Prévia do material em texto
Autora: Engª MSc. Raquel Cabral PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS POR AGREGAR ENGENHARIA L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 Os mapas mentais contidos neste arquivo foram desenvolvidos pela Engª MSc. Raquel Cabral. Raquel é engenheira civil pela UFS, mestre em estruturas pela PUC-Rio e professora universitária de Graduação e de Pós-Graduação. Já atuou também como professora de cursinho preparatório para concursos de engenharia no estado de Sergipe. Além disso, pensou na Agregar Cursos com o intuito de fornecer materiais didáticos, ilustrados e de linguagem fácil sobre diversos temas da Engenharia Civil. Este material aborda o tema PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS e tem como referências: • PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS; MATTOS, 2019; • COMO PREPARAR ORÇAMENTOS DE OBRAS; MATTOS, 2019. • MANUAIS DO TCU. • QUESTÕES DE CONCURSOS ANTERIORES RETIRADAS DO TEC CONCURSOS. ATENÇÃO. Utilize este material como complementar aos seus estudos, NÃO ignore a leitura de normas, livros e muito menos a resolução de questões. POR FAVOR. Caso encontre qualquer problema, equívoco ou tenha alguma sugestão, entre em contato direto comigo via instagram @agregar_engenharia. A ideia é ajudar, desenvolvendo materiais de fácil compreensão e melhorar a cada dia, e para isso, preciso da sua ajuda também. Apresentação ç ! L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 Lembre-se: é proibida qualquer reprodução ou distribuição não autorizada destes materiais! Valorize o trabalho de quem produz conteúdo. L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 AVISO! As tabelas, desenhos, esquemas e fluxogramas aqui apresentados foram pensados e montados por Raquel. A reprodução destes sem citação, configura-se PLÁGIO e pode ser resolvida em vias judiciais. L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 Técnica de planejamento desenvolvida para obras que apresentam serviços repetitivos, como estradas, conjuntos habitacionais, edifícios altos. Neste caso, os serviços repetitivos podem ser representados por uma reta e a inclinação desta reta mostra o ritmo com que a atividade avança (MATTOS, 2019). 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Pavimento Pav. 3 Pav. 2 Pav. 1 Perceba que a grandeza tempo fica na abscissa; a quantidade de unidades produzidas fica nas ordenadas; quanto mais íngreme a reta, maior a produtividade. Assim, a linha de balanço representa o ritmo do serviço! Estrutura Alvenaria Acabamento Adaptada AOCP, 2019 Linha de balanço: técnica empregada em projetos de natureza repetitiva, como conjuntos habitacionais, edifícios de múltiplos pavimentos e construções de estradas. ( ) CERTO ( ) ERRADO Gabarito: Certo. CEBRASPE, 2014 Considerando as ferramentas gerenciais de planejamento, acompanhamento e controle de projetos de engenharia civil, julgue o item a seguir. A linha de balanço é uma técnica empregada no planejamento e na programação de obras que apresentam atividades repetitivas, tais como projetos de conjuntos habitacionais de casas, nos quais a unidade de repetição é a casa. ( ) CERTO ( ) ERRADO Gabarito: Certo. CEBRASPE, 2010 A técnica denominada linha de balanço é utilizada no planejamento de atividades repetitivas. Essa técnica consiste em traçar, referidas a um par de eixos cartesianos, linhas que representam cada uma das atividades e seu respectivo andamento. No eixo das ordenadas, é marcado o tempo e, no das abscissas, os valores acumulados do andamento planejado para cada unidade do conjunto. ( ) CERTO ( ) ERRADO Gabarito: Errado. L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 O Diagrama de Rede é a representação gráfica das atividades, levando em conta a dependência entre elas. Permite que sejam indicadas as relações lógicas de precedência entre as atividades e que seja determinado o caminho crítico. Caminho crítico = sequência de atividade que se sofrer atraso em alguma de suas componentes, vai transmiti-lo ao término do projeto. Permite também, através de cálculos, determinar: • Data mais cedo e mais tarde que a atividade pode ser iniciada; • Folga entre as atividades. Segundo Mattos (2019), há dois métodos de construção de diagrama de rede: 1) Método das flechas As atividades são representadas por flechas que conectam eventos ou instantes do projeto. 