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IBAMA - Comercio Exterior

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Enilson Silva Gonçalves - enilsonsg@icloud.com - CPF: 732.868.260-49
 
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Enilson Silva Gonçalves - enilsonsg@icloud.com - CPF: 732.868.260-49
 
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SUMÁRIO 
CONSIDERAÇÕES INICIAIS ................................................................................................................................................. 4 
COMÉRCIO EXTERIOR ............................................................................................................................................................ 5 
1) Introdução .............................................................................................................................................................................. 5 
2) Considerações iniciais ................................................................................................................................................ 5 
3) Território aduaneiro e controle de operações .......................................................................................... 6 
4) Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna 
Selvagens em Perigo de Extinção (CITES) ........................................................................................................... 7 
5) Regime aduaneiro especial .................................................................................................................................... 9 
6) Portarias da SECEX/MDIC e o controle ambiental no comércio exterior ............................ 12 
6.1) Portaria nº 38/2015 (Secex/MDIC) .................................................................................................................. 12 
6.2) Portaria nº 19/2019 (Secex) .................................................................................................................................. 13 
6.2) Portaria nº 249/2023 (Secex) ............................................................................................................................ 13 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Enilson Silva Gonçalves - enilsonsg@icloud.com - CPF: 732.868.260-49
 
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CONSIDERAÇÕES INICIAIS 
Pessoal! 
Antes de iniciarmos o estudo da matéria de Comércio Exterior, apresentaremos os 
assuntos que são cobrados no edital. Siga firme com os estudos que a aprovação 
virá!! 
CONTEÚDO 
1 Comércio Exterior. 1.1 Território aduaneiro e controle de operações. 1.2 Convenção sobre o 
Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção 
(CITES). 1.3 Regime aduaneiro especial. 1.4 Portaria nº 38 da Secex/MDIC, de 18 de maio de 
2015, Portaria Secex nº 346, de 28 de agosto de 2024, Portaria Secex nº 19, de 2 de julho de 2019, 
Portaria Secex nº 249, de 4 de julho de 2023. 
 
Sabemos que o edital pode ser extenso e, às vezes, até intimidante. Por isso, focamos 
em abordar os temas com maior incidência nas provas da banca Cespe/Cebraspe, 
aumentando suas chances de sucesso. Nosso objetivo é direcionar seus estudos para 
os assuntos que têm mais probabilidade de cair, otimizando seu tempo e garantindo 
uma preparação estratégica e eficiente. 
Bons estudos! 
 
 
 
 
 
Enilson Silva Gonçalves - enilsonsg@icloud.com - CPF: 732.868.260-49
 
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COMÉRCIO EXTERIOR 
1) Introdução 
Vamos agora estudar sobre o Comércio Exterior, tema essencial para o seu concurso. 
1 – Comércio Exterior: considerações iniciais; território aduaneiro e controle de 
operações; Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e 
Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (CITES); regime aduaneiro especial; 
portarias da SECEX/MDIC e o controle ambiental no comércio exterior. 
 
2) Considerações iniciais 
O comércio exterior consiste no conjunto de operações comerciais, financeiras e 
logísticas realizadas entre países, envolvendo a importação e exportação de bens e 
serviços. 
Para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis 
(IBAMA), o comércio exterior tem uma relevância especial quando trata de: 
 Exportação de produtos da biodiversidade brasileira. 
 Importação de espécies exóticas, produtos florestais e fauna silvestre. 
 Fiscalização ambiental em operações de comércio exterior, coibindo crimes 
ambientais transnacionais. 
 
Diante disso, destacamos a seguir os principais 
objetivos do controle ambiental no comércio 
exterior: 
 Evitar o tráfico internacional de fauna e flora. 
 Assegurar o cumprimento de acordos e 
convenções internacionais ambientais. 
 Regular a exploração sustentável de 
recursos naturais. 
 Garantir que produtos de origem florestal ou faunística exportados estejam 
legalizados e certificados. 
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3) Território aduaneiro e controle de operações 
O território aduaneiro corresponde à área onde a legislação aduaneira é aplicada 
integralmente, abrangendo: 
 Território terrestre. 
 Mar territorial (12 milhas náuticas da costa). 
 Espaço aéreo sobrejacente. 
 
As operações de comércio exterior ocorrem dentro do território aduaneiro, onde são 
aplicados controles alfandegários, tributários e ambientais. 
 
