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Questões resolvidas

Alan, funcionário público de determinado Tribunal de Justiça, estava sendo investigado, em inquérito policial, pela suposta prática dos crimes de associação criminosa e corrupção passiva. Decorrido o prazo das investigações, a autoridade policial encaminhou os autos ao Poder Judiciário solicitando novo prazo para prosseguimento dos atos investigatórios. O Ministério Público apenas concordou com o requerimento de prorrogação do prazo, não apresentando qualquer outro requerimento. O magistrado, por sua vez, ao receber os autos, concedeu mais 15 (quinze) dias para investigações e, na mesma decisão, decretou a prisão temporária de Alan pelo prazo de 05 (cinco) dias, argumentando que a cautelar seria imprescindível para as investigações do inquérito policial. Alan foi preso temporariamente e mantido separado dos demais detentos da unidade penitenciária. Ao final do 4º dia de prisão, a autoridade judicial prorrogou por mais 05 (cinco) dias a prisão temporária, esclarecendo que os motivos que justificaram a decisão permaneciam inalterados, ainda sendo necessária a medida drástica para as investigações. Procurado pela família do preso, o advogado de Alan deverá esclarecer que:
Procurado pela família do preso, o advogado de Alan deverá esclarecer que:
a prisão temporária foi decretada e prorrogada de maneira válida, mas houve ilegalidade na sua execução, tendo em vista que os presos temporários não podem ser mantidos separados dos demais detentos;
a prisão temporária não poderia ter sido prorrogada pelo prazo de 05 (cinco) dias, já que essa cautelar somente tem prazo máximo total de 05 (cinco) dias, que foi o período inicialmente fixado;
a prisão temporária, mesmo que presentes os requisitos legais, não poderia ter sido decretada de ofício pela autoridade judicial;
a prisão temporária foi decretada e prorrogada de maneira válida, não havendo também qualquer ilegalidade em sua execução;
o crime de associação criminosa não admite a decretação da prisão temporária por não estar previsto no rol da Lei nº 7.960/89.

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Questões resolvidas

Alan, funcionário público de determinado Tribunal de Justiça, estava sendo investigado, em inquérito policial, pela suposta prática dos crimes de associação criminosa e corrupção passiva. Decorrido o prazo das investigações, a autoridade policial encaminhou os autos ao Poder Judiciário solicitando novo prazo para prosseguimento dos atos investigatórios. O Ministério Público apenas concordou com o requerimento de prorrogação do prazo, não apresentando qualquer outro requerimento. O magistrado, por sua vez, ao receber os autos, concedeu mais 15 (quinze) dias para investigações e, na mesma decisão, decretou a prisão temporária de Alan pelo prazo de 05 (cinco) dias, argumentando que a cautelar seria imprescindível para as investigações do inquérito policial. Alan foi preso temporariamente e mantido separado dos demais detentos da unidade penitenciária. Ao final do 4º dia de prisão, a autoridade judicial prorrogou por mais 05 (cinco) dias a prisão temporária, esclarecendo que os motivos que justificaram a decisão permaneciam inalterados, ainda sendo necessária a medida drástica para as investigações. Procurado pela família do preso, o advogado de Alan deverá esclarecer que:
Procurado pela família do preso, o advogado de Alan deverá esclarecer que:
a prisão temporária foi decretada e prorrogada de maneira válida, mas houve ilegalidade na sua execução, tendo em vista que os presos temporários não podem ser mantidos separados dos demais detentos;
a prisão temporária não poderia ter sido prorrogada pelo prazo de 05 (cinco) dias, já que essa cautelar somente tem prazo máximo total de 05 (cinco) dias, que foi o período inicialmente fixado;
a prisão temporária, mesmo que presentes os requisitos legais, não poderia ter sido decretada de ofício pela autoridade judicial;
a prisão temporária foi decretada e prorrogada de maneira válida, não havendo também qualquer ilegalidade em sua execução;
o crime de associação criminosa não admite a decretação da prisão temporária por não estar previsto no rol da Lei nº 7.960/89.

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1 Marcar para revisão
Alan, funcionário público de
determinado Tribunal de
Justiça, estava sendo
investigado, em inquérito
policial, pela suposta prática
dos crimes de associação
criminosa e corrupção passiva.
Decorrido o prazo das
investigações, a autoridade
policial encaminhou os autos
ao Poder Judiciário solicitando
novo prazo para
prosseguimento dos atos
investigatórios. O Ministério
Público apenas concordou com
o requerimento de prorrogação
do prazo, não apresentando
qualquer outro requerimento. O
magistrado, por sua vez, ao
receber os autos, concedeu
mais 15 (quinze) dias para
investigações e, na mesma
decisão, decretou a prisão
temporária de Alan pelo prazo
de 05 (cinco) dias,
argumentando que a cautelar
seria imprescindível para as
investigações do inquérito
policial.
