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FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE CARATINGA – FUNEC 
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA – UNEC NÚCLEO 
DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD 
 
 
 
 
 
 
 
Oscilações 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA GRADUAÇÃO 
 
 UNEC / EAD 
DISCIPLINA: PRÁTICAS LABORATORIAIS 
NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 2 
Professor: Gabriel de Oliveira Alves – gabrieloalves@yahoo.com.br – (33) 98807-4449 
 
 
RELATÓRIO DE PRÁTICAS 
ENGENHARIA ELETRÍCA 
 
 
1. Identificação do Relatório 
Título da Prática: Oscilações 
Nome do Aluno: Lucas Martins de Alvarenga 
Data: 07/10/2026 
 
2. Objetivo da Prática 
Neste experimento, vamos investigar o comportamento de um sistema 
massa-mola, um modelo simples, mas muito útil para entendermos o que são 
oscilações mecânicas. A proposta é deslocar uma massa que está presa a 
molas com diferentes rigidezes e observar como ela se movimenta. Com isso, 
será possível medir o tempo que leva para completar uma oscilação (o 
chamado período) e analisar a força elástica envolvida. Mais do que apenas 
realizar medições, a ideia é compreender os diferentes tipos de oscilações, 
como elas se comportam e como aplicar as equações da física para interpretar 
os resultados. Ao final do experimento, terei uma base mais sólida sobre esse 
fenômeno e serei capaz de reconhecer suas aplicações em situações reais do 
cotidiano. 
3. Procedimento 
Para realizar o experimento sobre oscilações mecânicas utilizando sistemas 
massa-mola, organizei os materiais necessários, incluindo um conjunto de 
massas e molas com diferentes constantes elásticas e um cronômetro digital 
para medir o tempo de oscilação. 
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Em seguida, selecionei o primeiro conjunto e comprimi a mola até a marca 
de 64,2 mm. Após liberar o peso, observei o movimento oscilatório resultante, 
analisando o gráfico de deslocamento em função do tempo e registrando o 
comportamento da mola, considerando a presença ou a ausência de 
amortecimento. 
Repeti o mesmo procedimento com os demais sistemas massa-mola, 
garantindo que todos fossem comprimidos até a mesma posição inicial, 
correspondente a 64,2 mm. Utilizei o cronômetro disponível na interface para 
medir o período de oscilação de cada conjunto. Durante as análises, ativei a 
função de visualização dos pontos do gráfico para observar os valores 
numéricos correspondentes ao deslocamento em função do tempo. Esse 
recurso permitiu avaliar de forma mais detalhada o comportamento de cada 
mola e comparar as características das oscilações dos diferentes sistemas. 
 
4. Resultados Obtidos 
Ao analisar o comportamento de cada mola por meio dos gráficos de 
deslocamento em função do tempo, observei diferentes tipos de movimentos 
oscilatórios, conforme descrito a seguir. 
Mola 1: Apresentou um movimento harmônico simples, com amortecimento 
desprezível, caracterizado pela manutenção da amplitude e do período ao 
longo do tempo. 
Mola 2: Apresentou uma oscilação amortecida, na qual a amplitude diminuiu 
progressivamente devido à perda de energia do sistema, enquanto o período 
permaneceu relativamente constante. 
Mola 3: Demonstrou um comportamento com forte amortecimento, retornando 
rapidamente à posição de equilíbrio sem apresentar oscilações repetidas 
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significativas. Esse comportamento é característico de um sistema criticamente 
amortecido ou superamortecido, dependendo das condições observadas. 
Mola 4: Não apresentou movimento oscilatório perceptível, permanecendo em 
repouso na posição de equilíbrio durante o período de observação. 
Em síntese, os resultados demonstraram diferentes comportamentos dos 
sistemas massa-mola: desde uma oscilação praticamente ideal, observada na 
Mola 1, passando pela oscilação amortecida da Mola 2 e pelo retorno rápido à 
posição de equilíbrio da Mola 3, até a ausência de movimento oscilatório 
perceptível na Mola 4. Dessa forma, pude compreender melhor como o 
amortecimento influencia o comportamento das molas e a maneira como cada 
sistema responde após ser deslocado de sua posição de equilíbrio. 
 
5. Imagens dos resultados: 
 
Imagem 1 – Mola 01. 
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Imagem 2 – Mola 02. 
 
Imagem 3 – Mola 03. 
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Imagem 4 – Mola 04. 
 
