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COMO ESTRUTURAR 
UM ORÇAMENTO DE 
OBRAS DO ZERO
ANDRESSA ARAUJO
COMO ESTRUTURAR 
UM ORÇAMENTO DE 
OBRAS DO ZERO
O QUE TODO PROFISSIONAL DA ÁREA DE 
ORÇAMENTO DE OBRAS PRECISA SABER
ANDRESSA ARAUJO
RESUMO:
Um orçamento de obras deve ser iniciado pela elaboração de sua
estrutura analítica. É através desta EAP (Estrutura Analítica de
Projetos) que o orçamento é baseado, norteando o profissional de
Engenharia de Custos no processo de orçamentação. Neste e-book
serão demonstrados os critérios utilizados para elaboração da
estrutura analítica de um orçamento de obras, explicando-os
detalhadamente.
Escrito por Andressa Araujo, Engenheira Civil e orçamentista, para
desmistificar o conhecimento específico para orçamentistas de
obras, com a finalidade de tornar acessível a informação que é
incomum de ser compartilhada.
SUMÁRIO
05
•ESTRUTURA ANALÍTICA DE PROJETO
10
•SERVIÇOS INICIAIS
20
• INFRAESTRUTURA E OBRAS COMPLEMENTARES 
21
• SUPERESTRUTURA
22
•PAREDES E PAINÉIS
26
•COBERTURAS E PROTEÇÕES
30
•REVESTIMENTOS
36
•PAVIMENTAÇÕES
39
•INSTALAÇÕES E APARELHOS
44
•COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA
47
•HONORÁRIOS
48
•PLANILHA COMPLETA
65
•CONCLUSÕES
66
•SOBRE A AUTORA
ESTRUTURA ANALÍTICA
DE PROJETO
A Estrutura Analítica de Projeto (EAP) de um orçamento é o
que irá auxiliar na elaboração de um orçamento do início ao fim,
orientando-o em todas as suas etapas.
Saber estruturar um orçamento também influencia no
gerenciamento da obra, pois a estrutura de um orçamento está
diretamente ligada às etapas de uma obra e consequentemente, ao
gerenciamento e planejamento da mesma.
Não há planejamento e controle de um empreendimento sem
a realização de um orçamento, assim como não há orçamentação
sem o conhecimento específico na elaboração de uma EAP.
Considerando o orçamento como um corpo, a EAP é seu
esqueleto.
Cada etapa de um orçamento deve ser elaborada
criteriosamente, concentrando a atenção em todos os detalhes.
Realizar uma estrutura antecedendo a orçamentação, garante que
os detalhes não sejam esquecidos.
A estrutura analítica também pode ser utilizada para a
apresentação da proposta de orçamento com a finalidade de
otimizar a proposta, reduzindo-a apenas nas etapas que ocorrerão
na obra, sem a necessidade de apresentar o orçamento completo.
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 5
ESTRUTURA ANALÍTICA
DE PROJETO
Antes de elaborar a estrutura de um orçamento, deve ser
realizado um estudo atencioso aos projetos relacionados.
Entende-se como projeto, todas as pranchas do projeto
arquitetônico, bem como conjunto de documentos anexados, como
laudos e memoriais.
Em geral, o memorial descritivo é realizado pelo projetista
que não costuma ser a mesma pessoa do orçamentista. Entretanto,
caso o projetista e o orçamentista sejam a mesma pessoa, não
haverá memorial descritivo fornecido antes da análise da estrutura
do orçamento, e sim, deverá ser elaborado pelo mesmo durante o
processo de elaboração do projeto.
O memorial descritivo é um documento que pertence à etapa
da elaboração de projetos e possui a finalidade de especificar os
materiais que deverão ser utilizados na edificação.
No memorial deve conter, além da localização da obra e
dados do proprietário, informações como tipo de alvenaria,
acabamentos, entre outros detalhes importantes para especificar
como deverá ser realizada cada etapa do empreendimento.
Após a análise minuciosa de todos os projetos e
documentos, é o momento ideal de ser realizada a elaboração da
estrutura analítica de projetos para o processo de orçamentação.
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 6
ESTRUTURA ANALÍTICA
DE PROJETO
Uma mesma planilha orçamentária pode conter milhares de
itens que podem ser agrupados em etapas. Ao elaborar um
orçamento, deve-se pensar previamente nestas etapas, como
forma de o estruturar antes mesmo da orçamentação de fato.
O esqueleto do orçamento é a EAP (Estrutura Analítica de
Projetos) e deve seguir um padrão. Aconselha-se que considere a
ordem cronológica dos acontecimentos em uma obra, seguindo
desde o projeto à etapa final.
Não ocorrerá em todos os orçamentos a necessidade de
incluir todos os itens de uma estrutura analítica de projetos. E
havendo a necessidade, estes itens podem ser encaixados em
outras etapas, considerando o bom senso do orçamentista.
Considera-se como planilha orçamentária o conjunto de
linhas e colunas, cujas principais colunas do orçamento são:
a) Itens;
b) Descrição;
c) Unidade;
d) Quantidade
e) Preço Unitário;
f) Preço Total.
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 7
ESTRUTURA ANALÍTICA
DE PROJETO
TABELA ILUSTRATIVA DE PLANILHA ORÇAMENTÁRIA
A estrutura analítica realizada antes do processo de
orçamentação, se refere à coluna “descrição” de uma planilha
orçamentária, cujas linhas serão cada item e subitem de uma EAP.
