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PREPARO DE SOLUÇÕES
NOME/ MATRÍCULA
TURMA: 
Relatório apresentado á disciplina de Química Geral
Curso de Engenharia Civil
Faculdade Estácio de Sá
Macaé
Outubro de 2016
INTRODUÇÃO
	Definimos solução como uma mistura unifásica, ou seja, homogênea, de mais de um componente. As soluções podem ser gasosas, líquidas e sólidas como o ar, a água do mar e as ligas metálicas, respectivamente. Entretanto, podemos ter soluções de gases em líquidos como acontece no refrigerante. Como componentes de uma solução temos o soluto e o solvente. Considera-se como solvente a substância em maior quantidade no sistema. Quando temos a água como solvente, dá-se o nome de solução aquosa.
	Uma solução, no sentido amplo, é uma dispersão homogênea de duas ou mais substâncias moleculares ou iônicas. No âmbito mais restrito, as dispersões que apresentam as partículas do disperso (soluto) com um diâmetro inferior a 10 Å são denominadas soluções. Quando este diâmetro situa-se entre 10 e 1000 Å, temos dispersões coloidais. Exemplos de dispersões coloidais são gelatina, goma arábica, dispersões de proteínas (como de albumina bovina), fumaça, entre outros. Quando as partículas do disperso possuem diâmetro superior a 1000 Å, temos dispersões grosseiras. Por exemplo, o "leite de magnésia" constitui uma dispersão grosseira de partículas de hidróxido de magnésio (aglomerados de íons Mg2+ e OH-) em água. 
	Nas soluções, as partículas do soluto não se separam do solvente sob a ação de ultracentrífuga, não são retidas por ultrafiltros e não são vistas através de microscópios potentes. Os instrumentos citados conseguem separar, reter e visualizar as partículas do soluto numa dispersão coloidal. Já na dispersão grosseira, as partículas do soluto são separadas, retidas e visualizadas com auxílio de instrumentos comuns. Portanto, numa solução, o soluto e o solvente constituem uma fase única e toda mistura homogênea (aquela cujo aspecto é uniforme ponto a ponto) constitui uma solução.
	A preparação de uma solução a partir de um sólido qualquer consiste na dissolução de determinada massa (previamente calculada) do sólido, em determinado volume de um solvente apropriado. No caso de compostos inorgânicos, o solvente utilizado é quase sempre a água. A massa de sólido a ser pesada depende de dois fatores: 1) da concentração da solução que se deseja preparar, e 2) do volume de solução que se deseja preparar. Para a pesagem do sólido, utiliza-se uma balança analítica ou semi-analítica. Para o preparo da solução, utiliza-se um balão volumétrico de volume apropriado. A concentração da solução a ser preparada deve ser determinada dependendo da finalidade de sua utilização.
	O sólido deve ser dissolvido antes de se completar o volume do balão com água destilada. Primeiro deve-se adicionar uma quantidade de água até preencher, no máximo, ¾ do volume total, proceder a dissolução do sólido, e então completar o volume com água destilada. Em alguns casos, a total dissolução do sólido pode ser difícil. O procedimento de dissolução deve ser feito repetidas vezes, até que todo o sólido esteja dissolvido. Nunca completar o volume do balão volumétrico se ainda existir sólido no fundo do balão.
	Ao transferir o sólido para o balão volumétrico, tome cuidado para não derrubar parte dele na bancada, pois assim a massa transferida seria diferente da pesada, e a solução não apresentaria a concentração desejada. Certifique-se de que todo o sólido seja transferido para o balão volumétrico. Para tal, lave repetidas vezes, tanto o recipiente que continha o sólido quanto o funil de vidro, com água destilada. Ao adicionar água destilada no balão volumétrico, tome cuidado para não ultrapassar a marcação do volume. O nível de líquido sobe rapidamente ao se atingir o gargalo, o que pode ocasionar erros. Certifique-se de que, ao se acertar o menisco, a superfície do líquido se encontre na altura dos olhos, ou a leitura do volume pode ser errada.
RESULTADOS E DISCURSÃO
MATERIAIS UTILIZADOS:
Três Balões Volumétricos; um Béquer; Pipeta volumétrica de 5 ml; Espátula; Bastão de vidro e uma balança BK3000.
