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LABIRINTOS DO NADA

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mãos de Nietzsche, não só a postura de 
reformador da teoria do conhecimento, de crítico do dogmatismo (que em certa 
medida também o era Nietzsche) e até mesmo o ateísmo do autor de O mundo são 
praticamente negligenciados, mas também todo o parentesco que poderia ligá-los. 
Ademais, tudo indica que Nietzsche vivera um outro ambiente deste conturbado 
início da contemporaneidade: “tanto a etimologia como as modalidades de 
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propagação do conceito e das questões com o niilismo associadas remetem para um 
contexto dominantemente axiológico” (MARQUES, 1989, p. 66). Schopenhauer 
precisou ser negado enquanto aquilo que no próprio Nietzsche representava ainda 
qualquer resquício do envenenamento de que ele próprio também fôra vítima. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 139
7 . REFERÊNCIAS 
 
 
 
 
 
Obras de Schopenhauer 
 
 
 
SCHOPENHAUER, Arthur. Sämtliche Werke. Textkritisch bearbeitet und 
herausgegeben von Wolfgang Frhr. Löhneysen. Darmstadt: Wissenschaftliche 
Buchgesellschaft, 1968. 
 
_____________________. A soi-même (Εις εαυτον). Trad. Guy Fillion. Paris: 
Editions de l’Anabase, 1992. 
 
_____________________. A arte de ter razão: exposta em 38 estratagemas. 
Organização e ensaio de Franco Volpi. Trad. Alexandre Krug e Eduardo Brandão. 
São Paulo: Martins Fontes, 2001a. (Breves encontros). 
 
_____________________. De la quadruple racine du principe de raison 
suffisante. Trad. J. Gibelin. Paris: Vrin, 1946. 
 
_____________________. Essai sur le libre arbitre. Trad. Salomon Reinach. Paris: 
Félix Alcan, 1900. 
 
_____________________. Fragmentos para a história da filosofia. Trad. Maria 
Lúcia Mello e Oliveira Cacciola. São Paulo: Iluminuras, 2003a. 
 
_____________________. Le monde comme volonté et comme representation 
(Suplementos). Trad. A. Burdeau. 8. Ed. Paris: Félix Alcan, s/d-a. 
 
_____________________. O mundo como vontade e representação (Livro III); 
Crítica da filosofia Kantiana; Parerga e Paralipomena (cap. 5, 8, 12 e 14). Trad. 
Wolfgang Leo Maar e Maria Lúcia Mello e Oliveira Cacciola. São Paulo: Abril 
Cultural, 1980. (Os Pensadores) 
 
_____________________. O mundo como vontade e representação. Trad. M. F. 
Sá Correia. Porto: Editora Rés, s/d-b. 
 
_____________________. O mundo como vontade e representação. Trad. M. F. 
Sá Correia. Rio de Janeiro: Contraponto, 2001b. 
 
_____________________. Sobre a filosofia universitária. Trad. Maria Lúcia Mello 
e Oliveira Cacciola e Márcio Suzuki. São Paulo: Pólis, 1991. 
 
_____________________. Sobre la voluntad en la naturaleza. Trad. Herederos de 
Miguel de Unamuno. Madrid: Alianza Editorial, 1982. 
 
 140
_____________________. Sobre o fundamento da moral. 2. ed. Trad. Maria Lúcia 
Mello e Oliveira Cacciola. São Paulo: Martins Fontes, 2001c. 
 
______________________.Sobre o ofício do escritor. Trad. Luiz Sérgio Repa. São 
Paulo: Martins Fontes, 2003b. 
 
______________________. Textes sur la vue et sur les couleurs. Trad. Maurice 
Elie. Paris: Vrin, 1986. 
 
 
 
Obras de Nietzsche 
 
 
 
NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm. Sämtliche Werke. Kritische Studienausgabe in 15 
Bänden. Herausgegeben von Giorgio Colli und Mazzino Montinari. Berlin/München: 
Walter de Gruyter & Co./DTV, 1980. 
 
_________________________. A Gaia ciência. Trad. Paulo César de Souza. São 
Paulo: Companhia das letras, 2001. 
 
_________________________. Além do bem e do mal: prelúdio a uma filosofia do 
futuro. Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das letras, 1992a. 
 
_________________________. Assim falou Zaratustra: um livro para todos e para 
ninguém. Trad. Mário da Silva. 12. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. 
 
_________________________. Considérations inactuelles III: Schopenhauer 
éducateur. In: Ouvres philosophiques completes. Trad. Henri Alexis Baatsch. 
Paris: Gallimard, 1988a. 
 
__________________________. Ecce homo: como alguém se torna o que é. Trad. 
Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia da Letras, 1995. 
 
__________________________. Genealogia da moral: uma polêmica. Trad. Paulo 
César de Souza. São Paulo: Companhia da Letras, 1998. 
 
