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Simulado Direito Tributário

Conjunto de questões de Direito Tributário com múltipla escolha e V/F sobre competência tributária (União, Estados, Municípios, DF), fatos geradores, natureza de tributos (imposto, taxa, contribuição), retenção na fonte, CTN e teoria da recepção.

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PRIVATE�Direito Tributário 01
Top of Form 1
PRIVATE�01 	(i) Imposto de importação
(ii) Imposto sobre a transmissão causa mortis
(iii) Imposto sobre a transmissão de imóveis inter vivos
Os impostos acima competem, respectivamente, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> à União, aos Municípios e aos Estados 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> aos Municípios, aos Estados e à União 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> aos Estados, à União e aos Municípios 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> aos Estados, aos Municípios e à União 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> à União, aos Estados e aos Municípios 
     
02 Segundo a Constituição da República, a competência da União para legislar sobre direito tributário é 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> privativa, isto é, dessa competência estão privados quaisquer outras pessoas políticas 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> exclusiva quanto às normas gerais, não podendo os Estados ou os Municípios legislar suplementarmente 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> inexistente, quanto às normas gerais, tendo em vista a autonomia constitucional dos Estados e Municípios 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> concorrente com os Estados e os Municípios 
     
03 Analise as três colocações e responda de VERDADEIRO ou FALSO escolha a opção que contenha, na respectiva seqüência, as respostas corretas. 
(i) Para conferir efetividade ao princípio da pessoalidade da tributação e à graduação dos tributos segundo a capacidade econômica do contribuinte, a Constituição prevê, expressamente, a faculdade da administração tributária de identificar o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte? VERDADEIRO
(ii) São de competência do Distrito Federal os impostos estaduais? VERDADEIRO
(iii) Pode uma taxa de utilização de estradas ter por base de cálculo o valor de uma propriedade rural? FALSO
  
04 Certo projeto de lei criando uma taxa para remunerar o serviço de processamento da declaração do imposto tem por fato gerador o auferimento de renda superior a 3 mil reais. Noutro dispositivo, cria-se uma contribuição de melhoria, que tem por fato gerador a saída de mercadorias de estabelecimentos industriais situados em vias públicas asfaltadas pela União. Um terceiro artigo institui um imposto sobre grandes fortunas para o qual se prevê, como fato gerador, a transmissão causa mortis de imóveis de valor superior a determinada quantia.
Chamado a opinar sobre esse projeto, estaria incorreta a seguinte asserção: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o fato gerador da contribuição de melhoria, no projeto, não guarda relação com a valorização do imóvel 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> taxa não pode ter fato gerador idêntico ao que corresponda a imposto e, no primeiro caso, o fato gerador corresponde ao do imposto de renda 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> há impropriedade na denominação dos tributos que se pretende criar 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o fato gerador do imposto criado corresponde ao de um imposto que não compete à União 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o projeto de lei está escorreito, pois obedece aos princípios da legalidade e da anterioridade tributárias 
     
05 De acordo com os princípios que emanam da Constituição da República e do Código Tributário Nacional, em relação ao imposto de renda, retido na fonte, dos servidores do Estado do Piauí, no que concerne aos vencimentos destes, quem tem a competência para estabelecer-lhe a alíquota?
A quem pertence o produto da arrecadação desse imposto retido pelo Estado do Piauí?
Quem é o sujeito passivo da obrigação tributária principal? 
Qual é o ente responsável pela fiscalização do contribuinte, relativamente à declaração desses vencimentos?
Assinale a opção que contenha, na ordem devida, as respostas certas. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O Estado, o Estado, o servidor, o Estado. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A União, o Estado, o servidor, a União. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A União, a empresa fornecedora do serviço, o empregado desta, o Estado. 
União. 
     
06 Escolha uma das afirmações abaixo, qual está de acordo com a teoria da recepção das normas gerais contidas no Código Tributário Nacional - CTN. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O CTN continua lei ordinária, mas com força de lei complementar. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O CTN continua com força de lei ordinária. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O CTN foi recebido como lei complementar, mas é revogável por lei ordinária. 
     
07 A multa por descumprimento de obrigação acessória relativa ao imposto de renda 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tem a natureza de tributo, por converter-se em obrigação tributária principal o descumprimento de obrigação acessória 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tem a natureza de imposto, porque sua natureza específica é dada pelo respectivo fato gerador 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não tem a natureza de tributo, mas a de uma obrigação tributária acessória 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não tem a natureza de tributo por constituir sanção de ato ilícito 
08 A Emenda Constitucional nº 18, de 1965, aludia a leis complementares; porém somente a partir da Constituição de 1967 é que passou a existir a lei complementar em sentido formal, votada com quorum privilegiado. À vista disto, indique, em relação ao Código Tributário Nacional (CTN, Lei nº 5.172, de 1966), qual conclusão e respectiva justificação são simultaneamente corretas. 
 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As matérias contidas no CTN, reservadas a leis complementares pela Constituição hoje em vigor, continuam em plena vigência, quando compatíveis com as normas constitucionais atuais. 
     
09 Preencha corretamente as duas lacunas.
- A majoração da contribuição para a previdência social está sujeita ao princípio da anterioridade de 90 dias da publicação da lei majoradora, não podendo ser exigida antes desse nonagintídio.
     
10 Segundo se depreende do Código Tributário Nacional, um ato infralegal (um decreto, por exemplo) pode estabelecer a(s) 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> extinção de um tributo 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> definição do fato gerador da obrigação tributária acessória nos limites da lei 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> hipóteses de anistia 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> redução do Imposto Territorial Rural 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> fixação da alíquota do imposto de renda 
 
PRIVATE�Direito Tributário 02
Top of Form 2
PRIVATE�01 Devido ao princípio da soberania nacional previsto já no primeiro artigo da Constituição, um tratado internacional não pode interferir em matéria tributária. 
As Resoluções do Senado Federal não interferem na legislação relativa a tributos propriamente federais.
 
Consoante o Código Tributário Nacional, analogia seria (ou é) técnica de integração e não de interpretação da legislação tributária. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As três assertivas são verdadeiras. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É verdadeira a primeira assertiva, mas é falsa sua explicação; são falsas as demais. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É falsa a primeira assertiva; são verdadeiras as duas últimas. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Todas as três assertivas são falsas. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É verdadeira a primeira assertiva, falsa a segunda e verdadeira a terceira.02 I - A obrigação tributária que tenha por objeto uma sanção de natureza pecuniária, por descumprimento de uma obrigação tributária acessória é também ela acessória? Não:113 §3.º
II - O decurso do prazo fixado em lei para as pessoas jurídicas apresentarem declaração de rendimentos constitui fato gerador de uma obrigação principal?
III - Tendo havido a aquisição de um bem no exterior, trazido para o País, mas que, por não produzir o efeito desejado, acabou sendo devolvido, o imposto de importação pago deve ser devolvido, por insubsistência de seu fato gerador?
Analisadas estas três perguntas, escolha a opção que contenha, na respectiva seqüência, as respostas corretas. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sim, não e sim 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sim, sim e sim 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não, não e sim 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não, não e não 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não, sim e sim 
     
03 No caso de menor que possua bens próprios, respondem solidariamente com este nos atos praticados por terceiros os pais ou tutores respectivos.
- Pela multa tributária resultante de atos praticados com excesso de poderes pelo mandatário, em benefício do mandante, responde perante o fisco, pessoalmente, o procurador.
- Segundo o Código Tributário Nacional, a denúncia espontânea da infração, acompanhada do pagamento do tributo devido e dos juros de mora, afasta a responsabilidade pela multa.
Escolha a opção que considerar acertada. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As três assertivas são corretas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As três são falsas. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> São corretas as duas últimas, não a primeira. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> São corretas as duas primeiras, não a última. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Está correta apenas uma das três assertivas. 
     
04 (1)Sub-roga-se no adquirente
(2)Sub-roga-se no alienante
(3)Responsabilidade pessoal
(4)Responsabilidade solidária
(5)Responsabilidade do mandante
Observadas as expressões numeradas de (1) a (5), verifique qual a seqüência de números referente aos itens (i) a (iii).
(i) Crédito referente a taxa de prestação de serviços, não quitada, relativa a imóvel transferido.
(ii) Responsabilidade dos pais por obrigação tributária principal de filho menor por atos em que intervierem.
(iii) Responsabilidade tributária decorrente de ato do procurador, praticado extra vires, isto é, além dos poderes que lhe foram conferidos. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> (1) (4) (3) 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> (2) (3) (4) 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> (1) (2) (5) 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> (5) (4) (4) 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> (2) (3) (5) 
     
05 Diz-se lançamento por homologação aquele que se efetua quando 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a lei determine que o lançamento seja efetivado e revisto pela autoridade administrativa por iniciativa própria 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a declaração não seja prestada, por quem de direito, no prazo e na forma da legislação tributária 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> se comprove falsidade, erro ou omissão quanto a qualquer elemento definido em lei como sendo de declaração obrigatória 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> quando se comprove que terceiro, em benefício do contribuinte, agiu com simulação ou dolo 
     
06 (1)Suspensão da exigibilidade do crédito tributário;
(2)Modalidade de extinção do crédito tributário sem adimplemento;
(3)Perdão da infração.
Assinale a opção que corresponda, na seqüência respectiva, aos termos acima referidos. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Moratória, Imposição de Penalidade, Remissão. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Isenção, Confusão, Anistia. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Reclamação, Prescrição, Anistia. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Liminar em mandado de segurança, Pagamento, Redenção. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Pagamento no curso do processo, Remição, Homologação. 
     
07 Suponha que você, como Auditor-Fiscal, é convidado a opinar sobre a defesa apresentada por contribuintes, em três processos. Entre os argumentos de defesa apresentados, encontram-se os seguintes:
(I)A exigência feita no auto de infração contra ele lavrado inclui tributo e multa de 150%. Ora, o tributo está absorvido na multa, pois do contrário estará pagando 250% do valor do tributo omitido.
(II)A multa é totalmente indevida porque o tributo que o fisco alega ter sido omitido, na verdade foi integralmente pago pelo contribuinte, em dez prestações, conforme comprova com o recibo de pagamento da 10ª parcela.
(III)Se a lei que exigiu juros equivalentes à TRD não pode ter efeito retroativo, não podem ser exigidos juros de mora em percentual algum, no período anterior à vigência dessa lei.(Falsa: CTN 161)
Indique que argumento(s) deve(m) ser acolhido(s), nos termos do Código Tributário Nacional. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o segundo 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> todos 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os dois primeiros 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> nenhum 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os dois últimos 
     
08 (i)A isenção e a anistia, segundo o Código Tributário Nacional, excluem o crédito tributário. 
(ii)Afora os casos legalmente excetuados, a anistia, quando se refere a infração sujeita a multa, impede a constituição do crédito tributário relativo à penalidade pecuniária.
(iii)A isenção pessoal, salvo disposição legal em contrário, não pode referir-se a tributo criado posteriormente à sua concessão.
Assinale a opção correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Está correta apenas uma das três assertivas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As três são falsas. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> São corretas as duas primeiras, não a última. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> São corretas as duas últimas, não a primeira. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As três assertivas são corretas. 
     
09 Observe as seguintes proposições e verifique se cada uma delas é verdadeira (V) ou falsa (F). Em seguida, assinale a opção que ofereça a seqüência correta.
1.ª - Os créditos tributários devem ser pagos antes do referente a obrigações trabalhistas, rateando-se entre os trabalhadores o resíduo, se o patrimônio do devedor for insuficiente para o pagamento integral do direito destes.
2.ª - Contestado o crédito tributário, o litígio processar-se-á à parte, prosseguindo normalmente o processo de falência; porém reservam-se neste bens suficientes para o total pagamento do crédito tributário e os acréscimos legais, se a massa falida não puder garantir o crédito tributário na forma diferente.
3.ª - Segundo decorre a contrario sensu da letra do Código Tributário Nacional, isoladamente considerada, pode ser admitida proposta, em concorrência pública junto ao Estado, de quem deva tributos somente à União. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, V 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, V, V 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, F, F 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, F, F 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, F, V 
     
10 A legislação tributária que regular, emcaráter geral, ou especificamente em função da natureza do tributo de que se tratar, a competência e os poderes das autoridades administrativas em matéria de fiscalização da sua aplicação, aplica-se apenas 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> às pessoas naturais residentes e domiciliadas no País, que sejam ou devam ser inscritas no cadastro de pessoas físicas 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> às pessoas jurídicas, que sejam contribuintes do tributo a que se refira, inscritas ou não no cadastro próprio 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a pessoas em geral, contribuintes ou não, exceto às que gozem de imunidade tributária ou de isenção de caráter pessoal 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a pessoas em geral, contribuintes ou não, inclusive às imunes e às que gozem de isenção de caráter pessoal 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a pessoas em geral, contribuintes ou não, exceto às que gozem de imunidade tributária 
Bottom of Form 2
RESPOSTAS
Questão 1 alternativa C 
Questão 2 alternativa D 
Questão 3 alternativa C 
Questão 4 alternativa A 
Questão 5 alternativa B 
Questão 6 alternativa C 
Questão 7 alternativa D 
Questão 8 alternativa E 
Questão 9 alternativa B 
Questão 10 alternativa D 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 03
Top of Form 3
PRIVATE�01 O titular de determinada Delegacia da Receita Federal de Julgamento, ao prolatar decisão em primeira instância, deixou de apreciar as razões de defesa apresentadas pelo sujeito passivo, o que levou o Conselho de Contribuintes a declarar a nulidade da decisão de primeira instância. Conseqüentemente, é correto afirmar que: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não se formou a relação jurídica processual 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A relação jurídica processual se formou, mas foi anulada 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a relação jurídica processual não subsiste, mas permanece a relação jurídica material 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a relação jurídica processual subsiste 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> anulada a relação jurídica processual, resta anulada a relação jurídica material, com a qual aquela se confunde 
     
02 O processo administrativo fiscal, no atual sistema jurídico brasileiro, subordina-se a uma limitação de caráter constitucional, decorrente do princípio da unidade de jurisdição. Isso significa que: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> se o sujeito passivo impugnar a exigência na esfera administrativa, não poderá ingressar com processo na esfera judicial 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o sujeito passivo só pode discutir a exigência na esfera judicial após esgotada a esfera administrativa 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a decisão irrecorrível, no processo administrativo, contrária ao sujeito passivo, faz coisa julgada, não podendo ser submetida à apreciação do Poder Judiciário 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não pode haver concomitância de discussão de uma lide no âmbito administrativo e no âmbito judicial, podendo o sujeito passivo optar entre esgotar a esfera administrativa e depois ingressar na judicial ou, ao contrário, esgotar a esfera judicial e depois ingressar na esfera administrativa 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o processo administrativo fiscal tem uma função de revisão interna do ato administrativo e apenas as decisões emanadas do Poder Judiciário são consideradas definitivas, com efeito de coisa julgada 
     
03 O sujeito passivo E.M., domiciliado em Brasília, DF, intimado a recolher crédito tributário formalizado em auto de infração, apresentou impugnação no último dia do prazo facultado pela lei, dirigindo-a ao Delegado da Receita Federal em Brasília. Nesse caso: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pelo princípio da informalidade, a autoridade preparadora deve receber normalmente a impugnação, encaminhando-a à autoridade competente para julgamento 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> deve o sujeito passivo ser intimado a corrigir o endereçamento (autoridade a quem é dirigida) na peça impugnatória 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a autoridade preparadora não deve receber a impugnação, orientando o sujeito passivo quanto à forma de retificá-la 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> embora, em princípio, a autoridade preparadora devesse intimar o sujeito passivo a regularizar a impugnação, no caso, tal será impossível, uma vez que o prazo para impugnação já se esgotou; conseqüentemente, o lançamento torna-se definitivo na esfera administrativa 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não se instaura o litígio, por estar a impugnação dirigida a autoridade incompetente 
     
04 A empresa importadora ABC impugnou lançamento formalizado em auto de infração em que se discutia a classificação fiscal de máquina importada. A autoridade julgadora de primeira instância, por entender que os elementos de prova trazidos aos autos pela fiscalização e pelo sujeito passivo não eram suficientes para formar sua convicção, determinou a realização de diligência junto ao Instituto Nacional de Tecnologia, formulando indagações quanto ao funcionamento da máquina, importantes, a seu juízo, para a classificação. Determinou, outrossim, fosse o sujeito passivo intimado a se manifestar sobre o pedido de diligência e a formular indagações que entendesse importantes a serem esclarecidas pela mencionada instituição, bem como fosse cientificado do resultado da diligência antes do retorno do processo para julgamento. O sujeito passivo não atendeu às intimações para se manifestar prévia e posteriormente à realização da diligência. A autoridade julgadora, com base no resultado da diligência, formou sua convicção e decidiu a lide.Considerando os fatos descritos, assinale a assertiva correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A autoridade julgadora, tendo em vista o princípio da verdade material, pode mandar produzir provas e angariar para os autos todas as informações a respeito da matéria tratada, porém, uma vez que o sujeito passivo não atendeu à intimação, o processo deveria ter sido arquivado sem julgamento. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A decisão prolatada não produzirá efeito, pois a autoridade julgadora fica jungida aos aspectos considerados pelo sujeito passivo e pela fiscalização, não podendo determinar, de ofício, a produção de provas e a colação de informações por aqueles não apresentadas. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Por violar os princípios da verdade material e da neutralidade da autoridade julgadora, o procedimento descrito torna anulável a decisão. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O procedimendo descrito atende aos princípios orientadores do processo administrativo fiscal, não tornando anulável a decisão. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O procedimento descrito atende os princípios da verdade formal e da oficialidade, de observância obrigatória no processo administrativo fiscal. 
     
05 Analise se as proposições enunciadas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V) e, a seguir, assinale a opção que contém a seqüência correta.
I- Os atos e termos processuais, no processo administrativo fiscal, possuem formas rígidas, previstas na lei, que, se não observadas, acarretam a nulidade absoluta do processo.
II- Qualquer irregularidade na numeração das páginas do processo constitui vício insanável, acarretando a nulidade do processo.
III- O início do procedimento fiscal exclui a espontaneidade do sujeito passivo em relação aos atos anteriores. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, F, F 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, V, F 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, F,V 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, V 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, F, V 
     
06 Assinale as assertivas abaixo com F para falsa ou V para verdadeira e, a seguir, indique a opção que contém a seqüência correta.
( ) A intimação escrita, feita pelo Auditor-Fiscal do Tesouro Nacional, regularmente cientificada ao contribuinte, determinando a apresentação de livros e documentos, dá início ao procedimento fiscal.
( ) No curso do procedimento fiscal, todos os termos devem ser lavrados no livro fiscal próprio para esse fim (Livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência), sob pena de não terem validade.
( ) Lavrado o termo de início de fiscalização, é assegurado ao sujeito passivo o prazo de 20 dias para regularizar espontaneamente qualquer irregularidade, somente podendo ser lavrado auto de infração após o decurso desse prazo sem a providência regularizadora por parte do sujeito passivo. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, F, F 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, V, V 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, F, F 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, V 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, F, V 
     
07 Analise se as proposições enunciadas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V) e, a seguir, assinale a opção que contém a seqüência correta.
I- Os atos e termos no processo administrativo fiscal não podem conter entrelinhas, rasuras ou emendas.
II- Na contagem dos prazos no processo administrativo fiscal excluem-se os dias em que não seja normal o expediente no órgão em que corra o processo.
III- Com a apreensão de mercadorias tem início o procedimento fiscal.
IV- A Dívida Ativa regularmente inscrita goza de presunção absoluta de liquidez e certeza. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, V ,V, F 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, F, V, F 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, F, F, V 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, F, F, F 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, F, V, F 
     
08 João das Candeias foi notificado de lançamento que lhe exigia diferença de imposto de renda. Estando com viagem marcada para o exterior para aquele mesmo dia, comunicou o fato à Delegacia da Receita Federal de seu domicílio, por via postal mediante aviso de recebimento, informando, ainda, que tomaria as providências relativas ao caso tão logo retornasse. Tendo regressado 45 dias depois, impugnou a exigência. Nesse caso: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> será declarada a revelia, permanecendo o processo no órgão preparador por trinta dias, para cobrança amigável 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a prorrogação do prazo para impugnação só pode ser decidida pelo Delegado de Julgamento 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o órgão preparador (Delegacia da Receita Federal) encaminhará o processo à Procuradoria da Fazenda Nacional para manifestação sobre a tempestividade da impugnação 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o órgão preparador (Delegacia da Receita Federal) encaminhará o processo à Delegacia da Receita Federal de Julgamento, cujo titular declarará a revelia 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tendo em vista as características especiais do caso, e considerando que a comunicação do sujeito passivo deu-se no mesmo dia em que ele foi intimado, o Delegado da Receita pode prorrogar o prazo para impugnação 
     
09 João da Silva, servidor público, vendeu a José Pereira um imóvel por R$ 200.000,00, obtendo um lucro de R$ 50.000,00. Como parte dos recursos utilizados por José para o pagamento eram oriundos de rendimentos tributáveis, porém não oferecidos à tributação, a escritura foi passada por R$ 100.000,00. Com isso, também João não pagou imposto de renda sobre o lucro imobiliário. Quebrado o sigilo bancário de João por suposto envolvimento em crime de corrupção, a Receita Federal, autorizada pelo Poder Judiciário, teve acesso ao cheque no valor de R$ 200.000,00, depositado em sua conta bancária, intimando-o a comprovar a operação que deu origem ao pagamento. Ao saber que João fora intimado, José pediu retificação de sua declaração do imposto de renda, para oferecer à tributação os rendimentos anteriormente omitidos.
Considerando esses fatos, assinale a opção correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Enquanto não lavrados os autos de infração respectivos, tanto João como José podem pagar espontaneamente o imposto sobre os rendimentos omitidos, ficando excluída sua responsabilidade pela infração. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A intimação feita a João exclui sua espontaneidade, mas não atinge José, que não foi intimado. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A espontaneidade de José só ficará excluída se e quando for lavrado o auto de infração contra João. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A intimação feita a João exclui a espontaneidade de João e de José. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A intimação feita a João não tem qualquer implicação, pois ainda não se estabeleceu a relação jurídica processual. 
     
10 Analise se as proposições enunciadas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V) e, a seguir, assinale a opção que contém a seqüência correta.
I - Compete à autoridade preparadora negar seguimento a recurso ao Conselho de Contribuintes apresentado fora do prazo.
II - A exigência inicial do crédito tributário pode ser agravada em decorrência da decisão de primeira instância.
III - O momento processual próprio para a apresentação de provas documentais é com a impugnação, sendo defeso ao sujeito passivo apresentá-las depois. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, V 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, V, F 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, F, F 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, F, V 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, F 
Bottom of Form 3
RESPOSTAS 
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa E 
Questão 3 alternativa A 
Questão 4 alternativa D 
Questão 5 alternativa C 
Questão 6 alternativa C 
Questão 7 alternativa E 
Questão 8 alternativa A 
Questão 9 alternativa D 
Questão 10 alternativa B 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 04
Top of Form 4
PRIVATE�01 No curso de procedimento de fiscalização junto à empresa ABC, domiciliada no Rio de Janeiro, efetuada pelo Auditor-Fiscal do Tesouro Nacional A, servidor lotado e em exercício na Delegacia da Receita Federal no Rio de Janeiro, fez-se necessária diligência junto à empresa XYZ, fornecedora da fiscalizada, domiciliada na cidade de São Paulo. Como resultado da diligência, realizada pelo próprio auditor A, ficou constatado o cometimento de infrações tanto por parte da empresa ABC como por parte da empresa XYZ.Diante dessa situação é correto afirmar que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a diligência não tem validade, tendo em vista que o auditor-fiscal A é de jurisdição diversa do domicílio tributário do sujeito passivo 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a diligência, mesmo formalizada por servidor de jurisdição diversa do domicílio tributário do sujeito passivo, tem validade, mas o auto de infração contra XYZ só pode ser lavrado por auditor-fiscal da Delegacia da Receita Federal em São Paulo, em razão da competência para julgamento 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ambos os procedimentos em relação a XYZ (diligência e auto de infração), mesmo formalizados pelo auditor-fiscal A, são válidos, e, se impugnado o auto de infração, o julgamento compete ao titular da Delegacia da Receita Federal de Julgamento no Rio de Janeiro 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> nenhum dos dois procedimentosem relação a XYZ (diligência e auto de infração) é válido, porque formalizados por servidor competente de jurisdição diversa do domicílio tributário do sujeito passivo 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Ambos os procedimentos em relação a XYZ (diligência e auto de infração), mesmo formalizados pelo auditor-fiscal A, são válidos, e se impugnado o auto de infração, o julgamento compete ao titular da Delegacia da Receita Federal de Julgamento em São Paulo 
     
02 Em procedimento de fiscalização, o auditor-fiscal apurou que a empresa fiscalizada vendeu mercadorias sem registrar as operações respectivas em seus livros comerciais e fiscais. Esse fato, correspondente a omissão de receitas operacionais, caracterizou infração à legislação do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), que implicou a exigência, também, de Contribuição Social sobre o Lucro (CSL), de Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS) e de Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). Diante dessa situação, o procedimento do auditor será o seguinte: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Deverão ser formalizados quatro autos de infração, um para cada exigência, os quais serão objeto de um único processo. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Deverá ser lavrado um auto de infração principal, relativo ao IRPJ, e outro auto de infração contendo todas as exigências das contribuições (CSL, PIS e COFINS), que se caracterizam como acessórias. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Deverão ser formalizados quatro autos de infração, um para cada exigência, que darão origem a quatro processos distintos. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Deverá ser lavrado um auto de infração para cada exigência, os quais serão objeto de dois processos distintos, o primeiro, contendo os autos de infração do IRPJ e da CSL, por serem da competência julgadora, na segunda instância, do Primeiro Conselho de Contribuintes, e o segundo, contendo os autos de infração do PIS e da COFINS, por serem da competência julgadora, em segunda instância, do Segundo Conselho de Contribuintes. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Deverá ser lavrado um único auto de infração formalizando as exigências relativas ao IRPJ, à CSL, ao PIS e à COFINS. 
     
03 Após tentar sem sucesso dar ciência de auto de infração a um contribuinte intimando-o pessoalmente e por via postal ou telegráfica (não constavam outros endereços nos cadastros da Receita Federal que possibilitassem a intimação por via eletrônica, fax ou qualquer outro meio), a autoridade administrativa determinou a intimação por edital. O edital foi publicado no dia 01 de junho, segunda-feira. Sabe-se que nos dias 01 de junho e 16 de julho a repartição não funcionou, por serem feriados, e que nos dias 13, 14 e 15 de julho houve greve dos servidores, não tendo o expediente sido normal. O último dia do prazo para impugnação será: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 01 de julho 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 16 de julho 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 19 de julho 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 17 de julho 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 02 de julho 
     
04 Após colher todos os elementos necessários no estabelecimento do contribuinte, o auditor-fiscal lavrou o auto de infração na repartição e, por via postal, intimou o sujeito passivo a comparecer na repartição para tomar ciência do lançamento. O Aviso de Recebimento foi restituído pelos Correios devidamente assinado e datado. Não tendo o sujeito passivo comparecido, o auditor tentou fazer a intimação pessoal, comparecendo ao estabelecimento fiscalizado, mas não conseguiu encontrar qualquer representante legal, mandatário ou preposto do sujeito passivo para receber a intimação. Diante disso, fez a intimação por edital. Considerados os fatos descritos pode-se dizer que a intimação 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por edital é válida, porque precedida de tentativa de intimação pessoal e por via postal 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não é válida porque, embora tentadas a intimação pessoal e a por via postal, a tentativa por via postal precedeu a tentativa pessoal 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não é válida porque não restou provado ter resultado improfícua a tentativa de intimação por via postal 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não é válida porque só se admite fazê-la por edital se não constar qualquer endereço do contribuinte nos cadastros da Receita Federal 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é válida porque a lei admite que ela seja feita, à opção da administração, pessoalmente, por via postal ou por edital 
     
05 Ao apresentar sua impugnação a auto de infração, o sujeito passivo requereu perícia, formulando quesitos e indicando nome, endereço e qualificação profissional do seu perito. A autoridade julgadora de primeira instância, nesse caso, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> está obrigada a deferir a realização da perícia, uma vez que o contribuinte observou os requisitos legais para a formulação do respectivo pedido 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> poderá, mediante despacho no processo, indeferir a perícia, abrindo prazo de quinze dias para o sujeito passivo recorrer do indeerimento 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não poderá deferir a perícia sem antes ouvir o autor do auto de infração, tendo em vista o princípio do contraditório 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> se entender prescindível a perícia, poderá indeferi-la, fazendo constar da decisão o indeferimento, devidamente fundamentado 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> só poderá indeferir a perícia se a mesma for impraticável 
     
06 O importador A foi autuado por divergência na classificação fiscal de produto submetido a despacho de importação. O autuante fundamentou a exigência em laudos e pareceres técnicos produzidos em relação a produto originário do mesmo fabricante, com igual denominação, marca e especificações, importado por B, os quais foram transladados mediante cópia fiel. O importador A impugnou a exigência, alegando que os laudos e pareceres, por não terem sido produzidos para o produto por ele importado, eram estranhos ao processo. Nesse caso, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A existência dos laudos no processo impede a solicitação, pela autoridade julgadora, de novos laudos 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os laudos e pareceres, por não terem sido emitidos para o produto objeto do litígio, devem ser rejeitados pela autoridade julgadora 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os laudos e pareceres transladados têm eficácia, e a autoridade julgadora fica a eles adstrita 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> embora a existência de laudos no processo, pelo princípio da economia, impeça a solicitação de novos laudos, neste caso poderão ser pedidos, uma vez que os laudos existentes não se referem ao próprio produto objeto do litígio 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os laudos e pareceres transladados têm eficácia e a autoridade, ao apreciá-los, formará livremente sua convicção 
     
07 Assinale a opção correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O recurso especial de divergência, nos casos em que é admitido, pode ser interposto pelo sujeito passivo e pelo Procurador da Fazenda Nacional. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O recurso de ofício deve ser interposto no prazo de 30 dias da ciência da decisão. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> À Câmara Superior de Recursos Fiscais compete julgar apenas os recursos especiais de divergência. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Compete aos Delegados da ReceitaFederal a interposição de recurso de ofício de decisões dos Delegados de Julgamento. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O exame de recurso voluntário compete, sempre, ao Conselho de Contribuintes. 
     
08 Nas opções abaixo, indique, com o algarismo romano que identifica os atos a seguir, quem é competente para praticá-los.
I - Julgar recurso voluntário de decisão do Delegado da Receita Federal de Julgamento, em processo administrativo fiscal relativo ao Imposto sobre Operações Financeiras.
II - Julgar recurso de ofício em processo administrativo fiscal relativo ao Imposto sobre Produtos Industrializados vinculado à importação.
III - Julgar recurso voluntário de decisão que deu provimento a recurso de ofício.
IV - Propor ao Ministro de Estado a aplicação de eqüidade, na forma da legislação vigente, quando não houver reincidência, sonegação, fraude, simulação ou conluio, em processo de imposto de renda.
V - Julgar, no processo administrativo fiscal, a impugnação do sujeito passivo.
( ) Delegado da Receita Federal de Julgamento
( ) Terceiro Conselho de Contribuintes
( ) Câmara Superior de Recursos Fiscais
( ) Cada uma das Câmaras do Primeiro Conselho de Contribuintes
( ) Segundo Conselho de Contribuintes 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II, III, I, IV, V 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, II, III, IV, I 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I, II, III, IV, V 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, II, III, I, IV 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> III, II, I, V, IV 
     
09 Contra a empresa ALFA foi lavrado auto de infração para exigência de crédito tributário no valor de R$ 2.000.000,00 de tributo e multa, além de juros de mora. Desse total de crédito exigido, R$ 1.200.000,00 correpondem à infração caracterizada como omissão de receitas pela falta de contabilização de vendas e R$ 800.000,00 pela falta de comprovação hábil de despesas.Tendo o contribuinte impugnado a exigência, a autoridade julgadora de primeira instância entendeu como hábil a comprovação das despesas, excluindo da exigência a parcela do crédito a ela correspondente (R$ 800.000,00). Sabe-se que o limite de alçada, para interposição de recurso de ofício, é de R$ 500.000,00. Quarenta dias após tomar ciência da decisão de primeira instância, a empresa apresentou recurso ao Conselho de Contribuintes, quanto à parte mantida (referente à omissão de receitas).Diante dessa situação, é correto afirmar que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ainda que o contribuinte pague a parcela do crédito mantida (R$ 1.200.000,00 mais juros de mora) a decisão não se torna definitiva na esfera administrativa 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por ter sido o recurso apresentado fora de prazo, a autoridade preparadora declarará a definitividade da decisão, determinando a cobrança do crédito 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> para que a decisão de primeira instância se torne definitiva na esfera administrativa, é necessário e suficiente que o Conselho declare a perempção do recurso do sujeito passivo 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tendo o contribuinte perdido o prazo para recurso, deverá pagar a parcela mantida (R$ 1.200.000,00 mais juros de mora), o que acarretará a extinção total do crédito constituído e imediato arquivamento do processo 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a decisão de primeira instância tornou-se definitiva na esfera administrativa, após decorridos 30 dias de sua ciência pelo sujeito passivo 
     
10 Entre as proposições a seguir, assinale a opção correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> De decisão do Conselho de Contribuintes, não cabe qualquer recurso. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> No âmbito da Secretaria da Receita Federal, a consulta é decidida em instância única. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> De decisão da Câmara Superior de Recursos Fiscais, cabe pedido de reconsideração. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> De decisão do Conselho de Contribuintes, cabe recurso de ofício. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O recurso especial no processo de consulta tem efeito suspensivo. 
Bottom of Form 4
RESPOSTAS
Questão 1 alternativa E 
Questão 2 alternativa A 
Questão 3 alternativa D 
Questão 4 alternativa C 
Questão 5 alternativa D 
Questão 6 alternativa E 
Questão 7 alternativa A 
Questão 8 alternativa B 
Questão 9 alternativa A 
Questão 10 alternativa B 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 05
Top of Form 5
PRIVATE�01 O recurso especial à Câmara Superior de Recursos Fiscais, pode ser interposto pelo 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Procurador da Fazenda Nacional, de qualquer decisão contrária à lei 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sujeito passivo, de decisão não unânime contrária à evidência das provas 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sujeito passivo, de decisão que tenha dado à lei tributária interpretação divergente da que lhe tenha dado a mesma Câmara 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Procurador da Fazenda Nacional, de decisão que tenha dado à lei tributária interpretação divergente da que lhe tenha dado a mesma Câmara 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Procurador da Fazenda Nacional, de decisão não unânime contrária à evidência das provas 
     
02 A contribuinte Rosa da Silva, com domicílio fiscal no Rio de Janeiro, passava férias em Brasília quando tomou conhecimento de que seu inquilino, no Rio de Janeiro, retivera imposto de renda na fonte sobre os rendimentos de aluguel que creditara em sua conta bancária. Tendo dúvida sobre se caberia ou não a retenção, uma vez que o contrato de locação fora firmado com pessoa física, mas no imóvel funcionava pessoa jurídica, formulou consulta ao Superintendente da Receita Federal da 1ª Região Fiscal, em Brasília, onde se encontrava. Considerados esses fatos, assinale a opção correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A consulta não produz efeito, porque Rosa da Silva não tem legitimidade para formulá-la, mas apenas o inquilino, na qualidade de fonte. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A consulta é eficaz, e da solução proferida pelo órgão regional cabe recurso, com efeito suspensivo, ao órgão central. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A consulta é ineficaz, porque apresentada fora do domicílio fiscal da consulente. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A consulta é eficaz, mas deverá ser encaminhada à Superintendência da 7ª Região Fiscal (Rio de Janeiro) após solucionada. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A consulta é eficaz, podendo ser solucionada indiferentemente pela Superintendência da 1ª RF ou da 7ª RF, e da solução cabe pedido de reconsideração. 
     