6. Análise dos resultados 
 Mola 1 – Comportamento: A Mola 1 apresentou um movimento oscilatório 
harmônico simples (MHS), com amortecimento muito baixo ou desprezível. 
Observei que a amplitude da oscilação, correspondente ao deslocamento 
máximo em relação à posição de equilíbrio, permaneceu praticamente 
constante ao longo do tempo, atingindo aproximadamente 24 mm para cima e 
−23 mm para baixo, em torno do ponto de equilíbrio, próximo de 0 mm. 
O período, correspondente ao tempo necessário para completar uma oscilação, 
também se manteve constante, sendo estimado visualmente em cerca de 1,1 
segundo. Essa estimativa foi baseada no intervalo entre dois picos 
consecutivos, por exemplo, de 2,2 s a 3,3 s. 
Mola 2 – Comportamento: A Mola 2 apresentou um movimento oscilatório 
amortecido. Observei que a amplitude diminuiu progressivamente ao longo do 
tempo, começando em aproximadamente 24 mm, reduzindo-se para cerca de 
16 mm e, posteriormente, para aproximadamente 8 mm, continuando a 
diminuir. Esse comportamento indica a perda gradual de energia do sistema, 
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causada por fatores como atrito e resistência do ar. O período de oscilação 
permaneceu relativamente constante, com valor aproximado de 1,1 segundo. 
Mola 3 – Comportamento: A Mola 3 apresentou um comportamento de 
amortecimento crítico ou superamortecido, sendo o superamortecimento a 
hipótese mais provável, considerando o retorno observado à posição de 
equilíbrio. Após o deslocamento inicial, que atingiu aproximadamente −23 mm, 
a mola retornou rapidamente à região de equilíbrio, próxima de 0 mm, chegando 
a apresentarum pequeno deslocamento além dessa posição, de cerca de +5 
mm. Em seguida, estabilizou-se rapidamente, sem realizar múltiplas oscilações 
visíveis. Esse comportamento indica um amortecimento elevado, que impede a 
manutenção de oscilações sucessivas. 
Mola 4 – Comportamento: A Mola 4 não apresentou oscilação visível no 
gráfico. Observei que o deslocamento permaneceu em zero, ou muito próximo 
desse valor, durante todo o intervalo analisado, de aproximadamente 20,6 s a 
25 s. Isso indica que a mola permaneceu em repouso na posição de equilíbrio, 
sem apresentar movimento oscilatório perceptível. Esse comportamento pode 
estar relacionado a um sistema com amortecimento muito elevado, que retorna 
rapidamente ao equilíbrio sem oscilar, ou à ausência de deslocamento inicial 
significativo durante a medição. 
Conclusão: A análise dos gráficos permitiu identificar diferentes 
comportamentos dos sistemas massa-mola. A Mola 1 apresentou oscilações 
com amplitude praticamente constante; a Mola 2 demonstrou oscilações 
amortecidas, com redução gradual da amplitude; a Mola 3 retornou 
rapidamente à posição de equilíbrio, apresentando um pequeno deslocamento 
além dela; e a Mola 4 permaneceu sem oscilação perceptível. Dessa forma, 
compreendi como o amortecimento influencia o movimento dos sistemas 
massa-mola e como a análise dos gráficos permite identificar suas principais 
características. 
 
 
 
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7. Conclusão 
 Concluí que o estudo experimental demonstrou diferentes regimes de 
oscilação mecânica. Foram observados desde o movimento harmônico com 
dissipação mínima de energia, representado pela Mola 1, até a oscilação 
amortecida, caracterizada pela redução gradual da amplitude, observada na 
Mola 2. Também foram identificados o retorno rápido à posição de equilíbrio, no 
caso da Mola 3, e a ausência de movimento oscilatório perceptível, observada 
na Mola 4. 
Esses resultados evidenciaram que o amortecimento influencia diretamente o 
comportamento dinâmico de cada sistema. Dessa forma, compreendi melhor 
como fatores como o atrito e a dissipação de energia afetam as oscilações 
mecânicas. A análise dos resultados também permitiu relacionar os conceitos 
teóricos estudados com os comportamentos observados durante o 
experimento, contribuindo para uma compreensão mais aprofundada dos 
sistemas massa-mola e de suas características. 
 
8. Referências 
Algetec laboratórios virtuais, Oscilações. 
	1. Identificação do Relatório
	2. Objetivo da Prática
	3. Procedimento
	4. Resultados Obtidos

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