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ABAP Report

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 Qual a função do R/3?
É oferecer um conjunto integrado compacto, de aplicativos empresariais de grande escala. O conjunto 
padrão de aplicativos integrados com cada sistema R/3 é o seguinte:
• PP (Production Planning - planejamento de produção)
• MM (Materials Management - gerenciamento de materiais)
• SD (Sales and Distribution - vendas e distribuição)
• FI (Financial Accounting - contabilidade financeira)
• CO (Controlling - controladoria)
• AM (Fixed Assets Management - gerenciamento de ativos fixos)
• PS (Project System - sistema de projeto)
• WF (Workflow - fluxo de trabalho)
• IS (Industry Solutions - soluções de industria)
• HR (Human Resources - recursos humanos)
• PM (Plant Maintenance - manutenção das instalações)
• QM (Quality Management - gerenciamento da qualidade)
Estes aplicativos são chamados áreas funcionais, áreas de aplicativo ou, ás vezes, módulos funcionais 
do R/3. Todos estes termos são sinônimos.
Tradicionalmente, as estruturas empresariais desenvolvem um conjunto de aplicativos de 
processamento de dados avaliando produtos individuais e comprando esses produtos separadamente de 
diversos fabricantes de software. Interfaces entre eles são então necessárias. Por exemplo, o sistema de 
gerenciamento de materiais precisará ser vinculado com as vendas e a distribuição e com os sistemas 
financeiros, e o sistema de fluxo de trabalho precisará de uma alimentação a partir do sistema do HR. 
Uma quantidade significativa de tempo e dinheiro de IS é gasta na implementação e manutenção 
dessas interfaces.
O R/3 vem predefinindo com os aplicativos empresariais básicos necessários à maioria das grandes 
corporações. Esses aplicativos coexistem em um ambiente homogêneo. Eles são projetados para 
funcionar utilizando desde um único banco de dados e um conjunto (muito grande) de tabelas. Os 
tamanhos de banco de dados de produção atuais variam de 12 gigabytes a aproximadamente 3 
terabytes. Cerca de 8.000 tabelas de banco de dados são distribuídas com o produto R/3 padrão.
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Por que você precisa saber isso?
É importante para você, como um programador de ABAP, saber por que esses aplicativos são 
todos escritos inteiramente em ABAP. Esses são os aplicativos que você deve entender para ser um 
bom desenvolvedor de R/3.
Por exemplo, suponha que você conhece ABAP e tenha recebido a incumbência de escrever um 
relatório financeiro que resume débitos e créditos de cada ano fiscal para cada fabricante na empresa. 
Talvez você saiba escrever código em ABAP, mas você saberia como começar a resolver essa tarefa?
Ou talvez seu trabalho exija um novo desenvolvimento em ABAP/4. Você é incumbido de 
projetar um sistema que ofereça informações de estoque para potenciais compradores. Se você não 
conhece os sistemas de vendas e financeiro e de distribuição, você não saberá se está criando algo que 
já existe em R/3. Tampouco você poderá saber se há tabelas do R/3 que já contêm dados semelhantes 
ou idênticos aos tipos de dados que você quer recuperar. Esses aplicativos são altamente integrados. 
Um desenvolvedor que assume a abordagem “eu construirei minhas próprias tabelas e manterei minhas 
próprias cópias dos dados”, pode logo descobrir que seus dados são redundantes e devem ser 
rotineiramente sincronizados com o resto do banco de dados. Ele construiu um aplicativo que não tira 
proveito da natureza altamente integrada do ambiente R/3.
É importante que o ABAP seja desenvolvido com a certeza de que dentro do R/3 não possua 
nada que já não atenda as necessidades da área funcional.
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Logon
Através do logon o sistema identificará se o usuário esta autorizado a entrar no SAP no client que está 
acessando, e é através do seu UserId que é identificado a que módulos e transações você terá acesso.
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Client onde se desenvolverá a atividade
Campo command
Menu do Interface
Barra de ferramentas application
Barra de Status
Barra de 
Ferramentas 
Standard
Barra de Título
Área Screen
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Cores
Para que você possa alterar as cores de seu ambiente tornando mais agradável, utilize o recurso abaixo 
demonstrado.
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Clique nas 
bolinhas 
coloridas e 
depois em 
“Options...”.
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Ícones no SAP
Abaixo alguns exemplos, com descrição, dos ícones que você terá contato no SAP.
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Dicionário
O Dicionário é um utilitário que define objetos de dados, nele você pode criar e armazenar objetos 
como tabelas, estruturas e visualizações.
Caminho: Clique no menu a opção “Ferramentas” > “ABAP Workbench” > “Dicitionary”.
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DICA: Se você 
digitar “SE11” no 
campo command a 
tela de entrada do 
ABAP Dictionary 
irá surgir.
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Tabelas
Dentro do R/3, uma table é uma coleção de linhas onde em cada linha contém campos ou também 
chamados de colunas. Em uma table são armazenados dados persistentes, se você colocar dados em 
uma table, eles continuaram ai mesmo depois de você finalizar seu programa e ali ficarão até seu ou 
outro programa altera-los ou exclui-los. O nome de uma table é único dentro de todo o sistema.
Utilizaremos a sflight para exemplificar uma table.
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Data element
Uma table é composta de campos, mas para criar um campo você precisa de um data element 
que contém os rótulos de campo e a documentação online (F1) para o campo. Um data element 
pode ser utilizado em mais de um campo e em mais de uma table.
Para que você veja os data element, clique duas vezes com o mouse sobre o campo “Elem. 
dados”. Utilizaremos o campo Mandt para exemplificar.
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Domínios
O domínio contém a característica técnica de uma campo, como o comprimento do campo e o tipo de 
dado. Os domínios também são reutilizáveis podendo ser usados em mais de um data element. 
Para que você veja os domínio, aproveitaremos o exemplo da página anterior, clique duas vezes com 
o mouse sobre o campo “Nome do domínio”. Utilizaremos o campo Mandt para exemplificar.
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Structure
Uma structure é uma descrição de uma série de campos agrupados sob um nome em comum. Ela 
descreve os nomes de campo, sua sequência e seus tipos e comprimentos de dados. Assim como a 
table, uma structure não terá outra com seu nome e nem com o de uma table.
Uma estrutura pode agrupar dados de várias tabelas, ela difere de uma tabela transparente pois só 
matém os dados em tempo de execução do programa.
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Tabelas Internas
Tabelas internas são utilizadas para armazenar em tempo de execução os dados necessários para a 
processamento do seu programa. Estes dados podem ser selecionados de diversas tabelas transparentes. 
O número de linhas de uma tabela não é fixo, a medida que a seleção é feita você pode acrescentar os 
dados na sua tabela.
O acesso a tabela interna é feito linha a linha utilizando uma work area como interface para transferir 
dados para ou de uma tabela, esta work area é utilizada para armazenar temporariamente uma entrada 
da tabela de dados.
Quando lemos uma tabela interna o conteúdo de endereçamento é enviado para uma work area. Esta 
work area tem a mesma estrutura da sua tabela interna.
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Através deste conceito temos dois tipos de tabelas internas.
WITH HEADER LINE – O sistema automaticamente cria uma work area idêntica a linha da sua tabela 
interna.
WITHOUT HEADER LINE – O sistema não reconhece a work area, que deve ser definida no 
programa.
 
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Criar Programas
Caminho: Clique no menu a opção “Ferramentas” > “ABAP Workbench” 
Clique no botão “Editor ABAP”.
Chegando na tela do “ABAP/4 Editor”, deve-se