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1a Questão (Ref.: 201303162377) Pontos: 0,0 / 1,5 Ocorrendo uma irregularidade em uma entidade de atendimento, poderia o juiz aplicar diretamente uma medida à entidade? Resposta: Sim. O órgão judiciário comunica a irregularidade o Ministério Público que poderá aplicar às medidas cabíveis a entidade. Gabarito: Não sem antes observar o procedimento previsto no ECA para apuração da irregularidade. Fundamentação do(a) Professor(a): Não sem antes observar o procedimento previsto no ECA para apuração da irregularidade. 2a Questão (Ref.: 201303232838) Pontos: 1,5 / 1,5 LEIA A NOTÍCIA A SEGUIR: "ADOLESCENTE SUSPEITO DE ATEAR FOGO EM ÔNIBUS É APREENDIDO EM TATUÍ. JOVEM DE 17 ANOS TERIA INCENDIADO O PRIMEIRO DE TRÊS VEÍCULOS ATACADOS, DIZ POLÍCIA. MORTE DE UM OUTRO MENOR DURANTE TIROTEIO COM A PM PODE TER MOTIVADO ATAQUES". (DISPONÍVEL EM HTTP://G1.GLOBO.COM) COM BASE NOS ESTUDOS SOBRE OS PROCEDIMENTOS DE APURAÇÃO PRÁTICA DE ATOS INFRACIONAIS POR ADOLESCENTES, PERGUNTA-SE: CONSIDERANDO O CASO EM QUESTÃO E OUTRAS SITUAÇÕES QUE ENVOLVAM ATOS INFRACIONAIS GRAVES PRATICADOS POR ADOLESCENTES QUE POSSUAM IDADE PRÓXIMA A MAIORIDADE, AO COMPLETAREM 18 ANOS DEVERÃO ESTES JOVENS SER LIBERADOS PELA JUSTIÇA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE? QUAL PROCEDIMENTO DEVERÁ SER ADOTADO NESTES CASOS? Resposta: Não poderá ser liberado pela justiça deverá cumprir a medida socioeducativa, aplica-se a teoria da atividade, pois a época do crime ele era menor. Gabarito: O ECA PREVÊ A POSSIBILIDADE DE INTERNAÇÃO ATÉ OS 21 ANOS QUANDO JUSTIFICADA A SUA NECESSIDADE COMO FORMA DE SE BUSCAR A RESSOCIALIZAÇÃO DO INFRATOR E COMO MEIO DE ASSEGURAR A SEGURANÇA DA SOCIEDADE. Fundamentação do(a) Professor(a): O ECA PREVÊ A POSSIBILIDADE DE INTERNAÇÃO ATÉ OS 21 ANOS QUANDO JUSTIFICADA A SUA NECESSIDADE COMO FORMA DE SE BUSCA R A RESSOCIALIZAÇÃO DO INFRATOR E COMO MEIO DE ASSEGURAR A SEGURANÇA DA SOCIEDADE. 01096474 - Professor: CRISTIANE DA COSTA PEREIRA IANNUZZI ALESSANDRA PASSOS LOURENCO Turma: 9063/AW Nota da Prova: 6,5 de 8,0 Nota do Trab.: 0 Nota de Partic.: 2 Data: 19/11/2014 21:49:23 1a Questão (Ref.: 201301350699) Pontos: 1,5 / 1,5 Cite 1 (um) exemplo do que dispõe a doutrina da proteção integral, às crianças e adolescentes. Resposta: Com o advento da doutrina da proteção integral, crianças e adolescentes passam ser visto como sujeitos de direitos, tendo prioridade no que diz respeito as suas necessidades essenciais, como saúde e educação,tudo isso em consônancia com o princípio da dignidade da pessoa humana. À guisa de exemplo, entre construir uma quadra de futebol e uma creche, inexoravelmente deve se optar pela creche, ideia oriunda do princípio da prioridade absoluta, que está no âmago da proteção integral. Gabarito: O Aluno terá que mencionar qualquer direito previsto pelo ECA, podendo relacioná-lo ou não, com a doutrina da proteção integral. 9a Questão (Ref.: 201301190411) Pontos: 1,5 / 1,5 Flávio, homem solteiro de 72 anos de idade, residente no Município de Cantagalo, objetivando adotar a adolescente, Cristina, de 13 anos de idade, residente no Município de Campos, filha de sua empregada, ajuizou ação de adoção perante o Juiz da Vara de Família da Comarca de Campos, sob o fundamento de que deseja apenas que a menor tenha um nome de um pai em seu registro, por entender que todas as pessoas têm direito a um nome de um pai e, que a adolescente continuará residindo em sua comarca de origem, por não ter mais idade de ser pai. Diante do caso concreto indaga-se? a) A ação foi proposta perante o juízo competente? Justifique. Resposta: Flávio deveria ter postulado a ação de adoção de Cristina, perante o Juizado da Infância e da Juventude do Município de Campos, onde a Adolescente reside com sua mãe,e não perante o Juiz da Vara Família. Gabarito: Não porque de acordo com o art. 148 do ECA a competência para analisar pedido de adoção é exclusiva da Vara da Infância e da Juventude e a ação foi proposta perante o Juiz da Vara de Família, muito embora tenha sido proposta na comarca correta de acordo com a regra do art. 147, I do mesmo diploma legal. Flávio, homem solteiro de 72 anos de idade, residente no Município de Cantagalo, objetivando adotar a adolescente, Cristina, de 13 anos de idade, residente no Município de Campos, filha de sua empregada, ajuizou ação de adoção perante o Juiz da Vara de Família da Comarca de Campos, sob o fundamento de que deseja apenas que a menor tenha um nome de um pai em seu registro, por entender que todas as pessoas têm direito a um nome de um pai e, que a adolescente continuará residindo em sua comarca de origem, por não ter mais idade de ser pai. Diante do caso concreto indaga-se? a) A ação foi proposta perante o juízo competente? Justifique. Resposta: Flávio deveria ter postulado a ação de adoção de Cristina, perante o Juizado da Infância e da Juventude do Município de Campos, onde a Adolescente reside com sua mãe,e não perante o Juiz da Vara Família. Gabarito: Não porque de acordo com o art. 148 do ECA a competência para analisar pedido de adoção é exclusiva da Vara da Infância e da Juventude e a ação foi proposta perante o Juiz da Vara de Família, muito embora tenha sido proposta na comarca correta de acordo com a regra do art. 147, I do mesmo diploma legal.