2) Método dos blocos As atividades são representadas por blocos e unidas por setas que não têm outra função senão definir a ligação entre elas. OBS: o que muda entre eles são somente as regras de desenho. i j evento evento atividade i-j Atividade Evento É uma tarefa a ser desempenhada É um instante do projeto Possui duração Não possui duração Recursos podem ser atribuídos a ela Não possui recursos Representada por flecha entre dois eventos Representado por círculo. Fonte: Planejamento e Controle de Obras. Mattos, 2019. CEBRASPE, 2019 Na programação de uma obra, é possível identificar folgas em atividadesde execução, para posterior ajuste no cronograma físico. As atividades com menor folga formam o caminho crítico, de menor flexibilidade para atrasos em sua execução. Gabarito: Certa. L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 TI TÉRMINO-INÍCIO “A” deve terminar para “B” poder começar II INÍCIO-INÍCIO “A” deve ter iniciado para “B” poder iniciar TT TÉRMINO-TÉRMINO “A” deve ter terminado para “B” poder terminar IT INÍCIO-TÉRMINO “A” deve ter iniciado para “B” poder terminar. Fonte: Adaptado de Planejamento e Controle de Obras. Mattos, 2019. Predecessora = aquela atividade cuja conclusão deve necessariamente ocorrer para que a atividade seguinte possa começar. Sucessora = aquela atividade que pode ser iniciada imediatamente após a conclusão de outra. Obs: nem toda atividade tem predecessora. Obs2: nem toda atividade tem sucessora. L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 Exemplo de Mattos (2019) para montagem de um diagrama de rede. CÓDIGO ATIVIDADE PREDECESSORAS A Locação da fundação - B Escavação da fundação A C Montagem das fôrmas B D Obtenção do aço - E Preparação da armação D F Colocação da armação C, E G Mobilização da betoneira - H Concretagem F, G 1 Desenhar as atividades iniciais e sem predecessoras A, D, G. D A G 2 Atividades cujas predecessoras já estão no diagrama. E, B, C. E B C 3 No caso, podemos lançar a atividade “F”, com predecessoras “C” e “E” F 4 No caso, podemos lançar a atividade “H”, com predecessoras “F” e “G” H 5 Numerar os eventos: 1. Sempre em ordem crescente; 2. Evento inicial é o zero (normalmente); 3. As numerações aumentam da esquerda pra direita e de cima pra baixo e geralmente de 5 em 5 ou de 10 em 10. 0 5 10 15 20 25 30 Fonte: Adaptado de Planejamento e Controle de Obras. Mattos, 2019. Li ce n se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 No método das flechas, a duração das atividades é representada na própria flecha. Para determinar a duração total do projeto, devemos levar em consideração “quem está governando o prazo da rede”. Tempo mais cedo do evento = primeira data em que ele pode ser alcançado. Por exemplo, na rede abaixo, o tempo mais cedo do evento 20 é de 8 dias – em vermelho na rede está representado o tempo mais cedo de cada evento. Tempo mais tarde do evento = é determinado fazendo-se o caminho inverso. Observe que no exemplo abaixo, quando houver duas setas saindo do mesmo evento, utiliza-se o menor valor resultante. Em verde, está indicado o tempo mais tarde de cada evento. Atenção: no evento 5, tem-se duas setas saindo dele, podendo resultar em (4-3) ou (5-1), escolhendo- se o menor valor para o tempo mais tarde do evento. 