03 Considerando a competência para, no âmbito da Secretaria da Receita Federal, solucionar os processos administrativos de consulta sobre interpretação da legislação tributária, identifique, na relação dos consulentes abaixo, com a letra C, se a competência for de órgão central, e com a letra R se a competência for de órgão regional. Em seguida, assinale a opção que contém a seqüência correta.
( ) Órgão Central da Administração Pública do Estado do Rio de Janeiro
( ) Órgão Regional da Administração Pública Federal
( ) Órgão Central da Administração Pública Federal
( ) Órgão Regional da Administração Pública do Estado de São Paulo
( ) Confederação Nacional do Comércio
( ) Federação das Indústrias do Estado de São Paulo
( ) Banco Brasileiro de Descontos S/A 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> R, C, C, R, C, R, R 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> R, R, C, R, C, R, R 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> C, R, C, R, C, R, R 
D) <!--INPUTTYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> R, C, C, R, C, C, R 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> C, R, C, R, C, C, R 
     
04 O contribuinte ALFA, domiciliado no Rio de Janeiro, formulou consulta sobre determinada matéria, solucionada pela Superintendência da Receita Federal da Sétima Região Fiscal (SRRF-7), do Estado do Rio de Janeiro. O contribuinte BETA, domiciliado em São Paulo, recebera, no ano anterior, da Superintendência da Receita Federal da Oitava Região Fiscal (SRRF-8) do Estado de São Paulo, solução diferente, em consulta formulada sobre matéria idêntica. BETA tomou conhecimento da solução dada à consulta de ALFA através de publicação na imprensa oficial.Considerando esses fatos, assinale a opção correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O contribuinte BETA pode adotar a solução dada pela Superintendência da Sétima Região Fiscal, considerando revogada a solução anterior por ele recebida. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> BETA pode interpor recurso especial, com efeito suspensivo, ao órgão central da Secretaria da Receita Federal, comprovando a existência de soluções divergentes. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A solução da divergência pelo órgão central acarretará a edição de ato específico uniformizando o entendimento, o qual, em relação ao destinatário da solução reformada, produzirá efeitos a partir de 30 dias contados da data da ciência. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Qualquer servidor da administração tributária que tomar conhecimento das soluções divergentes deverá formular representação ao órgão que houver proferido a decisão, encaminhando as soluções divergentes sobre a mesma matéria. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Por não poder haver tratamentos diferentes para a mesma matéria, a interposição do recurso especial de divergência por BETA suspende os efeitos da solução dada a ALFA, por ser posterior. 
     
05 Determinado contribuinte, ao impugnar auto de infração, requereu perícia, cumprindo todos os requisitos exigidos na lei. A autoridade julgadora de primeira instância não se pronunciou sobre o pedido de perícia e, com base nos elementos contidos nos autos, julgou procedente a exigência formalizada no auto de infração. Inconformado, o contribuinte recorreu ao Conselho de Contribuintes, argüindo, como preliminar, nulidade da decisão de primeira instância, por cerceamento de defesa. O Conselheiro Relator do processo, no Conselho de Contribuintes, entendeu que os elementos contidos nos autos são suficientes para decidir a lide, não sendo necessária a perícia.Diante disso, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em hipótese alguma a decisão poderá ser anulada, uma vez que a lei prevê que a autoridade julgadora indeferirá a perícia desnecessária, e, assim, o fato de ela não ter se realizado não cerceia a defesa 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> se o Relator entender que o contribuinte tem razão quanto ao mérito, não devendo prevalecer a exigência, apesar de merecer acolhimento a preliminar de nulidade, deixará de pronunciá-la, decidindo quanto ao mérito em favor do recorrente 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em qualquer hipótese, o Relator deverá anular a decisão por não ter se pronunciado sobre o pedido de perícia, o que configura cerceamento de defesa 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o Relator deverá votar pelo deferimento da perícia, suprindo a omissão da autoridade julgadora de primeira instância 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não há como declarar a nulidade da decisão, pois foi proferida por autoridade competente 
     
06 Em recurso dirigido ao Conselho de Contribuintes, o sujeito passivo argüiu preliminar de decadência do direito da Fazenda de efetuar o lançamento. O Conselheiro Relator, representante da Fazenda, ao proferir seu voto, acatou a preliminar. Colocada em votação a preliminar, quatro conselheiros acolheram-na e quatro, entre os quais o Presidente da Câmara, rejeitaram-na.Nesse caso, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tendo em vista o empate, prevalece o voto do Relator, sendo acatada a preliminar e cancelada a exigência 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> prevalece o voto do Presidente, sendo rejeitada a preliminar; assim sendo, uma vez que o Relator foi vencido e não ultrapassa a preliminar, não votará ele quanto ao mérito 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> rejeitada a preliminar pelo voto de qualidade, por ter sido, o Relator, vencido na preliminar, a votação quanto ao mérito fica adiada para a primeira sessão seguinte 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> considera-se rejeitada a preliminar pelo voto de qualidade e, proclamada a rejeição, deve o Conselheiro Relator vencido votar quanto ao mérito 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os conselheiros que acolheram a preliminar podem se abster de votar quanto ao mérito 
     
07 Ao formalizar seu voto, o Conselheiro Relator cometeu erro de cálculo, prejudicial à Fazenda Nacional, o que foi detectado pela autoridade incumbida da execução do acórdão.Nesse caso, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> mediante representação da autoridade incumbida da execução do acórdão, o erro será retificado pela Câmara 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tratando-se de simples erro de cálculo, a autoridade incumbida da execução do acórdão pode proceder à correção 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a autoridade incumbida da execução do acórdão deve representar ao Procurador da Fazenda Nacional, para que este apresente Recurso junto à Câmara Superior de Recursos Fiscais 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o Presidente da Câmara poderá, a pedido da autoridade incumbida da execução do acórdão, retificar o erro 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a autoridade tem o prazo de cinco dias para requerer a retificação ao Relator 
     
08 Com relação à Dívida Ativa da Fazenda Pública, assinale, entre as opções abaixo, a que contém uma afirmação falsa. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A Certidão da Dívida Ativa em hipótese alguma pode ser emendada ou substituída. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Abrange atualização monetária, juros e multas e demais encargos previstos em lei ou contrato. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Uma vez inscrita pelo órgão competente, goza de presunção de liquidez e certeza e tem efeito de prova pré-constituída. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A Certidão da Dívida Ativa tem eficácia de título executivo, possibilitando sua utilização em processo de execução. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Compreende créditos tributários e não-tributários vencidos e não pagos. 
     
09 João da Silva, casado, proprietário de um terreno avaliado em R$150.000,00 e da casa onde mora com a família, avaliada em R$200.000,00, tomou empréstimo de R$100.000,00 em instituição financeira, dando, como garantia, hipoteca do terreno. João veio a falecer sem ter pago o empréstimo e deixando, ainda, uma dívida de imposto de renda de R$180.000,00, formalizada um ano após a constituição da hipoteca sobre o terreno, já vencida e inscrita na Dívida Ativa da União. Os únicos bens integrantes do espólio são o terreno e a casa acima mencionados.Sabendo que a lei considera impenhorável o imóvel residencial da entidade familiar, assinale a opção correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A Fazenda Pública ficou sem qualquer garantia quanto ao seu crédito, pois a casa é impenhorável e o terreno está gravado com hipoteca constituída antes da constituição do crédito da Fazenda. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O terreno e a casa respondem pelo pagamento do débito inscrito na Dívida Ativa, uma vez que não podemser opostas à Fazenda Pública quaisquer cláusulas que onerem ou gravem com impenhorabilidade ou inalienabilidade dos bens. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Por ser o valor da casa suficiente para responder pela dívida para com a Fazenda Pública, e estando o terreno hipotecado, apenas a casa poderá ser penhorada. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A Fazenda ficou sem qualquer garantia, porque, com o falecimento, abre-se a sucessão e os bens transmitem-se imediatamente aos sucessores. Uma vez que os sucessores não são os devedores titulares, não terá a Fazenda como executar a dívida, por falta de garantia. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O terreno responde pelo pagamento da Dívida Ativa da Fazenda Pública. 
     
10 A empresa Centrais de Energia Elétrica de Barra Funda S/A, autuada por falta de recolhimento da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), impugnou a exigência alegando estar ao abrigo da imunidade prevista no § 3º do art. 155 da Constituição. Apreciando a impugnação, a autoridade julgadora de primeira instância manteve a exigência. A empresa recorreu tempestivamente ao Conselho de Contribuintes, instruindo seu recurso com cópia da petição inicial de ação em mandado de segurança, objetivando não ser compelida a recolher a contribuição, bem como da liminar concedida.
Neste caso, o Conselho deverá 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dar provimento ao recurso, tendo em vista a liminar obtida pelo contribuinte 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> retirar o processo de pauta até que sobrevenha a decisão definitiva na esfera judicial 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não tomar conhecimento do recurso, pois a propositura da ação judicial importa em renúncia ao poder de recorrer na esfera administrativa ou desistência do recurso acaso interposto 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tomar conhecimento do recurso e julgá-lo normalmente, pois as instâncias administrativa e judicial são independentes 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> julgar o recurso; no caso de dar-lhe provimento, determinar o arquivamento do processo; no caso de negar-lhe provimento, determinar que se aguarde a decisão judicial para prosseguir na cobrança, eis que o crédito se encontra com a exigibilidade suspensa pela liminar concedida 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa E 
Questão 2 alternativa C 
Questão 3 alternativa B 
Questão 4 alternativa D 
Questão 5 alternativa B 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativa A 
Questão 8 alternativa A 
Questão 9 alternativa E 
Questão 10 alternativa C 
PRIVATE�Direito Tributário 06
Top of Form 6
PRIVATE�01 No tocante à vigência no espaço, a legislação tributária 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Municípios pode vigorar fora de seus territórios, nos casos em que for admitida sua extraterritorialidade, mas apenas nos limites do Estado a que pertencem. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Estados e Municípios pode ter vigência no País, fora de seus territórios, desde que autorizada sua extraterritorialidade e fixados os seus limites por ato normativo do Governo Central da União. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Estados e Municípios, em decorrência de sua natureza local, em nenhuma hipótese pode vigorar no País, fora de seus respectivos territórios. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Estados e dos Municípios pode vigorar no País, fora de seus territórios, nos limites em que for admitida sua extraterritorialidade por convênios de que participem, ou nos limites do que for disposto pelo Código Tributário Nacional ou por outras leis federais de ordem geral. 
     
02 Segundo o Código Tributário Nacional entram em vigor, salvo disposição legal em contrário, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na data de sua publicação, os atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na data de sua publicação, os efeitos normativos decorrentes de decisões dos órgãos singulares ou coletivos de jurisdição administrativa a que lei atribua eficácia normativa. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorrer a publicação, os convênios que entre si celebrem a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na data por ela estipulada, a lei que majore impostos sobre o patrimônio ou a renda. 
     
03 A responsabilidade por infrações da legislação tributária 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende de que o ato infrator tenha sido praticado com dolo específico. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> independe, salvo disposição legal em contrário, da intenção do agente e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato infrator. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende de que o agente tenha se conduzido com dolo ou culpa, ainda que levíssima. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende de que o agente tenha atuado com dolo ou culpa e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato infrator. 
     
04 As normas gerais sobre legislação tributária, no que concerne ao fato gerador, à base de cálculo e aos contribuintes de tributos estaduais e municipais, são estabelecidas 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pela Constituição Estadual. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pela Constituição Federal. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por lei complementar federal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por lei complementar estadual. 
     
05 Em Território Federal, competem 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ao Território, os impostos estaduais e, cumulativamente, os impostos municipais se aquele não for dividido em Municípios. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> à União, os impostos estaduais e, se o Território não for dividido em Municípios, cumulativamente, os impostos municipais. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ao Território, os impostos estaduais, cabendo os impostos municipais aos Municípios em que aquele for dividido. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ao Território, os impostos estaduais, e à União, os impostos municipais se aquele não for dividido em Municípios. 
     
06 A dívida ativa tributária 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é constituída com a sua regular inscrição na repartição administrativa competente, depois de transcorrido o prazo para pagamento fixado para tanto. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pressupõe regular inscrição feita a partir da ocorrência do fato gerador. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> deve constar de termo de inscrição que indique, obrigatoriamente, os requisitos elencados no artigo 202, I a V, do Código Tributário Nacional, sob pena de nulidade insanável do processo de cobrança. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> goza, se regularmente constituída, de presunção absoluta de certeza e liquidez, não podendo, por isso, ser ilidida por prova em contrário de qualquer natureza. 
     
07 Assinale a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A União pode instituir isenções de tributos estaduais e municipais, desde que o faça para promover o equilíbrio socioeconômico das diferentes regiões do País. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios é permitido estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> No regime de substituição tributária,é assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga a título de imposto ou contribuição caso, posteriormente, não se realize o fato gerador presumido. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A instituição, pela União, de tributo não uniforme em todo o território nacional, somente é permitida a título de incentivo fiscal. 
     
08 Na repartição das receitas tributárias, respeitado o que a Constituição Federal estabelece acerca dos percentuais e das situações para que ocorra a participação, observar-se-á o seguinte: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os Estados e os Municípios, quanto aos impostos federais, participam do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza e sobre a propriedade territorial rural. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os Municípios, quanto aos impostos da União, participam do imposto sobre a propriedade territorial rural, e, quanto aos impostos estaduais, do IPVA e do ICMS. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os Estados, quanto aos impostos da União, participam do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, do imposto sobre a propriedade territorial rural e dos que a União, mediante lei complementar, instituir além dos já expressamente previstos pela Constituição Federal para compor a sua receita tributária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os Municípios, quanto aos impostos da União, participam dos impostos sobre a renda e proventos de qualquer natureza e sobre a propriedade territorial rural, e, quanto aos impostos estaduais, do IPVA e do ICMS. 
     
09 Assinale a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A enumeração dos impostos da União foi feita de forma exaustiva pela Constituição Federal, que expressamente veda a ampliação daqueles. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A Constituição Federal enumera os impostos de competência da União, mas esta pode instituir, mediante lei complementar, impostos além dos previstos, desde que respeitadas restrições impostas pela Carta Maior quanto à natureza, ao fato gerador e à base de cálculo dos novos impostos. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A Constituição Federal enumera os impostos de competência da União, que somente por Emenda Constitucional poderá instituir novos impostos além dos já previstos para compor a sua receita tributária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A enumeração dos impostos da União foi feita de forma exaustiva pela Constituição Federal, podendo lei complementar ampliá-los somente se se tratar de impostos extraordinários na iminência ou no caso de guerra externa. 
     
10 Assinale a alternativa incorreta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O pagamento total de um crédito tributário importa em presunção de pagamento de outros créditos tributários anteriores referentes ao mesmo sujeito passivo e ao mesmo tributo, cabendo ao sujeito ativo ilidir a presunção mediante prova inequívoca. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O crédito tributário tem preferência sobre qualquer outro, seja qual for sua natureza ou o tempo de sua constituição, ressalvados os créditos decorrentes da legislação do trabalho. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A isenção, salvo disposição legal em contrário, não é extensiva aos tributos instituídos posteriormente à sua concessão. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A consignação judicial da importância do crédito tributário pode ser feita pelo sujeito passivo, entre outros, nos casos de exigência, por mais de uma pessoa jurídica de direito público, de tributo idêntico sobre um mesmo fato gerador. 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa A 
Questão 3 alternativa B 
Questão 4 alternativa C 
Questão 5 alternativa B 
Questão 6 alternativa A 
Questão 7 alternativa C 
Questão 8 alternativa D 
Questão 9 alternativa B 
Questão 10 alternativa A 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 07
Top of Form 7
PRIVATE�01 0 IPTU tem como fato gerador: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> obra pública que beneficie imóvel do contribuinte. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a prestação de serviços relacionados com imóvel do contribuinte. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> atividade estatal específica referente a imóvel de propriedade do contribuinte. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a disponibilidade de serviços relacionados com imóvel do contribuinte. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a posse do bem imóvel localizado na zona urbana do Município. 
     
02 Outros impostos que não sejam cumulativos e não tenham base de cálculo e fato gerador idênticos aos da Constituição Federal: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> podem ser instituídos pelos Estados. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> podem ser instituídos pela União. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não podem ser instituídos pela União. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não podem ser Instituídos pela União ou Estados. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> podem ser instituídos por qualquer poder público. 
     
03 O tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica, relativa ao contribuinte é: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o imposto. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a taxa. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a tarifa. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a contribuição de melhoria. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o empréstimo compulsório. 
     
04 A obrigação acessória: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> jamais se converte em obrigação principal. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas por sua inobservância, converte-se em principal para todos os efeitos. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pelo simples fato de sua inobservância, converte-se em obrigação principal, relativamente ao pagamento do imposto. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pelo simples fato de sua inobservância, converte-se em obrigação principal, relativamente à penalidade pecuniária. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> se converte em principal, pela sua observância. 
     
05 A pessoa jurídica de direito público titular da competência para exigir o cumprimento da obrigação é o: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sujeito passivo da obrigação principal. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sujeito passivo da obrigação acessória. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sujeito ativo da obrigação. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> contribuinte ou responsável. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sujeito responsável. 
     
06 A capacidade tributária: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende da capacidade civil das pessoas naturais. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende de estar a pessoa jurídica regularmente constituída. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende, em certos casos, da capacidade civil das pessoas naturais. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> independe da capacidade civil das pessoas naturais. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende da regularização das pessoas jurídicas. 
     
07 Para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes, as convenções particulares relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não podem, salvo disposições de lei em contrário, ser opostas à FazendaPública. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> podem sempre ser opostas à Fazenda Pública. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> nunca podem ser opostas à Fazenda Pública. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> podem, a critério da autoridade fazendária, ser opostas à Fazenda Pública. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> podem ser opostas à Fazenda Pública em casos especiais definidos em decretos. 
     
08 A responsabilidade por infrações da legislação tributária: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende da intenção do agente ou do responsável e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> independe da intenção do agente ou do responsável e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato, salvo lei em contrário. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> independe da intenção do agente ou do responsável, mas depende da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende da intenção do agente ou responsável mas independe da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> independe sempre da intenção do agente ou responsável. 
     
09 Na ausência de disposição expressa, a autoridade competente para aplicar a legislação tributária utilizará sucessivamente: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a analogia, os princípios gerais do direito tributário, de direito público e a equidade. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a analogia e os costumes. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a analogia, os princípios gerais do direito público e a equidade. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a equidade, a analogia e os princípios. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a equidade, os princípios gerais do direito tributário, de direito público e a analogia. 
     
10 Segundo o CTN, o contribuinte e o responsável são, respectivamente: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o titular da competência para efetuar o pagamento do tributo, inclusive penalidades pecuniárias. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o sujeito passivo que tem relação pessoal e direta com o fato gerador e o sujeito passivo, que sem se revestir na condição de contribuinte, tenha obrigação decorrente de disposição expressa de lei. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as pessoas ligadas ao fato gerador. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o sujeito passivo indireto e o sujeito passivo direto. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a mesma coisa. 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa E 
Questão 2 alternativa B 
Questão 3 alternativa A 
Questão 4 alternativa D 
Questão 5 alternativa C 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativa A 
Questão 8 alternativa B 
Questão 9 alternativa A 
Questão 10 alternativa B 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 08
Top of Form 8
PRIVATE�01 As isenções tributárias são instituídas por: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> decretos e regulamentos. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> portaria ministerial. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> normas complementares. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> leis ordinárias. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> práticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas. 
     
02 Na repartição das Receitas Tributárias, assinale a alternativa correta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a União recebe, por transferência, parte da arrecadação dos Estados, e os Estados, por sua vez, parte da arrecadação dos Municípios. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a União recebe transferência dos Estados; os Municípios, transferências da União. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a União recebe parte da arrecadação dos Estados e dos Municípios, acrescenta-lhe uma parcela do resultante da arrecadação dos tributos de sua competência e procede à distribuição. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os Estados recebem transferência da União; os Municípios, transferências da União e dos Estados. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> são totalmente vedadas pela Constituição: cada entidade tem os seus tributos e a arrecadação respectiva. 
     
03 O município mantém serviço regular de coleta de lixo domiciliar exigindo das pessoas lá domiciliadas, por esse serviço: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> taxa ou imposto, conforme a caso. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> contribuição de melhoria, uma vez que irá valorizar os imóveis. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> imposto sobre serviços de qualquer natureza. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> taxa de serviço. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> imposto predial e territorial urbano. 
     
04 A homologação do lançamento e a conseqüente extinção do crédito tributário dar-se-ão após cinco anos se: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a lei não fixar prazo para a homologação. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não tiver havido dolo, fraude ou simulação. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a autoridade administrativa declará-la expressamente após fiscalização. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as alternativas a e b são corretas. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> mesmo se a lei fixar prazo inferior a cinco anos para homologação. 
     
05 Assinale a alternativa errada: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A Constituição não cria tributos, limitando-se a estipular a competência para instituí-los. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por ser de competência tributária comum, as taxas podem ser cobradas pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tendo em vista o fato gerador da contribuição de melhoria, ela pode ser cobrada cumulativamente pela União, Estados e Municípios. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é defeso à União instituir imposto sobre os serviços de transportes e comunicações por ser privativo dos Municípios o imposto sobre serviços de qualquer natureza. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o IPI é um imposto da União. 
     
06 Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Tributário Nacional: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é contribuinte a fonte pagadora de rendimento tributável, que, por força de lei, retenha e recolha o imposto retido. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> à pessoa obrigada as prestações que constituam o objeto da obrigação tributária acessória, por expressa disposição legal, dá-se o nome de responsável. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> salvo disposição de lei em contrário, nenhuma convenção entre particulares pode ser oposta ao Fisco com o objetivo de alterar a definição legal do sujeito passivo. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é contribuinte o sujeito passivo cuja obrigação decorre de disposição expressa de lei, independentemente de manter relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador da obrigação tributária. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> N.D.A. 
     
07 Somente em uma das hipóteses abaixo a União pode instituir empréstimos compulsórios, assinale-a: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> situação econômica de extrema gravidade. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> iminência de revolução interna, com graves consequências nas finanças do País.C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> situação financeira difícil. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> conjuntura que exija a absorção temporária de poder aquisitivo. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> para atender despesas extraordinárias decorrentes de calamidade pública. 
     
08 A lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em qualquer caso, quando seja expressamente interpretativa, excluída a aplicação de penalidades à infração dos dispositivos interpretados. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Em qualquer caso, quando seja expressamente interpretativa, incluída a aplicação de penalidades à infração dos dispositivos interpretados. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Em qualquer caso, desde que seja interpretativa. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Quando o fato gerador for futuro. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Quando o fato gerador for pendente. 
     
09 É uma modalidade de suspensão do crédito tributário: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a transação. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o pagamento. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo administrativo tributário. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a compensação. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a decadência. 
     
10 Interrompe-se a prescrição da ação para cobrança do crédito tributário: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a partir da data da decisão administrativa definitiva. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> após a decisão judicial definitivamente transitada em julgado. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a partir da data da decisão administrativa definitiva, desde que, de segunda instância. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por qualquer ato inequívoco, ainda que extra judicial, que importe em reconhecimento do débito pelo devedor. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pela homologação do lançamento regularmente efetuado. 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa D 
Questão 3 alternativa D 
Questão 4 alternativa D 
Questão 5 alternativa D 
Questão 6 alternativa C 
Questão 7 alternativa E 
Questão 8 alternativa A 
Questão 9 alternativa C 
Questão 10 alternativa D 
PRIVATE�Direito Tributário 09
Top of Form 9
PRIVATE�01 Uma lei instituída por um município, relativamente ao sujeito passivo da obrigação tributária oriunda da incidência do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, determina: o imposto é devido, solidariamente pelo possuidor direto do imóvel ou pelo indireto, a critério do órgão competente. Assinale a alternativa correta na hipótese de imóvel gravado com usufruto: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É direito do usufrutuário (possuidor direto) só ser acionado uma vez esgotados todos os meios administrativos de cobrança contra o nu-proprietário (possuidor indireto). 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A solidariedade, no caso, não comporta benefício de ordem. Logo, nenhum dos devedores solidários poderá exigir que o sujeito ativo cobre, inicialmente, o tributo deste ou daquele devedores. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Dado o benefício de ordem consagrado pelo C.T.N., inicialmente, o sujeito ativo deverá cobrar o tributo do usufrutuário que detém a posse direta do imóvel. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O sujeito ativo só poderá cobrar do usufrutuário 50% do imposto devido, uma vez que ele detém, tão somente, o direito de posse sobre o imóvel. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A responsabilidade do nu-proprietário (possuidor direto), apesar de ser solidária é subsidiária. 
     
02 Leia com atenção:
I. A constituição Federal, no inciso VI, letra a do seu artigo 150, determina: Art. 150 - É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: VI _ instituir imposto sobre: a) o patrimônio, a renda ou os serviços uns dos outros.
II. A lei estadual X determina no seu artigo 1º: Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a dispensar a multa relativa a créditos tributários apurados até 31 de dezembro de 1997, de valor igual ou inferior a R$ 10.000,00.
III. Relativamente ao Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, a lei de certo Município determina: Art. 2º - São isentos do imposto os imóveis situados em vilas populares construídas por companhias de habitação popular, através de financiamento pelo SFH e durante o prazo de amortização das parcelas.
Assinale a alternativa correta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os itens I e III contemplam hipóteses de não incidência, enquanto o item II hipótese de extinção do crédito tributário. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Enquanto o item I contempla hipótese de imunidade, os itens II e III contemplam hipóteses de exclusão do crédito tributário. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Enquanto os itens II e III contemplam hipóteses de não incidência legal, o item I contempla hipótese de isenção constitucional. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os três itens contemplam hipóteses de extinção do crédito tributário. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os três itens contemplam hipóteses de suspensão do crédito tributário. 
     
03 Para enfrentar as despesas extraordinárias provocadas pelas chuvas, o prefeito do município de Diadema instituiu empréstimo compulsório a ser cobrado dos seus munícipes. Essa medida é: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Certa, porque dito empréstimo é cobrável em razão de calamidade pública. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Errada, pois só a Câmara Municipal pode criar tributo. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Certa, porque não sendo o empréstimo compulsório um tributo, pode ser criado pelo Poder Executivo. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Errada, porque só a União pode instituir empréstimo compulsório. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Nenhuma das alternativas anteriores. 
     
04 Suponhamos que o município de Diadema, no Estado de são Paulo, não instituiu o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza _ ISS, de sua competência. Nesse caso: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O Estado de São Paulo poderia instituir o ISS, já que o município de Diadema não exerceu a competência tributária para instituí-lo. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O Estado de São Paulo não poderia instituir o ISS, pois o não exercício da competência tributária por um ente público não autoriza outro ente público a exercê-la. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O município de Diadema não poderia se omitir de instituir o tributo que lhe foi constitucionalmente deferido. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O ISS é imposto de competência comum, logo pode ser instituído, indistintamente, pela União, Estados ou Municípios. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Nenhuma das alternativas estão corretas. 
     
05 Assinale, abaixo, a alternativa correta:
I. A autorização para que a loja coloque luminoso na porta externa, concedida pela fiscalização municipal, pode ensejar a cobrança, pelo Município, de uma taxa fundada no seu poder de polícia.
II. A União, por meio de lei complementar e atendendo a relevante interesse social, poderá conceder isenção de taxas estaduais.
III. Criança de doze anos não pode ser sujeito passivo do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza.
IV. Tributo exigido em virtude de serviços públicos postos à disposição docontribuinte, mas não utilizados por ele, é uma taxa de serviço. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> só as proposições I, II e IV são verdadeiras. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> só as proposições I e III são verdadeiras. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> só as proposições I e IV são verdadeiras. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> só a proposição IV é verdadeira. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Nenhuma das alternativas é verdadeira. 
     
06 As alíquotas do ISS serão determinadas: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pelo Poder Legislativo dos Municípios e Estados. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pelos Prefeitos dos Municípios. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por lei municipal, até o máximo estabelecido em lei complementar. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pela Câmara dos Vereadores de cada Município, por proposta do Prefeito, até o valor que se queira. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por ato do Senado Federal. 
     
07 Estado de São Paulo cobrou uma taxa a ser paga por todos os usuários de serviço de esgoto recém-implantado. A Prefeitura de Diadema, apesar de usuária destes serviços, recusa-se a pagar. A atitude da Prefeitura: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é inconstitucional, pois a imunidade recíproca não abrange estes casos. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tem respaldo na Constituição, vez que a imunidade recíproca não atinge a vedação de tributação entre Estado e seus Municípios. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É constitucional, pois as imunidades tributárias só se referem aos impostos. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É perfeitamente legal, pois o serviço prestado a uma Prefeitura não pode ser objeto de nenhuma tributação. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É legal, vez que as pessoas jurídicas de Direito Público não podem ser tributadas. 
     
08 A imunidade e a isenção resultam no não pagamento de um tributo porque: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ambas limitam a competência tributária. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ambas excluem o crédito tributário. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a imunidade limita a competência tributária, e a isenção exclui o crédito tributário. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a imunidade exclui o crédito tributário, e a isenção limita a competência tributária. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ambas extinguem o crédito tributário. 
     
09 São fontes formais principais do Direito Tributário: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> leis ordinárias, Constituição, decretos e fato gerador. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> leis ordinárias, decretos-lei, decretos e portarias. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> leis ordinárias, leis complementares, decretos e tratados internacionais. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> leis complementares, decretos-lei, regulamentos e lançamento. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> leis delegadas, jurisprudência, convenções e resoluções. 
     
10 Imunidade é a situação em que: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 0 tributo não pode ser exigido, porque a disposição inconstitucional suprimiu a própria competência impositiva, sob forma de vedação ou limitação ao poder de tributar. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 0 tributo é devido por ter ocorrido o fato gerador, caindo sobre ele a norma tributária. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 0 pagamento do tributo é dispensado por não ter ocorrido o fato gerador. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Parte do pagamento do tributo é dispensado por ter ocorrido o fato gerador. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 0 tributo não pode ser exigido, porque a disposição constitucional suprimiu a própria competência impositiva, sob forma de vedação ou limitação ao poder de tributar. 
     
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RESPOSTAS 
Questão 1 alternativa B 
Questão 2 alternativa B 
Questão 3 alternativa D 
Questão 4 alternativa B 
Questão 5 alternativa C 
Questão 6 alternativa C 
Questão 7 alternativa A 
Questão 8 alternativa C 
Questão 9 alternativa C 
Questão 10 alternativa E 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 10
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PRIVATE�01 A natureza jurídica dos vários tributos decorre: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da natureza do negócio jurídico tributado. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da denominação legal. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> das características formais indicadas na lei. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do fato gerador da obrigação tributária. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da titularidade da competência para instituir o tributo. 
     
02 Quanto à vigência de decisões proferidas por órgãos administrativos colegiados, assinale a alternativa correta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> nada dispondo em contrário à legislação da respectiva esfera administrativa, 45 (quarenta a cinco) dias após a sua publicação. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em qualquer hipótese, nos termos da lei de introdução ao código civil, 45 (quarenta a cinco) dias após a sua publicação. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em qualquer hipótese, nos termos do C.T.N., na data de sua publicação. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em qualquer hipótese, nos termos do C.T.N., 30 (trinta) dias após a sua publicação. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> nos termos do C.T.N., salvo disposição em contrário da legislação específica, 30 (trinta) dias após a sua publicação. 
     
03 Nos termos do C.T.N. considera-se constituído o crédito tributário: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> com a ocorrência do fato gerador da obrigação tributária. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> com a notificação, por escrito ao contribuinte, da ocorrência do fato gerador. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> com o lançamento do crédito efetuado pela autoridade administrativa. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> independentemente de homologação com o lançamento do crédito efetuado pelo contribuinte. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> com o recolhimento antecipado do tributo. 
     
04 Leia com atenção:
I.Uma lei municipal X autorizou o poder executivo a dispensar multas relativas a créditos tributários apurados até 31 de dezembro de 1998, até a valor de R$ 100.000,00.
II. Uma certa lei municipal isentou do imposto sobre transmissão de bens móveis e direito a eles relativos as aquisições de terrenos destinados a construção de casas populares.
III. Em decorrência de enchentes ocorridas em um determinado Estado, a União prorrogou por 90 dias o prazo de recolhimento do IPI.
Considerando os casos acima descritos, assinale a alternativa correta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os itens I e III contemplam hipóteses de suspensão do crédito tributário e o item II de exclusão do crédito. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os itens I e II contemplam hipóteses de extinção do crédito tributário e o item III de suspensão do crédito. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> enquanto o item III contempla hipóteses de suspensão do crédito tributário, os itens I e II configuram exclusão do mesmo crédito. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> todos os três itens configuram hipóteses de exclusão do crédito tributário. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os três itenscontemplam hipóteses de extinção do crédito tributário. 
     
05 Considerando a competência atribuída pela constituição aos municípios para instituírem impostos sobre serviços de qualquer natureza - ISS - assinale a alternativa correta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas os municípios podem instituir imposto sobre serviços prestados por particulares. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os municípios, observado o principio da legalidade dos tributos, poderão instituir o ISS apenas com relação a serviços não compreendidos na competência tributária da União ou dos Estados. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> quanto a competência municipal para instituição do ISS apenas o serviço de transporte intermunicipal de passageiros fica excluído. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> quanto a competência municipal para instituição do ISS apenas os serviços intermunicipais de transporte de passageiros e comunicações ficam excluídos. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> quanto a competência dos municípios para a instituição do ISS, apenas os serviços intermunicipais de comunicação ficam excluídos. 
     
06 Quanto à cobrança judicial do crédito tributário, assinale a alternativa correta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a cobrança judicial do crédito tributário não está, em hipótese alguma, sujeita a concurso de preferência. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> independentemente de qualquer exceção, o crédito tributário de qualquer esfera de governo prefere a qualquer outro. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a cobrança judicial do crédito tributário, se não está sujeita a concurso de credores, está a habilitação em falência. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na cobrança judicial o crédito tributário estará sujeito ao concurso de preferência, apenas, entre as pessoas jurídicas de direito público. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> serão sempre pagos preferencialmente os créditos tributários habilitados em inventário àqueles que não o estejam. 
     
07 Assinale a alternativa correta:
As decisões finais proferidas por órgãos administrativos encarregados da composição de pendências em matéria tributária: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> como decorrência do princípio da inafastabilidade do controle judicial, não são definitivas para os sujeitos passivos, cabendo revisão pelo judiciário por iniciativa destes. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> são definitivas, apenas, para os contribuintes, cabendo o controle judicial relativamente ao sujeito ativo da obrigação. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o órgão julgador administrativo funciona como 1ª instância do judicial, não sendo definitiva a sua decisão. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> são definitivas para os sujeitos passivos das obrigações tributárias, não comportando, em hipótese alguma, qualquer controle judicial. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente são passíveis de revisão judicial quando favoráveis ao contribuinte. 
     
08 No interior de um certo Estado, na área urbana de seu município, são encontrados imóveis com edificações, alguns destinados à residência dos respectivos proprietários, e outros ao cultivo de produtos hortigrangeiros.
Quanto à tributação de tais imóveis assinale a alternativa correta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sobre os imóveis residenciais incide imposto predial, e sobre aqueles destinados ao cultivo de produtos hortigranjeiros, o imposto territorial rural. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em ambas as hipóteses incide o imposto predial, de competência do município. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sobre os imóveis residenciais incide o imposto predial urbano, e sobre aqueles destinados ao cultivo de produtos hortigranjeiros o imposto predial urbano e o territorial rural. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em ambas as hipóteses, por se tratar de imóveis situados no interior do Estado, incide o imposto territorial rural, de competência da União. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em ambas as hipóteses ocorre a incidência do imposto predial e do territorial rural, reduzidas as alíquotas correspondentes em 50%(cinqüenta per cento). 
     
