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Iniciado em quinta, 5 nov 2026, 20:06 Estado Finalizada Concluída em quinta, 5 nov 2026, 20:09 Tempo empregado 2 minutos 31 segundos Notas 5,00/5,00 Avaliar 10,00 de um máximo de 10,00(100%) U4 - Avaliação da Unidade a. As regras contidas na Lei 10.406 possuem caráter residual, não distinguindo a espécie de serviço ou seu prestador, desde que lícitos. b. A subcontratação ou terceirização em contrato de prestação de serviços é permitida, não se exigindo anuência ou autorização da parte contrária. c. A retribuição será paga antes de realizado o serviço, salvo se, por costume ou acordo, houver de ocorrer em prestações ou após findo o trabalho. d. Sendo o serviço prestado por profissional sem a habilitação necessária, será indevida a retribuição, ainda que tenha se beneficiado o contratante. Questão 1 Correto Atingiu 1,00 de 1,00 Texto I O presente capítulo denominava -se “locação de serviços” no Código Civil de 1916. Em consequência dos novos rumos, porém, tal modalidade contratual desdobrou -se em duas figuras independentes: contrato de trabalho, sujeito às leis de ordem pública, e contrato de prestação de serviço, como consta do Código Civil de 2002. Constitui prestação de serviço toda espécie de serviço ou trabalho lícito, material ou imaterial, contratado mediante retribuição (CC, art. 594). Fonte: GONÇALVES, C. R.; LENZA, P. Direito civil esquematizado®. 10. ed. São Paulo: Saraiva, 2022. E- book. P. 321. Texto II O contrato de prestação de serviços é o negócio jurídico por meio do qual uma das partes, chamada prestador, se obriga a realizar uma atividade em benefício de outra, denominada tomador, mediante remuneração. Trata-se de uma modalidade contratual aplicável a qualquer tipo de atividade lícita, seja manual, seja intelectual, conforme explicita o art. 594 do CC/2002. A proximidade do contrato de prestação de serviços com o contrato de em prego é evidente, diferenciando-se os dois pelo elemento subordinação jurídica (entendida como hierarquização), que é indispensável no segundo e ausente no primeiro. Com efeito, a prestação de serviços, regida pelas regras do Código Civil brasileiro, é aquela desenvolvida de forma autônoma, visando à obtenção de determinado resultado, não sendo a modalidade negocial adequada para relações jurídicas empregatícias (trabalho subordinado) ou mesmo para outras formas de relação de trabalho autônomo (p. ex. empreitada, comissão, corretagem ou representação comercial autônoma). Fonte: FILHO, R. P.; GAGLIANO, P. S. Novo curso de direito civil - contratos. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2022. E-book. P. 926. Sobre o contrato de prestação de serviços tratado na Lei 10.406, qual alternativa se apresenta correta? Escolha uma: e. O prazo máximo do contrato de prestação de serviços será de 4 anos, contando-se o tempo em que o prestador, por sua culpa, deixou de prestá-los. a. I, II e IV, apenas. b. II e IV, apenas. c. I e III, apenas. d. I, II e III, apenas. e. I, II, III e IV. Questão 2 Correto Atingiu 1,00 de 1,00 Texto I Everaldo, recentemente, realizou alguns contratos de compra e venda de seus bens. Em janeiro de 2022, firmou contrato de compra e venda com Airton, pelo qual vendeu a este um imóvel em Brasília/DF. Em abril de 2022, firmou contrato de compra e venda com sua neta Suelen, pelo qual vendeu a ela um terreno em Belo Horizonte/MG, sem autorização de terceiros. Em junho de 2022, firmou contrato de compra e venda com Fausto, pelo qual vendeu a ele uma espada histórica, de colecionador, cuja fixação do preço foi deixada ao arbítrio do avaliador especializado Miguel, sem acordo dos contratantes na designação de outra pessoa. Em setembro de 2022, firmou contrato de compra e venda com o Município de São Paulo/SP, pelo qual comprou deste um imóvel na mesma cidade de São Paulo/SP, em hasta pública. Fonte: Saraiva Educação. A partir das informações apresentadas, analise as afirmativas a seguir: I. As despesas de escritura e registro da compra e venda firmada entre Everaldo e Airton caberão, via de regra, a este. II. O contrato firmado entre Everaldo (ascendente) e Suelen (descendente) é nulo, eis que carente de consentimento dos outros descendentes. III. Caso o avaliador especializado recuse a incumbência de fixação do preço, o contrato entre Everaldo e Fausto ficará sem efeito. IV. O fato de Everaldo ser servidor público de São Paulo/SP não afeta a compra feita com o Município, pois havida via hasta pública. Considerando o contexto apresentado, é correto o que se afirma em: Escolha uma: a. As asserções I e II são proposições falsas. b. As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II justifica a I. c. A asserção I é uma proposição verdadeira e a II, falsa. Questão 3 Correto Atingiu 1,00 de 1,00 Texto I Emprestar não deixa de ser um ato de benevolência. Pelo menos deveria ser assim, uma vez que a lei divina de convivência fraterna (entre homens de boa vontade) nos ensina que não devemos ser egoístas, nem guardarmos apego demais às coisas materiais e terrenas. Afinal de contas, o que se leva dessa vida, senão a própria vida que levamos? O sentido deste vocábulo, entretanto, para o Direito, não tem a mesma significação que lhe dá o uso coloquial, consoante arguta observação de CARVALHO DE MENDONÇA: “O vocábulo vulgar empréstimo não tem em direito a mesma significação técnica. No primeiro sentido, ele exprime a entrega de um objeto a alguém, que assume a obrigação