Alan foi preso temporariamente
e mantido separado dos
demais detentos da unidade
penitenciária. Ao final do 4º dia
de prisão, a autoridade judicial
prorrogou por mais 05 (cinco)
dias a prisão temporária,
23/10/2026, 11:04 estacio.saladeavaliacoes.com.br/prova/6adb664d60e8067dd7af87fb/
https://estacio.saladeavaliacoes.com.br/prova/6adb664d60e8067dd7af87fb/ 1/16
A
B
C
esclarecendo que os motivos
que justificaram a decisão
permaneciam inalterados,
ainda sendo necessária a
medida drástica para as
investigações.
Procurado pela família do
preso, o advogado de Alan
deverá esclarecer que:
a prisão temporária foi
decretada e
prorrogada de
maneira válida, mas
houve ilegalidade na
sua execução, tendo
em vista que os
presos temporários
não podem ser
mantidos separados
dos demais detentos;
a prisão temporária
não poderia ter sido
prorrogada pelo prazo
de 05 (cinco) dias, já
que essa cautelar
somente tem prazo
máximo total de 05
(cinco) dias, que foi o
período inicialmente
fixado;
a prisão temporária,
mesmo que presentes
os requisitos legais,
não poderia ter sido
decretada de ofício
pela autoridade
judicial;
23/10/2026, 11:04 estacio.saladeavaliacoes.com.br/prova/6adb664d60e8067dd7af87fb/
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D
E
a prisão temporária foi
decretada e
prorrogada de
maneira válida, não
havendo também
qualquer ilegalidade
em sua execução;
o crime de associação
criminosa não admite
a decretação da
prisão temporária por
não estar previsto no
rol da Lei nº 7.960/89.
2 Marcar para revisão
(FAPEC/2021 - Adaptada) O
Inquérito Policial está
disciplinado no Código de
Processo Penal. Sobre as
disposições acerca do tema,
assinale a alternativa correta.
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A
B
C
Os instrumentos do
crime, bem como os
objetos que
interessarem à prova,
permanecerão na
Delegacia de Polícia e
não acompanharão os
autos do inquérito.
Depois de ordenado o
arquivamento do
inquérito pela
autoridade judiciária,
por falta de base para
a denúncia, a
autoridade policial
poderá proceder a
novas pesquisas, se
de outras provas tiver
notícia.
Apenas o ofendido ou
seu representante
legal poderão
requerer diligências à
autoridade policial.
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D
E
O Ministério Público
poderá requerer a
devolução do
inquérito à autoridade
policial, para novas
diligências, ainda que
desnecessárias ao
oferecimento da
denúncia.
A autoridade policial,
caso considere não
haver elementos
informativos
indicativos de
infração penal,
arquivará os autos de
inquérito policial.
3 Marcar para revisão
(VUNESP/2015) A Constituição
da República, no artigo 5º,
inciso XLV, afirma: "nenhuma
pena passará da pessoa do
condenado, podendo a
obrigação de reparar o dano e
a decretação do perdimento de
bens ser, nos termos da lei,
estendidas aos sucessores e
contra eles executadas, até o
limite do valor do patrimônio
transferido". O dispositivo
constitucional citado refere-se
a um dos princípios
denominado:
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A
B
C
D
E
Princípio da
correlação.
Princípio da
intranscendência.
Princípio do privilégio
contra a
autoincriminação.
Princípio da
oficiosidade ou do
impulso oficial.
Princípio do devido
processo legal.
4 Marcar para revisão
(MPE-PR/2021 - Adaptada) O
exercício da ação penal requer,
conforme evidencia a doutrina,
condições específicas. Sobre o
tema, assinale a alternativa
correta.
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A
B
C
Não é considerada
condição específica
para o exercício da
ação penal a
representação do
ofendido nos crimes
de ação penal pública
condicionada à
representação.
É considerada
condição específica
para o exercício da
ação penal  a
demonstração do
interesse de agir.
É considerada
condição específica
para o exercício da
ação penal a
possibilidade jurídica
do pedido.
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SM2 Processo Penal - Parte Geral
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D
E
É considerada
condição específica
para o exercício da
ação penal a
legitimidade ad
causam ativa e
passiva.
É considerada
condição específica
para o exercício da
ação penal a
representação do
ofendido nos crimes
de ação penal pública
condicionada à
representação.
5 Marcar para revisão
  (FEPESE/2017 - Adaptada)
Dentre os princípios
constitucionais que regem o
Direito Processual Penal,
encontram-se o contraditório e
a ampla defesa. Sobre os
referidos princípios, marque a
alternativa correta.
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A
B
C
D
E
O contraditório é de
observância
obrigatória durante a
investigação criminal.