REAGENTES:
Permanganato de potássio (KMnO4); Ácido clorídrico (HCI) 0,1 mol/L e Sacarose (C12H22O11).
PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS
Foi proposto o preparo de três soluções, sendo elas:
Preparo de 100 mL de solução de HCl 0,1 M; (Dados: M.M.HCl= 36,5g/mol; ρHCl = 1,19g/mL);
Preparo de 100 mL de solução de sacarose 0,1 M; (Dados: M.MC12H22O11= 342,31 g/mol);
Diluição da solução de Permanganato de potássio 0,1 M a 0,01 M (preparar 100 mL).
Antes do preparo das soluções foram realizados cálculos para determinação da massa e volume que seriam utilizados no experimento:
0,1mol _____ 1000 ml		
 x _____ 100 ml 		x = (0,1. 100) / 1000 = 0,01 mol
 
Volume do HCl na solução 01:
0,01 mol _____ x x = 0,01 . 36,5 = 0,365 g
1 mol _____ 36,5 g
1,19 g ____ 1 mL y = 0,365/1,19 = 0,307= 0,3mL de HCl
0,365 g ____ y
Massa de sacarose na solução 02:
0,01 mol _____ x x = 0,01. 342,31 = 3,42g de C12H22O11
1 mol _____ 342,31 g 
Foram utilizadas duas casas decimais devido à restrição de precisão da balança logo o x ficou valendo 3,42g de sacarose (C12H22O11).
Volume da solução mais concentrada Permanganato (Fórmula da titulação):
C1 x V1 = C2 x V2
0,1. V1 = 0,01. 100
V1 = 10 mL de Permanganato de potássio
Após os cálculos da solução 01 foi colocada num balão volumétrico uma quantidade de água destilada, logo após foi pipetado 0,3 mL de HCl(Devido a pipeta possuir precisão de 1 casa decimal), adicionando ao balão, e completado com água destilada até o traço de referência(indicador de 100mL), cuidando para que o menisco formado pela solução o tangencie conforme ilustrado na figura 1.1 abaixo, observando sempre na altura da linha dos olhos.
 Fig. 1.1
Após os cálculos da solução dois foi colocada num balão volumétrico uma quantidade de água destilada, logo após foi adicionado com a espátula 3,42g de sacarose, que foi pesado na balança com auxílio do béquer, dissolvido e completado com água destilada até o traço de referência do balão, cuidando para que o menisco formado pela solução tangencie-o conforme ilustrado na figura abaixo na figura 1.2, observando sempre na altura da linha dos olhos.
Fig. 1.2
Após os cálculos da solução três foi colocada num balão volumétrico uma quantidade de água destilada, logo após foi pipetado 10 mL de KMnO4 e adicionado ao balão, homogeneizando e completando com água destilada até o traço de referência do mesmo, cuidando para que o menisco formado pela solução tangencie-o conforme ilustrado na figura 1.3, observando sempre na altura da linha do olhos.
 Fig. 1.3
CONLUSÃO
Podemos observar que os cálculos das concentrações de volumes e massas antes do preparo das soluções é algo muito importante e corriqueiro dentro de um laboratório. Por isso, deve-se atentar para a correta realização dos procedimentos inerentes no preparo, sendo eles, os cálculos, as aferições de medidas, pesagem das substâncias até o armazenamento delas em recipientes apropriados, passando por etapas como a transferência quantitativa do soluto / solução para o balão volumétrico, a homogeneização da solução e ambientação da vidraria utilizada.
No procedimento experimental cabe salientar sobre um erro comum que acontece chamado erro de paralaxe, que está associado ao modo de posição da visão ao acertar o menisco no traço de referência das vidrarias, o procedimento correto é visualizar o menisco na altura dos olhos para não ocasionar erros.
Segue abaixo a figura 2 contendo os três balões de 100 ml cada contendo as três soluções preparadas, KMnO4, HCL e SACAROSE respectivamente.Fig.
 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PREPARO DE SOLUÇÕES. Disponível em: http://www.quimica.ufpr.br/fmatsumo/antigo/2011_CQ092_PreparacaoDeSolucoes_Pratica2.pdf Acesso em: 06 Outubro. 2016.
PREPARO DE SOLUÇÕES. Disponível em: http://quimicaleandropeter.blogspot.com.br/2012/05/preparo-de-solucoes.htmlAcesso em : 06 Outubro de 2016.