Estruturar um orçamento, é dividir a obra em etapas de
forma inteligente e organizada, classificando-a de acordo com os
acontecimentos previstos dos serviços que podem ocorrer durante
a construção de uma edificação.
O principal objetivo de estruturar o orçamento antes mesmo
do levantamento quantitativo para o mesmo é roteirizar o que deve
ser feito para facilitar que nenhum item seja esquecido durante o
processo de orçamentação.
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 8
ITEM DESCRIÇÃO UN QUANT P. UNIT P. TOTAL
1 SERVIÇOS PRELIMINARES
1.1 TAPUME M² 100 R$10,00 R$1000,00
1.2 ALMOXARIFADO M² 5 R$10,00 R$50,00
2 INFRAESTRUTURA
2.1 ESCAVAÇÃO DE TERRA M³ 10 R$5,00 R$50,00
2.2 CONCRETO 30 MPa M³ 6 R$10,00 R$60,00
ESTRUTURA ANALÍTICA
DE PROJETO
De acordo com a NBR 12721 (ABNT, 2005), a discriminação 
orçamentária, ou seja, a estrutura do orçamento deve ser dividida 
em 10 parcelas. São elas:
1) Serviços iniciais;
2) Infraestrutura e obras complementares;
3) Superestrutura;
4) Paredes e painéis;
5) Coberturas e proteções;
6) Revestimentos (forros, marcenaria e serralheria, pinturas 
e tratamentos especiais);
7) Pavimentações;
8) Instalações e aparelhos;
9) Complementação da obra;
10) Honorários;
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 9
SERVIÇOS INICIAIS
Os serviços iniciais são todos os serviços que antecedem a
construção, ou seja, serviços que devem ser contratados antes
mesmo do inicio da obra em si.
É comum que os serviços iniciais não sejam inclusos na
planilha orçamentária, considerando o fato de que os mesmos já
foram pagos antes da orçamentação e que o orçamento é realizado
para prever quanto deve ser gasto, por este motivo, muitas vezes
não são vistos serviços iniciais em um orçamento de obras.
Entretanto, também é comum que esta etapa inicial da
estrutura analítica de um orçamento seja resumida a apenas
“Serviços preliminares” que são serviços que não englobam a etapa
de projeto e administração, porém englobam os processos iniciais
em canteiro de obras e limpeza de terreno.
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Serviços técnicos
Serviços preliminares
Instalações provisórias
Máquinas e ferramentas
Administração da obra e despesas gerais
Limpeza da obra
Transporte
Diversos
SERVIÇOS INICIAIS
Dentro da estrutura dos serviços iniciais, está a etapa dos
serviços técnicos, os itens inclusos neste serviço são referentes
aos projetos necessários para a realização do empreendimento,
bem como estudos de solo, topografia e até mesmo fotografias
necessárias para análise do terreno.
Conforme dito anteriormente, não é comum que esta etapa
seja encontrada em uma planilha orçamentárias, pois estes
serviços geralmente são pagos antes da realização do orçamento e
como orçamento deve ser para descobrir quantoserá gasto numa
obra, serviços que já foram pagos não possuem a necessidade de
serem previstos em uma planilha orçamentária.
Entretanto, como toda etapa de uma estrutura de orçamento,
deve ser feita a análise da necessidade de se incluir ou não na
planilha orçamentária.
Independentemente de estarem previstos ou não em uma
planilha orçamentária, os serviços técnicos devem ocorrer
inicialmente em um empreendimento. São eles que auxiliam
durante todas as outras etapas da obra e são de extrema
importância para o planejamento e controle da mesma.
A seguir, veja a representação dos itens necessários para
realização dos serviços técnicos.
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SERVIÇOS INICIAIS
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Levantamento topográfico
Estudos geotécnicos | Sondagens
Consultorias técnicas
Fiscalização | Acompanhamento | Gerenciamento
Projeto arquitetônico
Projeto estrutural
Projeto elétrico | telefônico
Projeto hidrossanitário
Projeto para ar condicionado
Projeto de prevenção contra incêndio
Projeto luminotécnico
Projeto de som ambiental
Projeto de paisagismo e urbanização
Maquete | 3D | perspectivas
Orçamento | Cronograma
Fotografias
SERVIÇOS INICIAIS
Os serviços preliminares na estrutura de um orçamento, são
referentes aos serviços que necessitam ser realizados para que a
obra aconteça.
É comum que alguns itens dos “serviços iniciais” sejam
inclusos nesta etapa de “serviços preliminares” na planilha de
orçamento.
Para otimização da estrutura do orçamento, muitos
orçamentistas optam por substituir “serviços iniciais” por “serviços
preliminares”.
Os itens que são englobados na etapa de serviços
preliminares estão esquematizados abaixo.
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Demolições
Cópias e plotagens
Despesas legais
Licenças, taxas e registros
Seguros
Assessorias contábeis e jurídicas
SERVIÇOS INICIAIS
Inclusa na estrutura do orçamento em serviços iniciais, a
etapa das instalações provisórias é referente a serviços que devem
ser instalados temporariamente para que a obra aconteça.
São consideradas como instalações provisórias, todos os
serviços que necessitam ser instalados temporariamente durante o
processo de construção e que não irão continuar no local após a
entrega da obra, ou seja, não pertencem à edificação.
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Tapumes | Cercas
Depósitos | Escritório | Proteção
Placa de obra
Instalação provisória de água
Entrada provisória de energia
Instalação provisória de unidade sanitária
Sinalização
Instalação de bombas
Bandejas salva-vidas
Locação de obras
SERVIÇOS INICIAIS
Necessárias para a construção da edificação o aluguel das
máquinas e ferramentas também são inclusos como serviços
iniciais na estrutura de um orçamento.
