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TÍTULO DO PROJETO Guarda Compartilhada vs. Convivência Alternada: Desmistificando a Prática METODOLOGIA Objetivo Geral Analisar as distinções conceituais, jurídicas e práticas entre a guarda compartilhada e a convivência alternada no ordenamento jurídico brasileiro, desmistificando equívocos recorrentes e avaliando a aplicação do princípio do melhor interesse da criança e do adolescente. Objetivos Específicos Diferenciar juridicamente os institutos da guarda compartilhada (responsabilidade parental conjunta) e da convivência ou guarda alternada (divisão equitativa de tempo de moradia). Mapear os principais mitos e conflitos interpretativos enfrentados por operadores do Direito, genitores e pela sociedade civil na rotina forense. Avaliar os impactos psicológicos, pedagógicos e sociofamiliares de cada modelo na rotina e no desenvolvimento biopsicossocial dos filhos. Como a Atividade Será Realizada A pesquisa adota abordagem qualitativa de caráter explicativo e documental. A execução divide-se em: Levantamento Bibliográfico e Legislativo: Consulta ao Código Civil Brasileiro (Lei nº 10.406/2002, com alterações da Lei nº 13.058/2014), Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e doutrinas contemporâneas de Direito de Família e Psicologia Jurídica. Análise Jurisprudencial: Estudo de acórdãos e precedentes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que tratam da fixação da residência habitual e do regime de convívio. Apresentação e Disseminação: Elaboração e exposição em banner acadêmico com recursos visuais para facilitar o diálogo com a comunidade acadêmica durante a Mostra na FAM. RESULTADOS ESPERADOS Acadêmicos e Científicos: Produção de síntese crítica fundamentada que auxilie estudantes de Direito e áreas afins a superar a frequente confusão terminológica entre guarda jurídica e divisão física do tempo de residência. Profissionais e Institucionais: Fornecimento de subsídios teóricos e práticos para a atuação de futuros advogados, juízes, defensores e mediadores familiares, promovendo acordos e peças processuais mais precisos e alinhados à jurisprudência do STJ. Sociais: Contribuição para a desmistificação social do tema, demonstrando que a guarda compartilhada visa à corresponsabilidade decisória e estabilidade da criança, prevenindo alienação parental e desgastes emocionais decorrentes de interpretações errôneas da legislação.