__________________________. O nascimento da tragédia, ou Helenismo e 
pessimismo. Trad., notas e posfácio J. Guinsburg. São Paulo: Companhia das 
Letras, 1992b. 
 
__________________________. Sur l’avenir de nos établissements 
d’enseignement. In: Ouvres philosophiques completes. Trad. Jean-Louis Backés. 
Paris: Gallimard, 1988b. 
 
_________________________. Vontade de potência. Trad. Mário D. Ferreira dos 
Santos. Rio de Janeiro: Ediouro, 1985. 
 
 
 141
Sobre Schopenhauer 
 
 
 
CACCIOLA, Maria Lúcia Mello e Oliveira Cacciola. Schopenhauer e a questão do 
dogmatismo. São Paulo: Edusp, 1994. 
 
BARBOZA, Jair Lopes. Infinitude subjetiva e estética: a recepção e assimilação 
dos conceitos de Natureza e Arte de Schelling em Schopenhauer. São Paulo: 
Universidade de São Paulo, 2000. (Tese de doutorado) 
 
BRANDÃO, Eduardo. O conceito de matéria em Schopenhauer. São Paulo: 
Universidade de São Paulo, 2003. (Tese de doutorado) 
 
DROIT, Roger-Pol (Org.). Presences de Schopenhauer. Paris: Editions Grasset & 
Fasquelle, 1989. 
 
DURANT, Will. A filosofia de Schopenhauer. Trad. Maria Theresa Miranda. Rio de 
Janeiro: Ediouro, s/d. 
 
HÜBSCHER, Arthur. Denker gegen den Strom. Schopenhauer: Gersten-Heute-
Morgen. Bonn: Bouvier, 1982. 
 
MAIA, Muriel Wanessa Torres. A outra face do nada – sobre o conhecimento 
metafísico na estética de Arthur Schopenhauer. Petrópolis: Vozes, 1991. 
 
MALTER, Ruldof. Arthur Schopenhauers Tranzendentalphilosophie und 
Metaphysik des willens. Stuttgart – Bad Cannstatt: Frommann – Holzboog, 1991. 
 
PENZO, Giorgio. Fichte und Schopenhauer – und das Nichts als Dimension des 
Heiligen. In: SCHIRMACHER, Wolfgang. Schopenhauers Aktualität: ein Philosoph 
wird neu gelesen. Wien: Passagen Verl., 1988. 
 
PHILONENKO, Alexis. Schopenhauer, une philosophie de la tragédie. 2. Ed. 
Paris: VRIN, 1999. 
 
RAMOS, Flamarion Caldeira. Tragédia e redenção: o significado moral da 
existência na filosofia de Schopenhauer. São Paulo: Universidade de São Paulo, 
2003. (Dissertação de Mestrado) 
 
RIBOT, Theodúle. La philosophie de Schopenhauer. Paris: Librairie Germer 
Baillière, 1874. 
 
SALVIANO, Jarlee Oliveira Silva. O niilismo de Schopenhauer. São Paulo: 
Universidade de São Paulo, 2001. (Dissertação de Mestrado) 
 
ROSSET, Clément. Schopenhauer, philosophe de l’absurde. Paris: PUF, 1989. 
 
SANS, Edouard. Schopenhauer. Paris: PUF, 1990. 
 
 142
_____________. Richard Wagner et la pensée schopenhauerianne. Paris: 
Editions C. Klincksieck, 1969. 
 
SIPRIOT, Pierre (Org.) Schopenhauer et la force du pessimisme. Paris: Ed. du 
Rocher, 1988. 
 
WAISMANN, A. Cinco lecciones sobre la estetica de Schopenhauer. Cordoba: 
Publicaciones del instituto de Humanidades – Uni. Nac. de Cordoba, 1942. 
 
WAISSMAN, Karl. Vida de Schopenhauer. Belo Horizonte: Itatiaia, 1980. (História e 
vida, 5) 
 
 
 
Sobre Nietzsche 
 
 
 
ANDREAS-SALOMÉ, Lou. Nietzsche em suas obras. Trad. José Carlos Martins 
Barbosa. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1992. 
 
ARALDI, C. L. Para uma caracterização do niilismo na obra tardia de Nietzsche. 
Cadernos Nietzsche, 5, p. 75-94, São Paulo, USP, 1998. 
 
CRAGNOLI, Mónica. Nietzsche, camino y demora. La Plata: Ed. Universitaria de 
La Plata, 1998. 
 
DIAS, Rosa Maria. Nietzsche e Schopenhauer: uma primeira ruptura. In: FEITOSA, 
Charles; BARRENECHEA, Miguel Angel de; PINHEIRO, Paulo. A fidelidade à terra. 
Arte, natureza e política. Assim falou Nietzsche IV. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. 
 
GIACÓIA JÚNIOR, Oswaldo. Labirintos da alma: Nietzsche e a auto-supressão da 
moral. Campinas-SP: Ed. Unicamp, 1997. 
 
HAAR, Michel. Par-delà
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