0 5 10 15 20 25 A 1 B C D E F 3 1 4 3 2 0 1 4 2 8 10 10 8 4 5 1 0 Evento crítico: são os eventos nos quais o tempo mais cedo é igual ao tempo mais tarde. No exemplo abaixo, os eventos 0, 5, 10, 20 e 25 são eventos críticos. A sequência de atividades formada pelos eventos críticos é chamada de CAMINHO CRÍTICO. No exemplo, o caminho ABDF é o caminho crítico do projeto. Isso significa dizer que um atraso neste caminho significa um atraso no prazo de conclusão. Antes deste prazo o projeto NÃO pode ser concluído. Podemos concluir ainda que neste caminho NÃO há flexibilidade temporal, ou seja, não há folga. ANOTE: o caminho crítico é o CAMINHO MAIS LONGO do início ao fim do projeto. FIQUE ATENTO!!! Existe uma exceção – nos casos em que o prazo do projeto for maior ou menor do que aquele definido pelo caminho crítico (por restrição imposta mesmo), teremos o caso em que há folga negativa ou positiva para o caminho crítico. Adivinha quem já cobrou esta exceção? Isso mesmo, CEBRASPE – para mais detalhes, consulte PMBOK (6ª ed,, página 210). PMBOK, 6ª edição: Folga livre / Free Float. O tempo permitido para atraso de uma atividade do cronograma sem atrasar a data de início mais cedo de qualquer uma das atividades do cronograma imediatamente subsequentes. Folga total / Total Float. O atraso total permitido para a data de início mais cedo de uma atividade do cronograma sem atrasar a data de término do projeto ou violar uma restrição do cronograma. L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 40 50 7 10 25 20 X 8 TEMPO MAIS TARDE TEMPO MAIS CEDO DURAÇÃO DA ATIVIDADE ATIVIDADE DATA MAIS CEDO EM QUE AS ATIVIDADES QUE NASCEM NO EVENTO “I” PODEM SER INICIADAS. NO EXEMPLO AO LADO: ▪ A PRIMEIRA DATA DE INÍCIO (PDI) DA ATIVIDADE “X” É 7; ▪ A PRIMEIRA DATA DE TÉRMINO (PDT) É DE (7+8) = 15. DATA MAIS TARDE QUE A ATIVIDADE QUE CHEGA AO EVENTO “J” PODE TERMINAR, OU SEJA, É A DATA DE TÉRMINO MAIS TARDE DA ATIVIDADE “X”. ASSIM, EM REFERÊNCIA AO EXEMPLO AO LADO: ▪ ÚLTIMA DATA DE TÉRMINO (UDT) DA ATIVIDADE “X” É 25; ▪ ÚLTIMA DATA DE INÍCIO (UDI) DA ATIVIDADE “X” É (25 – 8) = 17. PARA O EXEMPLO EXPOSTO, A ATIVIDADE “X” TEM DURAÇÃO DE 8 DIAS E UM TEMPO DISPONÍVEL DE (25-7) 18 DIAS PARA SUA REALIZAÇÃO, ASSIM, A FOLGA TOTAL (FT) DA ATIVIDADE É (18-8) = 10 DIAS. Fonte: Planejamento e Controle de Obras. Mattos, 2019. PDI = TEMPO MAIS CEDO DO EVENTO “I” = 7 UDT = TEMPO MAIS TARDE DO EVENTO “J” = 25 PDT = PDI + DURAÇÃO = 7 + 8 = 15 UDI = UDT – DURAÇÃO = 25 – 8 = 17 FOLGA TOTAL (FT) = UDT – PDI – D = 25 – 7 – 8 = 10 FOLGA LIVRE (FL) = TEMPO MAIS CEDO DO EVENTO “J” – (TEMPO MAIS CEDO DO EVENTO “I” + DURAÇÃO) = 20 – (7 + 8) = 5 OBS: FL é sempre menor que FT; para as atividades críticas, FL = 0. i j L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 Vamos fazer em passos: 1. Determinar a data mais cedo de cada evento; 2. Determinar a data mais tarde de cada evento; 3. Analisar a atividade D de maneira isolada; 4. Calcular as folgas livre e total da atividade pedida. PDI = 4 UDT = 10 DURAÇÃO = 4 FT = 10 – 4 – 4 = 2 DIAS FL = 9 – (4 + 4) = 1 DIA ENTÃO, A ATIVIDADE “D” POSSUI FOLGA LIVRE DE 1 DIA E FOLGA TOTAL DE 2 DIAS. OBS: NESTE MATERIAL, ESTAMOS SEGUINDO A TEORIA POR MATTOS (2019) E VAMOS USÁ-LA EM TODAS AS QUESTÕES. A IDEIA É NÃO CONFUNDIR O PROCESSO POR AQUI! PDI = TEMPO MAIS CEDO DO EVENTO “I” UDT = TEMPO MAIS TARDE DO EVENTO “J” PDT = PDI + DURAÇÃO UDI = UDT – DURAÇÃO FOLGA TOTAL (FT) = UDT – PDI – D FOLGA LIVRE (FL) = TEMPO MAIS CEDO DO EVENTO “J” – (TEMPO MAIS CEDO DO EVENTO “I” + DURAÇÃO) FGV, 2015 A questão pede a folga livre e total da atividade D. 1 2 B 3 3 5 4 6 7 A 4 C 2 D 4 G 3 H 2 E 2 I 5 F 3 i j D 4 LEMBRE. Para a data mais cedo, você soma da esquerda para direita e usa o maior valor. Para a data mais tarde, da direita para esquerda e usa o menor valor. L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 ..................................................................................................... FGV, 2019 A folga da atividade 10→50 do projeto da questão anterior é de: a) 0 dia b) 1 dia c) 2 dias d) 4 dias e) 6 dias 0 20 10 50 40 70 60 