aduaneiros suspensivos. Beneficiários Receita Bruta de EXPORTAÇÃO maior que 80% Receita Bruta Total de venda de Bens e Serviços. O ato que autorizar a instalação relacionará os produtos, de acordo com a NCM, e assegurará o tratamento relativo a ZPE pelo prazo de até 20 + 20 anos. Importação Efetuadas com SUSPENSÃO de II, IPI, Cofins-Importação, do PIS-Importação e do AFRMM. As matérias- primas, produtos industrializados e materiais de embalagem importados deverão ser INTEGRALMENTE utilizados na industrialização. Aplica-se a máquinas, instrumentos e equipamentos, novos ou usados, para incorporação ao imobilizado. o PIS/Cofins-Importação e IPI: converte-se em % 0,00 cumprido o compromisso após 2 anos do FG; o II e AFRFMM: converte-se em ISENÇÃO cumprido o compromisso após 5 anos do FG; Internação Os produtos industrializados em ZPE, quando vendidos para o MERCADO INTERNO, estarão sujeitos ao pagamento do II e do AFRMM com juros e multa de mora. Atenção! Excepcionalmente, INSUMOS com suspensão poderão ser revendidos no mercado interno. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 35 INFRAÇÕES E PENALIDADES ADUANEIRAS Infr ação Toda ação ou omissão, voluntária ou involuntária, de inobservância, por parte de PF ou PJ, de norma estabelecida ou disciplinada no R/A ou em ato administrativo normativo destinado a completá-lo Art. 5º, XXXIX/CF - não há crime sem lei anterior, nem pena sem prévia cominação legal. Art.5 º, XL/CF - a lei penal não retroagirá, SALVO para beneficiar o réu – IRRETROATIVIDADE. Art. 136/CTN: Salvo disposição de lei em contrário, a responsabilidade por infrações INDEPENDE da intenção e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato – responsabilidade OBJETIVA. Pen ali dades Art. 100, parágrafo único, CTN. A observância das normas tributárias complementares EXCLUI a imposição de penalidades, a cobrança de juros de mora e a atualização do valor monetário da base de cálculo do tributo. Aplicação e Graduação das Penalidades: apurando-se, no mesmo processo, a prática de 2 ou mais infrações diferentes, pela mesma PF ou PJ, aplicam-se cumulativamente, no grau correspondente, quando for o caso, as penalidades a elas cominadas. Se do processo se apurar responsabilidade de 2 ou mais pessoas, será imposta a cada uma delas a pena relativa à infração que houver cometido. A aplicação das penalidades será PROPOSTA por AFRFB Compete à autoridade julgadora (Ministro da Fazenda): Determinar a pena ou as penas aplicáveis Fixar a quantidade da pena PEN A DE P E R DIM EN TO Perdimento: expropriação do bem. Trata-se de sanção de ato ilícito, de natureza repressivo-compensatória, objetivando castigar o infrator e ressarcir o Erário. O fundamento jurídico é o dano ao Erário. CO MP ET ÊN CI A Competência para aplicação de perdimento: Ministro da Fazenda, cuja decisão NÃO possui recurso administrativo (judicial sim), isto é, instância administrativa única! Competência delegada aos “Inspetores” e “Delegados da RFB”. Art. 731. Aplica-se a MULTA de R$ 15.000,00 ao transportador, de passageiros ou de carga, em viagem doméstica ou internacional que transportar mercadoria sujeita a pena de perdimento: I - Sem identificação do proprietário ou possuidor; II - Ainda que identificado evidenciar tratar-se de mercadoria sujeita à referida pena. STJ (REsp 639.195): No transporte de bens irregularmente importados, a flagrante desproporcionalidade entre o valor do veículo e das mercadorias nele transportadas NÃO DÁ ensejo à aplicação da pena de perdimento daquele. Tipos de Penalidades PERDIMENTO De moeda, mercadoria ou veículo MULTA SANÇÃO ADMINISTRATIVA Aplicáveis separada ou cumulativamente Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 36 PE R DIM ENT O DE M E R CA DORI A Hipóteses [1] Nacional ou nacionalizada, em grande quantidade ou de vultoso valor, encontrada na ZVA, quando evidente destinar-se a exportação clandestina Qualquer documento necessário ao seu embarque / desembaraço for falsificado ou adulterado, bem como possuída a qualquer título ou para qualquer fim Na importação / exportação na hipótese da ocultação do sujeito passivo, do real vendedor, comprador ou de responsável, mediante fraude ou simulação, inclusive interposição de terceiros Estrangeira, já desembaraçada e cujos tributos aduaneiros tenham sido pagos apenas em parte, mediante artifício doloso Importada e que for considerada abandonada pelo decurso do prazo de permanência em recinto alfandegado, nas hipóteses referidas no art. 642 Estrangeira, chegada ao País com falsa declaração de conteúdo Oculta, a bordo do veículo ou na ZP, qualquer que seja o processo utilizado Mercadoria importada ao desamparo de Licença de Importação, quando a sua emissão estiver suspensa Desvio de rota [1] Consideram-se como produtos estrangeiros introduzidos clandestinamente para efeito de aplicação de perdimento, os cigarros nacionais destinados à exportação que forem encontrados no País. Mercadoria não localizada, consumida ou revendida: na exportação serão punidas com MULTA equivalente ao valor aduaneiro (100%), ou ao preço constante da respectiva NF. PE R DIM ENT O DE VE ÍCUL O Hipóteses Veículo estiver em situação ilegal, quanto às normas que o habilitem a exercer a navegação ou o transporte internacional correspondente à sua espécie [1] Veículo conduzir mercadoria sujeita a perdimento, se pertencente ao responsável por infração punível com essa penalidade – pena de perdimento na mercadoria e no veículo pertencente ao responsável pela mercadoria. Embarcação atracar a navio ou qualquer veículo, na ZP, se colocar nas proximidades de outro, um deles procedente do exterior ou a ele destinado, de modo a tornar possível o transbordo de pessoa ou de carga Veículo efetuar operação de descarga / carga fora do porto, do aeroporto ou local habilitado Embarcação navegar dentro do porto, sem trazer escrito, local visível do casco, seu nome de registro [2] Veículo terrestre for desviado de sua rota legal sem motivo Veículo for considerado abandonado pelo decurso do prazo (45 dias da multa...) [1] Para aplicação do perdimento do veículo, deverá ser demonstrada a responsabilidade do proprietário do veículo na prática do ilícito. [2] A não-chegada do veículo ao destino configura desvio de rota legal e extravio, cabendo ao titular da unidade de destino comunicar o fato à autoridade policial competente, para efeitode apuração do crime de contrabando ou descaminho. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 37 PE R DIM ENT O DE M O E DA Art. 700. Aplica-se a pena de perdimento da moeda nacional ou estrangeira, em espécie, no valor excedente a U$ 10.000,00, ou o equivalente em moeda estrangeira, que ingresse no território aduaneiro ou dele saia. a) Moeda nacional / estrangeira, em espécie = SOMENTE o papel-moeda. b) Aplica-se à totalidade da moeda que ingressar ou sair no País não portada por viajante. c) Moeda encontrada em ZS: somente se aplica quando as circunstâncias tornarem evidente a tentativa de saída ou ingresso no País, por qualquer forma não autorizada. PR O CESS O INÍCIO PERDIMENTO: Auto de Infração (peça inicial) + Termo de Apreensão + (se for o caso) Termo de Guarda Fiscal MULTA: Auto de Infração (peça inicial) + Termo de Retenção. INTIMAÇÃO pessoal ou realizada mediante edital. Feita a intimação, o autuado terá 20 dias para apresentar sua impugnação (OBS: se por edital, a contagem inicia 15 dias após sua publicação). PERDIMENTO - VEÍCULO ou MERCADORIA (veículo é do próprio infrator) Impugnação não apresentada: envio para autoridade competente, para imediata aplicação da pena de perdimento. Impugnação apresentada - SRFB concorda com as alegações = arquiva - SRFB não concorda: autoridade preparadora remete o processo para julgamento dentro de 15 dias. APLICAÇÃO DE MULTA DO ART. 731 (veículo NÃO é do infrator) Impugnação não apresentada: veículo retido, havendo 45 dias para pagamento da multa. Caso não seja paga, veículo é considerado abandonado e proceder-se-á ao seu perdimento. Impugnação apresentada - SRFB concorda com as alegações = arquiva - SRFB não concorda: mesmo procedimento no caso de não apresentação da impugnação. MUL TA Art. 706 Têm valor mínimo de R$ 500,00 e máximo de R$ 5.000,00. Na ocorrência simultânea de infrações, será aplicada a mais gravosa. Importante saber que: uma vez deferida, a Licença de Importação (LI) tem validade de 90 dias – para embarque. 30% do valor aduaneiro - Embarque de mercadoria antes de emitida a LI; - Importação sem LI. Considera-se importada sem LI a mercadoria cujo embarque tenha se efetivado depois de decorridos mais de 40 dias do respectivo prazo de validade (90 + 40 dias). 20% do valor aduaneiro - Pelo embarque da mercadoria depois de vencido o prazo de validade da licença de importação respectiva ou documento de efeito equivalente, de mais de 20 até 40 dias. 10% do valor aduaneiro - Pelo embarque da mercadoria, depois de vencido o prazo de validade da licença de importação respectiva ou documento de efeito equivalente, até 20 dias. