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direito constitucional 2° bimestre

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quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder.
Parágrafo único. Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária.  .
Controle interno Prof. Marçal: o controle interno da atividade administrativa é o dever poder imposto ao próprio poder de promover a verificação permanente e contínua da legalidade da oportunidade da atuação administrativa própria, visando a prevenir ou eliminar efeitos ou aperfeiçoar a atividade administrativa promovendo as medidas necessárias para tanto.
O controle externo pode ser exercido pelo:
-poder judiciário
-parlamento legislativo
-tribunal de contas- esse é o sistema que vamos estudar
Estrutura do TCU
Art. 73. O Tribunal de Contas da União, integrado por nove Ministros, tem sede no Distrito Federal, quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o território nacional, exercendo, no que couber, as atribuições previstas no art. 96. .
§ 1º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos:
I - mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade;
II - idoneidade moral e reputação ilibada;
III - notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública;
IV - mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior.
§ 2º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão escolhidos:
I - um terço pelo Presidente da República, com aprovação do Senado Federal, sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal, indicados em lista tríplice pelo Tribunal, segundo os critérios de antiguidade e merecimento;
II - dois terços pelo Congresso Nacional.
§ 3° Os Ministros do Tribunal de Contas da União terão as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça, aplicando-se lhes, quanto à aposentadoria e pensão, as normas constantes do art. 40.
§ 4º O auditor, quando em substituição a Ministro, terá as mesmas garantias e impedimentos do titular e, quando no exercício das demais atribuições da judicatura, as de juiz de Tribunal Regional Federal. POSSUI três AUDITORES NOMEADOS APÓS APROVAÇÃO EM CONCURSO PUBLICO PARA SUBSTITUIR MINISTROS EM SEUS AFASTAMENTOS E IMPEDIMENTOS OU EM CASO DE VACANCIA E ESTES EM SUBSTITUIÇÃO TERÃO AS MESMAS GARANTIAS E IMPEDIMENTOS DO TITULAR.
Para serem candidatos os membros de qualquer tribunal deverão se afastar de suas funções até seis meses antes das eleições.
A finalidade vai acompanhar avaliar e julgar em alguns casos as atividades dos agentes públicos, todos os atos administrativos praticados pelos agentes públicos, muitas vezes até empresas privadas vão ser avaliadas pelo tribunal de contas, pois vão receber dinheiro público. Os membros do tribunal de contas da união são chamados de ministros, são nove os ministros do tribunal de contas, eles são indicados. Três ministros são indicados pelo chefe do executivo e devem ser aprovados pelo senado, ele deve indicar alternadamente um auditor, um membro do ministério publico e um membro de sua escolha, o auditor é de carreira, passou em concurso publico e o membro do ministério publico deve ser vinculado ao tribunal de contas art. 130. Estes membros tem as garantias parecidas com as do judiciário, inamovibilidade, vitaliciedade. O órgão tem autonomia financeira. Os outros seis membros são indicados pelo congresso nacional, com os seguintes requisitos, 
-mais de 35 anos e menos de 65 anos de idade. 
-idoneidade moral e reputação ilibada;
-notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos, financeiros ou de administração publica;
- mais de 10 anos de exercício de função que exija tais conhecimentos
§ 1º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos:
I - mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade;
II - idoneidade moral e reputação ilibada;
III - notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública;
IV - mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior.
§ 2º Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão escolhidos:
I - um terço pelo Presidente da República, com aprovação do Senado Federal, sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal, indicados em lista tríplice pelo Tribunal, segundo os critérios de antigüidade e merecimento;
II - dois terços pelo Congresso Nacional.
§ 3° Os Ministros do Tribunal de Contas da União terão as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça, aplicando-se-lhes, quanto à aposentadoria e pensão, as normas constantes do art. 40.  
§ 4º O auditor, quando em substituição a Ministro, terá as mesmas garantias e impedimentos do titular e, quando no exercício das demais atribuições da judicatura, as de juiz de Tribunal Regional Federal
Pelo principio da assimetria as mesmas regras do tribunal de contas da união se aplicam aos estados, no estadual são 7 membros que são chamados de conselheiros e as regras para o ingresso são os mesmos. 3 conselheiros são indicados pelo governador e obedece a mesma ordem um auditor, um do ministério publico e um de livre escolha e estes devem ser aprovados pela assembleia legislativa.
As principais funções de um modo genérico do tribunal de constas:
-fazer o controle externo da gestão do dinheiro publico;
- fiscalização contábil, financeira e orçamentária de todos os entes da administração direta e indireta e das unidades administrativas do poder legislativo e do judiciário art. 71.
ATRIBUIÇÕES, COMPETÊNCIAS art. 71:
- fiscalizatória: ex. Art. 71, III, IV, V e VI. 
-judicante: ex art. 71, II.
- sancionatória: art. VIII
-consultiva: emitir pareceres, inciso I;
-informativa: inciso 7. 
-corretiva: inciso IX e X.
Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:
I - apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República, mediante parecer prévio que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar de seu recebimento;
II - julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público;
III - apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta e indireta, incluídas as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, excetuadas as nomeações para cargo de provimento em comissão, bem como a das concessões de aposentadorias, reformas e pensões, ressalvadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato concessório;
IV - realizar, por iniciativa própria, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, de Comissão técnica ou de inquérito, inspeções e auditorias de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, e demais entidades referidas no inciso II;
V - fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo capital social a União participe, de forma direta ou indireta, nos termos do tratado constitutivo;
VI - fiscalizar a aplicação