30 9 3 11 7 8 5 10 4 9 2 5 2 7 CAMINHO CRÍTICO = 0-30-40-70 = 27 dias. Para a atividade 10-50, temos duas possibilidades de caminho: 0-10-50-70 com duração de 21 dias 0-20-10-50-70 com duração de 20 dias. Assim, a folga máxima da atividade é de 27 dias menos 21 dias= 6 dias. Gabarito: Letra e. OBS: Os números em verde são os tempos mais tarde de cada evento; os números em vermelho são os tempos mais cedo de cada evento. O caminho crítico é o caminho mais longo que também pode ser encontrado como o caminho formado pelos eventos críticos (tempo mais cedo = tempo mais tarde). L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 CEBRASPE, 2019 Cronograma 6A1-I O cronograma simplificado mostrado a seguir refere-se à execução de uma reforma, com as quantidades de funcionários e de dias necessários para cada atividade. A partir do cronograma 6A1-I, assinale a opção que mostra as atividades correspondentes ao caminho crítico da reforma e o respectivo tempo de duração, em dias trabalhados. a) A-B-E-G: 7 dias b) A-B-E-G: 8 dias c) A-B-C-F-G: 8 dias d) A-B-D-F-G: 8 dias e) A-B-D-F-G: 10 dias B C D E F G A POSSÍVEIS CAMINHOS: A-B-C-F-G = 8 dias A-B-D-F-G = 10 dias – CAMINHO CRÍTICO A-B-E-G = 7 dias Gabarito: Letra e. L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 B 3 FGV, 2018 Para se realizar um empreendimento, foi elaborada a estrutura analítica das atividades, conforme tabela a seguir, que descreve ainda a interdependência entre elas e os prazos de execução. Atividade Duração (dias) Antecessora A 2 - B 3 A C 4 B D 5 A E 4 B F 3 B, D G 2 C, F H 1 G A atividade D apresenta folga livre e folga total, respectivamente, iguais a a) Zero e zero b) Zero e 2 dias c) 1 dia e 1 dia d) 2 dias e zero e) 3 dias e 4 dias 0 5 15 10 30 25 20 A 2 C 4 D 5 E 4 B’ 0 F 3 G 2 35 C’ 0 H 1 40 OBS: As atividades em tracejado (B’ e D’) são denominadas atividades- fantasma. É definida como aquela que supre um problema de numeração, pois não podemos ter duas atividades diferentes que iniciam e terminam no mesmo evento. CAMINHOS: A-B-E = 9 dias A-B-C-G-H = 12 dias A-B-F-G-H = 11 dias A-D-F-G-H = 13 dias FOLGA TOTAL: Atraso máximo que não altera a data final do projeto; FOLGA LIVRE: atraso máximo que não altera o cedo das sucessoras. OBS: a folga livre NÃO pode ser superior à folga total. Como, no caso apresentado nesta questão, a atividade D faz parte do caminho crítico, a folga livre e a folga total desta atividade são iguais a zero! Gabarito: Letra a. L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 AOCP, 2018 A engenharia de custos abrange as fases de orçamentação e planejamento da obra. Com relação a esses temas, julgue o item a seguir. A atividade fantasma, também chamada de fictícia, surge na técnica do PERT/CPM para resolver problemas de numeração ou de lógica, e não se trata de uma tarefa física, algo que precise ser realizado no projeto, ou seja, ela é apenas um recurso necessário de diagramação. ( ) CERTO ( ) ERRADO Gabarito: Certo. AOCP, 2018 A engenharia de custos abrange as fases de orçamentação e planejamento da obra. Com relação a esses temas, julgue o item a seguir. Quando se emprega o Diagrama de Rede PERT/CPM, a primeira data de início (PDI) de cada atividade é a primeira data de término (PDT) de sua predecessora. ( ) CERTO ( ) ERRADO Gabarito: Certo. AOCP, 2018 A engenharia de custos abrange as fases de orçamentação e planejamento da obra. Com relação a esses temas, julgue o item a seguir. No Diagrama de Rede PERT/CPM, para a atividade que possuir mais de uma predecessora, adota-se, como sua primeira data de início (PDI), a média das últimas datas de término (UDT) das suas predecessoras. ( ) CERTO ( ) ERRADO Gabarito: Errado. CEBRASPE, 2017 No planejamento de uma obra, a apuração do caminho crítico é realizada a partir de uma sequência de atividades. Acerca do método do caminho crítico (CPM, em inglês), julgue o item subsecutivo. As atividades de