Nesta etapa são considerados equipamentos de grande
porte que na maioria da vezes são alugados de outras empresas.
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Gruas
Elevador com torre
Cabine
Guincho
Andaime fachadeiro
Andaime suspenso
Plataforma metálica com torres e engrenagens
Balancins | Cadeira suspensa
SERVIÇOS INICIAIS
A administração da obra e os serviços gerais, se diferem da
etapa dos serviços técnicos, entretanto, ambos estão presentes em
“serviços iniciais” na estrutura analítica do orçamento.
Nesta etapa são considerados os profissionais técnicos
responsáveis pela execução da obra e que estarão presentes
durante a construção do empreendimento.
Estes profissionais estão listados abaixo.
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Engenheiro | Arquiteto de obra
Mestre de obra
Contramestre
Apontador
Guincheiro
Vigia
Pessoal administrativo
Consumo de combustíveis e lubrificantes
Consumos de água | Luz | Telefone
Material de escritório
Medicamentos de emergência
EPI | EPC
Bebedouros | Extintores
PCMAT | PCMSO
SERVIÇOS INICIAIS
Limpeza de obra e transporte também são considerados
serviços iniciais. São essenciais para o bom funcionamento da
obra.
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Limpeza permanente da obra
Retirada de entulho
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Transporte interno
Transporte externo
SERVIÇOS INICIAIS
Também chamado de Movimentação de Terra, os trabalhos
em terra também são considerados como etapas iniciais de uma
obra. Na estrutura do orçamento, ele também está incluso em
“serviços iniciais”.
Este serviço se resume aos trabalhos necessários no terreno
antes do inicio da obra.
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Limpeza do terreno
Desmatamento e destocamento
Replantio de árvores
Escavações manuais
Escavações mecânicas
Reaterro
Compactação de solo
Desmonte de rocha
Movimento de terra
Retirada de terra
SERVIÇOS INICIAIS
Outros serviços também podem ocorrer na etapa inicial da
obra e estes, devem ser inclusos na estrutura do orçamento, ainda
em “serviços iniciais”.
São Necessidades que podem ocorrer devido a imprevistos
com vizinhos, entre outras documentações e despesas.
Assim, se encerram todos os itens referentes a serviços que
estão inclusos em “serviços iniciais” na estrutura analítica de um
orçamento de obras.
Posteriormente, a estrutura começa ganhando forma,
considerando todas as etapas da obra de fato.
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s Laudos
Despesas com vizinhos
Outros
INFRAESTRUTURA E OBRAS 
COMPLEMENTARES
Na estrutura de um orçamento, esta etapa se encontra logo
após aos serviços iniciais. São os serviços de Infraestrutura e as
obras complementares necessárias para o início da construção.
São consideradas como infraestrutura a estrutura que se
encontrará abaixo do solo, ou seja, as fundações. Sejam elas
superficiais ou profundas.
As obras complementares podem ocorrer devido a
necessidade de escorar terreno vizinho ou serviços semelhantes
que devem ser realizados para que a estrutura da obra se
mantenha segura. Também pode ocorrer a necessidade de realizar
obras de drenagem ou similar durante esta etapa.
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Escoramento em terrenos vizinhos
Esgotamento ou rebaixamento de lençol d’água
Drenagens
Preparo das fundações | lastros
Cortes em rochas
Fundações superficiais
Fundações profundas
Reforços e consolidação das fundações
Provas de cargas em estacas
Provas de carga sobre o terreno de fundação
Formas de madeira
SUPERESTRUTURA
A Superestrutura é toda estrutura da edificação, excluindo a
fundação que já foi considerada na etapa de Infraestrutura.
Na elaboração da estrutura analítica de um orçamento, a
estrutura pode ser considerada completa em apenas uma etapa
(Infraestrutura + Superestrutura).
Entretanto, considera-se mais prático separar a estrutura em
duas etapas, sendo Infraestrutura as fundações e Superestrutura o
restante da estrutura da edificação.
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Concreto protendido
Concreto armado
Armadura de aço
Escora
Formas de madeira
Estrutura metálica
Estrutura de madeiraEstrutura mista
PAREDES E PAINÉIS
A parcela “paredes e painéis” na estrutura do orçamento
também pode ser dividido em outras etapas que comumente são
apresentadas separadamente na planilha orçamentária.
Nestas etapas são considerados os serviços de vedação da
edificação. O que separa o ambiente externo da casa ao ambiente
interno ou o que separa um cômodo de outro.
As etapas consideradas em “paredes e painéis” dentro da
estrutura analítica do orçamento, podem ser observadas abaixo.
Cada uma das etapas que englobam a parcela “paredes e
painéis” dentro da estrutura do orçamento, serão analisados a
seguir.
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Alvenarias e divisórias
Esquadrias e Ferragens
Vidros
Elemento de composição e proteção de fachadas
PAREDES E PAINÉIS
Na etapa de Alvenarias e divisórias são especificados o tipo
de vedação que será realizado na edificação.
É comum que esta etapa se encontre na planilha
orçamentária como “alvenaria e vedação” ou somente “alvenaria”.
Uma obra costuma conter apenas uma composição de
alvenaria como item dentro da etapa de alvenaria, entretanto em
obras maiores como escola ou vestiários, há maior variedade nos
tipos de alvenaria.