09 Quanto à competência tributária, assinale a alternativa correta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é o poder de cobrar imposto. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é o direito de impor multas. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> de acordo com a constituição, é o poder de instituir tributos. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é a faculdade que tem o Estado de apreender mercadorias. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> nenhuma das respostas. 
     
10 Alberto vendeu a Francisco um terreno de sua propriedade, constando como cláusula contratual a obrigação de Francisco, no prazo de 10 anos, edificar, no referido terreno, um orfanato. Em caso de inadimplemento da condição, o bem voltaria ao patrimônio de Alberto. Considerando a transmissão da propriedade de bens imóveis como fato gerador do imposto municipal de transmissão, no caso descrito, a obrigação se constitui: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Com o implemento da condição contratual, que é de caráter suspensivo. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Com o lançamento do crédito tributário pela autoridade administrativa. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Quando o bem retornar ao patrimônio de Alberto pelo inadimplemento da condição resolutiva. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> No décimo ano após a celebração do contrato com a consolidação do direito de propriedade de Francisco sobre o imóvel. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Com a celebração do contrato e consequente transmissão da propriedade de Alberto para Francisco, porque a condição constante do contrato é resolutiva. 
     
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RESPOSTAS 
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa E 
Questão 3 alternativa C 
Questão 4 alternativa C 
Questão 5 alternativa B 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativa A 
Questão 8 alternativa B 
Questão 9 alternativa C 
Questão 10 alternativa E 
PRIVATE�Direito Tributário 11
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PRIVATE�01 Determinada indústria consome parte dos produtos por ela industrializados. Neste caso, há incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados? 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Não, pois o seu fato gerador é a saída dos produtos industrializados do estabelecimento industrial. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Não, pois não houve alienação dos produtos industrializados a terceiros. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, pois ocorreu o consumo dos produtos industrializados. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, porque houve circulação econômica dos produtos industrializados. 
     
02 A Constituição Federal proíbe que seja estabelecida limitação ao tráfego de pessoas ou mercadorias por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais. Aplica-se essa vedação 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> à União, aos Estados e aos Municípios. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> à União, aos Estados e ao Distrito Federal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. 
     
03 O ICMS 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é não-cumulativo, significando que, em qualquer hipótese, deverá ser assegurado o crédito para compensação como montante devido nas operações ou prestações seguintes. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> incide sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, assim como sobre o valor total da operação, quando as mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência impositiva municipal. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sendo de competência tributária do Estado-Membro, somente a legislação estadual pode excluir da incidência do imposto, nas exportações para o exterior, serviços e produtos determinados. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tem as suas alíquotas estabelecidas pelo Senado Federal, aplicáveis às operações e prestações internas, interestaduais e de exportação. 
     
04 Assinale a alternativa correta sobre responsabilidade tributária. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Apresentada a certidão negativa de tributos municipais, por ocasião da aquisição de prédio urbano, pelo comprador, salvo hipótese de dolo deste, não pode ser-lhe imputada qualquer responsabilidade pelos débitos anteriores à aquisição, quer porque ao documento público não se pode negar fé, quer porque o Estado deve responder por atos de seus agentes, assegurado o direito de regresso contra o responsável no caso de dolo ou culpa. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Mediante expressa previsão legal, a responsabilidade tributária, relativamente à obrigação principal ou acessória, pode ser atribuída à terceira pessoa vinculada ao fato gerador da obrigação tributária. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O espólio é responsável pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da partilha ou adjudicação, ao passo que a pessoa jurídica de direito privado que resultar de incorporação é responsável pelos tributos devidos até a data do ato pela pessoa jurídica de direito privado incorporada. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Ao teor do art. 135 do CTN, os gerentes, diretores ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado são pessoalmente responsáveis pelo crédito tributário referente ao ICMS devidamente escriturado nos livros fiscais e não recolhido no prazo estipulado na legislação tributária sempre que impossibilitada, por qualquer razão, a sua cobrança do contribuinte. 
     
05 O custeio dos sistemas de previdência social mantidos pelos Estados e pelos Municípios 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não poderá ser realizado por meio de contribuições, cuja competência impositiva é exclusiva da União Federal. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> poderá ser realizado por meio de contribuições de intervenção no domínio econômico, instituídas pelos Estados e Municípios respectivos. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> poderá ser realizado por meio de contribuições instituídas pelos Estados e Municípios respectivos, cobradas de seus servidores. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> deverá necessariamente ser feito mediante repasses efetuados pela União Federal, por meio dos Fundos de Participação de Estados e Municípios. 
     
06 A empresa Alfa S. A. impetrou mandado de segurança para discussão de certo tributo federal, tendo obtido liminar para suspensão do crédito respectivo, sem a necessidade de realização de depósito judicial. A segurança foi negada por decisão definitiva transitada em julgado. Dez dias após a publicação da decisão desfavorável, a Receita Federal lavrou auto de infração contra Alfa S. A. , por falta de recolhimento do tributo discutido, monetariamente corrigido, aplicando-lhe ainda multa pelo não recolhimento. O auto de infração 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não procede, pois a falta de recolhimento estava amparada por decisão judicial. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> procede em parte, porque a Alfa S. A. teria o prazo de 30 (trinta) dias para recolher o tributo, sem a imposição de penalidade. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> procede em parte, porque não flui correção monetária enquanto o crédito tributário está suspenso. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> procede totalmente, porque Alfa S. A. realmente infringiu a legislação tributária. 
     
07 São normas complementares de direito tributário 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os convênios celebrados entre os entes federativos. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as leis complementares. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as leis ordinárias e os seus respectivos regulamentos. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os tratados internacionais em matéria tributária. 
     
08 Se determinada operação, praticada entre contribuintes do IPI e do ICMS, constitui, simultaneamente, fato gerador de ambos os impostos, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente é cobrado o IPI. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os valores relativos ao ICMS não se incluem na base de cálculo do IPI. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o IPI e o ICMS são cobrados cumulativamente. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente é cobrado o ICMS. 
     
09 O Imposto sobre Transmissão inter vivos de Bens Imóveis (ITBI) não incide sobre 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> vendas de imóveis realizadas por sociedades de economia mista que exercem atividade econômica. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> vendas de imóveis realizadas por sociedade imobiliária. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> integralização, com imóveis, de capital de sociedade cujo objeto não seja a atividade imobiliária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> constituição de usufruto sobre imóvel. 
     
10 Não pode ser cobrado no mesmo exercício financeiro da publicação da lei que o instituiu, o imposto 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sobre produtos industrializados (IPI). 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sobre importação de produtos estrangeiros (I. I. ). 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sobre operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários (IOF). 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sobre a renda de proventos de qualquer natureza (IR). 
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa A 
Questão 2 alternativa D 
Questão 3 alternativa B 
Questão 4 alternativa A 
Questão 5 alternativa C 
Questão 6 alternativa B 
Questão 7 alternativa A 
Questão 8 alternativa B 
Questão 9 alternativa C 
Questão 10 alternativa D 
PRIVATE�Direito Tributário 12
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PRIVATE�01 Em nosso sistema tributário, é correto afirmar que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o imposto aumentado em determinado ano pode ser cobrado no mesmo exercício financeiro. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> todas as receitas tributárias devem observar o princípio da legalidade. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os tributos e multas são prestações pecuniárias compulsórias de caráter sancionatório. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o princípio da capacidade contributiva é inaplicável às multas fiscais e tarifas. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> alguns impostos federais não precisam observar o princípio da legalidade para aumento das respectivas alíquotas. 
     
02 A quantia cobrada por alguns municípios pelo estacionamento de veículos particulares, em determinadas vias públicas, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é inconstitucional, pois afronta princípios constitucionais. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende de lei estadual autorizativa da cobrança. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende de leimunicipal instituidora de taxa de ocupação. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tem natureza jurídica de preço, derivado da utilização da via pública. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tem natureza de contribuição de melhoria, derivada da conservação das vias públicas. 
     
03 As legislações municipais relativas ao ISS prevêem, para algumas atividades e serviços, alíquotas mais gravosas que atingem o percentual de 10%. Recentemente, foi editada Lei Complementar nº 100/99, que fixou em 5% as alíquotas máximas do ISS. Neste caso, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a lei complementar é inconstitucional, pois se trata de matéria da competência privativa do legislador ordinário. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a lei complementar é inconstitucional, pois se trata de matéria reservada às Resoluções do Senado. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o contribuinte deverá aplicar a alíquota de 5%, porque a lei ordinária do município perdeu sua eficácia. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o contribuinte deverá aplicar a alíquota de 10% até que, através de lei ordinária do município, seja reduzida a alíquota do imposto. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o contribuinte deverá aplicar a alíquota reduzida, podendo ainda repetir o imposto pago a maior ao município. 
     
04 Um contribuinte sonegou operação tributável e deixou de recolher o imposto devido em determinado exercício financeiro. Passados quatro anos, sob a vigência de alíquota do imposto e multa por infração reduzidas, o fiscal comparece ao estabelecimento para lavrar um auto de infração. Nesta hipótese, deverá aplicar 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a alíquota mais gravosa vigente à data do fato gerador e cominar a multa menos gravosa vigente à data da autuação fiscal. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a alíquota do imposto e a multa fiscal menos gravosas vigentes à data da autuação fiscal. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a alíquota do imposto e a multa fiscal mais gravosas vigentes à data da ocorrência do fato gerador. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a alíquota menos gravosa vigente à data da autuação fiscal e cominar a multa mais gravosa vigente à data da ocorrência do fato gerador. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os dispositivos do Código Tributário Nacional e deixar de apurar o imposto e respectiva multa, reconhecendo o decurso do prazo decadencial. 
     
05 Em nosso sistema tributário, os diretores e gerentes de pessoas jurídicas de direito privado 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> respondem solidariamente e sem benefício de ordem pelos débitos fiscais da respectiva empresa. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> respondem pessoalmente por tributos e multas derivados de ilícitos fiscais praticados na respectiva empresa. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> respondem pessoalmente por tributos derivados de ilícitos fiscais, mas não pelas respectivas multas. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não respondem pessoalmente pelos débitos fiscais de quaisquer natureza da respectiva empresa. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente respondem pessoalmente pelos débitos fiscais apurados contra as sociedades anônimas. 
     
06 Um contribuinte sonegou operação tributável e deixou de recolher o imposto devido em determinado exercício financeiro. Passados cinco anos contados da ocorrência do fato gerador foi lavrado auto de infração contra o contribuinte e o mesmo impetrou mandado de segurança contra o Fisco, invocando decurso de prazo extintivo da pretensão. A hipótese é de 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> denegação da segurança, pois não se consumou a decadência tributária. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> concessão da segurança, pois se consumou a decadência tributária. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> decadência, mas não cabe segurança. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> concessão da segurança, pois se consumou a prescrição tributária. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> prescrição, mas não cabe segurança. 
     
07 Em nosso sistema tributário:
I. O Imposto de Importação integra a base de cálculo do ICMS nas importações de produtos estrangeiros.
II. A União e os Estados têm competência residual em matéria tributária.
III. O IR e o IPTU podem ter alíquotas progressivas.
IV. O princípio da anterioridade aplica-se a todos os impostos federais.
Das afirmativas acima, estão corretas SOMENTE 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e II 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e III 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e III 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e IV 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> III e IV 
     
08 Em sede de imunidades tributárias, é correto afirmar que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os prédios públicos federais ou estaduais são imunes à cobrança de taxa de serviço. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as livrarias ou bancas de jornais são imunes à cobrança do IPTU. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os entes públicos são imunes ao IPI e ICMS quando adquirem bens no mercado interno. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente os entes autárquicos federais são imunes à tributação. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as empresas públicas e sociedades de economia mista não gozam de imunidade recíproca. 
     
09 Em nosso sistema tributário, há consenso no sentido de que os tratados internacionais, firmados pelo Presidente da República, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> se sobrepõem às normas internas de qualquer hierarquia, mesmo constitucional. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente podem dispor sobre matéria tributária de competência da União. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> aplicam-se no âmbito federativo federal, estadual e municipal, desde que ratificados pelas respectivas Casas Legislativas. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> podem modificar a legislação tributária interna se forem ratificados por decreto legislativo do Congresso Nacional. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não podem dispor sobre exonerações tributárias internas, de qualquer natureza. 
     
10 As contribuições sociais, em nosso sistema tributário, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não têm natureza tributária. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente podem ser instituídas pela União. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> podem ser instituidas pelos Estados e Municípios, para custeio do sistema de previdência de seus servidores. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> previdenciárias aumentadas num exercício, só podem ser cobradas no primeiro dia do exercício seguinte. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não precisam observar os princípios da legalidade e da anterioridade. 
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa E 
Questão 2 alternativa D 
Questão 3 alternativa C 
Questão 4 alternativa A 
Questão 5 alternativa B 
Questão 6 alternativa A 
Questão 7 alternativa B 
Questão 8 alternativa E 
Questão 9 alternativa D 
Questão 10 alternativa C 
PRIVATE�Direito Tributário 13
Top of Form 3
PRIVATE�01 União Federal lança Imposto de Renda contra alguém que cedeu em comodato um imóvel de que é proprietária a pessoa que não é seu dependente. A base de cálculo do imposto correspondeu ao valor estimado do aluguel. Esse imposto: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é devido, porque ocorreu disponibilidade jurídicada renda, embora não recebida efetivamente. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é devido, porque a União Federal pode estimar a renda virtual do imóvel cedido em comodato, tributando-a. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é indevido, porque o fato gerador é a disponibilidade econômica ou jurídica da renda. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é devido, porque o comodatário não é dependente do comodante. 
     
02 Determinado município institui taxa de cadastro e inscrição, a ser cobrada dos proprietários de imóveis em sua área geográfica, a qual tem por suporte os serviços de criação de um cadastro imobiliário e da inscrição dos contribuintes nesse mesmo cadastro, tendo este a finalidade de facilitar a tributação pelo Imposto Predial e Territorial Urbano. Tal taxa é: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, por representar efetivo exercício do poder de polícia, considerando-se que os municípios têm a faculdade de estabelecer um controle dos imóveis sob sua circunscrição administrativa. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, por corresponder a serviço efetivamente prestado ao contribuinte. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal, por não corresponder ao efetivo exercício do poder de polícia. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal, por não corresponder a serviço específico e divisível relativamente ao contribuinte. 
     
03 Determinado Município baixa decreto, editando nova Planta Genérica de Valores, que correspondem à realidade econômica, e que servirão de base de cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano em relação aos imóveis situados em sua área impositiva, valores esses que somente serão utilizados nos lançamentos a serem efetuados no exercício seguinte. Os lançamentos praticados com base em tais valores serão: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legais. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegais, porque a base de cálculo deve ser fixada por lei. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegais, por violação da competência municipal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legais, por estarem economicamente corretos. 
     
04 O Estado de São Paulo resolve tributar os prêmios das corridas de cavalos, lançando contribuição social incidente sobre os mesmos e destinada ao custeio dos hospitais estaduais que atendem a crianças carentes. Essa tributação: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é legal, pois trata-se de contribuição com caráter nitidamente social, em face da sua destinação. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é legal, pois os Estados podem instituir contribuições sociais para atender às necessidades relativas à área social. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é ilegal, pois viola a discriminação constitucional vigente. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é ilegal em face da destinação específica dessa contribuição. 
     
05 Uma construtora com sede no Município de Cubatão constrói um edifício sob regime de empreitada na cidade de Santos, onde não possui estabelecimento. A competência para a imposição do Imposto Municipal Sobre Serviços (ISS) caberá à municipalidade de: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Cubatão, porque é o município onde a construtora tem a sua sede social. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Santos, porque é o local onde foi construído o edifício. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Cubatão, porque construção civil não é prestação de serviços. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Cubatão, porque a construtora não tem estabelecimento em Santos. 
     
06 Em um processo de execução fiscal promovido contra uma sociedade regularmente constituída, o oficial de justiça, na falta de bens próprios da empresa, penhora bem de sócio-gerente, sem citá-lo, intimando-o da penhora e tornando-o depositário. O procedimento judicial cabível para a desconstituição do título executivo, suspendendo a execução, será: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ação anulatória do lançamento tributário gerador do título executivo. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> embargos de devedor, interpostos pela sociedade. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> embargos de terceiro, interpostos pelo sócio que teve o bem penhorado sem citação. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> embargos de devedor, interpostos pelo sócio que teve o bem penhorado, visto ser ele sócio da devedora e responsável tributário. 
     
07 A lei federal que criou o Adicional de Indenização ao Trabalhador Portuário (AITP) enunciou como sujeito passivo desse tributo, de modo genérico, o operador portuário. A União Federal, por meio de decreto do Presidente da República, equiparou a operador portuário os importadores, exportadores e consignatários de mercadorias importadas do exterior. Tal equiparação é: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, pois ocorreu apenas adequação a um conceito previamente definido em lei. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, de vez caber aos decretos a especificação dos conceitos definidos em lei. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal, porquanto a definição de sujeitos passivos é privativa de lei. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal, em razão de não competir ao Presidente da República, mas ao Ministro dos Transportes, a definição de ''operador portuário''. 
     
08 Determinado contribuinte, devedor de tributo, obtém o seu parcelamento e vem efetuando o pagamento conforme deferido. Apesar disso, sofre processo de execução fiscal para a cobrança do referido tributo. Nos embargos de devedor, o contribuinte poderá alegar: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a carência da execução fiscal, em face da novação da dívida, que teria perdido a sua natureza tributária pelo seu parcelamento. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a improcedência da execução fiscal, por iliquidez do título exeqüendo, pelo fato de que parte da dívida já foi paga. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o reconhecimento do direito apenas parcial à execução fiscal, por parte do Fisco, em face da existência de saldo devedor do parcelamento. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a carência da execução fiscal em face da suspensão do crédito tributário. 
     
09 A União Federal institui contribuição social cujos fato gerador e base de cálculo são os mesmos de um imposto de sua competência. Considera-se essa contribuição: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> constitucional, por não haver vedações constitucionais quanto à utilização de mesmos fato gerador e base de cálculo, em se tratando de contribuições sociais e impostos. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> inconstitucional, por incidir sobre o mesmo fato gerador de um imposto. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> inconstitucional, por ser calculada sobre a mesma base imponível de um imposto. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> inconstitucional, por representar bitributação. 
     
10 Determinada pessoa, havendo arrematado imóvel em leilão judicial ocorrido em processo de execução fiscal para a cobrança de Imposto Predial Urbano, vem a sofrer a exigência pelo saldo devedor da execução não coberto pelo preço da arrematação. Essa exigência é: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, pois o arrematante é sucessor do executado em relação ao imóvel e em sua pessoa fiscal sub-rogados os créditos dos tributos incidentes sobre o mesmo imóvel. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal, pois o crédito do exeqüente se sub-roga sobre o preço da arrematação, exonerando o arrematante quanto ao saldo devedor.C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, pois o valor pago pelo arrematante não foi suficiente para a cobertura da execução. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, pois a arrematação não pode causar prejuízo ao Fisco. 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa A 
Questão 2 alternativa D 
Questão 3 alternativa B 
Questão 4 alternativa C 
Questão 5 alternativa B 
Questão 6 alternativa C 
Questão 7 alternativa C 
Questão 8 alternativa D 
Questão 9 alternativa A 
Questão 10 alternativa B 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 14
Top of Form 4
PRIVATE�01 O proprietário de um terreno urbano, sem muros ou outra forma de proteção, utilizado como depósito de lixo por terceiros, tem o Imposto Territorial Urbano cobrado com o acréscimo de 100% sobre o valor do tributo em face da ausência de proteção do terreno. Essa cobrança é 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, pois o Município tem o direito de punir o proprietário por sua negligência, permitindo que o terreno seja utilizado como depósito de lixo. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, pois a Constituição permite que os imóveis urbanos sejam tributados segundo a sua utilização social. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal, pois tributo não pode corresponder a sanção de ato ilícito. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal, pois não é o proprietário do terreno quem joga o lixo no mesmo. 
     
02 A União Federal elevou a alíquota do Imposto de Importação em determinado momento, e exigiu essa nova alíquota quando do desembaraço aduaneiro de produtos que já se encontravam viajando em navios que navegavam em águas brasileiras, alguns deles com bandeira brasileira, e, inclusive, havia Declarações de Importação processadas, relacionadas com os mesmos produtos, embora não estivessem eles ainda embarcados. Esse procedimento é 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, pois o fato gerador do Imposto de Importação é o desembaraço aduaneiro dos produtos importados. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal apenas quanto aos produtos que viajavam em navios que se encontravam em águas brasileiras. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal em relação às mercadorias embarcadas em navios de quaisquer bandeiras e também em relação àquelas objeto de Declarações de Importação. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal apenas em relação aos navios com bandeiras estrangeiras e em relação àqueles objeto de Declarações de Importação. 
     
03 Quando da dissolução de uma sociedade limitada, os sócios receberam em retorno os bens que àquela haviam conferido, quando da subscrição do capital. Os sócios sofreram a tributação pelo Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e Direitos a eles relativos por parte do Estado em que a sociedade tinha a sua sede. Essa exigência é legal? 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, de vez que ocorreu uma nova transmissão, o que constitui um novo fato gerador. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, pois a alienação dos imóveis na sua passagem da sociedade para os sócios configura fato típico. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Não, porque não ocorreu a transferência de bens imóveis. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Não, porquanto esse tributo não foi atribuído à competência dos Estados. 
     
04 Tendo transferido mercadorias de um estabelecimento no Estado de São Paulo para outro no Estado do Rio de Janeiro, que posteriormente foram vendidas neste último Estado, um contribuinte do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) veio a ser autuado por ambos os Estados, que exigiram o referido imposto pela alíquota total. A medida judicial que deverá tomar o contribuinte para suspender a exigibilidade dos créditos tributários e evitar o pagamento do mesmo imposto e pelo seu valor total a dois Estados diferentes, ou a execução fiscal por ambos contra ele, será a propositura de 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> mandado de segurança contra ambos os Estados. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ação de consignação em pagamento contra os dois Estados. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ação declaratória contra o Estado de São Paulo. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> medida cautelar de depósito contra o Estado do Rio de Janeiro. 
     
05 O prazo para a constituição de créditos tributários relativos a tributos sujeitos ao regime de lançamento de ofício 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é de cinco anos, a contar da homologação, expressa ou tácita, do lançamento. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é de dez anos, a contar da ocorrência do fato gerador. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é de cinco anos, a contar do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorreu o fato gerador. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é de dez anos, a contar do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorreu o fato gerador. 
     
06 A compensação com débitos vencidos, como modalidade de extinção dos créditos tributários vincendos, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pode ser realizada espontaneamente pelo sujeito passivo, por sua conta e risco, independentemente de previsão legal específica ou de autorização administrativa. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende sempre de autorização administrativa, mesmo que haja previsão legal a respeito. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pode ser realizada espontaneamente pelo sujeito passivo sempre que houver previsão legal específica, independentemente de prévia autorização administrativa. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> nunca é admitida, pois a compensação pressupõe o encontro de créditos e débitos vencidos. 
     
07 Proposta ação anulatória de débito fiscal inscrito, o contribuinte deixou de efetuar o depósito preparatório do respectivo valor, mesmo após ser regularmente intimado a fazê-lo. Tendo em vista a ausência do depósito, o juiz extinguiu o feito sem julgamento do mérito. A sentença está 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> correta, pois a realização do depósito é um dos pressupostos de desenvolvimento regular do processo. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> correta, pois o depósito representa a garantia do Fisco de que o tributo será pago no caso de improcedência da ação. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> errada, pois o processo deveria ser extinto com julgamento do mérito, já que não será mais possível a discussão judicial do débito. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> errada, pois a realização do depósito apenas suspende a exigibilidade do débito inscrito, não impedindo a sua discussão judicial. 
     
08 No exercício de 1995, um contribuinte deixou de recolher determinado tributo. Na ocasião, a lei impunha a multa moratória de 30% do valor do débito. Em 1997, houve alteração legislativa que reduziu a multa moratória para 20%. O contribuinte recebeu, em 1998, notificação para pagamento do débito, acrescido da multa moratória de 30%. A exigência está 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> correta, pois aplica-se a lei vigente à época de ocorrência do fato gerador. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> errada, pois aplica-se retroativamente a lei que defina penalidade menos severa ao contribuinte. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> correta, pois o princípio da irretroatividade veda a aplicação retroagente da lei tributária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> errada, pois a aplicação retroativada lei é regra geral no direito tributário. 
     
09 Assinale a alternativa correta 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir imposto sobre doação de bens imóveis. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Compete à União Federal instituir Imposto Sobre Operações de Circulação de Mercadorias e Serviços, dividindo a respectiva receita com os Estados e com o Distrito Federal. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os Estados e o Distrito Federal poderão instituir, mediante lei complementar, impostos não cumulativos e que não tenham fato gerador ou base de cálculo própria daqueles discriminados na Constituição. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Compete aos Municípios instituir imposto sobre transmissão causa mortis. 
     
10 Deve, necessariamente, observar o princípio da anterioridade, previsto pelo art. 150, III, b, da Constituição Federal, o imposto 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sobre importação de produtos estrangeiros (II). 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sobre serviços de qualquer natureza (ISS). 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sobre produtos industrializados (IPI). 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> extraordinário que vier a ser instituído conforme o art. 154, II, da Constituição Federal. 
     
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Questão 1 alternativa C 
Questão 2 alternativa A 
Questão 3 alternativa D 
Questão 4 alternativa B 
Questão 5 alternativa C 
Questão 6 alternativa C 
Questão 7 alternativa D 
Questão 8 alternativa B 
Questão 9 alternativa A 
Questão 10 alternativa B 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 15
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PRIVATE�01 Herdeiros de um contribuinte que deixou patrimônio, tendo sido autuado pela prática de sonegação fiscal, sofrem processo de execução fiscal compreendendo o valor do tributo, acrescido da correção monetária, da multa e dos juros. Essa cobrança é 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal quanto ao tributo e todos os seus acréscimos. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal quanto ao tributo e todos os seus acréscimos. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal quanto ao tributo e à multa e ilegal quanto aos juros e à correção monetária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal apenas quanto à multa. 
     
02 Determinado Estado da União exige, para a entrada, em seu território, de mercadorias advindas de outros Estados, o pagamento prévio do ICMS, convencionando pautas fiscais de valor para a cobrança do imposto e permitindo a sua repetição na hipótese da não-venda de tais mercadorias. Essa exigência é 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, pois os Estados têm o direito de precaver-se contra a hipótese de sonegação do ICMS devido quando da venda posterior das mercadorias. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, pois apenas está antecipando a cobrança de um imposto devido. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal, pois a antecipação de tributo é proibida. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal, pois com isso está impedindo a livre circulação de mercadorias, discriminando-as em face da sua procedência. 
     
03 Em 1998, a União Federal, com a finalidade de regular o comércio exterior, criou lei isentando alguns produtos do imposto de importação, do imposto sobre produtos industrializados e do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. Tal procedimento 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é legal, pois cabe à União Federal legislar sobre comércio exterior. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é legal, pois a União Federal, desde que isente dos seus impostos as importações no interesse da regulação do comércio exterior, pode também isentar do ICMS. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é inconstitucional, pois estaria ferida a autonomia tributária dos Estados. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é ilegal, pois a União Federal não pode isentar impostos estaduais. 
     
04 Determinada prefeitura, tendo aprovado um projeto de loteamento de áreas de lazer (sítios de recreação) sitas na zona rural de seu município, sobre as mesmas lançou o imposto predial e territorial urbano. Esse procedimento é 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal, pois as prefeituras não têm competência para tributar imóveis na zona rural, ainda que dos seus municípios. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ilegal, pois a competência para tributar imóveis fora da zona urbana dos municípios é dos Estados Federados. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, pois a aprovação, pela prefeitura, de projeto de loteamento de sítios de recreação, ainda que na zona rural do município por ela gerido, coloca tais áreas sob sua competência tributária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> legal, pois as prefeituras têm competência para tributar imóveis na zona rural dos seus municípios. 
     
05 Em direito tributário, a expressão ''denúncia espontânea da infração'' significa 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> oferecimento, pelo Ministério Público, de denúncia por crime de sonegação fiscal, crime este de iniciativa pública incondicionada. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a cientificação da administração tributária, pelo contribuinte, de que este cometeu infração à legislação tributária, independentemente de qualquer procedimento fiscal anterior. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> lançamento de tributo por meio da lavratura de auto de infração pela administração tributária, mediante atuação estritamente vinculada. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> direito de qualquer cidadão poder dirigir-se aos órgãos da administração fiscal, para informar a existência de infrações fiscais de que tenha conhecimento. 
     
06 NÃO pode ser cobrado no mesmo exercício financeiro da publicação da Lei que o instituiu, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> imposto sobre produtos industrializados (I. P. I. ). 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> imposto sobre importação de produtos estrangeiros (I. I. ). 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários (I. O. C.). 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza (I. R. ). 
     
07 Lei Federal que fixa alíquotas aplicáveis ao imposto sobre produtos industrializados (I. P. I. ) estabeleceu que a alíquota referente a navios produzidos no Estado do Rio de Janeiro é de 1%, e a dos produzidos no resto do País, 8%. Tal disposição vulnera o princípio constitucional da 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não discriminação entre procedência e destino do produto. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> uniformidade geográfica da tributação. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> liberdade de trânsito. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> seletividade do imposto sobre produtos industrializados. 
     
08 A norma jurídica encarregada de dispor sobre conflitos de competência em matéria tributária entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios é 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a lei ordinária. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o decreto regulamentar. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a Constituição Federal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a lei complementar. 
     
09 ''Situação definida em lei como necessária esuficiente para a sua ocorrência'' é definição do(a) 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> fato gerador da obrigação acessória. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> fato gerador da obrigação principal. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> obrigação tributária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> crédito tributário. 
     
10 A pessoa física tem capacidade tributária passiva 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente a partir de 16 anos de idade. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> independentemente de idade, se civilmente capaz. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> independentemente de idade e de capacidade. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente quando maior de 18 anos e civilmente casado. 
Bottom of Form 5
RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa D 
Questão 3 alternativa C 
Questão 4 alternativa C 
Questão 5 alternativa B 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativa B 
Questão 8 alternativa D 
Questão 9 alternativa B 
Questão 10 alternativa C 
 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 16
Top of Form 6
PRIVATE�01 É da competência dos Estados a instituição de impostos sobre 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> operações relativas à circulação de mercadorias, serviços de qualquer natureza e transmissão causa mortis de quaisquer bens. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> operações relativas à circulação de mercadorias, transmissão onerosa inter vivos de bens imóveis e propriedade de veículos automotores. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> operações relativas à circulação de mercadorias, propriedade territorial urbana e prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, doação de quaisquer bens ou direitos e propriedade de veículos automotores. 
     
02 Lei estadual prevendo a incidência de imposto sobre operações de circulação de livros e jornais 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é válida porque a instituição de imposto sobre circulação de mercadorias insere-se na competência do Estado. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> viola dispositivo constitucional que prevê isenção de impostos sobre livros e jornais. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é inconstitucional por violar norma de imunidade tributária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é inconstitucional porque o tributo referido deve ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias. 
     
03 Das seguintes afirmativas: 
I) os atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas, versando sobre tributos, integram a legislação tributária; 
II) a extinção de tributos, a fixação da alíquota do tributo e as hipóteses de dispensa ou redução de penalidades somente poderão ser estabelecidas por lei; 
III) em matéria tributária, a lei nova jamais pode ser aplicada a fatos pretéritos, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas I e II estão corretas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas I e III estão corretas. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas II e III estão corretas. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> todas as afirmativas estão corretas. 
     
04 Forma extintiva da obrigação, implicando o perdão do tributo devido, é a 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> anistia. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> remissão. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> denúncia espontânea. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> isenção. 
     
05 Em relação ao lançamento, pode-se afirmar que:
I) após notificado ao sujeito passivo, não pode ser revisto de ofício; 
II) no lançamento por homologação incumbe ao sujeito passivo antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa; 
III) reporta-se à data da ocorrência do fato gerador e rege-se pela lei então vigente. 
Estão corretas 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas as afirmativas I e II. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas as afirmativas I e III. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas as afirmativas II e III. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> todas as afirmativas. 
     
06 A prescrição da ação para cobrança do crédito tributário tem como termo inicial 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a data da sua constituição definitiva. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o dia da ocorrência do fato gerador. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a data em que venceu o prazo para o pagamento do tributo. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. 
     
07 O tributo que tem como fato gerador a utilização de serviço público específico e divisível é 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o preço público. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o imposto. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a tarifa. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a taxa. 
     
08 Pela obrigação tributária resultante de ato praticado com infração do contrato social, o sócio-gerente de sociedade por quotas de responsabilidade limitada 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> responde solidariamente com a sociedade. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> responde pessoalmente. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> responde, ou não, na conformidade do que dispuser o contrato social. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não responde. 
     
09 Em relação à ação anulatória de dívida fiscal inscrita pode-se afirmar que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> para a sua propositura, é indispensável o depósito do valor integral da dívida. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> poderá ser proposta com o depósito do valor integral da dívida, hipótese em que suspenderá a exigibilidade do débito. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não poderá ser proposta após ajuizamento da execução fiscal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tem âmbito restrito à discussão sobre a validade formal do ato de inscrição da dívida. 
     
10 Na ação de repetição de indébito, os juros de mora 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> são devidos a partir da data em que ocorreu o pagamento indevido. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> são devidos a partir da citação. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> são devidos a partir do trânsito em julgado. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não são devidos. 
Bottom of Form 6
RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa C 
Questão 3 alternativa A 
Questão 4 alternativa B 
Questão 5 alternativa C 
Questão 6 alternativa A 
Questão 7 alternativa D 
Questão 8 alternativa B 
Questão 9 alternativa B 
Questão 10 alternativa C 
 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 17
Top of Form 7
PRIVATE�01 O ato por meio do qual a autoridade perdoa uma dívida tributária, com base em critérios legais, denomina-se 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> remição. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> isenção. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> remissão. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> imunidade. 
     
02 Assinale a afirmativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A União não pode instituir impostos não previstos pelo artigo 153, da Constituição Federal. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1"VALUE="E"--> Pertencem ao Município 20% do produto da arrecadação do imposto dos Estados sobre a propriedade territorial rural. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Não cabe aos Estados instituir imposto sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e comunicação salvo se iniciados no exterior. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Pertencem ao Município 50% da arrecadação do imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seu território. 
     
03 O crédito tributário 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não decorre da obrigação principal. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> decorre da obrigação principal e tem a mesma natureza desta. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não tem a mesma natureza da obrigação tributária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> decorre da obrigação acessória e tem a mesma natureza desta. 
     
04 A competência para instituir o imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro ou relativo a títulos ou valores mobiliários é 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Estados. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Municípios. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da União. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do Distrito Federal. 
     
05 Suspende(m) a exigibilidade do crédito tributário: 
I. a moratória; 
II. o depósito do seu montante integral; 
III. as reclamações e recursos administrativos; 
IV. a concessão de Medida Liminar. 
Pode-se afirmar que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> todos os itens estão corretos. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas os itens I e II estão corretos. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> todos os itens estão incorretos. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas o item III está correto. 
     
06 Os Estados possuem competência para instituir impostos, dentre outros, sobre 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> propriedade territorial rural. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> serviços de qualquer natureza. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> propriedade territorial urbana. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> transmissão ''causa mortis'' e doação de quaisquer bens e direitos. 
     