uma sequência podem sofrer alteração de duração sem que isso modifique a duração total de um projeto. ( ) CERTO ( ) ERRADO Gabarito: Errado. CEBRASPE, 2019 A construtora de uma obra pública atrasou a execução de uma atividade não crítica. A folga total dessa atividade, contudo, era de cinco dias, o que preocupou a fiscalização, pois o critério de aplicação de penalidades depende do impacto no prazo de entrega da obra. A respeito dessa situação hipotética, assinale a opção correta, relativa ao acompanhamento de obras. a) A folga total só tem importância na análise de atraso de atividades críticas. b) O atraso de cinco dias só é preocupante se a folga livre for superior à folga total. c) Atividade não crítica possui somente folga total, sendo preocupante apenas o consumo da folga livre das atividades críticas. d) Um atraso superior a cinco dias, superior à folga total da referida atividade não crítica, afeta diretamente a data de entrega da obra. e) O atraso de uma atividade não crítica só é preocupante se ultrapassar a soma da folga livre com a folga total. Gabarito: Letra d. POLÊMICA! L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 Lic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 ERRATAS – PLANEJAMENTO E CONTROLE. ERRATA 1 – 29/05/2021 No módulo PERT/CPM - Havia um erro de digitação no TT (grifo em amarelo com a correção realizada) TI TÉRMINO-INÍCIO “A” deve terminar para “B” poder começar II INÍCIO-INÍCIO “A” deve ter iniciado para “B” poder iniciar TT TÉRMINO-TÉRMINO “A” deve ter terminado para “B” poder terminar IT INÍCIO-TÉRMINO “A” deve ter iniciado para “B” poder terminar. L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26.8 42 .3 17 -3 7 Você já conhece o Engenharia em Mapas? São materiais de engenharia civil produzidos por Raquel Cabral, engenheira civil pela UFS, mestre pela PUC-Rio e professora de graduação e pós-graduação. O intuito é produzir materiais didáticos, direcionados e que utilizem todos os artifícios facilitadores dos mapas mentais. Seja bem-vindo a Agregar. Espero que os materiais sejam úteis para você e que você se sinta tão parte do nosso projeto a ponto de fornecer sugestões de melhorias e possíveis adequações. Obrigada pelo apoio! Raquel Cabral @agregar_engenharia www.agregarengenharia.com L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 A EAP é uma estrutura hierarquizada, resultante da decomposição do projeto (divisão em partes menores). A EAP é formada por vários níveis. Cada nível “representa um aprimoramento de detalhes do nível imediatamente superior”. Quando se divide o projeto desta forma, é mais fácil atribuir durações e controlar o avanço de cada tarefa. Segundo Mattos (2019), NÃO há uma regra definida para se construir a EAP, assim cada projetista pode chegar em uma EAP específica. O importante é que a EAP represente a totalidade do projeto. CASA Fundação Estrutura Acabamento Sapatas Alvenaria Telhado Instalações Revestimento Pintura Exemplo simplificado de uma EAP – decomposição de grandes serviços. Adaptada de Mattos, 2019 Segundo Mattos (2019), o nível de decomposição é função do grau de controle que se quer imprimir ao planejamento. Veja: ▪ uma rede extensa = nível de controle maior, porém mais custos. ▪ uma rede sucinta = menos custos, porém nível de controle menor. Fonte: Planejamento e Controle de Obras. Mattos, 2019. L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 1 EAP analítica Superestrutura As ferramentas computacionais, como o MS Project, trabalham com a EAP analítica. Nesta, há uma associação através de uma numeração lógica em que cada novo nível ganha um dígito a mais. Atividade 0 Casa 1 1 Infraestrutura 2 1.1 Escavação 3 1.2 Sapatas 4 2 Superestrutura 5 2.1 Paredes 6 2.1.1 Alvenaria 7 2.1.2 Revestimento 8 2.1.3 Pintura 9 2.2 Cobertura 10 2.2.1 Madeiramento 11 2.2.2 Telhas 12 2.3 Instalações 13 2.3.1 Instalação Elétrica 14 2.3.2 Instalação Hidráulica Exemplo