O IBAMA atua no comércio exterior especialmente em operações que envolvem: 
 Fauna silvestre (viva, partes ou produtos). 
 Flora nativa e produtos florestais (madeira, sementes, etc.). 
 Espécies ameaçadas de extinção. 
 Produtos controlados ambientalmente. 
Comércio 
exterior 
ambiental
Importação e 
Exportação
Produtos 
sujeitos a 
controle 
ambiental
Riscos e 
ilícitos 
ambientais
Órgãos 
envolvidos 
(IBAMA, 
Receita 
Federal...)
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O controle é realizado por meio de: 
 Autorizações e licenças prévias (Licenças de Importação e Exportação – LI e LE). 
 Vistorias e inspeções em portos, aeroportos e zonas de fronteira. 
 Monitoramento de cargas por sistemas integrados (Siscomex e IbamaSis). 
 Aplicação de sanções em caso de irregularidades. 
 
 
4) Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna 
Selvagens em Perigo de Extinção (CITES) 
A Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens 
em Perigo de Extinção (CITES) é um tratado internacional assinado pelo Brasil em 1975, 
com o objetivo de regular de forma eficaz o comércio internacional de espécies da 
fauna e flora, protegendo-as contra o risco de extinção causado pelo comércio 
descontrolado. A CITES estabelece que tanto os países exportadores (de origem) 
quanto os países importadores (de destino) possuem responsabilidades 
compartilhadas para garantir que o comércio dessas espécies ocorra de forma 
sustentável, sem comprometer a sobrevivência das populações naturais. 
Para assegurar esse controle, a convenção define mecanismos de regulação e 
monitoramento, exigindo que os países signatários adotem procedimentos de 
autorização e fiscalização para exportação e importação de espécies protegidas. No 
Brasil, essa competência é atribuída ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos 
Controle aduaneiro 
ambiental
Receita federal - controle 
tributário
IBAMA - controle ambiental
Polícia Federal e MAPA: 
fiscalização conjunta
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Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), que incorporou as diretrizes da CITES aos seus 
processos de análise e emissão de licenças ambientais para o comércio internacional 
de espécies da fauna e flora. 
Atualmente, cerca de 5.950 espécies de animais e 32.800 espécies de plantas em todo 
o mundo são protegidas pela CITES. O objetivo é assegurar que o comércio internacional 
dessas espécies não leve à sua sobreexploração e, consequentemente, ao colapso de 
suas populações. 
As espécies protegidas estão organizadas em três apêndices (ou anexos),de acordo 
com o grau de ameaça e o nível de controle necessário. Em alguns casos, grupos 
inteiros são incluídos, como: 
 Primatas; 
 Cetáceos (baleias, golfinhos e botos); 
 Tartarugas marinhas; 
 Papagaios; 
 Corais; 
 Cactos; 
 Orquídeas. 
Em outros casos, apenas uma subespécie específica ou uma população 
geograficamente isolada pode ser incluída, especialmente quando a população de 
determinado país se encontra em risco. 
A regulamentação da CITES no Brasil foi formalizada por meio do Decreto nº 3.607, de 21 
de setembro de 2000, que define a forma como o país deve aplicar a convenção. Esse 
decreto esclarece os critérios de inclusão nos apêndices: 
 Apêndice I: Espécies ameaçadas de extinção, cujo comércio internacional é 
proibido, exceto em situações especiais, como pesquisas científicas e programas 
de conservação. 
 Apêndice II: Espécies que ainda não estão necessariamente ameaçadas de 
extinção, mas que podem chegar a essa condição caso o comércio internacional 
não seja rigorosamente controlado. Essas espécies podem ser comercializadas, 
desde que respeitadas as condições estabelecidas na convenção. 
 Apêndice III: Espécies incluídas a pedido de um país específico, que necessita de 
cooperação internacional para controlar ou restringir sua exploração, mesmo 
que elas ainda não estejam globalmente ameaçadas. 
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5) Regime aduaneiro especial 
Os regimes aduaneiros especiais são um conjunto de procedimentos diferenciados 
aplicados pelo Estado nas operações de importação e exportação, com o objetivo de 
flexibilizar ou suspender a cobrança de tributos e simplificar processos em situações 
específicas. 
Eles permitem que determinadas mercadorias entrem ou saiam do território aduaneiro 
de forma temporária, com incentivos fiscais ou condições especiais de armazenamento 
e transporte, desde que sejam respeitadas as finalidades específicas estabelecidas em 
lei. 
Para o IBAMA, os regimes aduaneiros especiais possuem importância estratégica no 
contexto ambiental, pois muitos produtos e mercadorias sujeitos a esse regime incluem 
bens ambientais, produtos florestais, organismos vivos e amostras biológicas, que 
precisam de controle rigoroso para evitar danos à biodiversidade, tráfico de espécies e 
biopirataria. 
Os regimes especiais têm como objetivos principais: 
 Viabilizar o desenvolvimento de projetos estratégicos, como pesquisas 
ambientais e científicas. 
 Facilitar a circulação de bens com controle de uso, como produtos florestais, 
fauna e flora silvestres. 
 Promover cooperação internacional em atividades de pesquisa e conservação. 
 Garantir que produtos sob monitoramento ambiental possam ser fiscalizados e 
rastreados em trânsito. 
 