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Alvenarias de tijolos maciços
Alvenarias de tijolos furados
Alvenarias de blocos
Paredes de gesso acartonado
Divisórias leves
Elementos vazados
PAREDES E PAINÉIS
A etapa de esquadrias e ferragens na estrutura do
orçamento, pertencem à parcela referente a paredes e painéis.
Considera-se como esquadrias os elementos que
intermediam fornecendo acesso entre os ambientes internos do
ambiente externo, ou nos ambientes internos entre si.
As esquadrias podem ser de vários materiais, entretanto,
nesta etapa ainda não estão sendo considerados os vidros e brises.
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Esquadrias de madeira
Esquadrias de ferro
Esquadrias de alumínio
Esquadrias plásticas
Esquadrias mistas
Persianas e outros
Ferragens
Peitoris
PAREDES E PAINÉIS
Os vidros são elementos que ainda que inclusos na planilha
muitas vezes dentro da etapa de esquadrias, devem ser
considerados separadamente.
Ainda que uma janela ou porta sejam de algum material com
a junção do vidro, como por exemplo, madeira com vidro ou
alumínio com vidro, deve-se considerar o levantamento quantitativo
o vidro separadamente, pois a maioria das composições de janelas
e portas são elaboradas excluindo o vidro.
Outros itens que apesar de muitas vezes estarem inclusos
na etapa da esquadria, porém são analisados separadamente são
brises.
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Vidros lisos transparentes
Vidros fantasia
Vidros temperados
Vidros aramados
Vidros de segurança
Tijolos de vidro
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Brises
COBERTURAS E PROTEÇÕES
Na estrutura do orçamento, deve haver uma parcela
referente a cobertura e proteções da edificação.
Dentro da etapa da cobertura estão sendo considerados
todos os materiais necessários para que a cobertura da edificação
seja realizada.
Estes materiais são os itens necessários para elaboração da
estrutura onde estará apoiada a cobertura.
São considerados como proteção, os elementos que
protegem a estrutura da casa contra intempéries e evitando
patologias no futuro.
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s Cobertura
Impermeabilizações
Tratamentos especiais
COBERTURAS E PROTEÇÕES
A cobertura é uma etapa dentro da parcela referente à
“coberturas e proteções” dentro da estrutura do orçamento.
Nesta etapas são considerados os tipos de telhados que
serão utilizados na cobertura, como também os materiais
necessários para a realização da estrutura onde será apoiada a
cobertura.
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Estrutura de madeira para cobertura
Estrutura metálica para cobertura
Cobertura com telhas de fibrocimento
Cobertura com telhas cerâmicas
Cobertura com telhas plásticas
Cobertura com telhas de alumínio
Cobertura com telhas de aço
Cobertura com telhas sanduíche
Outros tipos de coberturas
Funilaria
COBERTURAS E PROTEÇÕES
Impermeabilizações também se incluem na parcela de
“coberturas e proteções”. São proteções da estrutura contra
umidade natural ou de áreas laváveis, entre outros meios que
podem danificar a edificação.
A depender da situação, muitos orçamentistas optam por
incluir a etapa da impermeabilização dentro da Infraestrutura ou
como um item separadamente.
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Impermeabilização de fundação
Impermeabilização de sanitários
Impermeabilização de cozinhas
Impermeabilização de terraços e jardins
Impermeabilização de lajes descobertas
Impermeabilização de lajes cobertas
Impermeabilização de lajes de subsolo
Juntas de dilatação 
COBERTURAS E PROTEÇÕES
Ainda em “coberturas e proteções” na estrutura do
orçamento, são encontradas as etapas referentes aos tratamentos
especiais.
Estes tratamentos são sobre danos que podem ocorrer na
edificação causados por temperaturas ou para bloquear ruídos.
Todo tratamento especial realizado para proteger a
edificação de danos naturais ou outros danos que possam vir a
ocorrer, estão inclusos nesta etapa.
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is Tratamento térmico
Tratamento acústico
Tratamentos especiais
REVESTIMENTOS
Dentro da estrutura analítica de projeto em um orçamento,
há uma parcela que trata sobre revestimentos. Nesta mesma
parcela estão inclusas etapas de: forros; marcenaria, serralheria;
pinturas e tratamentos especiais.
Revestimento se difere de piso. Revestimento tem a função
de cobrir área da alvenaria ou estrutura para facilitar no
acabamento.
Existem diversos tipos diferentes de revestimento e
acabamentos e as etapas que devem pertencer à planilha
orçamentária referentes à esta parcela, serão vistas a seguir.
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Revestimentos (interno e externo)
Forros e elementos decorativos
Marcenaria e serralheria
Pintura
Tratamentos especiais internos
REVESTIMENTOS
Os revestimentos podem ser internos ou externos e possuem
características distintas. Revestimentos externos possuem
propriedades e materiais diferentes dos revestimentos internos e
durante a elaboração das composições de preço para o orçamento,
deve-se atentar a estes detalhes.
Interno ou externo, os revestimentos possuem a mesma
finalidade: Revestir. Cobrir com uma camada a estrutura ou
alvenaria aparente.
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Revestimentos de argamassa
Chapisco
Emboço
Massa corrida
Revestimentos cerâmicos | Azulejos
Mármore
Granito
Pastilhas
Outros revestimentos
REVESTIMENTOS
Forros e elementos decorativos também são etapas que
entram nesta parcela da estrutura analítica do orçamento.
São referentes a tipos de acabamentos específicos,
entretanto é comum que se encontrem na planilha orçamentária
como item da etapa “Revestimentos”.