simplificado de uma EAP analítica. Adaptada de Mattos, 2019 A apresentação em formato de mapas mentais torna-se uma solução visivelmente mais atraente. Neste caso, há uma estrutura em árvore, com ramos divididos em ramos menores. Além disso, há a vantagem de se visualizar toda a EAP em uma tela única. EAP em mapas mentais CASA Escavação Sapatas Infraestrutura Paredes Cobertura Instalações Alvenaria Revestimentos Pintura Madeiramento Telhas Inst. Elétrica Inst. Hidráulica Exemplo simplificado de uma EAP em mapa mental. Adaptada de Mattos, 2019 Fonte: Planejamento e Controle de Obras. Mattos, 2019. L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 EAP é a árvore de decomposição do trabalho. Para construí-la utiliza-se uma estrutura gráfica com aparência de árvore, tipo organograma horizontal, que permite a hierarquização de blocos ou pacotes de trabalho. A EAP funciona como ferramenta de comunicação bastante eficiente, porque fornece visão global do projeto a todas as partes envolvidas. Estrutura analítica do projeto (EAP) - agrupamento dos elementos do projeto que organiza e define o escopo global do projeto. Cada nível inferior representa uma definição crescentemente detalhada de um componente do projeto. Os componentes do projeto podem ser produtos ou serviços. Também chamada Estrutura de Divisão do Trabalho ou Work Breakdown Structure (WBS). Técnica de planejamento que segmenta o produto final em partes físicas e as partes físicas em tarefas (ou atividades). Fonte: Manual de Gestão de Projetos – TCU. A sua construção, com a prática, pode ser feita diretamente no aplicativo MS Project, uma vez que os pacotes de trabalho identificados na EAP correspondem a atividades do plano do projeto. A EAP evidencia as atividades necessárias para obter os produtos do projeto e as tarefas gerenciais necessárias à condução do projeto. Obs: esses trechos retirei em sua literalidade do Manual de Gestão de Projetos do TCU. L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 1. CEBRASPE, 2021 Julgue o item a seguir, considerando a aplicação da gestão de projetos ao planejamento das obras, reformas e serviços de engenharia. A estrutura analítica de projetos (EAP) e o desdobramento de mapas mentais são ferramentas que auxiliam na elaboração de um cronograma de obra o mais completo possível. ( ) CERTO ( ) ERRADO 2. FUNDATEC, 2020 Nos processos de gerenciamento de projetos, proporcionar uma decomposição da estrutura hierárquica para apresentar o trabalho que necessita ser completado, a fim de alcançar os objetivos do projeto, é o propósito de criação de qual item do projeto? a) Ciclo de vida b) Caminho crítico c) Estrutura analítica d) Escopo e) Cronograma 3. Adaptada ESAF, 2021 O orçamento deve ser desenvolvido a partir da elaboração da Estrutura Analítica de Projeto (EAP). ( ) CERTO ( ) ERRADO 4. CEBRASPE, 2012 A respeito do cronograma físico-financeiro e da programação de obras, julgue o item subsecutivo. Elabora-se o cronograma físico-financeiro com base na estrutura analítica de projeto (EAP), na rede geral do empreendimento e no orçamento. ( ) CERTO ( ) ERRADO 5. CEBRASPE, 2013 No que se refere a orçamentos de obras de engenharia, julgue o item que se segue. O cronograma físico-financeiro, obtido a partir da rede geral do projeto e do orçamento, é elaborado com base na estrutura analítica do projeto (EAP). ( ) CERTO ( ) ERRADO v 6. Adaptada AOCP, 2018 A Estrutura Analítica de Projeto – EAP – é utilizada para determinar as causas de uma falha, correlacionando causas e efeitos. ( ) CERTO ( ) ERRADO 7. IBFC, 2017 A EAP (estrutura analítica de projetos) é uma estrutura hierarquizada aplicada ao orçamento da construção civil. Em relação a esse assunto, analise as afirmativas. I. A configuração de EAP (estrutura analítica de projetos) é a de uma árvore com ramificações onde o nível superior representa o escopo total. II. À medida que a EAP (estrutura analítica