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Introdução: O estudos em animais ainda é vital para a ciência ➝ formulação de novas drogas Estudos confirmatórios X Estudos exploratórios Existe a importância da repetição (reprodutibilidade) ➝ Repetições em mesmo experimento são evitadas Objetivo da pesquisa ➝ razão da escolha da espécie ÉTICA atualmente – bloqueio de artigos Processos fisiológicos semelhantes a humanos: Confiáveis Práticos Similares à Anatomia e Fisiologia Úteis Life span Custos Modelos animais: Modelo espontâneo Modelo experimental Modelos geneticamente modificados Modelos órfãos Modelos negativos. O que é: Redução, Refinamento e Substituição (3Rs): Medidas de bem estar em animais de laboratório ➭Redução do número de animais utilizados na pesquisa, a melhora na condução dos estudos, no sentido de reduzir o sofrimento ao mínimo possível, e a busca de métodos alternativos que, por fim, substituam os testes in vivo. Status Sanitário ➭ Convencionais ou Haloxênicos: Animais de padrão sanitário convencional, isto é, aqueles que possuem microbiota indefinida por serem mantidos em ambientes desprovidos de barreiras sanitárias rigorosas. Sua criação apresenta apenas princípios básicos de higiene onde se procede somente à limpeza e desinfecção do ambiente e material utilizado. Quanto ao pessoal técnico, em geral, realiza-se apenas troca de uniforme para o trabalho com os animais. ➭ Livre de patógenos Específicos ou Heteroxênicos (SPF) Animais que não apresentam microbiota capaz de lhes determinar doenças, ou seja, albergam somente microrganismos não patogênicos. Sua criação é realizada em ambientes protegidos por barreiras sanitárias rigorosas que podem ser resumidas do seguinte modo: cada vez que se entra nas áreas com animais, os técnicos devem tomar banho e utilizar uniforme esterilizado; todo material a ser utilizado (peças de vestuário, rações, gaiolas, cama, água e outros) devem ser esterilizados ➭ Gnotobióticos: São animais que possuem microbiota associada definida, e devem ser criados em ambientes dotados de barreiras sanitárias absolutas. A produção de indivíduos de tão alto padrão sanitário só é alcançada através de sua manutenção em isoladores. O termo gnotobiótico (vida conhecida) pode ser utilizado tanto para animais livres de germes como aqueles contaminados com um ou mais organismos detectáveis Uma variação de controle ➝ acarreta em variações mínimas de resultados Passos importantes no design experimental: Numero de animais Estudo piloto Randomização Experimento “cego” Grupos controles Variáveis Medidas de bem estar em animais de laboratório Qual o objetivo da utilização destas especies: Ensino ( metodologia) / pesquisas científicas (teses) científicas Exames rotineiros de laboratório ➝ provas biológicas Análise e produção de fármacos Produção de produtos imunológicos (Pasteur coelho – vírus anti-rábico) Os roedores e lagomorfos necessitam: Comdições adequadas e especificas de ambiente, alojamento e manuseio Controle e prevenção de doenças e parasitoses Tecnicas apropriadas de bioterismo Bioterismo: ➝ É o estudo das técnicas adequadas de laboratório destinadas a cada espécie animal, permitindo ao biotério fornecer amostras de qualidade Biotério de produção: Matrizes são introduzidas observando critérios e técnicas adequadas do sistema de criação para cada espécie – respeitando linhas de pesquisa Biotério de experimentação : recebe amostras do biotério de produção – utiliza amostras para ensino e realiza pesquisa Medidas de bem estar em animais de laboratório Fisiologia Ambiental: MACRO-AMBIENTE ➝ Estrutura do Biotério (temperatura, umidade relativa do ar, trocas de ar, intensidade de ruído, intensidade luminosa); MICRO-AMBIENTE ➝ “casa” do animal. Gaiola, cama, dieta, hidratação Temperatura: MAMÍFEROS HOMEOTÉRMICOS ➝ Auto-regulam sua temperatura corpórea dentro de uma faixa estreita de variabilidade. Alterações compensatórias do animal afetando suas funções fisiológicas (circulação, taxa metabólica, comportamento) Influência atividade de drogas Medidas de bem estar em animais de laboratório Zona de neutralidade Térmica: Faixa de temperatura e umidade do ar recomendada para as várias espécies de laboratório, na qual o calor do animal não é ganho nem perdido, e a qual deve ser mantida constante na sala de experimentação. Umidade relativa do ar: Quantidade de vapor d´água contida em uma amostra de ar (%) Estresse térmico Animais de laboratório = incapazes de suar Aumento da taxa respiratória = perda de calor pela expiração UMIDADE RELATIVA DO AR PARA A MAIORIA DAS ESPÉCIES (55 +-10%) Trocas de Ar: Homeotérmicos ➝ realizam troca contínua de água, nutrientes e oxigênio Constantemente perdendo calor, umidade, Co2 e outros produtos de metabolismo Ventilação inadequada acúmulo de catabólitos na sala Acúmulo de Amônia – afeta o sistema respiratório , inibe enzimas hepáticas Intensidade de ruidos: Alta intensidade de ruídos traz efeito negativo sobre a criação de algumas linhagens Intensidade Luminosa: Iluminação interfere na produção hormonal e no ciclo reprodutivo dos animais. Variações sazonais são corrigidas com a manutenção de 12 horas de luz/ 12 horas de escuro ( ou 14 h de luz/10 h de escuro) Biotérios modernos sem janelas e ciclo claro/escuro artificial Maioria não distingue cores. Albinos – Atividade mais intensa na penumbra Gaiolas: POLIPROPILENO LEVES FÁCIL LIMPEZA E AUTO-CLAVÁVEIS TAMPAS DAS CAIXAS DE ALUMÍNIO OU DE AÇO GALVAZINADO DEPRESSÃO PRA RAÇÃO ORIFÍCIO PARA BICO DO FRASCO DÁGUA( INCLINAÇÃO 45 graus) Cama: SERRAGEM OU CEPILHO PREFERIR A SERRAGEM BRANCA (serragem vermelha rica em Subst. Aromáticas estimulam enzimas microssomais do fígado) Agentes químicos ( inseticidas e fungicidas para proteger a madeira – sistema imune) Microparasitas - dermatite Metodos de coleta de exame e vias de administração: Leva-se em consideração: Espécie do animal envolvida: EX: via orogástrica no rato ( GAVAGEM ) Tipo de experimento: medicação por via orogástrica ou IV ( ampola) Droga a ser utilizada ( posologia) Melhor administração e absorção da droga Vias para introdução: VIA INTRA-PERITONEAL: Injetada na cavidade peritoneal . Geralmente a injeção na metade caudal do abdome com o animal contido pelo dorso e a cabeça mais baixa em relação ao abdome (VOLUME : até 10 ml) VIA INTRA-VENOSA: Veia caudal , veia dorsal do pênis ou as veias safenas ,jugular ext VEIA METATARSO DORSAL, SUBLINGUAL: Volume máximo: 2 ml em 1 –2 minutos Coelhos – veia marginal da orelha VIA INTRACARDIACA: Camundongos ➝ parede abdominal na região da cartilagem xifoide (15 20 graus do abdomen e na direção cauda cabeça até o coração) Rato ➝ parede lateral toracica, na região de maior pulsação cardiaca Vias de administração: Subcutanea ➝ até 5 ml Intramuscular ➝ até 0,2 ml local ➝ biceps femoral e musculos glueteos dos membros posteriores Cateterização da bexiga é muito facil no rato fêmea e muito dificil no macho. Medidas de bem estar em animais de laboratório