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Forros e elementos de argamassa
Forros de gesso em placa
Forros de gesso acartonado
Forros de madeira mineralizada
Forros de alumínio
Forros de plástico
Forros de PVC
Forros de madeira
Outros tipos de forro
REVESTIMENTOS
Também estão considerados dentro desta parcela da
estrutura do orçamento, itens referentes a marcenaria e serralheria.
Nesta etapa estão englobados os itens referentes aos
acabamentos realizados por profissionais tanto de marcenaria
como os profissionais de serralheria.
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Fechamentos e shafts
Alçapão
Corrimão
Guarda-corpo
Escada de marinheiro
Gradis | Grades
Portões de veículos e de pedestres
Porta corta-fogo
Grelhas de piso
Chaminé metálica
Coifa
Balcões de madeira
Caixa de correio
Escadas metálicas
REVESTIMENTOS
A etapa da pintura também se enquadra na parcela de
revestimentos dentro da estrutura de um orçamento.
É comum que os orçamentistas tenham preferência em
separar a etapa da pintura na planilha orçamentária, pois é uma
etapa que considera muitos detalhes.
As pinturas analisadas também devem levar em
consideração o ambiente, se é interno ou externo. E também
devem considerar em que superfície será feita.
Há diferentes tipos de pintura e para cada um deles há uma
necessidade de aplicação. Dentre outros fatores, a pintura também
é essencial para a estética do empreendimento.
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Selador de paredes
Selador de portas e madeira
Massa corrida (PVA e acrílica)
Pintura acrílica
Revestimento texturizado
Pintura a cal
Pintura esmalte sobre o ferro
Pintura esmalte sobre a madeira
Pintura verniz sobre a madeira
Pintura verniz sobre alvenaria
Outros tipos de pintura
REVESTIMENTOS
Finalizando esta parcela da estrutura do orçamento, também
pode haver a necessidade de se realizar serviços de tratamentos
especiais internos na edificações.
Esta etapa de tratamentos especiais internos, quando
necessária é inclusa no orçamento na parcela referente a
revestimentos.
Podem haver diversos motivos para a realização do
tratamentos na edificação e alguns deles serão listados abaixo.
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Tratamento acústico
Outros tipos de tratamento
PAVIMENTAÇÕES
As pavimentações também são etapas subdividias na
estrutura do orçamento.
São referentes ao piso e a divisão dos pavimentos. Não são
considerados como revestimento e também podem ser encontrados
na planilha orçamentária nomeado apenas como “piso”.
Este agrupamento da estrutura do orçamento é dividido em
outra etapa, referente aos rodapés e as soleiras.
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Pavimentações
Rodapés e soleiras
PAVIMENTAÇÕES
Dentro desta etapa de pavimentações, são considerados
todos os tipos de pisos e contrapiso, como também os degraus e
patamares.
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Contrapiso
Pisos cerâmicos
Pisos de ardósia
Concreto desempenado
Pisos cimentados
Pisos de basalto
Pisos de madeira
Pisos de mármore e granito
Pisos plásticos
Carpetes e tapetes
Pisos de granitina
Pisos de blocos
Meio-fio
Degraus
Patamares
PAVIMENTAÇÕES
Rodapés e soleiras, também são consideradas etapas
pertencentes à pavimentações dentro da estrutura analítica de
projeto em um orçamento.
São referentes aos diferentes tipos de rodapé e soleiras que
compõem o acabamento da pavimentação em uma edificação.
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Rodapé cerâmico
Rodapé cimentado
Rodapé de ardósia
Rodapé de madeira
Rodapé de plástico
Rodapé de granitina
Rodapé de mármore
Rodapé de granito
Rodapé de basalto
Soleira de ardósia
Soleira de madeira
Soleira de granitina
Soleira de mármore
Soleira de Granito
Soleiras de basalto
INSTALAÇÕES E APARELHOS
Para realização dos levantamentos quantitativos durante a
orçamentação referente às instalações, faz-se necessária a
avaliação minuciosa dos projetos complementares.
Os projetos das instalações são essenciais para a realização
do orçamento.
Entretanto, o orçamentista pode optar por terceirizar o
serviço de levantamento quantitativo referente às instalações a
outro profissional especializado na área de instalações.
É comum que o Engenheiro de Custos possua formação
acadêmica em Engenharia Civil e possua dificuldades ao fazer o
levantamento quantitativo das instalações.
Este serviço então, pode ser terceirizado o ou em parcerias
com Engenheiros Eletricistas, Engenheiros Hidráulicos e outros
profissionais que venham a ser necessários.
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Aparelhos e metais
Instalações elétricas
Instalações Hidráulicas, Sanitária e gás
Outras instalações
INSTALAÇÕES E APARELHOS
Sobre as instalações dos aparelhos e metais, deve ser feita
escolha de acordo com o memorial descritivo, onde o projetista irá
informar os gostos do cliente.
O orçamentista jamais deverá selecionar os aparelhos
conforme o seu gosto ou escolher os aparelhos de menor preço
pensando em baratear se essa não for a decisão do cliente.
Alguns orçamentos podem conter esta etapa de aparelhos
louças inclusa na etapa de instalações hidrossanitárias.
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Registros
Válvulas
Ligações flexíveis
Sifões
Torneiras
Bacias sanitárias
Cubas
Chuveiro
Banheira
Lavatórios
Tanques
Mictórios
Tampos
Complementos de louça
Equipamentos sanitários para deficiente
Saboneteira para líquidos
Secador de mãos elétrico
Ducha Higiênica
Bebedouros elétricos
INSTALAÇÕES E APARELHOS
As instalações elétricas na estrutura do orçamento é uma
etapa bastante extensa e específica para área de engenharia
elétrica.