de projetos) se desenrola, os pacotes de trabalho se tornam maiores e mais bem definidos. III. Há uma regra bem definida para se construir uma EAP (estrutura analítica de projetos). Assinale a alternativa correta. a) Estão corretas todas as alternativas; b) Estão corretas apenas as alternativas I e II; c) Está correta apenas a alternativa I; d) Está correta apenas a alternativa III; e) Nenhuma das alternativas está correta. v L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 QUADRIX, 2020 Julgue o item, relativo a acompanhamento, à fiscalização e a controle de execução de obras e serviços. São estágios do ciclo de vida do projeto concepção, viabilidade, execução e finalização. ( ) CERTO ( ) ERRADO Gabarito: Certo. Fonte: Adaptado Planejamento e Controle de Obras. Mattos, 2019. Li ce n se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 O Ciclo PDCA ilustra o Princípio da Melhoria Contínua. Entende-se como o conjunto de ações ordenadas e interligadas entre si, dispostas graficamente em círculo, no qual cada quadrante corresponde a uma fase do processo. (MATTOS, 2019). P (Planejar) D (Desempenhar) C (Checar) A (Agir) Estudar o projeto; Definir metodologia; Gerar o cronograma e as programações. Informar e motivar; Executar a atividade; Aferir o realizado; Comparar o previsto e o realizado. Implementar ações corretivas (se necessário). AOCP, 2020 O ciclo PDCA é uma forma de representação do princípio de melhoria contínua do gerenciamento das obras. Consiste em planejar (P), desenvolver (D), começar (C) e avaliar (A). ( ) CERTO ( ) ERRADO Gabarito: Errado. Plan, Do, Check, Action CEBRASPE, 2012 O ciclo PDCA, ferramenta de gerenciamento de qualidade total, compreende duas etapas distintas: a de planejamento e orçamento e a de controle de produção. ( ) CERTO ( ) ERRADO Gabarito: Certo. POLÊMICA! Fonte: Adaptado Planejamento e Controle de Obras. Mattos, 2019. Li ce n se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 São técnicas de avaliação de desempenho de empreendimentos. Análise do Valor Agregado = eraned value analysis (EVA). Este método compara o valor do trabalho planejado com o do trabalho realmente concluído para avaliar se os desempenhos de custo e programação do empreendimento estão de acordo com o planejado (MATTOS, 2019). É o custo que deveria ter sido incorrido no período de aferição – é quanto deveria ter sido o custo até a época. É o custo orçado do trabalho realizado – é quanto deveria ter custado o que foi realizado. É quanto efetivamente custou o que foi realizado – é a realidade física e não se relaciona com o planejamento prévio da obra. CUSTO ORÇADO - VALOR PREVISTO (VP) Quanto deveria ter sido realizado VALOR AGREGAGDO (VA) Quanto deveria ter custado o realizado CUSTO REAL (CR) Quanto custou o que foi realizado É o desvio entre por quanto o trabalho foi orçado e por quanto ele foi realizado. VC = VA - CR É o desvio entre quanto trabalho foi produzido até a data e quanto deveria ter sido produzido de acordo com o planejado. VPr = VA - VP Variação de progresso; é a diferença entre o que foi realizado (agregado) e o que foi agendado. VC VPr Interpretação Quanto ao orçamento Quanto ao cronograma (em custo) + + Abaixo Adiantada + - Abaixo Atrasado - + Acima Adiantado - - Acima Atrasado Fonte: Planejamento e Controle de Obras. Mattos, 2019. Sinal positivo = bom desempenho Sinal negativo = mau desempenho L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 Fornece uma noção de quão distantes estão CR e VA. IDC = VA CR Fornece uma noção de quão distantes estão VP e VA. IDP = VA VP IDC SIGNIFICADO > 1 Projeto abaixo do orçamento = 1 Exatamente com o valor orçado < 1 Projeto acima do orçamento IDP SIGNIFICADO > 1 Projeto adiantado. = 1 Exatamente igual ao previsto. < 1 Projeto atrasado. Acima de 1 = bom desempenho Abaixo de 1 = mau desempenho CEBRASPE, 2018 A construção de uma obra foi orçada em R$ 10 milhões com prazo