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 38 Art. 716 Aplica-se a multa de R$ 2,00 por maço de cigarro, unidade de charuto ou de cigarrilha, ou Kg líquido de qualquer outro produto apreendido, cumulativamente com o perdimento da respectiva mercadoria. SAN ÇÕES ADMINIS T RAT IV AS As sanções serão anotadas no registro do infrator, devendo ser cancelada após o decurso de 5 anos da aplicação DEFINITIVA. As sanções não prejudicam a exigência dos tributos, a aplicação de outras penalidades e a RFFP, se for o caso. ADVERTÊNCIA a) descumprimento de norma de segurança fiscal em local alfandegado; b) falta de registro ou registro de forma irregular dos documentos relativos a entrada ou saída de veículo ou mercadoria em recinto alfandegado; c) atraso, de forma contumaz, na chegada ao destino de veículo conduzindo mercadoria submetida ao regime de trânsito aduaneiro; d) emissão de documento de identificação ou quantificação de mercadoria em desacordo com sua efetiva qualidade ou quantidade; e) prática de ato que prejudique o procedimento de identificação ou quantificação de mercadoria sob controle aduaneiro; f) atraso na tradução de manifesto de carga, ou erro na tradução que altere o tratamento tributário ou aduaneiro da mercadoria; g) consolidação ou desconsolidação de carga efetuada com incorreção que altere o tratamento tributário ou aduaneiro da mercadoria; h) atraso, por mais de três vezes, em um mesmo mês, na prestação de informações sobre carga e descarga de veículos, ou movimentação e armazenagem de mercadorias sob controle aduaneiro; i) descumprimento de requisito, condição ou norma operacional para habilitar- se ou utilizar regime aduaneiro especial ou aplicado em áreas especiais, ou para habilitar-se ou manter recintos nos quais tais regimes sejam aplicados; i1) descumprimento de requisito, condição ou norma operacional para executar atividades de movimentação e armazenagem de mercadorias sob controle aduaneiro, e serviços conexos; i2) descumprimento de condição estabelecida para utilização de procedimento aduaneiro simplificado; j) deixar de comunicar à SRFB qualquer alteração das informações prestadas para inscrição no registro de despachante aduaneiro ou de ajudante; k) descumprimento de outras normas, obrigações ou ordem legal não previstas nas alíneas “a” a “j”; Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 39 SUSPENSÃO1 pelo prazo de até 12 meses, do registro, licença, autorização, credenciamento ou habilitação para utilização de regime aduaneiro ou de procedimento simplificado, exercício de atividades relacionadas com o despacho aduaneiro, ou com a movimentação e armazenagem de mercadorias sob controle aduaneiro, e serviços conexos a) reincidência em conduta já sancionada com advertência; b) atuação em nome de pessoa que esteja cumprindo suspensão, ou no interesse desta; c) descumprimento da obrigação de apresentar à fiscalização, em boa ordem, os documentos relativos a operação que realizar ou em que intervier, bem como outros documentos exigidos pela SRFB; d) delegação de atribuição privativa a pessoa não credenciada ou habilitada, inclusive na hipótese de cessão de senha de acesso a sistema informatizado; e) realização, por despachante aduaneiro ou ajudante, em nome próprio ou de terceiros, de exportação ou importação de quaisquer mercadorias, exceto para uso próprio, ou exercício, por estes, de comércio interno de mercadorias estrangeiras; f) descumprimento, pelo importador, depositário ou transportador, da determinação efetuada pela autoridade aduaneira para destruir mercadoria ou devolvê-la ao exterior, nas hipóteses de que trata o art. 574; g) prática de qualquer outra conduta sancionada com suspensão de registro, licença, autorização, credenciamento ou habilitação, nos termos de legislação específica; CANCELAMENTO ou CASSAÇÃO2 do registro, licença, autorização, credenciamento ou habilitação para utilização de regime aduaneiro ou de procedimento simplificado, exercício de atividades relacionadas com o despacho aduaneiro, ou com a movimentação e armazenagem de mercadorias sob controle aduaneiro, e serviços conexos a) acúmulo, em período de três anos, de suspensão cujo prazo total supere doze meses; b) atuação em nome de pessoa cujo registro, licença, autorização, credenciamento ou habilitação tenha sido objeto de cancelamento ou cassação, ou no interesse desta; c) exercício, por pessoa credenciada ou habilitada, de atividade ou cargo vedados na legislação específica; d) prática de ato que embarace, dificulte ou impeça a ação da fiscalizaçãoaduaneira, inclusive a prestação dolosa de informação falsa ou o uso doloso de documento falso nas atividades relacionadas com o despacho aduaneiro; e) agressão ou desacato à autoridade aduaneira no exercício da função; f) sentença condenatória, transitada em julgado, por participação, direta ou indireta, na prática de crime contra a ADMP ou contra a ordem tributária; g) sentença condenatória, transitada em julgado, à pena privativa de liberdade; h) descumprimento das obrigações eleitorais; i) ação ou omissão dolosa tendente a subtrair ao controle aduaneiro, ou dele ocultar, a importação ou a exportação de bens ou de mercadorias; ou j) prática de qualquer outra conduta sancionada com cancelamento ou cassação de registro, licença, autorização, credenciamento ou habilitação, nos termos de legislação específica. 1Na determinação do prazo para a aplicação das sanções de SUSPENSÃO, serão considerados a natureza e a gravidade da infração cometida, os danos que dela provierem e os antecedentes do infrator. 2A reinscrição para a atividade ou a inscrição para exercer outra atividade sujeita a controle aduaneiro só poderá ser solicitada 2 anos depois da data de aplicação definitiva da sanção, devendo ser cumpridas todas as exigências e formalidades previstas para a inscrição. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 40 PR O CESS O Início Peça Inicial: Auto de Infração + Termo de Constatação [sempre os dois] Intimação Pessoal ou realizada mediante edital. Feita a intimação, o autuado terá 20 dias para apresentar sua impugnação (obs: se por edital, a contagem começa 15 dias após sua publicação). Impugnação Impugnação não apresentada: envio para autoridade competente, para imediata aplicação da sanção. Impugnação apresentada e RFB concorda: arquivamento. Impugnação apresentada e RFB não concorda: autoridade preparadora remete para julgamento em 15 das, prorrogáveis Recurso Após ciência da decisão, o interessado possui 30 dias para apresentação de recurso à autoridade imediatamente superior, que julgará em instância final adm. O recurso terá efeito suspensivo. Dessa forma, NÃO possui instância única, como é o caso do perdimento. RE LEV A ÇÃO DE PEN ALI DA DES O que? Infrações de que não tenham resultado falta ou insuficiência de recolhimento de tributos federais Quem? Ministro da Fazenda Como? Despacho fundamentado Quais requisitos? 1. Erro ou a ignorância escusável do infrator, quanto à matéria de fato 2. Equidade, em relação às características pessoais ou materiais do caso, inclusive ausência de intuito doloso A pena de perdimento pode ser relevada? SIM! Caso infração não tenha resultado falta ou insuficiência de recolhimento de tributos federais poderá ser relevada com base no disposto acima, mediante a APLICAÇÃO DA MULTA. No caso de veículo considerado abandonado, poderá haver relevação à vista de requerimento, desde que recolhido o montante correspondente a 2X a multa inicialmente aplicada CRIM ES ADU AN EIR O S (CONT RA B AN DO E DES CAMIN HO ) CO NTR A BAN DO Contrabando: consiste na importação ou exportação de mercadoria PROIBIDA. NÃO existe uma lista que diz quais as mercadorias proibidas, pois o contrabando é uma normal penal “em branco”, cabendo à legislação extrapenal defini-las. A proibição pode ser absoluta ou relativa (= sujeita à autorização governamental). O contrabando é um crime residual (= somente aplicado quando conduta não seja tipificada como algum outro crime) Saída de mercadorias da ZFM sem autorização é prática caracterizada como contrabando Início Intimação Impugnação Recuso Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 41 DES CAMIN HO Descaminho: consiste em ILUDIR, no todo ou em parte, o pagamento de direito ou imposto devido pela entrada, pela saída ou pelo consumo de mercadoria. Parte da doutrina o chama de “contrabando impróprio”. A conduta pode ser comissiva ou omissiva, sendo o descaminho caracterizado em ambas hipóteses O bem jurídico tutelado é o interesse patrimonial do Estado. STJ entende que além de lesar o interesse patrimonial do Estado, gera prejuízos à atividade econômica, na medida em que promove o comércio ilegal e a concorrência desleal. Assim, não se pode equiparar o crime de descaminho aos crimes materiais contra a ordem tributária. Logo, não haverá a extinção da punibilidade em razão do pagamento do tributo devido. PRI N CÍPI O DA IN SIG NIFI CÂN CI A Insignificância: Estado não deverá punir condutas que ofendem de maneira insignificante um bem jurídico tutelado. A incidência do princípio da insignificância será causa supralegal de exclusão da tipicidade (conduta deixa de ser crime). Contrabando: NÃO SE APLICA Descaminho: LEGÍTIMA a aplicação. Poder Judiciário é o legitimado a aplicar o princípio da insignificância. Parâmetro: valor mínimo para que a PGFN ajuíze ação de execução fiscal. O valor, hoje, é de R$ 20.000,00, isto é, para valores inferiores aplica-se insignificância. RE PR ESE NTA ÇÃ O FI SCAL P AR A FIN S P E NAIS – R FFP SEMPRE1 que o AFRFB constatar fato que configure, em tese, crime contra a ordem tributária ou contra previdência social, crime de contrabando ou de descaminho, ou crimes em detrimento da Fazenda ou contra a Adm. Pública Federal, DEVERÁ efetuar RFFP, a ser encaminhada (pelo inspetor-chefe ou delegado da RFB) ao MP, na forma estabelecida pela RFB. 1Importante! O AFRFB sempre deve fazer a RFFP, independentemente do valor, uma vez que quem aplica o princípio da insignificância é o Judiciário. A RFFP relativa aos crimes contra a ordem tributária será encaminhada ao MP APÓS decisão final adm., no processo fiscal. STF, Súmula Vinculante 24: NÃO se tipifica crime material contra a ordem tributária antes do lançamento definitivo do tributo. Se houver parcelamento vigente, a RFFP somente será encaminhada ao MP APÓS a exclusão da PF / PJ do parcelamento. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.brs e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 02 Regimes Aduaneiros Aplicados em Áreas Especiais............................................................................................................................. 33 Infrações e Penalidades Aduaneiras ......................................................................................................................................... 35 Pena de Perdimento ................................................................................................................................................................................... 35 Multa ............................................................................................................................................................................................................ 37 Sanções Administrativas .......................................................................................................................................................................... 38 Relevação de Penalidades ......................................................................................................................................................................... 40 Crimes Aduaneiros (Contrabando e Descaminho) ............................................................................................................................... 40 Representação Fiscal para Fins Penais – RFFP ....................................................................................................................................... 41 Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 03 JURISDIÇÃO ADUANEIRA TER RIT ÓRI O ADU ANEI RO Território Aduaneiro (TA) = Todo Território Nacional ZONA PRIMÁRIA (ZP) Cargas, pessoas e veículos entram no TA Área terrestre ou aquática, contínua ou descontínua, nos portos Área terrestre, nos aeroportos alfandegados (EX: Loja Franca) Pontos de Fronteira alfandegados Zona de Processamento e Exportação (ZPE), p/ efeitos de controle ZONA SECUNDÁRIA (ZS) Restante do TA + Águas Territoriais + Espaço Aéreo Áreas de Controle Integrado (ACI) Países do Mercosul e BR (enclave aduaneiro). Atenção! ACI não aumenta o TA, apenas aumenta a jurisdição aduaneira. JURISDIÇÃO ADUANEIRA Zona de Vigilância Aduaneira (ZVA): orla marítima ou faixa de fronteira, na qual a permanência ou circulação ficarão sujeitas às condições / restrições / proibições estabelecidas a) Cuidado! ZVA não é Zona Primária b) O ato de demarcação (Ministro da Fazenda) PODERÁ ser geral ou específico em relação a segmentos da orla ou faixa c) Compreende-se na ZVA a TOTALIDADE do MUNICÍPIO demarcado, ainda que parte dele fique fora PO RTOS , AE RO PO RT OS E P ONTO S DE FR ONTE IR A AL FAN DE GADOS – P APF Os PAPF serão alfandegados por ATO declaratório, para que neles possam, sob controle aduaneiro: [RFB] estacionar ou transitar veículos → veículos [RFB] carga, descarga, armazenagem ou passagem → mercadorias [Polícia Federal] embarcar, desembarcar ou transitar viajantes → pessoas • O alfandegamento será precedido da habilitação ao tráfego internacional pelas autoridades em matéria de transporte • SOMENTE nos PAPF alfandegados poderá efetuar-se a entrada ou saída de mercadorias, SALVO mercadorias conduzidas por linhas de transmissão, dutos e outros casos (ato normativo da RFB) AL FAN DEG AMEN TO Ato declaratório da autoridade aduaneira (RFB) que permite c/ que seja realizada as operações de controle aduaneiro. Importante! O interessado deve assumir a condição de fiel depositário da mercadoria sob sua guarda Depois de atendidas as condições de instalação do órgão de fiscalização e de infraestrutura Atestada a regularidade fiscal do interessado (concessionário / permissionário) Houver disponibilidade de RH e materiais, por parte da fiscalização APÓS procedimento licitatório RE CI NTOS ALFAN DE GADOS Declarados pela autoridade aduaneira, na ZP ou ZS, para que, sob controle aduaneiro, haja movimentação, armazenagem e despacho de mercadorias / bagagem / Remessa Postal Internacional (RPI). Descumprimento de Requisitos: haverá MULTA, cujo recolhimento NÃO garante o direito à operação regular NEM prejudica a aplicação de sanções administrativas e de outras penalidades ou a Representação Fiscal para Fins Penais. Porto Seco São recintos alfandegados de USO PÚBLICO. a) NUNCA instalados na ZP de portos e aeroportos alfandegados; em pontos de fronteira PODE b) Concessão: imóvel da União + precedido de obra pública c) Permissão: imóvel NÃO for da União Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 04 ADMI NIST RA ÇÃO A DU AN EI RA Art. 237 CF/88: A fiscalização e o controle sobre o Comércio Exterior, essenciais à defesa dos interesses fazendários nacionais, serão exercidos pelo Ministério da Fazenda – controle é ininterrupto, já a fiscalização NÃO. FISCALIZAÇÃO ADUANEIRA nos PAPF e recintos alfandegados PODERÁ ser: 1. Ininterrupta (ex: setor de bagagens; portos 24h) 2. Horários determinados (AFRFB combina com o depositário da mercadoria o horário) 3. Eventual (fiscalização a posteriori, depois de ocorrerem os fatos geradores) AUTORIDADE ADUANEIRA tem PRECEDÊNCIA sobre as demais nos PAPF, recintos alfandegários e ZVA, que implica: 1. A obrigação, por parte das demais autoridades, de prestar auxílio imediato, sempre que requisitado 2. Disciplinar, sem prejuízo da competência de outras autoridades, a entrada, permanência e a movimentação O IMPORTADOR, EXPORTADOR ou ADQUIRENTE têm a OBRIGAÇÃO: 1. Manter os DOCUMENTOS pelo prazo DECADENCIAL 2. Manter os LIVROS e COMPROVANTES dos lançamentos até a PRESCRIÇÃO dos Créditos Tributários Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 05 CONTROLE ADUANEIRO DE VEÍCULOS Entrada ou a saída de veículos SÓ poderá ocorrer em PAPF alfandegados [ZP]. a) EXCEPCIONALMENTE, poderá haver autorização por PAPF não alfandegado b) Controle será exercido desde o ingresso até efetiva saída, e estende-se às mercadorias, bens e bagagens c) Poderá ser determinado, pela autoridade aduaneira, o acompanhamento fiscal de veículo TODOS os veículos estão sujeitos ao controle aduaneiro, INCLUSIVE aqueles que transportem chefes de Estado e veículos militares. PR OIBI ÇÕES Punível com PENA DE PERDIMENTO do veículo). DO CUM ENT AÇÃO CO N HE CI ME NTO DE CARG A CONHECIMENTO DE CARGA / EMBARQUE Materializa o contrato de FRETE [um conhecimento de carga para cada contrato de frete] Prova de posse ou propriedade da mercadoria; Deverá identificar a unidade de carga em que a mercadoria por ele amparada esteja contida. Correção: carta de correção dirigida pelo emitente à autoridade aduaneira, que, se aceita, implicará correção. a) A carta e o conhecimento a ser corrigido, devem ser apresentados ANTES do início do despacho b) Se APÓS o início do despacho até o desembaraço, PODERÁ ser apreciada, mas NÃO implica denúncia espontânea Havendo divergência entre o Manifesto e o Conhecimento: prevalecerá o conhecimento (mais detalhado), podendo a correção do MANIFESTO ser feita de ofício.PR O IB IÇ Õ ES Estacionar ou efetuar operações de carga ou descarga inclusive transbordo, fora de local habilitado Desviá-lo da rota sem motivo justificado (condutor pode propor rota alternativa) Colocá-lo nas proximidades de outro, de modo a tornar possível o transbordo de pessoa ou mercadoria EXEÇÕES - Cabe transbordo de veículos: 1. De guerra, SALVO se utilizados no transporte comercial 2. De repartições públicas, em serviço [precisa estar em serviço naquele momento] 3. Autorizados, inclusive de transporte de passageiros e tripulantes 4. Que estejam prestando ou recebendo socorro [precisa estar prestando naquele momento] Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 06 MAN IFEST O DE CA R GA MANIFESTO DE CARGA É uma reunião de Conhecimentos (Dica! MANYfesto) O responsável pelo veículo apresentará manifesto, cópia dos conhecimentos, lista de sobressalentes e provisões de bordo. Se for o caso, relação das unidades vazias existentes a bordo, declaração de acréscimo de volume ou mercadoria. Há tantos manifestos quantos forem os locais, no exterior, em que tiver recebido carga. NÃO apresentação de manifesto = declaração NEGATIVA de carga. Omissão de volume: PODERÁ ser suprida, mediante apresentação da mercadoria sob declaração escrita do responsável pelo veículo, ANTES que a autoridade aduaneira tome conhecimento. Conferência Final: apuração de responsabilidade quanto a EXTRAVIO (-) ou ACRÉSCIMO (+) de mercadoria (avaria), via confronto do manifesto com os registros, informatizados ou não, de descarga ou armazenamento. FL UXO (1) Transportador presta informações à RFB (2) Emitido o respectivo termo de entrada (3) Carga, descarga ou transbordo somente DEPOIS de prestadas as informações (entrega dos documentos) (4) A mercadoria descarregada será registrada pelo transportador e também pelo depositário • Avaria: objeto de conserto e pesagem. Depositário faz a devida anotação no registro de descarga. • Atenção! A autoridade poderá determinar cautelas fiscais e o isolamento, INCLUSIVE nos casos de extravio ou avaria. Busca Aduaneira: prevenir e reprimir infração à legislação aduaneira, a QUALQUER TEMPO, INCLUSIVE em momento ANTERIOR à prestação das informações (termo de entrada do veículo). A busca será precedida de comunicação, verbal ou por escrito. Havendo indícios de falsa declaração de conteúdo, a autoridade aduaneira poderá determinar a descarga. DIS POS I ÇÕ ES FIN AI S O VEÍCULO será tomado como GARANTIA dos débitos fiscais, inclusive multas aplicadas ao transportador ou condutor. Enquanto não concluídos os procedimentos fiscais a autoridade aduaneira poderá permitir a saída do veículo, mediante termo de responsabilidade; O responsável por embarcação de recreio, aeronave particular ou veículo de competição que entrar no País por seus próprios meios deverá apresentar-se no prazo de 24h, para a adoção dos procedimentos aduaneiros pertinentes. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 07 TRIBUTOS INCIDENTES NO COMÉRCIO EXTERIOR CO N CEI TOS INI CI AI S PR O DUTO ES TR ANG EIR O, NA CION AL E NACI ONALIZ ADO REI MP ORT AÇÃO , RE EXP OR TAÇÃO E ME R CADO RI A CON SI DE R ADA EST R ANG EIR A REIMPORTAÇÃO Retorno de mercadoria que não saiu a título definitivo. NÃO é FG do II REEXPORTAÇÃO Saída da mercadoria que não entrou a título definitivo (admissão temporária) MERCADORIA CONSIDERADA ESTRANGEIRA Desnacionalizada que retorne ao país PRODUTO Nacional Produtos produzidos no país (cumpre regras de origem) Nacionalizado Importado em caráter definitivo - independe de despacho para consumo, logo independe de pagamento do tributo ou reconhecimento de sua dispensa. A nacionalização considera-se ocorrida na data do embarque (conhecimento de carga). Desnacionalizado É o produto exportado em caráter definitivo Estrangeiro Originário (transformação substancial) do exterior, com ou sem ânimo de definitividade. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 08 II – I MPO STO DE I M PO RTA ÇÃO FATO G ER ADO R FG material: ENTRADA de mercadoria estrangeira no território aduaneiro. NÃO confundir o fato gerador com o “registro da DI”. Ele apenas se aperfeiçoa com o registro da DI Mercadoria conste como importada e cujo extravio tenha sido verificado, SALVO bagagens e as RPI Extravio: até 1% - granel. INCLUI bagagem e bens enviados como presente, amostra, ou a título gratuito. FG temporal (momento quando se considera ocorrido o FG): DATA Declaração de Importação (DI) Mercadoria submetida a despacho para consumo (i.e: importação definitiva), INCLUSIVE: a) Sob regime suspensivo de tributação b) RPI, sujeita ao Regime de Importação Comum (RIC) DATA do Lançamento do Crédito Tributário a) RPI NÃO sujeitos RIC b) Bagagem, acompanhada ou desacompanhada c) Mercadoria constante de manifesto, cujo extravio / avaria verificados d) Mercadoria NÃO objeto de DI, consumida / revendida / não localizada DATA do registro da RAT Utilização econômica (Regime de Admissão Temporária - RAT para Utilização Econômica). Sempre que houver suspensão dos tributos incidentes. DATA do vencimento do prazo de permanência em recinto alfandegado Prazo para registro da DI: Até 90d da descarga, se recinto alfandegado de ZP. Até 45d após prazo de permanência em recinto alfandegado de ZS (75d) – total 120 dias. Em ambas hipóteses deve ser registrada antes de aplicada pena de perdimento. Se a pena de perdimento for aplicada NÃO há Imposto de Importação. SUJEIT O PAS SIVO CONTRIBUINTE IMPORTADOR – quem promove a entrada de mercadoria estrangeira no TA DESTINATÁRIO de RPI – EX: compra feita pelo Ali Express ADQUIRENTE de mercadoria entrepostada – tributação fica suspensa até aquisição RESPONSÁVEL (II + Multas) Transportador - mercadoria procedente do exterior ou sob controle aduaneiro Depositário - pessoa incumbida da custodia de mercadoria sob controle aduaneiro RESPONSÁVEL SOLIDÁRIO Sem benefício de ordem Expedidor e o Operador de Transporte Multimodal (OTM) Representante, no País, do transportador estrangeiro (pois este não tem CNPJ) Adquirente, no caso de importação por sua conta e ordem, via PJ importadora Adquirente / Cessionário de mercadoria com isenção ou redução do II Encomendante que adquire mercadoria de procedência estrangeira de PJ importadora Beneficiário de regime suspensivo destinado a industrialização p/ exportação *Responsáveis solidários pelo PIS/PASEP-Importação e COFINS-Importação. BAS E DE CÁL CU LO • Para alíquotas ad-valorem: BC = VALOR ADUANEIRO (tem como base o valor CIF) • Para alíquotas específicas: BC = quantidade na unidade de medida (ex: m³ ou Kg) Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 09 ALÍ QU OTA REGI ME S DE TRI BUT AÇÃ O MNI Mercadorias Não-Identificadas Extravio, consumo ou DESCRIÇÃO genérica – Cuidado! ≠ classificação genérica. a) Alíquota: 80% relativa ao II, IPI, PIS/Cofins-Importação e AFRMM;b) Base de Cálculo: arbitrada estatisticamente (MEDIANA...) RTS Regime de Tributação Simplificada Permite a CLASSIFICAÇÃO genérica de RPI (até U$ 3.000 FOB, para PF ou PJ): a) Alíquota do II - 60% (BC inclui Frete + Seguro). b) Isenção: IPI, PIS/Cofins-Importação e de II, se até U$ 50,00 se envio PF para PF (via Correios) c) Redução: %0,00 de II se destinatário PF de medicamentos (até U$ 10.000) Dica! ClaSSSificação e PoSSStal RTE Regime de Tributação Especial BAGAGEM ou bens adquiridos em LOJAS FRANCAS de CHEGADA. Limite via marítima ou aérea U$ 1.000 Limite via terrestre, fluvial ou lacustre U$ 500 a) Alíquota do II - 50% do valor que exceder os limites b) Isenção: IPI, PIS/Cofins-Importação c) Base de Cálculo: valor que exceder o limite de isenção RTU Regime de Tributação Unificada Via TERRESTRE e PROCEDENTES do Paraguai pagamento unificado. a) Alíquota - 25% relativa ao II, IPI, PIS/Cofins-Importação (na lei está 42,25%) b) Limite: R$110.000/ano, podendo haver limites quantitativos c) ICMS: PODE ser incluido, mediante convênio d) Beneficiários: microempresa varejista optante pelo Simples Vedações: mercadorias não destinadas ao consumidor final, armas e munições, fogos de artifícios e explosivos, bebidas e cigarros, veículos, embarcações (partes e peças também), medicamentos, pneus, bens usados, com importação suspensa ou proibida. ALÍQUOTA REGRA Tarifa Externa Comum na data do FG EXCEÇÕES Acordo Internacional =Alíquota do acordo salvo se alíq. Brasileira mais favorável GATT = Alíquota do GATT salvo se alíq. ALADI mais favorável [RTS] [RTE] [RTU] Alíquota será definida pela CAMEX Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 10 LAN ÇAMEN TO , P AG AM ENT O, COM PEN S A ÇÃ O E R ESTI TUI ÇÃ O Lançamento HOMOLOGAÇÃO [decai 5 anos após registro da DI] Pagamento Data do REGISTRO da DI (Min. Fazenda poderá fixar outro) Moeda estrangeira: câmbio na data do FG Compensação Trata-se de hipótese de EXTINÇÃO do crédito tributário. A compensação poderá ocorrer com débitos PRÓPRIOS, em relação aos tributos administrados pela RFB. Eventual crédito NÃO poderá ser utilizado no momento do registro da DI. Restituição a) Erro de cálculo, alíquota, valor aduaneiro ou quantidade de mercadoria b) Reforma, anulação, revogação ou rescisão de decisão condenatória c) Admissão Temporária para utilização econômica NÃO GOZADO d) Contribuinte, à época do FG, era beneficiário ou havia preenchido os requisitos de isenção ou redução geral e) Extravio ou avaria ⇒ restituição INDEPENDERÁ de prévia indenização da importância devida à Fazenda A restituição acarreta, proporcional, dos juros e das penalidades pecuniárias (apenas multas de mora) e poderá ser feita de OFÍCIO, a REQUERIMENTO, ou UTILIZAÇÃO DO CRÉDITO. O protesto do importador, deverá ser apresentado ANTES da saída do recinto alfandegado, salvo quando, a critério da autoridade aduaneira, houver inequívoca demonstração do alegado. ISEN ÇÕES E RE DU ÇÕES As isenções ou reduções decorrem de LEI ou ATO INTERNACIONAL. O reconhecimento da isenção ou redução NÃO gera direito adquirido, sendo revogado de ofício, se o beneficiário não atender os requisitos, cobrando-se o Crédito Tributário juros penalidade (dolo ou simulação). RE DU ÇÃO EX-TARIFÁRIO – é uma REDUÇÃO em relação à Tarifa Externa Comum (TEC) • REDUÇÃO (2% ou 0%) OBJETIVA e TEMPORÁRIA da alíquota do II de bens de capital e TI, definidos na TEC • INEXISTÊNCIA de PRODUÇÃO nacional equivalente – é diferente do exame de similaridade! • Vigência de 02 anos - passado esse período o bem poder ser alienado sem prévio pagamento do II • Concedida por resolução CAMEX. • Qualquer pessoa que vier a importar um bem idêntico ao contemplado com o EX-TARIFÁRIO terá redução do II. REQUISITOS (cumulativos) INEXISTÊNCIA de similar nacional – consulta pública (DECEX) se há no BRA mercadoria com qualidade, preço e prazo equivalentes àquela que cogita a isenção Se vier de NAVIO, este DEVE ser de bandeira BRA Comprovação da quitação de tributos FEDERAIS Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 11 ISEN ÇÕES Isenções Objetivas Ficará condicionada à comprovação POSTERIOR do seu efetivo emprego, exigindo-se o imposto a partir da data da DI - aplicam-se também ao IPI-Importação. 1. Livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão - IMUNIDADE 2. Amostras e RPI, sem valor comercial 3. [RTS] RPI e encomendas aéreas internacionais, destinadas a PF - até U$3.000,00 | U$50,00 se for de PF para PF 4. [RTE] Bagagem de viajantes procedentes do exterior ou da ZFM 5. [RTE] Bens adquiridos em loja franca, no País 6. Bens importados sob o regime de drawback-isenção 7. Bens importados pelas Áreas de Livre Comércio 8. Importações efetuadas para a ZFM e para a Amazônia Ocidental 9. Partes, peças e componentes, destinados ao reparo, revisão e manutenção de aeronaves e de embarcações 10. Partes, peças e componentes, importados, destinados a conservação, modernização e conversão de embarcações 11. Medicamentos destinados ao tratamento da AIDS, e instrumental científico p/ pesquisa da SDIA 12. Objetos de arte recebidos em doação, por museus (incide IPI-importação) 13. Urna eletrônica 14. Bens recebidos como premiação em evento no exterior, ou para utilizadar em evento esportivo oficial no País 15. Bens importados por desportistas, utilizados em evento oficial e recebidos em doação 16. Equipamentos e materiais destinados, exclusivamente, a treinamento de atletas brasileiros para olímpiadas 17. Mercadorias destinadas a consumo em congressos, feiras, exposições internacionais e assemelhados 18. Gêneros alimentícios de 1ª necessidade, fertilizantes e defensivos agrícolas, e matéria-prima para sua produção no País 19. Bens trazidos do exterior, no comércio característico das cidades fronteiriças (uso ou consumo pessoal) 20. Mercadorias doadas por Representações Diplomáticas para venda em feiras, bazares e eventos Isenções S ubjeti vas 1. U, E, DF, M, Territórios, e respectivas AUT - IMUNIDADE 2. Partidos, instituições de educação e assistência social s/ fins lucrativos, sindicatos dos trabalhadores - IMUNIDADE 3. Instituições de ciência e tecnologia e por cientistas e pesquisadores – IMUNIDADE 4. Museus instituídos e mantidos pelo Poder Público 5. Missões diplomáticas e repartições consulares de caráter permanente e respectivos integrantes 6. Representações de organismos internacionais permanentes (BRA seja membro) e respectivos integrantes Transferência de propriedade ou cessão de uso a qualquer título Obriga prévio pagamento do imposto. O II será reduzido proporcionalmente à depreciação em função do tempo, contado da data do registro da DI, não sendo depreciados os bens que aumentam de valor com o tempo. EXCEÇÕES: Após 03 anos do registro da DI isenção ou redução não poderá ser concedida em decorrência de reciprocidade (itens 5 e 6) Após 05 anos do registro da DI demais casos (itens 1 a 4) ficarão livres do tributo A pessoa ou a entidade que goze de igual tratamento tributário Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 12 HI PÓT ESE S DE N ÃO TRIB UT AÇÃO DA IM PO RTAÇÃO ÑFG Não há Fato Gerador ÑE Mercadoria NãoEstrangeira ÑI Não Incidência ÑFG ÑE ÑI M ER CA D O R IA Ñ E Enviada em consignação e não vendida imediatamente APÓS o término do prazo (720 dias). IPI PIS Cofins II Devolvida por defeito técnico, p/ reparo ou substituição Modificações na sistemática de importação por parte do país importador Guerra ou calamidade pública Outros fatores alheios à vontade do exportador. M ER CA D O R IA E ST R A N G EI RA , M A S O CO R R E Ñ I Mercadoria estrangeira que, corretamente descrita nos documentos, chegar ao País por erro inequívoco ou comprovado de expedição, e que for redestinada ou devolvida PIS Cofins II IPI Mercadoria estrangeira idêntica, em igual quantidade e valor, e que se destine a reposição de outra anteriormente importada que se tenha revelado, após o desembaraço aduaneiro, defeituosa ou imprestável Embarcações construídas no BRA e transferidas por matriz de empresa brasileira de navegação para subsidiária integral no exterior, que retornem ao registro brasileiro, como propriedade da mesma empresa nacional de origem; Mercadoria estrangeira devolvida para o exterior ANTES do registro da DI. IPI PIS Cofins II Mercadoria estrangeira destruída, sob controle aduaneiro, sem ônus para a Fazenda, ANTES de desembaraçada; Mercadoria estrangeira objeto da pena de perdimento, exceto quando não localizada, tenha sido consumida ou revendida Estrangeira em trânsito de PASSAGEM, ACIDENTALMENTE DESTRUÍDA Pescado capturado FORA do País, por empresa localizada no BR, desde que cumpra as normas da atividade pesqueira II IPI PIS Cofins Exportação Temporária, AINDA QUE descumprido o regime (= reimportação) Bens importados por Entidades Beneficentes de Assistência Social Cuidado! Algo quando exportado para realizar um serviço, ao retornar ao País, sofrerá incidência do II, salvo no caso de Exportação Temporária. Portanto a questão deve mencionar expressamente exportação temporária. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 13 IE – I MP OST O DE EX PO RTAÇÃO Incidência Mercadoria NACIONAL ou NACIONALIZADA destinada ao exterior. CAMEX relacionará quais são. Fato Gerador • FG Material / Espacial: SAÍDA da mercadoria do Território Aduaneiro. • FG Temporal (cálculo): data do Registro de Exportação (RE) – RE não é início do despacho. Base de Cálculo Preço NORMAL que a mercadoria, ou sua similar alcançaria, ao tempo da exportação, em condições de livre concorrência no mercado INTERNACIONAL. Preço FOB ou posto na fronteira é indicativo. • Difícil apuração ou suscetível de oscilações: CAMEX fixa critérios específicos ou pauta de VMÍNIMO • Preço maior ou igual a CAQUISIÇÃO ou produção + impostos e contribuições + margem de lucro de 15% Alíquota Regra: 30% Ato do Executivo (via resolução Camex) poderá majorar ou reduzir, sendo a alíquota máxima permitida de 150%. Contribuinte EXPORTADOR (= qualquer pessoa que promova a saída de mercadoria do TA) Pagamento Forma e prazo fixado pelo Ministro da Fazenda, que PODERÁ determinar sua exigibilidade ANTES da efetiva saída. CAMEX poderá dispensar a cobrança do IE em função do destino. INCENT IVOS FI S CAI S NA E XPO RT A ÇÃO Imunidades ICMS NÃO INCIDIRÁ sobre operações que destinem mercadorias para o exterior, nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior, assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores. IPI NÃO INCIDIRÁ nas operações que destinem produtos industrializados ao exterior, assegurada a manutenção e aproveitamento do crédito. Contribuições Sociais e Cide NÃO INCIDEM sobre receitas decorrentes de exportação (ex: transferência de crédito de ICMS-exportação e variações cambiais) Drawback Não é um benefício fiscal, mas sim um incentivo fiscal. Em suma há desoneração nas importações e aquisições no mercado doméstico, utilizadas como insumo p/ produção de bens para exportação. Empresas Comerciais Exportadoras (“Tradings”) Compra de mercadorias no mercado interno realizadas por trading, para exportação, aplica-se todos os incentivos fiscais aplicáveis às exportações. Mercadoria Exportada que Permanece no País (“Exportação Ficta”) Exportação de produtos nacionais sem que tenha ocorrido sua saída do território aduaneiro. Caso famoso foi o da aquisição de plataformas de petróleo pela Petrobrás (Repetro). Simples Nacional Receitas de exportação são apuradas de maneira separada, havendo uma redução de tributos a serem recolhidos com amparo no Simples, inclusive as vendas realizadas por meio de empresa comercial exportadora ou de sociedade de propósito específico. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 14 IPI – IM POST O S OB R E P RO DUTO IN DUS T RIA LIZ ADO (IM PO R TAÇÃO ) Fato Gerador DESEMBARAÇO de produtos industrializados de PROCEDÊNCIA estrangeira. Considera-se ocorrido o desembaraço da mercadoria que constar como importada e cujo extravio tenha sido verificado, inclusive se em regime suspensivo. Atenção! O recolhimento ocorre no registro da DI. Assim, se entre o registro da DI e o desembaraço ocorrer, por exemplo, redução de alíquota do IPI, caberá restituição, já que o FG é o desembaraço. Base de Cálculo Valor que servir ou que serviria de Base de Cálculo (BC) do II, acrescido do próprio II e encargos cambiais: BC = Valor Aduaneiro + II + Encargos Cambiais – depreciação Atenção! Descontos incondicionais NÃO fazem parte da BC. Alíquota Regra: alíquotas constantes na Tabela de Incidência do IPI (TIPI). No caso de Mercadorias Não Identificadas, a alíquota será de 50% Contribuinte IMPORTADOR, em relação ao FG decorrente do desembaraço aduaneiro Atenção! INCIDE IPI na importação de veículos por Pessoas Físicas Isenções • MESMAS isenções subjetivas e objetivas do II (EXCETO “Objetos de arte...”) • Regime de Tributação Simplificada (RTS) e Regime de Tributação Especial (RTE) PIS-I MPO RT AÇÃO E CO FI NS-IM PO RT AÇÃO Fato Gerador FG material: ENTRADA de BENS / SERVIÇOS estrangeiros no TA (= II) Para efeito de cálculo considera-se ocorrido o FG (= II) a) Data da DI: despacho para consumo ou Admissão Temporária para utilização econômica. b) Data do lançamento: bens constantes de manifesto, cujo extravio tenha sido verificado; c) Data do vencimento do prazo de permanência dos bens em recinto alfandegado. Base de Cálculo Assim como no II, a Base de Cálculo = VALOR ADUANEIRO STF (RE 574.706): O ICMS não compõe a base de cálculo para fins de incidência do PIS e da Cofins. Pagamento Data do registro da DI (= II) Contribuinte São CONTRIBUINTES (= II) 1. IMPORTADOR 2. DESTINATÁRIO RPI 3. ADQUIRENTE de mercadoria entrepostada Responsável Solidário São responsáveis SOLIDÁRIOS: 1. Depositário 2. Transportador 3. Representante, no BRA, do transportador estrangeiro 4. Expedidor 5. Operador de Transporte Multimodal 6. Adquirente, no caso de importação realizada por sua conta e ordem, via PJ importadora Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 15 SUSP ENS ÃO E AL ÍQ UOT A ZE RO Importação de bens NOVOS, diretamente pelo beneficiário para incorporação ao imobilizado. • Dica! Qual letra vem depois do R? S, de suspensão. • Dica!Começou com P é alíquota 0% PIS E CO FIN S N A I M PO RTAÇÃO DE CIGARR O Contribuinte O IMPORTADOR DE CIGARROS sujeita-se, na condição de contribuinte, e de contribuinte substituto dos comerciantes varejistas. Cálculo e Pagamento Cálculo: mesmas normas aplicáveis aos fabricantes de cigarros nacionais Pagamento: data do registro da DI Aplicam-se à PJ adquirente de mercadoria de procedência estrangeira, no caso da importação realizada por sua conta e ordem1, por intermédio de PJ importadora, as normas de incidência da contribuição para o PIS e da Cofins, sobre a receita bruta do importador. 