Para fazer o correto levantamento quantitativo é necessário
entender da interpretação de projetos específicos de elétrica ou ter
o apoio de algum profissional da área.
Nesta etapa do orçamento são considerados todos os
elementos necessários para a instalação elétrica da edificação,
incluso eletrodutos, fios etc.
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Eletrodutos | Conexões | Buchas | Arruelas
Fios | Cabos
Caixas | Quadro de comando
Tomadas | Interruptores
Luminárias | Acessórios | Postes | Lâmpadas
Equipamentos diversos elétricos
Entrada de energia
Conexões telefônicas
Conexões para TV a cabo
Sistema de proteção contra descargas atmosféricas
Mão-de-obra
INSTALAÇÕES E APARELHOS
Outra etapa que deve ser feita avaliação cautelosa dos
projetos complementares é a de Instalações Hidráulicas, sanitárias
e de Gás.
Estas instalações são referentes aos fornecimentos de água,
gás e esgoto.
Estão inclusos nesta etapa, os diferentes itens de tubulação
e encanamento específicos para cada instalação.
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Tubos e conexões de água fria
Tubos e conexões de água quente
Tubos e conexões de esgoto sanitário
Tubos e conexões de águas pluviais
Instalações de GLPDESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
4.4 ELEMENTO DE COMPOSIÇÃO E PROTAÇÃO DE FACHADAS
4.4.1 BRISES
5 COBERTURAS E PROTEÇÕES
5.1 COBERTURA
5.1.1 ESTRUTURA DE MADEIRA PARA COBERTURA
5.1.2 ESTRUTURA METÁLICA PARA COBERTURA
5.1.3 COBERTURA COM TELHAS FIBROCIMENTO
5.1.4 COBERTURA COM TELHAS CERÂMICAS; 
5.1.5 COBERTURA COM TELHAS PLÁSTICAS; 
5.1.6 COBERTURA COM TELHAS DE ALUMÍNIO; 
5.1.7 COBERTURA COM TELHAS DE AÇO; 
5.1.8 COBERTURA COM TELHAS SANDUÍCHE; 
5.1.9 OUTROS TIPOS DE COBERTURAS; E 
5.1.10 FUNILARIA
5.2 IMPERMEABILIZAÇÕES
5.2.1 IMPERMEABILIZAÇÃO DE FUNDAÇÕES 
5.2.2 IMPERMEABILIZAÇÃO DE SANITÁRIOS 
5.2.3 IMPERMEABILIZAÇÃO DE COZINHAS
PLANILHA COMPLETA
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 56
ITEM DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
5.2.4 IMPERMEABILIZAÇÃO DE TERRAÇOS E JARDINS
5.2.5 IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAJES DESCOBERTAS 
5.2.6 IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAJES COBERTAS
5.2.7 IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAJES DE SUBSOLO
5.2.8 JUNTAS DE DILATAÇÃO
5.3 TRATAMENTOS ESPECIAIS
5.3.1 TRATAMENTO TÉRMICO
6 REVESTIMENTOS
6.1 REVESTIMENTOS (INTERNO E EXTERNO)
6.1.1 REVESTIMENTOS DE ARGAMASSA
6.1.2 CHAPISCO
6.1.3 EMBOÇO
6.1.4 MASSA CORRIDA
6.1.5 REVESTIMENTOS CERÂMICOS
6.1.6 AZULEJOS
6.1.7 REVESTIMENTOS DE MÁRMORE
6.1.8 REVESTIMENTOS DE GRANITO
6.1.9 REVESTIMENTOS DE PASTILHAS
PLANILHA COMPLETA
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 57
ITEM DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
6.2 FORROS E ELEMENTOS DECORATIVOS
6.2.1 FORROS E ELEMENTOS DECORATIVOS DE ARGAMASSA
6.2.2 FORROS DE GESSO EM PLACA
6.2.3 FORROS DE GESSO ACARTONADO
6.2.4 FORROS DE MADEIRA MINERALIZADA 
6.2.5 FORROS DE ALUMÍNIO
6.2.6 FORROS DE PLÁSTICO 
6.2.7 FORROS DE MADEIRA 
6.2.8 FORROS DE PVC
6.2.9 RODAFORROS
6.3 MARCENARIA E SERRALHERIA
6.3.1 FECHAMENTO DE SHAFTS 
6.3.2 ALÇAPÃO
6.3.3 CORRIMÃO E GUARDA-CORPO
6.3.4 ESCADA DE MARINHEIRO
6.3.5 GRADIS E GRADES
6.3.6 PORTÕES DE VEÍCULOS E DE PEDESTRES
6.3.7 PORTA CORTA-FOGO
PLANILHA COMPLETA
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 58
ITEM DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
6.3.8 GRELHAS DE PISO; 
6.3.9 CHAMINÉ METÁLICA
6.3.10 COIFA
6.3.11 BALCÕES DE MADEIRA
6.3.12 CAIXA DE CORREIO
6.3.13 ESCADAS METÁLICAS
6.4 PINTURA
6.4.1 SELADOR DE PAREDE
6.4.2 SELADOR DE PORTAS E MADEIRA
6.4.5 MASSA CORRIDA PVA E ACRÍLICA
6.4.6 PINTURA PVA
6.4.7 PINTURA ACRÍLICA
6.4.8 REVESVIMENTO TEXTURIZADO
6.4.9 PINTURA A CAL
6.4.10 PINTURA ESMALTE SOBRE FERRO
6.4.11 PINTURA ESMALTE SOBRE MADEIRA
6.4.12 PINTURA VERNIZ SOBRE MADEIRA
6.4.13 PINTURA VERNIZ SOBRE ALVENARIA
PLANILHA COMPLETA
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 59