07 A Constituição Federal, em seu artigo 150, incisos I e II, ao afirmar que os tributos não poderão ser exigidos ou aumentados sem lei que o estabeleça e que os contribuintes, em situação equivalente, não terão tratamento desigual, está dispondo sobre os princípios 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da Anterioridade e da Isonomia. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da Capacidade Contributiva e da Anterioridade. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da Legalidade e da Isonomia. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da Legalidade e da Anterioridade. 
     
08 A competência residual de instituir impostos é outorgada 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a todas as entidades federativas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> à União. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> aos Estados e Distrito Federal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ao Município. 
     
09 O princípio da não cumulatividade é um atributo do 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Imposto sobre produto industrializado e Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e prestações de serviços. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza e Imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro ou relativo a títulos ou valores mobiliários. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Imposto sobre veículos automotores e Imposto sobre serviço de qualquer natureza. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Imposto sobre propriedade territorial rural e Imposto sobre propriedade territorial urbana. 
     
10 As taxas 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> poderão ter base de cálculo própria de imposto. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não poderão ter base de cálculo própria de imposto. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> poderão ser cobradas sobre serviços públicos indivisíveis. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> poderão ser cobradas sobre serviços inespecíficos. 
Bottom of Form 7
RESPOSTAS
Questão 1 alternativa C 
Questão 2 alternativa D 
Questão 3 alternativa B 
Questão 4 alternativa C 
Questão 5 alternativa A 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativa C 
Questão 8 alternativa B 
Questão 9 alternativa A 
Questão 10 alternativa B 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 18
Top of Form 8
PRIVATE�01 No tocante à vigência no espaço, a legislação tributária 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Municípios pode vigorar fora de seus territórios, nos casos em que for admitida sua extraterritorialidade, mas apenas nos limites do Estado a que pertencem. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Estados e Municípios pode ter vigência no País, fora de seus territórios, desde que autorizada sua extraterritorialidade e fixados os seus limites por ato normativo do Governo Central da União. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Estados e Municípios, em decorrência de sua natureza local, em nenhuma hipótese pode vigorar no País, fora de seus respectivos territórios. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Estados e dos Municípios pode vigorar no País, fora de seus territórios, nos limites em que for admitida sua extraterritorialidade por convênios de que participem, ou nos limites do que for disposto pelo Código Tributário Nacional ou por outras leis federais de ordem geral. 
     
02 Segundo o Código Tributário Nacional entram em vigor, salvo disposição legal em contrário, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na data de sua publicação, os atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na data de sua publicação, os efeitos normativos decorrentes de decisões dos órgãos singulares ou coletivos de jurisdição administrativa a que lei atribua eficácia normativa. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorrer a publicação, os convênios que entre si celebrem a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na data por ela estipulada, a lei que majore impostos sobre o patrimônio ou a renda. 
     
03 A responsabilidade por infrações da legislação tributária 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende de que o ato infrator tenha sido praticado com dolo específico. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> independe, salvo disposição legal em contrário, da intenção do agente e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato infrator. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende de que o agente tenha se conduzido com dolo ou culpa, ainda que levíssima. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> depende de que o agente tenha atuado com dolo ou culpa e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato infrator. 
     
04 As normas gerais sobre legislação tributária, no que concerne ao fato gerador, à base de cálculo e aos contribuintes de tributos estaduais e municipais, são estabelecidas 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pela Constituição Estadual. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pela Constituição Federal. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por lei complementar federal.D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por lei complementar estadual. 
     
05 Em Território Federal, competem 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ao Território, os impostos estaduais e, cumulativamente, os impostos municipais se aquele não for dividido em Municípios. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> à União, os impostos estaduais e, se o Território não for dividido em Municípios, cumulativamente, os impostos municipais. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ao Território, os impostos estaduais, cabendo os impostos municipais aos Municípios em que aquele for dividido. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ao Território, os impostos estaduais, e à União, os impostos municipais se aquele não for dividido em Municípios. 
     
06 A dívida ativa tributária 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é constituída com a sua regular inscrição na repartição administrativa competente, depois de transcorrido o prazo para pagamento fixado para tanto. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pressupõe regular inscrição feita a partir da ocorrência do fato gerador. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> deve constar de termo de inscrição que indique, obrigatoriamente, os requisitos elencados no artigo 202, I a V, do Código Tributário Nacional, sob pena de nulidade insanável do processo de cobrança. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> goza, se regularmente constituída, de presunção absoluta de certeza e liquidez, não podendo, por isso, ser ilidida por prova em contrário de qualquer natureza. 
     
07 Assinale a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A União pode instituir isenções de tributos estaduais e municipais, desde que o faça para promover o equilíbrio socioeconômico das diferentes regiões do País. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios é permitido estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> No regime de substituição tributária, é assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga a título de imposto ou contribuição caso, posteriormente, não se realize o fato gerador presumido. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A instituição, pela União, de tributo não uniforme em todo o território nacional, somente é permitida a título de incentivo fiscal. 
     
08 Na repartição das receitas tributárias, respeitado o que a Constituição Federal estabelece acerca dos percentuais e das situações para que ocorra a participação, observar-se-á o seguinte: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os Estados e os Municípios, quanto aos impostos federais, participam do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza e sobre a propriedade territorial rural. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os Municípios, quanto aos impostos da União, participam do imposto sobre a propriedade territorial rural, e, quanto aos impostos estaduais, do IPVA e do ICMS. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os Estados, quanto aos impostos da União, participam do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, do imposto sobre a propriedade territorial rural e dos que a União, mediante lei complementar, instituir além dos já expressamente previstos pela Constituição Federal para compor a sua receita tributária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os Municípios, quanto aos impostos da União, participam dos impostos sobre a renda e proventos de qualquer natureza e sobre a propriedade territorial rural, e, quanto aos impostos estaduais, do IPVA e do ICMS. 
     
09 Assinale a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A enumeração dos impostos da União foi feita de forma exaustiva pela Constituição Federal, que expressamente veda a ampliação daqueles. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A Constituição Federal enumera os impostos de competência da União, mas esta pode instituir, mediante lei complementar, impostos além dos previstos, desde que respeitadas restrições impostas pela Carta Maior quanto à natureza, ao fato gerador e à base de cálculo dos novos impostos. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A Constituição Federal enumera os impostos de competência da União, que somente por Emenda Constitucional poderá instituir novos impostos além dos já previstos para compor a sua receita tributária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A enumeração dos impostos da União foi feita de forma exaustiva pela Constituição Federal, podendo lei complementar ampliá-los somente se se tratar de impostos extraordinários na iminência ou no caso de guerra externa. 
     
10 Assinale a alternativa incorreta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O pagamento total de um crédito tributário importa em presunção de pagamento de outros créditos tributários anteriores referentes ao mesmo sujeito passivo e ao mesmo tributo, cabendo ao sujeito ativo ilidir a presunção mediante prova inequívoca. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O crédito tributário tem preferência sobre qualquer outro, seja qual for sua natureza ou o tempo de sua constituição, ressalvados os créditos decorrentes da legislação do trabalho. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A isenção, salvo disposição legal em contrário, não é extensiva aos tributos instituídos posteriormente à sua concessão. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A consignação judicial da importância do crédito tributário pode ser feita pelo sujeito passivo, entre outros, nos casos de exigência, por mais de uma pessoa jurídica de direito público, de tributo idêntico sobre um mesmo fato gerador. 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa A 
Questão 3 alternativa B 
Questão 4 alternativa C 
Questão 5 alternativa B 
Questão 6 alternativa A 
Questão 7 alternativa C 
Questão 8 alternativa D 
Questão 9 alternativa B 
Questão 10 alternativa A 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 19
Top of Form 9
PRIVATE�01 No caso de extinção de pessoa jurídica de direito privado, quando a respectiva atividade é continuada pelo sócio remanescente, sob uma outra razão social, pode-se afirmar que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a nova empresa criada pelo sócio remanescente apenas responde por metade dos tributos devidos pela sociedade extinta. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> inexiste responsabilidade, pois a atividade é continuada pelo sócio sob outra razão social. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a empresa criada pelo sócio remanescente é responsável pela totalidade dos tributos devidos pela sociedade extinta, desde que já tenham sido lançados. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a sociedade constituída pelo sócio remanescente é responsável pelos tributos devidos pela sociedade extinta, independentemente de sua razão social. 
     
02 Quanto às isenções, é certo que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em razão do princípio constitucional da uniformidade geográfica, não podem ser restritas a determinada região ou território da entidade tributante. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em todos os casos, podem ser revogadas ou modificadas por lei, a qualquer tempo. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente pessoas políticas, detentoras de competência tributária, podem conceder ou revogar isenções. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o Decreto do Poder Executivo que conceder a isenção em caráter geral, há de especificar os requisitos exigidos para a sua concessão, os tributos a quese aplica e, se for o caso, oprazo de sua duração. 
     
03 De acordo com o Código Tributário Nacional, a restituição vence juros não capitalizáveis, a contar 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da data do pagamento indevido. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do trânsito em julgado da decisão definitiva que a determinar. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da data da constituição definitiva do crédito tributário. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da citação. 
     
04 Acerca dos denominados impostos extraordinários, sabe-se que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> prescindem de lei complementar para a sua instituição. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> aqueles a serem instituídos pela União Federal devem estar compreendidos dentro da sua faixa de competência tributária. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> cessada a causa que lhes deu origem, hão de ser devolvidos aos contribuintes. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> cessado o estado de calamidade pública que deu origem à criação de um imposto extraordinário, o mesmo há de ser suprimido gradualmente. 
     
05 Nos termos do Código Tributário Nacional, o denominado lançamento por homologação 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> acontece naqueles tributos em que a legislação tributária impõe ao Fisco todo o labor da constituição do crédito tributário. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente estará completado se a Administração permanecer omissa no prazo de cinco anos contados do primeiro dia do exercício seguinte ao da realização do fato gerador. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> exige que o Fisco homologue expressa ou tacitamente os pagamentos antecipados realizados pelo próprio contribuinte sem qualquer participação estatal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> suspende a exigibilidade do crédito tributário. 
     
06 Pode-se afirmar, quanto às imunidades, que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a lei da pessoa política titular da competência tributária que a instituiu deve identificar todas as condições necessárias para o seu gozo, além de identificar a classe de contribuintes beneficiada. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a denominada imunidade recíproca não alcança as autarquias e as fundações instituídas e mantidas pelo poder público. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, são imunes às contribuições para financimento da seguridade social. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a imunidade conferida aos templos de qualquer culto não é ampla e irrestrita. 
     
07 Na hipótese de pagamento indevido realizado em 10 de março de 1990, de tributo sujeito a lançamento direto, em que o contribuinte pleiteou administrativamente a restituição do indébito no último dia de seu prazo decadencial, e teve denegado o seu pleito administrativo de repetição dois anos depois, pode-se dizer que o prazo prescricional para a propositura da respectiva ação anulatória dessa decisão administrativa denegatória 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> expirou em março de 1998. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> expirou em março de 1999. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> terminou em janeiro de 2000. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ainda não terminou. 
     
08 Assinale a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Em face do princípio constitucional da isonomia das pessoas políticas tributantes, na cobrança judicial do crédito tributário não haverá concurso entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os créditos tributários inscritos em dívida ativa têm presunção absoluta de certeza e liquidez. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os créditos de natureza tributária têm preferência em relação aos de ordem trabalhista. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A cobrança judicial do crédito tributário não está sujeita a concurso de credores ou habilitação em falência, concordata, inventário ou arrolamento. 
     
09 De acordo com a Constituição Federal, está reservado à lei complementar 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> estabelecer as alíquotas mínimas nas operações internas de ICMS. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> instituir isenções de tributos da competência dos Municípios. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> instituir contribuições sociais de intervenção no domínio econômico e de interesse de categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de intervenção da União nas referidas áreas. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dispor sobre conflitos de competência e regular imunidades. 
     
10 No que pertine aos princípios constitucionais tributários, é certo que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o princípio da anualidade impede a cobrança de tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as contribuições sociais destinadas ao custeio da seguridade social, diferentemente das contribuições de melhoria, estão sujeitas aoprincípio da anterioridade nonagesimal. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por força do princípio da estrita legalidade, a lei tributária não poderá alterar os conceitos e as formas de direito privado. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o princípio da uniformidade geográfica impede a concessão de incentivos fiscais quando estes estiverem apenas voltados para a correção de desequilíbrios regionais. 
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa C 
Questão 3 alternativa B 
Questão 4 alternativa A 
Questão 5 alternativa C 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativa B 
Questão 8 alternativa D 
Questão 9 alternativa D 
Questão 10 alternativa B 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 20
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PRIVATE�01 Qual o meio legal pelo qual a União pode instituir empréstimo compulsório? 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> lei delegada; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> medida provisória; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> reforma constitucional; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> lei complementar. 
     
02 Compete aos Municípios instituir impostos, entre outros, sobre : 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> propriedade de veículos automotores; transmissão inter-vivos; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> propriedade predial e territorial urbana; transmissão inter-vivos; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> produtos industrializados; transmissão causa mortis; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> propriedade predial e territorial urbana; transmissão causa mortis. 
     
03 Aos entes de direito público a quem se confere legitimidade para tributar é vedado : 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> cobrar tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado; instituir impostos sobre exportação de produtos nacionais ou nacionalizados; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou; instituir impostos sobre livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> utilizar tributo com efeito de confisco; instituir impostos sobre produtos industrializados; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> exigir ou aumentartributo sem lei que o estabeleça; instituir tributos sobre renda e proventos de qualquer natureza. 
     
04 São causas extintivas da obrigação tributária: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a decisão judicial transitada em julgado extinguindo a obrigação; a falência da pessoa jurídica; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a prescrição e a decadência; o ajuizamento de mandado de segurança contra o lançamento tributário; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a compensação; a remissão; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o pagamento; a insolvência civil. 
     
05 A decadência se distingue da prescrição tributária pelo fato de : 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na decadência, a Fazenda dispõe de cinco anos para efetuar o ato administrativo de lançamento, e na prescrição a Fazenda dispõe de cinco anos para a proposição da ação de cobrança ou ação de execução; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na decadência, a Fazenda dispõe de dez anos para efetuar o ato administrativo de lançamento e na prescrição a Fazenda dispõe de dez anos para a proposição da ação de cobrança ou ação de execução; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na decadência, a Fazenda dispõe de cinco anos para intentar a ação de cobrança ou ação de execução, e na prescrição dispõe de cinco anos para efetuar o ato administrativo de lançamento; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tanto na decadência quanto na prescrição tributárias, a Fazenda dispõe de dez anos para efetuar o ato administrativo de lançamento. 
     
06 São causas e conseqüência da exclusão do crédito tributário: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a isenção e a anistia, extinguindo todas as demais obrigações acessórias decorrentes do crédito; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o pagamento e a prescrição, extinguindo todas as demais obrigações decorrentes do crédito; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o pagamento e a decadência, extinguindo todas as demais obrigações decorrentes do crédito; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a isenção e a anistia; mantendo-se o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal. 
     
07 São espécies de sanções tributárias, entre outras: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os juros sobre o valor devido e o confisco de bens; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a reclusão e a detenção; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a prisão e a multa; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a multa e a apreensão de mercadorias. 
     
08 Relativamente aos crimes tributários, é correto afirmar: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por serem crimes de perigo, não se analisa a culpabilidade da conduta; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente são punidos a título de culpa; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente são punidos a título de dolo; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> são punidos a título de dolo e/ou culpa. 
     
09 A extinção da punibilidade do crime tributário se dá, quando: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o sujeito paga o débito principal e acessórios antes de proferida a sentença; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o sujeito paga o débito principal e acessórios antes do recebimento da denúncia; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o sujeito obtém parcelamento do débito no âmbito administrativo antes do recebimento da denúncia; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o sujeito obtém o parcelamento do débito antes de ser proferida a sentença. 
     
10 Define-se lançamento tributário como sendo: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a conseqüência administrativa da sentença penal condenatória proferida nas hipóteses de crime fiscal; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a via judicial pela qual a Fazenda obtém direito a seu crédito; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o procedimento administrativo destinado a constituir o crédito tributário; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a garantia constitucional dos entes fiscais de cobrar impostos no período seguinte de sua constituição. 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa B 
Questão 3 alternativa B 
Questão 4 alternativa C 
Questão 5 alternativa A 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativa D 
Questão 8 alternativa C 
Questão 9 alternativa B 
Questão 10 alternativa C 
PRIVATE�Direito Tributário 21
Top of Form 1
PRIVATE�01 No caso de extinção de pessoa jurídica de direito privado, quando a respectiva atividade é continuada pelo sócio remanescente, sob uma outra razão social, pode-se afirmar que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a nova empresa criada pelo sócio remanescente apenas responde por metade dos tributos devidos pela sociedade extinta. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> inexiste responsabilidade, pois a atividade é continuada pelo sócio sob outra razão social. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a empresa criada pelo sócio remanescente é responsável pela totalidade dos tributos devidos pela sociedade extinta, desde que já tenham sido lançados. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a sociedade constituída pelo sócio remanescente é responsável pelos tributos devidos pela sociedade extinta, independentemente de sua razão social. 
     
02 Quanto às isenções, é certo que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em razão do princípio constitucional da uniformidade geográfica, não podem ser restritas a determinada região ou território da entidade tributante. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em todos os casos, podem ser revogadas ou modificadas por lei, a qualquer tempo. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente pessoas políticas, detentoras de competência tributária, podem conceder ou revogar isenções. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o Decreto do Poder Executivo que conceder a isenção em caráter geral, há de especificar os requisitos exigidos para a sua concessão, os tributos a quese aplica e, se for o caso, o prazo de sua duração. 
     
03 De acordo com o Código Tributário Nacional, a restituição vence juros não capitalizáveis, a contar 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da data do pagamento indevido. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do trânsito em julgado da decisão definitiva que a determinar. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da data da constituição definitiva do crédito tributário. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da citação. 
     
04 Acerca dos denominados impostos extraordinários, sabe-se que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> prescindem de lei complementar para a sua instituição. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> aqueles a serem instituídos pela União Federal devem estar compreendidos dentro da sua faixa de competência tributária. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> cessada a causa que lhes deu origem, hão de ser devolvidos aos contribuintes. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> cessado o estado de calamidade pública que deu origem à criação de um imposto extraordinário, o mesmo há de ser suprimido gradualmente. 
     
05 Nos termos do Código Tributário Nacional, o denominado lançamento por homologação 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> acontece naqueles tributos em que a legislação tributária impõe ao Fisco todo o labor da constituição do crédito tributário. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente estará completado sea Administração permanecer omissa no prazo de cinco anos contados do primeiro dia do exercício seguinte ao da realização do fato gerador. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> exige que o Fisco homologue expressa ou tacitamente os pagamentos antecipados realizados pelo próprio contribuinte sem qualquer participação estatal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> suspende a exigibilidade do crédito tributário. 
     
06 Pode-se afirmar, quanto às imunidades, que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a lei da pessoa política titular da competência tributária que a instituiu deve identificar todas as condições necessárias para o seu gozo, além de identificar a classe de contribuintes beneficiada. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a denominada imunidade recíproca não alcança as autarquias e as fundações instituídas e mantidas pelo poder público. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, são imunes às contribuições para financimento da seguridade social. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a imunidade conferida aos templos de qualquer culto não é ampla e irrestrita. 
     
07 Na hipótese de pagamento indevido realizado em 10 de março de 1990, de tributo sujeito a lançamento direto, em que o contribuinte pleiteou administrativamente a restituição do indébito no último dia de seu prazo decadencial, e teve denegado o seu pleito administrativo de repetição dois anos depois, pode-se dizer que o prazo prescricional para a propositura da respectiva ação anulatória dessa decisão administrativa denegatória 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> expirou em março de 1998. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> expirou em março de 1999. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> terminou em janeiro de 2000. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ainda não terminou. 
     
08 Assinale a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Em face do princípio constitucional da isonomia das pessoas políticas tributantes, na cobrança judicial do crédito tributário não haverá concurso entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os créditos tributários inscritos em dívida ativa têm presunção absoluta de certeza e liquidez. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os créditos de natureza tributária têm preferência em relação aos de ordem trabalhista. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A cobrança judicial do crédito tributário não está sujeita a concurso de credores ou habilitação em falência, concordata, inventário ou arrolamento. 
     
09 De acordo com a Constituição Federal, está reservado à lei complementar 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> estabelecer as alíquotas mínimas nas operações internas de ICMS. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> instituir isenções de tributos da competência dos Municípios. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> instituir contribuições sociais de intervenção no domínio econômico e de interesse de categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de intervenção da União nas referidas áreas. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dispor sobre conflitos de competência e regular imunidades. 
     
10 No que pertine aos princípios constitucionais tributários, é certo que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o princípio da anualidade impede a cobrança de tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as contribuições sociais destinadas ao custeio da seguridade social, diferentemente das contribuições de melhoria, estão sujeitas aoprincípio da anterioridade nonagesimal. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por força do princípio da estrita legalidade, a lei tributária não poderá alterar os conceitos e as formas de direito privado. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o princípio da uniformidade geográfica impede a concessão de incentivos fiscais quando estes estiverem apenas voltados para a correção de desequilíbrios regionais. 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa C 
Questão 3 alternativa B 
Questão 4 alternativa A 
Questão 5 alternativa C 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativa B 
Questão 8 alternativa D 
Questão 9 alternativa D 
Questão 10 alternativa B 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 22
Top of Form 2
PRIVATE�01 As taxas cobradas pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelosMunicípios, nos âmbitos de suas respectivas atribuições, têm como fato gerador 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o exercício regular do poder de polícia. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as duas hipóteses acima referidas. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a atualização anual do valor de bens de raiz. 
     
02 Cobrar impostos sobre papel destinado exclusivamente à impressão de jornais periódicos e livros é vedado: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> à União. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> aos Estados federados e aos Municípios. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a todos os Entes mencionados. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a nenhum deles. 
     
03 Base de cálculo do IPTU - Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana - é 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o valor de mercado do bem. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o valor histórico atualizado monetariamente. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o valor venal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o valor de mercado acrescido, quando for o caso, dos bens móveis mantidos em caráter permanente para utilização, exploração, aformoseamento ou comodidade. 
     
04 No regime jurídico legal do ICMS - Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços - a entrada, em um estabelecimento importador, de mercadorias importadas do Exterior sob regime de ''draw Back'' constitui hipótese de 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> incidência. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não-incidência. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> isenção. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> imunidade. 
     
05 É princípio constitucional que permite que o imposto incida somente sobre o quanto for aditado ao preço referente à operação anterior (valor agregado), abatendo-se, contudo, o imposto pago entre os componentes do produto final, o 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da estrita legalidade. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da anterioridade. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da tipicidade fechada. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da não-cumulatividade. 
     
06 À luz do artigo 111 do CNT, regra que manda interpretar-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre a outorga de insenção e outros benefícios, essa interpretação tende a operar: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ''pro-lege''. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ''pro-fisco''. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pró-contribuinte. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sem levar em conta tais objetos. 
     
07 Assinale a alternativa incorreta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> conceito de ''poder depolícia'' encontra-se no CNT. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na iminência ou no caso de guerra externa, a União pode instituir, temporariamente, impostos extraordinários. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não constitui majoração de tributo a atualização do valor monetário da respectiva base de cálculo. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> existe método próprio para a interpretação das normas tributárias. 
     
08 Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir imposto sobre 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> transmissão ''causa mortis'' e doação de quaisquer bens ou direitos. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> propriedade territorial rural. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> vendas a varejo de combustível líquidos e gasosos, exceto óleo diesel. 
     
09 À certidão da dívida ativa do ICMS, consoante tendência jurisprudencial em São Paulo, deve consignar o valor do débito fiscal expresso 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sempre em reais. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> sempre em cruzeiros reais. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na moeda da época do débito contraído. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na moeda de época da emissão do documento. 
     
10 A modalidade de lançamento do ICMS é 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> de ofício, unilateral ou direito. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por declaração. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por homologação ou autolançamento. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por outras formas previstas em lei. 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa C 
Questão 2 alternativa C 
Questão 3 alternativa C 
Questão 4 alternativa C 
Questão 5 alternativa D 
Questão 6 alternativa A 
Questão 7 alternativa D 
Questão 8 alternativa B 
Questão 9 alternativa D 
Questão 10 alternativa C 
PRIVATE�Direito Tributário 23
Top of Form 3
PRIVATE�01 Cobrar impostos sobre templos de qualquer culto é vedado: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> à União e Distrito Federal 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> aos Estados 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> aos Municípios 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a todos os Entes acima mencionados 
     
02 Interpreta-se literalmente alegislação tributária que disponha sobre: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> suspensão ou exclusão do crédito tributário 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> outorga de isenção 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> todas as hipóteses acima 
     
03 A Contribuição de Melhoria cobrada pela União, Estados Distrito Federal e Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, é instituída: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em razão do exercício do Poder de Polícia. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pela utilização efetiva de serviços públicos prestados ao contrbuinte. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pela utilização potencial de serviços públicos específicos e divisíveis postos à disposição do contribuinte. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária. 
     
04 O Código Tributário Nacional impõe ao contribuinte o dever de antecipar o pagamento do imposto sem prévio exame da Administração, através: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do lançamento decorrente de auto-infração e imposição de multa. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da revisão do lançamento. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do lançamento por homologação. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do lançamento de ofício. 
     
05 A União poderá instituir impostos extraordinários: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na iminência ou no caso de guerra externa. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> na diminuição das exportações. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> no aumento da dívida externa. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> no aumento da dívida interna. 
     
06 Na cobrança judicial da Dívida Ativa, mediante Execução Fiscal, o prazo para o executado oferecer Embargos é de: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> trinta dias 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> quinze dias 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dez dias 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> cinco dias 
     
07 Os Tratados e Convenções Internacionais: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não se aplicam legislação tributária interna 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> revogam ou modificam a legislação tributária interna. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente se aplicam aos impostos sobre comércio exterior. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente se aplicam nos contratos de financiamento do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento. 
     
08 Na ausência de disposição expressa, a autoridade competente para aplicar a legislação tributária utilizará: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> analogia 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> princípios gerais de direito tributário 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> princípios gerais de direito público e eqüidade 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> de todos os acima indicados 
     
09 A competência da União para emitir moeda será exercida exclusivamente: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pelo Tesouro Nacional 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pelo Banco Central 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pelo Banco do Brasil 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pelo Conselho Monetário Nacional 
     
10 A instituição de imposto sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação é de competência: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Municípios 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da União 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Estados 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Municípios e dos Estados 
Bottom of Form 3
RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa D 
Questão 3 alternativa D 
Questão 4 alternativa C 
Questão 5 alternativa A 
Questão 6 alternativa A 
Questão 7 alternativa B 
Questão 8 alternativa D 
Questão 9 alternativa B 
Questão 10 alternativa C 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 24
Top of Form 4
PRIVATE�01 O ato por meio do qual a autoridade perdoa uma dívida tributária, com base em critérios legais, denomina-se 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> remição. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> isenção. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> remissão. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> imunidade. 
     
02 Assinale a afirmativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A União não pode instituir impostos não previstos pelo artigo 153, da Constituição Federal. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Pertencem ao Município 20% do produto da arrecadação do imposto dos Estados sobre a propriedade territorial rural. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Não cabe aosEstados instituir imposto sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e comunicação salvo se iniciados no exterior. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Pertencem ao Município 50% da arrecadação do imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seu território. 
     
03 O crédito tributário 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não decorre da obrigação principal. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> decorre da obrigação principal e tem a mesma natureza desta. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não tem a mesma natureza da obrigação tributária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> decorre da obrigação acessória e tem a mesma natureza desta. 
     
04 A competência para instituir o imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro ou relativo a títulos ou valores mobiliários é 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Estados. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dos Municípios. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da União. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do Distrito Federal. 
     
05 Suspende(m) a exigibilidade do crédito tributário: 
I. a moratória; 
II. o depósito do seu montante integral; 
III. as reclamações e recursos administrativos; 
IV. a concessão de Medida Liminar. 
Pode-se afirmar que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> todos os itens estão corretos. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas os itens I e II estão corretos. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> todos os itens estão incorretos. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas o item III está correto. 
     
06 Os Estados possuem competência para instituir impostos, dentre outros, sobre 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> propriedade territorial rural. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> serviços de qualquer natureza. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> propriedade territorial urbana. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> transmissão ''causa mortis'' e doação de quaisquer bens e direitos. 
     
07 A Constituição Federal, em seu artigo 150, incisos I e II, ao afirmar que os tributos não poderão ser exigidos ou aumentados sem lei que o estabeleça e que os contribuintes, em situação equivalente, não terão tratamento desigual, está dispondo sobre os princípios 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da Anterioridade e da Isonomia. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da Capacidade Contributiva e da Anterioridade. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da Legalidade e da Isonomia. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da Legalidade e da Anterioridade. 
     
08 A competência residual de instituir impostos é outorgada 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a todas as entidades federativas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> à União. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> aos Estados e Distrito Federal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ao Município. 
     
09 O princípio da não cumulatividade é um atributo do 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Imposto sobre produto industrializado e Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e prestações de serviços. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza e Imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro ou relativo a títulos ou valores mobiliários. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Imposto sobre veículos automotores e Imposto sobre serviço de qualquer natureza. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Imposto sobre propriedade territorial rural e Imposto sobre propriedade territorial urbana. 
     
10 As taxas 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> poderão ter base de cálculo própria de imposto. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não poderão ter base de cálculo própria de imposto. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> poderão ser cobradas sobre serviços públicos indivisíveis. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> poderão ser cobradas sobre serviços inespecíficos. 
     
Bottom of Form 4
RESPOSTAS
Questão 1 alternativa C 
Questão 2 alternativa D 
Questão 3 alternativa B 
Questão 4 alternativa C 
Questão 5 alternativa A 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativa C 
Questão 8 alternativa B 
Questão 9 alternativa A 
Questão 10 alternativa B 
PRIVATE�Direito Tributário 25
Top of Form 5
PRIVATE�01 É da competência dos Estados a instituição de impostos sobre 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> operações relativas à circulação de mercadorias, serviços de qualquer natureza e transmissão causa mortis de quaisquer bens. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> operações relativas à circulação de mercadorias, transmissão onerosa inter vivos de bens imóveis e propriedade de veículos automotores. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> operações relativas à circulação de mercadorias, propriedade territorial urbana e prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, doação de quaisquer bens ou direitos e propriedade de veículos automotores. 
     
02 Lei estadual prevendo a incidência de imposto sobre operações de circulação de livros e jornais 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é válida porque a instituição de imposto sobre circulação de mercadorias insere-se na competência do Estado. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> viola dispositivo constitucional que prevê isenção de impostos sobre livros e jornais. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é inconstitucional por violar norma de imunidade tributária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é inconstitucional porque o tributo referido deve ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias. 
     
03 Das seguintes afirmativas: 
I) os atos normativos expedidos pelas autoridades administrativas, versando sobre tributos, integram a legislação tributária; 
II) a extinção de tributos, a fixação da alíquota do tributo e as hipóteses de dispensa ou redução de penalidades somente poderão ser estabelecidas por lei; 
III) em matéria tributária, a lei nova jamais pode ser aplicada a fatos pretéritos, 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas I e II estão corretas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas I e III estão corretas. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas II e III estão corretas. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> todas as afirmativas estão corretas. 
     
04 Forma extintiva da obrigação, implicando o perdão do tributo devido, é a 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> anistia. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> remissão. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> denúncia espontânea. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> isenção. 
     
05 Em relação ao lançamento, pode-se afirmar que:
I) após notificado ao sujeito passivo, não pode ser revisto de ofício; 
II) no lançamento por homologação incumbe ao sujeito passivo antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa; 
III) reporta-se à data da ocorrência do fato gerador e rege-se pela lei então vigente. 
Estão corretas 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas as afirmativas I e II. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas as afirmativas I e III. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"-->apenas as afirmativas II e III. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> todas as afirmativas. 
     
06 A prescrição da ação para cobrança do crédito tributário tem como termo inicial 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a data da sua constituição definitiva. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o dia da ocorrência do fato gerador. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a data em que venceu o prazo para o pagamento do tributo. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. 
     
07 O tributo que tem como fato gerador a utilização de serviço público específico e divisível é 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o preço público. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o imposto. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a tarifa. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a taxa. 
     
08 Pela obrigação tributária resultante de ato praticado com infração do contrato social, o sócio-gerente de sociedade por quotas de responsabilidade limitada 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> responde solidariamente com a sociedade. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> responde pessoalmente. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> responde, ou não, na conformidade do que dispuser o contrato social. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não responde. 
     
09 Em relação à ação anulatória de dívida fiscal inscrita pode-se afirmar que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> para a sua propositura, é indispensável o depósito do valor integral da dívida. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> poderá ser proposta com o depósito do valor integral da dívida, hipótese em que suspenderá a exigibilidade do débito. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não poderá ser proposta após ajuizamento da execução fiscal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tem âmbito restrito à discussão sobre a validade formal do ato de inscrição da dívida. 
     
10 Na ação de repetição de indébito, os juros de mora 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> são devidos a partir da data em que ocorreu o pagamento indevido. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> são devidos a partir da citação. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> são devidos a partir do trânsito em julgado. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não são devidos. 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa C 
Questão 3 alternativa A 
Questão 4 alternativa B 
Questão 5 alternativa C 
Questão 6 alternativa A 
Questão 7 alternativa D 
Questão 8 alternativa B 
Questão 9 alternativa B 
Questão 10 alternativa C 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 26
Top of Form 6
PRIVATE�01 No caso de extinção de pessoa jurídica de direito privado, quando a respectiva atividade é continuada pelo sócio remanescente, sob uma outra razão social, pode-se afirmar que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a nova empresa criada pelo sócio remanescente apenas responde por metade dos tributos devidos pela sociedade extinta. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> inexiste responsabilidade, pois a atividade é continuada pelo sócio sob outra razão social. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a empresa criada pelo sócio remanescente é responsável pela totalidade dos tributos devidos pela sociedade extinta, desde que já tenham sido lançados. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a sociedade constituída pelo sócio remanescente é responsável pelos tributos devidos pela sociedade extinta, independentemente de sua razão social. 
     
02 Quanto às isenções, é certo que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em razão do princípio constitucional da uniformidade geográfica, não podem ser restritas a determinada região ou território da entidade tributante. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> em todos os casos, podem ser revogadas ou modificadas por lei, a qualquer tempo. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente pessoas políticas, detentoras de competência tributária, podem conceder ou revogar isenções. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o Decreto do Poder Executivo que conceder a isenção em caráter geral, há de especificar os requisitos exigidos para a sua concessão, os tributos a que se aplica e, se for o caso, o prazo de sua duração. 
     
03 De acordo com o Código Tributário Nacional, a restituição vence juros não capitalizáveis, a contar 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da data do pagamento indevido. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do trânsito em julgado da decisão definitiva que a determinar. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da data da constituição definitiva do crédito tributário. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> da citação. 
     
04 Acerca dos denominados impostos extraordinários, sabe-se que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> prescindem de lei complementar para a sua instituição. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> aqueles a serem instituídos pela União Federal devem estar compreendidos dentro da sua faixa de competência tributária. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> cessada a causa que lhes deu origem, hão de ser devolvidos aos contribuintes. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> cessado o estado de calamidade pública que deu origem à criação de um imposto extraordinário, o mesmo há de ser suprimido gradualmente. 
     
05 Nos termos do Código Tributário Nacional, o denominado lançamento por homologação 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> acontece naqueles tributos em que a legislação tributária impõe ao Fisco todo o labor da constituição do crédito tributário. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente estará completado se a Administração permanecer omissa no prazo de cinco anos contados do primeiro dia do exercício seguinte ao da realização do fato gerador. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> exige que o Fisco homologue expressa ou tacitamente os pagamentos antecipados realizados pelo próprio contribuinte sem qualquer participação estatal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> suspende a exigibilidade do crédito tributário. 
     