implícita de o restituir, em um prazo mais ou menos determinado. Não se trata, porém, de distinguir a natureza do objeto, nem a forma da restituição. Assim, tanto se diz: emprestar um cavalo, ou emprestar dinheiro, como emprestar um prédio. O direito, ao contrário, partindo da forma por que deve ser feita a restituição, considera o empréstimo sob dois pontos de vista e o ramifica em dois institutos que são, na verdade, inconfundíveis: o mútuo e o comodato”. Nesse contexto, a economia e a história da humanidade demonstraram, ao longo dos séculos, que nem sempre se persegue, em tais contratos - especialmente o mútuo - a realização de um benefício, podendo também existir acentuado escopo especulativo, tornando-se um fabuloso instrumento de riqueza para algumas classes. É o caso do mútuo a juros (feneratício), estudado adiante. Assim, cuidaremos neste capítulo das duas modalidades de contratos de empréstimo: o comodato (arts. 579 a 585 do CC/2002) e o mútuo (arts. 586 a 592 do CC/2002), com as suas principais características, dando ênfase à finalidade social e ao tratamento dispensado à matéria pelo Código Civil de 2002. Fonte: FILHO, R. P.; GAGLIANO, P. S. Novo curso de direito civil - parte geral. 24. ed. São Paulo: Saraiva, 2022. E-book. P. 307-308. A partir das informações apresentadas e de seu conhecimento, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. O comodato é contrato gratuito de “empréstimo para consumo”, enquanto o mútuo é contrato oneroso de “empréstimo para uso”. PORQUE II. Enquanto no comodato se exige a restituição da própria coisa emprestada, no mútuo se exige a restituição de coisa equivalente. A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta. Escolha uma: d. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não justifica a I. e. A asserção I é uma proposição falsa e a II, verdadeira. a. O locatário possui direito de retenção da coisa locada, caso não seja ressarcido diante da retomada da coisa antes do término do prazo. b. O locatário possui direito de ressarcimento, no caso da coisa ser reavida antes do prazo, por perdas, mas não por danos. c. A formalização da locação se dá pela contratação e entrega da coisa locada pelo locador ao locatário d. O locador pode realizar pedido de retomada da coisa pelo locador, mesmo que seja antes do fim do prazo contratual. e. Ao realizar o ressarcimento ao locatário o locador deve ter a coisa restituída. Questão 4 Correto Atingiu 1,00 de 1,00 Texto I Com a finalidade de proporcionar garantiamaior para o credor, estimulando o devedor ao cumprimento de suas obrigações, prevê o ordenamento jurídico um meio de autotutela. Trata-se do direito de retenção, que consiste na prerrogativa de o credor manter, sob sua posse direta, bem do devedor, até que este cumpra a prestação a que está obrigado. Cuida-se, em nossa visão, de um direito potestativo, por meio do qual o seu titular força o cumprimento de uma prestação que lhe é devida, mediante justificada negativa de devolução da coisa. No caso das benfeitorias necessárias ou, se autorizadas, das úteis, vimos que o art. 578 do CC/2002 autoriza essa forma de autodefesa. Todavia, esta prerrogativa foi ampliada no novo ordenamento jurídico civil. Com efeito, se, na codificação passada, a previsão era restrita, na locação, às mencionadas benfeitorias, agora também é possível o locatário se valer de tal direito na hipótese de extinção antecipada do contrato de duração determinada, conforme previsão do já aludido parágrafo único do art. 571. Identifique a alternativa que está em desacordo com o contrato de locação: Escolha uma: a. I - 4; II - 1; III - 2; IV - 3. b. I - 2; II - 1; III - 4; IV - 3. c. I - 4; II - 3; III - 2; IV - 1. d. I - 3; II - 4; III - 1; IV - 2. Questão 5 Correto Atingiu 1,00 de 1,00 Texto I Como arremate desse capítulo, é preciso passar em revista, dada a sua importância, a normatização codificada dos contratos. O Código Civil de 2002 os disciplinou da seguinte forma: a) Título V — Dos Contratos em Geral, subdividido em dois Capítulos (Capítulo I — “Das Disposições Gerais” — e Capítulo II — “Da Extinção do Contrato”). Tais capítulos são ainda estruturados em Seções, que versam sobre aspectos gerais da matéria contratual; b) Título VI — Das Várias Espécies de Contratos, subdividido em vinte capítulos, compartimentados em várias outras Seções, cuidando dos Contratos em Espécie. Fonte: FILHO, R. P.; GAGLIANO, P. S. Novo curso de direito civil - contratos. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2022. E-book. P. 62 e 331. De acordo com as informações apresentadas na tabela a seguir, faça a associação da Coluna A com a Coluna B. Coluna A Coluna B I. O contrato de compra e venda possui natureza jurídica obrigacional, de forma que as partes envolvidas devem ser dotadas de duas características indispensáveis para a validade do negócio jurídico. 1. Onerosidade. II. Essa característica do contrato de compra e venda é responsável por produzir direitos e obrigações para ambas as partes envolvidas naquela relação específica. 2. Instantaneidade. III. Tem a ver com o experimento de um ganho ou benefício para cada uma das partes do contrato de compra e venda. 3. Capacidade e legitimidade. IV. Essa característica confere ao contrato de compra e venda a produção de efeitos de uma só vez, podendo ser de execução imediata ou diferida. 4. Bilateralidade Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. Escolha uma: e. I - 1; II - 3; III - 2; IV - 4.