ITEM DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
6.5 TRATAMENTOS ESPECIAIS INTERNOS
6.5.1 TRATAMENTO ACÚSTICO
7 PAVIMENTAÇÕES
7.1 PAVIMENTAÇÕES
7.1.1 CONTRAPISO
7.1.2 PISOS CERÂMICOS
7.1.3 PISOS DE ARDÓSIA
7.1.4 CONCRETO DESEMPENADO
7.1.5 CIMENTADOS
7.1.6 PISOS DE BASALTO
7.1.7 PISOS DE MADEIRA
7.1.8 PISOS DE MÁRMORA
7.1.9 PISOS DE GRANITO
7.1.10 PISOS PLÁSTICOS
7.1.11 CARPETES E TAPETES
7.1.12 PISOS DE GRANITINA
7.1.13 PISOS DE BLOCO
7.1.14 MEIO-FIO
PLANILHA COMPLETA
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 60
ITEM DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
7.1.15 DEGRAUS | PATAMARES
7.2 RODAPÉS E SOLEIRAS
7.2.1 RODAPÉ CERÂMICO
7.2.2 RODAPÉ CIMENTADO
7.2.3 RODAPÉ DE ARDÓSIA
7.2.4 RODAPÉ DE MADEIRA
7.2.5 RODAPÉ PLÁSTICO
7.2.6 RODAPÉ DE GRANITINA
7.2.7 RODAPÉ DE MÁRMORA
7.2.8 RODAPÉ DE GRANITO
7.2.9 RODAPÉ DE BASALTO
7.2.10 SOLEIRA DE ARDÓSIA
7.2.11 SOLEIRA DE MADEIRA
7.2.12 SOLEIRA DE GRANITINA
7.2.13 SOLEIRA DE MÁRMORE
7.2.14 SOLEIRA DE GRANITO
7.2.15 SOLEIRA DE BASALTO
8 INSTALAÇÕES E APARELHOS
PLANILHA COMPLETA
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 61
ITEM DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
8.1 APARELHOS E METAIS
8.1.1 REGISTROS
8.1.2 VÁLVULAS
8.1.3 LIGAÇÕES FLEXÍVEIS
8.1.4 SIFÕES
8.1.5 TORNEIRAS
8.1.6 BACIAS SANITÁRIAS
8.1.7 CHUVEIROS
8.1.8 DUCHA HIGIÊNICA
8.1.9 BANHEIRA
8.1.10 CUBAS
8.1.11 LAVATÓRIO
8.1.12 TANQUES
8.1.13 MICTÓRIOS
8.1.14 TAMPOS
8.1.15 COMPLEMENTOS DE LOUÇA
8.1.16 EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS PARA DEFICIENTES
8.1.17 SABONETEIRA PARA LÍQUIDOS
PLANILHA COMPLETA
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 62
ITEM DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
8.1.18 SECADOR DE MÃOS ELÉTRICO
8.1.19 BEBEDOUROS ELÉTRICOS
8.2 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
8.2.1 ELETRODUTOS | CONEXÕES | BUCHAS | ARRUELAS
8.2.2 FIOS | CABOS
8.2.3 CAIXAS | QUADRO DE COMANDO
8.2.4 TOMADAS | INTERRUPTORES
8.2.5 LUMINÁRIAS | ACESSÓRIOS | POSTES | LÂMPADAS
8.2.6 EQUIPAMENTOS DIVERSOS ELÉTRICOS
8.2.7 ENTRADA DE ENERGIA
8.2.8 ELETRODUTOS E CONEXÕES TELEFÔNICAS
8.2.9 ELETRODUTOS E CONEXÕES PARA TV A CABO
8.2.10 SISTEMA DE PROTEÇÃO A DESCARGAS ATMOSFÉRICAS
8.2.11 MÃO-DE-OBRA
8.3 INSTALAÇÃO HIDRÁULICA, SANITÁRIA E GÁS
8.3.1 TUBOS E CONEXÕES DE ÁGUA FRIA
8.3.2 TUBOS E CONEXÕES DE ÁGUA QUENTE
8.3.3 TUBOS E CONEXÕES DE ESGOTO SANITÁRIO
PLANILHA COMPLETA
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 63
ITEM DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
8.3.4 TUBOS E CONEXÕES DE ÁGUAS PLUVIAIS
8.3.5 INSTALAÇÕES DE GLP
8.3.6 MÃO-DE-OBRA
8.4 OUTRAS INSTALAÇÕES
8.4.1 TUBOS E CONEXÕES (P.C.I.)
8.4.2 VÁLVULAS E REGISTROS (P.C.I)
8.4.3 ABRIGOS | HIDRANTES | MANGUEIRAS | EXTINTORES
8.4.4 AR CONDICIONADO
8.4.5 ELEVADORES
8.4.6 MONTA-CARGAS
8.4.7 ESCADAS ROLANTE
8.4.8 ESTEIRAS E PLANO INCLINADO
9 COMPLEMENTAÇÃO DA OBRA
9.1 CALAFETE E LIMPEZA
9.1.1 LIMPEZA FINAL
9.1.2 RETIRADA DE ENTULHOS
9.1.3 DESMONTAGEM DO CANTEIRO DE OBRAS
9.2 COMPLEMENTAÇÃO ARTÍSTICA E PAISAGISMO
PLANILHA COMPLETA
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 64
ITEM DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
9.2.1 PAISAGISMO
9.2.2 OBRAS ARTÍSTICAS E PAINÉIS
9.3 OBRAS COMPLEMENTARES
9.3.1 COMPLEMENTOS
9.3.2 ACABAMENTOS
9.3.3 ACERTOS FINAIS
9.4 LIGAÇÃO DEFINITIVA E CERTIDÕES
9.4.1 LIGAÇÃO DE ÁGUA | LUZ | TELEFONE | GÁS
9.4.2 LIGAÇÕES DE REDES PÚBLICAS
9.5 RECEBIMENTO DA OBRA
9.5.1 ENSAIOS GERAIS NAS INSTALAÇÕES
9.5.2 ARREMATES
9.5.3 HABITE-SE
9.6 DESPESAS EVENTUAIS
9.6.1 INDENIZAÇÕES A TERCEIROS
9.6.2 IMPREVISTOS DIVERSOS
10 HONORÁRIOS
10.1 HONORÁRIOS DO CONSTRUTOR | INCORPORADOR
CONCLUSÕES
Nota-se a importância de estruturar um orçamento de obras
antes do processo de orçamentação.
A conhecimento específico em estrutura analítica de projetos
para um orçamento é fundamental para o profissional que pretender
exercer a profissão de Orçamentista.
Uma EAP deve ser elaborada com cuidado, observando
