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OBRAS DE SANEAMENTO Disciplina: Metodologia de trabalhos acadêmicos Profª. Msc: Andielli Morais Acadêmicos: AlanMatos José Carlos Leila Ribeiro Luis Carlos Welton Tavares UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE TUCURUÍ FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL 1 Tópicos a serem abordados Introdução Objetivo Desenvolvimento Conclusão Considerações Finais Referências bibliográficas 1 2 3 4 5 6 2 Introdução Sanear vem do latim sanu: tornar saudável, tornar habitável, higienizar, limpar. Saneamento: controle dos fatores do meio fisco do homem, que podem exercer efeitos nocivos no seu bem estar físico, mental ou social (OMS). Conjunto de medidas para preservar as condições do meio ambiente, prevenir doenças e melhorar as condições de saúde pública. 3 Figura 1 - Alguns serviços de saneamento 4 Objetivo Mostrar a importância das obras de saneamento na construção civil; Enfatizar a construção e manutenção de tais obras; Conscientizar a respeito do destino adequado do lixo. 5 Desenvolvimento Obras de Saneamento na Construção Civil ETA – Estação de Tratamento de Água ETE – Estação de Tratamento de Esgoto Sistema de Drenagem Urbana Coleta e Destino Adequado do Lixo 6 Estação de Tratamento de Água Água: recurso natural renovável e estocável (MORAES, 2005). Tratamento de água: procedimentos físicos e químicos aplicados, para torná-la saudável. 7 Etapas do tratamento: Coagulação; Floculação; Decantação; Flotação; Filtração; Desinfecção. 8 9 Figura 2 – esquema da ETA Figura 3 - Passagem da água da ETA a ETE Estação de Tratamento de Esgoto Esgoto sanitário: conjunto de obras a propiciar coleta, transporte, tratamento e disposição final adequada de resíduos. Estação de Tratamento de esgoto: tem por finalidade remover os poluentes dos esgotos. 11 Etapas do tratamento Gradeamento; Setor biológico; Tanques de aeração; Decantador sedimentário; Leito de secagem . 12 Etapas de Tratamento de Esgoto Figura 4 - Gradeamento Figura 5 Seletor Biológico Etapas de Tratamento de Esgoto Figura – 6 Tanque de Aeração Figura 7 - Decantador Secundário Figura 8 - Leito de Secagem Sistema de Drenagem Urbana Um sistema de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais é composto por estruturas e instalações de engenharia destinadas ao transporte, retenção, tratamento e disposição final das águas de chuvas. (PORTO, 1993). 15 Objetivo do sistema de drenagem Redução com gastos com manutenção das vias públicas; Valorização das propriedades existentes na área beneficiada; Escoamento rápido das aguas superficiais, facilitando o tráfego por ocasião das precipitações; Eliminação da presença de águas estagnadas e lamaçais; Rebaixamento do lençol do lençol freático; Recuperação de áreas alagadas ou alagáveis Segurança e conforto para a população habitante ou transeunte pela área do projeto. 16 Componentes de um sistema de drenagem e manejo de águas urbanas: Guia ou Meio-fio; Sarjeta; Bocas-de-lobo ou bueiros: Poços de visita Galerias: Trecho de galeria: Galerias: Condutos de ligação: Bacias de drenagem: Caixas de ligação: 17 Figura 9 - Modelo de guia ou meio fio e sarjeta Figura 10 - Boca de coletora sob passeio 18 Figura 11 - Poço de visita Figura 12 - Condutos de ligação 19 Disposição dos resíduos sólidos Figura 13 - Resíduos são jogados sobre o solo Figura 14 - Resíduos cobertos com material inerte ou terra. Figura 15 - Projeto de engenharia, de controle e impacto ambiental 20 DISPOSIÇÃO DOS RESIDUOS SÓLIDOS O crescimento desordenado provoca problemas socioeconômicos e ambientais: disposição inadequada dos resíduos sólidos.(ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, N.02, 2006) Figura 16 - Crescimento desordenado 21 Aterro sanitário: obra de engenharia para estocar, armazenar resíduos domésticos e dispor resíduos sólidos no solo, obedecendo os critérios normas operacionais específicas. ATERROS SANITÁRIOS Figura 17 - Exemplos de aterro sanitário. 22 Valas são rasgadas no solo e subsolo sendo impermeabilizadas com aplicação de argila de baixa textura, compactada para reduzir a porosidade e aumentar sua impermeabilização. Figura 18 - Processo construtivo aterro sanitário. 23 As camadas de lixo e terra se sucedem num “sanduíche” interminável, extrapolando o nível topográfico original da região, formando montanhas artificiais e instáveis. Montanhas artificiais. 24 1.Há necessidade de um grande investimento para sua implantação e manutenção; 2. Geração de gases, além do chorume; 3.O material plástico, contido no lixo do aterro, cria bolsões de gases; 4.Inutilização de grandes áreas; 5.Tempo de uso limitado; 6.Riscos permanentes de poluição dos mananciais subterrâneos; 7.Incineração dos gases constituídos principalmente pelo gás metano, vinte e uma vezes mais poluente que o gás carbônico. 25 26 Conclusão As obras de saneamento, sua manutenção e funcionamento são importantes para o funcionamento e desenvolvimento de uma cidade. Na construção civil, requerem começar e terminar antes da “construção” da cidade propriamente dita, pois, são obras que ficam abaixo do solo (sistema de abastecimento de água, sistema de drenagem urbana, sistema de coleta de esgoto) e suas áreas de funcionamento e/ou tratamento ficam afastadas da cidade. 27 Considerações Finais Uma cidade não pode viver sem Saneamento, tanto para melhorar sua qualidade de vida quanto para prevenir doenças. Água é fundamental para a vida bem como as demais obras apresentadas. 28 Referências Bibliográficas SANEAGO. Saneamento de Goiás. Manual de operação de tratamento de esgoto [S.I.:s.n.], 2005. Disponível em<http://www.saneago.com.br>. Acesso 14 jun. 2011, 19:30:30. ABREU, Luiza Bezamat de;PALHARES, Maria Claudia. O destino do Lixo. [Rio de janeiro].[s.n.].Disponívelem<http://www.dad.pucrio.br/dad07/arquivos_downloads/48.pdf.>. em 14 de jun.2011, 19:08:40 LEITE, Wellington Cyro de Almeida; SITA, Wagner: SCALIZE, Paulo Sergio. Desempenho de uma estação de tratamento de esgoto pelo processo de lodos ativados operando por batelada. Congreso Interamericano de Ingeniería Sanitaria y Ambiental, 28. Cancún, 2002. Anais...Mexico-DF, FEMISCA, 2002. p. 1-5. Disponível em <http://www.semasa.sp.gov.br/Documentos/ASSEMAE/Trab_114.pd>. Acesso 14 jun. 2011,19:15 BARROS, Raphael T. de V et al. Saneamento. Belo Horizonte: Escola de engenharia UFMG,1995. PORTO, Rubem; et al. Drenagem Urbana. In: Hidrologia: ciência e aplicação. TUCCI, Carlos E. M. (org.). Porto Alegre: Ed. da Universidade, ABRH, EDUSP, 1993. (Coleção ABRH de Recursos Hídricos; MELLO, E. J. R. Tratamento de esgoto sanitário – Avaliação da estação de tratamento de esgoto do Bairro Novo Horizonte na cidade de Araguari – MG. 2007. 99 f. Monografia (Pós-graduação). Curso de Pós-Graduação lato sensu em Engenharia Sanitária. Universidade Federal de Uberlândia - UNIMINAS. Disponível em: <http://www.saearaguari.com.br /desenv/downloads/tratamento_esgoto__ETE_compacta.pdf>.Acesso em: 01 Jul. 2010. 29