Apêndice I: espécies ameaçadas de extinção - comércio proibido, 
salvo exceções específicas
Apêndice II: espécies não ameaçadas, mas vulneráveis -
comércio permitido sob controle rigoroso
Apêndice III: espécies protegidas por um país específico -
comércio permitido com restrições e cooperação internacional
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A seguir, destacamos os regimes mais relevantes para o controle ambiental e a atuação 
do IBAMA: 
 
1 - Admissão Temporária 
Permite a entrada de bens estrangeiros no Brasil com suspensão total ou parcial dos 
tributos, desde que esses bens permaneçam no país por prazo determinado e com 
finalidade específica, como: 
 Pesquisa científica com amostras biológicas. 
 Exposições ou eventos ambientais internacionais. 
 Projetos de conservação e monitoramento da fauna e flora. 
O IBAMA deve analisar e autorizar a entrada de bens e amostras biológicas sob 
admissão temporária quando envolvem espécies da flora e fauna ou produtos 
ambientais. 
Exemplo: Equipamentos científicos de monitoramento ambiental utilizados em projetos 
de cooperação internacional podem entrar no Brasil sob esse regime. 
 
2 - Exportação Temporária 
Permite a saída temporária de bens nacionais para o exterior, com retorno obrigatório, 
sem cobrança de tributos na reimportação, desde que: 
 O bem seja utilizado para fins específicos e retornará ao Brasil no mesmo estado 
ou após beneficiamento autorizado. 
 Inclui bens de pesquisa, coleções biológicas ou produtos florestais utilizados em 
feiras, congressos ou estudos internacionais. 
O IBAMA pode exigir licença de exportação, especialmente se envolverem produtos 
florestais, espécimes da fauna ou amostras genéticas. 
Exemplo: Remessa temporária de material genético de espécies brasileiras para análise 
em laboratórios estrangeiros, com retorno após a pesquisa. 
 
3 - Depósito Especial 
Permite que mercadorias importadas sejam armazenadas em local alfandegado por 
prazo determinado, com suspensão de tributos, até que se defina sua destinação. 
Esse regime é relevante quando: 
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 A carga envolve produtos ambientais sujeitos a controle. 
 O IBAMA precisa realizar inspeção física e documental antes da liberação. 
 Há necessidade de verificar a conformidade ambiental antes da liberação para 
consumo ou reexportação. 
Espécies da fauna e flora, produtos florestais e bens controlados ambientalmente 
podem ser mantidos em depósito até que o IBAMA emita parecer técnico ou autorize 
sua movimentação. 
 
4 - Trânsito Aduaneiro 
Permite o transporte de mercadorias entre zonas alfandegadas (portos, aeroportos e 
fronteiras) sem pagamento imediato de tributos, desde que: 
 A mercadoria transite de forma controlada. 
 A destinação final esteja em conformidade com a legislação. 
O IBAMA atua no trânsito de bens ambientais, especialmente para coibir: 
 Tráfico internacional de espécies silvestres. 
 Exportação ilegal de produtos florestais. 
 Transporte irregular de produtos perigosos ou contaminantes ambientais. 
Exemplo: Um lote de madeira nativa exportada passa por porto brasileiro sob trânsito 
aduaneiro. O IBAMA fiscaliza e verifica se a madeira possui Documento de Origem 
Florestal (DOF) válido antes da liberação. 
 