atenciosamente os detalhes previstos nos projetos e memoriais.
O esqueleto é fundamental para manter o corpo de pé!
Elaborar corretamente a estrutura de um orçamento, otimiza
o tempo e contribui para que nenhuma etapa seja esquecida.
Sem orçamento não há planejamento e controle de obras e
sem EAP não há um bom orçamento.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, NBR 12271.
Avaliação de custos de construção para incorporação imobiliária e
outras disposições para condomínios edilícios. Rio de Janeiro, 2005.
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 65
SOBRE A AUTORA
Andressa Araujo é Engenheira Civil, especializada em
Orçamento de Obras Públicas. Filha de mestre de obras, cresceu
com o desejo de trabalhar com obras.
Inicialmente, começou a adquirir conhecimentos em seu
curso técnico de Edificações, concomitante com o ensino médio no
Instituto Federal Fluminense, onde foi indicada, para ser estagiária
na Secretaria de Obras Municipal de sua cidade.
Aos 18, foi aprovada no concurso público para Bombeiro
Militar do Estado onde vive, entretanto, na mesma época foi
convidadaa se efetivar na Secretaria de Obras como orçamentista
a nível técnico, cargo pelo qual aceitou e decidiu abrir mão de um
concurso público.
Foi na secretaria de obras no ano seguinte que pegou a
responsabilidade de elaborar o orçamento de obras de todos os
postos de saúde da sua cidade, sendo reformas, ampliações e
construções novas.
Entre outros orçamentos, orçou reformas de pontes, praças
públicas e restaurações de patrimônio público com o auxílio de seu
mentor na época.
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 66
SOBRE A AUTORA
Através de sua paixão por obras, ingressou para adquirir
mais conhecimentos específicos a nível superior e tornou-se
Engenheira Civil.
Recentemente, Andressa Araujo criou uma técnica (Planilha
Amiga) para elaborar orçamentos de análise de viabilidade
financeira em questão de poucos minutos com margem de erro
menor do que as estimativas de custos conhecidas e muito mais
prática
Atualmente, ministra um curso de Orçamento de Obras
Públicas e Licitações na Escola Técnica EAD Leiaut Carielo e
administra grupos de Whatsapp específicos para tirar dúvidas
referentes a orçamento.
Além de Engenheira Civil e Professora, também é mãe de
um menino, possui hobby em compor músicas e fiel aos seus
amigos.
Andressa Araújo
Engenheira Civil | Orçamentista
Instagram: @andressa.ec
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 67a se efetivar na Secretaria de Obras como orçamentista
a nível técnico, cargo pelo qual aceitou e decidiu abrir mão de um
concurso público.
Foi na secretaria de obras no ano seguinte que pegou a
responsabilidade de elaborar o orçamento de obras de todos os
postos de saúde da sua cidade, sendo reformas, ampliações e
construções novas.
Entre outros orçamentos, orçou reformas de pontes, praças
públicas e restaurações de patrimônio público com o auxílio de seu
mentor na época.
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 66
SOBRE A AUTORA
Através de sua paixão por obras, ingressou para adquirir
mais conhecimentos específicos a nível superior e tornou-se
Engenheira Civil.
Recentemente, Andressa Araujo criou uma técnica (Planilha
Amiga) para elaborar orçamentos de análise de viabilidade
financeira em questão de poucos minutos com margem de erro
menor do que as estimativas de custos conhecidas e muito mais
prática
Atualmente, ministra um curso de Orçamento de Obras
Públicas e Licitações na Escola Técnica EAD Leiaut Carielo e
administra grupos de Whatsapp específicos para tirar dúvidas
referentes a orçamento.
Além de Engenheira Civil e Professora, também é mãe de
um menino, possui hobby em compor músicas e fiel aos seus
amigos.
Andressa Araújo
Engenheira Civil | Orçamentista
Instagram: @andressa.ec
EBOOK: Como estruturar um orçamento de obras do zero | Engenheira Civil Andressa Araújo | 2020 67

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