O contraditório obriga
o magistrado a
sempre ouvir o
Ministério Público
antes de proferir
decisões contrárias
ao acusado.
Nos crimes dolosos
contra a vida, é
dispensada a
observância dos
princípios do
contraditório e da
ampla defesa.
O princípio do
contraditório é
exclusivo da
acusação, ao passo
que o princípio da
ampla defesa deve
beneficiar a defesa do
acusado.
A ampla defesa
assegura ao acusado
a utilização dos meios
e recursos inerentes
durante o curso da
ação penal.
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A
B
C
6 Marcar para revisão
Ano: 2012 Banca: FCC Órgão:
TJ-GO Prova: FCC - 2012 - TJ-
GO – Juiz (modificada)
A prisão em flagrante  é regida
pelo Código de Processo Penal
nos arts. 301 a 310. A respeito
do tema, assinale a alternativa
correta.
qualquer do povo
deverá prender quem
quer que seja
encontrado em
flagrante delito.
quem, logo após o
cometimento do
delito, é encontrado
na posse do bem
subtraído, não pode
ser preso em
flagrante, salvo se
houver testemunhas
de acusação.
nas infrações
permanentes,
entende-se o agente
em flagrante delito
mesmo após a
cessação da
permanência.
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D
E
A
B
apresentado o preso à
autoridade
competente, será
desde logo
interrogado, ouvindo-
se, na sequência, o
condutor e as
testemunhas.
a autoridade policial
poderádeixar de
lavrar o auto de
prisão em flagrante se
as provas
apresentadas não
apontarem para a
prática de delito.
7 Marcar para revisão
(CESPE/2019 - Adaptada) As
modalidades de ação penal
apresentam diferentes
procedimentos, orientados por
princípios específicos. Em se
tratando dos crimes de ação
penal pública incondicionada,
nos juizados especiais
criminais, vigora o princípio da:
Indisponibilidade.
Oportunidade.
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C
D
E
Indivisibilidade.
Obrigatoriedade.
Discricionariedade
regrada.
8 Marcar para revisão
O Ministério Público ofereceu
denúncia em face de Pedro,
imputando-lhe a prática de dois
crimes de roubo, em concurso
formal próprio. No caso, o
acusado ingressou em um
coletivo e, com uma faca,
determinou que duas pessoas
entregassem os seus
pertences. Na sequência, se
evadiu na posse dos telefones
celulares das vítimas. 
Sobre a hipótese, considerando
as disposições do Código de
Processo Penal e o
entendimento dominante, é
correto afirmar que o processo
e julgamento dos crimes de
roubo perpetrados dar-se-á em
conjunto em razão da:
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A
B
C
D
E
continência por
cumulação subjetiva.
continência por
cumulação objetiva.
conexão concursal.
conexão objetiva.
conexão lógica. 
9 Marcar para revisão
Medidas assecuratórias são
ações de natureza cautelar que
têm como objetivo garantir que
se efetivem os efeitos
extrapenais obrigatórios da
sentença penal
condenatória. Em relação a tais
medidas, é correto afirmar que:
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A
B
C
D
E
o sequestro pode
recair sobre os bens
imóveis adquiridos
pelo indiciado com os
proventos da
infração, mesmo que
já tenham sido
transferidos a
terceiros.
o sequestro pode ser
decretado pelo juiz
somente antes de
oferecida a denúncia
ou queixa.
não se admite o
sequestro de bens
móveis.
a alienação do bem
sequestrado sempre
depende de sentença
condenatória
transitada em julgado.
o juiz não pode
decretar o sequestro
de ofício.
10 Marcar para revisão
As medidas assecuratórias no
Código de Processo Penal são
um conjunto de medidas
cautelares que visam garantir o
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A
B
C
cumprimento da sentença, a
indenização à vítima, o
pagamento dos custos
processuais ou evitar que o
acusado lucre a partir da
prática do crime. Sobre o tema,
assinale a alternativa correta.
O sequestro previsto
como medida
assecuratória no
Código de Processo
Penal fundamenta-se
no interesse estatal e
deve recair
necessariamente
sobre bens imóveis
determinados.
Na previsão do
Código de Processo
Penal, o Ministério
Público tem
legitimidade para
requerer a
especialização da
hipoteca legal.
As medidas
assecuratórias
previstas na
legislação processual
penal não podem ser
usadas para garantir
valores a serem
perdidos no confisco
por equivalência.
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D
E
O veículo apreendido
em transporte de
droga ilícita poderá
ser utilizado, mediante
autorização judicial,
pelos órgãos de
segurança pública,
salvo se provada sua
origem lícita.
A hipoteca legal sobre
os imóveis do
indiciado não poderá
ser requerida pelo
ofendido.
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