06 Pode-se afirmar, quanto às imunidades, que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a lei da pessoa política titular da competência tributária que a instituiu deve identificar todas as condições necessárias para o seu gozo, além de identificar a classe de contribuintes beneficiada. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a denominada imunidade recíproca não alcança as autarquias e as fundações instituídas e mantidas pelo poder público. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, são imunes às contribuições para financimento da seguridade social. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a imunidade conferida aos templos de qualquer culto não é ampla e irrestrita. 
     
07 Na hipótese de pagamento indevido realizado em 10 de março de 1990, de tributo sujeito a lançamento direto, em que o contribuinte pleiteou administrativamente a restituição do indébito no último dia de seu prazo decadencial, e teve denegado o seu pleito administrativo de repetição dois anos depois, pode-se dizer que o prazo prescricional para a propositura da respectiva ação anulatória dessa decisão administrativa denegatória 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> expirou em março de 1998. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1"VALUE="E"--> expirou em março de 1999. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> terminou em janeiro de 2000. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ainda não terminou. 
     
08 Assinale a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Em face do princípio constitucional da isonomia das pessoas políticas tributantes, na cobrança judicial do crédito tributário não haverá concurso entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os créditos tributários inscritos em dívida ativa têm presunção absoluta de certeza e liquidez. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os créditos de natureza tributária têm preferência em relação aos de ordem trabalhista. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A cobrança judicial do crédito tributário não está sujeita a concurso de credores ou habilitação em falência, concordata, inventário ou arrolamento. 
     
09 De acordo com a Constituição Federal, está reservado à lei complementar 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> estabelecer as alíquotas mínimas nas operações internas de ICMS. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> instituir isenções de tributos da competência dos Municípios. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> instituir contribuições sociais de intervenção no domínio econômico e de interesse de categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de intervenção da União nas referidas áreas. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dispor sobre conflitos de competência e regular imunidades. 
     
10 No que pertine aos princípios constitucionais tributários, é certo que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o princípio da anualidade impede a cobrança de tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as contribuições sociais destinadas ao custeio da seguridade social, diferentemente das contribuições de melhoria, estão sujeitas ao princípio da anterioridade nonagesimal. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por força do princípio da estrita legalidade, a lei tributária não poderá alterar os conceitos e as formas de direito privado. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o princípio da uniformidade geográfica impede a concessão de incentivos fiscais quando estes estiverem apenas voltados para a correção de desequilíbrios regionais. 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa C 
Questão 3 alternativa B 
Questão 4 alternativa A 
Questão 5 alternativa C 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativa B 
Questão 8 alternativa D 
Questão 9 alternativa D 
Questão 10 alternativa B 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 27
Top of Form 7
PRIVATE�01 Com relação à competência residencial, é correto afirmar: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A União, os Estados, o DF e os Municípios poderão instituir novos impostos além daqueles já previstos em seu favor na Constituição Federal. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente a União poderá instituir novos impostos, além daqueles já previstos em seu favor na Constituição Federal . 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente os Estados e o DF poderão instituir novos impostos além daqueles já previstos em seu favor na Constituição Federal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Nenhuma das pessoas jurídicas de direito público interno acima indicadas poderá instituir novos impostos além daqueles já previstos em seu favor na Constituição Federal. 
     
02 De acordo com o Código Tributário Nacional, é correto assegurar: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A competência tributária não exercida por uma pessoa jurídica de direito público poderá ser delegada a outra pessoa. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As atribuições das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos, ou de executar leis, serviços, atos ou decisões administrativas em matéria tributária podem ser conferidas por uma pessoa jurídica de direito público a outra. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O ITR, que é um imposto de competência da União, tem 50% do produto de sua receita distribuída para os municípios onde os imóveis rurais estiverem cadastrados, e sobre este percentual o município de Cajazeiras, importante cidade paraibana, por exemplo, pode legislar. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Não constitui delegação de competência o cometimento, a pessoas de direito privado, do encargo ou da função de arrecadar tributos. 
     
03 Segundo a Constituição Federal, é vedada a vinculação da receita de impostos a fundos ou despesa. Entretanto, ela mesma faz algumas ressalvas, entre as quais não se encontra a prevista na alternativa: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Pertencem aos municípios o produto da arrecadação do imposto da União sobre a renda e proventos de qualquer natureza, incidente na fonte, sobre rendimentos pagos a qualquer título, por eles, suas autarquias e pelas fundações que instituírem ou mantiverem. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Pertencem aos Estados e ao DF 10% do produto da arrecadação do IPI, proporcionalmente ao valor das respectivas exportações de produtos industrializados. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A União aplicará, anualmente, nunca menos de dezoito, e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 50% do produto da arrecadação do IPVA serão aplicados pelos Estados e pelo DF na manutenção e conservação das estradas de sua propriedade. 
     
04 É correto afirmar que o Código Tributário Nacional tem hierarquia de: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Lei Complementar. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Emenda Constitucional. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Lei Ordinária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Decreto. 
     
05 O Princípio da Legalidade veda a União, Estados, DF e Municípios exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça. Entretanto, a própria Constituição Federal faculta ao Poder Executivo alterar as alíquotas dos seguintes impostos, exceto: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Imposto Sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Impostos de Importação e de Exportação. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> IPI-Imposto Sobre Produtos Industrializados. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> IOF-Imposto Sobre Operações Financeiras. 
     
06 O prazo para homologação de lançamento, se a lei não fixar outro, será de: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Cinco anos e será contado da data da ocorrência do fato gerador. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Quatro anos e será contado da data do vencimento. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sete anos e seis meses e será contado da data da ocorrência do fato gerador. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Dois anos e será contado da data do pagamento certificado pelo órgão arrecadador. 
     
07 A obrigação acessória converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Quando seu valor ultrapassar o limite fixado em lei. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Pelo simples fato de sua inobservância. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Quando seu valor for superior ao da obrigaçãoprincipal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Pelo simples fato de sua observância. 
     
08 Os convênios relativos ao ICMS, celebrados entre os Estados-Membros da Federação Brasileira e o Distrito Federal, prestam-se a: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Disciplinar o seu regime de compensação. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Fixar a sua base de cálculo e suas alíquotas. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Conceder e revogar suas isenções, incentivos e benefícios fiscais. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Fixar mediante deliberação da maioria dos Estados, as alíquotas aplicáveis às operações interestaduais e de exportação. 
     
09 A observância das normas complementares mencionadas no art. 100 do CNT afasta a possibilidade de exigência: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> De multas, de juros de mora e de correção monetária. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Da correção monetária, mas não dos juros de mora. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Dos juros de mora e das multas, mas não da correção monetária,. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Das multas, mas não dos juros de mora e da correção monetária. 
     
10 Se o Município de Cajazeiras-PB instituir o imposto sobre serviços de energia elétrica, prestado dentro do âmbito estritamente municipal, dar-se-á: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Exercício legítimo de sua competência privativa. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Bis in idem, constitucionalmente consentida. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Invasão da competência federal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Invasão da competência estadual. 
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa B 
Questão 3 alternativa D 
Questão 4 alternativa A 
Questão 5 alternativa A 
Questão 6 alternativa A 
Questão 7 alternativa B 
Questão 8 alternativa C 
Questão 9 alternativa B 
Questão 10 alternativa D 
PRIVATE�Direito Tributário 28
Top of Form 8
PRIVATE�01 São formas de exclusão do crédito tributário: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A dação em pagamento e a compensação; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A prescrição e a decadência; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A confusão e a moratória; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A isenção e anistia. 
     
02 A------------------------------constitui um perdão da infração cometida pelo sujeito passivo e, por via de conseqüência, uma liberação do devedor relativamente às penalidades respectivas: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Anistia; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Moratória; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Isenção; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Remissão. 
     
03 O ato mediante o qual o contribuinte antecipa o pagamento do imposto, sem prévio exame da autoridade administrativa, e fica aguardando a ratificação do seu proceder, de modo expresso ou tácito, chama-se: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Lançamento direto; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Lançamento por homologação; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Lançamento por declaração ou misto; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Lançamento de ofício. 
     
04 De acordo com o CTN, é fato gerador da obrigação principal: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Qualquer situação que, na forma da legislação aplicável, impõe a prática e abstenção de ato que não configure obrigação acessória; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A situação definida em lei como necessária e suficiente a sua ocorrência; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Qualquer fato relativo ao pagamento do tributo; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A situação definida em lei que procura calcular o montante do tributo devido, identificar o sujeito passivo e, se for o caso, propor a aplicação de penalidade pecuniária. 
     
05 Os convênios relativos ao ICMS, celebrados entre os Estados e o Distrito Federal, por intermédio do CONFAZ, objetivam: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Disciplinar o regime de compensação do referido imposto; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Fixar a sua base de cálculo e suas alíquotas; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Conceder e revogar suas isenções, incentivos e benefícios fiscais; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Fixar, mediante deliberação da maioria dos Estados, as alíquotas aplicáveis às operações interestaduais e de exportação; 
     
06 Uma das características distintivas das taxas, em confronto com os impostos, é: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A obrigatoriedade de, em sua instituição, serem observados os princípios constitucionais da legalidade e da anterioridade, sem exceção; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O caráter contraprestacional; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Tratar-se de prestação pecuniária compulsória em moeda; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Tratar-se de prestação pecuniária instituída em lei. 
     
07 De acordo com Constituição Federal, a não-cumulatividade do IPI e do ICMS: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Confunde-se com a proibição da bitributação. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Favorece a incidência ''em cascata'' sobre todas as operações tributadas em dado ciclo da circulação; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Permite que a tributação seja maior ou menor em função da essencialidade dos produtos para o consumo da coletividade; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Propicia compensar o imposto que for devido em cada operação com o montante cobrado nas operações anteriores. 
     
08 Relativamente à responsabilidade tributária, no caso de infrações que decorram direta e exclusivamente de dolo específico, a responsabilidade do agente é: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Subsidiária; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Solidária; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Total, podendo ser solidária; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Pessoal; 
     
09 A Constituição Federal prevê que, sobre a energia elétrica, podem incidir somente: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> IPI, ICMS, IE; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ICMS, ISS, IPI; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II, IE, ICMS; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II, ICMS, IPI; 
     
10 Sobre as imunidades tributárias, podemos afirmar que: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> são extensivas às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, no que se refere ao patrimônio, à renda e aos serviços vinculados ou não a suas finalidades essenciais; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> impossibilitam sejam previstos fatos geradores da obrigação tributária para os casos por elas abrangidos; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> são hipóteses de não-incidência legalmente qualificadas; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não se aplicam às taxas e aos impostos sobre o comércio exterior. 
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa A 
Questão 3 alternativa B 
Questão 4 alternativa B 
Questão 5 alternativa C 
Questão 6 alternativa B 
Questão 7 alternativa D 
Questão 8 alternativa D 
Questão 9 alternativa C 
Questão 10 alternativa B 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 29Top of Form 9
PRIVATE�01 A transmissão de propriedade causa mortis do de cujos a herdeiro infante: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> fica sujeita a incidência do imposto correspondente, porque a capacidade tributária independe da capacidade civil das pessoas naturais 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não fica sujeita ao imposto correspondente porque o infante não tem, pela lei civil, capacidade obrigacional 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não fica sujeita ao imposto correspondente, porque a lei tributária não pode alterar os conceitos e definições do direito privado, logo, o infante não é sujeito de obrigação tributária 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> fica sujeita ao imposto cujo valor ficará depositado em juízo até que se complete a idade de capacitação civil do herdeiro. 
     
02 Distingue-se: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ''fato gerador'', acontecimento descrito na lei como suficiente e necessário à dar origem à obrigação tributária, de ''hipótese de incidência'', fato sobre o qual o sujeito passivo impõe a obrigação tributária 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ''sujeito passivo'', aquele que é obrigado ao pagamento do imposto, de ''responsável sucessor'', aquele que responde pela obrigação tributária de terceiro, por força da aquisição do bem gravado pela obrigação 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ''competência tributária'', a atribuição do poder de tributar, de ''sujeição ativa'', poder de exigir o tributo 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> ''domicílio tributário'', o local determinado ou eleito como sede do contribuinte de ''domicílio fiscal'', como o local determinado ou eleito para as obrigações tributárias 
     
03 Assinale a alternativa correta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> só o sujeito passivo pode ser obrigado ao pagamento do tributo 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o sujeito passivo pode delegar, o contrato, a responsabilidade pelo pagamento do tributo a terceira pessoa, desde que esta declare assumir a obrigação 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> cabe ao sujeito passivo a declaração e constituição do crédito, mesmo nas hipóteses em que a lei atribua a responsabilidade pelo pagamento a terceira pessoa 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a lei pode atribuir a contribuinte a responsabilidade pelo lançamento e pagamento de imposto de terceiro, na qualidade de substituto tributário. 
     
04 Constitui o ''crédito tributário'': 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o contribuinte, por si ou por contador habilitado, por meio da devida escrita fiscal, desde que pague o débito apurado, independente de qualquer informação à autoridade competente pelo cadastro de contribuintes 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a mera ocorrência da hipótese de incidência tributária descrita em lei, a partir da qual fica o contribuinte obrigado a pagar o tributo sob pena de execução forçada 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a autoridade judicial pela declaração da existência da obrigação tributária discutida nos autos do processo 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a autoridade administrativa, pelo procedimento em que identifique o sujeito passivo, a ocorrência do fato gerador, a matéria tributária, o cálculo do imposto e as eventuais infrações e penalidades 
     
05 O crédito tributário definitivamente constituído, tem sua exigibilidade suspensa: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pela propositura de recurso administrativo ou ação judicial, independe de depósito 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pela propositura de qualquer ação judicial 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pela liminar específica para tanto, concedida em mandado de segurança 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pela liminar em mandado de segurança, desde que garantida por depósito judicial de seu valor integral. 
     
06 O crédito tributário: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> fica sujeito a prazo decendial para sua constituição e depois de constituído não tem limite de prazo para cobrança 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> por ser de interesse público, não tem limite de tempo para a sua constituição e cobrança 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> fica sujeito a prazo qüinqüenal intercorrente para sua constituição e qüinqüenal simples para sua prescrição, sem admitir interrupção ou suspensão 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> fica sujeito a prazo qüinqüenal para sua constituição e qüinqüenal para a cobrança. 
     
07 O sujeito passivo tem direito, sem prévio protesto, à restituição total ou parcial do tributo, recolhido por qualquer forma: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> independente do prazo de recolhimento do tributo 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> independentemente da eventual autorização, mesmo nos casos de tributos que, por sua natureza, ensejam a transferência do respectivo encargo financeiro 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> limitado ao decurso do prazo de cinco anos, contados, conforme o caso, da data da extinção do crédito tributário ou da data em que se tornar definitiva a decisão administrativa ou judicial que altera a decisão condenatória 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> excluídos os casos de reforma, anulação, revogação ou rescisão de decisão condenatória. 
     
08 A pessoa jurídica de direito público: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não pode ser sujeito passivo de obrigação tributária, por força da imunidade recíproca 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pode ser executado, por qualquer forma de procedimento judicial 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pode ser executado, mas somente perante o Tribunal Judicial da esfera correspondente, em função da matéria 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não pode ser sujeito passivo de obrigação tributária só na mesma esfera de atuação. 
     
09 Na hipótese de cumulatividade de execuções fiscais federais, estaduais e municipais, de várias origens, contra o mesmo contribuinte executado: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> há preferência de ordem e em razão da matéria, nos termos da lei 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não há preferência em razão da matéria 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não há preferência em razão de ordem 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> é vedada qualquer preferência aproveitando a execução àquele exequente que estiver mais adiantado no procedimento, sem possibilidade de aproveitamento ou transferência entre execuções. 
     
10 A ''medida cautelar fiscal'', pode ser intentada: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pelo Poder Público, para garantir a execução do débito fiscal, quando as condições de insolvência, dilapidação ou ocultação do patrimônio ou ''fuga'' do devedor forem plausíveis 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pelo Poder Público, em qualquer circunstância, desde que já ajuizada a execução fiscal 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pelo contribuinte, para prevenir a execução fiscal mediante o depósito administrativo do valor do crédito executado 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> pelo contribuinte, para garantir a discussão da matéria na instância administrativa, quando seu ativo não for suficiente para atender aos débitos fiscais. 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa A 
Questão 2 alternativa B 
Questão 3 alternativa D 
Questão 4 alternativa D 
Questão 5 alternativa C 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativaC 
Questão 8 alternativa B 
Questão 9 alternativa A 
Questão 10 alternativa A 
PRIVATE�Direito Tributário 30
Top of Form 10
PRIVATE�01 Assinale a alternativa correta:
As despesas destinadas à manutenção de serviços anteriormente criados, inclusive para obras de conservação, são classificadas como: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> despesas de capital 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> investimentos 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> inversões financeiras 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> despesas de custeio 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> transferências correntes 
     
02 Das proposições abaixo:
I - A Lei Orçamentária Anual pode instituir e majorar tributo.
II - O Tribunal de Contas poderá sustar, sem qualquer outra providência, contrato que repute irregular.
III - Entre as funções do controle interno está a de avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual.
IV - Ao Tribunal de Contas, auxiliando o Poder Legislativo no exercício do denominado controle externo, cabe julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta.
É (são) verdadeira(s) a(s) seguinte(s): 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e III 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> III e IV 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente a III 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e IV 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e II 
     
03 Nas proposições abaixo:
I - Na ausência de disposição expressa, o aplicador da legislação tributária se valerá, sucessivamente, dos princípios gerais de direito tributário, dos princípios gerais de direito constitucional, da analogia e da eqüidade.
II - A interpretação da legislação tributária se fará literalmente quando esta disponha sobre a dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias.
III - A lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito quando seja expressamente interpretativa.
IV - Exclusivamente para efeitos tributários, a lei pode alterar a definição, o conteúdo e o alcance de institutos, conceitos e formas de direito privado, ainda que utilizados pela Constituição Federal para definir ou limitar competências tributárias.
Assinale a alternativa correta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e III 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e III 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e IV 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> III e IV 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e IV 
     
04 Assinale a alternativa incorreta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A competência tributária impositiva residual, no Brasil, pertence à União. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Devido ao não-exercício, pelo Município ''X'', de sua competência para instituir o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza em seu território, ele pode transferi-la ao Estado-membro ao qual pertence. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Em matéria de taxas de polícia, somente pode instituí-las o ente federativo que detenha a competência para exercer o poder de polícia respectivo. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Em nenhuma hipótese o Estado-membro poderá conceder isenção de tributo municipal. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Ente da administração indireta pode ser sujeito ativo de tributo. 
     
05 Analise os seguintes enunciados:
I - A natureza jurídica específica de um tributo independe de sua denominação.
II - Conforme jurisprudência do S.T.F., os Estados e Municípios estão imunes ao pagamento do Imposto sobre Operações Financeiras sobre suas aplicações financeiras.
III - A natureza jurídica específica de um tributo é dada pelo cotejo entre o seu ''fato gerador'' e a sua base de cálculo.
IV - O Estado-membro pode instituir e cobrar taxa que possua fato gerador de um imposto, desde que este esteja incluído em sua competência.
Dentre as proposições acima está(ão) correta(s) a(s) seguinte(s): 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente a I 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I, II e III 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I, III e IV 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II, III e IV 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente a II 
     
06 São hipóteses de suspensão da exigibilidade do crédito tributário: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o depósito de seu montante integral e a concessão de medida liminar em mandado de segurança, exclusivamente. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o depósito de seu montante integral, a compensação e a concessão de liminar em mandado de segurança. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o depósito de seu montante integral, o parcelamento, a concessão de liminar em mandado de segurança ou de tutela antecipada em outras espécies de ação judicial. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a interposição de reclamações ou recursos administrativos, a prescrição, a decadência e concessão de liminar em mandado de segurança. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a compensação, a transação, a concessão de medida liminar em mandado de segurança, a remissão e a transação. 
     
07 São causas extintivas do crédito tributário, segundo o Código Tributário Nacional: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o pagamento, a compensação, a transação, decisão judicial proferida liminarmente e a conversão do depósito em renda. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o pagamento, a compensação, a dação em pagamento em bens imóveis, a transação e a conversão do depósito em renda. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o pagamento, a compensação, a prescrição e decadência e o depósito do montante integral do tributo. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a conversão do depósito em renda, a transação, a compensação, a moratória e a remissão. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a compensação, a transação, a remissão e a dação em pagamento em bens móveis. 
     
08 Segundo o Código Tributário Nacional:
I - Os pais são solidariamente responsáveis pelos tributos devidos por seus filhos menores, bastando para tanto que tenham intervindo no ato ensejador da tributação ou que em relação a este se tenham omitido.
II - Até a data da partilha ou adjudicação, o cônjuge-meeiro e o sucessor a qualquer título são pessoalmente responsáveis pelos tributos devidos pelo de cujus.
III - O sócio-quotista de uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada pode ser pessoalmente responsável pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes de ato praticado com infração de contrato social.
IV - Os diretores, os gerentes ou os representantes de pessoa jurídica de direito privado são pessoalmente responsáveis quanto às infrações praticadas contra esta, que decorram direta e exclusivamente de dolo específico.
São corretas: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e IV 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e III 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e III 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e IV 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> III e IV 
     
09 A não-cumulatividade, enquanto princípio constitucional, é própria: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> de todos os tributos 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente do ICMS e do IPI 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> de todos os impostos 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do ICMS, do IPI e dos impostos de competência residual da União 
E) <!--INPUT TYPE="radio"NAME="Q1" VALUE="E"--> do ICMS, da Contribuição sobre Movimentações Financeiras e dos impostos residuais da União 
     
10 No ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações): 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as isenções são concedidas por lei complementar. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o Senado Federal deve fixar, obrigatoriamente, as alíquotas mínimas nas operações internas. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a incidência ocorre sobre o valor total das operações quando mercadorias forem fornecidas com serviços compreendidos na competência dos Municípios. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> cabe à lei complementar prever casos de manutenção de crédito relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior de serviços de mercadorias. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a isenção ou não-incidência não podem, em nenhum caso, gerar direito a crédito. 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa B 
Questão 3 alternativa A 
Questão 4 alternativa B 
Questão 5 alternativa B 
Questão 6 alternativa C 
Questão 7 alternativa B 
Questão 8 alternativa A 
Questão 9 alternativa D 
Questão 10 alternativa D 
PRIVATE�Direito Tributário 31
Top of Form 1
PRIVATE�01 Assinalar a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A denúncia espontânea da infração exclui sempre a incidência da multa e dos juros moratórios, desde que acompanhada do pagamento do tributo devido. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A denúncia espontânea da infração exclui a incidência da multa e dos juros moratórios, mesmo que desacompanhada do pagamento, se houve parcelamento do tributo devido. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A denúncia espontânea da infração afasta a incidência da multa, mas não a dos juros moratórios. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A denúncia espontânea da infração exclui sempre a incidência da multa e dos juros moratórios, desde que, acompanhada do pagamento do tributo devido, tenha sido efetivada antes da penhora de bens do contribuinte. 
     
02 Assinalar a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A falta de retenção do Imposto de Renda pela fonte pagadora de salários isenta o contribuinte-empregado do seu respectivo pagamento. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A fonte pagadora de salários não é substituta tributária do contribuinte do respectivo Imposto de Renda, mas mera responsável subsidiária pela retenção e antecipação do recolhimento. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A retenção do Imposto de Renda pela fonte pagadora dos salários isenta o contribuinte-empregado do seu pagamento e da inclusão no ajuste com a Administração Tributária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Assumindo o empregador o encargo de pagar o Imposto de Renda do empregado, esse fica isento da mesma obrigação tributária. 
     
03 Assinalar a alternativa correta.
O terceiro responsável pelo crédito tributário, segundo o Código Tributário Nacional, pode excusar-se do seu pagamento, argüindo: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o privilégio da excussão; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não ser solidária a obrigação; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> caber verificar primeiro se é legal a obrigação principal do contribuinte; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> nenhuma das anteriores. 
     
04 Assinalar a alternativa correta.
Na hipótese do IPI com fato gerador no mês de novembro, o prazo de decadência começa a ser contado a partir: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do primeiro dia útil do mês de dezembro seguinte; 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do último dia de novembro; 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do primeiro dia do exercício seguinte; 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do primeiro dia após um ano da ocorrência do fato gerador. 
     
05 Assinalar a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As isenções tributárias não podem ser restritas a determinada região do território da entidade tributante. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As isenções tributárias não podem ser concedidas caso a caso, mesmo que o interessado cumpra os requisitos da lei. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As isenções tributárias não podem ser concedidas por decreto do Chefe do Poder Executivo que tenha a iniciativa da matéria tributária. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As isenções tributárias não podem ser concedidas por lei complementar. 
     
06 Assinalar a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Tratando-se de rendimentos produzidos por atividade ilícita, decorrendo a validade dos atos jurídicos dos requisitos de agente capaz, objeto lícito e forma prescrita ou não defesa em lei, é inadmissível o poder tributante exigir imposto cuja obrigação tem por fato imponível situação penalmente reprovável. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Tratando-se de rendimentos produzidos por atividade ilícita, não incide Imposto de Renda, porquanto não descrito pelo legislador ato ilícito como elemento de hipótese de incidência. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Tratando-se de rendimentos produzidos por atividade ilícita, a exigência tributária fica sobrestada até o pronunciamento declaratório da licitude da atividade. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Tratando-se de rendimentos produzidos por atividade ilícita, é exigível o imposto, visto que a ilicitude dos atos praticados não interfere na relação tributária. 
     
07 Assinalar a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A isenção é sempre revogável a qualquer tempo. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A isenção é absolutamente irrevogável. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A isenção é revogável, desde que, para o seu titular, não seja condicionada nem a termo. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A isenção, uma vez concedida de forma genérica, aplica-se aos tributos criados depois de sua concessão, comportando interpretação ampliativa e integração. 
     
08 Assinalar a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O princípio da anterioridade, aplicável aos tributos em geral, é mitigada em relação às contribuições de seguridade social. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O princípio da anterioridade aplica-se aos tributos, mas não aos de competência da União em território federal não dividido em municípios. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O princípio da anterioridade aplica-se aos tributos, mas não ao imposto sobre doação de quaisquer bens ou direitos. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O princípio da anterioridade aplica-se aos tributos, mas não ao Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza, não compreendidos no art.155, II, da Constituição Federal, definidos em lei complementar. 
     
09 Assinalar a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O novo município, que se constitui pelo desmembramento territorial de outro, sub-roga-se nos direitos desse cuja legislação tributária aplicará até que entre em vigor a sua própria, salvo lei em contrário. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O sujeito passivo da obrigação acessória é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Segundo o Código Tributário Nacional, as convençõesparticulares relativas à responsabilidade pelo pagamento de tributos, poderão ser opostas à Fazenda Pública, para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A capacidade tributária passiva depende da capacidade civil das pessoas naturais. 
     
10 Assinale a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O crédito tributário é constituído pela ocorrência do fato imponível. 
B) O crédito tributário é constituído pela inscrição da dívida ativa, feita pela autoridade administrativa competente. 
C) O crédito tributário é regularmente constituído pela decisão administrativa em processo fiscal. 
D) O crédito tributário é constituído pelo lançamento feito privativamente pela autoridade administrativa competente. 
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Direito Tributário 31
Questão 1 alternativa C 
Questão 2 alternativa B 
Questão 3 alternativa D 
Questão 4 alternativa C 
Questão 5 alternativa C 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativa C 
Questão 8 alternativa A 
Questão 9 alternativa A 
Questão 10 alternativa D 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 32
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PRIVATE�01 A respeito da teoria geral dos tributos, é correto afirmar que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> tributo é toda a prestação pecuniária facultativa, não oriunda de sanção de ato lícito, instituída por lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as espécies de tributos existentes em nosso Sistema Tributário são identificadas pelo fato gerador da respectiva obrigação tributária, pela denominação dada por lei e pelo destino legal do produto de sua arrecadação. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os impostos extrafiscais são aqueles cujo produto de sua arrecadação está vinculado a fundo, órgão ou receita. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as contribuições de melhoria podem ser cobradas antes do início de obra pública. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a parafiscalidade consiste na arrecadação de tributo por pessoa diversa daquela que detém a competência legislativa para instituí-lo. 
     
02 O fenômeno do bis in idem é encontrado quando 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o mesmo fato jurídico vem a ser tributado por duas ou mais pessoas políticas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dois ou mais fatos jurídicos são tributados por duas ou mais pessoas políticas. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> dois ou mais fatos jurídicos são tributados pela mesma pessoa política. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o mesmo fato jurídico vem a ser tributado duas ou mais vezes pela mesma pessoa política. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o fato jurídico vem a ser tributado por pessoa jurídica de direito privado. 
     
03 No tocante à teoria das normas do direito tributário, é correto afirmar que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os tributos devem ser instituídos por lei complementar. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os Estados e os Municípios podem instituir empréstimo compulsório para atender despesas extraordinárias decorrentes de calamidade pública. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o imposto sobre a transmissão causa mortis e doação de quaisquer bens ou direitos (ITCMD) terá suas alíquotas máximas fixadas pelo Senado Federal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o imposto sobre serviço (ISS) de competência dos Municípios não pode ter suas alíquotas máximas fixadas por lei complementar, por ofensa ao princípio da autonomia municipal. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os tratados e as convenções internacionais não prevalecem sobre a legislação interna. 
     
04 A isenção, a remissão e o parcelamento acarretam em relaçã o ao crédito tributário, respectivamente, sua 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> extinção, exclusão, extinção. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> exclusão, suspensão, extinção. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> exclusão, extinção, suspensão. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> suspensão, extinção, extinção. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> extinção, exclusão, suspensão. 
     
05 Da obrigação tributária e do fato gerador.
I. A obrigação tributária é principal e acessória sendo que, pelo simples fato da sua inobservância, a obrigação acessória converte-se em obrigação principal relativamente a penalidade pecuniária.
II. A legislação tributária deve ser interpretada literalmente na hipótese de dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias.
III. A autoridade administrativa não pode desconsiderar atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária.
IV. Na anistia ou na isenção, os contribuintes estão dispensados do cumprimento das obrigações acessórias, dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente as afirmativas I e II estão corretas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente as afirmativas I e III estão corretas. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente as afirmativas II e III estão corretas. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente as afirmativas II e IV estão corretas. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente as afirmativas III e IV estão corretas. 
     
06 Sujeito ativo e sujeito passivo da obrigação tributária:
I. O sujeito ativo da obrigação tributária é a pessoa jurídica de direito público titular da competência legislativa para instituir o tributo.
II. A capacidade tributária passiva das pessoas naturais depende da sua capacidade civil, bem como de não estarem sujeitas a medidas que importem privação ou limitação do exercício de atividades civis, comerciais ou profissionais.
III. O sujeito ativo da obrigação tributária é a pessoa jurídica de direito público titular da capacidade ativa para exigir o seu cumprimento.
IV. Salvo disposição de lei em contrário, as convenções particulares não podem ser opostas ao Fisco para modificar a definição legal do sujeito passivo das obrigações tributárias correspondentes. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente as afirmativas I e II estão corretas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente as afirmativas I e III estão corretas. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente as afirmativas II e III estão corretas. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente as afirmativas II e IV estão corretas. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente as afirmativas III e IV estão corretas. 
     
07 A respeito de isenção e imunidade é correto afirmar que a 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> imunidade é a hipótese de não incidência tributária prescrita por norma infraconstitucional. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> isenção heterônoma é a hipótese de não incidência tributária outorgada por pessoa política diversa daquela que possui a competência legislativa para dispor sobre o tributo em questão. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> imunidade recíproca extensiva é aquela que impede a tributação do patrimônio, da renda e dos serviços das empresas públicas e sociedade de economia mista vinculados a suas finalidades essenciais. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> isenção não pode ser restrita a determinada região do território da entidade tributante, sob pena de ofender o princípio da uniformidade geográfica da tributação. 
E) <!--INPUTTYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> isenção, salvo se concedida por prazo certo e em função de determinadas condições, pode ser modificada ou revogada por lei, a qualquer tempo, propiciando a exigência fiscal imediata do tributo no dia seguinte à publicação da lei que modificou ou revogou a isenção. 
     
08 No exercício da fiscalização, as autoridades administrativas federais, estaduais e municipais 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não podem prestar-se mutuamente assistência para fiscalização dos tributos respectivos, mesmo que tal assistência venha ser prevista em lei ou em convênio, por obediência dos princípios do sigilo fiscal e da territorialidade. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> podem permutar informações com Estados estrangeiros no interesse da arrecadação e da fiscalização dos tributos, mesmo na ausência de tratados, acordos ou convênios. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não podem divulgar informações obtidas em razão do ofício sobre a situação econômica ou financeira do contribuinte, mesmo quando solicitadas pelo Poder Judiciário no interesse da justiça. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não se encontram impedidas de fornecerem informações relativas a representações fiscais para fins penais. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> não podem divulgar informações relativas a inscrições na Dívida Ativa da Fazenda Pública. 
     
09 O prazo para a oposição dos embargos à execução fiscal será de 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 30 dias contados da intimação da penhora. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 15 dias contados da apresentação do bem à penhora. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 10 dias contados da juntada do mandado de citação, nos autos do processo de execução, para pagamento ou para apresentação de penhora. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 10 dias contados do recebimento do mandado de citação para pagamento ou para apresentação de penhora. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> 10 dias contados da juntada da prova de fiança bancária. 
     
10 Pertencem aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o produto de arrecadação de todos os tributos da União recolhidos por esses entes políticos, por suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. 
B) o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza, incidente na fonte, sobre rendimentos pagos, a qualquer título, por eles, suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. 
C) vinte por cento do produto da arrecadação das contribuições que a União pode instituir no exercício de sua competência residual. 
D) o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza incidente no final do exercício. 
E) apenas o produto de arrecadação dos tributos de sua competência tributária. Isto porque, não há tributo da União que incida sobre qualquer fato gerador tributado por esse ente político. 
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Direito Tributário 32
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa A 
Questão 3 alternativa E 
Questão 4 alternativa D 
Questão 5 alternativa A 
Questão 6 alternativa E 
Questão 7 alternativa D 
Questão 8 alternativa C 
Questão 9 alternativa E 
Questão 10 alternativa E 
 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 33
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PRIVATE�01 ''O Direito Tributário é o ramo do Direito ________ que se ocupa das relações entre o _______ e as pessoas sujeitas a imposições tributárias de qualquer espécie, limitando o poder de tributar e protegendo o cidadão contra os abusos desse poder.'' Assinale a alternativa que completa o conceito exposto acima de forma correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Privado, Governo. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Nacional, entes públicos. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Público, fisco. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Público, Ministério da Fazenda. 
     
02 Assinale a alternativa que conceitua corretamente o que é tributo. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É toda prestação pecuniária compulsória ou voluntária, em moeda, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei, decreto, medida provisória ou portaria e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que pode às vezes constituir-se em sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. 
     
03 A ''atividade administrativa'' que é o meio pelo qual é cobrado o tributo pode ser classificada em: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Arbitrária, discricionária e vinculada. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Discricionária, especial e facultativa 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Vinculada, competente e consignatória. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Arbitrária, vinculada e obstativa. 
     
04 Assinale a alternativa incorreta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Quanto à vinculação com a atividade estatal, os tributos são: vinculados ou não vinculados (os impostos). 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Quanto à função, os tributos são: fiscais, extrafiscais e parafiscais. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os impostos estão classificados no Código Tributário Nacional, de acordo com a natureza econômica do fato gerador respectivo, em dez grupos. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Quanto à competência impositiva, os tributos são: federais, estaduais e municipais. 
     
