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medidas de bem estar

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Ana Bia

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Introdução:
O estudos em animais ainda é vital para a ciência ➝ formulação de novas drogas 
Estudos confirmatórios X Estudos exploratórios 
Existe a importância da repetição (reprodutibilidade)
➝ Repetições em mesmo experimento são evitadas 
Objetivo da pesquisa ➝ razão da escolha da espécie
ÉTICA atualmente – bloqueio de artigos
Processos fisiológicos semelhantes a humanos:
Confiáveis
Práticos 
Similares à Anatomia e Fisiologia
Úteis
Life span
Custos
Modelos animais:
Modelo espontâneo
Modelo experimental
Modelos geneticamente modificados
Modelos órfãos
Modelos negativos.
O que é: Redução, Refinamento e Substituição (3Rs):
Medidas de bem estar em animais
de laboratório 
➭Redução do número de animais utilizados na
pesquisa, a melhora na condução dos estudos, no
sentido de reduzir o sofrimento ao mínimo possível, e a
busca de métodos alternativos que, por fim, substituam
os testes in vivo. 
Status Sanitário 
➭ Convencionais ou Haloxênicos:
Animais de padrão sanitário convencional, isto é, aqueles que possuem microbiota indefinida
por serem mantidos em ambientes desprovidos de barreiras sanitárias rigorosas. 
Sua criação apresenta apenas princípios básicos de higiene onde se procede somente à
limpeza e desinfecção do ambiente e material utilizado. 
Quanto ao pessoal técnico, em geral, realiza-se apenas troca de uniforme para o trabalho com
os animais.
➭ Livre de patógenos Específicos ou Heteroxênicos (SPF)
Animais que não apresentam microbiota capaz de lhes determinar doenças, ou seja, albergam
somente microrganismos não patogênicos. 
Sua criação é realizada em ambientes protegidos por barreiras sanitárias rigorosas que podem
ser resumidas do seguinte modo: cada vez que se entra nas áreas com animais, os técnicos
devem tomar banho e utilizar uniforme esterilizado; todo material a ser utilizado (peças de
vestuário, rações, gaiolas, cama, água e outros) devem ser esterilizados
➭ Gnotobióticos:
São animais que possuem microbiota associada definida, e devem ser criados em ambientes
dotados de barreiras sanitárias absolutas. 
A produção de indivíduos de tão alto padrão sanitário só é alcançada através de sua
manutenção em isoladores. 
O termo gnotobiótico (vida conhecida) pode ser utilizado tanto para animais livres de germes
como aqueles contaminados com um ou mais organismos detectáveis
Uma variação de controle ➝ acarreta em variações mínimas de resultados 
Passos importantes no design experimental:
Numero de animais 
Estudo piloto 
Randomização 
Experimento “cego”
Grupos controles 
Variáveis 
Medidas de bem estar em animais
de laboratório 
Qual o objetivo da utilização destas especies:
Ensino ( metodologia) / pesquisas científicas (teses) científicas
Exames rotineiros de laboratório ➝ provas biológicas
Análise e produção de fármacos
Produção de produtos imunológicos (Pasteur coelho – vírus anti-rábico)
Os roedores e lagomorfos necessitam:
Comdições adequadas e especificas de ambiente, alojamento e manuseio 
Controle e prevenção de doenças e parasitoses
Tecnicas apropriadas de bioterismo 
Bioterismo: 
➝ É o estudo das técnicas adequadas de laboratório destinadas a cada espécie animal, permitindo
ao biotério fornecer amostras de qualidade 
Biotério de produção:
Matrizes são introduzidas observando critérios e técnicas adequadas do sistema de criação
para cada espécie – respeitando linhas de pesquisa
Biotério de experimentação : recebe amostras do biotério de produção – utiliza amostras para