1presume-se por conta e ordem de terceiro a operação de comércio exterior realizada mediante utilização de recursos deste. Su sp en sã o do P ag am en to Suspensão REPES - Regime Especial de Tributação para a Plataforma de Exportação de Serviços de TI RECAP - Regime Especial de Aquisição de Bens de Capital para Empresas Exportadoras Pessoa Jurídica Preponderantemente Exportadora REIDI - Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infra-Estrutura ZFM - Zona Franca de Manaus Alíquota 0% PATVD - Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tec. da Indústria de Equip. p/ TV Digital PADIS - Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 16 CI DE- CO MBU STÍV EI S Fato Gerador Operações de IMPORTAÇÃO ou COMERCIALIZAÇÃO (mercado interno) de: a) Gasolinas, Diesel e suas correntes; b) Querosene de aviação e outros querosenes; c) Óleos combustíveis; d) Gás liquefeito de petróleo, INCLUSIVE o derivado de gás natural e de nafta; e) Álcool etílico combustível. Base de Cálculo Unidade de medida estabelecida [= m³] Alíquota Alíquota específica definida em ato normativo específico. 1. Alíquota, definida por Lei, diferenciada por uso ou produto - é um valor fixo em R$/m³ 2. Reduzida ou RESTABELECIDA por ato do Poder Executivo - exceção à legalidade e à anterioridade Pagamento Data do registro da DI (=II) Contribuinte Responsável Contribuinte: IMPORTADOR, PF ou PJ. Na comercialização no mercado interno = Produtor ou Formulador Responsável SOLIDÁRIO: ADQUIRENTE, por conta e ordem, por intermédio de PJ importadora. Destinação • Pagamento de subsídios a preços ou transporte dos produtos sujeitos ao fato gerador; • Financiamento de projetos ambientais relacionados com a indústria do petróleo e do gás; • Financiamento de programas de infraestrutura de transportes. Isenções • Tipos e quantidades normalmente consumidos em evento esportivo oficial; • Vendido à uma empresa comercial exportadora (“Tradings”) TAX A DE UT ILIZ A ÇÃO DO SI S COM EX À cobrança da taxa aplica-se as normas referentes ao II. Ela é administrada pela RFB e será devida no registro da DI, à razão de: • R$ 30,00 por DI • R$ 10,00 por adição da DI, observado o limite fixado pela RFB Os valores poderão ser reajustados anualmente, por ato do Ministro da Fazenda, conforme variação dos custos operacionais e dos investimentos no Siscomex. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 17 CONTROLE ADUANEIRO DE MERCADORIAS Controle Aduaneiro: controle da entrada e saída de mercadorias e veículos (RFB) e pessoas (Polícia Federal). A finalidade do controle aduaneiro é extrafiscal (tutela bens jurídicos importantes). DESP ACHO DE I MP O RTA ÇÃ O Despacho Aduaneiro de Importação: é o procedimento fiscal no qual é verificada a exatidão dos dados declarados pelo importador em relação à mercadoria importada, aos documentos apresentados e à legislação específica – NÃO confundir com a conferência aduaneira, que é apenas uma etapa, muito mais detalhada, do despacho. Poderá ser efetuado em ZP ou ZS. Universalidade do controle aduaneiro: TODA MERCADORIA procedente do exterior, importada a título definitivo ou não, sujeita ou não ao pagamento do II, inclusive a reimportada, deverá ser submetida a despacho de importação. Exceções: MALA DIPLOMÁTICA e a MALA CONSULAR – possuem inviolabilidade absoluta. MALA É aquela que contém tão somente documentos diplomáticos e objetos de uso oficial, devendo conter sinais exteriores e visíveis X BAGAGEM Está sujeita ao controle aduaneiro, salvo se o viajante identificar-se como correio diplomático e o volume estiver identificado como mala. MO DALI DADES DE DESP A CHO A DUAN EI RO Despacho para Admissão: mercadorias admitidas em Regime Aduaneiro Especial (ERA), SALVO Drawback. Há suspensão tributária. Despacho para Consumo: mercadorias importadas em caráter DEFINITIVO - mercadorias nacionalizadas. ÚNICO RAE que se submete ao despacho para consumo é o Drawback RPI e Remessa Expressa A mercadoria que entrar na ZFM ou ALC, SEM isenção, se submete ao despacho para consumo Mercadorias submetidas a RAE e convertidas posteriormente em Regime de Importação Comum (RIC) DO CUM ENT OS IN ST RUTI VOS DO DESP ACHO DE IM PO RTAÇÃO Declaração de Importação (DI): é o documento base → identificação do importador, a classificação, o Valor Aduaneiro e a origem das mercadorias. A DI será obrigatoriamente instruída, sem prejuízo de outros, com: Via original do CONHECIMENTO DE CARGA Prova de posse ou de propriedade da mercadoria. A cada conhecimento deve haver uma única DI, salvo exceções. Os requisitos formais e intrínsecos, a transmissibilidade e outros aspectos devem regular-se pela legislação comercial e civil, sem prejuízo das normas tributárias quanto aos efeitos fiscais. NÃO confundir com manifesto Via original FATURA comercial Conhecimento de carga aéreo equipara-se à fatura, quando este possuir valor, quantidade e espécie das mercadorias. As emendas, ressalvas ou entrelinhas feitas na fatura deverão ser autenticadas pelo exportador. ROMANEIO de carga Descreve o conteúdo e as características de um volume. Para os itens que se auto identificam e os granéis não há necessidade do romaneio. OUTROS documentos Exemplos: se houver tratamento preferencial em razão da origem, deverá instruir a DI o certificado de origem ou outro documento considerado idôneo. COMPROVANTE DE PAGAMENTO de tributos, se exigível Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 18 FL UXO DO DES PA CHO DE IM PO RTA ÇÃO R EG IS T R O D A D I A partir desse momento fica EXCLUÍDA a possibildiade de denúncia espontânea O importador pode requerer, previamente ao registro da DI, a verificação das mercadorias, não dispensando a verificação física pela autoridade aduaneira. Requisitos a) Regularidade cadastral do importador b) Licenciamento de Importação liberada, quando for o caso c) Após chegada da carga (confirmada pela presença de carga). EXCEÇÃO: despacho antecipado d) Confirmação, pelo banco, do débito automático dos tributos Até 90 dias da descarga, se em ZP; Se não registrada, mercadoria considerada abandonada e inicia processo de pena de perdimento Até 45 dias após esgotar prazo de permanência (75d) em ZS; Até 90 dias, a partir do recebimento do aviso de chegada da RPI PARAMETRIZAÇÃO CANAL VERDE1 CANAL AMARELO Inspeção documental CANAL VERMELHO Documental + física CANAL CINZA Indícios De Fraude Procedimento Especial DI distribuída aos AuditoresCO N FE R ÊN CI A A D U A N EI R A Finalidade: identificar o importador, verificar fisicamente a mercadoria e a correção das informações relativas a sua natureza, classificação fiscal, quantificação e valor, e confirmar o cumprimento de todas as obrigações, fiscais e outras, exigíveis em razão da importação. Local: pode ocorrer na ZP ou ZS Verificação Física: AFRFB ou ATRFB sob supervisão de um AFRFB. A verificação deve ser feita na presença do viajante, importador ou representante; caso feita em recinto alfandegado pode ser na presença do depositário ou de seus prepostos (dispensa a presença do importador). Bagagem de integrante de missão diplomática: não estão sujeitas à verificação física, salvo se houver fundadas razões. DESEMBARAÇO ADUANEIRO Definição: Ato pelo qual é registrada a conclusão da conferência aduaneira. O eventual desembaraço de mercadoria objeto de apreensão anulada por decisão judicial não transitada em julgado dependerá, sempre, de prestação prévia de garantia, na forma de depósito ou fiança idônea, do valor das multas e das despesas de regularização cambial emitidas pela autoridade aduaneira, além do pagamento dos tributos devidos ENTREGA DAS MERCADORIAS PELO DEPOSITÁRIO A entrega só pode ser feita APÓS comprovado o pagamento do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante e do ICMS, salvo hipóteses previstas pelo Ministro da Fazenda. 1Quando há indícios de irregularidade, a mercadoria liberada pelo Canal Verde pode ser inspecionada, a critério da autoridade. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 19 Cancelamento da DI A autoridade aduaneira poderá cancelar DI já registrada, de ofício ou a pedido. O cancelamento NÃO EXIME o importador da responsabilidade por eventuais infrações. NÃO é autorizado quando há indícios de infração ou mercadoria objeto de pena de perdimento. Revisão Aduaneira Ato pelo qual é apurada, APÓS o desembaraço aduaneiro, a regularidade do pagamento dos impostos, da aplicação de benefício fiscal e da exatidão das informações prestadas pelo importador na DI, ou pelo exportador na DE. A revisão deve ser concluída no prazo de 5 anos, contados do registro da DI, em razão do prazo decadencial para constituição do CT. Entrega antecipada para conferência pós-desembaraço IN/RFB 1.356/2013 – “O importador poderá ter a entrega da mercadoria antes da conclusão da conferência, nas seguintes hipóteses: I - estrutura física insuficiente para a armazenagem ou inspeção; II - necessidade de montagem” DESP ACHO DE EX PO RTA ÇÃ O Despacho de Exportação: é um procedimento fiscal no qual é verificada a exatidão dos dados declarados pelo exportador, visando seu desembaraço e saída para o exterior. Universalidade do Controle Aduaneiro: TODA mercadoria destinada ao exterior, INCLUSIVE a reexportada – exportação definitiva ou não; com recolhimento tributário ou não. Exceções → MALA diplomática e MALA consular. REGI STR O DE E XP O RTA ÇÃO (R E ) RE é requisito essencial para o despacho de exportação (1º RE → 2º DE). Pode ser feito a posteriori. a. Informações de natureza comercial, financeira, cambial e define o enquadramento da mercadoria b. Vários RE’s podem compor uma DE, mas não pode existir mais de uma DE para cada RE DE CL AR AÇÃO DE EX PO RTAÇÃO (DE ) Declaração de Exportação (DE): documento base que dá início ao despacho de exportação. A posteriori: DE registrada após o embarque da ou saída do território nacional. Documentos instruídos na DE a. 1ª via da Nota Fiscal b. Via original do conhecimento e do manifesto quando via TERRESTRE, FLUVIAL ou LACUSTRE marítimo c. Outros exigidos em legislação específica Parametrização da DE Canal Verde Desembaraço automático (não há conferência aduaneira) Canal Laranja Apenas inspeção documental → recepção de documentos 15 dias após parametrização. Canal Vermelho Inspeção documental + verificação física da mercadoria → documentos 15 dias após parametrização. CO NFER ÊN CI A A DU ANE IR A [Igual no despacho de importação. É uma ETAPA do despacho] Finalidade: identificar o exportador, verificar a mercadoria e a correção das informações relativas à sua natureza, classificação fiscal, quantificação e preço, e confirmar o cumprimento de todas as obrigações, fiscais e outras, exigíveis em razão da exportação. Verificação Física: feita por AFRFB, ou sob a sua supervisão, por ATRFB, presente o viajante, o exportador ou representantes. No caso de mercadoria depositada em recinto alfandegado, a verificação poderá ser realizada na presença do depositário ou de seus prepostos, dispensada a presença do exportador. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 20 DESE MB AR AÇO A DU ANE IR O E AVE RB A ÇÃO DO EMB ARQU E Desembaraço Aduaneiro: ato pelo qual é registrada a conclusão da conferência e AUTORIZADA a saída da mercadoria. Averbação: ato final do despacho → consiste na CONFIRMAÇÃO da saída da mercadoria do País. Despacho Fracionado Mercadorias que não podem ser transportadas em um único veículo (muito grande, por exemplo), mas possuem uma única DE. Feito apenas em via terrestre e deve ser apresentada por completo à unidade aduaneira em 30 dias. Cancelamento da DE De ofício ou a pedido e NÃO EXIME o exportador da responsabilidade por infrações. Simplificação Do Despacho: pode ser autorizado 1. Adoção de procedimentos para simplificação do despacho de exportação; e 2. Embarque da mercadoria ou a sua saída do território aduaneiro antes do registro da DE. CASOS ES PE CIAI S O QUE OBSERVAÇÃO Entorpecentes Estão sujeitos a controle e fiscalização do Ministério da Saúde e da PF a transferência e a cessão de produtos químicos que possam ser utilizados como insumo na elaboração de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física; Cigarros (vide IPI) A importação de cigarros será efetuada EXCLUSIVAMENTE por empresas que mantiverem registro especial na RFB. Bens de Consumo Usado Em regra, é proibido. Exceções: doação ou veículos com mais de 30 anos; Ex: pneu usado (ADPF do STF proibiu). Diamantes Brutos A importação e a exportação de diamantes brutos dependem de apresentação do Certificado do Processo de Kimberley (assegura que não estão financiando guerras na África). Brinquedos, das Réplicas e dos Simulacros de Armas de Fogo É VEDADA a importação de brinquedos, réplicas e simulacros de armas de fogo, que com estas se possam confundir, exceto quando destinados à instrução ou à coleção de usuário autorizado, nas condições fixadas pelo Comando do Exército. Bens de Capital (BK) Podem, desde que NÃO TENHA produção nacional (controle pela SECEX) Medicamentos, Drogas, Insumos Farmacêuticos e Correlatos (ANVISA) A importação e a exportação serão permitidas apenas às empresas e estabelecimentos autorizados pelo Ministério da Saúde e licenciados pelo órgão sanitário competente. Inclui produtos de higiene, cosméticos, perfumes (...) Resíduos Sólidos e Rejeitos É proibida a importação cujas características causem dano ao meio ambiente ou à saúde AINDA QUE para tratamento, reforma, reuso, reutilização ou recuperação. Produtos Falsificados Poderão ser retidos, de ofício ou a requerimento, no curso da conferência aduaneira, os produtos assinalados com marcas falsificadas, alteradas ou imitadas, ou que apresentem falsa indicação de procedência. Bens Sensíveis Dependerá de prévia autorização do Ministério da C&T a exportação de bem constante das listas de bens sensíveis (nuclear,químicos e biológicos). Produtos Contendo Organismos Geneticamente Modificados Pesquisa ou a uso comercial só poderão ser importados ou exportados após autorização ou em observância às normas estabelecidas pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança. Unidade da RFB de DESPACHO Unidade da RFB de EMBARQUE Desembaraçso Averbação (autoriza embarque) (confirma embarque) Trânsito Aduaneiro Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 21 O QUE OBSERVAÇÃO Biodiesel A importação de biodiesel deve ser efetuada EXCLUSIVAMENTE por PJ constituídas na forma de sociedade sob as leis brasileiras, com sede e administração no País, beneficiárias de autorização da ANP, e Registro Especial na RFB. Excepcionalmente, ao produtor de pequeno porte, pode ser concedido registro provisório por U$ 3.000,00 45 dias Após esgotar-se o prazo (após admissão) em ENTREPOSTO → 1 ano + 45 dias Após esgotar-se o prazo (após admissão) em RECINTO DE ZS → 75 dias + 45 dias Da chegada ao País, trazida como bagagem, acompanhada ou desacompanhada 60 dias Da NOTIFICAÇÃO de naufrágio ou outro acidente 30 dias [RTU] SEM que tenha sido INICIADO o respectivo despacho, por ação ou por omissão do habilitado Da INTERRUPÇÃO do curso do despacho, por ação ou por omissão do habilitado ABANDONADA a MERCADORIA permaneça em recinto alfandegado, e cujo despacho de importação: 1. NÃO seja iniciado ou retomado em 30 dias da ciência da relevação da pena de perdimento 2. NÃO seja iniciado ou retomado em 30 dias da ciência do reconhecimento do direito de iniciar ou retomar o despacho 3. Tenha seu curso interrompido durante 60 dias, por ação ou omissão do importador ABANDONADO o VEÍCULO de passageiro ou carga em viagem doméstica ou internacional, quando NÃO houver sido RECOLHIDA A MULTA do art. 731, após 45 dias de sua aplicação ou ciência da decisão que julgou improcedente a impugnação. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 22 AV ARI A, E XTR AV IO E A CR ÉS CIM O AVARIA Qualquer PREJUÍZO que sofrer a mercadoria ou o seu envoltório. Será considerada total a avaria que acarrete a descaracterização da mercadoria. Tratamento: valor aduaneiro será REDUZIDO, proporcionalmente ao prejuízo e o importador restituído pelo tributo pago a mais, independentemente do pagamento por quem deu a causa à avaria. EXTRAVIO Toda e qualquer FALTA de mercadoria, ressalvados os casos de erro inequívoco ou comprovado de expedição. Para efeito de ocorrência do FG, considera-se entrada no território aduaneiro a mercadoria que conste como importada e cujo extravio tenha sido verificado (não se aplica às malas e RPI). Para mercadorias a granel, a perda de até 1% não será considerada. Tratamento: RESTITUIÇÃO ao importador. Os créditos, inclusive multas, serão exigidos do responsável por meio de lançamento de OFÍCIO1 - auto de infração. São responsáveis2: - TRANSPORTADOR: extravio constatado até a conclusão da descarga – descarregada com indícios de violação, por óbvio, essa ocorreu antes da descarga, logo resp. do transportador. - DEPOSITÁRIO: extravio constatado em mercadoria sob sua custódia, posterior a descarga. 1Dispensa do lançamento de ofício se importador ou responsável assumir espontaneamente o pagamento. 2Responsabilidade pode ser excluída caso fortuito / força maior (ex: desastre, roubo, etc.); ACRÉSCIMO Qualquer EXCESSO de volume ou de mercadoria, em relação à quantidade registrada em manifesto ou em declaração de efeito equivalente. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 23 REGIMES ADUANEIROS TIPOS DE R EGIM ES A DU ANE IR OS 1 Suspensão Prazos, em regra: Até 1 ano Prorrogável até 5 anos por juízo da autoridade Para > 5 anos, regulamentação do MF Ou prazo previsto no contrato de prestação de serviço por prazo certo, de relevante interesse nacional, prorrogável. Os tributos (penalidades NÃO) suspensos ficam consubstanciados no “Termo de Responsabilidade” – título representativo de direito líquido e certo da Fazenda Nacional, garantido na forma de fiança ou seguro aduaneiro, sendo a suspensão tributária sujeita a uma condição RESOLUTIVA. Descumprimento Acarreta pagamento dos tributos + juros + multa, calculados da data do registro da declaração de admissão no regime ou do RE (momento da concessão), s/ prejuízo de outras penalidades. Lavra-se um Auto de Infração (AFRFB). RFB concede 10 dias para alegações. Beneficiário apresenta alegações: caso a SRFB faça revisão do processo e conclua que ele não tem razão: 1. Se existe garantia (fiança ou seguro aduaneiro), haverá conversão em renda (extinção do crédito tributário) 2. Se não existe garantia, haverá intimação para pagamento em até 30 dias. Caso não haja pagamento, o processo é remetido para a PGFN, para inscrição em dívida ativa, para promover execução JUDICIAL Transferência de RAE É possível a transferência de regime? SIM, com ou sem mudança de beneficiário. A RFB fica autorizada a estabelecer hipóteses em que, na substituição de beneficiário, o termo inicial para o cálculo de juros e multa passe a ser a data da transferência da mercadoria. Transferência não altera os prazos de concessão. Regimes Aduaneiros Regime Aduaneiro Comum (RAC) Mercadorias que ingressam para serem nacionalizadas (ânimo da definitividade). Dessa forma, em regra, haverá recolhimento integral. Existem casos de isenção / imunidade. Se submete ao despacho para consumo, pelo beneficiário ou por terceiro autorizado. Regimes Aduaneiros Especiais (RAE) Amparam o ingresso de mercadorias no País SEM o ânimo da definitividade, isto é, não se incorporam a economia nacional. Em regra, entram com SUSPENSÃO (há constituição do crédito tributário).Se submetem ao despacho para admissão, exceto o Drawback (despacho para consumo). Regimes Aduaneiros Aplicados em Áreas Especiais Em regra: INGRESSO com isenção → despacho para admissão INGRESSO sem isenção → despacho para consumo Saída para território nacional → despacho para internação 1 Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 24 TRÂ NSIT O A DU ANE IRO (TA ) Permite o transporte interno de mercadoria, sob controle aduaneiro, com SUSPENSÃO DE TRIBUTOS. Modalidade Definição Beneficiários Trânsito de Importação Transporte de mercadoria procedente do exterior, do ponto de descarga no território aduaneiro até o ponto onde deva ocorrer outro despacho. Importador Depositário de recinto alfandegado OTM; Transportador habilitado; Agente de unitização ou desunitização Trânsito de Exportação Transporte de mercadoria nacional ou nacionalizada, para exportação, do local de origem ao local de destino, para embarque ou armazenamento em área alfandegada (embarque posterior). Exportador Trânsito Interno Transporte de mercadoria estrangeira de um recinto de ZS a outro. Depositante Trânsito Internacional (Passagem) Passagem, pelo território aduaneiro, de mercadoria procedente do exterior e a ele destinada. Só poderá ser aplicado à mercadoria declarada para trânsito no conhecimento de carga correspondente, ou no manifesto ou declaração de efeito equivalente. Representante no BR do exportador ou do importador - Habilitação ao Transporte: previamente outorgada, em caráter precário, pela SRFB. Estão DISPENSADAS da habilitação: • Empresa Pública e Sociedade de Economia Mista que explorem serviços de transporte; • Demais beneficiários do regime, quando, NÃO sendo empresas transportadoras, utilizarem veículo próprio. Despacho para Trânsito (inicia com o desembaraço) 1. A concessão e a aplicação serão requeridas à unidade de ORIGEM; a. A remoção dentro da mesma ZP, INDEPENDE de despacho para trânsito; b. No caso de transporte multimodal de carga, quando o desembaraço não for realizado nos pontos de entrada ou de saída do País, a concessão será considerada válida para todos os percursos no território aduaneiro, independentemente de novas concessões. 2. Seleção parametrizada a. Canal Verde Desembaraço automático na ORIGEM b. Canal Vermelho Inspeção documental Verificação física (conferência p/ trânsito) 3. Desembaraço para Trânsito - ao conceder o trânsito a autoridade irá: a. Estabelecerá a ROTA a ser cumprida (beneficiário PODE propor rota alternativa) b. Fixará os PRAZOS para execução e comprovação da chegada da mercadoria ao destino c. Adotará as CAUTELAS à segurança fiscal (lacres, cintagem, etiquetagem, etc.) d. Exigir prestação de GARANTIAS Garantias e Responsabilidades: as obrigações fiscais serão constituídas em “Termo de Responsabilidade” firmado na data do registro da declaração de admissão no regime. Será exigida garantia das obrigações fiscais, ressalvados os casos de dispensa em ato normativo da SRFB. Responsabilidade durante o trânsito: transportador, e caso haja cobrança dos tributos, estes serão os vigentes à data da assinatura do “Termo de Responsabilidade” acréscimos legais. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 25 Da Avaria e do Extravio no Trânsito: a autoridade aduaneira, quando a constatação ocorrer: 1. No local de ORIGEM: PODERÁ permitir o trânsito aduaneiro, após a determinação da quantidade extraviada 2. No PERCURSO: PODERÁ, após comunicada, autorizar o prosseguimento até o destino, adotadas as cautelas fiscais 3. Após CONCLUSÃO do trânsito: poderá ser autorizado o início ou prosseguimento do trânsito, dispensado o lançamento, na hipótese de o beneficiário assumir espontaneamente o pagamento dos créditos do extravio Conclusão do Trânsito: para fins de conclusão do trânsito aduaneiro, a unidade de DESTINO procederá ao exame dos documentos e à verificação do veículo, dos dispositivos de segurança, e da integridade da carga. A conclusão se dá, assim como o início, com o desembaraço. Mer cadori as Dis pen sadas de Pr ocedimen to de Trânsi to × Provisões de uso e consumo de veículos em viagem internacional × Pertenças pessoais da tripulação e bagagem de passageiros em viagem internacional × Provisões e bagagens em embarcações e aeronaves arribadas, condenadas ou arrestadas, até sua destinação legal × Mercadorias conduzidas por embarcação ou aeronave em viagem internacional, com escala intermediária no território aduaneiro DRAW B ACK Trata-se de INCENTIVO à exportação (não é benefício fiscal). Ocorre a DESONERAÇÃO TRIBUTÁRIA sobre INSUMOS, ADQUIRIDOS no mercado interno ou externo, UTILIZADOS na produção de bens exportados ou a exportar. Drawback é o único RAE que se submete ao despacho para consumo (DI) e se aplica às mercadorias com ou sem similar nacional. Em regra, COM cobertura cambial, mas há exceção. Prazo de concessão: 1 + 1 ano, salvo BK com longo ciclo de produção → 5 anos MO DALI DADES MODALIDADES Drawback Integrado Suspensão (compete Secex) Permite a SUSPENSÃO dos tributos na importação, de forma combinada ou não com a aquisição no mercado interno, de mercadoria para EMPREGO ou CONSUMO na industrialização de produto A SER EXPORTADO. Drawback Integrado Isenção (compete Secex) Único RAE que permite a ISENÇÃO do II e a redução a zero do IPI, PIS/Cofins- Importação, de forma combinada ou não com a aquisição no mercado interno, de mercadoria EQUIVALENTE à empregada ou consumida na industrialização de produto EXPORTADO. Funciona como uma “reposição de estoques” Drawback Restituição (compete RFB) Permite a RESTITUIÇÃO, total ou parcial, dos tributos na importação de mercadoria EXPORTADA após beneficiamento, ou utilizada na fabricação, complementação ou acondicionamento de outra exportada. Poderá ser na forma de crédito, utilizável em qualquer importação posterior. NÃO se aplica às aquisições no mercado interno. Preparado exclusivamente para Luana Ribeiro | CPF: 14027130707 https://www.concurseiroforadacaixa.com.br/ https://www.concurseiroforadacaixa.com.br Legislação Aduaneira C o n c u r s e i r o F o r a d a C a i x a concurseiroforadacaixa.com.br | 26 AP LI CA ÇÃO DO DR A WBA CK APLICADO às operações de INDUSTRIALIZAÇÃO, exceto colocação de embalagem de TRANSPORTE (não está no conceito de industrialização). Poderá ser, ainda, concedido a: 1. Mercadoria para beneficiamento no País e posterior exportação (drawback suspensão) 2. Matéria-prima, produto intermediário ou acabado, utilizados na fabricação de mercadoria exportada, ou a exporta 3. Peça, parte, aparelho e máquina complementar de aparelho, de máquina, de veículo ou de equipamento 4. Animais destinados ao abate e posterior exportação (drawback suspensão); 5. Mercadoria destinada à embalagem, acondicionamento ou apresentação de produto exportado ou a exportar, desde que propicie agregação de valor ao produto final; 6. Matéria prima e outros produtos que, embora não integrando o produto a exportar ou exportado, sejam utilizados em sua industrialização, em condições que justifiquem a concessão. NÃO APL I CA ÇÃO DO DR AWB A CK NÃO APLICADO 1. Energia elétrica ou térmica; 2. Bens incorporados ao ativo imobilizado; 3. Edificações e benfeitorias em imóveis próprios ou de terceiros; 4. Importação de mercadoria utilizada na industrialização de produto a ser vendido para a ZFM e ALC; 5. Exportação ou importação de mercadoria suspensa