05 O tributo é fiscal, extrafiscal e parafiscal quando seu objetivo é, respectivamente: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A interferência no domínio econômico; a arrecadação de recursos financeiros para o Estado; arrecadação de recursos para o custeio de atividades que, em princípio, não integram funções próprias do Estado, mas este as desenvolve através de entidades específicas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A arrecadação de recursos financeiros para o Estado Nacional; a interferência no domínio econômico; arrecadação de recursos para o custeio de atividades que, em princípio, não integram funções próprias do Estado, mas este as desenvolve através de entidades específicas. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Arrecadação de recursos para o custeio de atividades que, em princípio, não integram funções próprias do Estado, mas este as desenvolve através de entidades específicas; a interferência no domínio econômico; a arrecadação de recursos fi-nanceiros para o Estado. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A arrecadação de recursos financeiros para o Estado Público, arrecadação de recursos para o custeio de atividades que, em princípio, não integram funções próprias do Estado, mas este as desenvolve através de entidades específicas; a inter-ferência no domínio econômico. 
     
06 A relação entre o Estado e as pessoas sujeitas à tributação é: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Relação simplesmente de poder. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"-->Relação impositiva, nunca alternativa. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Relação hierárquica. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Relação jurídica. 
     
07 No que tange à obrigação tributária: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É de duas espécies: principal e acessória, tendo a obrigação principal, por objeto, o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É de três espécies: principal, acessória e pendular, decorrendo a pendular da legislação tributária e tendo por objeto as prestações. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É de uma única espécie, ou seja, acessória porque decorrem da norma constitucional todos os principais tributos, sendo garantida sua cobrança, na prática, por leis infraconstitucionais. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É de quatro espécies: principal, acessória, derivada e extintiva. 
     
08 No que respeita aos sujeitos ativo e passivo da obrigação tributária, assinale a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O sujeito ativo é a pessoa, natural ou jurídica, obrigada a seu cumprimento. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sujeito passivo é a pessoa jurídica de direito público titular da competência para exigir o seu cumprimento. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O sujeito passivo da obrigação acessória é a pessoa à qual a legislação tributária atribui deveres diversos do dever de pagar. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sujeito ativo pode ser pessoa natural ou jurídica de capital externo. 
     
09 O lançamento tributário é: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Competência derrogada da União para o Estado. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Imediato, oneroso e identificador do sujeito ativo. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Procedimento administrativo. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Obrigação exclusiva do contribuinte. 
     
10 Quanto às modalidades de lançamento, é correto dizermos que: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> São duas: de ofício (quando é feita por iniciativa da autoridade administrativa, independentemente de qualquer colabora-ção do sujeito passivo) e por declaração; 
B) São cinco: de ofício, por justificação direta, por justificação indireta, por declaração e por confissão; 
C) São três: por justificação indireta, por justificação direta e por confissão; 
D) São três: de ofício, por declaração e por homologação. 
     
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Direito Tributário 33
Questão 1 alternativa C 
Questão 2 alternativa D 
Questão 3 alternativa C 
Questão 4 alternativa C 
Questão 5 alternativa B 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativa A 
Questão 8 alternativa C 
Questão 9 alternativa C 
Questão 10 alternativa D 
PRIVATE�Direito Tributário 34
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PRIVATE�01 Tem-se como certo que a exigibilidade do crédito tributário pode ser suspensa. E, sendo assim, a suspensão pode ser: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente prévia, vez que se opera antes do surgimento da própria exigibilidade. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Prévia (operando-se antes do surgimento da própria exigibilidade) ou posterior (operando-se depois que o crédito se tor-nou exigível). 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Prévia, posterior, tardia ou sem vantagem. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Antecipatória (operando-se antes do surgimento da própria exigibilidade) ou tardia (operando-se sem qualquer efeito para qualquer dos sujeitos). 
     
02 No Direito Tributário entende-se por moratória: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A prorrogação do prazo para pagamento do crédito tributário, com ou sem parcelamento. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A declaração expressa ou tácita do contribuinte de que não irá recolher determinado tributo. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A prorrogação espontânea e por prazo indeterminado no recolhimento do tributo federal ou estadual. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A forma de se obstar a execução do crédito tributário pelo credor, tendo em vista que o recolhimento é feito judicialmente, e não para o fisco. 
     
03 Assinale a alternativa que não diz respeito à restituição do tributo. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Cobrança ou pagamento espontâneo de tributo indevido ou maior que o devido, em face da legislação tributária aplicável, ou da natureza ou circunstâncias materiais do fato gerador efetivamente ocorridas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Reforma, anulação, revogação ou rescisão de decisão condenatória. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Tributo regularmente lançado, pago pelo devedor quando, dez dias depois do seu recolhimento, o sujeito passivo se arre-pende de seu pagamento e deseja ter seu dinheiro restituído. Opera-se o princípio do ''arrependimento'', vez que existe o objetivo de discutir o tributo judicialmente. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Erro na identificação do sujeito passivo, na determinação da alíquota aplicável, no cálculo do montante do débito ou na elaboração ou conferência de qualquer documento relativo ao pagamento. 
     
04 Considere as afirmativas a seguir:
I - Na compensação, se o obrigado ao pagamento do tributo é credor da Fazenda Pública, poderá ocorrer uma compen-sação pela qual seja extinta sua obrigação, isto é, o crédito tributário.
II - Transação é acordo, sendo certo ainda que a lei pode facultar, nas condições que estabeleça aos sujeitos ativo e passivo da obrigação tributária, celebrar transação que, mediante concessões mútuas, importe em terminação de litígio e conseguinte extinção de crédito tributário.
III - Remissão é perdão, é dispensa. Só pode ser concedida pela autoridade administrativa para tanto expressamente autorizada por lei.
IV - Pela decadência, ocorre a extinção do direito de o fisco constituir o crédito tributário.
São verdadeiras: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I, II, III somente. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I, II, III e IV (todas). 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> III somente. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e IV somente. 
     
05 A competência tributária caracteriza-se pela: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Privatividade, indelegabilidade e inalterabilidade. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Irrenunciabilidade, avocação, alternatividade, incaducabilidade e facultatividade do exercício. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Indelegabilidade, irrenunciabilidade, primariedade, especificidade e privatividade. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Facultatividade do exercício, privatividade, indelegabilidade, incaducabilidade, inalterabilidade e irrenunciabilidade. 
     
06 Assinale a alternativa incorreta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As pessoas políticas são imunes à tributação por meio de impostos: é a chamada ''imunidade recíproca''. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Todos os templos da Igreja Católica são imunes à tributação por meio de impostos, sendo certo que os templos de outras religiões ou cultos não gozam de imunidade. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> São imunes os partidos políticos e suas fundações e, ainda, as entidades sindicais dos trabalhadores. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As instituições de assistência social e as de educação são imunes à tributação por meio de impostos. 
     
07 As isenções tributárias podem ser concedidas: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"-->Por lei ordinária, por lei complementar, por decreto legislativo do Congresso Nacional, por medida provisória e por portaria. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Por decreto legislativo estadual ou distrital, por lei complementar, por lei ordinária e por decreto legislativo do Congresso Nacional. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Por lei ordinária somente. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente em caso de calamidade pública, desde que seja por lei municipal, estadual ou federal. 
     
08 O ICMS, o IPTU e o imposto de renda são respectivamente impostos: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Municipal, estadual, federal. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Federal, municipal, estadual. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Estadual, municipal, federal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Municipal, estadual, federal. 
     
09 Assinale a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os Estados poderão instituir contribuições estaduais. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Taxa é uma espécie de tributo cujo fato gerador não está vinculado a nenhuma atividade estatal específica relativa ao contribuinte. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Podemos dizer que a contribuição de melhoria é o imposto destinado a evitar uma injusta repartição dos benefícios decorrentes de obras públicas ou privadas. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O lançamento da contribuição de melhoria é feito de ofício, porém, antes do lançamento, devem ser observados alguns requisitos. 
     
10 Assinale a alternativa incorreta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O ilícito tributário diz-se de conteúdo patrimonial quando implica o não-pagamento, total ou parcial, do tributo. 
B) Ilícito administrativo tributário é o comportamento que implica inobservância de norma tributária. 
C) O ilícito administrativo tributário não implica inadimplemento de obrigação tributária, seja principal ou acessória. 
D) Sanção é o meio de que se vale a ordem jurídica para desestimular o comportamento ilícito. 
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa B 
Questão 2 alternativa A 
Questão 3 alternativa C 
Questão 4 alternativa B 
Questão 5 alternativa D 
Questão 6 alternativa B 
Questão 7 alternativa C 
Questão 8 alternativa C 
Questão 9 alternativa D 
Questão 10 alternativa C 
PRIVATE�Direito Tributário 35
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PRIVATE�01 Avalie o acerto das afirmações adiante e marque com V as verdadeiras e com F as falsas; em seguida, marque a opção correta. 
( ) O princípio da anterioridade tributária não pode ser afastado por meio de emenda constitucional, ainda que em relação a um imposto determinado, não constante da enumeração excetuada no próprio texto constitucional original.
( ) O princípio da irretroatividade protege de alterações a tributação dos lucros apurados no período-base a ser encerrado em data futura.
( ) É inconstitucional a cobrança de imposto sobre movimentação financeira que atinja indiscriminadamente todas as aplicações, no ponto em que atinja as realizadas por Estados e Municípios, por exemplo (imunidade recíproca), sendo portanto inválido o § 2º do art. 2º da Emenda Constitucional nº 3, de 18 de março de 1993. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, V 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, F 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, F, V 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, F, F 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, V, F 
     
02 Leia o texto, preencha as lacunas e escolha, em seguida, a opção que contém a seqüência em que foram preenchidas.
O Tribunal Regional Federal da 2ª Região julgou interessante questão sobre a competência para cobrar imposto de renda descontado na fonte sobre vencimentos de vereadores. Como você julgaria? O imposto de renda incidente sobre rendimentos pagos a servidores municipais, descontado na fonte, pertence ____[i]______. Caberá _____[ii]_____ exigi-lo, faltando ____[iii]______ capacidade ativa para fazê-lo. Quanto às parcelas do vencimento que os servidores julgam isentas ou imunes a tributação, contra o entendimento da Receita Federal, e por isso excluídas das respectivas declarações, competente para exigi-las é ____[iv]______. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> [i] à União...[ii] a ela...[iii] ao Município...[iv] a União 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> [i] à União ...[ii] ao Município...[iii] à União...[iv] o Município 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> [i] ao próprio Município ...[ii] a ele...[iii] à União...[iv] o Município 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> [i] ao próprio Município ...[ii] a ele...[iii] à União...[iv] a União 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> [i] ao próprio Município ...[ii] à União ...[iii] ao Município, caso não tenha descontado na fonte, ...[iv] a União 
     
03 [1] O Município de Campinas instituiu a taxa de serviços urbanos, cuja base de cálculo repousa nos elementos localização, área e dimensões do imóvel. Essa taxa é constitucional?
[2] O texto constitucional (art. 145, III) deixou de se referir expressamente à valorização imobiliária, ao cogitar de contribuição de melhoria. Com isso, o acréscimo do valor do imóvel localizado nas áreas beneficiadas direta ou indiretamente por obras públicas ainda figura como fato gerador da contribuição?
[3] O imposto sobre operações financeiras está sujeito ao princípio da anterioridade? 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Não, não, não 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Não, sim, não 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, não, não 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, sim, não 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, sim, sim 
     
04 Compete ao Município o imposto sobre 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens imóveis ou direitos a eles relativos, situados em seu território. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> operações relativas a prestações de serviços de transporte intramunicipal. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a propriedade de veículos automotores licenciados em seu território. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a transmissão inter vivos, relativamente a bens móveis, títulos e créditos, se em seu território tiver domicílio o transmitente, ou ao Distrito Federal. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a transmissão inter vivos por ato oneroso, de bens imóveis, exceto a dos imóveis por definição legal.. 
     
05 O estabelecimento, em caráter geral, da definição da base de cálculo e do fato gerador dos impostos discriminados na Constituição há de ser feito por 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> lei complementar federal, em todos os casos. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> exclusivamente por lei complementar federal, para a União, e por lei complementar estadual para os Estados e Municípios. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> apenas em lei ordinária federal, estadual e municipal, conforme o caso, tendo em vista o princípio da autonomia dos Estados e Municípios. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> lei delegada, medida provisória ou lei ordinária federal em qualquer caso. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> lei delegada, medida provisória ou lei ordinária federal quanto aos tributos da União, por lei estadual ou convênios para os Estados, e por lei municipal, para os Municípios. 
     
06 Avalie o acerto das afirmações adiante e marque com V as verdadeiras e com F as falsas; em seguida, marque a opção correta.
( ) Lei federalestabelecerá em tabelas de valores, mediante normas gerais, as taxas ou emolumentos relativos aos atos praticados pelos serviços notariais e de registro.
( ) Segundo a jurisprudência, a correção monetária de débito fiscal pode ser regulada por lei estadual.
( ) Compete privativamente aos Estados instituir contribuições previdenciárias passíveis de cobrança de seus servidores. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, V 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, F 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, F, F 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, F, F 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, V, F 
     
07 A assertiva errada, entre as constantes abaixo, é a que afirma que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a instituição de empréstimos compulsórios só pode ser feita por lei complementar. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> um dos fundamentos possíveis do empréstimo compulsório é a calamidade pública. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a simples iminência de guerra externa pode justificar a instituição de empréstimos compulsórios. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> no caso de investimento público de relevante interesse nacional e de caráter urgente não se aplica o princípio da anterioridade. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> os recursos provenientes de empréstimo compulsório só podem ser aplicados para atender à despesa que tiver fundamentado a sua instituição. 
     
08 A assertiva errada, entre as constantes abaixo, é a que afirma que 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As contribuições para o PIS/PASEP e a COFINS, devidas pelas pessoas jurídicas, seguirão regime próprio de reconhecimento de receitas e não o previsto na legislação do imposto de renda. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> uma das alternativas da pessoa jurídica produtora e exportadora de mercadorias nacionais para o exterior é determinar o valor do crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), como ressarcimento relativo às contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e para a Seguridade Social (COFINS). 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> segundo entendimento sumulado pelo Superior Tribunal de Justiça, a parcela relativa ao ICM inclui-se na base de cálculo do PIS. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Aplicam-se à pessoa jurídica adquirente de mercadoria de procedência estrangeira, no caso da importação realizada por sua conta e ordem, por intermédio de pessoa jurídica importadora, as normas de incidência das contribuições para o PIS/PASEP e COFINS sobre a receita bruta do importador. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As instituições responsáveis pela retenção e pelo recolhimento da CPMF deverão apurar e registrar os valores devidos, mesmo no período de vigência de decisão judicial impeditiva da retenção e do recolhimento da contribuição. 
     
09 Assinale a opção correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Compete supletivamente à União instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A instituição das contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas depende de lei complementar de caráter geral que defina o fato gerador e a base de cálculo. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão reter a contribuição federal, cobrada de seus servidores, para o custeio, em benefício desses, de sistemas de previdência e assistência social. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, a pessoa física que preste serviços à empresa não pode ser objeto da contribuição para a seguridade social por constituírem base de cálculo de outra exação, o imposto de renda. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As contribuições para a seguridade podem ser exigidas imediatamente, por não se lhe aplicar a anterioridade da data da publicação da lei que as houver instituído ou modificado em relação ao exercício financeiro da cobrança. 
     
10 Relativamente ao imposto de renda, assinale a afirmação correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A Constituição determina que o imposto de renda seja informado pelo critério de que aquele que ganhe mais deverá pagar de imposto uma proporção maior do que aquele que ganhe menos. 
B) A renda e os proventos de qualquer natureza percebidos no País por residentes ou domiciliados no exterior ou a eles equiparados não estão sujeitos ao imposto em razão do princípio da extraterritorialidade. 
C) No caso de rendimentos percebidos em dinheiro a título de alimentos ou pensões em cumprimento de acordo homologado judicialmente ou decisão judicial, inclusive alimentos provisionais ou provisórios, verificando-se a incapacidade civil do alimentado, não há incidência do imposto. 
D) Em razão do princípio da universalidade da tributação, a ajuda de custo destinada a atender às despesas com transporte, frete e locomoção do beneficiado e seus familiares, em caso de remoção de um município para outro, está sujeita ao imposto. 
E) A tributação dos rendimentos recebidos por residentes ou domiciliados no Brasil que prestem serviços a embaixadas, repartições consulares, missões diplomáticas ou técnicas não está sujeita à legislação brasileira, por força da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas. 
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa C 
Questão 2 alternativa E 
Questão 3 alternativa B 
Questão 4 alternativa B 
Questão 5 alternativa A 
Questão 6 alternativa E 
Questão 7 alternativa D 
Questão 8 alternativa A 
Questão 9 alternativa B 
Questão 10 alternativa A 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 36
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PRIVATE�01 Assinale a resposta correta.
(i) O imposto sobre produtos industrializados (IPI) incide sobre produtos industrializados estrangeiros?
(ii) O campo de incidência do IPI abrange os produtos com alíquota zero? 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> (i) Sim, porque para efeito de IPI não há distinção em relação à procedência dos bens. 
(ii) Não, porque alíquota zero equivale à ausência de alíquota. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> (i) Sim, porque se o produto é industrializado esse imposto substitui o de importação. (ii) Sim, porque alíquota zero não impede que o produto siga o regime geral do imposto. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> (i) Sim. A lei assim o diz. (ii) Sim, porque a lei determina que seu campo de incidência abrange todos os produtos com alíquota. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> (i) Não, porque haveria bis in idem, já que sobre eles incide o imposto de importação. (ii) Sim, porque o campo de incidência desse imposto abrange todos os produtos industrializados. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> (i) Não, porque o IPI não é um tributo aduaneiro. (ii) Não, porque o campo de incidência advém da Constituição e esta não previu a hipótese. 
     
02 Quanto ao imposto de exportação, avalie o acerto das afirmações adiante e marque com V as verdadeiras e com F as falsas; em seguida, marque a opção correta.
( ) O imposto incide sobre mercadoria nacional ou nacionalizada destinada ao exterior.
( ) Pelas regras vigentes, o imposto é excepcional,pois somente os produtos relacionados estão a ele sujeitos.
( ) O preço, a vista, da mercadoria, FOB ou colocada na fronteira, é indicativo do preço normal, que é a base de cálculo do imposto. 
A) <!--INPUT TYPE="radio"NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, V 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, F 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, F, F 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, F, F 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, V, F 
     
03 É correto o seguinte asserto: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> No que se refere ao imposto de importação, a legislação brasileira, devido ao princípio da nação mais favorecida, determina que todo tratamento aduaneiro decorrente de ato internacional aplica-se a mercadorias originárias de qualquer exportador e não apenas a do país beneficiário. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Compete à autoridade monetária, em especial ao Banco Central do Brasil, a administração do IOF, incluídas as atividades de arrecadação, tributação e fiscalização. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O imposto sobre operações financeiras (IOF) incide sobre operações de crédito realizadas por comerciantes (crédito direto ao consumidor) quando os direitos creditórios não tenham sido alienados. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Quando se tratar de mercadoria despachada para consumo, a norma legal considera como ocorrido o fato gerador do imposto de importação não na data do ingresso nas águas territoriais brasileiras, mas na do registro, na repartição aduaneira, da declaração de importação. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O fato gerador do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) ocorre em cada exercício ao completar-se um ano civil em que o contribuinte esteja vinculado ao imóvel. 
     
04 Relativamente ao Imposto Territorial Rural (ITR), avalie o acerto das afirmações adiante e marque com V as verdadeiras e com F as falsas; em seguida, marque a opção correta.
( ) Como regra, o ITR incide inclusive sobre o imóvel declarado de interesse social para fins de reforma agrária.
( ) Segundo a interpretação legal, imóvel rural de área inferior a 30 hectares, independentemente do local onde se encontre, é considerada pequena propriedade, imune ao imposto.
( ) O ''posseiro'' do imóvel é estranho à relação jurídica relativa ao ITR, pois o contribuinte do imposto é o titular do domínio útil ou o proprietário. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, V 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, F 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, F, F 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, F, F 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, V, F 
     
05 As microempresas optantes pelo SIMPLES, que utilizarem sistemas de processamento eletrônico de dados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras, escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal, ficam obrigadas a manter, à disposição da Secretaria da Receita Federal, os respectivos arquivos digitais e sistemas, pelo prazo decadencial previsto na legislação tributária? A inscrição no SIMPLES implica pagamento mensal unificado entre outros, do IRPJ (imposto de renda das pessoas jurídicas)? O pagamento unificado de impostos e contribuições, devidos pela microempresa e pela empresa de pequeno porte, inscritas no SIMPLES, será feito de forma descentralizada, junto ao INSS, à Receita Federal e ao órgão arrecadador do Estado? 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Não, não, não 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Não, sim, não 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, não, não 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, sim, não 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, sim, sim 
     
06 Para efeitos administrativos, a União poderá articular sua ação em um mesmo complexo geoeconômico e social, visando a seu desenvolvimento e à redução das desigualdades regionais. Nesse contexto, disporá sobre isenções, reduções ou diferimento temporário de tributos federais devidos por pessoas físicas ou jurídicas. Ela o fará mediante 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> resolução do Senado Federal. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> decreto legislativo. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> lei complementar. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> lei ordinária. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> lei delegada ou medida provisória. 
     
07 Avalie o acerto das afirmações adiante e marque com V as verdadeiras e com F as falsas; em seguida, marque a opção correta.
( ) O legislador não poderá autorizar a desconsideração dos atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de eclipsar a ocorrência do fato gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária, desde que observados pelo sujeito passivo as normas próprias do direito privado.
( ) O CTN foi alterado, entre outros pontos, para esclarecer que a imunidade das instituições de educação e de assistência social só atinge aquelas sem fins lucrativos.
( ) A antecipação de tutela é figura mais recentemente introduzida no direito processual pátrio (1994), e o CTN lhe é anterior (1966), não se achando expressamente prevista neste como uma das modalidades de suspensão da exigibilidade do crédito tributário. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, V 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, V, F 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> V, F, F 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, V, F 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> F, F, F 
     
08 Preencha as lacunas com as expressões oferecidas entre as cinco opções abaixo.
Se a lei atribui ao contribuinte o dever de prestar declaração de imposto de renda e de efetuar o pagamento sem prévio exame da autoridade, o lançamento é por _________.
Segundo os termos do CTN, na redação vigente a partir de 11 de janeiro de 2002, a lei pode circunscrever a aplicabilidade do ____________ a determinada região ou a determinada categoria de __________. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> declaração / crédito tributário / ocupação profissional 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> declaração / regime aduaneiro / mercadorias 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> homologação / regime automotivo / empresas, segundo seu porte ou procedência 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> homologação / parcelamento / moeda de conta ou de pagamento 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> homologação / parcelamento / responsáveis ou contribuintes 
     
09 Uma decisão judicial reconheceu ao contribuinte o direito de efetuar a compensação do imposto de renda mediante o aproveitamento de certa parcela do IPI que considerou indevida. O contribuinte efetuou o referido aproveitamento. O Auditor considerou errado o procedimento do contribuinte, porque a Fazenda havia recorrido da decisão do juiz de primeiro grau. Está certo o Auditor?
A isenção outorgada depois do fato gerador mas antes do lançamento exclui o crédito tributário? z É vedada a divulgação, por parte da Fazenda Pública ou de seus servidores, de informação relativa a representação fiscal para fins penais, obtida em razão do ofício? 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Não, não, não 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, não, não 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, sim, não 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, não, sim 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sim, sim, sim 
     
10 Assinale a opção errada entre as relacionadas abaixo. Salvo disposição de lei em contrário, são os seguintes os efeitos da solidariedade tributária: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais. 
B) a isenção ou remissão de crédito exonera todos os obrigados, salvose outorgada pessoalmente a um deles, subsistindo, nesse caso, a solidariedade quanto aos demais pelo saldo. 
C) a interrupção da prescrição, em favor de um dos obrigados, favorece aos demais. 
D) a interrupção da prescrição, contra um dos obrigados, prejudica aos demais. 
E) ao demandado assiste o direito de apontar o devedor originário para solver o débito e assim exonerar-se. 
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa C 
Questão 2 alternativa A 
Questão 3 alternativa D 
Questão 4 alternativa B 
Questão 5 alternativa B 
Questão 6 alternativa C 
Questão 7 alternativa D 
Questão 8 alternativa E 
Questão 9 alternativa B 
Questão 10 alternativa E 
 
 
PRIVATE�Direito Tributário 37
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PRIVATE�01 ''O Direito Tributário é o ramo do Direito ________ que se ocupa das relações entre o _______ e as pessoas sujeitas a imposições tributárias de qualquer espécie, limitando o poder de tributar e protegendo o cidadão contra os abusos desse poder.'' Assinale a alternativa que completa o conceito exposto acima de forma correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Privado, Governo. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Nacional, entes públicos. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Público, fisco. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Público, Ministério da Fazenda. 
     
02 Assinale a alternativa que conceitua corretamente o que é tributo. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É toda prestação pecuniária compulsória ou voluntária, em moeda, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei, decreto, medida provisória ou portaria e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que pode às vezes constituir-se em sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. 
     
03 A ''atividade administrativa'' que é o meio pelo qual é cobrado o tributo pode ser classificada em: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Arbitrária, discricionária e vinculada. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Discricionária, especial e facultativa 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Vinculada, competente e consignatória. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Arbitrária, vinculada e obstativa. 
     
04 Assinale a alternativa incorreta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Quanto à vinculação com a atividade estatal, os tributos são: vinculados ou não vinculados (os impostos). 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Quanto à função, os tributos são: fiscais, extrafiscais e parafiscais. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os impostos estão classificados no Código Tributário Nacional, de acordo com a natureza econômica do fato gerador respectivo, em dez grupos. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Quanto à competência impositiva, os tributos são: federais, estaduais e municipais. 
     
05 O tributo é fiscal, extrafiscal e parafiscal quando seu objetivo é, respectivamente: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A interferência no domínio econômico; a arrecadação de recursos financeiros para o Estado; arrecadação de recursos para o custeio de atividades que, em princípio, não integram funções próprias do Estado, mas este as desenvolve através de entidades específicas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A arrecadação de recursos financeiros para o Estado Nacional; a interferência no domínio econômico; arrecadação de recursos para o custeio de atividades que, em princípio, não integram funções próprias do Estado, mas este as desenvolve através de entidades específicas. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Arrecadação de recursos para o custeio de atividades que, em princípio, não integram funções próprias do Estado, mas este as desenvolve através de entidades específicas; a interferência no domínio econômico; a arrecadação de recursos financeiros para o Estado. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A arrecadação de recursos financeiros para o Estado Público, arrecadação de recursos para o custeio de atividades que, em princípio, não integram funções próprias do Estado, mas este as desenvolve através de entidades específicas; a interferência no domínio econômico. 
     
06 A relação entre o Estado e as pessoas sujeitas à tributação é: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Relação simplesmente de poder. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Relação impositiva, nunca alternativa. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Relação hierárquica. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Relação jurídica. 
     
07 No que tange à obrigação tributária: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É de duas espécies: principal e acessória, tendo a obrigação principal, por objeto, o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É de três espécies: principal, acessória e pendular, decorrendo a pendular da legislação tributária e tendo por objeto as prestações. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É de uma única espécie, ou seja, acessória porque decorrem da norma constitucional todos os principais tributos, sendo garantida sua cobrança, na prática, por leis infraconstitucionais. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> É de quatro espécies: principal, acessória, derivada e extintiva. 
     
08 No que respeita aos sujeitos ativo e passivo da obrigação tributária, assinale a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O sujeito ativo é a pessoa, natural ou jurídica, obrigada a seu cumprimento. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sujeito passivo é a pessoa jurídica de direito público titular da competência para exigir o seu cumprimento. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O sujeito passivo da obrigação acessória é a pessoa à qual a legislação tributária atribui deveres diversos do dever de pagar. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Sujeito ativo pode ser pessoa natural ou jurídica de capital externo. 
     
09 O lançamento tributário é: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Competência derrogada da União para o Estado. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Imediato, oneroso e identificador do sujeito ativo. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Procedimento administrativo. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Obrigação exclusiva do contribuinte. 
     
10 Quanto às modalidades de lançamento, é correto dizermos que: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> São duas: de ofício (quando é feita por iniciativa da autoridade administrativa, independentemente de qualquer colaboração do sujeito passivo) e por declaração; 
B) São cinco: de ofício, por justificação direta, por justificação indireta, por declaração e por confissão; 
C) São três: por justificação indireta, por justificação direta e por confissão; 
D) São três: de ofício, por declaração e por homologação. 
     
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa C 
Questão 2 alternativa D 
Questão 3 alternativa A 
Questão 4 alternativaC 
Questão 5 alternativa B 
Questão 6 alternativa D 
Questão 7 alternativa A 
Questão 8 alternativa C 
Questão 9 alternativa C 
Questão 10 alternativa D
PRIVATE�Direito Tributário 38
Top of Form 8
PRIVATE�01 Tem-se como certo que a exigibilidade do crédito tributário pode ser suspensa. E, sendo assim, a suspensão pode ser: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente prévia, vez que se opera antes do surgimento da própria exigibilidade. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Prévia (operando-se antes do surgimento da própria exigibilidade) ou posterior (operando-se depois que o crédito se tornou exigível). 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Prévia, posterior, tardia ou sem vantagem. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Antecipatória (operando-se antes do surgimento da própria exigibilidade) ou tardia (operando-se sem qualquer efeito para qualquer dos sujeitos). 
     
02 No Direito Tributário entende-se por moratória: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A prorrogação do prazo para pagamento do crédito tributário, com ou sem parcelamento. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A declaração expressa ou tácita do contribuinte de que não irá recolher determinado tributo. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A prorrogação espontânea e por prazo indeterminado no recolhimento do tributo federal ou estadual. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A forma de se obstar a execução do crédito tributário pelo credor, tendo em vista que o recolhimento é feito judicialmente, e não para o fisco. 
     
03 Assinale a alternativa que não diz respeito à restituição do tributo. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Cobrança ou pagamento espontâneo de tributo indevido ou maior que o devido, em face da legislação tributária aplicável, ou da natureza ou circunstâncias materiais do fato gerador efetivamente ocorridas. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Reforma, anulação, revogação ou rescisão de decisão condenatória. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Tributo regularmente lançado, pago pelo devedor quando, dez dias depois do seu recolhimento, o sujeito passivo se arrepende de seu pagamento e deseja ter seu dinheiro restituído. Opera-se o princípio do ''arrependimento'', vez que existe o objetivo de discutir o tributo judicialmente. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Erro na identificação do sujeito passivo, na determinação da alíquota aplicável, no cálculo do montante do débito ou na elaboração ou conferência de qualquer documento relativo ao pagamento. 
     
04 Considere as afirmativas a seguir:
I - Na compensação, se o obrigado ao pagamento do tributo é credor da Fazenda Pública, poderá ocorrer uma compensação pela qual seja extinta sua obrigação, isto é, o crédito tributário.
II - Transação é acordo, sendo certo ainda que a lei pode facultar, nas condições que estabeleça aos sujeitos ativo e passivo da obrigação tributária, celebrar transação que, mediante concessões mútuas, importe em terminação de litígio e conseguinte extinção de crédito tributário.
III - Remissão é perdão, é dispensa. Só pode ser concedida pela autoridade administrativa para tanto expressamente autorizada por lei.
IV - Pela decadência, ocorre a extinção do direito de o fisco constituir o crédito tributário.
São verdadeiras: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I, II, III somente. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I, II, III e IV (todas). 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> III somente. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e IV somente. 
     
05 A competência tributária caracteriza-se pela: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Privatividade, indelegabilidade e inalterabilidade. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Irrenunciabilidade, avocação, alternatividade, incaducabilidade e facultatividade do exercício. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Indelegabilidade, irrenunciabilidade, primariedade, especificidade e privatividade. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Facultatividade do exercício, privatividade, indelegabilidade, incaducabilidade, inalterabilidade e irrenunciabilidade. 
     
06 Assinale a alternativa incorreta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As pessoas políticas são imunes à tributação por meio de impostos: é a chamada ''imunidade recíproca''. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Todos os templos da Igreja Católica são imunes à tributação por meio de impostos, sendo certo que os templos de outras religiões ou cultos não gozam de imunidade. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> São imunes os partidos políticos e suas fundações e, ainda, as entidades sindicais dos trabalhadores. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> As instituições de assistência social e as de educação são imunes à tributação por meio de impostos. 
     
07 As isenções tributárias podem ser concedidas: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Por lei ordinária, por lei complementar, por decreto legislativo do Congresso Nacional, por medida provisória e por portaria. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Por decreto legislativo estadual ou distrital, por lei complementar, por lei ordinária e por decreto legislativo do Congresso Nacional. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Por lei ordinária somente. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente em caso de calamidade pública, desde que seja por lei municipal, estadual ou federal. 
     
08 O ICMS, o IPTU e o imposto de renda são respectivamente impostos: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Municipal, estadual, federal. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Federal, municipal, estadual. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Estadual, municipal, federal. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Municipal, estadual, federal. 
     
09 Assinale a alternativa correta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Os Estados poderão instituir contribuições estaduais. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Taxa é uma espécie de tributo cujo fato gerador não está vinculado a nenhuma atividade estatal específica relativa ao contribuinte. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Podemos dizer que a contribuição de melhoria é o imposto destinado a evitar uma injusta repartição dos benefícios decorrentes de obras públicas ou privadas. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O lançamento da contribuição de melhoria é feito de ofício, porém, antes do lançamento, devem ser observados alguns requisitos. 
     
10 Assinale a alternativa incorreta. 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> O ilícito tributário diz-se de conteúdo patrimonial quando implica o não-pagamento, total ou parcial, do tributo. 
B) Ilícito administrativo tributário é o comportamento que implica inobservância de norma tributária. 
C) O ilícito administrativo tributário não implica inadimplemento de obrigação tributária, seja principal ou acessória. 
D) Sanção é o meio de que se vale a ordem jurídica para desestimular o comportamento ilícito 
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa B 
Questão 2 alternativa A 
Questão 3 alternativa C 
Questão 4 alternativa B 
Questão 5 alternativa D 
Questão 6 alternativa B 
Questão 7 alternativa B 
Questão 8 alternativa C 
Questão 9 alternativa D 
Questão 10 alternativa C 
PRIVATE�Direito Tributário 39
Top of Form 9
PRIVATE�01 Assinale a alternativa correta:
As despesas destinadas à manutenção de serviços anteriormente criados, inclusive para obras de conservação, são classificadas como: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"-->despesas de capital 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> investimentos 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> inversões financeiras 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> despesas de custeio 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> transferências correntes 
     
02 Das proposições abaixo:
I - A Lei Orçamentária Anual pode instituir e majorar tributo.
II - O Tribunal de Contas poderá sustar, sem qualquer outra providência, contrato que repute irregular.
III - Entre as funções do controle interno está a de avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual.
IV - Ao Tribunal de Contas, auxiliando o Poder Legislativo no exercício do denominado controle externo, cabe julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta.
É (são) verdadeira(s) a(s) seguinte(s): 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e III 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> III e IV 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Somente a III 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e IV 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e II 
     
03 Nas proposições abaixo:
I - Na ausência de disposição expressa, o aplicador da legislação tributária se valerá, sucessivamente, dos princípios gerais de direito tributário, dos princípios gerais de direito constitucional, da analogia e da eqüidade.
II - A interpretação da legislação tributária se fará literalmente quando esta disponha sobre a dispensa do cumprimento de obrigações tributárias acessórias.
III - A lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito quando seja expressamente interpretativa.
IV - Exclusivamente para efeitos tributários, a lei pode alterar a definição, o conteúdo e o alcance de institutos, conceitos e formas de direito privado, ainda que utilizados pela Constituição Federal para definir ou limitar competências tributárias.
Assinale a alternativa correta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e III 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e III 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e IV 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> III e IV 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e IV 
     
04 Assinale a alternativa incorreta: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> A competência tributária impositiva residual, no Brasil, pertence à União. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Devido ao não-exercício, pelo Município ''X'', de sua competência para instituir o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza em seu território, ele pode transferi-la ao Estado-membro ao qual pertence. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Em matéria de taxas de polícia, somente pode instituí-las o ente federativo que detenha a competência para exercer o poder de polícia respectivo. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Em nenhuma hipótese o Estado-membro poderá conceder isenção de tributo municipal. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> Ente da administração indireta pode ser sujeito ativo de tributo. 
     