ensino e realiza pesquisa
Medidas de bem estar em animais
de laboratório 
Fisiologia Ambiental: 
MACRO-AMBIENTE ➝ Estrutura do Biotério
(temperatura, umidade relativa do ar, trocas de ar,
intensidade de ruído, intensidade luminosa);
MICRO-AMBIENTE ➝ “casa” do animal.
Gaiola, cama, dieta, hidratação
Temperatura: 
MAMÍFEROS HOMEOTÉRMICOS ➝ Auto-regulam sua temperatura corpórea dentro de uma
faixa estreita de variabilidade.
Alterações compensatórias do animal afetando suas funções fisiológicas (circulação, taxa
metabólica, comportamento)
Influência atividade de drogas
Medidas de bem estar em animais
de laboratório 
Zona de neutralidade Térmica: 
Faixa de temperatura e umidade do ar recomendada para as várias espécies de laboratório, na
qual o calor do animal não é ganho nem perdido, e a qual deve ser mantida constante na sala de
experimentação.
Umidade relativa do ar:
Quantidade de vapor d´água contida em uma amostra de ar (%)
Estresse térmico
Animais de laboratório = incapazes de suar
Aumento da taxa respiratória = perda de calor pela expiração
UMIDADE RELATIVA DO AR PARA A MAIORIA DAS ESPÉCIES (55 +-10%)
Trocas de Ar:
Homeotérmicos ➝ realizam troca contínua de água, nutrientes e oxigênio
Constantemente perdendo calor, umidade, Co2 e outros produtos de metabolismo
Ventilação inadequada acúmulo de catabólitos na sala
Acúmulo de Amônia – afeta o sistema respiratório , inibe enzimas hepáticas
Intensidade de ruidos:
Alta intensidade de ruídos traz efeito negativo sobre a criação de algumas linhagens
Intensidade Luminosa:
Iluminação interfere na produção hormonal e no ciclo reprodutivo dos animais.
Variações sazonais são corrigidas com a manutenção de 12 horas de luz/ 12 horas de escuro (
ou 14 h de luz/10 h de escuro)
Biotérios modernos sem janelas e ciclo claro/escuro artificial
Maioria não distingue cores.
Albinos – Atividade mais intensa na penumbra
Gaiolas:
POLIPROPILENO
 LEVES 
FÁCIL LIMPEZA E AUTO-CLAVÁVEIS
TAMPAS DAS CAIXAS DE ALUMÍNIO OU DE AÇO GALVAZINADO
DEPRESSÃO PRA RAÇÃO
ORIFÍCIO PARA BICO DO FRASCO DÁGUA( INCLINAÇÃO 45 graus)
Cama:
SERRAGEM OU CEPILHO
PREFERIR A SERRAGEM BRANCA (serragem vermelha rica em Subst. Aromáticas estimulam
enzimas microssomais do fígado) 
Agentes químicos ( inseticidas e fungicidas para proteger a madeira – sistema imune)
Microparasitas - dermatite
Metodos de coleta de exame e vias de administração:
Leva-se em consideração:
Espécie do animal envolvida: EX: via orogástrica no rato ( GAVAGEM )
Tipo de experimento: medicação por via orogástrica ou IV ( ampola)
Droga a ser utilizada ( posologia)
Melhor administração e absorção da droga
Vias para introdução:
VIA INTRA-PERITONEAL:
 Injetada na cavidade peritoneal . Geralmente a injeção na metade caudal do abdome com o
animal contido pelo dorso e a cabeça mais baixa em relação ao abdome (VOLUME : até 10 ml) 
VIA INTRA-VENOSA:
Veia caudal , veia dorsal do pênis ou as veias safenas ,jugular ext
VEIA METATARSO DORSAL, SUBLINGUAL:
Volume máximo: 2 ml em 1 –2 minutos 
Coelhos – veia marginal da orelha
VIA INTRACARDIACA:
Camundongos ➝ parede abdominal na região da cartilagem xifoide (15 20 graus do abdomen e
na direção cauda cabeça até o coração) 
Rato ➝ parede lateral toracica, na região de maior pulsação cardiaca 
Vias de administração:
Subcutanea ➝ até 5 ml 
Intramuscular ➝ até 0,2 ml local ➝ biceps femoral e musculos glueteos dos membros
posteriores 
Cateterização da bexiga é muito facil no rato fêmea e muito dificil no macho. 
Medidas de bem estar em animais
de laboratório

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