Regime Descrição Exemplo ambiental Ação do IBAMA 
Admissão 
temporária 
Entrada de bens 
com suspensão de 
tributos por prazo 
definido 
Equipamento de 
monitoramento 
ambiental 
Autoriza a entrada 
e acompanha o 
uso 
Exportação 
temporária 
Saída de bens com 
retorno obrigatório 
Envio de sementes 
nativas para análise 
no exterior 
Emite licença de 
exportação 
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Depósito especial Armazenamento em 
zona alfandegada 
com suspensão de 
tributos 
Armazenamento de 
produtos florestais até 
liberação 
Inspeção e 
verificação de 
conformidade 
Trânsito aduaneiro Transporte entre 
zonas alfandegadas 
sem tributos 
Transporte de madeira 
nativa entre portos 
Fiscalização da 
carga e da 
documentação 
ambiental 
 
6) Portarias da SECEX/MDIC e o controle ambiental no comércio exterior 
O comércio exterior brasileiro é regulamentado por uma série de normas que buscam 
assegurar a legalidade, a segurança e a conformidade ambiental nas operações de 
importação e exportação. No contexto da atuação do IBAMA, destacam-se quatro 
portarias da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) que, ao longo do tempo, criaram, 
atualizaram e consolidaram procedimentos para controle de produtos e espécies da 
fauna e flora no comércio internacional. 
Essas portarias refletem a crescente preocupação com a sustentabilidade, a proteção 
da biodiversidade e o cumprimento de acordos internacionais, como a Convenção 
CITES e os compromissos de combate ao tráfico internacional de fauna e flora. 
 
6.1) Portaria nº 38/2015 (Secex/MDIC) 
Publicada em 18 de maio de 2015, essa portaria representou um marco inicial no 
processo de integração entre a Secex e o IBAMA, especialmente no que diz respeito ao 
controle ambiental de produtosflorestais e fauna silvestre exportados. 
Principais contribuições: 
 Definiu os procedimentos para obtenção de Licenças de Exportação (LE). 
 Estabeleceu que produtos sujeitos à legislação ambiental (especialmente flora e 
fauna) deveriam ter análise e autorização prévia do IBAMA, antes da concessão 
da licença de exportação pelo Siscomex. 
 Criou a base do fluxo de informações entre IBAMA e Secex, facilitando a 
verificação de documentos ambientais como o DOF – Documento de Origem 
Florestal e as licenças CITES. 
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Essa portaria foi importante para colocar o controle ambiental dentro do fluxo do 
comércio exterior, dando início a uma integração mais sistemática entre controle 
ambiental e aduaneiro. 
 
6.2) Portaria nº 19/2019 (Secex) 
Publicado em 2 de julho de 2019, esse ato normativo reforçou e ampliou os 
procedimentos de controle ambiental para produtos de origem florestal. 
Destaques: 
 Tornou obrigatória a apresentação de documentos ambientais atualizados no 
momento da solicitação da Licença de Exportação no Siscomex. 
 Definiu exigências específicas para produtos florestais provenientes da Amazônia 
Legal, com foco na rastreabilidade e comprovação de origem. 
Essa portaria é particularmente relevante para produtos madeireiros, destacando o 
papel do IBAMA na verificação da origem legal de madeira, carvão vegetal e outros 
produtos de origem florestal. 
 
6.2) Portaria nº 249/2023 (Secex) 
A Portaria nº 249, publicada em 4 de julho de 2023, representou uma atualização 
normativa alinhada às práticas internacionais de controle ambiental e de compliance 
em exportações. 
Principais atualizações: 
 Ampliou a lista de produtos sujeitos a controle ambiental prévio, incluindo 
produtos derivados de fauna silvestre e produtos não madeireiros da 
biodiversidade brasileira. 
 Reforçou a obrigatoriedade de consulta automática ao IBAMA para concessão de 
licenças relacionadas a produtos controlados. 
 Criou um protocolo mais rígido para análise de conformidade ambiental, com 
checagens cruzadas entre diferentes bases de dados, incluindo: 
o Siscomex (Secex). 
o Sinaflor/DOF (IBAMA). 
o Sistema de Gestão CITES (IBAMA). 
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 Incluiu medidas para fortalecer a rastreabilidade de produtos da biodiversidade 
com alto valor comercial, como óleos essenciais e resinas vegetais. 
 
 
Parabéns por ter concluído o estudo da matéria! 
Bora para cima! 
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