05 Analise os seguintes enunciados:
I - A natureza jurídica específica de um tributo independe de sua denominação.
II - Conforme jurisprudência do S.T.F., os Estados e Municípios estão imunes ao pagamento do Imposto sobre Operações Financeiras sobre suas aplicações financeiras.
III - A natureza jurídica específica de um tributo é dada pelo cotejo entre o seu ''fato gerador'' e a sua base de cálculo.
IV - O Estado-membro pode instituir e cobrar taxa que possua fato gerador de um imposto, desde que este esteja incluído em sua competência.
Dentre as proposições acima está(ão) correta(s) a(s) seguinte(s): 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente a I 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I, II e III 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I, III e IV 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II, III e IV 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente a II 
     
06 São hipóteses de suspensão da exigibilidade do crédito tributário: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o depósito de seu montante integral e a concessão de medida liminar em mandado de segurança, exclusivamente. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o depósito de seu montante integral, a compensação e a concessão de liminar em mandado de segurança. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o depósito de seu montante integral, o parcelamento, a concessão de liminar em mandado de segurança ou de tutela antecipada em outras espécies de ação judicial. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a interposição de reclamações ou recursos administrativos, a prescrição, a decadência e concessão de liminar em mandado de segurança. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a compensação, a transação, a concessão de medida liminar em mandado de segurança, a remissão e a transação. 
     
07 São causas extintivas do crédito tributário, segundo o Código Tributário Nacional: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o pagamento, a compensação, a transação, decisão judicial proferida liminarmente e a conversão do depósito em renda. 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o pagamento, a compensação, a dação em pagamento em bens imóveis, a transação e a conversão do depósito em renda. 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> o pagamento, a compensação, a prescrição e decadência e o depósito do montante integral do tributo. 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a conversão do depósito em renda, a transação, a compensação, a moratória e a remissão. 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> a compensação, a transação, a remissão e a dação em pagamento em bens móveis. 
     
08 Segundo o Código Tributário Nacional:
I - Os pais são solidariamente responsáveis pelos tributos devidos por seus filhos menores, bastando para tanto que tenham intervindo no ato ensejador da tributação ou que em relação a este se tenham omitido.
II - Até a data da partilha ou adjudicação, o cônjuge-meeiro e o sucessor a qualquer título são pessoalmente responsáveis pelos tributos devidos pelo de cujus.
III - O sócio-quotista de uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada pode ser pessoalmente responsável pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes de ato praticado com infração de contrato social.
IV - Os diretores, os gerentes ou os representantes de pessoa jurídica de direito privado são pessoalmente responsáveis quanto às infrações praticadas contra esta, que decorram direta e exclusivamente de dolo específico.
São corretas: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e IV 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> II e III 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e III 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> I e IV 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> III e IV 
     
09 A não-cumulatividade, enquanto princípio constitucional, é própria: 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> de todos os tributos 
B) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> somente do ICMS e do IPI 
C) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> de todos os impostos 
D) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do ICMS, do IPI e dos impostos de competência residual da União 
E) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> do ICMS, da Contribuição sobre Movimentações Financeiras e dos impostos residuais da União 
     