de execução de quatro meses. O gráfico a seguir mostra o acompanhamento dessa obra, realizado pelo método do valor agregado. Vamos usar a figura ao lado para aplicar alguns conceitos. De acordo com a situação apresentada, no mês 2, temos: Valor agregado (VA) = R$ 1.000,00 – é quanto deveria custar o trabalho realizado até o mês 2; Custo realizado (CR) = R$ 2.000,00 – é quanto de fato custou o trabalho realizado até o mês 2; Custo orçado – valor previsto (VP) = R$ 2.500,00 – é o valor previsto para ser realizado até o mês 2. Para este mês, podemos calcular o IDP de: IDP = 1000 / 2500 = 0,40 -> ou seja, no mês 2 a obra está atrasada já que o IDP é menor que 1,0. Além disto, podemos analisar que ao final do mês 2, a obra está com o prejuízo de R$ 1.000,00 já que a variação de custo é igual ao (VA – CR) = 1000 – 2000 = -1000,00 L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 É a soma total dos custos previstos para o projeto, ou seja, quanto o projeto custaria se tudo corresse como planejado. Assim, ao final do projeto, temos: ONT = VA É quanto ainda falta gastar até a conclusão do projeto. Pode ser calculado com base em 4 linhas: 1) Baseado no orçamento original (otimista) – é a mais arriscada. EPT = ONT – VA 2) Baseado no desempenho de custo (realista) – considerada os custos futuros conforme o atual cenário. EPT = (ONT – VA) / IDC 3) Baseado no desempenho de custo e prazo (pessimista) – neste caso, assume-se o pior cenário possível. EPT = (ONT – VA) / (IDC. X IDP) 4) Nova estimativa – neste caso, faz-se um novo orçamento para o que ainda falta ser realizado – é a mais precisa. EPT = nova estimativa É uma previsão que se faz para o custo total do projeto até sua conclusão. A diferença em relação a EPT é que, diferente daquela, a ENT considera o desempenho até a data e projeta o custo final do projeto. ENT = CR + EPT Lembre-se que a EPT vai depender de qual linha foi usada no cálculo. É a diferença entre o custo total orçado (ONT) e o custo final projetado (ENT). VNT = ONT - ENT VNT Interpretação + Custo projetado é mais baixo que o orçamento – ECONOMIA 0 Custo projetado exatamente igual ao orçado - Custo projeto é mais alto que o orçado – PREJUÍZO É um indicador com foco no desempenho futuro, ou seja, dá indícios de como deve ser o desempenho do projeto de maneira a recuperar os custos. IDCR = (ONT – VA) / (ONT – CR) L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 CEBRASPE, 2018 A construção de uma obra foi orçada em R$ 10 milhões com prazo de execução de quatro meses. O gráfico a seguir mostra o acompanhamento dessa obra, realizado pelo método do valor agregado. Com base nesses dados, julgue o item. Com base no desempenho até o segundo mês, ou seja, seguindo a linearidade do gráfico, o projeto, quando concluído, apresentou sobrecusto de R$ 8.000.000,00. IDC = VA CR = 1000 2000 = 0,50 EPT = (ONT – VA) / IDC EPT = (10.000 – 1.000) / 0,5 = R$18.000 ENT = CR + EPT ENT = 2.000 + 18.000 = R$20.000 VNT = ONT – ENT VNT = 10.000 – 20.000 = - R$10.000 x 1.000 = - R$ 10.000.000,00 Gabarito: Errado. CEBRASPE, 2018 Ao avaliar os resultados obtidos durante os seis primeiros meses de construção do anexo ao edifício-sede de um órgão público, um engenheiro constatou desvios em relação ao cronograma e ao orçamento planejados. A obra tem duração prevista de dez meses. As informações coletadas foram agrupadas na tabela e no gráfico precedentes. Ainda com relação ao texto e a data de status referente ao 6.º mês, assinale a opção que apresenta corretamente o valor (em reais) estimado necessário para terminar a construção, considerando o mesmo desempenho econômico obtido até a data de status.IDC = VA / CR = 500 / 450 = 1,11 EPT = (ONT – VA) / IDC EPT = (650 – 500) / 1,11 = 135,14 x 1000 = R$135.140,00 L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7 L ic en se d t o R ap h ae l S an to s - p h a. sa n @ h o tm ai l.c o m - 1 26 .8 42 .3 17 -3 7