10 No ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações): 
A) <!--INPUT TYPE="radio" NAME="Q1" VALUE="E"--> as isenções são concedidas por leicomplementar. 
B) o Senado Federal deve fixar, obrigatoriamente, as alíquotas mínimas nas operações internas. 
C) a incidência ocorre sobre o valor total das operações quando mercadorias forem fornecidas com serviços compreendidos na competência dos Municípios. 
D) cabe à lei complementar prever casos de manutenção de crédito relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior de serviços de mercadorias. 
E) a isenção ou não-incidência não podem, em nenhum caso, gerar direito a crédito. 
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RESPOSTAS
Questão 1 alternativa D 
Questão 2 alternativa B 
Questão 3 alternativa A 
Questão 4 alternativa B 
Questão 5 alternativa B 
Questão 6 alternativa C 
Questão 7 alternativa B 
Questão 8 alternativa A 
Questão 9 alternativa D 
Questão 10 alternativa D 
DIREITO TRIBUTÁRIO
01 - (ESAF/AGU/98)- Assinale a opção correta:
a) Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, a imunidade do papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos é restrita ao papel ou ao material a ele assimilável, não sendo por isso extensiva aos equipamentos ou a outros insumos utilizados na impressão.
b) É lícito que a União tribute as rendas das obrigações da dívida pública dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como a remuneração e os proventos dos respectivos agentes públicos em níveis superiores aos que fixar para suas obrigações e para seus agentes.
c) A União pode instituir isenções de tributos da competência dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, desde que com a finalidade de estimular o comércio internacional e a integração entre os países.
d) É vedada a instituição de qualquer tributo sobre os templos de qualquer culto, bem como o patrimônio, a renda ou os serviços dos partidos políticos.
e) A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios podem instituir impostos sobre o patrimônio, renda ou serviços das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, desde que atendidos os requisitos fixados em lei complementar.
02 - (ESAF/AUDITOR FORTALEZA/CE/98) - Assinale a opção correta:
a) A Constituição de 1988 eliminou o empréstimo compulsório e a contribuição de melhoria enquanto espécies tributárias.
b) O prazo de noventa dias para a cobrança de contribuição social instituída por medida provisória conta-se da data da publicação do referido ato normativo.
c) De acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, a imunidade de impostos dos livros, jornais e periódicos e do papel destinado a sua impressão abrange inclusive as máquinas e equipamentos utilizados.
d) Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, a adoção da progressividade do Imposto Predial e Territorial Urbano depende de exclusiva decisão legislativa do Município.
e) Os partidos políticos gozam de ampla e irrestrita imunidade de tributos.
03 - (ESAF/PFN/98) - Assinale a assertiva correta:
a) Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, contribuição social instituída por medida provisória somente poderá ser cobrada 90 dias após a edição da primeira medida, posteriormente reeditada.
b) O princípio da anterioridade consagrado na Constituição Federal confunde-se com a própria idéia de anualidade.
c) Nos termos da Constituição Federal, os rendimentos da aplicação financeira realizada pelos Estados ou Municípios podem ser legitimamente tributados pela União.
d) Em casos excepcionais, pode a União, mediante lei complementar, instituir isenções de tributos estaduais ou municipais.
e) A imunidade tributária dos entes públicos não se estende às autarquias e fundações mantidas pelo poder público.
04 - (CESPE/FISCAL/INSS/98): A respeito do sistema tributário nacional, julgue os itens abaixo.
(1) Nenhum imposto pode ser exigido sem que lei o estabeleça, mas há impostos que podem ter a sua alíquota alterada por ato do Poder Executivo.
(2) Somente a União, por meio de lei complementar, pode instituir empréstimo compulsório.
(3) A União não pode instituir imposto sobre a renda dos municípios; não há, porém, limitação a que um imposto federal incida sobre a renda de autarquias dos municípios.
(4) A União não pode instituir isenções de tributos da competência dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
(5) Visando proteger o nível de atividade econômica em seu território, o estado-membro está constitucionalmente autorizado a graduar diferentemente as alíquotas dos seus tributos, em razão da região de procedência ou de destino dos bens.
05 - (CESPE/PROCURADOR/INSS/96): A Constituição Federal prevê a participação dos empregados no financiamento da Seguridade Social, por meio de contribuições sociais incidentes sobre a folha de salários, o faturamento e o lucro. Considerando os preceitos do texto constitucional e a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal acerca deles, julgue os itens abaixo.
(1) Essas contribuições devem ser arrecadadas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Se, diversamente, a arrecadação for efetivada pela União, restará descaracterizada a natureza jurídica de contribuição, evidenciando-se, nessa hipótese, tratar-se de imposto.
(2) Os contribuintes, as bases de cálculo e os fatos geradores dessas contribuições sociais devem ser definidos em lei complementar que estabelece normas gerais em matéria de legislação tributária.
(3) A contribuição social que incida sobre o lucro deve ser instituída por meio de lei complementar, haja vista tratar-se de idêntica base de cálculo e mesmo fato gerador do Imposto de Renda.
(4) A contribuição social que recai sobre a folha de salários prevista em lei ordinária incide, também, sobre o pro labore devido aos administradores.
(5) Deve ser instituída por meio de lei complementar a contribuição social que tenha por base de cálculo os valores pagos a trabalhadores autônomos.
06 - (CESPE/PROCURADOR/INSS/97): Julgue os itens seguintes, a respeito do financiamento da seguridade social.
(1) A participação dos trabalhadores no custeio da seguridade social deve vir disciplinada em lei complementar, haja vista a Constituição ter recepcionado a contribuição para o Programa de Integração Social (PIS).
(2) A contribuição para o PIS e a contribuição social incidente sobre os valores pagos, a título de pro labore, aos diretores das empresas têm idêntica base de cálculo - razão pela qual esta última exação é disciplinada em lei complementar.
(3) O ordenamento jurídico impõe aos empregadores diversas contribuições para o custeio da seguridade social, entre as quais incluem-se a contribuição social sobre o lucro, a contribuição incidente sobre o faturamento (COFINS), a contribuição incidente sobre a folha de salários e a contribuição para o PIS.
(4) Ressalvada a instituição de contribuição social a ser exigida dos seu próprios servidores - destinada ao custeio, em benefícios destes, de sistemas de previdência e assistência social -, os estados e os municípios, em nenhuma outra hipótese, poderão instituir contribuição social.
(5) Os partidos políticos e as entidades religiosas não estão obrigados ao recolhimento de contribuições sociais incidentes sobre as respectivas folhas de salário.
07 - (CESPE/PROCURADOR/INSS/97): Considerando as normas constitucionais a respeito dos benefícios previdenciários e do custeio da seguridade social, julgue os itens seguintes.
(1) As taxas e as contribuições sociais não podem ser instituídas com base de cálculo idêntica à de impostos já existentes.
(2) É auto-aplicável o dispositivo constitucional que assegura a correção monetária da média dos trinta e seis últimos salários de contribuição, no cálculo da aposentadoria previdenciária.
(3) O Atos das Disposições Constitucionais Transitórias ordenou a revisão do valor dos benefícios previdenciários, a fim de restabelecer o poder aquisitivo, expresso em número de salários mínimos, que tinham na data da sua concessão. Ademais, o texto constitucional ordenou a perpetuação dessa vinculação, em número de salários, para o efeito de garantir-sea irredutibilidade dos benefícios.
(4) O texto constitucional impõe que os fatos geradores, bases de cálculo e sujeitos passivos das contribuições sociais sejam definidos na lei complementar que fixar as normas gerais em matéria tributária.
(5) Contribuições novas, não-previstas na Constituição Federal, poderão ser criadas somente mediante lei complementar e desde que se destinem à expansão do sistema de seguridade e não simplesmente à sua manutenção.
08 - (CESPE/PROCURADOR/INSS/97): Julgue os itens que se seguem, acerca do sistema tributário nacional.
(1) Os empréstimos compulsórios destinados ao atendimento de despesas extraordinárias, decorrentes de guerra externa ou de sua iminência, devem ser instituídos mediante lei complementar. Todavia, os impostos extraordinários podem ser instituídos pela União - também no caso de guerra externa ou sua iminência - mediante lei ordinária.
(2) O imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana não é regulado em única lei, já que os Estados têm competência para instituir a exação no âmbito de cada uma dessas unidades federativas.
(3) A União deve entregar 22,5% do produto da arrecadação do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza ao Fundo de Participação dos Municípios. Todavia, a entrega a um município da parcela que faz jus, oriunda desse Fundo, pode ser condicionada ao pagamento dos seus débitos para com o INSS.
(4) A alíquota do imposto sobre produtos industrializados pode ser alterada por ato do Poder Executivo.
(5) A União pode instituir, na lei complementar que fixa as normas gerais em matéria tributária, isenções de tributos da competência dos estados, do Distrito Federal ou dos municípios.
09 - (CESPE/PROCURADOR/INSS/96): Considerando o que dispõe o texto constitucional, julgue os itens seguintes, acerca do custeio e dos benefícios da Seguridade Social.
(1) É assegurada a preservação do valor real dos benefícios. Dessa forma, qualquer aposentadoria paga, presentemente, pela Previdência Social, não poderá ficar abaixo, em número de salários mínimos, do patamar da renda mensal inicial.
(2) Todos os salários-de-contribuição, considerados no cálculo de algum benefício, devem ser corrigidos monetariamente.
(3) A Constituição excepcionou a aplicação dos princípios tributários da anterioridade e da irretroatividade para efeito da incidência de contribuições destinadas ao custeio da Seguridade Social.
(4) Em decorrência do princípio constitucional da imunidade recíproca, os Estados e os Municípios não são sujeitos passivos das contribuições, instituídas pela União, destinadas ao custeio da Seguridade Social.
(5) Se a União instituir nova fonte de custeio para a Seguridade Social, o produto da arrecadação dessa contribuição social integrará o montante a ser repartido, proporcionalmente, entre os entes federativos.
10 - (CESPE/FISCAL/INSS/97): Julgue os itens a seguir, relativos ao sistema tributário nacional:
(1) O fato de as taxas serem cobradas pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis impõe que sejam graduadas segundo a capacidade econômica do usuário.
(2) O caráter não-cumulativo do imposto sobre produtos industrializados permite a compensação do que for devido com o montante cobrado a título de imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias.
(3) No sistema constitucional vigente, uma lei pode autorizar um regulamento a descrever fatos geradores de obrigações tributárias.
(4) A vedação constitucional de utilizar tributo com efeito de confisco dirige-se à União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios.
(5) O princípio da não-utilização de tributo com efeito de confisco não se aplica às contribuições previdenciárias devidas pelo empregado ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
11- (ESAF/AFTN/98):
 (i) Imposto de importação
 (ii) Imposto sobre a transmissão causa mortis
 (iii) Imposto sobre a transmissão de imóveis inter vivos
Os impostos acima competem, respectivamente,
a) à União, aos Estados e aos Municípios
b) aos Municípios, aos Estados e à União
c) aos Estados, à União e aos Municípios
d) aos Estados, aos Municípios e à União
e) à União, aos Municípios e aos Estados
12- (ESAF/AFTN/98): Segundo a Constituição da República, a competência da União para legislar sobre direito tributário é
a) privativa, isto é, dessa competência estão privados quaisquer outras pessoas políticas
b) exclusiva quanto às normas gerais, não podendo os Estados ou os Municípios legislar suplementarmente
c) inexistente, quanto às normas gerais, tendo em vista a autonomia constitucional dos Estados e Municípios
d) supletiva da legislação dos Estados e Municípios
e) concorrente com os Estados e os Municípios
13- (ESAF/AFTN/98):
(i) Para conferir efetividade ao princípio da pessoalidade da tributação e à graduação dos tributos segundo a capacidade econômica do contribuinte, a Constituição prevê, expressamente, a faculdade da administração tributária de identificar o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte?
 (ii) São de competência do Distrito Federal os impostos estaduais?
 (iii) Pode uma taxa de utilização de estradas ter por base de cálculo o valor de uma propriedade rural?
Analisadas as três colocações, escolha a opção que contenha, na respectiva seqüência, as respostas corretas.
a) sim, sim, sim
b) sim, sim, não
c) sim, não, sim
d) sim, não, não
e) não, sim, não
14- (ESAF/AFTN/98): Certo projeto de lei criando uma "taxa" para remunerar o serviço de processamento da declaração do imposto tem por fato gerador o auferimento de renda superior a 3 mil reais. Noutro dispositivo, cria-se uma "contribuição de melhoria", que tem por fato gerador a saída de mercadorias de estabelecimentos industriais situados em vias públicas asfaltadas pela União. Um terceiro artigo institui um "imposto sobre grandes fortunas" para o qual se prevê, como fato gerador, a transmissão causa mortis de imóveis de valor superior a determinada quantia. Chamado a opinar sobre esse projeto, estaria incorreta a seguinte asserção:
a) o projeto de lei está escorreito, pois obedece aos princípios da legalidade e da anterioridade tributárias
b) taxa não pode ter fato gerador idêntico ao que corresponda a imposto e, no primeiro caso, o fato gerador corresponde ao do imposto de renda
c) o fato gerador da contribuição de melhoria, no projeto, não guarda relação com a valorização do imóvel
d) o fato gerador do imposto criado corresponde ao de um imposto que não compete à União
e) há impropriedade na denominação dos tributos que se pretende criar
15- (ESAF/AFTN/98): De acordo com os princípios que emanam da Constituição da República e do Código Tributário Nacional, em relação ao imposto de renda, retido na fonte, dos servidores do Estado do Piauí, no que concerne aos vencimentos destes, quem tem a competência para estabelecer-lhe a alíquota?
A quem pertence o produto da arrecadação desse imposto retido pelo Estado do Piauí?
Quem é o sujeito passivo da obrigação tributária principal?
Qual é o ente responsável pela fiscalização do contribuinte, relativamente à declaração desses vencimentos?
Assinale a opção que contenha, na ordem devida, as respostas certas.
a) O Estado, o Estado, o servidor, o Estado.
b) A União, a empresa fornecedora do serviço, o empregado desta, o Estado.
c) A União, o Estado, o servidor, a União.
d) O Estado, a empresa fornecedora do serviço, o empregado desta, a União.
e) A empresa fornecedora do serviço, essa mesma empresa, o empregado dela, a União.
16- (ESAF/AFTN/98): Escolha, das afirmações abaixo, qual está de acordo com a teoria da recepção das normas gerais contidas no Código Tributário Nacional - CTN.
a) O CTN continua com força de lei ordinária.
b) O CTN continua lei ordinária, mas com força de lei complementar.
c) O CTN foi recebido como lei complementar, mas é revogável por lei ordinária.
d) Sua força de lei complementar se adstringe aos conflitos de competência tributária entrea União e os Estados.
e) O CTN é lei complementar em sentido formal, mas lei ordinária em sentido material.
17- (ESAF/AFTN/98): A multa por descumprimento de obrigação acessória relativa ao imposto de renda
a) tem a natureza de tributo, por converter-se em obrigação tributária principal o descumprimento de obrigação acessória
b) tem a natureza de imposto, porque sua natureza específica é dada pelo respectivo fato gerador
c) não tem a natureza de tributo, mas a de uma obrigação tributária acessória
d) não tem natureza tributária porque a penalidade por descumprimento de obrigação acessória é de caráter administrativo
e) não tem a natureza de tributo por constituir sanção de ato ilícito
18- (ESAF/AFTN/98): A Emenda Constitucional n0 18, de 1965, aludia a leis complementares; porém somente a partir da Constituição de 1967 é que passou a existir a lei complementar em sentido formal, votada com quorum privilegiado. À vista disto, indique, em relação ao Código Tributário Nacional (CTN, Lei n0 5.172, de 1966), qual conclusão e respectiva justificação são simultaneamente corretas.
a) As matérias contidas no CTN, reservadas a leis complementares pela Constituição hoje em vigor, foram revogadas pelo novo regime, eis que tal Código foi votado como lei ordinária.
b) As matérias contidas no CTN, reservadas a leis complementares pela Constituição hoje em vigor, continuam em plena vigência, quando compatíveis com as normas constitucionais atuais.
c) O CTN pode ser revogado por lei ordinária ou medida provisória, pois as leis ordinárias em geral, como a Lei n.º 5.172, podem ser revogadas ou modificadas por outras leis de igual hierarquia.
d) O CTN pode ser revogado por lei ordinária, mas não por medida provisória, porque a estas é defeso tratar de tributos.
e) As matérias contidas no CTN, reservadas a leis complementares pela Constituição hoje em vigor, continuam em plena vigência, porque não revogadas ou modificadas por lei ordinária posterior.
19- (ESAF/AFTN/98): Assinale a resposta que preencha corretamente as duas lacunas.
A majoração ________ está sujeita ao princípio da anterioridade ________
a) da contribuição para a previdência social - de 90 dias da publicação da lei majoradora, não podendo ser exigida antes desse nonagintídio.
b) do imposto de importação - anual, só podendo ser exigida se a lei majoradora estiver em vigor antes do início do exercício da cobrança.
c) do imposto de renda - anual, sendo indispensável que a lei majoradora esteja em vigor antes do início da cobrança, não bastando ter sido publicada anteriormente a esse início.
d) do imposto de exportação - anual em relação à cobrança, devendo a lei ter sido publicada antes do exercício em que a cobrança se realiza.
e) do imposto de transmissão de bens imóveis - da lei em relação à cobrança, mas a lei pode ter sido publicada no mesmo exercício em que a cobrança se realiza.
20- (ESAF/AFTN/98): Segundo se depreende do Código Tributário Nacional, um ato infralegal (um decreto, por exemplo) pode estabelecer a(s)
a) extinção de um tributo
b) hipóteses de anistia
c) definição do fato gerador da obrigação tributária acessória nos limites da lei
d) redução do Imposto Territorial Rural
e) fixação da alíquota do imposto de renda
21- (ESAF/AFTN/98): Devido ao princípio da soberania nacional previsto já no primeiro artigo da Constituição, um tratado internacional não pode interferir em matéria tributária. As Resoluções do Senado Federal não interferem na legislação relativa a tributos propriamente federais.
Consoante o Código Tributário Nacional, analogia seria (ou é) técnica de integração e não de interpretação da legislação tributária.
a) As três assertivas são verdadeiras.
b) É verdadeira a primeira assertiva, mas é falsa sua explicação; são falsas as demais.
c) Todas as três assertivas são falsas.
d) É falsa a primeira assertiva; são verdadeiras as duas últimas.
e) É verdadeira a primeira assertiva, falsa a segunda e verdadeira a terceira.
22- (ESAF/AFTN/98):
I - A obrigação tributária que tenha por objeto uma sanção de natureza pecuniária, por descumprimento de uma obrigação tributária acessória é também ela acessória?
II - O decurso do prazo fixado em lei para as pessoas jurídicas apresentarem declaração de rendimentos constitui fato gerador de uma obrigação principal?
III - Tendo havido a aquisição de um bem no exterior, trazido para o País, mas que, por não produzir o efeito desejado, acabou sendo devolvido, o imposto de importação pago deve ser devolvido, por insubsistência de seu fato gerador?
Analisadas estas três perguntas, escolha a opção que contenha, na respectiva seqüência, as respostas corretas.
a) sim, não e sim
b) sim, sim e sim
c) não, não e sim
d) não, sim e sim
e) não, não e não
23 - (ESAF/AFTN/98): No caso de menor que possua bens próprios, respondem solidariamente com este nos atos praticados por terceiros os pais ou tutores respectivos.
- Pela multa tributária resultante de atos praticados com excesso de poderes pelo mandatário, em benefício do mandante, responde perante o fisco, pessoalmente, o procurador.
- Segundo o Código Tributário Nacional, a denúncia espontânea da infração, acompanhada do pagamento do tributo devido e dos juros de mora, afasta a responsabilidade pela multa.
Escolha a opção que considerar acertada.
a) As três assertivas são corretas.
b) As três são falsas.
c) São corretas as duas primeiras, não a última.
d) São corretas as duas últimas, não a primeira.
e) Está correta apenas uma das três assertivas.
24- (ESAF/AFTN/98):
 (1) Sub-roga-se no adquirente
 (2) Sub-roga-se no alienante
 (3) Responsabilidade pessoal
 (4) Responsabilidade solidária
 (5) Responsabilidade do mandante
Observadas as expressões numeradas de (1) a (5), verifique qual a seqüência de números referente aos itens (i) a (iii).
(i) Crédito referente a taxa de prestação de serviços, não quitada, relativa a imóvel transferido.
(ii) Responsabilidade dos pais por obrigação tributária principal de filho menor por atos em que intervierem.
(iii) Responsabilidade tributária decorrente de ato do procurador, praticado extra vires, isto é, além dos poderes que lhe foram conferidos.
a) (2) (3) (4)
b) (1) (4) (3)
c) (1) (2) (5)
d) (5) (4) (4)
e) (2) (3) (5)
25- (ESAF/AFTN/98): Diz-se lançamento por homologação aquele que se efetua quando
a) a lei determine que o lançamento seja efetivado e revisto pela autoridade administrativa por iniciativa própria
b) a declaração não seja prestada, por quem de direito, no prazo e na forma da legislação tributária
c) a legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa
d) se comprove falsidade, erro ou omissão quanto a qualquer elemento definido em lei como sendo de declaração obrigatória
e) quando se comprove que terceiro, em benefício do contribuinte, agiu com simulação ou dolo
26- (ESAF/AFTN/98):
 (1) Suspensão da exigibilidade do crédito tributário;
 (2) Modalidade de extinção do crédito tributário sem adimplemento;
 (3) Perdão da infração.
Assinale a opção que corresponda, na seqüência respectiva, aos termos acima referidos.
a) Moratória, Imposição de Penalidade, Remissão.
b) Isenção, Confusão, Anistia.
c) Liminar em mandado de segurança, Pagamento, Redenção.
d) Reclamação, Prescrição, Anistia.
e) Pagamento no curso do processo, Remição, Homologação.
27- (ESAF/AFTN/98): Suponha que você, como Auditor-Fiscal, é convidado a opinar sobre a defesa apresentada por contribuintes, em três processos. Entre os argumentos de defesa apresentados, encontram-se os seguintes:
(I) A exigência feita no auto de infração contra ele lavrado inclui tributo e multa de 150%. Ora, o tributo está absorvido na multa, pois do contrário estará pagando 250% do valor do tributo omitido.
(II) A multa é totalmente indevida porque o tributo que o fisco alega ter sido omitido, na verdade foi integralmente pago pelo contribuinte, em dez prestações, conforme comprova com o recibode pagamento da 10ª parcela.
(III) Se a lei que exigiu juros equivalentes à TRD não pode ter efeito retroativo, não podem ser exigidos juros de mora em percentual algum, no período anterior à vigência dessa lei.
Indique que argumento(s) deve(m) ser acolhido(s), nos termos do Código Tributário Nacional.
a) o segundo
b) todos
c) os dois primeiros
d) os dois últimos
e) nenhum
28- (ESAF/AFTN/98):
 (I) A isenção e a anistia, segundo o Código Tributário Nacional, excluem o crédito tributário.
 (II) Afora os casos legalmente excetuados, a anistia, quando se refere a infração sujeita a multa, impede a constituição do crédito tributário relativo à penalidade pecuniária.
 (III) A isenção pessoal, salvo disposição legal em contrário, não pode referir-se a tributo criado posteriormente à sua concessão.
Assinale a opção correta.
a) As três assertivas são corretas.
b) As três são falsas.
c) São corretas as duas primeiras, não a última.
d) São corretas as duas últimas, não a primeira.
e) Está correta apenas uma das três assertivas.
29- (ESAF/AFTN/98): Observe as seguintes proposições e verifique se cada uma delas é verdadeira (V) ou falsa (F). Em seguida, assinale a opção que ofereça a seqüência correta.
1.ª - Os créditos tributários devem ser pagos antes do referente a obrigações trabalhistas, rateando-se entre os trabalhadores o resíduo, se o patrimônio do devedor for insuficiente para o pagamento integral do direito destes.
2.ª - Contestado o crédito tributário, o litígio processar-se-á à parte, prosseguindo normalmente o processo de falência; porém reservam-se neste bens suficientes para o total pagamento do crédito tributário e os acréscimos legais, se a massa falida não puder garantir o crédito tributário na forma diferente.
3.ª - Segundo decorre a contrario sensu da letra do Código Tributário Nacional, isoladamente considerada, pode ser admitida proposta, em concorrência pública junto ao Estado, de quem deva tributos somente à União.
a) V, V, V
b) F, F, F
c) F, V, V
d) V, F, F
e) F, F, V
30- (ESAF/AFTN/98): A legislação tributária que regular, em caráter geral, ou especificamente em função da natureza do tributo de que se tratar, a competência e os poderes das autoridades administrativas em matéria de fiscalização da sua aplicação, aplica-se apenas
a) às pessoas naturais residentes e domiciliadas no País, que sejam ou devam ser inscritas no cadastro de pessoas físicas
b) às pessoas jurídicas, que sejam contribuintes do tributo a que se refira, inscritas ou não no cadastro próprio
c) a pessoas em geral, contribuintes ou não, exceto às que gozem de imunidade tributária ou de isenção de caráter pessoal
d) a pessoas em geral, contribuintes ou não, exceto às que gozem de imunidade tributária
e) a pessoas em geral, contribuintes ou não, inclusive às imunes e às que gozem de isenção de caráter pessoal
31- (ESAF/AUDITOR DE FORTALEZA/98): Pertencem aos Municípios:
a) cem por cento do produto da arrecadação do Imposto sobre Renda e Proventos de Qualquer Natureza, incidente na fonte sobre rendimentos pagos, a qualquer título, pelos Estados, suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem
b) vinte por cento do produto da arrecadação dos impostos que a União instituir no exercício de sua competência residual
c) cinqüenta por cento do produto da arrecadação do Imposto Territorial Rural (ITR), relativamente aos imóveis neles situados
d) vinte e cinco por cento do produto da arrecadação do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) licenciados em seus territórios
e) cinqüenta por cento dos recursos entregues pela União aos Estados, proporcionalmente ao valor das respectivas exportações de produtos industrializados
32- (ESAF/AUDITOR DE FORTALEZA/98): Com relação ao Fundo de Participação dos Municípios é correto afirmar que
a) é constituído por vinte e um inteiros e cinco décimos do produto da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)
b) seus recursos são rateados segundo critérios estabelecidos em resolução do Senado Federal
c) o Banco Central do Brasil credita, mensalmente, as quotas devidas aos Municípios
d) o cálculo de suas quotas compete ao Tribunal de Contas da União
e) quatro por cento da totalidade de seus recursos são destinados à formação de uma reserva
33- (ESAF/AUDITOR DE FORTALEZA/98): Compete ao Município a instituição de
a) taxa de fiscalização de anúncios
b) empréstimo compulsório para atender a despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública de âmbito municipal
c) taxa de fiscalização da produção e comércio de armas
d) contribuição de interesse de categoria profissional
e) contribuição de interesse de categoria econômica
34- (ESAF/AUDITOR DE FORTALEZA/98): Até 31 de dezembro de 1999, deduzir-se-á em favor do Fundo de Estabilização Fiscal uma parcela dos recursos que deveriam ser entregues
a) pela União, aos Municípios, como participação na receita do ITR
b) pelos Estados, aos Municípios, como participação na receita do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS)
c) pelos Estados, aos Municípios, como participação na receita do IPVA
d) pela União, ao Fundo de Participação dos Estados
e) pela União, aos Municípios, com participação na receita da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF)
35- (ESAF/AUDITOR DE FORTALEZA/98): É matéria reservada a lei complementar
a) a determinação de medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços
b) a fixação das alíquotas máximas do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação, de Quaisquer Bens ou Direitos
c) a inclusão, na incidência do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), das exportações de serviços para o exterior
d) a fixação das alíquotas mínimas do ISS
e) o disciplinamento do regime de compensação do ICMS
36- (ESAF/AUDITOR DE FORTALEZA/98): Assinale a opção incorreta.
a) É obrigatória a interpretação gramatical de norma que verse sobre moratória.
b) A lei tributária aplica-se a ato pretérito, em qualquer caso, quando deixe de defini-lo como infração.
c) No preenchimento de lacunas da legislação tributária, utiliza-se preferencialmente a analogia.
d) A lei definidora de infrações tributárias interpreta-se da maneira mais favorável ao acusado, em caso de dúvida quanto à imputabilidade.
e) O emprego da eqüidade pode resultar na dispensa do pagamento de penalidade pecuniária.
37- (ESAF/AUDITOR DE FORTALEZA/98): Em matéria de impostos não é preciso lei para estabelecer
a) as hipóteses de compensação e transação
b) a cominação de penalidades
c) as obrigações tributárias acessórias
d) a dispensa de penalidades
e) a fixação da base de cálculo
38- (ESAF/AUDITOR DE FORTALEZA/98): A constituição do crédito tributário relativo ao Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) é efetuada mediante
a) autolançamento
b) lançamento ex officio
c) lançamento por declaração
d) lançamento indireto
e) lançamento por homologação
39- (ESAF/AUDITOR DE FORTALEZA/98): São modalidades de extinção do crédito tributário previstas no Código Tributário Nacional (CTN):
a) a conversão de depósito em renda, a transação e a decisão administrativa irreformável
b) a prescrição, a imunidade e o pagamento
c) a coisa julgada, a dação em pagamento e a compensação
d) o pagamento antecipado e a homologação do lançamento, a remição e transação
e) a decisão judicial passada em julgado, a decadência e a concessão de medida liminar em mandado de segurança
40- (ESAF/AUDITOR DE FORTALEZA/98): Assinale a opção incorreta.
a) Os créditos tributários decorrentes de fatos geradores ocorridos após a decretação da falência gozam de preferência absoluta.
b) O rol das garantias atribuídas pelo Código Tributário Nacional ao crédito tributário não exclui outros expressamente previstos em lei, em função da naturezaou das características do tributo a que se refiram.
c) A cobrança judicial do crédito tributário não é sujeita a habilitação em falência.
d) A natureza das garantias atribuídas ao crédito tributário não altera a natureza da correspondente obrigação tributária.
e) O concurso de preferência de que trata o Código Tributário Nacional é incompatível com a vedação constitucional à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios de criar preferência entre si.
41- (ESAF/COMEX/98): O Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS é tributo
a) real
b) direto
c) cumulativo
d) progressivo
e) vinculado
42- Entre os aspectos da hipótese de incidência abaixo relacionados, assinale aquele relativo à base de cálculo.
a) pessoal
b) temporal
c) espacial
d) material
e) subjetivo
43- O princípio da anterioridade não se aplica ao
a) ICMS
b) Imposto sobre Operações Financeiras - IOF
c) Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana - IPTU
d) Imposto de Renda Pessoa Jurídica - IRPJ
e) Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores - IPVA
44- Não é matéria de lei complementar
a) o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas
b) a definição de tributos e de suas espécies
c) a instituição de empréstimo compulsório
d) a disciplina do regime de compensação do ICMS
e) a determinação de medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços
45- O Imposto sobre Importação de Produtos Estrangeiros
a) sujeita-se, sem exceções, ao princípio da estrita legalidade
b) pode ter suas alíquotas e bases de cálculo alteradas pelo Poder Executivo, atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei
c) tem fato gerador instantâneo
d) não é abrangido pelo princípio da irretroatividade da lei tributária
e) não admite a inclusão de animais vivos em seu campo de incidência
46 - (CESPE/BACEN/97): A respeito de competência tributária, julgue os itens abaixo
(1) O imposto provisório sobre a movimentação financeira (IPMF) e a contribuição provisória sobre a movimentação financeira (CPMF) foram instituídos pelo exercício da competência tributária residual da União Federal.
(2) No Distrito Federal, a instituição do imposto sobre serviços de quaisquer natureza {!SS) e do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana {lPTU} decorre do exercício de sua competência tributária cumulativa.
(3) Taxas e contribuições de melhoria são tributos atribuídos á competência comum da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
(4) A instituição de empréstimos compulsórios compete concorrentemente à União, aos estados e ao Distrito Federal.
(5) A União poderá, por meio de lei complementar, instituir isenções de tributos da competência dos estados, do Distrito Federal ou dos municípios.
47 - (CESPE/BACEN/97): Uma autarquia federal sediada em Brasília, com agências nas capitais de todos os estados e em alguns municípios mais povoados , realizou estudo a respeito da imunidade recíproca atribuída aos entes federativos. Julgue os itens que se seguem, relativamente a conclusões pertinentes a esse estudo.
(1) A imunidade recíproca estende-se às autarquias, desde que não explorem atividade econômica
(2) A imunidade estende-se a taxa de limpeza pública, às contribuições de melhoria e aos tributos sobre o patrimônio.
(3) Na aquisição de seus veículos de serviço, a entidade estará dispensada do pagamento do IPI e do ICMS em todo o território nacional.
(4) Havendo resultado positivo no balanço anual da entidade, não é devido o imposto sobre a renda.
(5) Na prestação de serviços relacionados com os objetivos institucionais da entidade autárquica, não incide o ISS.
48 - (CESPE/BACEN/97): Em matéria de crédito tributário ,julgue os itens a seguir.
(1) O crédito tributário somente pode ser exigido de quem está, por lei, definido como contribuinte.
(2) Para a apuração do crédito tributário, aplica-se a legislação vigente ã época do lançamento do tributo.
(3) As circunstâncias que modificam o crédito tributário, sua extensão ou seus efeitos, ou que excluem sua exigibilidade, não afetam a obrigação tributária que lhe deu origem.
(4) Os créditos tributários relativos a impostos cujo fato gerador seja a propriedade, o domínio útil ou a posse de bens imóveis, bem como os relativos a taxas pela prestação de serviços referentes a tais bens, ou a contribuições de melhoria, sub-rogam-se na pessoa dos respectivos adquirentes.
(5) No caso de arrematação de bens imóveis em hasta pública, não ocorre sub-rogação de tributos.
49 - (CESPE/BACEN/97): Em matéria de lançamento, julgue os itens seguintes.
(1) Uma lei nova que institua novos critérios de apuração de um imposta não pode ser utilizada para o lançamento referente a fato gerador anterior a sua publicação, em face do princípio da irretroatividade.
(2) O lançamento direto independe da colaboração do contribuinte.
(3) O pagamento do imposto realizado pelo contribuinte independentemente de prévio exame da autoridade administrativa caracteriza o lançamento por declaração.
(4) A revisão de lançamento só pode ser iniciada enquanto não for extinto o direito da Fazenda Pública.
(5) O lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo somente pode ser alterado em virtude de impugnação do sujeito passivo ou de recurso de oficio.
50 - (CESPE/BACEN/97): Na solidariedade tributária,
(1) O pagamento efetuado por um dos obrigados aproveita aos demais.
(2) são solidariamente responsáveis as pessoas previstas no Lançamento do tributo.
(3) está previsto o benefício de ordem.
(4) a interrupção da prescrição em favor de um dos coobrigados favorece ou prejudica os demais.
(5) a isenção concedida em caráter pessoal a um dos coobrigados beneficia os demais pela totalidade do crédito.
51 - (CESPE/BACEN/97): Julgue os itens a seguir, relativos a instituição de isenção.
(1) A isenção é uma modalidade de extinção do crédito tributário.
(2) A lei que institui uma isenção produz efeito a partir do exercício financeiro seguinte ao de sua publicação.
(3) A isenção pode ser restrita a determinada região do território da entidade tributaste, em função de condições a ela peculiares.
(4) A isenção por prazo certo não pode ser revogada ou modificada, mesmo que por lei.
(5) A isenção instituída na lei do IPTU, em favor de determinado imóvel, estende-se à contribuição de melhoria em razão de calçamento realizado na rua de situação do imóvel.
52 - (ESAF/PFN/98):
( ) Entidades não estatais, como o SENAI e o SENAC, por exemplo, podem ter o poder de tributar, desde que a lei lho conceda.
( ) A competência tributária pode ser transferida, mediante lei, para entidade estatal distinta ou para pessoa jurídica não estatal.
( ) O poder de expedir normas sobre tributos incumbe primariamente a quem tenha competência para instituí-los.
Marque com F a assertiva falsa, e com V a verdadeira. Em seguida, escolha, entre as opções abaixo, a que contém a seqüência correta.
a) V, V, V
b) V, V, F
c) V, F, F
d) F, F, F
e) F, F, V
53 - (ESAF/PFN/98):
( ) Pode a lei estabelecer que, descumprida certa regra concernente ao controle dos rendimentos, a alíquota do imposto de renda seria majorada em 20%?
( ) A COFINS - contribuição para o financiamento da seguridade social -, segundo o entendimento do Supremo Tribunal Federal, é um tributo?
( ) A contribuição social sobre o lucro é uma contribuição para a seguridade social?
Marque, entre as opções abaixo, a que responde corretamente, e na devida seqüência, aos três quesitos acima.
a) Sim, sim, sim
b) Sim, não, sim
c) Não, sim, sim
d) Não, não, sim
e) Não, não, não
54 - (ESAF/PFN/98):
( ) Segundo o Código Tributário Nacional, são tributos os impostos, as taxas e a contribuição de melhoria.
( ) Os impostos são chamados de ‘tributos não vinculados’ porque sua cobrança independede uma atividade estatal específica em relação ao contribuinte.
( ) A Constituição de 1988 não estabelece que o limite total da contribuição de melhoria seja o valor da despesa realizada pela obra pública que lhe deu causa.
Marque com um V a afirmação (ou negação) verdadeira, e com F a falsa. Em seguida, escolha, entre as cinco opções abaixo, aquela que contem a seqüência correta.
a) V, V, V
b) V, V, F
c) V, F, F
d) F, F, F
e) F, V, V
55 - (ESAF/PFN/98): A União prescinde de lei complementar para:
a) dispor sobre conflitos de competência, em matéria tributária, entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios
b) regular as limitações constitucionais ao poder de tributar
c) estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária
d) em relação aos impostos discriminados na Constituição Federal, definir respectivos fatos geradores, bases de cálculo e contribuintes
e) estabelecer quando ocorrerá o vencimento dos impostos e taxas de sua competência
56 - (ESAF/PFN/98):
1. As normas que tratam de isenção estão sujeitas a ______________.
2. As normas que tratam de moratória estão sujeitas a ______________.
3. As normas que dizem interpretar outras, da mesma fonte, são de ______________.
Observe, entre as alíneas w, x, y e z, quais as que, à luz do Código Tributário Nacional, preenchem corretamente, e com explicação plausível, as lacunas acima, e, em seguida, marque a opção que contém, na devida seqüência, as alíneas respectivas.
w) interpretação extensiva, em atenção ao princípio favorabilia amplianda
x) interpretação extensiva, em atenção a que a regra geral não deve ser restringida pelo intérprete
y) interpretação retroativa, porque não tem caráter de inovação do sistema jurídico
z) interpretação literal, em atenção a que a regra geral é a tributação e exceções não se interpretam extensivamente
a) w, w, y
b) w, x, z
c) z, x, w
d) z, z, y
e) z, y, x
57 - (ESAF/PFN/98):
Alíquotas mínimas do Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), nas operações internas, podem ser estabelecidas por ___________.
O Código Tributário Nacional (CTN) foi votado como ___________.
As normas gerais de direito tributário contidas no CTN podem ser alteradas ou revogadas mediante ___________.
As alíquotas do Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), aplicáveis às operações e prestações, interestaduais e de exportação, são estabelecidas por ___________.
Veja, entre as cinco alíneas abaixo, com qual de suas expressões se preenche corretamente cada uma das lacunas acima.
v) resolução do Senado Federal de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros
w) lei ordinária
x) lei complementar
y) resolução do Senado Federal, de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores, aprovada pela maioria absoluta de seus membros
A resposta certa corresponde à seguinte seqüência:
a) y, x, x, v
b) v, w, x, y
c) y, w, x, v
d) v, w, w, y
e) v, x, w, y
58 - (ESAF/PFN/98): Indique a opção errada, entre as assertivas abaixo.
a) No caso de solidariedade, um dos devedores pode exigir que a dívida tributária seja primeiro cobrada do devedor originário e, no caso de serem todos devedores originários, que sua contribuição para o pagamento dessa dívida seja igualitária ou proporcional a sua participação no negócio que lhe deu nascimento.
b) Um menor de 12 anos de idade pode ter capacidade de ser sujeito passivo de uma obrigação tributária.
c) Tem capacidade tributária, mesmo sendo privado do poder de alienar seus bens, o banqueiro que os tenha indisponíveis em razão de liquidação extrajudicial da instituição que dirigia e de que era controlador.
d) As pessoas físicas têm por domicílio tributário aquele que tiverem elegido, mesmo que sua residência habitual seja em lugar diverso.
e) Extinta a enfiteuse, remida pelo foreiro mediante aquisição do domínio direto, a responsabilidade pelos tributos incidentes sobre o imóvel será de quem lhe consolidou o domínio.
59- (ESAF/PFN/98): Assinale a opção correta.
a) Responde funcionalmente pelo ato quem, detendo o poder de lançar imposto, exige mais do que a lei permite, a pretexto de que o contribuinte não se opôs.
b) Salvo disposição de lei em contrário, quando o valor tributário esteja expresso em moeda estrangeira, far-se-á no lançamento sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia do pagamento.
c) O lançamento efetuado pela fiscalização reporta-se à data da autuação e rege-se pela legislação nesta data vigente.
d) O lançamento por homologação ocorre quanto aos tributos cuja legislação atribua ao sujeito passivo o dever de privativamente constituir o crédito tributário, independentemente de atuação da autoridade administrativa.
e) Em homenagem ao princípio da legalidade, o crédito não integralmente pago no vencimento só é acrescido de juros de mora se a lei específica do imposto a previr.
60 - (ESAF/PFN/98): Assinale a opção correta.
a) A pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão, transformação ou incorporação de outra ou em outra é responsável por sucessão pelos tributos cujos fatos geradores ocorrerem a partir da data do ato, e as pessoas jurídicas de direito privado fusionadas, transformadas ou incorporadas, são responsáveis exclusivas pelos tributos devidos até essa data.
b) Na liquidação de uma sociedade em nome coletivo, há responsabilidade dos sócios-gerentes pelas dívidas relativas a seus atos, mas esta é limitada à proporção de sua participação no capital social.
c) A responsabilidade do agente, por infrações, depende da existência do elemento subjetivo (dolo ou culpa), salvo disposição de lei em contrário.
d) Segundo decorre do Código Tributário Nacional (CTN), a lei não pode atribuir de modo implícito a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa, nem a quem seja desvinculado do fato gerador da respectiva obrigação.
e) O disposto na Seção da Responsabilidade dos Sucessores, no CTN, restringe-se aos créditos tributários definitivamente constituídos ou em curso de constituição à data dos atos nela referidos, não se aplicando aos constituídos posteriormente aos mesmos atos, ainda que relativos a obrigações tributárias surgidas até a referida data.
61 - (ESAF/PFN/98): Quanto às garantias do crédito tributário, diz o Código Tributário Nacional, ou dele decorre, que
a) elas são excludentes de outras que pudessem ser previstas em lei, ainda que em função da natureza ou das características do tributo respectivo
b) a atribuição de novas garantias somente se aplica para o futuro, exceto quando se trate de atribuir responsabilidade tributária a terceiros
c) entre elas se encontra a inoponibilidade, ao fisco, do argumento de que os bens gravados por ônus real ou cláusula de inalienabilidade estão a salvo de execução fiscal
d) o terceiro não pode ser prejudicado se adquirir bens do sujeito passivo de obrigação tributária, depois de este ter sido citado em execução fiscal, se tais bens não foram atingidos por penhora
e) os bens ou rendas absolutamente impenhoráveis também respondem pelo pagamento do crédito tributário, seja qual for a data da constituição do ônus ou da cláusula, ou do fato determinante da impenhorabilidade
62 - (ESAF/PFN/98): Alíquota da contribuição sobre lucro líquido, majorado por medida provisória convertida em lei posteriormente, pode ser aplicada
a) após decorridos noventa dias da publicação da lei
b) a partir de 10 de janeiro do ano subseqüente ao da publicação da lei
c) após decorridos noventa dias da publicação da medida provisória
d) a partir de 10 de janeiro do ano subseqüente ao da publicação da medida provisória
e) após decorridos noventa dias da sanção da lei
63 - (ESAF/PFN/98): Inexiste vedação constitucional à incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados, nas operações relativas a
a) derivados de petróleo
b) cinescópios
c) minerais do País
d) combustíveis
e) energia elétrica
64 - (ESAF/PFN/98): O esclarecimento do significado de uma lei tributáriapor outra posterior configura a chamada interpretação
a) ontológica
b) científica
c) integrada
d) autêntica
e) evolutiva
65 - (CESPE/TCU/ 95): A Constituição disciplina a repartição da receita de forma que
(1) pertencem aos municípios cinqüenta por cento do produto do imposto sobre a propriedade territorial rural e do produto do imposto sobre a propriedade de veículos automotores, relativamente aos imóveis situados e aos veículos licenciados, respectivamente, em seus territórios.
(2) a União não pode condicionar a entrega de recursos ao pagamento de seus créditos, inclusive de suas autarquias.
(3) parcelas da arrecadação do imposto de renda, do imposto sobre produtos industrializados e dos impostos extraordinários destinam-se ao Fundo para Desenvolvimento do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
(4) vinte e um inteiros e cinco décimos por cento (21,5%) do produto da arrecadação do imposto sobre produtos industrializados são entregues ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal.
(5) pertencem aos distritos vinte e cinco por cento do produto da arrecadação dos impostos municipais.
66 - (CESPE/TCU/96): A Constituição atribui aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios uma parcela da arrecadação tributária da União, assim como, aos Municípios, uma parcela da arrecadação dos Estados. A respeito desse assunto, julgue os itens que se seguem.
(1) Se a União instituir taxa não­-prevista na Constituição - não-cumulativa e com base de cálculo e fato gerador diversos dos tributos ali disciplinados -, vinte por cento do produto da arrecadação pertencerão aos Estados e ao Distrito Federal.
(2) Pertence ao Município de Tiradentes - MG - todo o produto da arrecadação do imposto sobre a renda e os proventos de qualquer natureza, retido na fonte, incidente sobre os vencimentos dos servidores da administração direta municipal.
(3) Pertence ao Estado da Bahia todo o produto da arrecadação do imposto sobre a renda e os proventos de qualquer natureza, retido na fonte, incidente sobre os vencimentos dos servidores da administração direta estadual.
(4) A União deverá entregar aos fundos de participação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios quarenta e sete por cento do total nacional da arrecadação do imposto sobre a renda e os proventos de qualquer natureza.
(5) A Constituição, fundamentada no princípio do federalismo, não admite que a União imponha, como condição à entrega de recursos do fundo de participação a um Estado, que este efetue o pagamento de créditos de uma autarquia federal.
67 - (CESPE/TCU/96): Objetivando garantir o cidadão contra as investidas estatais, a Constituição impôs limites à atuação das entidades públicas em matéria tributária. Com relação ao assunto, julgue os itens abaixo.
(1) As leis de anistia ou remissão, em matéria fiscal, devem ser editadas no nível federal, qualquer que seja o tributo subjacente.
(2) Os empréstimos compulsórios deverão ser instituídos, sempre, por meio de lei complementar.
(3) A instituição de empréstimos compulsórios, no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional, deverá submeter-se ao princípio da anterioridade tributária.
(4) Nos termos da Constituição e em conformidade com o princípio da legalidade, qualquer majoração ou instituição de tributos deve vir veiculada em lei.
(5) Existe a possibilidade de que a competência da União para instituir impostos não-discriminados na Constituição seja exercida por meio de lei ordinária.
68 - (ESAF/TTN/ 98): Quanto ao princípio da anterioridade, pode-se dizer que
a) proíbe que se tributem fatos geradores que ocorreram antes do início da vigência da lei que houver instituído ou aumentado um tributo
b) não se aplica ao Imposto de Importação, ao Imposto de Exportação, ao Imposto sobre Operações Financeiras e às Taxas decorrentes do exercício do poder de polícia
c) não se aplica ao Imposto sobre Produtos Industrializados, ao Imposto de Importação, ao Imposto sobre Operações Financeiras, ao Imposto de Exportação
d) se aplica aos empréstimos compulsórios, qualquer que seja o pressuposto da sua instituição
e) se aplica às contribuições para seguridade social da mesma forma que às outras espécies tributárias
69 - (ESAF/TTN/ 98): Assinale a opção incorreta.
No que diz respeito ao Imposto sobre a Renda e Proventos de qualquer natureza, pode-se afirmar que
a) deve ser progressivo, aumentando a alíquota à medida que se eleva a base de cálculo
b) deve obedecer aos critérios da universalidade e da generalidade
c) deve obedecer aos princípios da capacidade contributiva, irretroatividade e anterioridade, entre outras
d) não pode ter suas alíquotas alteradas pelo Poder Executivo
e) não pode prever hipóteses de isenção, sob pena de violar-se o princípio da igualdade
70 - (ESAF/TTN/ 98): No ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Cir­culação de Mercadorias e sobre Prestação de Servi­ços de Transporte Interestadual e Intermuni­cipal e de Comunicação):
a) as alíquotas mínimas nas operações internas devem ser fixadas, obrigatoriamente, pelo Senado Federal
b) cabe à lei complementar prever casos de manutenção de crédito, relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior, de serviços e de mercadoria
c) as alíquotas mínimas nas operações internas são fixadas por lei complementar
d) a isenção ou não-incidência não geram, em qualquer hipótese, direito a crédito
e) as isenções são concedidas por lei comple­mentar
71 - (ESAF/TTN/ 98): A lei tributária nova aplica-se a fatos ocorridos após a sua publicação e, se for o caso, decorrida a vacatio legis :
a) salvo quando defina o fato como sendo gerador de tributo
b) em qualquer caso, se se tratar de lei meramente interpretativa, com a operação da infração aos dispositivos interpretados
c) salvo quando a lei vigente no momento da prática da infração tenha cominado penalidade menos severa a esta infração
d) retroagirá, todavia, em qualquer caso, desde que o fato pretérito não tenha sido objeto de atividade fiscalizatória
e) salvo quando deixe de definir o ato pretérito, não definitivamente julgado, como infração
72 - (ESAF/TTN/ 98): O princípio da capacidade contributiva
a) constitui limitação do poder de tributar, somente no que se refere aos impostos a serem instituí­dos pela União
b) aplica-se somente aos impostos que a Constitui­ção da República expressamente enumera
c) tem sua observância condicionada aos critérios de conveniência e oportunidade por parte do legislador ordinário
d) aplica-se, indistintamente, aos impostos, às taxas e as contribuições de melhoria
e) aplica-se a todos os impostos, sempre que a estrutura de cada um deles permitir
73 - (ESAF/TTN/ 98): Na conformidade do que dispõe o Código Tributá­rio Nacional, são formas de suspensão da exigibi­lidade do crédito tributário:
a) remição, anistia, depósito do montante integral do crédito tributário e concessão de medida liminar em man­dado de segurança
b) moratória, remissão, anistia e depósito do mon­tante integral do crédito tributário
c) depósito do montante integral do crédito tribu­tá­rio, reclamações e recursos administrativos, nos termos da lei específica, moratória e con­cessão de medida liminar em mandado de segurança
d) moratória, depósito do montante integral do cré­dito tributário, medida liminar em mandado de segurança e remissão
e) reclamações e recursos administrativos, nos termos da lei específica, anistia e concessão de medida liminar em mandado de segurança
74 - (ESAF/TTN/ 98): No que diz respeito ao lançamento tributário, pode afirmar-se que, de acordo com o Código Tributário Nacional,
a) apesar de decorrente de lei, a atividade fiscal que culmina com o lançamento tem caráter discricio­nário, a ser sopesado pelo agente fiscal
b) as modalidades de lançamento são: direto, por homologação e de ofício, somente
c) ele somente pode ser efetuado de ofício quando se comprove ação ou omissão do sujeito passivo que dê lugar à aplicação de penalidade pecuniá­ria
d) o pagamentoantecipado pelo obrigado, nos tributos sujeitos a lançamento por homologa­ção, extingue o crédito tributário, sob condição reso­lutória
e) a alteração de lançamento regularmente notifi­cado ao sujeito passivo somente pode dar-se por meio de impugnação deste último
75 - (ESAF/TTN/ 98): Segundo o Código Tributário Nacional, a isenção
a) deve ter sua legislação interpretada literal­mente
b) para ser estabelecida, deve obedecer à eqüi­dade e aos princípios gerais de Direito
c) é modalidade de extinção do crédito tributário
d) somente pode ser concedida pela legislação da União quando se tratar de impostos da competência dos Estados-membros
e) quando não especifica os tributos, é extensiva às taxas e às contribuições de melhoria
76- (ESAF/TTN/ 98): Assinale a opção incorreta.
Com relação aos bens, negócios ou atividades de terceiros, são obrigados a prestar informações ao Fisco:
a) os síndicos, comissários e liquidatários
b) os inventariantes
c) quaisquer pessoas, ainda que a lei que regulamente a sua atividade determine a observância de segredo
d) os tabeliães
e) as empresas de administração de bens
77 - (ESAF/TTN/ 98): Assinale a opção correta.
a) A multa pode ser considerada espécie do gênero tributo, já que está abrangida, pelo Código Tributário Nacional, no conceito de "obrigação tributária principal".
b) A certidão de dívida ativa regularmente inscrita goza de presunção relativa de liquidez e certeza.
c) A anistia e a remissão são formas de suspensão e exclusão do crédito tributário, respectivamente.
d) A isenção assegura ao contribuinte a ela sujeito a dispensa do cumprimento de obrigações acessórias.
e) Os menores de dezesseis anos não são juridicamente aptos a realizar o fato gerador do Imposto sobre Produtos Industrializados.
78 - (ESAF/TTN/ 97): Assinale a afirmação correta.
a) Tributo é gênero de que são espécies o im­posto, a taxa, a contribuição de melhoria e o preço de serviços públicos.
b) Preços de serviços públicos e taxas às vezes se confundem porque ambos são compulsó­rios.
c) O empréstimo compulsório é considerado tributo, pelo regime jurídico a que está sub­metido.
d) A contribuição previdenciária não é conside­rada tributo pelos nossos tribunais, por não satisfazer os pressupostos legais para isso.
e) Tributo é prestação pecuniária compulsória, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa discricionária.
79 - (ESAF/TTN/ 97): A natureza jurídica específica do tributo é deter­minada
a) pela denominação que lhe dá a lei
b) pelas características formais adotadas pela lei
c) pela destinação legal do produto da sua arre­cadação
d) pela competência da pessoa jurídica de di­reito público que o instituir
e) pelo fato gerador e base de cálculo da res­pectiva obrigação
80 - (ESAF/TTN/ 97): A União pode
a) instituir empréstimo compulsório para resga­tar sua dívida interna
b) aplicar alíquotas diferenciadas do IPI e do ICMS para incentivar os Estados mais ca­rentes
c) conceder isenções de tributos estaduais, desde que sejam os Estados compensados pela quebra de arrecadação
d) tributar a renda das obrigações da dívida pública dos Estados, desde que em igualdade de condições com as suas obrigações
e) exigir tributo por meio de decreto
81 - (ESAF/TTN/ 97): A Constituição Federal permite a aplicação de alíquotas progressivas para a cobrança dos se­guintes impostos:
a) Renda e Proventos de Qualquer Natureza; Propriedade Territorial Rural; Propriedade Predial e Territorial Urbana
b) Renda e Proventos de Qualquer Natureza; Produtos Industrializados; Propriedade Pre­dial e Territorial Urbana
c) Produtos Industrializados; Operações Relati­vas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Inte­restadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); Propriedade de Veículos Automoto­res
d) Propriedade Predial e Territorial Urbana; Propriedade Territorial Rural; ICMS
e) Renda e Proventos de Qualquer Natureza; Produtos Industrializados; ICMS
82 - (ESAF/TTN/ 97): São impostos seletivos e não-cumulativos
a) o ICMS e o IPVA
b) o IPTU e o IPTR
c) o IRPJ e o IPI
d) o IPI e o ICMS
e) o ICMS e o ISS
83 - (ESAF/TTN/ 97): O Distrito Federal pode instituir
a) impostos, taxas e empréstimos compulsórios
b) imposto sobre serviços de qualquer natureza; taxas, em razão do exercício do poder de Polícia; contribuição para o custeio de siste­mas de previdência e assistência social de seus servidores
c) imposto sobre doação de quaisquer bens ou direitos; taxas, pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis; contribuições de interesse de cate­gorias profissionais ou econômicas
d) imposto sobre propriedade predial e territorial urbana; contribuição de melhoria; contribui­ções sociais, de intervenção no domínio eco­nômico
e) imposto sobre propriedade territorial rural; imposto sobre transmissão causa mortis de quaisquer bens ou direitos; contribuição de melhoria
84 - Um estabelecimento comercial que funciona em prédio alugado de terceiros e tem como atividade exclusiva a revenda de livros didáticos é conside­rado contribuinte do
a) ICMS e do IRPJ
b) IPI e do IRPJ
c) IPI e do ICMS
d) ICMS
e) IRPJ
85 - (ESAF/TTN/ 97): No que diz respeito ao lançamento tributário, é correto afirmar que
a) o lançamento reporta-se à data da ocorrência do fato gerador da obrigação e rege-se pela lei então vigente, ainda que posteriormente modificada ou revogada
b) não é permitida retificação da declaração por iniciativa do próprio declarante
c) o lançamento regularmente notificado ao sujeito passivo não pode ser alterado
d) o Código Tributário Nacional diz haver duas modalidades de lançamento: por declaração e ex officio
e) quando o valor tributário estiver expresso em moeda estrangeira, far-se-á a sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia do lançamento
86 - (ESAF/TTN/ 97): Uma declaração de rendimentos - pessoa física - relativa ao ano base de 1996 foi entregue no dia 15 de maio de 1997, 15 dias após o vencimento determinado pela autoridade administrativa.
O direito de a Fazenda Pública constituir crédito tributário com base nessa declaração extingue-se em
a) 30 de abril de 2002
b) 15 de maio de 2002
c) 31 de dezembro de 2001
d) 30 de abril de 2003
e) 31 de dezembro de 2002
87- (ESAF/TTN/ 97): Uma lei determinou que fossem cancelados todos os créditos tributários até determinado valor, inscritos ou não na Dívida Ativa.
Essa lei tratou, portanto, da instituição da
a) moratória
b) anistia
c) remissão
d) isenção
e) prescrição
GABARITO
�
1 A
2 B
3 A
4 CCEEE
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6 EECCE
7 EEEEE
8 CECCE
9 ECEEC
10 EEECE
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19 A
20 C
21 D
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23 D
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25 C
26 D
27 E
28 A
29 C
30 E
31 C
32 D
33 A
34 D
35 E
36 B
37 C
38 B
39 A
40 E
41 A
42 D
43 B
44 E
45 C
46 ECCEE
47 CEECC
48 EECCE
49 ECECC
50 CEECE
51 EECCE
52 E
53 C
54 A
55 E
56 D
57 B
58 A
59 A
60 D
61 C
62 C
63 B
64 D
65 CEECE
66 ECCEE
67 ECCEC
68 C
69 E
70 B
71 E
72 E
73 C
74 D
75 A
76 C
77 B
78 C
79 E
80 D
81 A
82 D
83 B
84 E
85 A
86 E
87 C�
SIMULADO DIREITO TRIBUTÁRIO 01
01) Em relação ao Direito como um todo, o Direito Tributário (AFTN - MEFP/91):
A ( ) é totalmente independente dos demais ramos, possuindo metodologia própria de
interpretação e estruturação;
B ( ) vincula-se apenas ao Direito Administrativo, não se relacionando com os demais
ramos;
C ( ) vincula-se apenas ao Direito Constitucional, não se relacionando com os demais
ramos;
D ( ) é considerado autônomo apenas do ponto de vista didátiico, relacionando-se com
todos os demais ramos, dada a unicidade do Direito;
E ( ) relaciona-se apenas com os demais ramos do Direito Público, prescindindo totalmerte dos diversos ramos do Direito Privado.
02) São receitas derivadas:
A ( ) os aluguéis de imóveis recebidos pelo Estado
B ( ) as receitas por atividades industriais;
C ( ) as doaçõesrecebidas de particulares;
D ( ) os tributos.
03) A Lei no. 5.172/66 (CTN) é fonte:
A ( ) secundária do Direito Tributário;
B ( ) subsidiária de Direito Tributário, em relação à Constituição;
C ( ) soberana do Direito Tributário;
D ( ) primária do Direito Tributário.
04) As decisões dos conselhos de contribuintes:
A ( ) entram cm vigor na data da sua publicação no Diário Oficial;
B ( ) entram em vigor 30 dias após a sua publicação no Diário Oficial;
C ( ) só têm força de norma sobre o contribuinte interessado no processo, que deverá
cumprir a decisão no prazo de 30 dias após a sua publicação no Diário Oficial;
D ( ) não têm eficácia normativa, pois não existe lei que lhes atribua este caráter.
05) Um decreto presidencial, regulando dispositivo de lei que trata de isenção de tributos, estabeleceu penalidades para os contribuintes que não atendessem às normas por ele
estabelecidas. O estabelecimento de penalidades, no caso:
A ( ) contraria o CTN, pois somente a lei pode cominar penalidades;
B ( ) está cm perfeita consonância com o CTN, pois o decreto regulamenta uma Iei;
C ( ) não é dispositivo auto-aplicável, pois depende de normas complementares baixadas pelo Ministério da Fazenda;
D ( ) é permitido pelo CTN, uma vez que não se trata de majoração de tributo.
06) A atualização do valor monetário da base de cálculo de qualquer tributo:
A ( ) só poderá ser feita por Iei;
B ( ) será feita por resolução do Senado;
C ( ) constitui majoração de tributo;
D ( ) poderá ser feita por decreto.
07) Salvo disposição em contrário, a Iegislação tributária entra em vigor no país:
A ( ) 45 dias após a sua publicação;
B ( ) 45 dias após a sua promulgação;
C ( ) 30 dias após a sua promulgação;
D ( ) na data de sua publicação.
08) Isenções do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte e Comunicação (ICMS) podem ser concedidas por convênios entre os Estados.
Estes convênios são normas complementares, segundo o que dispõe o Código Tributário Nacional. A 1a e a 2a afirmativas são:
A ( ) certa e errada, respectivamente;
B ( ) respectivamente, errada e certa;
C ( ) certas;
D ( ) erradas.
09) São fontes formais principais do direito tributário (IAPAS-INSS/85 adaptada):
A ( ) leis ordinárias, constituição, decretos e fato gerador;
B ( ) leis ordinárias, medidas provisórias, decretos e portarias;
C ( ) leis ordinárias, leis complementares, e tratados internacionais;
D ( ) leis complementares, medidas provisórias, regulamentos e lançamento.
10) Assinale a única alternativa correta (AFTN-MF/80):
A ( ) o Código Tributário Nacional relaciona a jurisprudência judicial como fonte formal do direito tributário brasileiro;
B ( ) Apesar de integrar a legislação tributária, de acordo com o Código Tributário Nacional, os decretos expedidos pelo Presidente da República não são atos válidos para extinguir tributos;
C ( ) por não estarem expressamente mencionados pelo Código Tributário Nacional, quando este arrola o que se compreende por legislação tributária, as medidas provisórias não podem definir hipóteses de créditos tributários;
D ( ) não se equipara à majoração de tributo a modificação da sua base de cálculo que
importe em torná-lo mais oneroso.
11) Analise as proposições abaixo, nos termos do CTN (ICMS-SC/89):
I - A lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito, em qualquer caso, quando deixa de
defini-lo como infração.
II - A lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito, em qualquer caso, quando deixa de
tratá-lo como contrário a qualquer exigência de ação ou omissão, desde que não tenha sido fraudulento e não tenha implicado falta de pagamento de tributo.
III - A lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito, em qualquer caso, quando lhe
comine penalidade menos severa que a prevista na lei vigente ao tempo de sua prática.
No texto acima:
A ( ) todas as proposições estão CORRETAS;
B ( ) a proposição I está INCORRETA;
C ( ) a proposição II está INCORRETA;
D ( ) a proposição III está INCORRETA;
E ( ) todas as proposições estão INCORRETAS.
12) José, contribuinte do IPTU, reside em imóvel de sua propriedade, defronte a uma praça municipal. A Prefeitura local canalizou ali um córrego, asfaltou as ruas adjacentes à praça, arborizando-a e ajardinando-a. Por conseqüência, a casa de José aumentou de preço. Em face do exposto, José, em razão da valorização de sua propriedade, está potencialmente (AFTN - MEFP/91):
A ( ) sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria;
B ( ) sujeito ao pagamento apenas do IPTU;
C ( ) sujeito ao pagamento de taxa pela utilização de serviços públicos, específicos e
divisíveis;
D ( ) sujeito ao pagamento de taxa pelo exercício do poder de polícia;
E ( ) livre de exigência de qualquer outro tributo, pois já é contribuinte do IPTU, e com base na arrecadação desse tributo é que foram feitas as obras.
13) Assinale a opção correta (ICMS – SC/89):
A ( ) nos termos da Constituição Federal de 1988, é de competência da lei complementar o estabelecimento de normas gerais de legislação tributária, especialmente sobre a definição de tributos e suas espécies, bem como em relação aos impostos nela discriminados, a definição
dos respectivos fatos geradores, bases de cálculos, contribuintes; a definição ou conceituação de obrigação tributária, lançamento, crédito, prescrição e decadência e o estabelecimento de adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas;
B ( ) Municípios, para atender as despesas extraordinárias decorrentes de calamidade
pública, poderão instituir empréstimos compulsórios;
C ( ) os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, nos termos da Constituição Federal de 1988, poderão instituir contribuição cobrada de seus servidores, para o custeio em benefício destes, da casa própria e do ensino gratuito;
D ( ) nos termos da Constituição Federal de 1988, a aplicação dos recursos da
arrecadação dos empréstimos compulsórios instituídos pelos Estados e pelo Distrito Federal será vinculada à despesa que fundamentou sua instituição
E ( ) todas as opções acima estão corretas.
14) No dispositivo da Constituição Federal que diz caber à lei complementar estabelecer normas gerais em matéria de lesgislação tributária não há referência expressa a (AFTN - MF/89):
A ( ) obrigação, lançamento, crédito, prescrição e decadência tributários;
B ( ) dívida ativa tributária;
C ( ) definição de espécies de tributos;
D ( ) definição de tributos;
E ( ) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades
cooperativas.
15) Lei Complementar da União instituiu empréstimo compulsório para absorver
temporariamente poder aquisitivo da população, em face da tendência à hiperinflação. Esse empréstimo compulsório (AFTN – MEFP/91):
A ( ) é inconstitucional, por ter sido instituído por lei complementar;
B ( ) deveria ter sido instituído por lei ordinária federal;
C ( ) é constitucional, por ter sido instituído por lei complementar;
D ( ) é inconstitucional, pois não corresponde às hipóteses constitucionais de empréstimo compulsório;
E ( ) é constitucional, pois se trata de matéria urgente e de relevante interesse nacional.
16) Conforme o sistema tributário previsto na Constituição Federal, é permitido (ISS - Rio/88 - adaptada):
A ( ) à União instituir imposto sobre o patrimônio dos partidos políticos;
B ( ) à União instituir imposto sobre grandes fortunas;
C ( ) aos Estados instituir imposto sobre propriedade territorial urbana;
D ( ) aos Municípios instituir imposto sobre a cessão de direitos reais sobre imóveis,
inclusive os de garantia;
E ( ) aos Municípios instituir lPTU sobre imóvel urbano de propriedade do Estado.
17) Os seguintes impostos não estão sujeitos ao princípio da estrita legalidade:
A ( ) exportação,

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